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  • Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – fevereiro de 2018

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 033/2018

    DESTAQUES:

    Criada a Câmara Técnica (CT) da Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora – CISTT/CNS

    Aprovado o Cronograma de Reuniões Ordinárias do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa para o ano de 2018

    Exonerada Ministra dos Direitos Humanos e nomeado Ministro interino

    Governo do Estado do Rio de Janeiro reajusta o valor do Bilhete Único Intermunicipal

    DESTAQUES:

    Criada a Câmara Técnica (CT) da Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora – CISTT/CNS

    Aprovado o Cronograma de Reuniões Ordinárias do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa para o ano de 2018

    Exonerada Ministra dos Direitos Humanos e nomeado Ministro interino

    Governo do Estado do Rio de Janeiro reajusta o valor do Bilhete Único Intermunicipal

  • Espaço Saúde | Casa segura e saudável – Parte 2

    Na segunda parte do Espaço Saúde sobre casa segura e saudável, o médico Ricardo Peixoto, da Gerência de Saúde do Sistema CNC-Sesc-Senac mostra algumas dicas relacionadas ao quarto de crianças e adolescentes, o banheiro e a área de serviço.

    Perdeu a primeira parte? Assista ao vídeo aqui.

    Na segunda parte do Espaço Saúde sobre casa segura e saudável, o médico Ricardo Peixoto, da Gerência de Saúde do Sistema CNC-Sesc-Senac mostra algumas dicas relacionadas ao quarto de crianças e adolescentes, o banheiro e a área de serviço.

    Perdeu a primeira parte? Assista ao vídeo aqui.

    Acesse também a cartilha interativa Casa Segura e Saudável para ver essas e outras dicas para deixar a sua casa mais protegida.

     

  • Reforma da Previdência fica para outra vez

    Antes prioritária para o governo Temer, mudança no sistema de aposentadorias é deixada oficialmente de lado. Tramitação é impossibilitada devido à intervenção na segurança do Rio de Janeiro. Ministros e líderes do governo no Congresso anunciaram na noite de segunda-feira (19/02) a pauta prioritária do governo.

    Antes prioritária para o governo Temer, mudança no sistema de aposentadorias é deixada oficialmente de lado. Tramitação é impossibilitada devido à intervenção na segurança do Rio de Janeiro. Ministros e líderes do governo no Congresso anunciaram na noite de segunda-feira (19/02) a pauta prioritária do governo. Com a decisão pela intervenção federal no Rio de Janeiro, que impossibilita a votação de qualquer proposta de emenda à Constituição, como é o caso da reforma da Previdência, o governo elencou uma lista de 15 projetos na área econômica, considerados importantes para o País.

    A legislação brasileira proíbe a aprovação de emendas constitucionais durante e vigência de uma intervenção federal. A reforma da Previdência foi apresentada como uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), e a intervenção na área de segurança pública no Rio- aprovada pela Câmara dos Deputados na segunda-feira – tem previsão de durar até 31 de dezembro deste ano. O Planalto, porém, disse não descartar a reforma da Previdência.

    Dentre os pontos colocados estão a simplificação tributária (reforma do PIS/Cofins); o marco legal de licitações e contratos; o programa de recuperação e melhoria empresarial das estatais; a desestatização da Eletrobras e a nova lei de finanças públicas.

    De acordo com o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, a decisão foi tomada pelo presidente Michel Temer depois de constatada a impossibilidade de tramitação da reforma durante a intervenção no Rio de Janeiro.

    “À luz das ponderações, tivemos que concluir que não se poderia iniciar a discussão que tínhamos programado para hoje, da reforma da Previdência. Diante disso, o presidente solicitou, e tanto os líderes e os presidentes do Senado e da Câmara elencaram o que poderia ser uma pauta micro e macroeconômica”, disse Padilha.

    Além de Padilha, participaram do anúncio os ministros Henrique Meirelles, da Fazenda, Dyogo Oliveira, do Planejamento, e Carlos Marun, da Secretaria de Governo, e também os líderes do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro, no Senado, Romero Jucá, e no Congresso, André Moura.

    “Esses 15 pontos definem uma prioridade política e econômica. A reforma não pode ser votada, mas existem pontos que vão melhorar o ambiente fiscal, de negócios, que darão condições para o País responder no que diz respeito às transformações”, disse Jucá, que acrescentou que será preciso um esforço para determinar um ritmo forte de votação – o governo está a pouco mais de dez meses de seu fim.

    Os ministro e líderes negam que a reforma da Previdência esteja enterrada. Para Padilha, é possível aprová-la em outubro, após as eleições. Ele entende que os parlamentares que atualmente não votam com o governo podem mudar de ideia caso não sejam reeleitos. Já Marun afirmou que “as condições políticas [para aprovação da reforma] virão com a eleição de outubro”.

     

    Fonte Portal Terra

  • CARF/Rigotex Indústria Têxtil Ltda. x Fazenda Nacional

    1ª Turma da 2ª Câmara da 1ª Seção

    IRPJ / Vício material

    Processo nº 10073.720174/2014-04

    1ª Turma da 2ª Câmara da 1ª Seção

    IRPJ / Vício material

    Processo nº 10073.720174/2014-04

    O Fisco lavrou o auto contra a empresa por diferenças entre os valores apresentados por ela e os presentes em seu livro-caixa. Apesar da empresa reconhecer a diferença no valor de R$ 147 mil, a documentação que foi apresentada em forma de livro-caixa estava fora dos padrões formais, já que contava com atualizações temporais mensais.

    O voto da relatora, conselheira Eva Maira Los, acabou mudando após debate, influenciado pelo entendimento de outros conselheiros da turma de que a autoridade fiscalizadora efetuou um arbitramento do lucro da contribuinte, valendo-se de um documento imprestável. Com isso, votou se por anular o auto, por vício material. A extinção do processo foi acolhida de maneira unânime.

  • CARF/Rexam Beverage Can South America S/A x Fazenda Nacional

    1ª Turma da 3ª Câmara da 1ª Seção

    Bitributação / Operação internacional

    Processo nº: 16682.720924/2011-03

    1ª Turma da 3ª Câmara da 1ª Seção

    Bitributação / Operação internacional

    Processo nº: 16682.720924/2011-03

    A contribuinte, dona de uma operação no Chile, não efetuou a tributação do lucro da sua filial ao Fisco brasileiro. Apesar do entendimento da Receita Federal do Brasil de que o lucro registrado em território chileno tenha de ser declarado e recolhido aqui, a contribuinte se baseou no acordo Brasil-Chile (Decreto nº 4.852/2003) para não efetuar o recolhimento.

    O relator, conselheiro Roberto Silva Júnior, votou por conhecer o recurso e negar o provimento, por entender que a recorrente possuía mais de 99,999% das ações da empresa chilena, o que caracterizaria, em suas palavras, “controle absoluto” sobre sua operação. O provimento à contribuinte foi negado pelo voto de qualidade, vencidos os conselheiros dos contribuintes José Eduardo Dornelas Souza, Marcos Paulo Leme Brisola Caseiro, Amélia Wakako Morishita Yamamoto e Bianca Felicia Rothschild.

     

  • Câmara autoriza intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro

    Depois de mais de seis horas de discussão, a Câmara dos Deputados confirmou, na madrugada de terça-feira (20), a intervenção federal na segurança pública do Estado do Rio de Janeiro. O decreto assinado pelo presidente Michel Temer teve 340 votos favoráveis, 72 votos contrários e 1 abstenção.

    Depois de mais de seis horas de discussão, a Câmara dos Deputados confirmou, na madrugada de terça-feira (20), a intervenção federal na segurança pública do Estado do Rio de Janeiro. O decreto assinado pelo presidente Michel Temer teve 340 votos favoráveis, 72 votos contrários e 1 abstenção. O texto segue agora para o Senado Federal na forma do Projeto de Decreto Legislativo (PDC) nº 886/18.

    A relatora da proposta, deputada Laura Carneiro (PMDB-RJ), incluiu duas sugestões ao Poder Executivo em seu parecer. Ela pediu que o governo federal apresente recursos federais em caráter continuado, a serem usados na segurança pública e nas áreas de assistência social.

    A deputada também sugere que o Poder Executivo regulamente o poder de polícia das Forças Armadas e estabeleça diálogos com o Ministério Público e com o Judiciário para o controle externo da operação. Os dois pedidos foram feitos na forma de indicação, que são opinativos e não vinculam a atuação do Executivo federal, já que não é possível apresentar emendas ao decreto de intervenção.

    A questão do financiamento foi ressaltada por Laura Carneiro. Ela afirmou que o governo do Estado do Rio de Janeiro não tem recursos para custear a intervenção. “Durante 10 meses, seriam necessários cerca de R$ 250 milhões adicionais para custeio e investimento das ações de intervenção, recursos de que o Estado do Rio de Janeiro não dispõe”, esclareceu a deputada.

    Interventor

    O decreto assinado pelo presidente Michel Temer estabelece intervenção federal até o dia 31 de dezembro de 2018 com o objetivo de acabar com o grave comprometimento da ordem pública do Estado do Rio de Janeiro. Para comandar a operação, foi designado como interventor o general Walter Souza Braga Netto.

    O interventor será subordinado ao presidente da República e não estará sujeito às normas estaduais que conflitarem com as medidas necessárias à execução da intervenção, podendo requisitar os recursos financeiros, tecnológicos, estruturais e humanos do estado necessários ao objetivo.

    O general comandará todas as polícias do estado (civil, militar e Corpo de Bombeiros) e poderá requisitar ainda os bens, serviços e servidores dos órgãos estaduais, como a Secretaria de Segurança e a Secretaria de Administração Penitenciária, para emprego nas ações determinadas pelo interventor.

    As demais atribuições do estado continuam sob o poder do governador Luiz Fernando Pezão. Segundo o decreto, a intervenção tem o objetivo de acabar com o “grave comprometimento da ordem pública no estado”.

    Crime organizado 

    A relatora destacou que, apesar de o Rio de Janeiro não ser a unidade federativa com maiores índices de violência, é a cidade com maior número de tiroteios – que impedem a circulação da população. Laura Carneiro ressaltou que a existência de zonas com a ausência do Estado também é fator determinante para o apoio à intervenção.

    “Ao contrário do que acontece em outros estados, nos quais grande parte dos crimes violentos é pulverizada, no Rio de Janeiro estabeleceram-se zonas de controle bem delimitadas, onde o Estado não entra e que chegam a dar lugar a disputas territoriais entre quadrilhas rivais”, disse a deputada.

    Laura Carneiro também chamou a atenção para os tiroteios que ocorrem à luz do dia no Rio de Janeiro. “Chegamos à triste marca de 450 tiroteios em 50 dias. Existe algum outro estado do Brasil que possuiu aplicativos de celular para saber onde há tiroteio? ”, questionou.

    Emendas à Constituição

    Como determina a Constituição Federal, o Congresso não poderá emendar o texto constitucional durante o período da intervenção. Com isso, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, já confirmou que não será possível votar a PEC da reforma da Previdência ou qualquer outra PEC durante a vigência da intervenção.

    Quanto à tramitação, embora o presidente do Senado, Eunício Oliveira, tenha suspendido naquela Casa qualquer andamento de propostas de emenda à Constituição, Maia ficou de dar uma resposta em breve a questões de ordem formuladas nesse sentido.

  • CARF/Caoa Montadora de Veículos Ltda x Fazenda Nacional

    1ª Turma da 3ª Câmara da 1ª Seção

    PER-Dcomp / Revisão de despacho

    Processos 13116.900954/2014-72 e outros

    1ª Turma da 3ª Câmara da 1ª Seção

    PER-Dcomp / Revisão de despacho

    Processos 13116.900954/2014-72 e outros

    A empresa, durante todo o ano de 2014, efetuou 51 pedidos eletrônicos de restituição (PER-Dcomp), no valor de R$86 milhões. Em novembro daquele mesmo ano, com 37 Dcomp pagas, a Receita emitiu despacho homologando o crédito mas, em dezembro do mesmo ano, a entidade reviu sua decisão e pediu a glosa do crédito. Inconformada, a contribuinte apresentou breve sustentação oral onde argumentava que primeira decisão, de novembro, deveria ser mantida, o que levaria a turma a reconhecer a integralidade dos pagamentos, cancelando a multa isolada aplicada no auto.

    Os membros do colegiado, em breve debate, reconheceram o argumento da contribuinte de que não há previsão legal que permita à Receita Federal refazer o despacho em situações como esta. Como os processos estavam ligados a outros autos que ainda estão na fase de triagem dentro do Carf a turma votou por sobrestar o caso.

     

  • CNC divulga amanhã resultados da ICF de FEVEREIRO

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, dia 21 de fevereiro, os resultados de FEVEREIRO da Intenção de Consumo das Famílias (ICF). A partir das 10 horas, o economista Bruno Fernandes estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br. 

    Sobre a ICF 

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, dia 21 de fevereiro, os resultados de FEVEREIRO da Intenção de Consumo das Famílias (ICF). A partir das 10 horas, o economista Bruno Fernandes estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br. 

    Sobre a ICF 

    A pesquisa Intenção de Consumo das Famílias é um indicador antecedente que tem como objetivo antecipar o potencial das vendas do comércio. O indicador mede com precisão a avaliação que os consumidores fazem dos aspectos importantes da situação de vida de suas famílias, tais como capacidade de consumo atual e de curto prazo, nível de renda doméstico, condições de crédito, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro.

     

  • CARF/Banco Cetelem S.A. x Fazenda Nacional

    1ª Turma da 3ª Câmara da 1ª Seção

    Ágio / Amortização

    Processos 16327.720700/2016-47 e 16327.721155/2015-25

    1ª Turma da 3ª Câmara da 1ª Seção

    Ágio / Amortização

    Processos 16327.720700/2016-47 e 16327.721155/2015-25

    Os dois autos de infração tratam da compra da operação brasileira do antigo banco BGN pela matriz francesa do Cetelem, controlada pelo banco BNP Paribas. A geração do ágio teria ocorrido na França, com a BNP Paribas pagando por ações da operação brasileira – em um segundo momento, o BGN (agora o Banco Cetelem no Brasil) teria pago o investimento para a sede francesa, adquirindo o direito posterior de amortizar o ágio.

    Um dos autos trata da acusação de ágio interno – uma vez que o valor a ser amortizado teria sido gerado entre empresas do mesmo grupo econômico, mas esta tese já tinha sido derrubada pela Delegacia Regional de Julgamento (DRJ). A segunda infração trata da falta de confusão patrimonial entre a sede francesa e a empresa brasileira, o que retiraria o caráter negocial da transação.

    A relatora do caso, Amelia Wakako Morishita Yamamoto, apresentou voto por acolher o recurso da contribuinte para os dois casos, afastando a possibilidade de ágio interno e entendendo que havia a confusão patrimonial entre a operação francesa e brasileira. Primeiro a votar, o conselheiro Roberto Silva Júnior pediu vistas ao caso, que retorna na sessão de março.