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  • Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – agosto de 2017

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

  • Intenção de consumo das famílias cresce 11,5% na comparação anual

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), alcançou 77,3 pontos em agosto de 2017, em uma escala de 0 a 200. Apesar de um aumento de 11,5% em relação ao mesmo período do ano passado, o indicador manteve-se estável na comparação com julho.

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), alcançou 77,3 pontos em agosto de 2017, em uma escala de 0 a 200. Apesar de um aumento de 11,5% em relação ao mesmo período do ano passado, o indicador manteve-se estável na comparação com julho.

    “Além dos resultados mais favoráveis do mercado de trabalho no curto prazo, a trajetória recente da inflação já abriu as portas para mais quedas nas taxas de juros, fator fundamental para a recuperação das condições de consumo na segunda metade de 2017”, aponta Juliana Serapio, assistente econômica da CNC.

    Estabilidade em relação ao emprego

    Único subitem acima da zona de indiferença (100 pontos), com 107,2 pontos, o componente Emprego Atual caiu na comparação com o mês anterior (-0,4%). Na comparação anual, houve aumento de 4,8%. O percentual de famílias que se sentem mais seguras em relação ao emprego atual é de 31,3%, o mesmo de julho.

    A preocupação das famílias em relação ao mercado de trabalho aparece no componente Perspectiva Profissional. Com 96,0 pontos, o subitem apresentou leve aumento de 0,5% na comparação mensal e de 2,1% em relação ao mesmo período do ano anterior.

    Baixa no consumo

    O componente Nível de Consumo Atual atingiu 54,2 pontos, apresentando queda de 0,8% em relação ao mês anterior e aumento de 22,5% na comparação com 2016. A maior parte das famílias declarou estar com o nível de consumo menor que o do ano passado (59,3% ante 58,6% em julho).

    O item Momento para Duráveis apresentou incremento de 0,4% na comparação mensal. Em relação a 2016, o componente teve aumento de 23,7%. O item Acesso ao Crédito, com 71,4 pontos, registrou aumento de 1,4% na comparação mensal e 11,5% em relação a agosto de 2016, a maior variação anual da série histórica.

    Diante do resultado positivo do mercado de trabalho em julho (com geração líquida de 35 mil vagas) e das expectativas também favoráveis em relação ao comportamento dos preços e das taxas de juros, a CNC revisou de +1,6% para +1,8% sua projeção para o desempenho do varejo ampliado ao final deste ano.

  • CNC sedia seminário sobre a importância dos parques temáticos para o turismo

    O ministro do Turismo (MTur), Marx Beltrão, e o presidente da Associação Internacional de Parques de Diversões e Atrações e vice-presidente mundial da Walt Disney Company, Greg Hale, participaram do Seminário sobre a importância dos parques temáticos para o turismo, realizado na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em Brasília, em 15 de agosto.

    O ministro do Turismo (MTur), Marx Beltrão, e o presidente da Associação Internacional de Parques de Diversões e Atrações e vice-presidente mundial da Walt Disney Company, Greg Hale, participaram do Seminário sobre a importância dos parques temáticos para o turismo, realizado na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em Brasília, em 15 de agosto.

    Promovido pelo Mtur com o apoio da CNC, o evento também contou com a participação do presidente do Sistema Integrado de Parques e Atrações Turísticas (Sindepat), Alain Baldacci; do presidente da Frente Parlamentar do Turismo (Frentur), o deputado federal Herculano Passos (PSD/SP); e do presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (CETur), Alexandre Sampaio, presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) que representou a CNC, e avaliou como positiva a realização do seminário: “O evento é de suma importância para entender a potencialidade desse tipo de negócio, a fim de se tornar indutor de crescimento turístico e gerar emprego e renda”.

    Com o auditório lotado, os debates a respeito da importância da manutenção dos atuais parques e resorts temáticos situados no Brasil e da criação de outros, atraindo investidores estrangeiros, despertaram especial interesse dos empresários do ramo. Especialmente porque os parques temáticos têm rendido milhões de dólares mundo afora, conforme mostrou em sua palestra o vice-presidente da Walt Disney Company, Greg Hale.

    Segundo as autoridades presentes, a ideia do seminário é reunir esforços da União e de unidades representativas do setor, a fim de solucionar os principais gargalos e superar as dificuldades.

    O interesse é fomentar a contínua discussão dos principais gargalos, do cenário internacional e das perspectivas do setor para o Brasil. Sendo assim, as palestras focaram em soluções para captação de mais visitantes e turistas nos parques de todo o Brasil.

    O ministro do Turismo, Marx Beltrão, iniciou o evento falando sobre a importância do empresário do turismo conhecer os parques internacionais, “para que os nossos cresçam e recebam investimentos internacionais, para avançar economicamente e criar novos empregos”.

    Preocupado com o avanço do Turismo no País, Beltrão ressaltou: “Nosso foco é justamente virar a página, avançando em todas as pautas municipalistas e concretizar o crescimento do turismo brasileiro”.

    Quanto à lei geral do turismo, falou da modernização a ser trabalhada em pautas fundamentais para o crescimento do setor com competitividade internacional.

    “Temos hoje cerca de 60 milhões de turistas viajando pelo Brasil e ainda há 70 milhões prontos para entrar nesse mercado. O fortalecimento do turismo doméstico, em suas múltiplas formas – negócios, ecológicos, esportivo, religioso e de diversão como os parques temáticos – é um caminho a ser explorado. Temos um grande potencial”.

    O Secretário Executivo do CETur, Eraldo Alves da Cruz, afirma que o Brasil hoje tem poucos, porém excelentes parques – com ajuda do governo e da iniciativa privada -, e lembrou que onde eles se instalaram vingaram como verdadeiras âncoras para cada região. A exemplo: o Beto Carreiro World – em Santa Catarina; o Beach Park – em Fortaleza ; e o Hot Park – em Caldas Novas. “Todos vão às citadas regiões com o objetivo de conhecerem os parques temáticos”.

    Segundo Eraldo, esse seminário, com a presença do vice-presidente da Walt Disney, propiciou discussões que alertaram aos governantes sobre as necessidades na criação e manutenção de um parque de diversões, para que as autoridades abram os caminhos com foco em investimentos em infraestrutura e acessibilidade no País.

    “Se o Brasil flexibilizar as normas e reduzir impostos para que os empresários comprem os equipamentos, isso vai trazer um avanço para o país e o crescimento do turismo”, finalizou Eraldo.

     

    Ajustes

     

    Segundo o ministro Marx Beltrão, o foco do Ministério do Turismo é no trabalho para o mercado se desenvolver, gerar empregos e melhorar a economia do País.

    “Um parque temático pode fomentar quase 60 mil novos empregos”, afirmou o ministro.

    Para isso, o ministério tem uma agenda de diversas reformas para o setor, que envolve a liberação de 100% (cem por cento) do capital estrangeiro nas companhias aéreas nacionais – a fim de reduzir o preço das passagens – e o fim da exigência de vistos para americanos e chineses, além de desonerações tributárias.

    A redução da burocracia (exigência de vistos), aumento da competitividade (com aéreas estrangeiras) e aumento de empregos com mais isenções tributárias é uma linha já traçada nesse governo.

    Greg Hale disse que para sobreviver um parque temático precisa constantemente se renovar, para continuar a atrair os turistas. Quanto a isso, o ministro explica: “Para colocar novos brinquedos em um parque de diversões, o empresário brasileiro pensa duas vezes, porque sai muito caro. Os atuais poderão, contudo, crescer com menos impostos e, assim também, poderão ser criados novos.

    Beltrão afirmou: “Temos hoje nove dos dez melhores parques do mundo. Mas temos que fazer alguns ajustes, e o fundamental é fazer investimentos. A infraestrutura é essencial. E para isso é preciso de investimentos, contudo poucas pessoas sabem que uma única montanha russa possa custar mais de 15 milhões de reais”.

     

    O desenvolvimento dos parques temáticos no mundo

     

    Presidente da Frente Parlamentar do Turismo o deputado Herculano Passos,falou da potência que são os parques intencionais e da importância deles para o desenvolvimento da cadeia de turismo em todo o País.

    O desenvolvimento dos parques temáticos no mundo foi tema apresentado por Greg Hale.

    A Associação Internacional de Parques de Diversões e Atrações (IAAPA), presidida por ele e estabelecida em 1918, é uma associação das maiores empresas do ramo, operando em todo o mundo no ramo da indústria de turismo de diversões.

    “Tudo começou na Califórnia em 1940, quando Walt Disney teve essa visão sobre o que ele poderia fazer com desenhos. Abriu o parque em 1947. E em Orlando, a partir de 1960, construiu uma sequência de parques, o que levou à construção de 125 mil quartos de hotel, por exemplo”, explicou Hale.

    “Depois se multiplicou por outros países, como a França, em Paris (Disneyland e Walt Disney estúdio Paris), a Eurodisney em 1992, com 16 milhões de visitantes em 2016”, disse Greg.

     

    Disneyland mundo afora

     

    O vice-presidente da Disney, explanou a multiplicação dos parques da Walt Disney e o motivo da escolha dos países para o investimento.

    Os Emirados Árabes: “começou do nada num deserto e continua a crescer. Em 1971 não era nada além de um deserto. Em 1960 eram 92 mil habitantes e hoje são 9,2 milhões de habitantes. Hoje os Emirados Árabes contam com 13 parques turísticos. Para o ano de 2022, há projeção de mais cinco parques”, explicou.

    Na Índia “estão projetando 2,5 bilhões em investimentos em parques de diversões, nos próximos cinco anos. Construíram uma das mais incríveis montanhas russas do mundo. Não têm muitos parques, mas têm muitas atrações históricas e culturais, como o Taj Mahal, que atrai milhares de turistas ao ano”.

    Malásia e Cingapura também foram citadas como negócios propícios: “Tiveram a visão de criar hotéis, resorts, com um desenvolvimento incrível. Como exemplo, Cingapura, que de 1960 a 2016, passou de 597 mil para 16 milhões de visitantes ao ano”.

    Outro país que está começando a virar atração é o Vietnã. O país já tem uma beleza natural, que serve de atração. Em termos de visitantes, dados mostram o aumento de 1.300 mil, em 1995, para milhões em 2016.

    A Coreia do Sul conta com três parques como principais atrações, que geram cerca de 17 milhões de visitas por ano. E a China já tem atrações histórias e culturais, o que acaba atraindo turistas, fator positivo. O país conta com três – um parque temático, e dois hotéis temáticos Shangai Disney resort. “Sua pretensão é alta. Até 2020 projetam a construção de mais 50 parques”.

    Por fim, Hale exemplificou o Japão, onde já foi construído um parque temático do Harry Potter.

    Ele deu preciosas dicas aos empresários do ramo turístico: “parques têm que ser continuamente inovados, modificados, não só construídos, têm que ser atrativos”.

    E alertou: O mais importante nessa indústria é a segurança (tecnológica, treinamento, procedimentos, etc) ”.

    Ao finalizar, o vice-presidente do Walt Disney World declarou em tom de incentivo: “O Brasil tem todos os elementos para ser atrativo e investir em parques temáticos. São pessoas que gostam de se divertir, têm uma natureza e um povo incrível. Mas por que isso não acontece no Brasil e na América Latina?”

     

    O turismo no Brasil – Dificuldades atuais

     

    Diante da pergunta provocante do presidente da IAAPA, coube a Alain Baldacci, presidente do Sindepat, a resposta.

    A falta de incentivos do governo foi o primeiro empecilho apontado. “Nós temos problemas para investir. O retorno financeiro não se dá rápido. E nós não temos essa cultura de esperar”.

    Alain também lembrou de outras dificuldades que atravancam o desenvolvimento do setor. “Já há também a dificuldade financeira na questão das inovações, modernização. E, além disso, temos o problema da qualificação dos funcionários.

    Segundo ele, a energia elétrica pesa demais, nossa carga tributária é altíssima e nesse setor é mais alta ainda.

    Questão cultural: “O povo brasileiro carrega a mentalidade do passado, de que a cultura e diversão é supérfluo. Então por que investir nesse nicho? ”

    Em suma, tudo isso somado aos nossos custos trabalhistas e insegurança jurídica, seriam os grandes responsáveis pelas dificuldades para o investidor estrangeiro.

    “O produto é caro, a logística é cara (do maquinário por exemplo), frete caro, imposto de importação, ICMS, Pis, Cofins”, afirmou Alain.

    E alertou: “Precisamos de criar uma política permanente junto ao Mtur”. Há uma questão política a ser trabalhada, “equipamentos para parque temáticos são considerados na política brasileira como bens de consumo e não como bens de capital”, o que onera ainda mais o empresário.

    Além disso, conforme Alain, há falta de linhas de financiamento adequadas ao perfil do nosso negócio, que deveriam ser adaptadas. Sem contar com problemas enfrentados com leis do meio ambiente.

     

    Combate a gargalos para dinamizar os parques temáticos no Brasil

     

    O combate a gargalos para dinamizar os parques temáticos no Brasil foi tema abordado pelos palestrantes, a fim de contornar o atual momento vivido pelo setor turístico.

    Diretor do Sindepat, Murilo Pascoal – gerente do Beach Park -, falou da importância da separação dos distritos de turismo para a realização de um projeto passível de sucesso.

    “Se fizéssemos uma divisão pontual: parques temáticos; regiões de marinas; Beach Park; Amazônia, Foz do Iguaçu, entre outros, para trabalharmos caso a caso, talvez consigamos obter mais sucesso”, declarou Pascoal.

    Rogério Siqueira, diretor do Beto Carrero World, disse da importância dos parques temáticos para o mundo. Segundo ele além ajudar a economia do país e criar empregos, diverte a todos, “O Beto Carrero é um orgulho para nós”.

    Alain falou sobre as expectativas do empresário diante da não evolução dos parques. “Faltam investimentos em renovação e equipamentos”. Segundo lembrou, em 1994 houve um estímulo de ex-tarifário, que “durou apenas dois anos, mas foi o suficiente para a criação de três parques da Mônica, Wet’n Wild e Beach Park”.

    “Ou seja, bastam alíquotas mais baixas para que os investimentos surjam. Se essa janela não tivesse sido fechada em 1996, já estaríamos muito à frente e não estacionados. Assim é nossa realidade, com incentivos ficais os resultados aparecem de imediato”, finalizou.

     

    Homenagens – Placas de agradecimento

     

    Alain Baldacci, presidente no Brasil da Wet’n Wild e presidente do Sindepat, homenageou com a entrega de “placa de agradecimento” o ministro do turismo; o presidente da Associação Internacional de Parques de Diversões e Atrações, Greg Hale; e o diretor do Sindepat, Murilo Pascoal (do Beach Park)

    Também estiveram presente o presidente da Embratur, Vinícius Lummertz, deputados, empresários do ramo, entre outros.

  • Câmara aprova exigência de que produtos ópticos sejam certificados

    A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou, em caráter conclusivo, nesta quarta-feira (16/08), proposta que exige que armações, óculos, óculos de proteção solar, blocos de lentes, lentes oftálmicas e lentes de contato comercializados no País obedeçam a normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

    A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou, em caráter conclusivo, nesta quarta-feira (16/08), proposta que exige que armações, óculos, óculos de proteção solar, blocos de lentes, lentes oftálmicas e lentes de contato comercializados no País obedeçam a normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

    A avaliação da conformidade deverá ser realizada por Organismo de Certificação de Produto (OCP) acreditado pelo Inmetro, segundo o Programa Brasileiro de Conformidade Óptica. O descumprimento da exigência sujeitará o infrator às penalidades previstas na legislação sanitária federal (Lei nº 6.437/1977), como multas, suspensão da venda, interdição do estabelecimento de venda ou fabricação, entre outros.

    A medida consta no Projeto de Lei 5534/05, do Senado, que foi modificado nas comissões de Defesa do Consumidor e de Seguridade Social e Família. O parecer do relator, deputado Bacelar (Pode-BA), foi pela constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa do projeto e dos substitutivos.

    Como foi aprovado com modificações, o texto volta ao Senado. O projeto original torna obrigatória a proteção contra radiação ultravioleta nos óculos de sol comercializados no País.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 152/2017

    DESTAQUES:

    Ministério da Defesa estabelece diretrizes para garantir a lei e a ordem no Rio de Janeiro até 31 de dezembro de 2017

    Criado Grupo de Trabalho para aperfeiçoar as normas do seguro de responsabilidade civil para o transporte rodoviário interestadual de passageiros, composto, entre outros, por representantes da Fenacor

    Contran estabelece que a Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica começará a valer a partir de fevereiro de 2018

    DESTAQUES:

    Ministério da Defesa estabelece diretrizes para garantir a lei e a ordem no Rio de Janeiro até 31 de dezembro de 2017

    Criado Grupo de Trabalho para aperfeiçoar as normas do seguro de responsabilidade civil para o transporte rodoviário interestadual de passageiros, composto, entre outros, por representantes da Fenacor

    Contran estabelece que a Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica começará a valer a partir de fevereiro de 2018

    FNHRBS convoca o Conselho de Representantes da Entidade para se reunirem, ordinariamente e extraordinariamente, nos dias 26 e 27 de setembro de 2017

  • CNC divulga amanhã resultados da ICF de AGOSTO

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, dia 17 de agosto, os resultados de AGOSTO da Intenção de Consumo das Famílias (ICF). A partir das 10 horas, a assessora econômica Juliana Serapio estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre a ICF

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, dia 17 de agosto, os resultados de AGOSTO da Intenção de Consumo das Famílias (ICF). A partir das 10 horas, a assessora econômica Juliana Serapio estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre a ICF

    A pesquisa Intenção de Consumo das Famílias é um indicador antecedente que tem como objetivo antecipar o potencial das vendas do comércio. O indicador mede com precisão a avaliação que os consumidores fazem dos aspectos importantes da situação de vida de suas famílias, tais como capacidade de consumo atual e de curto prazo, nível de renda doméstico, condições de crédito, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro.

     

  • CNC divulga amanhã resultados da ICF de AGOSTO

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, dia 17 de agosto, os resultados de AGOSTO da Intenção de Consumo das Famílias (ICF). A partir das 10 horas, a assessora econômica Juliana Serapio estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre a ICF

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, dia 17 de agosto, os resultados de AGOSTO da Intenção de Consumo das Famílias (ICF). A partir das 10 horas, a assessora econômica Juliana Serapio estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre a ICF

    A pesquisa Intenção de Consumo das Famílias é um indicador antecedente que tem como objetivo antecipar o potencial das vendas do comércio. O indicador mede com precisão a avaliação que os consumidores fazem dos aspectos importantes da situação de vida de suas famílias, tais como capacidade de consumo atual e de curto prazo, nível de renda doméstico, condições de crédito, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro.

     

  • CNC revisa de -3,8% para -3,6% a expectativa de desempenho dos serviços em 2017

    O volume de receitas do setor de serviços cresceu 1,3% em junho, na comparação com maio, descontados os efeitos sazonais, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada hoje (16/08) pelo IBGE. Esse foi o terceiro aumento consecutivo da receita real do setor nas comparações mensais e o quinto do ano.

    O volume de receitas do setor de serviços cresceu 1,3% em junho, na comparação com maio, descontados os efeitos sazonais, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada hoje (16/08) pelo IBGE. Esse foi o terceiro aumento consecutivo da receita real do setor nas comparações mensais e o quinto do ano.

    Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o crescimento mensal se deu predominantemente em razão do comportamento dos preços, que registraram queda já em abril, e agora, em junho (-0,3%) tiveram a maior deflação mensal desde março de 2016. “Apesar das condições de consumo mais favoráveis nos últimos meses, com inflação e juros mais baixos do que em 2016, a recuperação da confiança, necessária aos investimentos, permanece incerta”, afirma o economista da CNC, Fabio Bentes.

    Na comparação anual, houve queda de 3,0% em relação a junho de 2016, o que significa que a receita real do setor acumula 27 quedas consecutivas nessa base comparativa. Os destaques negativos ficaram com os serviços audiovisuais, de edição e de agências de notícias (-15,3%) e com os serviços técnico-profissionais (-14,5%) como engenharia, contabilidade e jurídicos. Entre os destaques positivos estão os serviços prestados às famílias, puxados pelo avanço de 5,5% do grupo alojamento e alimentação, que registrou em junho (+4,1%) seu melhor desempenho desde fevereiro de 2012.

    No primeiro semestre de 2017 as atividades de serviços tiveram variação de -4,1% em relação ao mesmo período de 2016. O que demonstra que o ritmo de queda nas receitas dos serviços permanece próximo ao verificado em 2016 (-5,0%), pior ano do setor desde o início da série histórica da PMS, em 2012. “A expectativa é que o segundo semestre de 2017 seja melhor que o de 2016, mais isso não evitará que o volume de receitas do setor recue pelo terceiro ano consecutivo”, afirma Fabio Bentes. A previsão da CNC quanto à variação do volume de receitas dos serviços foi revisada de -3,8% para -3,6%.

    Acesse a análise completa da Divisão Econômica da CNC.

     

  • CNC revisa de -3,8% para -3,6% desempenho dos serviços em 2017

    O volume de receitas do setor de serviços cresceu 1,3% em junho, na comparação com maio, descontados os efeitos sazonais, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada hoje (16/08) pelo IBGE. Esse foi o terceiro aumento consecutivo da receita real do setor nas comparações mensais e o quinto do ano.

    O volume de receitas do setor de serviços cresceu 1,3% em junho, na comparação com maio, descontados os efeitos sazonais, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada hoje (16/08) pelo IBGE. Esse foi o terceiro aumento consecutivo da receita real do setor nas comparações mensais e o quinto do ano.

    Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o crescimento mensal se deu predominantemente em razão do comportamento dos preços, que registraram queda já em abril, e agora, em junho (-0,3%) tiveram a maior deflação mensal desde março de 2016. “Apesar das condições de consumo mais favoráveis nos últimos meses, com inflação e juros mais baixos do que em 2016, a recuperação da confiança, necessária aos investimentos, permanece incerta”, afirma o economista da CNC, Fabio Bentes.

    Na comparação anual, houve queda de 3,0% em relação a junho de 2016, o que significa que a receita real do setor acumula 27 quedas consecutivas nessa base comparativa. Os destaques negativos ficaram com os serviços audiovisuais, de edição e de agências de notícias (-15,3%) e com os serviços técnico-profissionais (-14,5%) como engenharia, contabilidade e jurídicos. Entre os destaques positivos estão os serviços prestados às famílias, puxados pelo avanço de 5,5% do grupo alojamento e alimentação, que registrou em junho (+4,1%) seu melhor desempenho desde fevereiro de 2012.

    No primeiro semestre de 2017 as atividades de serviços tiveram variação de -4,1% em relação ao mesmo período de 2016. O que demonstra que o ritmo de queda nas receitas dos serviços permanece próximo ao verificado em 2016 (-5,0%), pior ano do setor desde o início da série histórica da PMS, em 2012. “A expectativa é que o segundo semestre de 2017 seja melhor que o de 2016, mais isso não evitará que o volume de receitas do setor recue pelo terceiro ano consecutivo”, afirma Fabio Bentes. A previsão da CNC quanto à variação do volume de receitas dos serviços foi revisada de -3,8% para -3,6%.

  • Mudança de tom nos acordos traz desafios para indústria e serviços

    O governo brasileiro pretende modificar sua postura em relação aos acordos de comércio exterior, para estimular a competitividade da indústria brasileira e do segmento de serviços, visando a realização de negócios com países de maior potencial competitivo. A informação é do embaixador Carlos Márcio Cozendey, que participou no dia 14 de agosto, no Rio de Janeiro, de reunião da Câmara Brasileira do Comércio Exterior (CBCex) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    O governo brasileiro pretende modificar sua postura em relação aos acordos de comércio exterior, para estimular a competitividade da indústria brasileira e do segmento de serviços, visando a realização de negócios com países de maior potencial competitivo. A informação é do embaixador Carlos Márcio Cozendey, que participou no dia 14 de agosto, no Rio de Janeiro, de reunião da Câmara Brasileira do Comércio Exterior (CBCex) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    “Ter informação sobre as negociações que estão acontecendo é importante. Sobretudo na área de serviços, nossa grande carência é a identificação de interesses, ou seja, quais são os setores nos quais o Brasil tem potencial para a exportação de serviços, e onde há interesse de países estrangeiros em receber estes serviços, para que possamos traduzir isso nos acordos”, disse Cozendey. “Temos um bom conhecimento da legislação brasileira quanto a acesso, salvaguardas e restrições, mas na hora de fazer nossos pedidos na área de serviços ainda estamos carentes. Precisamos de um mapeamento de potenciais”, destacou.

    Sobre o cenário nas relações de comércio exterior, Cozendey destacou que a política brasileira sempre foi muito defensiva nesta área, no sentido de procurar espaços para manter certo grau de proteção. “Esta estratégia passou por mudanças nos anos 1990, mas desde então não houve grandes movimentos de alteração. Recentemente, essa parcela de inserção do Brasil no comércio exterior tem se mostrado insuficiente, ficando de 25 a 26% a presença nos mercados globais”, disse o embaixador.

    Convergência

    De acordo com Cozendey, há uma convergência para inserir a economia brasileira no mercado internacional como elemento de indução de competividade e, neste contexto, está a agenda atual de negociações de comércio exterior. Hoje, informou, o Brasil mantém negociações regionais relevantes, como o acordo de livre comércio com o Chile, Bolívia, Peru, Colômbia, Equador e a Venezuela, negociados no fim dos anos 1990 e que chegam agora em sua maturidade, ou seja, no fim dos processos de redução das tarifas de importação. “A nova etapa vai nos levar a acordos mais desafiantes, com países mais desenvolvidos, como o acordo do Mercosul com a União Europeia, que vai colocar o Brasil em condições de negociar com produtores mais competitivos. Por meio de políticas de apoio, pretendemos dar tempo para adaptação da indústria nacional, para que ela se especialize”, explicou Cozendey.

    O vice-presidente da CNC, Darci Piana, avaliou como estratégica a presença do embaixador na reunião da CBCex. “Nós tivemos uma visão panorâmica de como o governo está encarando a questão do comercio exterior. Por vezes, como empresários, achamos que precisamos de soluções rápidas, em uma semana ou um mês. Comércio exterior é área cujos resultados se dão a médio e longo prazos, e temos que reconhecer o esforço da diplomacia brasileira dentro dessa nova perspectiva”, afirmou.

    Para o coordenador da Câmara, Rubens Medrano, o recado do governo foi animador. “São informações que nos dão certo alento, uma vez que o comércio exterior será de grande valia para ajudar o Brasil a sair da crise em que se encontra. E fora o aspecto econômico, as federações de comércio representadas nesta Câmara poderão receber insumos para nortear suas bases empresariais quanto a esta nova realidade”, pontuou. “É importante ainda que os setores de serviços e turismo se engajem, via CBCex, para tratamento destes temas, uma vez que hoje temos um mundo cada vez mais globalizado.

    Matérias legislativas

    Ainda na reunião da CBCex, o assessor legislativo da CNC Elielson Almeida abordou o andamento do Projeto de Lei nº 7583/2014, que obriga a que os produtos importados comercializados tragam informações a respeito da submissão às normas de certificação de conformidade da Regulamentação Técnica Federal.