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  • CNC projeta alta de 3,1% nas vendas para o Dia dos Pais

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que o próximo Dia dos Pais deve movimentar R$ 5,2 bilhões de reais, uma alta de 3,1% na comparação com o mesmo período de 2016, já descontada a inflação. O valor também representa 8,3% de todo o faturamento do setor esperado para o mês de agosto.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que o próximo Dia dos Pais deve movimentar R$ 5,2 bilhões de reais, uma alta de 3,1% na comparação com o mesmo período de 2016, já descontada a inflação. O valor também representa 8,3% de todo o faturamento do setor esperado para o mês de agosto.

    “A queda das taxas de juros, influenciada pela significativa desaceleração da inflação, contribuirá para reverter as perdas do setor nos últimos anos no Dia dos Pais”, afirma Fabio Bentes, economista da CNC. Em média, houve recuo de 8,3 pontos percentuais no custo financeiro dos empréstimos e financiamentos tomados pelas pessoas físicas, segundo dados do Banco Central.

    Apesar de a CNC estimar que o faturamento real volte a crescer, o incremento não será suficiente para compensar a perda acumulada nos últimos dois anos. Deverão se destacar este ano as vendas no segmento de hiper e supermercados (R$ 1,96 bilhão ou 34,4% do total), seguido pelos ramos de artigos de uso pessoal e doméstico, como utilidades para o lar e eletrônicos (R$ 712,3 milhões ou 12,5% do total) e vestuário e calçados (R$ 656,3 milhões).

    Variação nos preços

    Além do barateamento do crédito, os preços diretamente relacionados à data comemorativa, medidos pelo IPCA-15, registraram variação média de 3,1% nos 12 meses encerrados em julho – a menor taxa de inflação desse conjunto de bens e serviços desde 2006.

    Metade dos 16 itens que compõem a cesta de bens ou serviços mais demandados no Dia dos Pais deverá estar mais barata em 2017. Destacam-se nesse contexto as retrações nos preços de bens de consumo duráveis, como: microcomputadores (-16,3%), aparelhos telefônicos (-9,0%), relógios de pulso (-3,5%), além de aparelhos de som (-2,0%) e TVs (-1,7%). Por outro lado, serviços de alimentação fora do domicílio (+4,3%) e ingressos para cinema (+7,4%) estão mais caros.

    Aumento na contratação

    A leve recuperação das vendas para esta data de 2017 deverá provocar um ligeiro aumento na contratação de trabalhadores temporários. A expectativa da CNC é que 22,3 mil trabalhadores sejam contratados para atender à demanda sazonal nos segmentos impactados pelo Dia dos Pais. Com perspectiva de oferta de 5,8 mil postos temporários, o ramo de hiper e supermercados deverá responder por 26% das contratações, seguido pelas lojas de vestuário e calçados, com 4,2 mil vagas (19%). O salário médio de admissão deverá ser de aproximadamente R$ 1.220,60.Acesse abaixo nota completa com a análise da Divisão Econômica da CNC.

  • CNC projeta alta de 3,1% nas vendas para o Dia dos Pais

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que o próximo Dia dos Pais deve movimentar R$ 5,2 bilhões de reais, uma alta de 3,1% na comparação com o mesmo período de 2016, já descontada a inflação. O valor também representa 8,3% de todo o faturamento do setor esperado para o mês de agosto.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que o próximo Dia dos Pais deve movimentar R$ 5,2 bilhões de reais, uma alta de 3,1% na comparação com o mesmo período de 2016, já descontada a inflação. O valor também representa 8,3% de todo o faturamento do setor esperado para o mês de agosto.

    Apesar de a CNC estimar que o faturamento real volte a crescer, o incremento não será suficiente para compensar a perda acumulada nos últimos dois anos. Deverão se destacar este ano as vendas no segmento de hiper e supermercados (R$ 1,96 bilhão ou 34,4% do total), seguido pelos ramos de artigos de uso pessoal e doméstico, como utilidades para o lar e eletrônicos (R$ 712,3 milhões ou 12,5% do total) e vestuário e calçados (R$ 656,3 milhões). Acesse abaixo o estudo na íntegra. 

  • Informe Representações 434

    Assessoria de Gestão das Representações 09/08/2017 – Ano 7, nº 434

    MINISTÉRIO DA FAZENDA

    Conselho Nacional de Previdência (CNP)

    Roberto Nogueira Ferreira, consultor da Presidência da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), representará a entidade no Conselho Nacional de Previdência (CNP), na qualidade de Conselheiro Titular.

    Assessoria de Gestão das Representações 09/08/2017 – Ano 7, nº 434

    MINISTÉRIO DA FAZENDA

    Conselho Nacional de Previdência (CNP)

    Roberto Nogueira Ferreira, consultor da Presidência da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), representará a entidade no Conselho Nacional de Previdência (CNP), na qualidade de Conselheiro Titular.

    O Conselho tem como competência estabelecer diretrizes gerais e apreciar as decisões de políticas aplicáveis à Previdência Social; participar sistematicamente da gestão previdenciária; apreciar e aprovar os planos e programas da Previdência Social, definindo objetivos, metas, prazos e mecanismos de controle, para avaliação de sua execução; e acompanhar a aplicação da legislação pertinente à Previdência Social e propor o seu aperfeiçoamento.

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.org.br

  • Informe Representações 433

    Assessoria de Gestão das Representações 09/08/2017 – Ano 7, nº 433

    MINISTÉRIO DAS CIDADES (MCid)

    Aberta consulta pública sobre o Conselho Nacional das Cidades

    Assessoria de Gestão das Representações 09/08/2017 – Ano 7, nº 433

    MINISTÉRIO DAS CIDADES (MCid)

    Aberta consulta pública sobre o Conselho Nacional das Cidades

    O Ministério das Cidades instituiu, por meio da Portaria nº 495, consulta pública entre 7 de agosto e 8 de setembro sobre o Conselho Nacional das Cidades (ConCidades). O objetivo é receber sugestões de temas como competências, composição, funcionamento, eleição e duração do mandato para que o colegiado tenha papel de relevância no processo de desenvolvimento urbano do País.

    O ConCidades é um órgão colegiado, composto por representantes do poder público e da sociedade civil. Sua função é formular, estudar e propor diretrizes que visem o desenvolvimento urbano e metropolitano, com participação social e integração das políticas de planejamento.

    Uma das principais discussões da consulta está ao redor das mudanças promovidas pelo Decreto nº 9.076, que aborda as mudanças no cronograma da 6ª Conferência Nacional das Cidades, refletindo nas conferências estaduais e municipais.

    O Decreto também interfere na composição das instituições eleitas de forma democrática que integram o Conselho e ameaça a estruturação de um sistema de participação popular e gestão democrática. A formação do ConCidades receberá sugestões de toda a sociedade. Para participar da consulta pública, acesse o site do Ministério das Cidades. Dúvidas e informações poderão ser encaminhadas para o e-mail: conselho@cidades.gov.br.

    A CNC participa do Concidades desde 2003.

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.org.br

  • Dispensa do depósito recursal pode desonerar microempresas

    Um projeto de lei do deputado federal e vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Laércio Oliveira (SD-SE), pode gerar grandes benefícios para microempresas e empresas de pequeno porte com processos na Justiça. 

    Um projeto de lei do deputado federal e vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Laércio Oliveira (SD-SE), pode gerar grandes benefícios para microempresas e empresas de pequeno porte com processos na Justiça. 

    Trata-se do Projeto de Lei (PL) nº 6.704/2016, que propõe mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e nas Leis nº 5.584/70, nº 7.701/88 e nº 8.177/91, para afastar por completo a exigência do depósito recursal no caso de microempresas e empresas de pequeno porte optantes do Simples Nacional. Atualmente, o assunto é regulado pelas leis citadas, que estabelecem limites para o depósito recursal e preveem reajustes periódicos baseados no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do IBGE. 

    Guilherme Köpfer, advogado da Divisão Sindical da CNC, explica que, recentemente, a Presidência do Tribunal Superior do Trabalho (TST) reajustou os valores para R$ 9.189,00, no caso de Recurso Ordinário, e para R$ 18.378,00 nos casos de Recurso de Revista, Embargos e Recurso Extraordinário. A mudança está no Ato nº 360/2017 da Presidência do TST, publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, dia 13 de julho. 

    “Como se percebe, tal exigência pode resultar em nítido cerceamento de defesa para as empresas com menor suficiência financeira, desafiando, desse modo, o Artigo 170, inciso IX da Constituição Federal, que prevê tratamento diferenciado para as microempresas e empresas de pequeno porte”, afirma Köpfer. “As quantias podem não representar muito para uma grande empresa, mas certamente são superiores ao faturamento mensal de muitas microempresas e empresas de pequeno porte”, destaca. Além disso, prossegue o advogado, no caso das micro e pequenas empresas, a exigência do depósito recursal atinge ainda o Princípio da Isonomia, também previsto na Constituição Federal, na medida em que possibilita um jurisdicionado (ou seja, uma empresa) com capacidade financeira para interpor recursos, enquanto obstrui aquelas sem a mesma condição. Por fim, Köpfer destaca que a Lei nº 13.467/2017, denominada reforma trabalhista, reduziu esse depósito de microempresas para 50%, mas a referida lei somente entrará em vigor em novembro deste ano.

    Segundo dados do Sebrae, no Brasil, as micro e pequenas empresas respondem por 27% do PIB, 52% dos empregos formais e 40% dos salários pagos. “Ocorre, porém, que os direitos trabalhistas básicos são os mesmos das médias e grandes empresas, sem incentivos significativos. É preciso, portanto, amenizar a burocracia de funcionamento dessas empresas, a fim de prestigiar o setor que mais gera empregos”, finaliza Guilherme Köpfer.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 147/2017

    DESTAQUES:

    Sancionada, com vetos, lei que estabelece diretrizes para a elaboração e execução da Lei Orçamentária de 2018

    Divulgado o preço médios dos combustíveis a partir de 16 de agosto de 2017

    DESTAQUES:

    Sancionada, com vetos, lei que estabelece diretrizes para a elaboração e execução da Lei Orçamentária de 2018

    Divulgado o preço médios dos combustíveis a partir de 16 de agosto de 2017

    Secex encerra revisão da medida antidumping instituída pela Resolução n.º 71, de 20 de setembro de 2011, iniciada por intermédio da Circular n.º 61, de 7 de outubro de 2016, sem prorrogação da referida medida, uma vez que não houve comprovação da probabilidade de retomada de dumping nas exportações da Argentina para o Brasil de fosfato monocálcico mono-hidratado grau alimentício – MCP, e do dano à indústria doméstica decorrente de tal prática, no caso de extinção da medida antidumping em questão, onde a CNC foi convocada para a audiência final

    Secex torna público que de acordo com o item C do Anexo I da Resolução n.º 52, de 24 de julho de 2012, os preços de exportação CIF serão corrigidos trimestralmente com base na variação da média do preço nearby do açúcar no 11 na Bolsa de Futuros de Nova Iorque (ICE), do trimestre imediatamente posterior ao último ajuste em relação ao trimestre imediatamente anterior ao referido ajuste, onde a CNC foi convocada para a audiência final

    Secex torna públicos os prazos que servirão de parâmetro para o restante da revisão da medida antidumping aplicada às importações brasileiras de magnésio metálico em formas brutas, contendo pelo menos 99,8%, em peso, de magnésio, originárias da Federação da Rússia, onde a CNC foi convocada para a audiência final

    Funasa aprova critérios e procedimentos básicos para aplicação de recursos orçamentários e financeiros, do Programa de Resíduos Sólidos Urbanos

    Exonerado o Ministro de Estado da Defesa

    Nomeado o Comitê do Cadastro Nacional de Inclusão da Pessoa com Deficiência e da Avaliação Unificada da Deficiência

  • Inovações tecnológicas precisam somar e não causar desequilíbrio de mercado

    A revolução tecnológica e as transformações sociais trazidas com ela são fenômenos irreversíveis para qualquer setor econômico. Para que as empresas do segmento de turismo, como as de transporte, alimentação e agências de viagem, consigam acompanhá-la de maneira sustentável, é preciso que se garanta espaço para a inovação, mas também se promova um ambiente regulatório equilibrado.

    A revolução tecnológica e as transformações sociais trazidas com ela são fenômenos irreversíveis para qualquer setor econômico. Para que as empresas do segmento de turismo, como as de transporte, alimentação e agências de viagem, consigam acompanhá-la de maneira sustentável, é preciso que se garanta espaço para a inovação, mas também se promova um ambiente regulatório equilibrado. As conclusões são do seminário Impactos da Economia Colaborativa, realizado pelo Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no dia 7 de agosto, no Rio de Janeiro.

     Em palestra de abertura do evento, a professora especializada em Redes Digitais pela USP Dora Kaufman foi taxativa no sentido de afirmar que aplicativos já têm mudado as configurações do setor hoteleiro até em grandes capitais. “O impacto é grande para os hotéis, já que plataformas como Airbnb não pagam impostos, e também para as cidades que sofrem gentrificação e passam a ter em sua configuração áreas residenciais destinadas ao turismo”, afirmou. Ao falar que, atualmente, cerca de 70% do faturamento do Airbnb é proveniente de imóveis vazios administrados por corretores, a professora defendeu que a plataforma de hospedagem não deve ser considerada como “economia compartilhada”. “Tanto o Airbnb quanto o Uber já são modelos de negócio, mas qual é a relação deles com a economia colaborativa? Eles contam com avaliações que constroem ou destroem a reputação do produto que vendem”, afirmou Dora.

    Com a deixa, o presidente do Cetur/CNC, Alexandre Sampaio, reforçou a necessidade de regulamentação dessas plataformas. “Volto a repetir que a isonomia de condições entre todos do setor de hospedagem é o que garante uma concorrência equilibrada. Para isso, a regulamentação dessas plataformas mencionadas é necessária”, afirmou.

    Tecnologia modifica setor de alimentação

    Representantes do setor de alimentação afirmam que, nos restaurantes, a frequência diminuiu e o giro das mesas ficou mais longo, o que desafia o segmento a pensar em alternativas criativas para atrair consumidores. “Temos que parar para pensar que a tecnologia também pode agregar. Em um momento em que as pessoas saem menos de casa por conta crise econômica, aplicativos como o iFood conseguem alavancar em 40% a renda de um restaurante, sem aumentar a mão de obra”, afirmou Pedro De Lamare, presidente do SindiRio e sócio da Rede Gula Gula. Além do bom uso da tecnologia, as recentes normas aprovadas para o trabalho intermitente e a Lei da Gorjeta são de grande valia para o setor, já que geram emprego para aqueles que têm sido prejudicados pela crise. O presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-RJ) e sócio-diretor do grupo PAX, Roberto Maciel, também defende a redução do aluguel dos imóveis de rua para estímulo ao setor.

    Transporte e agências devem oferecer experiência cada vez melhor às novas gerações

    Apesar de grandes empresas e plataformas na área de transportes já dominarem o cenário brasileiro, o presidente da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA), Jorge Pontual, acredita que a tecnologia é uma aliada ao desenvolvimento do setor. Para ele, o aluguel de automóveis é uma oportunidade única de exploração da cidade. Uma fonte de receita em um momento que todos buscam alternativas menos custosas. “Buscamos agora é entender a melhor customização para os nossos clientes. Temos que utilizar a tecnologia para conversar com essa nova geração e oferecer a ela a melhor experiência na hora de alugar um automóvel”, afirma. Apesar de muitos palestrantes terem citado o carro autônomo como um grande vilão para a redução dos aluguéis de automóveis e até de estadias em hotel, o presidente da Abla não o vê como uma realidade brasileira, já que apenas 12,5% da malha viária nacional é calçada.

    Para o presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), Edmar Bull, não existe mais viagem sem passar pelo digital e é preciso um profissional cada vez mais capacitado para lidar com os desafios da inovação. Segundo ele, as agências estão se adaptando ao novo consumidor, unindo informação e conhecimento para oferecer uma consultoria eficiente e produtos segmentados. “A agência tem que unir tecnologia à capacitação e integração de todos os sistemas. Principalmente marketing e mídias sociais, que são investimentos para o cliente final”, defendeu Bull.

    O gerente da Amadeus, Paulo Rezende, acredita que as empresas precisam acompanhar de perto os caminhos abertos pelas tecnologias. A Amadeus, por exemplo, tem uma unidade de novos negócios para fomentar novas tecnologias e startups. “A gente entende que essa onda de inovação, de tecnologias fazendo disrupção dos negócios, vai continuar acontecendo e a gente tem que se preparar para quando ela acontecer dentro do nosso quintal”, disse Rezende.

    Possíveis soluções

    Para a empreendedora social da OuiShare, Manuela Yamada, é preciso unir a economia colaborativa e a inovação social como uma forma de combater a crise econômica e promover a inclusão. Manuela esclareceu que a Economia do Compartilhamento pressupõe um sistema econômico baseado no compartilhamento de bens ou serviços subutilizados que é feito entre indivíduos. “Plataformas como o Uber e o Airbnb foram pensadas para serem de consumo colaborativo, mas elas acabaram tomando outro caminho, entrando no mercado capital como qualquer outro negócio”, analisou a especialista. Yamada destacou que as inovações têm que somar e não causar desequilíbrio de mercado. “A tecnologia está aumentando a desigualdade social, no Brasil e no mundo”, disse Manuela. “É preciso que as empresas entendam o lucro não só como financeiro, mas também como lucro social”, concluiu.

    Os efeitos da tecnologia no mercado de trabalho foram abordados pelo jornalista e colunista de tecnologia Pedro Doria, que defendeu a diminuição da carga horária como solução para a redução de vagas de emprego que tecnologias como a inteligência artificial vão gerar. “A gente passará por uma fase de transição, vai ter muita gente de 50 anos que nos próximos dez anos vai ver sua profissão se extinguir e não vai ter tempo de se recolocar no mercado”, disse. “Acredito que a redução da carga de trabalho e a implementação de um sistema de renda mínima podem ajudar no combate às questões sociais geradas pela tecnologia”, complementou o colunista.

    O deputado federal Otávio Leite (PSDB-RJ) garantiu que o debate é frequente na Câmara dos Deputados e que está pessoalmente engajado. “A vida coletiva sempre requereu que se estabelecessem regras. Temos que estabelecer esses procedimentos”, defendeu. Para Leite, é preciso que a lei seja de vanguarda, desburocratize os negócios, promova o investimento em inovação, como as chamadas startups, e garanta uma concorrência equilibrada.

    O seminário Impactos da Economia Colaborativa – Alimentação, Transporte e Agências de Viagem é o terceiro de uma série de cinco eventos, denominada Turismo: Cenários em Debate, que o Cetur da CNC vai realizar em 2017, com o objetivo de elaborar um documento final com as conclusões e sugestões de políticas públicas.

     

  • ‘Sem reforma da Previdência, aumento de impostos será inevitável’, diz Meirelles

    O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que sem a aprovação da reforma da Previdência, será inevitável o aumento de impostos para o financiamento da máquina pública.

    O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que sem a aprovação da reforma da Previdência, será inevitável o aumento de impostos para o financiamento da máquina pública.

    Meirelles não entrou na polêmica sobre a proposta de aumento da alíquota do Imposto de Renda para os salários mais elevados – no final da tarde, o presidente Michel Temer afirmou que essa proposta não irá adiante. Para o ministro, essa é uma proposta da área técnica que quando chegar ao gabinete, será avaliada junto com outras medidas, como a elevação do déficit primário que tem uma meta de R$ 139 bilhões para este ano.

    “Esse é um debate intenso e isso é positivo. Mostra a reação da sociedade. Mas tudo tem um preço. O corte de despesas não obrigatórias está no limite”, afirmou, mas disse que a decisão sobre o teto pode ser tomada até o dia 31 de agosto.

    Meirelles reafirmou ainda que com a reforma da Previdência, será possível a médio prazo reduzir a carga tributária, já que as despesas obrigatórias irão cair, reduzindo a necessidade de financiamento do governo.

    Sobre a liberação de emendas para parlamentares, o ministro afirmou que elas já estavam aprovadas e têm efeito zero sobre o orçamento.

    Fonte: Época Negócios

  • CNC explica reforma trabalhista

    As relações do trabalho, com os avanços tecnológicos e os novos tipos de contratação, como o teletrabalho e o home office, passam por uma renovação sem precedentes, principalmente quando consideramos as redes sociais na internet e sua dicotomia entre o público e o privado. A tecnologia de informática e sua influência na vida das pessoas são uma realidade. As relações interpessoais estão sendo modificadas por conta disso.

    As relações do trabalho, com os avanços tecnológicos e os novos tipos de contratação, como o teletrabalho e o home office, passam por uma renovação sem precedentes, principalmente quando consideramos as redes sociais na internet e sua dicotomia entre o público e o privado. A tecnologia de informática e sua influência na vida das pessoas são uma realidade. As relações interpessoais estão sendo modificadas por conta disso.

    Na esfera trabalhista, há notório incremento diversificado de ações e/ou omissões praticadas pelos atores sociais, com reflexos positivos no contrato de trabalho, mas a legislação trabalhista não conseguiu acompanhar com a mesma velocidade essa evolução no ambiente de trabalho.

    Dessa forma, a globalização, em função da massificação da comunicação mundial em tempo real, acaba gerando consequências prejudiciais na ordem jurídica do Estado, pois não há como a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), criada na década de 1940, durante a transição do trabalho rural para o urbano, contemplar tais mudanças, acabando por gerar vácuo legislativo que estimula a insegurança jurídica, prejudicando trabalhadores, empresas e toda a sociedade brasileira.

    O setor do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, o maior empregador nacional, conforme dados do IBGE, não poderia deixar de dar seu apoio ao Projeto de Lei da Câmara (PLC) nº 38/2017, em tramitação no Congresso, que trata da reforma trabalhista. O PLC, além de contribuir para a criação de um ambiente favorável ao investimento e à expansão econômica sustentada, leva em consideração a autonomia negocial como elemento principal para que, respeitadas a realidade de cada um dos setores e dos profissionais e empresários, possam ser estabelecidas melhores condições de trabalho por meio da negociação coletiva, sem qualquer tipo de retirada de direitos.

    Leia mais em http://cnc.org.br/sites/default/files/arquivos/folder-reforma-trabalhista-press.pdf

    Fonte: Jornal do Brasil

  • Instrutor do Senac vai à China para evento esportivo internacional

    William Guerra, instrutor do segmento de saúde do Senac-SE, embarca nesta quinta-feira, 10 de agosto, para a China. Ele participará, como massagista, da XXIX Universíada de Verão, um evento multidesportivo internacional para atletas universitários, organizado pela Federação Internacional do Desposto Universitário (Fisu). A Universíada de Verão é o maior evento esportivo mundial depois dos Jogos Olímpicos e, este ano, acontecerá entre os dias 19 e 30 de agosto, na cidade de Taipei, capital de Taiwan.

    William Guerra, instrutor do segmento de saúde do Senac-SE, embarca nesta quinta-feira, 10 de agosto, para a China. Ele participará, como massagista, da XXIX Universíada de Verão, um evento multidesportivo internacional para atletas universitários, organizado pela Federação Internacional do Desposto Universitário (Fisu). A Universíada de Verão é o maior evento esportivo mundial depois dos Jogos Olímpicos e, este ano, acontecerá entre os dias 19 e 30 de agosto, na cidade de Taipei, capital de Taiwan. As competições vão reunir milhares de atletas de diversos países em 22 modalidades. 

    Segundo William Guerra, o convite veio como um reconhecimento ao seu trabalho nos Jogos Universitários Brasileiros, ocorridos em 2014, na cidade de Aracaju. “Levei três turmas de alunos do Senac, e atendemos cerca de 1.200 atletas nos oito dias de jogos. Em função desse trabalho, recebi o convite de Luciano Cabral, presidente da Confederação Brasileira de Desporto Universitário (CBDU), e de Flávio Mendonça, presidente da Federação Atlética de Estudantes em Sergipe (Faes), para participar da Universíada de Verão, na China. Lá, eu irei atender os times de futebol de campo masculino e feminino e também de outras modalidades conforme a necessidade”, explicou o instrutor dos cursos de Massagista e Técnico em Massoterapia.