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  • STJ/Fazenda Nacional X Geraldo José da Câmara Ferreira de Melo

    1ª Turma

    Parcelamento / Levantamento de garantia

    REsp 1.266.318

    A discussão envolve um contribuinte que aderiu ao parcelamento instituído pela Lei 11.941/09, apresentando garantia em dinheiro. No STJ, a pessoa física pede que o valor seja liberado à medida que as parcelas forem pagas.

    1ª Turma

    Parcelamento / Levantamento de garantia

    REsp 1.266.318

    A discussão envolve um contribuinte que aderiu ao parcelamento instituído pela Lei 11.941/09, apresentando garantia em dinheiro. No STJ, a pessoa física pede que o valor seja liberado à medida que as parcelas forem pagas.

    Na 1ª Turma os magistrados não analisaram o mérito do caso, apesar do relator, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, ter se posicionado de forma favorável ao pedido do contribuinte. Por motivos processuais o julgador retirou o caso de pauta, prometendo pautá-lo novamente em breve.

    O colegiado analisou agravo interno interposto pela pessoa física contra decisão monocrática de Maia Filho que proibiu o levantamento de valores bloqueados antes da adesão ao programa de parcelamento. Pelo fato de o pedido de levantamento proporcional de montantes depositados não ter sido feito anteriormente a presidente do colegiado, ministra Regina Helena Costa, considerou o requerimento uma “inovação recursal”.

    Como solução à questão o ministro optou por recondiderar sua decisão monocrática e trazer o tema ao colegiado como REsp, o que possibilitaria, por exemplo, a realização de sustentações orais. Durante a sessão os integrantes da 1ª Turma salientaram que esse assunto é inédito no tribunal.

  • Sumário Econômico 1497

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Percentual de famílias endividadas aumenta em julho de 2017 – O percentual de famílias que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro alcançou 57,1% em julho de 2017, o que representa uma alta em relação aos 56,4% observados em junho de 2017. Entretanto, o indicador ficou abaixo dos 57,7% de julho de 2016. Apesar da alta do percentual de famílias endividadas, o percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso diminuiu entre junho e julho de 2017, passando de 24,3% para 24,2% do total. Houve alta em relação a julho de 2016, quando esse indicador alcançou 22,9% do total.

    Expectativa para inflação aumenta pela segunda vez – No último relatório Focus divulgado pelo Banco Central (28/07), a mediana das expectativas para o IPCA deste ano aumentou pela segunda vez e alcançou 3,40%, contrariando a tendência de queda das últimas sete semanas, contudo a taxa é menor do que a previsão de 3,46% de quatro semanas passadas. Continuando abaixo do limite superior da meta de inflação e da taxa de 6,29% realizada em 2016. No curto prazo, as projeções dos analistas para o IPCA são de 0,15% para julho e 0,30% para agosto deste ano. As cinco instituições que mais acertam – TOP 5 – projetam IPCA de 0,11% e 0,23%, respectivamente, valores próximos, contudo abaixo, dos estimados pelo mercado. A projeção para o IPCA de 2018 mostra estabilidade, permanecendo em 4,20%, também pela segunda semana.

    Novos tempos e novas práticas – Recessão, queda das vendas, produtos caros, desemprego, consumidores cautelosos e incertezas políticas. Esses são problemas para se enfrentar hoje, cujas soluções travam o crescimento dos negócios. Juntos, eles se tornam motivos para desânimo e até fracasso, em face das causas e dos efeitos sobre a sociedade. Ao influenciar a respeito da sobrevivência da empresa, também são elementos que atiçam aqueles que buscam oportunidades. Enquanto outras dizem que não, muitas pessoas afirmam que durante períodos de crise existem oportunidades.

    Saneamento básico – Após a aprovação da Lei do Saneamento (Lei nº 11.445/2007), inúmeros esforços vêm sendo realizados para permitir uma mudança estrutural significativa no setor, ampliando os investimentos, por meio de programas como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) e, agora, com as iniciativas de retomadas para concessões no setor, por meio do novo Programa de Parcerias e Investimentos (PPI). Uma vez que os empreendimentos forem qualificados no PPI, eles serão tratados como prioridade nacional. Os órgãos e entidades envolvidos devem atuar para que os processos e atos necessários à estruturação, liberação e execução do projeto ocorram de forma eficiente e econômica.

  • Informe Representações 431

    Assessoria de Gestão das Representações 03/08/2017 – Ano 7, nº 431

    INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS (IBAMA)

    Ibama prorroga o prazo da consulta pública sobre o enquadramento das atividades do Cadastro Técnico Federal (CTF/APP)

    O Ibama prorrogou o prazo da consulta pública sobre o projeto de revisão do enquadramento das atividades potencialmente poluidoras e utilizadoras de recursos ambientais do Cadastro Técnico Federal (CTF/APP) para o dia 18 de agosto de 2017.

    Assessoria de Gestão das Representações 03/08/2017 – Ano 7, nº 431

    INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS (IBAMA)

    Ibama prorroga o prazo da consulta pública sobre o enquadramento das atividades do Cadastro Técnico Federal (CTF/APP)

    O Ibama prorrogou o prazo da consulta pública sobre o projeto de revisão do enquadramento das atividades potencialmente poluidoras e utilizadoras de recursos ambientais do Cadastro Técnico Federal (CTF/APP) para o dia 18 de agosto de 2017.

    O objetivo é receber contribuições que permitam aperfeiçoar a regulamentação do tema. Uma nova Instrução Normativa do Ibama regulamentará o enquadramento das atividades no CTF/APP.

    As especificações relacionadas a cada atividade e as normas que incidirão sobre elas serão detalhadas em 200 fichas técnicas, que serão publicadas como anexo da Instrução Normativa e servirão como referência oficial.

    Os interessados devem analisar as Fichas Técnicas de Enquadramento e enviar comentários e sugestões por meio do Formulário de Contribuições. Os documentos disponibilizados podem ser acessados no site do Ibama ou clicando nos itens abaixo:

    Categoria 1 – Extração e Tratamento de Minerais

    Categoria 2 – Indústria de Produtos Minerais Não Metálicos

    Categoria 3 – Indústria Metalúrgica

    Categoria 4 – Indústria Mecânica

    Categoria 5 – Ind. de Material Elétrico, Eletrônico e Comunicações

    Categoria 6 – Indústria de Material de Transporte

    Categoria 7 – Indústria de Madeira

    Categoria 8 – Indústria de Papel e Celulose

    Categoria 9 – Indústria de Borracha

    Categoria 10 – Indústria de Couros e Peles

    Categoria 11 – Ind. Têxtil, Vestuário, Calçados e Artefatos de Tecidos

    Categoria 12 – Indústria de Produtos de Matéria Plástica

    Categoria 13 – Indústria do Fumo

    Categoria 14 – Indústrias Diversas

    Categoria 15 – Indústria Química

    Categoria 16 – Indústria de Produtos Alimentares e Bebidas

    Categoria 17 – Serviços de Utilidade

    Categoria 18 – Transporte, Terminais, Depósitos e Comércio

    Categoria 19 – Turismo

    Categoria 20 – Uso de Recursos Naturais

    Categoria 21 – Outros Serviços

    Categoria 22 – Obras Civis

    Fonte: Ibama 

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.org.br

  • Fecomércio-CE realiza reunião com deputados da Comissão de Turismo

    Com o objetivo de analisar os principais projetos de interesse do setor do turismo, em tramitação na Câmara dos Deputados, o Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), da Fecomércio-CE, realizou, em 31 de julho, reunião com a participação dos deputados federais Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE) e Domingos Neto (PSD-CE), que integram a Comissão de Turismo da Câmara.

    Com o objetivo de analisar os principais projetos de interesse do setor do turismo, em tramitação na Câmara dos Deputados, o Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), da Fecomércio-CE, realizou, em 31 de julho, reunião com a participação dos deputados federais Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE) e Domingos Neto (PSD-CE), que integram a Comissão de Turismo da Câmara. Entre os principais assuntos debatidos, está a reforma trabalhista, com destaque para o Trabalho Intermitente; a Legislação sobre o Ecad e a necessidade de transparência e de uma tabela de valores aplicados; o Airbnb e os novos modelos de hospedagem; e o Projeto de Lei nº 2.430/2003, que dispensa o visto para entrada de turistas dos Estados Unidos da América.

    A presidente do Cetur-CE, Circe Jane Teles da Ponte, salientou a importância do diálogo para o segmento. “O Cetur nasceu com a finalidade de analisar e discutir os temas relacionados aos diferentes segmentos que compõem a cadeia produtiva do turismo. Encontros como esse são uma oportunidade de trocar ideias e levar as contribuições necessárias para avanços do setor”, ressaltou.

    Maurício Filizola, presidente em exercício do Sistema Fecomércio-CE, em razão de viagem do presidente Luiz Gastão B. da Silva, abriu a reunião parabenizando a iniciativa do Cetur-CE. “Essa aproximação fortalece a defesa de interesses coletivos, e isso é muito importante para o crescimento do turismo”, pontuou Filizola.

    Para o deputado Raimundo Gomes de Matos, a aprovação da reforma trabalhista será um incentivo para que os empresários voltem a investir no País. Já o deputado Domingos Neto assinalou que houve uma redução de verbas para o turismo no Congresso, que conta com um orçamento de R$ 40 milhões. “Temos o pior exercício de administração financeira dos últimos anos”, destacou Domingos. Para ele, o desafio do turismo é grande e os avanços vão depender da organização e união do setor.

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 143/2017

    DESTAQUES:

    Camex publica seu regimento Interno, onde a CNC é compõe o Subcomitê de Cooperação do Comitê Nacional de Facilitação de Comércio – Confac

    Designados representantes da Fenacor para compor a Comissão Técnica Executiva do Comitê Gestor da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira

    Restaurados os efeitos dos atos/negócios do Sindicato das Empresas Prestadoras de Serviços e Especializadas em Bombeiro Civil do Distrito Federal – SEPECB-DF

    SRT notifica o Sindicato dos Bares e Restaurantes do Município de Goiânia

    DESTAQUES:

    Camex publica seu regimento Interno, onde a CNC é compõe o Subcomitê de Cooperação do Comitê Nacional de Facilitação de Comércio – Confac

    Designados representantes da Fenacor para compor a Comissão Técnica Executiva do Comitê Gestor da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira

    Restaurados os efeitos dos atos/negócios do Sindicato das Empresas Prestadoras de Serviços e Especializadas em Bombeiro Civil do Distrito Federal – SEPECB-DF

    SRT notifica o Sindicato dos Bares e Restaurantes do Município de Goiânia

    Governo renomeia dez ministros de estados

  • Seminário Entendendo a Reforma Trabalhista

    Acesse os materiais do evento.

     

    Palestras na íntegra

    Acesse aqui as palestras do primeiro dia

     

    • Abertura – Laércio Oliveira, José Pastore e Patricia Duque

    • A Reforma Trabalhista: Principais Aspectos – José Pastore

    • A Reforma Trabalhista e seus Reflexos no Sistema Confederativo da Representação Sindical – Sylvia Lorena e Patricia Duque

    Acesse os materiais do evento.

     

    Palestras na íntegra

    Acesse aqui as palestras do primeiro dia

     

    • Abertura – Laércio Oliveira, José Pastore e Patricia Duque

    • A Reforma Trabalhista: Principais Aspectos – José Pastore

    • A Reforma Trabalhista e seus Reflexos no Sistema Confederativo da Representação Sindical – Sylvia Lorena e Patricia Duque

    • O Papel do Advogado na Defesa dos Interesses das Empresas Após a Reforma Trabalhista – Carla Teresa Martins Romar

     

    Acesse aqui as palestras do segundo dia

     

    • O Empoderamento da Negociação Coletiva sob a Ótica dos Negociadores do Comércio de Bens, Serviços e Turismo – Ivo Dall’Acqua Júnior e Regina Celi Reis

    • A Desconsideração da Personalidade Jurídica e a Definição de Grupo Econômico na Reforma Trabalhista – Luis Antonio Ferraz Mendes

    • Reflexões sobre a Reforma Trabalhista – Vólia Bomfim Cassar

     

    Acesse aqui a cartilha da CNC sobre a reforma trabalhista (em PDF)

     

    Veja abaixo a galeria de fotos do evento

    Dia 18


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    Dia 19


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    TV CNC

    Primeiro dia

     

     

    Segundo dia

     

     

     

    Confira abaixo as apresentações dos palestrantes.

  • Prioridade agora é reforma da Previdência, diz ministro Eliseu Padilha

    Barrada no plenário da Câmara a denúncia pelo crime de corrupção passiva contra o presidente Michel Temer, o governo planeja retomar a agenda de reformas. A prioridade permanece na reforma previdenciária, conforme afirmou o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) ao G1.

    Barrada no plenário da Câmara a denúncia pelo crime de corrupção passiva contra o presidente Michel Temer, o governo planeja retomar a agenda de reformas. A prioridade permanece na reforma previdenciária, conforme afirmou o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) ao G1.

    A simplificação tributária e alterações na legislação eleitoral também estão no radar do Palácio do Planalto, mas o chefe da Casa Civil classifica a reforma da Previdência como prioridade “A” do governo. “As contas do Brasil não podem cair no descontrole absoluto. Temos que retomar e concluir a reforma da Previdência”, afirmou.

    Apesar do discurso pró-reformas, a principal preocupação no governo, segundo apurou o G1, é motivada pela possibilidade de a Procuradoria Geral da República apresentar uma nova denúncia contra o presidente. A acusação, mais uma vez, atrasaria o calendário de votações.

    A segunda denúncia também se basearia em fatos descritos na delação dos donos e executivos do grupo J&F, que controla o frigorífico JBS. Em junho, Temer foi denunciado pelo crime de corrupção passiva. Para que o Supremo Tribunal Federal (STF) analisasse a acusação, era preciso o aval da Câmara. Nesta quarta-feira (02), o plenário decidiu barrar o encaminhado da denúncia à Corte, deixando o caso parado até o final do mandato do peemedebista, em dezembro de 2018.

    A possível segunda denúncia pode reunir os crimes de obstrução da Justiça e organização criminosa. A previsão é que seja finalizada e apresentada no STF até setembro, quando termina o mandato do atual procurador-geral Rodrigo Janot.

    Reforma da Previdência

    O governo pretende na próxima semana retomar as articulações da reforma da Previdência. Entre os principais pontos da proposta estão a idade mínima para aposentadoria pelo INSS de 65 anos para homens e de 62 anos para mulheres, além da exigência de pelo menos 25 anos de tempo de contribuição. O projeto estabelece regra de transição para quem já está no mercado de trabalho.

    Em maio, após mais de 9 horas de sessão, o governo conseguiu aprovar o texto da reforma na comissão especial instalada na Câmara para discutir o tema. Contudo, a tramitação congelou com a divulgação da delação da JBS. A partir de junho, com a denúncia contra Temer, o governo priorizou as articulações para congelar a acusação. Até meados de maio, o governo trabalhava nos mapas para a votação das mudanças previdenciárias em dois turnos no plenário da Câmara – a aprovação exige o apoio de, ao menos, 308 deputados nas duas votações.

    A intenção é retomar os mapas a partir destes levantamentos, cruzando os dados com o placar da votação da denúncia, de acordo com Eliseu Padilha.

    O G1 apurou que Temer conta com o apoio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para retomar as negociações. A articulação política do governo relata que o deputado se comprometeu a promover jantares com as bancadas da base aliada.

    Os ministros que despacham do Planalto – Padilha, Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) e Moreira Franco (Secretaria-Geral) – e o próprio Temer também promoverão encontros.

    No cronograma ideal do Planalto, a reforma da Previdência estará aprovada na Câmara e Senado até novembro.

    O governo evita comentar a possibilidade de votar um texto restrito à idade mínima, mas já foi avisado por líderes partidários da resistência da base em aprovar outras mudanças a pouco mais de um ano das eleições de 2018. A estratégia do Planalto inclui procurar deputados que votaram a favor da denúncia contra o presidente, mas que defendem as reformas. Avalia-se, também, não punir os infiéis da votação da denúncia. Os tucanos, que ocupam quatro ministérios, são os principais alvos dessa articulação.

    Reforma tributária

    A reforma tributária é chamada dentro do palácio de “simplificação”. No pronunciamento depois da vitória na análise da denúncia pela Câmara, Temer afirmo que o governo simplificará o sistema tributário. “As empresas precisam se dedicar mais a gerar produtos, serviços e comercializar do que a atender a burocracia governamental”, disse o presidente.

    O governo ainda discute as mudanças internamente e com o deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), relator da reforma tributária na Câmara. O tucano planeja apresentar para consulta pública na metade do mês seu relatório.

    “O ponto central da proposta é eliminar dez impostos e criar um Imposto sobre valor agregado (IVA) nacional para eliminar a guerra fiscal”, descreve o deputado. “Mantém imposto de renda, contribuição previdenciária empregado e empregador e imposto patrimonial”, completa.

    Hauly acredita que será possível aprovar a proposta na Câmara e no Senado até o final de 2017. De acordo com fontes consultadas pelo G1, o governo também gostaria de ver a “simplificação” aprovada neste ano, porém só deve intensificar a articulação depois de tratar da Previdência. Articuladores políticos avaliam que, se a reforma ficar muito ampla, será difícil aprová-la.

    Na equipe econômica, a prioridade do momento é a discussão sobre mudar ou não a meta fiscal do ano, que prevê déficit de R$ 139 bilhões. Essa discussão deve consumir o mês de agosto.

    Reforma política

    No caso da reforma política, há uma pressa no Congresso para aprovar mudanças nas regras eleitorais até o final de setembro para que as alterações sejam válidas nas eleições de 2018.

    No próximo ano, os brasileiros vão escolher presidente da República, governadores, deputados estaduais e federais e vão renovar dois terços do Senado.

    A exemplo de outras discussões sobre reforma política, os interesses difusos de cada partido e parlamentar dificultam a construção de maiorias na Câmara e Senado. Parlamentares da base do governo acreditam que a reforma poderá se restringir a temas pontuais. O Planalto monitora as negociações no Congresso.

    A criação de um fundo público para financiar as campanhas é um dos temas apreciados, assim como a definição de uma cláusula de desempenho para que os partidos tenham acesso ao fundo partidário e ao tempo gratuito de TV.

    Os parlamentares também discutem o fim das coligações entre partidos nas eleições proporcionais (deputados e vereadores). Atualmente, a lei permite aliança entre partidos. Os votos das legendas são somados e acabam eleitos os candidatos mais votados dentro de cada coligação.

    Outro debate trata da mudança na forma de escolha dos deputados, adotando o chamado “distritão”. Nesse modelo, no caso da Câmara dos Deputados, passariam a ser eleitos os candidatos mais votados em cada estado.

    Fonte: Portal G1

  • Casa Civil reúne confederações empresariais para defender reforma trabalhista

    O ministro da Casa Civil da Presidência da República, Eliseu Padilha, reuniu no dia 31 de julho, no Palácio do Planalto, confederações empresariais que representam diversos setores produtivos do País. A intenção foi mostrar às entidades a importância da reforma trabalhista e difundir os pontos positivos da lei que moderniza a legislação atual (Lei nº 13.467/17).

    O ministro da Casa Civil da Presidência da República, Eliseu Padilha, reuniu no dia 31 de julho, no Palácio do Planalto, confederações empresariais que representam diversos setores produtivos do País. A intenção foi mostrar às entidades a importância da reforma trabalhista e difundir os pontos positivos da lei que moderniza a legislação atual (Lei nº 13.467/17). O presidente da Fecomércio-DF e vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Adelmir Santana, compareceu, representando o comércio, e ressaltou que a reforma é um avanço e significa uma revolução nas leis que tratam do trabalho no Brasil. 

    “A reforma vem trazer ganhos para todos. Precisávamos de uma revolução nas leis trabalhistas, que eram velhas e ultrapassadas. Entretanto, essa proposta vem sendo bombardeada por alguns setores que se sentem prejudicados e nós precisamos mostrar que nenhum direito do trabalhador foi retirado, muito pelo contrário”, afirmou Adelmir Santana. Ele destacou ainda que o Brasil conquistou um novo marco nas relações de trabalho. Segundo Santana, a reforma trabalhista, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo Presidente Michel Temer, cria novas oportunidades de emprego, além de melhorar o ambiente econômico do País. 

    O ministro da Casa Civil da Presidência da República disse que é preciso difundir entre as confederações que representam o setor produtivo nacional que a nova legislação trabalhista vem para mudar uma lei do século passado, da década de 1940. Ele explica que o Brasil mudou e as circunstâncias também mudaram, por isso a necessidade de evoluir as leis que tratam sobre o trabalho no Brasil. “A legislação não vinha acompanhando as mudanças das formas de trabalho. Agora, temos uma legislação que viabiliza, por exemplo, que pessoas possam trabalhar em casa, ou ainda aos finais de semana, assim como reduzir o tempo de almoço para que possam voltar mais cedo para casa. Esses são apenas alguns exemplos, mas temos vários problemas que serão corrigidos por essa nova legislação, que vem dar um olhar do século XXI para as relações trabalhistas brasileiras”, informou o ministro Eliseu Padilha. 

    Entre as confederações participantes da reunião estavam: Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), representada pelo presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana; a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); Confederação Nacional da Indústria (CNI); Confederação Nacional do Transporte (CNT); e Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF), entre outras.

     

  • STF/Abraceel X Governador do Estado de SP

    ICMS energia elétrica

    ADI 4281

    O plenário do Supremo Tribunal Federal voltou a discutir hoje a validade de decreto do governo de São Paulo que centralizou nas distribuidoras de energia elétrica a cobrança do ICMS devido sobre a comercialização da energia no mercado livre, em vez de cobrá-lo diretamente das comercializadoras. O julgamento foi interrompido por pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes.

    ICMS energia elétrica

    ADI 4281

    O plenário do Supremo Tribunal Federal voltou a discutir hoje a validade de decreto do governo de São Paulo que centralizou nas distribuidoras de energia elétrica a cobrança do ICMS devido sobre a comercialização da energia no mercado livre, em vez de cobrá-lo diretamente das comercializadoras. O julgamento foi interrompido por pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes.

    A discussão é antiga. O julgamento da ADI foi iniciado em 2011 e estava interrompido desde então por pedido de vista da ministra Cármen Lúcia.

    Somente a presidente do STF e a então relatora do caso, ministra Ellen Gracie, votaram até agora. Segundo Ellen Gracie, o decreto é inconstitucional, pois inovou ao estabelecer substituição do responsável pelo recolhimento do ICMS, sem que ela esteja expressamente prevista em lei.

    Na sessão de hoje, Cármen Lúcia apresentou voto-vista no mesmo sentido, ou seja, pela procedência da ação ajuizada pela Associação Brasileira dos Agentes Comercializadores de Energia Elétrica (Abraceel). Ela citou violação aos princípios da capacidade contributiva, da livre iniciativa e da livre concorrência.

    “O pressuposto de fato da obrigação tributária de recolher o ICMS na espécie é a comercialização de energia elétrica no ambiente de contratação livre em cuja cadeia de circulação econômica não há participação do agente de distribuição, pelo que também há contrariedade ao princípio da capacidade contributiva”, ressaltou.

  • Informe Representações 430

    Assessoria de Gestão das Representações 03/08/2017 – Ano 7, nº 430

    MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES

    Consulta pública da Estratégia Brasileira para a Transformação Digital

    Assessoria de Gestão das Representações 03/08/2017 – Ano 7, nº 430

    MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES

    Consulta pública da Estratégia Brasileira para a Transformação Digital

    O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações lançou a consulta pública da Estratégia Brasileira para a Transformação Digital. O documento vai reunir as diretrizes para a digitalização da economia brasileira nos próximos anos. A consulta ficará aberta por 30 dias (até 31 de agosto), e a versão final será encaminhada à Presidência da República.

    A ação pretende ampliar diversas iniciativas do governo federal em torno da digitalização da economia e da sociedade. O objetivo é criar um ambiente habilitador para impactos transformadores na agricultura, comércio, finanças, indústria e serviços de transportes e logística, por meio do avanço da digitalização dos processos produtivos.

    Para tanto, o projeto prevê melhorias na infraestrutura de redes e acesso à internet; pesquisa, desenvolvimento e inovação; confiança no ambiente digital; educação e capacitação profissional; e a dimensão internacional. Também devem ser desenvolvidos: uma economia baseada em dados; um mundo de dispositivos conectados; novos modelos de negócio; e transformação digital da cidadania e de governo.

    O texto-base destaca a tendência de as tecnologias digitais ocuparem cada vez mais espaço na vida cotidiana.

    Clique aqui para acessar a consulta pública.

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

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