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  • Comissão aprova incentivos da Zona Franca de Manaus para Amapá

    A Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia aprovou projeto de lei do deputado Cabuçu Borges (PMDB-AP) que concede ao estado do Amapá os mesmos incentivos fiscais previstos para a Zona Franca de Manaus (ZFM). O projeto (PL nº 6314/2016) altera o Decreto-Lei nº 356/1968, que garantiu os benefícios da ZFM aos estados da Amazônia Ocidental (Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima). O texto recebeu parecer favorável do relator na comissão, deputado André Abdon (PP-AP).

    A Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia aprovou projeto de lei do deputado Cabuçu Borges (PMDB-AP) que concede ao estado do Amapá os mesmos incentivos fiscais previstos para a Zona Franca de Manaus (ZFM). O projeto (PL nº 6314/2016) altera o Decreto-Lei nº 356/1968, que garantiu os benefícios da ZFM aos estados da Amazônia Ocidental (Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima). O texto recebeu parecer favorável do relator na comissão, deputado André Abdon (PP-AP). Ele afirmou que a legislação atual prejudica o Amapá, não fazendo sentido tratar de forma diferente os entes federativos da mesma região.

    “O estado encontra-se em uma situação bastante desvantajosa em relação às unidades da Amazônia Ocidental”, disse. “Embora esteja localizado na Amazônia Oriental, o Amapá ostenta em grande parte de seu território as características comuns aos estados da Amazônia Ocidental.”

    Incentivos fiscais

    Os incentivos fiscais da ZFM foram criados pelo Decreto-Lei nº 288/1967. Entre os benefícios concedidos estão isenção ou redução de tributos como ICMS, Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto de Importação e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). O projeto aprovado determina que portaria interministerial fixará, periodicamente, a pauta das mercadorias a serem comercializadas com os benefícios fiscais, levando em conta a capacidade de produção das unidades industriais localizadas no Amapá.

    Tramitação

    O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado agora nas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 140/2017

    DESTAQUES:

    Governo autoriza o emprego das Forças Armadas no Estado do Rio de Janeiro

    Arquivado o processo de pedido de Registro Sindical do Sindicato Intermunicipal Patronal de Comércio, Bens e Serviços, Estabelecido nos municípios de Ribeirão, Escada, Ipojuca, Amaraji, Primavera, Cortês, Joaquim Nabuco, Gameleira, Serinhaém, Rio Formosos, Tamandaré, Barreiros e São José da Coroa Grande

    Convocação do Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 31 de agosto de 2017

    DESTAQUES:

    Governo autoriza o emprego das Forças Armadas no Estado do Rio de Janeiro

    Arquivado o processo de pedido de Registro Sindical do Sindicato Intermunicipal Patronal de Comércio, Bens e Serviços, Estabelecido nos municípios de Ribeirão, Escada, Ipojuca, Amaraji, Primavera, Cortês, Joaquim Nabuco, Gameleira, Serinhaém, Rio Formosos, Tamandaré, Barreiros e São José da Coroa Grande

    Convocação do Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 31 de agosto de 2017

  • Espaço Saúde – Uso de equipamentos eletrônicos

    A tecnologia faz parte do cotidiano das pessoas, seja no trabalho, em casa, seja em qualquer lugar. No entanto, o uso excessivo de equipamentos como notebooks e tablets pode provocar problemas na postura e causar alguns efeitos negativos na saúde dos usuários.

    Para falar sobre o tema, o Espaço Saúde recebe a especialista em Ergonomia e Segurança do Trabalho do Sistema CNC-Sesc-Senac, Lívia Dorfman, que vai dar dicas de como utilizar esses aparelhos de forma segura e com menos impacto na postura.

    A tecnologia faz parte do cotidiano das pessoas, seja no trabalho, em casa, seja em qualquer lugar. No entanto, o uso excessivo de equipamentos como notebooks e tablets pode provocar problemas na postura e causar alguns efeitos negativos na saúde dos usuários.

    Para falar sobre o tema, o Espaço Saúde recebe a especialista em Ergonomia e Segurança do Trabalho do Sistema CNC-Sesc-Senac, Lívia Dorfman, que vai dar dicas de como utilizar esses aparelhos de forma segura e com menos impacto na postura.

    Confira também a Cartilha DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) da Gerência de Saúde do Sistema CNC-Sesc-Senac.

  • Informe Representações 429

    Assessoria de Gestão das Representações 31/07/2017 – Ano 7, nº 429

    PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

    CASA CIVIL

    Adelmir Araújo Santana, vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e presidente da Fecomércio-DF, representará a CNC na reunião sobre a reforma trabalhista, no gabinete do ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, a ser realizada hoje, 31 de julho, às 17 horas.

    Assessoria de Gestão das Representações 31/07/2017 – Ano 7, nº 429

    PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

    CASA CIVIL

    Adelmir Araújo Santana, vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e presidente da Fecomércio-DF, representará a CNC na reunião sobre a reforma trabalhista, no gabinete do ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, a ser realizada hoje, 31 de julho, às 17 horas.

    O texto que promove a reforma trabalhista foi sancionado pelo presidente da República, Michel Temer, em cerimônia realizada no Palácio do Planalto, no dia 13 de julho.

    Entre as mudanças aprovadas, estão: a valorização de acordos coletivos entre patrões e empregados; a possibilidade de novas formas de contratação, como o trabalho intermitente; e a criação de regras para o teletrabalho.

    Após a aprovação da Lei da Reforma Trabalhista, a Casa Civil instituiu Grupo de Trabalho com representantes do Poder Executivo Federal para elaborar e coordenar a execução de iniciativa de comunicação sobre a modernização da legislação trabalhista, considerada a sua relevância para a sociedade brasileira e a importância do esclarecimento de diversos segmentos sociais quanto ao tema, especialmente, dos trabalhadores, do setor produtivo, dos servidores e dos empregados públicos.

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.org.br

  • Informe Representações 428

    Assessoria de Gestão das Representações 28/07/2017 – Ano 7, nº 428

    MINISTÉRIO DOS DIREITOS HUMANOS

    Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae)

    Antonio Lisboa, advogado da Divisão Sindical da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), representará a entidade na Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae).

    Assessoria de Gestão das Representações 28/07/2017 – Ano 7, nº 428

    MINISTÉRIO DOS DIREITOS HUMANOS

    Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae)

    Antonio Lisboa, advogado da Divisão Sindical da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), representará a entidade na Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae).

    A Comissão tem como objetivo coordenar e avaliar a implementação das ações previstas no Plano Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo, acompanhar a tramitação de projetos de lei no Congresso Nacional e avaliar a proposição de estudos e pesquisas sobre o trabalho escravo no País.

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.org.br

  • Como a reforma trabalhista pode afetar os sindicatos e seus 150 mil funcionários

    Em dois meses, caso o texto aprovado em 11 de julho no Senado não seja alterado por Medida Provisória, a contribuição sindical obrigatória deixa de existir – e, com ela, a principal fonte de financiamento para muitas das entidades que representam tanto empresas quanto trabalhadores. Essas organizações empregam atualmente 153,5 mil pessoas com carteira assinada no País, mostram os dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

    Em dois meses, caso o texto aprovado em 11 de julho no Senado não seja alterado por Medida Provisória, a contribuição sindical obrigatória deixa de existir – e, com ela, a principal fonte de financiamento para muitas das entidades que representam tanto empresas quanto trabalhadores. Essas organizações empregam atualmente 153,5 mil pessoas com carteira assinada no País, mostram os dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

    Os sindicatos de trabalhadores, destino dos R$ 2,6 bilhões arrecadados em 2016 com o desconto de um dia de trabalho de todos os funcionários com carteira assinada do País, respondem por 76,5% do total de vagas, 117,6 mil. As entidades patronais, que receberam R$ 1,3 bilhão da contribuição recolhida diretamente das empresas, somam 35,9 mil funcionários.

    Passada a reforma, dizem especialistas em mercado de trabalho e sindicalismo, o número de trabalhadores em sindicatos no Brasil tende a encolher, de um lado, porque muitas entidades terão de se reestruturar para sobreviver com um orçamento menor e, de outro, porque centenas de sindicatos deixarão de existir.

    A extinção do imposto terá maior impacto sobre cerca de 7 mil dos quase 12 mil sindicatos de trabalhadores do País, diz o consultor sindical João Guilherme Vargas Netto, já que cerca de 5 mil entidades representam funcionários públicos e da zona rural e têm grande parte das receitas garantidas por mensalidade paga pelos afiliados.

    Daqueles 7 mil, ele afirma, 4 mil são sindicatos “de carimbo”, que não negociam melhores salários ou melhores condições de trabalho para suas bases e existem exclusivamente por causa do imposto. “Esses tendem a desaparecer”, ele diz.

    Da forma como foi instituído, em 1937, o imposto sindical tende a provocar a dependência do sindicalismo em relação ao Estado e o distanciamento em relação aos trabalhadores que representam, afirma Andréia Galvão, professora do departamento de ciência política da Unicamp.

    Assim, a mudança trazida pela reforma poderia estimular um sindicalismo mais independente e mais representativo, ela diz. Sem a garantia de recursos financeiros, os sindicatos precisariam se preocupar mais com o trabalho de base, já que passariam a depender de suas próprias forças, isto é, de seus filiados e suas contribuições voluntárias. A reestruturação do movimento sindical, acrescenta Vargas Netto, vai levar a um reagrupamento das entidades, com demissões e corte de áreas que não sejam fundamentais.

    “É claro que os sindicatos mais ativos, que têm uma tradição de luta, não terão vida fácil”, diz a cientista política. “O sindicalismo é um movimento vital para organizar e representar os interesses dos trabalhadores. O Brasil possui sindicatos importantes em categorias como bancários, petroleiros, metalúrgicos, químicos, professores e diversas carreiras na função pública.”

    Além da extinção do imposto, essas entidades enfrentarão desafios colocados por outros artigos da reforma que, afirma Galvão, enfraquecem o sindicalismo. Entre eles, estão a possibilidade de negociação individual de aspectos importantes da relação de trabalho sem assistência sindical, a representação dos trabalhadores no local de trabalho independentemente dos sindicatos, com a formação de comissões de empregados com atribuições que hoje são das entidades – e que, em sua avaliação, podem sofrer interferência das empresas -, e a não obrigatoriedade de que as rescisões contratuais sejam homologadas nos sindicatos.

    O fim da homologação

    Os departamentos de homologação serão afetados não apenas pelo fim da contribuição sindical. O artigo 477 da nova lei acaba com a autenticação hoje obrigatória nos sindicatos dos desligamentos de funcionários com mais de um ano trabalho. No Sintracon-SP, essa área emprega dez pessoas: duas recepcionistas – entre elas a que conversou com a reportagem -, uma coordenadora e sete atendentes, que registram 3,5 mil documentos por mês.

    Uma delas é Mônica Vieira Dourado Lourenço, que, depois de quase dois anos e meio na entidade, voltou a cadastrar o currículo em sites de recrutamento. “A gente aproveita quando os funcionários de RH das empresas vêm fazer homologação para perguntar se lá tem vaga, mas a construção também está passando por um momento ruim”, acrescenta.

    Ela decidiu procurar outro emprego ainda antes da iminência da aprovação da reforma trabalhista, porque deseja trabalhar com algo mais próximo de sua área de formação, em recursos humanos. Mas admite que é crescente o número de colegas que, com medo de perder o emprego no fim deste ano, também buscam recolocação.

    “No mínimo o número de funcionários vai cair”, diz a coordenadora do departamento, a advogada Natália Cardoso de Oliveira Santos. O sindicato foi seu primeiro emprego, que assumiu em 2013, logo após ser aprovada no exame da ordem. A reunião com a direção de entidade sobre o que deve acontecer após novembro ainda não aconteceu. No pior cenário, a área deixaria de existir.

    Para ela, o fim da homologação obrigatória deve causar prejuízo também aos trabalhadores. Entre os funcionários da construção civil, ressalta, que em geral têm menos anos de estudo, é comum o desconhecimento sobre os direitos que o empregado tem quando é desligado da empresa. “Nós esbarramos com irregularidades todos os dias”.

    Não raro, conta Mônica, que trabalha diretamente com as homologações, são descontados como falta os dias que os funcionários permanecem em casa a pedido da própria empresa, nos intervalos entre uma obra e outra. Também há casos em que a companhia, sob a alegação de que fará o pagamento em dinheiro da rescisão, faz depósito bancário de um envelope vazio na conta do empregado. “Tem gente que não sabe que tem direito a férias, aos 40% de multa sobre o saldo do FGTS, e só descobre quando chega aqui.”

    Quando a nova legislação trabalhista entrar em vigor, em novembro, a homologação passará a ser feita diretamente pelos empregadores. “Não há previsão quanto à necessidade de presença de um advogado para dar assistência ao empregado”, afirma Carlos Eduardo Vianna Cardoso, sócio do setor trabalhista do Siqueira Castro Advogados.

    Como o documento servirá como um comprovante de quitação pelos valores nele indicados, o especialista recomenda que, caso o empregado entenda que há algo errado, não assine e procure um advogado para eventualmente cobrar a diferença.

    Há mais de dois anos, as entidades sindicais enfrentam restrições orçamentárias. Com a queda no número de trabalhadores formais por causa da recessão – são 3 milhões de vagas com carteira assinada a menos só no biênio 2015-2016 -, os recursos vindos da contribuição despencaram para uma série de entidades.

    No Sintracon-SP, a receita total recuou de R$ 60 milhões em 2014 para R$ 40 milhões neste ano, conta o presidente da entidade, Antônio de Sousa Ramalho, deputado estadual pelo PSDB. Cerca de 10% do orçamento vem do imposto sindical. O restante, da mensalidade paga pelos associados, de R$ 35. “A construção perdeu quase um milhão de empregos durante a crise”, ele afirma.

    Para se adaptar à nova realidade financeira, o sindicato cortou um terço dos funcionários, de pouco mais de 300 em 2014 para 200. Entre os demitidos estavam os 20 médicos e 12 dentistas do centro de saúde, que ocupa parte dos quatro andares do prédio e está sendo completamente desativado neste mês. Os filiados ao sindicato passarão a ser atendidos pela rede da Secretaria Social da Construção (Seconci).

    Para Ramalho, que está à frente da entidade desde 1999, há 18 anos, “o imposto sindical morreu e tinha que morrer mesmo”. Ele acredita que os sindicatos deveriam ser mantidos por uma contribuição discutida em assembleia com os trabalhadores, que julgariam o resultado da campanha salarial e, a partir daí, definiriam o percentual a ser descontado dos salários.

    Reação dos sindicatos

    Essa é uma das modificações que as centrais sindicais têm tentado negociar com o governo, diz o diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Clemente Ganz Lúcio, e que poderiam ser implementadas através de Medida Provisória. “É preciso garantir um financiamento associado ao bem público que o sindicato cria”, ressalta, referindo-se aos ganhos resultantes das campanhas salariais, que atingem todos os trabalhadores de cada categoria – mesmo aqueles que, depois da lei, decidirem não contribuir.

    Além disso, as entidades consideram fundamental que se retire o poder de negociação que foi concedido às comissões de funcionários que passarão a ser eleitas dentro das empresas. A avaliação é que uma série de atribuições que hoje são prerrogativa dos sindicatos passam a ser desempenhadas por trabalhadores que, muitas vezes, estão suscetíveis a pressão dos empregadores. “Isso quando falamos apenas dos sindicatos, mas há outros pontos que precisam de limite imediato, como o trabalho intermitente”, acrescenta Ganz Lúcio.

    Entidades patronais

    As entidades patronais também serão afetadas pelo fim do imposto sindical. Na Confederação Nacional do Comércio (CNC), a contribuição representa 12% da receita, que deve chegar a R$ 450 milhões neste ano, conforme a proposta orçamentária divulgada no fim do ano passado. Através de sua assessoria de imprensa, a entidade afirma que o recurso “é importante para o fortalecimento da atuação efetiva das entidades sindicais na representação das categorias econômicas a elas filiadas”, mas destaca que tem trabalhado em busca da “autossustentabilidade, ampliando a arrecadação com a oferta de produtos e serviços aos empresários e a administração eficiente dos recursos”.

    A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) também buscará aumentar a fatia das receitas com serviços. Atualmente, a contribuição responde por 16% do orçamento. A entidade, que defende o fim da obrigatoriedade do imposto sindical, afirma que “a modernização da legislação trabalhista passa também pelas entidades sindicais, tanto as de trabalhadores quanto as patronais”.

    Fonte: Portal G1

  • Governo quer votar reforma da Previdência em agosto; oposição diz que não há votos para aprovar a proposta

    Governo e oposição divergem sobre a apreciação, em Plenário, da Reforma da Previdência. Aprovada no começo de maio em comissão especial, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 287/2016 aumenta a idade exigida para aposentadoria, tanto no INSS quanto no setor público; para 62 anos de idade, para mulheres; e 65 anos, para homens.

    O relatório do deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA) prevê transições para os atuais segurados da Previdência, com o cumprimento de um pedágio para poder se aposentar e diminuição do valor da aposentadoria.

    Governo e oposição divergem sobre a apreciação, em Plenário, da Reforma da Previdência. Aprovada no começo de maio em comissão especial, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 287/2016 aumenta a idade exigida para aposentadoria, tanto no INSS quanto no setor público; para 62 anos de idade, para mulheres; e 65 anos, para homens.

    O relatório do deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA) prevê transições para os atuais segurados da Previdência, com o cumprimento de um pedágio para poder se aposentar e diminuição do valor da aposentadoria.

    No entanto, para ser aprovada, a matéria precisa do voto favorável de ao menos 308 deputados, em dois turnos de votação. A crise política, com a denúncia de corrupção envolvendo o presidente Michel Temer, atrasou a expectativa do governo de votar o texto no primeiro semestre deste ano.

    Divergências

    Vice-líder do governo, o deputado Beto Mansur (PRB-SP) acredita que a proposta será votada na segunda quinzena de agosto. “A ideia é aprovar no meio de agosto e início de setembro. Essa reforma é necessária porque o governo teve que aumentar a alíquota de PIS/Cofins sobre os combustíveis exatamente porque a conta não estava fechada. Nós precisamos da reforma para atender fundamentalmente ao trabalhador brasileiro”, disse Mansur.

    Já a oposição acredita que o governo não tem votos para aprovar a reforma da Previdência. Presidente da Comissão de Trabalho, o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) critica a proposta. “Não haverá reforma da Previdência porque o governo não tem votos suficientes para votar porque fez uma proposta sem qualquer parâmetro de razoabilidade para reformar a Previdência. Exige uma idade mínima muito elevada, exige um tempo elevado para ter direito à aposentadoria integral, desconsidera diferença de trabalhador rural e urbano.”

    Mudanças

    Os deputados da base do governo já sinalizaram que alguns pontos da reforma poderão ser modificados no Plenário da Câmara. Um deles é a reivindicação dos agentes penitenciários de aposentadoria especial igual à dos policiais, aos 55 anos de idade. Outro é uma regra de transição para os servidores que entraram no serviço público antes de 2003 e que terão, pelo texto aprovado, que esperar os 65 anos de idade, no caso do homem, e 62, para as mulheres, para manterem a integralidade dos benefícios.

  • Informe Sindical 284

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Sancionada e publicada a Lei nº 13.497, de 13 de julho de 2017 – A reforma trabalhista – Foi sancionada e publicada no Diário Oficial da União (DOU), de 14 de julho de 2017, a Lei nº 13.497, de 13 de julho de 2017, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), as Leis nº 6.019, de 3 de janeiro de 1974, nº 8.036, de 11 de maio de 1990, e nº 8.212, de 24 de julho de 1991, a fim de adequar a legislação às novas relações de trabalho. A nova lei, que altera diversos dispositivos da CLT, valoriza a autonomia da vontade das partes para regulamentação das condições de trabalho, sem a extinção de direitos dos trabalhadores. As alterações previstas na Lei nº 13.467/2017 entram em vigor decorridos 120 (cento e vinte) dias de sua publicação, ou seja, a partir de 14 de novembro de 2017.

    Ministério do Trabalho edita portaria aprovando enunciado para nortear atuação das Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego – O Ministério do Trabalho editou a Portaria nº 27, de 3 de julho de 2017, publicada no Diário Oficial da União (DOU) em edição de 5 de julho de 2017, Seção 1, página 65, objetivando aprovar o Enunciado nº 70 da Secretaria das Relações do Trabalho (SRT): “ENUNCIADO Nº 70 – A Coordenação Geral de Registro Sindical considerará como comprovação de endereço do subscritor do edital qualquer documento apresentado pela entidade interessada no processo de pedido de registro sindical ou de alteração estatutária passível de comprovar o endereço do subscritor do edital a que se refere o Art. 3º, II, da Portaria 326/2013”.

    Novos valores para depósito recursal – A Presidência do Tribunal Superior do Trabalho, por meio do Ato nº 360/SEGJUD.GP, de 13 de julho de 2017, definiu novos valores relativos aos limites do depósito recursal, previsto no §1º do artigo 899 da CLT e atualmente regulado pelo artigo 40 da Lei nº 8.177/1991, com redação dada pelo artigo 8º da Lei nº 8.542/1992. Os novos valores, reajustados pela variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do IBGE no período de julho de 2016 a junho de 2017, passarão a vigorar a partir de 1º de agosto de 2017.

    TST altera jurisprudência

    O Pleno do Tribunal Superior do Trabalho aprovou, em sessão realizada na segunda-feira (26/06), a alteração e o cancelamento de súmulas e orientações jurisprudenciais da Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1). Seguem as mudanças aprovadas:

    •SÚMULA 368. DESCONTOS PREVIDENCIÁRIOS. IMPOSTO DE RENDA. COMPETÊNCIA. RESPONSABILIDADE PELO RECOLHIMENTO. FORMA DE CÁLCULO. FATO GERADOR (aglutinada a parte final da Orientação Jurisprudencial nº 363 da SBDI-1 à redação do item II e incluídos os itens IV, V e VI em sessão do Tribunal Pleno realizada em 26/06/2017).

    •SÚMULA 398. AÇÃO RESCISÓRIA. AUSÊNCIA DE DEFESA. INAPLICÁVEIS OS EFEITOS DA REVELIA (alterada em decorrência do CPC de 2015).

    •SÚMULA 459. RECURSO DE REVISTA. NULIDADE POR NEGATIVA DE PRESTAÇÃO JURISDICIONAL (atualizada em decorrência do CPC de 2015).

    •OJ-SBDI-1-269. JUSTIÇA GRATUITA. REQUERIMENTO DE ISENÇÃO DE DESPESAS PROCESSUAIS. MOMENTO OPORTUNO (inserido item II em decorrência do CPC de 2015).

    •OJ – 287 da SBDI-1, que trata de autenticação de documentos, foi cancelada em decorrência do novo CPC.

    •SÚMULA 463. ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA. COMPROVAÇÃO (conversão da Orientação Jurisprudencial nº 304 da SBDI-1, com alterações decorrentes do CPC de 2015).

    •SÚMULA 124: Foi alterada em razão do julgamento do incidente de recurso repetitivo sobre a matéria, passando a ter a seguinte redação: BANCÁRIO. SALÁRIO-HORA. DIVISOR (alteração em razão do julgamento do processo TST-IRR-849-83.2013.5.03.0138).

    JURISPRUDÊNCIA

    •RECURSO DE REVISTA. RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO. DISPENSA POR JUSTA CAUSA. DESÍDIA.

    •DANO MORAL. PENA POR DESCUMPRIMENTO DE DETERMINAÇÃO PATRONAL. NÃO CONFIGURAÇÃO.

  • Percentual de famílias endividadas aumenta em julho

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que o percentual de famílias endividadas alcançou 57,1% em julho de 2017, o que representa uma alta em relação aos 56,4% observados em junho. Na comparação com o mesmo período do ano passado, no entanto, houve queda de 0,6 ponto percentual.

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que o percentual de famílias endividadas alcançou 57,1% em julho de 2017, o que representa uma alta em relação aos 56,4% observados em junho. Na comparação com o mesmo período do ano passado, no entanto, houve queda de 0,6 ponto percentual.

    “Apesar de ter aumentado em julho, o percentual de famílias com dívidas registrou queda na comparação com o mesmo período do ano anterior, apontando um ritmo ainda fraco de concessão de empréstimos e financiamentos para as famílias, mesmo após o processo de queda das taxas de juros”, pontua Bruno Fernandes, economista da CNC.

    Respiro na inadimplência

    Apesar da alta no percentual de famílias endividadas, a proporção das famílias com dívidas ou contas em atraso diminuiu entre junho e julho, passando de 24,3% para 24,2% do total. Em relação a julho de 2016, houve alta de 1,3 ponto percentual.

    A parcela de famílias que declararam não ter como pagar as dívidas, permanecendo inadimplentes, apresentou queda na base mensal, atingindo 9,4% das famílias ante 9,6% em junho, e aumento de 0,7 ponto percentual na base anual.

    Embora a proporção de famílias que se declararam muito endividadas tenha registrado leve alta na comparação mensal – de 13,8% para 14% –, na comparação anual houve queda de 0,7 ponto percentual.

    Prazo de endividamento

    O tempo médio de atraso para o pagamento de dívidas foi de 63,1 dias em julho de 2017, superior aos 62,4 dias de julho de 2016. Em média, o comprometimento com as dívidas foi de 7,1 meses, sendo que 32,4% das famílias possuem dívidas por mais de um ano. Entre aquelas endividadas, 21,6% afirmam ter mais da metade da sua renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas.

    Para 76,8% das famílias que possuem dívidas, o cartão de crédito permanece como a principal forma de endividamento, seguido de carnês (15,4%) e crédito pessoal (11%).

    A Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic Nacional) é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18.000 consumidores.

    Acesse a análise completa, os gráficos e a série histórica da pesquisa.

    O economista Bruno Fernandes está disponível para atender os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9471.

  • Percentual de famílias endividadas aumenta em julho

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que o percentual de famílias endividadas alcançou 57,1% em julho de 2017, o que representa uma alta em relação aos 56,4% observados em junho. Na comparação com o mesmo período do ano passado, no entanto, houve queda de 0,6 ponto percentual.

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que o percentual de famílias endividadas alcançou 57,1% em julho de 2017, o que representa uma alta em relação aos 56,4% observados em junho. Na comparação com o mesmo período do ano passado, no entanto, houve queda de 0,6 ponto percentual.

    “Apesar de ter aumentado em julho, o percentual de famílias com dívidas registrou queda na comparação com o mesmo período do ano anterior, apontando um ritmo ainda fraco de concessão de empréstimos e financiamentos para as famílias, mesmo após o processo de queda das taxas de juros”, pontua Bruno Fernandes, economista da CNC.

    Respiro na inadimplência

    Apesar da alta no percentual de famílias endividadas, a proporção das famílias com dívidas ou contas em atraso diminuiu entre junho e julho, passando de 24,3% para 24,2% do total. Em relação a julho de 2016, houve alta de 1,3 ponto percentual.

    A parcela de famílias que declararam não ter como pagar as dívidas, permanecendo inadimplentes, apresentou queda na base mensal, atingindo 9,4% das famílias ante 9,6% em junho, e aumento de 0,7 ponto percentual na base anual.

    Embora a proporção de famílias que se declararam muito endividadas tenha registrado leve alta na comparação mensal – de 13,8% para 14% –, na comparação anual houve queda de 0,7 ponto percentual.

    Prazo de endividamento

    O tempo médio de atraso para o pagamento de dívidas foi de 63,1 dias em julho de 2017, superior aos 62,4 dias de julho de 2016. Em média, o comprometimento com as dívidas foi de 7,1 meses, sendo que 32,4% das famílias possuem dívidas por mais de um ano. Entre aquelas endividadas, 21,6% afirmam ter mais da metade da sua renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas.

    Para 76,8% das famílias que possuem dívidas, o cartão de crédito permanece como a principal forma de endividamento, seguido de carnês (15,4%) e crédito pessoal (11%).

    A Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic Nacional) é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18.000 consumidores.