Blog

  • Unidade do Sesc Saúde Mulher é inaugurada no Amapá

    O Sistema Fecomércio-Sesc-Senac do Amapá inaugurou, dia 10 de junho, sua unidade móvel do Sesc Saúde Mulher. Participaram da cerimônia o presidente da Federação, Eliezir Viterbino, o secretário estadual de Saúde, Gastão Calandrini, o prefeito de Macapá, Clécio Luis, além de presidentes dos sindicatos patronais do Estado, a equipe de saúde e a Diretoria do Sesc Amapá. 

    O Sistema Fecomércio-Sesc-Senac do Amapá inaugurou, dia 10 de junho, sua unidade móvel do Sesc Saúde Mulher. Participaram da cerimônia o presidente da Federação, Eliezir Viterbino, o secretário estadual de Saúde, Gastão Calandrini, o prefeito de Macapá, Clécio Luis, além de presidentes dos sindicatos patronais do Estado, a equipe de saúde e a Diretoria do Sesc Amapá. 

    Com infraestrutura de última geração, a unidade móvel dispõe de equipamentos de alta tecnologia, como o mamógrafo 3D Siemens Mammonat Inspiration, de consultório para realização de exames citopatológicos (preventivo), sala de mamografia (espaço composto de mamógrafo digital, estação de trabalho e negatoscópio), banheiro, tenda externa com espaço multimídia para ações educativas, recepção e sala de espera. O veículo ainda possui plataforma de acesso para portador de necessidades especiais e conta com equipe formada por uma médica, duas técnicas em radiologia e uma enfermeira no atendimento de educação em saúde. 

    A unidade do Sesc Saúde Mulher ficará localizada, pelo período de um ano, no Sesc Araxá, no bairro Beirol. Os atendimentos iniciam no dia 16 de junho. Poderão realizar os exames de mamografia mulheres com idade entre 50 e 69 anos e, para exames citopatológicos, com idade entre 25 e 64 anos. O atendimento será gratuito e coordenado em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde, por meio das unidades básicas de saúde (UBS). A meta é a realização de 20 atendimentos diários para cada exame disponibilizado e, após atender todas as unidades básicas de saúde de Macapá, percorrer outros municípios do Estado.

  • Síntese Ambiental 18

    Apresenta os assuntos de maior destaque das reuniões realizadas pelo Grupo Técnico de Trabalho de Meio Ambiente (GTT-MA).

    Apresenta os assuntos de maior destaque das reuniões realizadas pelo Grupo Técnico de Trabalho de Meio Ambiente (GTT-MA).

  • Boletim Informativo Diário (BID) 107/2017

    DESTAQUES:

    Divulgado o preço médio dos combustíveis, a partir de 16 de junho de 2017

    Indeferido o processo de Pedido de Registro Sindical do Sindicato das Empresas do Comércio de Bens e Serviços de São Lourenço da Mata/PE

    Convocação do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação, Imobiliárias, Incorporadoras, Loteadoras, Colonizadoras, Urbanizadoras e Administradoras de Imóveis do Estado do Rio Grande do Norte – SECOVI-RN para Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada no dia 17 de julho de 2017

    DESTAQUES:

    Divulgado o preço médio dos combustíveis, a partir de 16 de junho de 2017

    Indeferido o processo de Pedido de Registro Sindical do Sindicato das Empresas do Comércio de Bens e Serviços de São Lourenço da Mata/PE

    Convocação do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação, Imobiliárias, Incorporadoras, Loteadoras, Colonizadoras, Urbanizadoras e Administradoras de Imóveis do Estado do Rio Grande do Norte – SECOVI-RN para Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada no dia 17 de julho de 2017

    Sancionada Lei do Município do Rio de Janeiro estabelecendo que as salas de cinema, teatros, e casas de cultura, de espetáculos e shows artísticos, deverão destinar cinco por cento dos assentos adequados às pessoas com deficiência, gestantes, lactantes, pessoas com crianças de colo, idosas e obesas

  • Relator apresenta voto sobre reforma trabalhista à CAS na terça-feira

    O forte embate entre governo e oposição deverá marcar, mais uma vez, as discussões acerca do Projeto de Lei da Câmara (PLC) nº 38/2017, que contém a reforma trabalhista. O relatório do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) será lido na terça-feira (13/06), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), mas a oposição já prometeu apresentar textos alternativos.

    O forte embate entre governo e oposição deverá marcar, mais uma vez, as discussões acerca do Projeto de Lei da Câmara (PLC) nº 38/2017, que contém a reforma trabalhista. O relatório do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) será lido na terça-feira (13/06), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), mas a oposição já prometeu apresentar textos alternativos.

    Apesar de o item ser único na pauta, a expectativa é de que a reunião seja longa, a exemplo do que ocorreu na passagem do PLC pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Só a leitura do relatório e a discussão dos votos em separado levaram mais de seis horas.

    Mesmo com o acordo fechado sobre o calendário de andamento do projeto pelas comissões, não há consenso sobre o teor do texto e o caminho escolhido pelo relator para se manifestar. Enquanto Ferraço prefere não sugerir alterações e recomendar vetos nos pontos mais polêmicos ao presidente Michel Temer, evitando assim o retorno do projeto à Câmara, a bancada oposicionista, sob o comando de Paulo Paim (PT-RS), acredita que o relator está abrindo mão do direito do Senado de balizar melhor a proposta.

    Indicações de veto

    Os pontos mais polêmicos do texto receberam indicação de veto de Ferraço, como a previsão para que gestantes e mães que amamentam possam trabalhar em ambientes insalubres se o médico assim o permitir. Outro veto a ser imposto é à possibilidade de negociação individual para o estabelecimento da jornada de 12 horas de trabalho por 36 horas de descanso, hoje aplicada a algumas categorias profissionais, por acordo coletivo.

    No entanto, outros itens considerados temerários receberam o aval do relator, apesar de os integrantes da oposição acreditarem que eles são prejudiciais e precarizam as condições de trabalho dos assalariados.

    Um dos eixos principais da reforma é a prevalência do “acordo sobre o legislado”, que segundo Ferraço, tornará os contratos mais eficientes, além de melhorar as condições de trabalho. O relator afirma que há um cenário de insegurança jurídica que deve ser combatido:

    “A reforma trabalhista tem o objetivo de proteger as leis e a própria Constituição de uma ofensiva de decisões judiciais que invadem a competência do Congresso”, apontou Ferraço em seu relatório na CAS.

    Para Lídice da Mata (PSB-BA) a reforma abre a possibilidade de flexibilizar direitos conquistados pelos trabalhadores ao longo de décadas. “As propostas do projeto, para negociação coletiva, em vez de valorizá-la, irão, na verdade, restringi-la, ao estimular negociações individuais e fragmentadas por empresa e permitir que o piso de direitos seja o teto, o qual, inclusive, pode ser rebaixado. O que se pretende aqui é o negociado sobre o legislado para retirar direitos”, afirmou Lídice, no texto alternativo que apresentou na CAE.

    Imposto sindical

    Senadores também divergem sobre o imposto sindical. A reforma torna a contribuição sindical facultativa. Hoje, o pagamento, que equivale a um dia de trabalho, é obrigatório e recai tanto sobre os empregados sindicalizados quanto os que não são associados às entidades de classe. Segundo Ferraço, a medida vai fortalecer os sindicatos que tem representatividade. Para Paim, contudo, o projeto deveria prever outra fonte de financiamento dessas entidades.

    Teletrabalho

    A regulamentação do trabalho em casa, o chamado teletrabalho, é outro ponto que divide opiniões. Para Ferraço a falta de regras mais detalhadas gera insegurança jurídica para 15 milhões de brasileiros que se encontram nessa situação.

    “A regulamentação do teletrabalho possibilitará que os brasileiros e brasileiras fiquem menos tempo no trânsito das grandes cidades. Isso significa mais tempo em casa. Prestigia-se novamente o convívio familiar”, frisou em seu texto.

    Mas Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) pondera que o tema merece ampla discussão. Ela observa, em seu voto em separado que a proposta não se debruça sobre os custos suportados por aqueles que trabalham em casa e que deveriam ficar na conta do empregador como por exemplo, a internet, a manutenção do computador e outros instrumentos necessários.

    Rescisão

    Outro dispositivo que carece de unanimidade é a possibilidade da rescisão do contrato de trabalho de comum acordo entre empregado e empregador, mediante pagamento pela metade do aviso prévio. Para Ferraço é uma conquista inquestionável.

    “Hoje, quem recebe uma oportunidade de emprego melhor e resolve trocar de posto não tem direito ao FGTS nem a indenizações. É uma conquista inquestionável”, disse.

    Mas Lídice da Mata (PSB-BA) avalia que é preciso considerar que as relações de poder entre patrão e empregado são assimétricas, e o estabelecimento de “comum acordo” é uma opção que pode significar perdas para o trabalhador, que será levada, em muitos casos, a aceitar essa modalidade de rescisão contratual. Paim concorda.

    “Eles me demitem, e só vou receber metade do aviso prévio? Estou com fome, a família está com fome, e o cara fala que tenho direito a R$1 mil. “Quer receber agora ou daqui a 30 dias?” “Poxa, estou desesperado! Quero receber agora.” “Então, leva 500 paus, vai para casa e não precisa esperar os 30 dias”, argumentou.

    Consulta

    A consulta pública a respeito do projeto de reforma trabalhista continua aberta no e-Cidadania, portal de participação popular do Senado. Até a manhã desta sexta-feira, 128.828 internautas eram contrários à proposta e apenas 5.666 se posicionaram favoravelmente ao texto.

  • Comissão aprova contagem de prazos de processos trabalhistas em dias úteis

    A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, da Câmara dos Deputados, aprovou proposta que a estabelece que a contagem de prazos nos processos trabalhistas, como já ocorre no Código de Processo Civil (CPC, Lei nº 13.105/2015), passe a ser em dias úteis em vez de dias corridos.

    O texto também inclui na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT, Decreto-lei nº 5.452/1943), a suspensão dos prazos processuais entre 20 de dezembro e 20 de janeiro. Nesse período não serão realizadas audiências ou sessões de julgamento.

    A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, da Câmara dos Deputados, aprovou proposta que a estabelece que a contagem de prazos nos processos trabalhistas, como já ocorre no Código de Processo Civil (CPC, Lei nº 13.105/2015), passe a ser em dias úteis em vez de dias corridos.

    O texto também inclui na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT, Decreto-lei nº 5.452/1943), a suspensão dos prazos processuais entre 20 de dezembro e 20 de janeiro. Nesse período não serão realizadas audiências ou sessões de julgamento.

    Porém, juízes, membros do Ministério Público, da Defensoria Pública e da Advocacia Pública e os auxiliares da Justiça continuarão com as atividades.

    A proposta aprovada é o substitutivo do deputado Jorge Côrte Real (PTB-PE) que unifica cinco propostas que tramitam apensadas (PLs nº 2176/2015, nº 4540/2016, nº 4750/2016, nº 5039/2016 e nº 6823/2017). O texto original somente estabelecia a contagem em dias úteis.

    Prorrogação

    Pelo texto, os prazos podem ser prorrogados pelo tempo estritamente necessário pelo juiz ou tribunal, ou em virtude de força. Atualmente, a lei estabelece que os prazos que vencerem em sábado, domingo ou dia feriado terminam no primeiro dia útil seguinte.

    Para Côrte Real, as propostas atualizam o processo do trabalho, incorporando dispositivos previstos no CPC. “Tais medidas atendem a pleito dos advogados trabalhistas, sujeitos a prazos mais curtos e sem direito a férias ou recesso de final de ano.”

    Tramitação

    A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada ainda pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, inclusive quanto ao mérito.

  • Medida provisória revê política de desoneração da folha de pagamentos

    A política de desoneração da folha salarial de setores empresariais será revista pela Medida Provisória nº 774/2017, que deverá ser votada em comissão mista nesta semana. A medida começou a ser adotada em 2011 com 4 setores, chegou a 56 em 2014 e agora deve voltar para apenas 4.

    A desoneração retira a contribuição previdenciária patronal de 20% sobre a folha de pagamentos. Uma parte da perda de arrecadação é compensada por um aumento da contribuição das empresas sobre o faturamento, entre 1 e 2 pontos percentuais a mais.

    A política de desoneração da folha salarial de setores empresariais será revista pela Medida Provisória nº 774/2017, que deverá ser votada em comissão mista nesta semana. A medida começou a ser adotada em 2011 com 4 setores, chegou a 56 em 2014 e agora deve voltar para apenas 4.

    A desoneração retira a contribuição previdenciária patronal de 20% sobre a folha de pagamentos. Uma parte da perda de arrecadação é compensada por um aumento da contribuição das empresas sobre o faturamento, entre 1 e 2 pontos percentuais a mais.

    Desenvolvida basicamente por meio de quatro medidas provisórias, o Congresso incluiu na desoneração vários novos setores além dos sugeridos pelo governo. Em 2013, por exemplo, foram incluídos cerca de 40 setores, mas o Executivo acabou vetando quase a metade.

    Assim, a desoneração, que começou com os setores de call center, tecnologia da informação, confecções e calçados, passou a incluir áreas diversas, como “pães e massas” e “pedras ornamentais”.

    Impactos

    A ideia em 2011, com a economia em crescimento, era incentivar contratações, já que o encargo sobre o trabalho estava sendo reduzido. Depois, com a crise econômica, o governo começou a rever as alíquotas sobre o faturamento em 2015.

    Em audiência pública na comissão especial que analisa a mais recente medida provisória sobre o assunto, Claudemir Malaquias, da Receita Federal, disse que a perda de arrecadação com a desoneração caiu de R$ 25,2 bilhões por ano para R$ 14,5 bilhões. Com a nova MP, a renúncia fiscal deve cair para apenas R$ 2 bilhões anuais.

    Malaquias criticou o governo anterior por adotar o modelo de desoneração da folha sem fixar alíquotas sobre o faturamento que tornassem a arrecadação neutra. Segundo ele, o cenário econômico foi afetado. “O desequilíbrio nas contas da Previdência foi gerado por uma diferença entre as despesas contratadas e as fontes de financiamento”, disse.

    Críticas

    Empresários presentes na audiência e vários parlamentares disseram que a nova MP vai aumentar o desemprego e prejudicar setores ligados à exportação. Fernando Pimentel, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção, criticou o texto. “Vai onerar as indústrias, provocando possibilidade de repasse nos preços da ordem de 3% a 4%, coisa difícil no cenário atual de consumo. E, consequentemente, na medida em que piorem as condições operacionais, vai, em última análise, gerar desemprego. Então, em vez de arrecadar mais, o governo vai arrecadar menos.”

    Empresários também questionaram os critérios para a seleção de quem vai ficar no sistema antigo. Os setores beneficiados são comunicação; transporte de pessoas, exceto o transporte aéreo; e duas categorias da construção civil.

    Reformas

    Na terça-feira (13), a Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara deve realizar audiência pública para aprofundar os impactos do fim da desoneração sobre o setor de tecnologia da informação. O deputado Celso Pansera (PMDB-RJ) disse que, em vez de aumentar encargos, o governo deveria discutir reformas.

    “Estamos no meio de uma crise recessiva, com desemprego em alta, atacando desoneração, que é um efeito contábil, mas gera efeitos na vida real das empresas e das pessoas. É muito mais jogo investir as energias na reforma fiscal e pensar estrategicamente a tributação do País”, avaliou.

  • Câmara rejeita a dispensa de acordo coletivo para trabalhar aos domingos e feriados

    A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público rejeitou no último dia 31/05 a dispensa de acordo coletivo prévio para abertura de estabelecimentos aos domingos e feriados, quando a atividade da empresa tiver permissão permanente para abertura nesses dias. O assunto é tratado no Projeto de Lei nº 3737/2015, do deputado Herculano Passos (PSD-SP), que prevê a inclusão dessa disposição na Lei de Participação nos Lucros das Empresas (nº 10.101/2000), mas recebeu parecer pela rejeição da relatora, deputada Erika Kokay (PT-DF).

    A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público rejeitou no último dia 31/05 a dispensa de acordo coletivo prévio para abertura de estabelecimentos aos domingos e feriados, quando a atividade da empresa tiver permissão permanente para abertura nesses dias. O assunto é tratado no Projeto de Lei nº 3737/2015, do deputado Herculano Passos (PSD-SP), que prevê a inclusão dessa disposição na Lei de Participação nos Lucros das Empresas (nº 10.101/2000), mas recebeu parecer pela rejeição da relatora, deputada Erika Kokay (PT-DF).

    A matéria será arquivada por tramitar em caráter conclusivo e ter sido rejeitada na única comissão de mérito que a analisou, a menos que haja recurso aprovado para que seja votada pelo Plenário.

    Hotéis e restaurantes

    As regras vigentes autorizam o trabalho aos domingos e feriados no comércio em geral, observada a legislação municipal. O trabalho nos feriados deverá ser autorizado em convenção coletiva de trabalho.

    O objetivo de Passos é facilitar o funcionamento de estabelecimentos como hotéis e restaurantes, pois, segundo ele, o TST tem exigido, em todos os casos, a prévia autorização em norma coletiva para o trabalho aos domingos.

    Condições dos trabalhadores

    Segundo Erika Kokay, a lei vigente, ao exigir a norma coletiva, pretendeu tratar das condições em que esse trabalho seria realizado. “Sem interferir na lógica empresarial ou consumidora da acelerada sociedade contemporânea, posto que não há restrição ou obstáculo ao funcionamento, o que se pretende é que haja prévia definição das condições para esses trabalhadores, a fim de evitar desamparo a seus direitos”, explicou a relatora.

    Parecer vencedor

    A deputada Erika Kokay foi relatora do parecer vencedor, uma vez que o parecer original, do deputado Benjamin Maranhão (SD-PB), pela aprovação do projeto, foi rejeitado pela comissão. O parecer de Maranhão tornou-se, então, voto em separado.

  • Pesquisa sobre a internet das coisas vai até junho

    A pesquisa que tem por objetivo mapear as empresas que ofertam tecnologias, produtos, serviços e soluções de IoT (Internet das coisas) no Brasil ficará aberta até o dia 16 de junho. A iniciativa faz parte do “Bytes de IoT”, canal de divulgação criado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para engajar a sociedade e coletar insumos que serão usados no Plano Nacional de IoT e no estudo Internet das Coisas: um plano de ação para o Brasil.

    A pesquisa que tem por objetivo mapear as empresas que ofertam tecnologias, produtos, serviços e soluções de IoT (Internet das coisas) no Brasil ficará aberta até o dia 16 de junho. A iniciativa faz parte do “Bytes de IoT”, canal de divulgação criado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para engajar a sociedade e coletar insumos que serão usados no Plano Nacional de IoT e no estudo Internet das Coisas: um plano de ação para o Brasil.

    A equipe que coordena a pesquisa lembra que é muito importante a participação da sociedade e que as perguntas podem ser respondidas em menos de 10 minutos.

    Para responder a pesquisa “Mapa Brasileiro de IoT ” clique aqui, ou copie e cole o seguinte link no seu navegador web: http://esurveydesigns.com/wix/p48871844.aspx

    Os interessados em participar do grupo de engajamento digital “Bytes de IoT”, podem inscrever-se clicando aqui, ou copiando e colando o seguinte link no seu navegador web: http://esurveydesigns.com/wix/p48753763.aspx

    A IoT

    A “Internet das Coisas” se refere a uma revolução tecnológica que tem como objetivo conectar os itens usados do dia a dia à rede mundial de computadores. Cada vez mais surgem eletrodomésticos, meios de transporte e até mesmo objetos como tênis, roupas e maçanetas conectadas à Internet e a outros dispositivos, como computadores e smartphones.

     

     

  • Sumário Econômico 1490

    Destaque da edição:

    Saldo da balança comercial alcança recorde em maio

    Destaque da edição:

    Saldo da balança comercial alcança recorde em maio

    De acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), a balança comercial apresentou o melhor resultado desde 1989. O superávit de maio de 2017 foi de US$ 7,661 bilhões contra US$$ 6,433 bilhões no ano anterior, diferença de 19,1%. As exportações em maio somaram US$ 19,79 bilhões, com alta de 7,5% em relação a maio de 2016, e as importações somaram US$ 12,13 bilhões, com alta de 4% sobre o mesmo mês de 2016. As exportações superaram as importações no acumulado do ano, de US$ 87,932 bilhões contra US$ 58,900 bilhões. Separando por setor agregado, os valores alcançados esse mês pelas exportações foram: básicos (US$ 9,703 bilhões), manufaturados (US$ 6,873 bilhões) e semimanufaturados (US$ 2,778 bilhões). Sobre o ano anterior, cresceram as exportações de semimanufaturados (+16,4%) e básicos (+11,6%), enquanto retrocederam os manufaturados (-1,2%).

    A política comercial dos Estados Unidos: o que sabemos até agora

    Muitas incertezas ainda existem sobre as mudanças da administração de Donald Trump no que diz respeito às políticas comerciais. Muitos postos-chave do governo norte-americano continuam vazios e muitas discussões ocorrerão ainda entre o Executivo e o Congresso. Contudo, já é possível identificar uma postura mais protecionista a partir das últimas decisões e posições tomadas. Já no seu discurso de posse, o presidente Trump havia enfatizado a importância de políticas protecionistas na sua gestão através do lema “compre americano e empregue americano”. Essa orientação foi confirmada na divulgação da Agenda de Política Comercial de 2017, que lista quatro prioridades para a política comercial: defender a soberania nacional em política comercial; aplicar estritamente as leis de defesa comercial; usar a alavancagem para abrir mercados; negociar novos e melhores acordos comerciais.

    PIB cresce 1,0% e País sai da recessão após dois anos

    Apesar do resultado levemente acima do esperado, fragilidade na retomada a partir do segundo trimestre preocupa. CNC revisa de +0,2% para +0,4% previsão para 2017. Após oito trimestres consecutivos de quedas no nível de atividade econômica, o Produto Interno Bruto (PIB) voltou a crescer nos três primeiros meses de 2017. O relatório das Contas Nacionais divulgado recentemente pelo IBGE revelou que a economia avançou 1,0% na comparação com o quarto trimestre do ano passado, na série com ajustes sazonais. O resultado nessa base comparativa foi altamente influenciado pelo desempenho da agropecuária (+13,4%), setor no qual registrou-se o maior avanço desde os três últimos meses de 1996 (+23,1%). Apesar de menos expressivo, o crescimento do produto industrial (+0,9%) foi o maior desde o segundo trimestre de 2013 (+3,4%). Ainda sob a óptica da produção, a estabilidade do setor de serviços, responsável por mais de 70% do valor adicionado, interrompeu uma sequência de oito trimestres no vermelho. No comércio, houve recuo pela nona vez (-0,6%).

    Expectativa para inflação de 2017 volta a cair

    No último relatório Focus divulgado pelo Banco Central (02/06), a mediana das expectativas para o IPCA deste ano recuou para 3,90%, após aumentar 0,3 ponto percentual na semana anterior, taxa menor do que a previsão de 4,01% de quatro semanas passadas. Continuando abaixo do limite superior da meta de inflação e da taxa de 6,29% realizada em 2016. No curto prazo, as projeções dos analistas para o IPCA são de 0,46% para maio e 0,20% para junho deste ano. As cinco instituições que mais acertam – TOP 5 – projetam IPCA de 0,44% e -0,12%, respectivamente, valor próximo ao esperado pelo mercado para maio, entretanto bem abaixo do estimado para junho. A projeção para o IPCA de 2018 mostra estabilidade, permanecendo em 4,40%. Na última reunião do Copom, a meta da taxa de juros Selic foi reduzida em 1 ponto e alcançou 10,25%. A próxima reunião deste ano será nos dias 25 e 26 de julho, quando o mercado espera um corte de menor intensidade, 0,75 ponto, alcançando 9,50%. Para o resto do ano, a mediana das estimativas da Selic para o fim de 2017 é de 8,50%, ou seja, a previsão é que a meta da Selic continue sendo reduzida e alcance patamar de um dígito. Para 2018, a mediana também é de 8,50%.

    Grandes incertezas

    A convergência de maneira vertical dos preços médios para próximo do centro da meta inflacionária (4,5%), ou até abaixo deste nível, como tem acontecido até o momento no acumulado em 12 meses (IPCA-15 em 3,8%) e tem sido esperado pelo mercado para encerrar o corrente ano (Boletim Focus, 3,9%), não se faz acompanhar pelo declínio da taxa de juros em intensidade parecida para o consumidor final. Sinal de que a taxa de juros real continua elevada, apesar dos esforços das autoridades em buscar o equilíbrio. Sem perder o olhar na meta da inflação, assim como no seu desempenho mais para a frente, o Copom tem realizado cortes na Selic em sintonia com a desaceleração inflacionária, também preocupado com as incertezas predominantes na economia. No radar, tem-se a crise política comprometendo a aprovação das reformas; e as expectativas empresariais segurando investimentos. Enquanto os juros altos vão cumprindo o papel de atrair dólares, estabilizando a demanda de crédito e consumo, também vão contendo inversões produtivas – o que é ruim porque afetam a capacidade de produção, diminuindo o produto potencial.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 106/2017

    DESTAQUE:

    Secex torna público que se concluiu por uma determinação preliminar positiva de probabilidade de continuação do dumping nas importações brasileiras de ácido cítrico e determinados sais de ácido cítrico, originárias da China, e de retomada do dano à indústria doméstica dele decorrente, na hipótese de extinção da medida antidumping instituída pela Resolução n.º 52, de 24 de julho de 2012, onde a CNC foi convocada para a audiência final

    DESTAQUE:

    Secex torna público que se concluiu por uma determinação preliminar positiva de probabilidade de continuação do dumping nas importações brasileiras de ácido cítrico e determinados sais de ácido cítrico, originárias da China, e de retomada do dano à indústria doméstica dele decorrente, na hipótese de extinção da medida antidumping instituída pela Resolução n.º 52, de 24 de julho de 2012, onde a CNC foi convocada para a audiência final