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  • Reforma trabalhista tem duas audiências públicas previstas

    O Projeto de Lei da Câmara (PLC) nº 38/2017, que trata da reforma trabalhista, será tema de duas audiências nesta terça-feira (23/05). As comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) vão debater o assunto.

    As reuniões estão confirmadas, apesar de o relator Ricardo Ferraço (PSDB-ES) já ter anunciado que adiaria a apresentação de seu relatório após a operação Patmos, da Polícia Federal.

    Ferraço é relator na CAE e também na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

    O Projeto de Lei da Câmara (PLC) nº 38/2017, que trata da reforma trabalhista, será tema de duas audiências nesta terça-feira (23/05). As comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) vão debater o assunto.

    As reuniões estão confirmadas, apesar de o relator Ricardo Ferraço (PSDB-ES) já ter anunciado que adiaria a apresentação de seu relatório após a operação Patmos, da Polícia Federal.

    Ferraço é relator na CAE e também na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

    O senador já havia previsto a entrega de seu texto na CAE na terça-feira, e a apresentação na CAS para o dia seguinte. A votação em Plenário estava prevista, inicialmente, entre os dias 12 e 15 de junho.

    Convidados

    A audiência na Comissão de Direitos Humanos está agendada para 9h. Foram convidados 24 debatedores, entre eles o presidente da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT), Ângelo Fabiano Farias da Costa; o presidente do Sindicato dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait), Carlos Silva; e o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadores do Brasil (CTB), Adilson Araújo.

    A Comissão de Assuntos Econômicos, por sua vez, inicia suas atividades às 8h30, com a mesa integrada por três professores: André Portela, da Fundação Getúlio Vargas (FGV); e Eduardo Fagnani e Márcio Pochmann, ambos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

    As duas audiências terão caráter interativo, com a possibilidade de participação popular. Quem tem interesse em participar com comentários ou perguntas, podem fazê-lo pelo Portal e-Cidadania (www.senado.leg.br/ecidadania) e pelo Alô Senado (0800-612211).

    COMO ACOMPANHAR E PARTICIPAR

    Participe:

    http://bit.ly/audienciainterativa

  • Plenário pode votar projeto que regulariza incentivos fiscais dos estados

    O Plenário da Câmara dos Deputados realiza na terça-feira (23/05) sessão extraordinária para votar o projeto que convalida isenções concedidas no âmbito da guerra fiscal entre os estados (PLP nº 54/2015). Esse é o único item da pauta de terça-feira.

    Já na quarta-feira (24) poderão ser votadas oito medidas provisórias que estão próximas do prazo de validade – elas perdem a vigência entre os dias 29 de maio e 2 de junho.

    Incentivos fiscais

    O Plenário da Câmara dos Deputados realiza na terça-feira (23/05) sessão extraordinária para votar o projeto que convalida isenções concedidas no âmbito da guerra fiscal entre os estados (PLP nº 54/2015). Esse é o único item da pauta de terça-feira.

    Já na quarta-feira (24) poderão ser votadas oito medidas provisórias que estão próximas do prazo de validade – elas perdem a vigência entre os dias 29 de maio e 2 de junho.

    Incentivos fiscais

    O Projeto propõe uma transição para as isenções fiscais concedidas unilateralmente pelos estados, com prazos que variam de 1 a 15 anos de vigência para as atuais isenções e incentivos.

    Segundo o texto, um convênio do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) poderá perdoar os créditos exigíveis decorrentes das isenções de ICMS concedidas, prorrogando-as por períodos que variam de acordo com o setor da economia.

    O projeto permite que esse convênio seja aprovado e ratificado com o voto favorável de um mínimo de 2/3 dos estados e 1/3 dos estados integrantes de cada uma das cinco regiões do País. Atualmente, é preciso haver unanimidade dos estados para aprovar incentivos.

  • Comissão rejeita obrigação de informar histórico de preço de produto

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços rejeitou o Projeto de Lei nº 2849/2015, do deputado Rômulo Gouveia (PSD-PB), que obriga o vendedor a informar o histórico de preços dos produtos e serviços ofertados em promoção nos últimos 30 dias.

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços rejeitou o Projeto de Lei nº 2849/2015, do deputado Rômulo Gouveia (PSD-PB), que obriga o vendedor a informar o histórico de preços dos produtos e serviços ofertados em promoção nos últimos 30 dias.

    A rejeição foi pedida pelo relator no colegiado, deputado Laercio Oliveira (SD-SE). Para ele, a proposta vai tornar relações lojista-consumidor mais complexas. Além disso, o Código de Proteção e Defesa do Consumidor(Lei nº 8.078/1990), que é alterado pelo projeto, já determina que a oferta de produtos deve assegurar informações corretas, claras e precisas.

    “Visa dizer que as afirmações falsas ou enganosas, ou omissões relevantes sobre preço ou garantia de produtos ou serviços constituem crime sujeito a penas de detenção e multa”, disse Oliveira.

    O projeto será analisado agora na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se aprovado, segue para votação no Plenário da Câmara dos Deputados.

  • Intenção de investimentos no comércio registra maior alta anual em maio

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu 103 pontos no mês de maio, firmando-se na zona positiva alcançada no mês anterior (acima dos 100 pontos da zona de indiferença). Na passagem de abril para maio, o índice teve aumento de 2,7%, na série com ajuste sazonal, com altas generalizadas em todos os itens da pesquisa. Já na base de comparação anual, a confiança dos comerciantes obteve a maior taxa positiva da série histórica do indicador (+30%).

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu 103 pontos no mês de maio, firmando-se na zona positiva alcançada no mês anterior (acima dos 100 pontos da zona de indiferença). Na passagem de abril para maio, o índice teve aumento de 2,7%, na série com ajuste sazonal, com altas generalizadas em todos os itens da pesquisa. Já na base de comparação anual, a confiança dos comerciantes obteve a maior taxa positiva da série histórica do indicador (+30%).

    “Os últimos resultados do índice mostram que os comerciantes começam a enxergar sinais de retomada lenta e gradual das vendas, em um cenário de desempenho mais favorável da atividade do comércio, que esperamos que se consolide na segunda metade de 2017.”, aponta a economista da CNC Izis Ferreira.

    Grande avanço na avaliação das condições atuais

    O subíndice da pesquisa que mede a percepção dos comerciantes sobre as condições correntes chegou a 71,3 pontos, um importante aumento de 74,8% na comparação anual. Em relação a abril, a variação foi de +7%, com ajuste sazonal.

    A percepção dos varejistas quanto às condições atuais da economia melhorou em maio (+9,4%), assim como em relação ao desempenho do comércio (+7,6%) e ao da própria empresa (+5%).

    A proporção de comerciantes que avaliam as condições econômicas atuais como “piores” segue em queda. Para 71,2% dos varejistas, a economia piorou em maio, percentual abaixo daquele observado em abril (71,7%) e em maio do ano passado (93,9%).

    “O desempenho deste subíndice reflete a desaceleração no ritmo de contração na atividade do comércio. Apesar da queda nas vendas do varejo acima do esperado em março, apontada pelo IBGE na última Pesquisa Mensal do Comércio, na comparação anual as taxas negativas da evolução do volume de vendas vêm perdendo folego”, acrescenta Izis Ferreira.

    Perspectivas

    Único item na zona positiva (acima dos 100 pontos do corte de indiferença), o subíndice que mede as expectativas do empresário do comércio alcançou 149,2 pontos, alta de 1,8% em relação a abril, na série com ajuste sazonal. Na comparação anual, o crescimento foi de 22%.

    A expectativa quanto ao desempenho da economia segue melhorando: na avaliação de 81,4% dos entrevistados, a economia vai evoluir nos próximos seis meses.

    Comércio disposto a investir

    Em maio, o subíndice que mede as condições de investimento do comércio registrou aumento de 2,3% na passagem com ajuste sazonal, alcançando 88,5 pontos. Na passagem de abril para maio, aumentaram as intenções de investimento nas empresas (+3,2%), na contratação de funcionários (+2,7%) e em estoques (+1%).

    Na comparação anual, o índice cresceu 18,6%, com destaque para o aumento na intenção de contratação (+32,4%), de investimentos em estoques (+2,8%) e nas empresas (+21,7%).

    Para 67,4% dos consultados em maio, as intenções de investimento nas empresas serão menores, percentual abaixo de maio de 2016, quando 75,6% responderam que reduziriam os seus investimentos.

    De acordo com a CNC, a conjuntura gradualmente mais favorável aos investimentos e os indícios de retomada das vendas no varejo estimulam a confiança dos comerciantes. Apesar de ainda persistirem algumas incertezas, as vendas do comércio em 2017 devem experimentar melhora, com aumento de 1,5%.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) detecta as tendências do setor, do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6.000 empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos.

    Acesse a análise completa da Divisão Econômica da CNC, os gráficos e a série histórica do Icec.

    A economista Izis Ferreira está disponível para atender os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9384.

     

  • CNC divulga segunda-feira resultados de MAIO do Icec

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga na próxima segunda-feira, 22 de maio, os resultados de MAIO do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). A partir das 10 horas, a economista da CNC Izis Ferreira estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre o Icec

     

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga na próxima segunda-feira, 22 de maio, os resultados de MAIO do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). A partir das 10 horas, a economista da CNC Izis Ferreira estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre o Icec

     

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente seis mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os subíndices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos. O Icec avalia as condições atuais, as expectativas de curto prazo e as intenções de investimento dos empresários do comércio.

     

  • Intenção de investimentos no comércio registra maior alta anual em maio

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu 103 pontos no mês de maio, firmando-se na zona positiva alcançada no mês anterior (acima dos 100 pontos da zona de indiferença). Na passagem de abril para maio, o índice teve aumento de 2,7%, na série com ajuste sazonal, com altas generalizadas em todos os itens da pesquisa. Já na base de comparação anual, a confiança dos comerciantes obteve a maior taxa positiva da série histórica do indicador (+30%).

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu 103 pontos no mês de maio, firmando-se na zona positiva alcançada no mês anterior (acima dos 100 pontos da zona de indiferença). Na passagem de abril para maio, o índice teve aumento de 2,7%, na série com ajuste sazonal, com altas generalizadas em todos os itens da pesquisa. Já na base de comparação anual, a confiança dos comerciantes obteve a maior taxa positiva da série histórica do indicador (+30%).

    “Os últimos resultados do índice mostram que os comerciantes começam a enxergar sinais de retomada lenta e gradual das vendas, em um cenário de desempenho mais favorável da atividade do comércio, que esperamos que se consolide na segunda metade de 2017.”, aponta a economista da CNC Izis Ferreira. 

    Grande avanço na avaliação das condições atuais 

    O subíndice da pesquisa que mede a percepção dos comerciantes sobre as condições correntes chegou a 71,3 pontos, um importante aumento de 74,8% na comparação anual. Em relação a abril, a variação foi de +7%, com ajuste sazonal.

    A percepção dos varejistas quanto às condições atuais da economia melhorou em maio (+9,4%), assim como em relação ao desempenho do comércio (+7,6%) e ao da própria empresa (+5%).

    A proporção de comerciantes que avaliam as condições econômicas atuais como “piores” segue em queda. Para 71,2% dos varejistas, a economia piorou em maio, percentual abaixo daquele observado em abril (71,7%) e em maio do ano passado (93,9%).

    “O desempenho deste subíndice reflete a desaceleração no ritmo de contração na atividade do comércio. Apesar da queda nas vendas do varejo acima do esperado em março, apontada pelo IBGE na última Pesquisa Mensal do Comércio, na comparação anual as taxas negativas da evolução do volume de vendas vêm perdendo folego”, acrescenta Izis Ferreira. 

    Perspectivas 

    Único item na zona positiva (acima dos 100 pontos do corte de indiferença), o subíndice que mede as expectativas do empresário do comércio alcançou 149,2 pontos, alta de 1,8% em relação a abril, na série com ajuste sazonal. Na comparação anual, o crescimento foi de 22%.

    A expectativa quanto ao desempenho da economia segue melhorando: na avaliação de 81,4% dos entrevistados, a economia vai evoluir nos próximos seis meses. 

    Comércio disposto a investir 

    Em maio, o subíndice que mede as condições de investimento do comércio registrou aumento de 2,3% na passagem com ajuste sazonal, alcançando 88,5 pontos. Na passagem de abril para maio, aumentaram as intenções de investimento nas empresas (+3,2%), na contratação de funcionários (+2,7%) e em estoques (+1%).

    Na comparação anual, o índice cresceu 18,6%, com destaque para o aumento na intenção de contratação (+32,4%), de investimentos em estoques (+2,8%) e nas empresas (+21,7%).

    Para 67,4% dos consultados em maio, as intenções de investimento nas empresas serão menores, percentual abaixo de maio de 2016, quando 75,6% responderam que reduziriam os seus investimentos.

    De acordo com a CNC, a conjuntura gradualmente mais favorável aos investimentos e os indícios de retomada das vendas no varejo estimulam a confiança dos comerciantes. Apesar de ainda persistirem algumas incertezas, as vendas do comércio em 2017 devem experimentar melhora, com aumento de 1,5%.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) detecta as tendências do setor, do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6.000 empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos. 

  • Hotelaria quer mais segurança jurídica

    Das mais de 300 sugestões de alteração da Lei nº 11.771/2008, conhecida como Lei Geral do Turismo (LGT), encaminhadas por diversos segmentos ao Ministério do Turismo, 118 foram acatadas no Projeto de Lei nº 7.413/2017, enviado ao Congresso Nacional para atualização da norma. O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) reuniu entidades nacionais, representantes da cadeia produtiva do turismo, durante o Congresso Nacional de Hotéis (Conotel 2017), para debater os pontos que ficaram de fora.

    Das mais de 300 sugestões de alteração da Lei nº 11.771/2008, conhecida como Lei Geral do Turismo (LGT), encaminhadas por diversos segmentos ao Ministério do Turismo, 118 foram acatadas no Projeto de Lei nº 7.413/2017, enviado ao Congresso Nacional para atualização da norma. O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) reuniu entidades nacionais, representantes da cadeia produtiva do turismo, durante o Congresso Nacional de Hotéis (Conotel 2017), para debater os pontos que ficaram de fora.

    “Em 2016, o Cetur conduziu um grande processo de debate das propostas que foram encaminhadas ao ministério e ao Legislativo, nos reunimos aqui no Conotel para verificar os pontos não contemplados no projeto de lei e gerar uma proposta. Vamos estudar agora qual a melhor maneira de apresentá-la, por meio de emendas ou em um substitutivo”, declarou o presidente do Cetur/CNC, Alexandre Sampaio, durante painel que debateu a regulação do setor, realizado em 18 de maio, no Conotel.

    Entre as diversas demandas dos meios de hospedagem que não entraram no PL 7.413/2017 e que serão, segundo Sampaio, negociadas no Congresso Nacional, estão: estabelecimento da possibilidade de ofertar pacote de diárias, regras claras para a devolução de reservas, clareza quanto à hospedagem de crianças e adolescentes, adaptação dos quartos de hotéis e regulamentação das plataformas de hospedagem como o Airbnb, entre outros.

    Outro ponto lembrado pelo presidente do Cetur/CNC é que foram retiradas as definições e detalhamentos referentes aos flats, apart-hotéis e condo-hotéis da proposta de modernização da LGT. “Isso foi um objeto de definição da lei anterior e que foi resumido em um parágrafo, queremos retomar como estava, até para esclarecer a diferença entre esses meios de hospedagem e o ofertado pelas plataformas, como o Airbnb”, explicou.

    Hotelaria aponta gargalos específicos na regulação

    Não existe no País uma norma que possibilite a oferta de pacotes de diária, apesar desta ser uma prática comum aos meios de hospedagem, o que gera questionamentos por parte dos órgãos de defesa do consumidor. O segmento pede a previsão legal quanto à prática de pacotes de diária em períodos sazonais, como feriados, carnaval e réveillon, entre outros. Outro ponto abordado foi quanto à devolução do valor pago em reservas de diária: para os hoteleiros, é preciso regras que estabeleçam percentuais de devolução que levem em conta a data de desistência do consumidor e a data fixada para início da hospedagem, incluindo o que já decidiu o Superior Tribunal de Justiça (STJ) (devolução de 20% do valor pago a título de reserva). “Trata-se de problema de consumo reiteradamente judicializado, queremos critérios que prevejam os prazos para cancelamento e os valores a serem devolvidos, inclusive na hipótese de no show”, explica Sampaio.

    Sampaio anunciou ainda que o Cetur vai encaminhar, junto com as entidades parceiras, um pedido de alteração para que a exigência de 10% de unidades habitacionais (UH) adaptadas, estabelecida pelo Estatuto do Deficiente (Lei nº 13.425), seja cobrada apenas dos novos empreendimentos. “É impossível implementar isso nos hotéis já existentes, temos hotéis tombados pelo patrimônio histórico, e as adaptações podem inviabilizar financeiramente alguns empreendimentos”, defendeu o presidente do Cetur. De qualquer forma, ele esclareceu que a norma só passa a valer em janeiro de 2018 e que é necessário que exista uma regulamentação municipal para que os hotéis sejam cobrados.

    Também foi apresentada uma proposta que contempla a regulamentação das plataformas digitais na LGT como prestadores de serviços turísticos, obrigando-as a fazer parte do Cadastur (Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos) e fixação do período mínimo de 30 dias para “locação para temporada”, prevista na Lei de Locações (Lei nº 8.245/91). As regras são vistas como forma de tornar mais justa a competição entre os meios de hospedagem tradicionais e as plataformas digitais de reserva de hospedagem.

    Autoridades apoiam demandas

    O presidente da Embratur, Vinicius Lummertz, que integrou o painel sobre regulação, reconhece a necessidade de avançar em várias reformas para desburocratizar os negócios e ampliar a competitividade nacional. “O turismo precisa da modernização no ambiente de negócios no Brasil, que vai passar pela modernização do ambiente de negócios no geral, e um conjunto de reformas no sentido macro”, afirmou Lummertz. Ele comentou ainda a atual crise no cenário político, que, de certa forma, deixa em suspenso a possibilidade de dar continuação ao trabalho já iniciado. “Quem estava aqui na abertura do Conotel, ontem (17), sabe que o Brasil do qual falei aqui já é diferente do que temos hoje (18), e estamos torcendo e trabalhando para que consigamos ainda aprovar essa ‘nau’ de reformas, porque precisamos de mais competitividade.” E conclui: “Minha proposta é que possamos aprovar esse PL da LGT e também a alteração da Embratur e as medidas referentes ao plano Brasil + Turismo, mas fica mais difícil diante do momento político que estamos vivendo”.

    Participaram ainda do painel que debateu a regulação no setor de hotéis e no turismo a deputada federal Magda Mofatto (PR-GO), que defendeu o setor do comércio de bens, serviços e turismo; e o deputado federal e presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo (FrenTur), Herculano Passos (PSD-SP), que defendeu a liberação dos cassinos no País e abordou dois projetos de lei sobre o tema, um da Câmara dos Deputados e outro do Senado Federal. Para Herculano, os cassinos serão uma alternativa importante para a atração de turistas estrangeiros e divisas, ampliando a geração de emprego e renda no Brasil.

  • Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec): maio de 2017

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador mensal antecedente, apurado entre os tomadores de decisão das empresas do varejo para detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador mensal antecedente, apurado entre os tomadores de decisão das empresas do varejo para detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos.

  • Sumário Econômico 1487

    Destaque da edição:

    Confiança das famílias mostra maior evolução anual da série

    Destaque da edição:

    Confiança das famílias mostra maior evolução anual da série

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) registrou queda de 0,2% na avaliação mensal e aumento de 11,1% em relação a maio de 2016. O índice total ainda permanece em um nível menor que 100 pontos, abaixo da zona de indiferença, o que indica uma percepção de insatisfação com a situação atual. O nível de confiança das famílias com renda abaixo de dez salários mínimos mostrou piora de 1% na comparação mensal; e o daquelas com renda acima de dez salários mínimos apresentou aumento de 3,2%. O índice das famílias mais ricas está em 89,5 pontos; e o das demais, em 75,4 pontos. Os índices abertos por faixa de renda também continuam abaixo dos 100 pontos.

    Queda inédita na venda de alimentos interrompe sequência positiva do varejo

    Apesar de registrar recuperações em três dos dez segmentos do setor e perdas menos acentuadas no comparativo anual, vendas encerraram o primeiro trimestre com queda de 2,5%. CNC mantém projeção de 2017 em +1,5%. De acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada hoje (11/05) pelo IBGE, o volume médio de vendas do varejo recuou 1,9% no mês de março em relação ao mês anterior, já considerados os ajustes sazonais – resultado que interrompeu uma sequência de quatro altas consecutivas nessa base comparativa. Cinco dos dez segmentos pesquisados registraram alta no mês com destaque para os ramos de móveis e eletrodomésticos (+6,1%) – que registrou seu melhor resultado em 15 meses – e de materiais de construção (+2,7%). A reação em dois segmentos onde o tíquete médio não é tão elevado quanto, por exemplo, no comércio automotivo coincide com o avanço de 6,5% no crédito concedido às pessoas físicas naquele mês – a maior variação mensal em seis anos.

    Resultados de abril indicam manutenção da descompressão dos preços

    Os últimos resultados dos índices de preços indicam manutenção do processo de desaceleração da inflação em 2017. Tanto o IPCA como seu índice prévio registraram descompressão em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse processo tende a se intensificar, refletindo um cenário benigno para os preços ao longo do ano. O IPCA-15 – prévia do índice utilizado no regime de metas de inflação – apresentou alta de 0,21% no mês de abril, contra +0,15% em março. A inflação registrou o resultado mais baixo para o mês desde o ano de 2006. O resultado divulgado pelo IBGE ficou abaixo da média de 0,27% estimada pelos analistas. No ano, o índice apresentou elevação de 1,22%, abaixo da elevação de 3,32% do mesmo período do ano anterior. No acumulado em 12 meses, a inflação acusou alta de 4,41%, abaixo dos 4,43% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. É a primeira vez que o IPCA fica abaixo de 4,5% desde agosto de 2010, nessa base de comparação.

    Mudanças nos negócios

    Os tempos de crise não são bons. As recessões geram insatisfação, incertezas e queda dos rendimentos. As vendas encolhem; caem os lucros; dependendo da intensidade, os preços tendem a estabilizar ou deflacionar; os trabalhadores perdem força negociadora e assim os salários sofrem perdas; aumenta-se o risco dos investimentos e inúmeros empreendimentos são encerrados. A conjuntura recessiva cria certo darwinismo empresarial. Nos negócios, sobrevivem as mais fortes, em geral as grandes, aquelas empresas preparadas, que possuem boa reciprocidade com o sistema bancário, apresentam gorduras para queimar e têm nichos de mercado cativos, não sendo tão suscetíveis a enfrentar períodos de crise. Para a empresa permanecer funcionando no ambiente econômico, isso vem sendo analisado em seus diversos aspectos pela literatura gerencial. A imensa bibliografia a respeito da gestão estratégica e da administração ensina através de inserção de novos conceitos, bem como de novos modelos de negócio, propostas de criação de valor ao consumidor e entendimento sobre o que vem acontecendo com as inovações, tendências de consumo e soluções para mitigar carências e problemas visando satisfazer necessidades dos consumidores.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 091/2017

    DESTAQUES:

    Deferido o Registro Sindical ao Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Estado do Amapá

    Autorizado o afastamento do País do Ministro de Estado do Trabalho para participar da 106ª Conferência Internacional do Trabalho da OIT

    Designados representantes do Sindicato do Comércio Varejista de Londrina e Região para o Conselho de Previdência Social da Gerência Executiva do Instituto Nacional do Seguro Social em Londrina

    DESTAQUES:

    Deferido o Registro Sindical ao Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Estado do Amapá

    Autorizado o afastamento do País do Ministro de Estado do Trabalho para participar da 106ª Conferência Internacional do Trabalho da OIT

    Designados representantes do Sindicato do Comércio Varejista de Londrina e Região para o Conselho de Previdência Social da Gerência Executiva do Instituto Nacional do Seguro Social em Londrina