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  • Relator altera texto sobre dívida dos estados; quórum baixo adia votação

    O relator da proposta que cria um plano de recuperação para estados em situação de calamidade fiscal (PLP 343/2017), deputado Pedro Paulo (PMDB-RJ), apresentou nesta terça-feira (11/4) um novo texto substitutivo. A votação do projeto, no entanto, acabou adiada pela terceira vez em uma semana, após o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, encerrar os trabalhos por considerar o quórum baixo.

    O relator da proposta que cria um plano de recuperação para estados em situação de calamidade fiscal (PLP 343/2017), deputado Pedro Paulo (PMDB-RJ), apresentou nesta terça-feira (11/4) um novo texto substitutivo. A votação do projeto, no entanto, acabou adiada pela terceira vez em uma semana, após o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, encerrar os trabalhos por considerar o quórum baixo.

    Uma das alterações do relator determina que estados que aderirem ao regime de recuperação fiscal poderão continuar firmando novos convênios com a União em caso de extrema urgência, como desastres ou catástrofes, e para atender instituições da área social. “Não impediremos o funcionamento de instituições de assistência que têm serviços regulares de apoio a pessoas com deficiência, a mulheres e a jovens em situações de risco”, explicou Pedro Paulo.

    Outra mudança permite a continuidade das transferências voluntárias do governo federal aos estados que aderirem ao Regime de Recuperação Fiscal criado pela proposta. Por fim, o relator também alterou o texto para autorizar os estados a realizarem saques em contas de depósitos judiciais. “Nesse último caso, os fundos do Poder Judiciário não poderão ser apropriados pela União para cobrir deficit”, explicou o relator.

    Partidos de oposição, no entanto, consideraram as mudanças tímidas e mantiveram o processo de obstrução, criticando, principalmente, as contrapartidas impostas pelo governo federal aos estados para suspender temporariamente a cobrança da dívida. Entre as exigências estão: a venda de empresas públicas, o aumento da contribuição previdenciária de servidores (ativos e aposentados) e o congelamento de salários.

    Texto alternativo

    Diante das críticas, o líder do PT, deputado Carlos Zarattini (SP), cobrou a votação nominal de um requerimento de preferência para um texto alternativo proposto por ele. “Precisamos mostrar quem é a favor do texto do governo, que arrocha os estados e vai levar à quebra do Rio de Janeiro, e quem quer efetivamente recuperar a economia dos estados”, disse o deputado.

    A emenda substitutiva global de Zarattini permite a renegociação das dívidas de todos os estados e não apenas dos mais endividados – Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais –, como prevê o substitutivo do relator. “Nós temos muitos estados que vão entrar na fila da quebradeira e precisamos evitar isso”, disse.

    Além disso, a emenda de Zarattini retira a maior parte das contrapartidas impostas pelo governo federal, passando a ganhar apoio de outros partidos. Antes da votação da preferência para o texto de Zarattini, no entanto, a base governista conseguiu aprovar um outro requerimento de votação nominal e evitou que o texto do líder do PT fosse votado pelo processo nominal.

    Para a oposição, a base do governo “manobrou” para impedir a análise do texto de Zarattini, o qual, na avaliação dos oposicionistas, teria mais aceitação entre os deputados da própria base aliada.

    O encerramento da terceira sessão extraordinária do dia ocorreu após o Plenário atingir o quórum de 292 deputados, que foi considerado baixo para a análise de um projeto de lei complementar (PLP) por Rodrigo Maia. Se a Ordem do Dia fosse iniciada, o Plenário teria que continuar a análise de um pedido de preferência para a votação de emenda Zarattini em vez do substitutivo do deputado Pedro Paulo.

  • Relator vai eliminar corte por idade nas regras de transição da reforma da Previdência

    O relator da reforma da Previdência (PEC 287/2016), deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), afirmou nesta terça-feira (11/4) que vai propor mudanças na regra de transição em seu parecer a ser apresentado na próxima semana em comissão especial da Câmara dos Deputados.

    Ele participou de entrevista coletiva no Palácio do Planalto após reunião com presidente da República, Michel Temer, com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e com líderes da base do governo.

     

    O relator da reforma da Previdência (PEC 287/2016), deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), afirmou nesta terça-feira (11/4) que vai propor mudanças na regra de transição em seu parecer a ser apresentado na próxima semana em comissão especial da Câmara dos Deputados.

    Ele participou de entrevista coletiva no Palácio do Planalto após reunião com presidente da República, Michel Temer, com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e com líderes da base do governo.

     

    Segundo o relator, a previsão é que não exista mais uma idade para que as pessoas sejam enquadradas na regra de transição da aposentadoria – o texto original do governo previa 45 anos para as mulheres e 50 para os homens.

    Pedágio

    Arthur Maia explicou ainda que o “pedágio” exigido – tempo que o trabalhador terá de contribuir a mais para solicitar o benefício – será menor do que os 50% propostos pelo Executivo. Ele também adiantou que, segundo seu substitutivo, existirá uma idade mínima progressiva para aposentadoria a partir da promulgação da PEC, que subirá até atingir 65 anos.

    “Haverá uma idade mínima no momento da promulgação da PEC, independentemente da idade de cada um, e haverá um ‘pedágio’, que será menor que 50% e se estenderá até os 30 anos de idade para homens e mulheres. Esses dois pontos representam os dois alicerces básicos da mudança que será feita”, explicou.

    Apoio da base

    Arthur Maia afirmou que os líderes da base aliada se comprometeram a encaminhar o voto favorável ao texto da reforma da Previdência, após as alterações propostas. “Saio com a comunicação de que todos os líderes que estiveram presentes na reunião nos autorizaram a dizer que, diante das alterações que foram sinalizadas, eles encaminharão nas suas bancadas, a favor da aprovação do nosso relatório”, informou.

    O relator disse que as alterações vão permitir que o governo aprove a reforma no Plenário da Câmara. “O texto reflete a necessidade da reforma e reflete o contorno de dificuldades que existiam em relação ao original.”

  • Aprovado plano de trabalho para avaliação do Simples Nacional

    A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (11/4) plano de trabalho apresentado pelo senador José Pimentel (PT-CE) para avaliação de política pública sobre o Simples Nacional, regime especial unificado de arrecadação de tributos e contribuições devidos pelas microempresas e empresas de pequeno porte.

    A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (11/4) plano de trabalho apresentado pelo senador José Pimentel (PT-CE) para avaliação de política pública sobre o Simples Nacional, regime especial unificado de arrecadação de tributos e contribuições devidos pelas microempresas e empresas de pequeno porte.

    Conforme o senador, devem ser avaliados os impactos do Simples Nacional sobre a geração de empregos, a redução da informalidade na atividade econômica, o aumento da arrecadação de tributos federais, estaduais e municipais, e o incentivo ao empreendedorismo e à inovação.

    A avaliação é prevista na Resolução 44/2013, que alterou o Regime Interno do Senado Federal.

     

  • Síntese da Conjuntura 15/04/2017

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.   

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.   

  • Informe Representações 413

    Assessoria de Gestão das Representações 11/04/2017 – Ano 6, nº 413

    Comissão Mista da Medida Provisória nº 761/2016

    Audiência Pública

    Assessoria de Gestão das Representações 11/04/2017 – Ano 6, nº 413

    Comissão Mista da Medida Provisória nº 761/2016

    Audiência Pública

    Laércio José de Oliveira, vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), representará a entidade, acompanhado de Antonio Lisboa, advogado da Divisão Sindical da CNC, em Audiência Pública, no âmbito da Comissão Mista da Medida Provisória nº 761/2016, que altera o Programa de que trata a Lei nº 13.189, de 19 de novembro de 2015, para denominá-lo “Programa Seguro-Emprego”.

    A audiência pública será realizada amanhã, 12 de abril de 2017, às 14h30, na sala de reuniões nº 6, da Ala Senador Nilo Coelho, anexo II, do Senado Federal, em Brasília/DF.

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.org.br

  • Economia colaborativa é tema de seminário promovido pela CNC

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), realiza na segunda-feira, 17 de abril, o seminário Impactos da “Economia Colaborativa – Hospedagem”, na sede da CNC, no centro do Rio. O encontro será aberto ao público (inscrições no link) e reunirá diversos especialistas do setor, entre governo e agentes privados, para debate sobre os desafios da indústria perante a revolução das plataformas de compartilhamento.

     

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), realiza na segunda-feira, 17 de abril, o seminário Impactos da “Economia Colaborativa – Hospedagem”, na sede da CNC, no centro do Rio. O encontro será aberto ao público (inscrições no link) e reunirá diversos especialistas do setor, entre governo e agentes privados, para debate sobre os desafios da indústria perante a revolução das plataformas de compartilhamento.

     

    “Não há dúvida que o crescimento dos ecossistemas digitais é de extrema importância para o desenvolvimento e o fortalecimento do mercado turístico nacional, mas é certo que estas inovações trazem consigo uma complexa discussão sobre a atuação destas novas empresas em um mercado já consolidado, com regras claras”, comenta o presidente do Cetur, Alexandre Sampaio.

     

    Os desafios que a inovação disruptiva tem gerado ao marco regulatório vigente também serão assunto para discussão no seminário, já que no País o setor hoteleiro é onerado com alta carga tributária e assume compromissos de segurança com os seus clientes.

     

    “Aqui no Brasil não se pretende acabar com este tipo de turismo, mas sim regulamentá-lo, de forma que esses novos agentes do mercado concorram nas mesmas condições, a exemplo do que já foi feito em grandes metrópoles mundo afora, como Nova York, Berlim e Paris – ícones do turismo mundial e globalmente reconhecidas pela inovação e livre competição”, reforça Sampaio.

     

    Participarão do evento representantes do Ministério do Turismo, do Ministério da Ciência e Tecnologia, do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil, da Associação Brasileira de Resorts, do Sindicato da Habitação do Rio de Janeiro, entre outros.

     

    Seminário Impactos da Economia Colaborativa – Hospedagem

    Data: 17 de abril de 2017

    Local: CNC/RJ

    Horário: das 13h às 19h

     

    Confira a programação do evento e saiba como fazer sua inscrição.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 067/2017

    DESTAQUES:

    Decreto dispõe sobre a composição da Câmara de Comércio Exterior – CAMEX

    Polícia Federal fixa regras para credenciamento de instrutores que atuarão nas empresas especializadas em curso de formação de vigilantes

    DESTAQUES:

    Decreto dispõe sobre a composição da Câmara de Comércio Exterior – CAMEX

    Polícia Federal fixa regras para credenciamento de instrutores que atuarão nas empresas especializadas em curso de formação de vigilantes

  • CAS debate prevalência de acordo coletivo sobre legislação trabalhista

    A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) fará audiência pública na quarta-feira (12/4) para debater o projeto de lei que estabelece a prevalência dos acordos coletivos de trabalho sobre a legislação trabalhista. A audiência faz parte de ciclo de debates da comissão sobre a reforma trabalhista, e será realizada após a sessão deliberativa da CAS do mesmo dia, marcada para as 9h.

    A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) fará audiência pública na quarta-feira (12/4) para debater o projeto de lei que estabelece a prevalência dos acordos coletivos de trabalho sobre a legislação trabalhista. A audiência faz parte de ciclo de debates da comissão sobre a reforma trabalhista, e será realizada após a sessão deliberativa da CAS do mesmo dia, marcada para as 9h.

    O PL 6787/2016, que tramita em uma comissão especialna Câmara dos Deputados regulamenta a força normativa de convenções e acordos coletivos de trabalho. Segundo o texto, essas deliberações terão força de lei quando tratarem de parcelamento de férias, cumprimento de jornada, participação nos lucros da empresa, seguro-desemprego, planos de cargos e salários, banco de horas e trabalho remoto, entre outros temas. O objetivo da proposta é fortalecer a autonomia das negociações entre trabalhadores em empresa e dar a elas segurança jurídica.

    Foram convidados para a audiência pública o assessor especial do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) Admilson Moreira dos Santos; o procurador Renan Bernardi Kalil, da Coordenadoria Nacional de Promoção da Liberdade Sindical do Ministério Público do Trabalho; Sylvia Lorena Teixeira de Sousa, gerente-executiva de Relações do Trabalho da Confederação Nacional da Indústria (CNI); Maria das Graças Costa, secretária nacional de Relações de Trabalho da Central Única dos Trabalhadores (CUT); e o deputado federal Paulo Pereira da Silva (SD-SP), presidente da Força Sindical.

    A audiência será pública e interativa. Os cidadãos interessados em participar podem fazê-lo através do Portal e-Cidadania ou pelo telefone Alô Senado (0800-612211). Ela terá lugar no plenário 9 da Ala Senador Alexandre Costa.

  • Mapa do Turismo Brasileiro em análise na CDR

    A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) analisa na quarta-feira (12/4) projeto que busca aperfeiçoar a legislação turística do País. O projeto de lei da Câmara ( PLC 147/2015) trata do Mapa do Turismo Brasileiro, com o objetivo de contribuir para a ampliação dos destinos turísticos por todas unidades da federação e otimizar a aplicação dos recursos públicos nessas localidades.

    A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) analisa na quarta-feira (12/4) projeto que busca aperfeiçoar a legislação turística do País. O projeto de lei da Câmara ( PLC 147/2015) trata do Mapa do Turismo Brasileiro, com o objetivo de contribuir para a ampliação dos destinos turísticos por todas unidades da federação e otimizar a aplicação dos recursos públicos nessas localidades.

    O relator da proposta, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), apresentou um substitutivo ao texto aprovado na Câmara dos Deputados. Originalmente, o PLC classificava os diferentes tipos de estâncias turísticas e definia requisitos mínimos para uma cidade receber essa conceituação. Davi avaliou que o projeto estava em desacordo com a Política Nacional de Turismo implementada de forma regionalizada pelo Ministério do Turismo em âmbito nacional.

    De acordo com o novo texto do PLC, o Mapa do Turismo Brasileiro é a base territorial para o desenvolvimento das políticas públicas setoriais e locais de turismo, com foco na gestão, estruturação, qualificação, promoção e apoio à comercialização do turismo brasileiro, de forma regionalizada e descentralizada. O Mapa do Turismo Brasileiro será composto por regiões turísticas e cada uma será composta por municípios que devem possuir características similares e/ou complementares, tais como identidade histórica, cultural, econômica e/ou geográfica.

    Caberá ao governo federal definir e atualizar periodicamente o Mapa do Turismo Brasileiro, com o apoio dos estados e do Distrito Federal. Da mesma forma, será feita a definição dos critérios a serem utilizados na identificação das regiões turísticas e dos municípios que as comporão. Eles deverão ser os beneficiários dos recursos públicos para o desenvolvimento do turismo. A reunião da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo está marcada para começar às 8h30, na sala 13 da Ala Alexandre Costa do Anexo II do Senado Federal.

    Para o senador, o projeto vai estimular a regionalização do turismo em todos os quadrantes do Brasil e, por conseguinte, a competitividade num nível internacional mais agressivo e bem-sucedido.

  • CCJ votará projeto que altera a Lei Geral do Turismo

    A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) votará nesta quarta-feira (12/4) o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 23/2014 que altera as regras de transporte turístico. O relator designado pela comissão, senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), rejeitou as definições originais do projeto e apresentou substitutivo à matéria.

    A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) votará nesta quarta-feira (12/4) o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 23/2014 que altera as regras de transporte turístico. O relator designado pela comissão, senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), rejeitou as definições originais do projeto e apresentou substitutivo à matéria.

    Ferraço defendeu a apresentação de substitutivo argumentando que o projeto original, de autoria do deputado Otávio Leite (PSDB-RJ), traz mais trâmites burocráticos e restrições para o trabalho dos guias de turismo. O texto original do projeto estabelece que os guias de turismo devem registrar os veículos próprios, de cônjuge ou de dependente utilizados no desempenho de suas atividades profissionais.

    O registro deveria ser feito nos órgãos de turismo de cada município quando houvesse tal exigência e no do estado de circulação, além de no Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur).

    Apesar de rejeitar o projeto, Ferraço propõe no seu substitutivo corrigir “uma injustiça” que identificou na Portaria nº 312/2013 do Ministério do Turismo, que impede os guias de turismo de utilizarem veículos para exercer sua atividade. A definição restringe a permissão de transporte turístico à agências de turismo com frota própria e à transportadoras turísticas, devidamente cadastradas no Ministério do Turismo.

    A portaria, editada no governo anterior, baseia-se na Lei nº 11.771/2008, conhecida como a Lei Geral do Turismo. Na avaliação de Ferraço, as restrições definidas impedem o trabalho autônomo de guias turísticos e beneficiam os interesses de empresas de turismo.

    Nesse sentido, o substitutivo altera a LGT e estabelece que tanto profissionais independentes, na condição de pessoas físicas, quanto aqueles titulares em empresas individuais podem utilizar veículos próprios no desempenho de sua função. Em relatório, o senador argumenta que “embora a mencionada Lei não vede diretamente o uso de veículos no desempenho das atividades dos guias de turismo, normas infralegais criadas no governo anterior estariam criando tal constrangimento”.

    O projeto deve ser votado na reunião da CCJ desta quarta-feira (12) às 10h, na sala 3 da Ala Senador Alexandre Costa, no Anexo II do Senado.