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  • Confiança do comércio alcança o maior nível dos últimos dois anos

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), chegou a 99,9 pontos no mês de março, alcançando o maior nível dos últimos dois anos. Na série com ajuste sazonal, o aumento mensal foi de 6,4%. Já em relação ao mesmo período de 2016, o crescimento foi de 23,6%, a nona taxa positiva nesta base de comparação.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), chegou a 99,9 pontos no mês de março, alcançando o maior nível dos últimos dois anos. Na série com ajuste sazonal, o aumento mensal foi de 6,4%. Já em relação ao mesmo período de 2016, o crescimento foi de 23,6%, a nona taxa positiva nesta base de comparação.

    “Ainda que os comerciantes não enxerguem retomada mais expressiva das vendas no curto prazo, a menor pressão sobre os preços do varejo assim como a taxa de juros em queda têm estimulado a confiança. A liberação das contas inativas do FGTS é outro aspecto positivo para aliviar, em um primeiro momento, o comprometimento da renda das famílias com dívidas”, aponta a economista da CNC Izis Ferreira.

    Condições atuais

    O subíndice da pesquisa que mede a percepção dos comerciantes sobre as condições correntes chegou a 68,2 pontos, um aumento de 54,4% na comparação anual, a oitava variação positiva nesta base de comparação ao longo dos últimos 12 meses. Em relação a fevereiro, o aumento foi de 16,7%, com ajuste sazonal.

    A percepção dos varejistas quanto às condições atuais da economia melhorou em março (+29,9%), assim como em relação ao desempenho do comércio (+13,4%) e ao da própria empresa (+11,6%). A proporção de comerciantes que avaliam as condições econômicas atuais como “piores” recuou para 74% dos varejistas, ante 79,4% registrados no mês passado.

    Perspectivas

    Único item na zona positiva (acima dos 100 pontos do corte de indiferença), o subíndice que mede as expectativas do empresário do comércio alcançou 147,6 pontos, alta de 4% em relação a fevereiro, na série com ajuste sazonal. O índice recuperou as duas taxas negativas apresentadas pelo indicador nos dois meses anteriores. Na comparação anual, o crescimento foi de 20,2%.

    Na avaliação de 79,7% dos entrevistados, a economia vai melhorar nos próximos meses, percentual acima dos 73,8% assinalados em fevereiro, porém abaixo dos 82,2% registrados em dezembro.

    Investimentos e estoques

    Em março, o subíndice que mede as condições de investimento do comércio registrou aumento de 3,2% com ajuste sazonal, alcançando 84,1 pontos. Aumentaram as intenções de investimento nas empresas (+5,8%), na contratação de funcionários (3,7%) e em estoques (0,4%). Na comparação anual, o índice também cresceu 11%. Apesar de as intenções de contratação de funcionários (+22,4%) e de investimento no capital social das empresas (+12,1%) terem aumentado na comparação com o mesmo período de 2016, piorou a percepção dos comerciantes sobre estoques diante da programação de vendas – o índice de investimentos em estoques caiu (-0,7%).

    Dentre os comerciantes entrevistados, 31% acreditam que os estoques estão acima do adequado em março.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) detecta as tendências do setor, do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6.000 empresas situadas em todas as capitas do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos.

  • Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec): março de 2017

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador mensal antecedente, apurado entre os tomadores de decisão das empresas do varejo para detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador mensal antecedente, apurado entre os tomadores de decisão das empresas do varejo para detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos.

  • CNC divulga amanhã resultados de MARÇO do Icec

    [22/03/2017]A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, quinta-feira, dia 23 de março, os resultados de MARÇO do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). A partir das 10 horas, a economista da CNC Izis Ferreira estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre o Icec

     

    [22/03/2017]A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, quinta-feira, dia 23 de março, os resultados de MARÇO do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). A partir das 10 horas, a economista da CNC Izis Ferreira estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre o Icec

     

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente seis mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os subíndices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos. O Icec avalia as condições atuais, as expectativas de curto prazo e as intenções de investimento dos empresários do comércio.

     

  • Votação de projeto sobre trabalho terceirizado é adiada para esta quarta-feira

    A discussão e votação do projeto que regulamenta a terceirização e o trabalho temporário (PL 4302/1998) foi adiada para esta quarta-feira (22/3). O relator do projeto, deputado Laercio Oliveira (SD-SE), explicou que não houve tempo hábil para o início da discussão na noite desta terça-feira, visto que a Ordem do Dia só foi iniciada por volta das 20h e havia a previsão de obstrução de partidos contrários à proposta.

    A discussão e votação do projeto que regulamenta a terceirização e o trabalho temporário (PL 4302/1998) foi adiada para esta quarta-feira (22/3). O relator do projeto, deputado Laercio Oliveira (SD-SE), explicou que não houve tempo hábil para o início da discussão na noite desta terça-feira, visto que a Ordem do Dia só foi iniciada por volta das 20h e havia a previsão de obstrução de partidos contrários à proposta.

    “Como haveria pouco tempo restante da sessão para discutir a proposta e para evitar qualquer especulação de que se tentaria debater a matéria na calada da noite, optou-se por deixar para esta quarta-feira. Assim, venceremos a obstrução e votaremos a proposta”, disse o relator, que estipulou que todo o processo deve durar por volta de dez horas.

    O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, declarou que pretende iniciar a votação às 11 horas e só vai encerrar os trabalhos quando a votação for encerrada.

    A proposta

    Os deputados precisam votar o texto aprovado (substitutivo) pelos senadores ao projeto e decidir se aceitam as mudanças ou retomam o texto da Câmara. Um dos pontos da proposta do Senado regulamenta a responsabilidade das empresas contratante e da terceirizada em relação às obrigações trabalhistas dos funcionários.

    Pelo texto, a responsabilidade é subsidiária, ou seja, a empresa que contratou a terceirizada só poderá ser acionada se não houver mais bens da terceirizada para o pagamento da condenação relativa a direitos não pagos. É diferente da responsabilidade solidária, em que o trabalhador pode acionar ao mesmo tempo contratante e terceirizada para o pagamento da causa trabalhista. Atualmente, de acordo com decisões da Justiça do Trabalho, em alguns casos, a contratante e a terceirizada respondem solidariamente.

    O substitutivo também regulamenta aspectos do trabalho temporário, aumentando de três para seis meses o tempo máximo de sua duração.

    Debates

    A proposta já dividiu opiniões em Plenário mesmo antes do início das votações. Relator da proposta de reforma trabalhista (PL 6787/2016), o deputado Rogério Marinho (PSDB-RN) disse que a terceirização favorece a especialização das empresas, que vão subcontratar serviços. “Vejam a construção civil: qual empresa detém máquinas para fazer fundações?”, questionou. Segundo ele, a regulamentação do trabalho terceirizado vai dar segurança jurídica aos trabalhadores nessa situação.

    “É agredir os fatos dizer que 12 milhões de trabalhadores brasileiros terceirizados devem viver no limbo. Temos de dar um passo na modernidade e estabilizar as regras para evitar o êxodo das indústrias para outro país”, continuou Marinho.

    O deputado Ivan Valente (Psol-SP), entretanto, chamou a proposta de “retrocesso” aos direitos trabalhistas. “O discurso da modernização das relações de trabalho é, na verdade, a precarização dessas relações. Essa proposta é a mais radical, porque terceiriza atividades-meio e atividades-fim e também retira a responsabilidade da contratante por falhas cometidas pelas terceirizadas”, criticou.

  • Projeto concede imunidade tributária para bens adquiridos por entidades

    O deputado Francisco Floriano (DEM-RJ) apresentou projeto de lei que concede imunidade tributária a compras realizadas, no País, por partidos políticos, entidades sindicais de trabalhadores, e instituições de educação e de assistência social sem fins lucrativos (PL 5169/2016).

    A imunidade valerá apenas para as compras de bens e produtos que irão compor o patrimônio da entidade ou serão utilizados na realização e manutenção de seus objetivos estatutários. Em termos contábeis, são os bens que comporão o ativo imobilizado ou a conta de intangíveis das entidades.

    O deputado Francisco Floriano (DEM-RJ) apresentou projeto de lei que concede imunidade tributária a compras realizadas, no País, por partidos políticos, entidades sindicais de trabalhadores, e instituições de educação e de assistência social sem fins lucrativos (PL 5169/2016).

    A imunidade valerá apenas para as compras de bens e produtos que irão compor o patrimônio da entidade ou serão utilizados na realização e manutenção de seus objetivos estatutários. Em termos contábeis, são os bens que comporão o ativo imobilizado ou a conta de intangíveis das entidades.

    Controvérsia

    O objetivo da proposta, segundo Francisco Floriano, é deixar claro na legislação que as entidades estão imunes da cobrança do ICMS, imposto estadual que incide sobre a compra de bens. Hoje, conforme explicou, existe uma controvérsia jurídica sobre a aplicação do tributo nas aquisições feitas pelas entidades para o ativo imobilizado, como computadores e prédios.

    Ele lembrou que as compras externas feitas pelas entidades já estão livres de tributos. “O que defendemos é uma aplicação do direito de forma isonômica”, afirmou.

    O projeto modifica o Código Tributário Nacional (Lei 5.172/1966), que concede imunidade tributária sobre o patrimônio, a renda e serviços das entidades. “Os bens [adquiridos] compõem o patrimônio das entidades e estão atrelados à execução de seus objetivos, não podendo, portanto, em respeito a norma constitucional, sofrerem a incidência de qualquer imposto”, disse Floriano.

    Tramitação

    O projeto tramita em caráter conclusivo nas comissões de Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

  • Reforma trabalhista tem pelo menos 80 emendas relacionadas à prevalência de acordo sobre a lei

    O relator da proposta de Reforma Trabalhista (PL 6787/16), deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), disse que pelo menos 80 emendas apresentadas modificam pontos da “espinha dorsal” do texto, que é a prevalência do negociado sobre o legislado.

    “Há uma preocupação inclusive em dar uma blindagem para evitar contestações posteriores”, disse Marinho. Até a noite do dia 21/03, foram apresentadas 478 emendas ao texto. O prazo termina nesta quarta-feira (22).

    O relator da proposta de Reforma Trabalhista (PL 6787/16), deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), disse que pelo menos 80 emendas apresentadas modificam pontos da “espinha dorsal” do texto, que é a prevalência do negociado sobre o legislado.

    “Há uma preocupação inclusive em dar uma blindagem para evitar contestações posteriores”, disse Marinho. Até a noite do dia 21/03, foram apresentadas 478 emendas ao texto. O prazo termina nesta quarta-feira (22).

    O projeto estabelece que o acordo coletivo vai prevalecer para 13 pontos específicos, entre eles plano de cargos e salários e parcelamento de férias anuais em até três vezes.

    Marinho afirmou que o número de emendas reflete uma demanda sobre a questão trabalhista. “Os parlamentares estão falando sobre temas mais variados, seja reforma sindical ou processo na Justiça do Trabalho.”

  • Ministro convida a CNC para integrar Comitê Gestor do programa Pró-Ética

    Em visita à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no Rio de Janeiro, quinta-feira (16), o ministro da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União, Torquato Jardim, convidou a entidade a integrar o Comitê Gestor do Pró-Ética, programa que, entre outros pontos, busca conscientizar as empresas sobre seu relevante papel no enfrentamento da corrupção.

    Em visita à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no Rio de Janeiro, quinta-feira (16), o ministro da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União, Torquato Jardim, convidou a entidade a integrar o Comitê Gestor do Pró-Ética, programa que, entre outros pontos, busca conscientizar as empresas sobre seu relevante papel no enfrentamento da corrupção.

    Segundo Torquato Jardim, o Brasil vive uma fase de transição e o trabalho conjunto entre a administração pública e a iniciativa privada é uma forma de ajudar o País a avançar. “Queremos capilarizar ao máximo a participação das empresas e da iniciativa privada para que elas nos ajudem na primeira linha de defesa da ética e da transparência nos municípios”, afirmou o ministro durante o almoço realizado logo após a reunião mensal da Diretoria da Confederação.

    Em sua saudação ao ministro, o presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, destacou a importância do trabalho e da missão de Torquato Jardim no atual momento do País. “Para nós que administramos recursos compulsórios com a finalidade de representação sindical e desenvolvimento social e educacional e fazemos questão de que esses recursos sejam bem empregados, a defesa da transparência é fundamental”, afirmou Oliveira Santos.

    Na apresentação do ministro aos diretores da CNC e presidentes das Federações, o consultor da Presidência da Confederação, o ex-senador Bernardo Cabral, lembrou a trajetória de Torquato Jardim na área do Direito, como advogado, magistrado, professor universitário e autor de livros. “Ele deixou seu nome consignado como grande constitucionalista e, hoje, também como administrador. Um administrador corajoso que se posiciona no combate à leniência e não tem medo de dizer o que pensa”, saudou Bernardo Cabral.

    Integridade e Transparência

    O Pró-Ética é resultado da conjugação de esforços entre os setores público e privado para promover no País um ambiente corporativo mais íntegro, ético e transparente. A iniciativa consiste em fomentar a adoção voluntária de medidas de integridade pelas empresas, por meio do reconhecimento público daquelas que, independentemente do porte e do ramo de atuação, mostram-se verdadeiramente comprometidas com a prevenção e o combate à corrupção e outros tipos de fraudes.

    O Comitê-Gestor do Pró-Ética, que o ministro convidou a CNC a integrar, é a instância colegiada responsável por analisar solicitações de participação e deliberar sobre quais empresas vão compor a lista de cada ano, bem como por discutir e deliberar sobre atualizações dos requisitos para participação no Pró-Ética.

    Adelmir Santana (Fecomércio-DF), Torquato Jardim, Antonio Oliveira Santos e Bernardo Cabral (consultor da CNC)

    Adelmir Santana (Fecomércio-DF), Torquato Jardim, Antonio Oliveira Santos e Bernardo Cabral (consultor da CNC). Foto: Christina Bocayuva.

  • Relator vota a favor do banco; julgamento deve ser retomado em abril

    O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) começou a analisar hoje processo bilionário relacionado à fusão do Itaú e do Unibanco, realizada em 2008. O valor da causa em valores atualizados, de acordo com o Ministério Público, seria de R$ 25 bilhões.

    Apenas o relator do caso votou na sessão de hoje. O conselheiro Luis Fabiano Alves Penteado se posicionou pela anulação da cobrança fiscal. O caso foi suspenso por pedido de vista, e deverá voltar à pauta do Carf entre os dias 10 e 12 de abril.

    O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) começou a analisar hoje processo bilionário relacionado à fusão do Itaú e do Unibanco, realizada em 2008. O valor da causa em valores atualizados, de acordo com o Ministério Público, seria de R$ 25 bilhões.

    Apenas o relator do caso votou na sessão de hoje. O conselheiro Luis Fabiano Alves Penteado se posicionou pela anulação da cobrança fiscal. O caso foi suspenso por pedido de vista, e deverá voltar à pauta do Carf entre os dias 10 e 12 de abril.

    Esse é o caso de maior valor em tramitação no tribunal administrativo, de acordo com fontes ouvidas pelo JOTA. Os conselheiros deverão decidir se a operação de fusão gerou ganho de capital ao Itaú, gerando a necessidade de recolhimento do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e CSLL.

    Além da cifra vultuosa, o caso é conhecido pelo fato de seu antigo relator no Carf, conselheiro João Carlos de Figueiredo Neto, ter sido preso em 2016 após cobrar propina para proferir decisão favorável ao banco. Sua prisão ocorreu durante a Operação Quatro Mãos, da Polícia Federal.

    Ganho de capital

    No Carf, o Itaú questiona a acusação de que a operação de fusão do banco com o Unibanco gerou ganho de capital, sendo devido o IRPJ e a CSLL.

    A alegação da Receita Federal está relacionada à estrutura societária utilizada durante a fusão. Isso porque, em 2008, os acionistas do Unibanco passaram a ter ações do Banco Itaú, para posteriormente passarem a ter ações da companhia Itaú Holding.

    Para a fiscalização, apesar de a operação ter sido realizada a um valor de R$ 29 bilhões, a emissão de ações foi feita a R$ 12 bilhões, gerando um ganho de capital ao Itaú de R$ 17 bilhões.

    Relator

    Para o conselheiro Luis Fabiano Alves Penteado, não houve ganho de capital pelo Itaú na operação, e mesmo se houvesse, a tributação só poderia ocorrer na alienação do bem adquirido.

    O julgador criticou ainda o fato de a fiscalização ter considerado artificial toda a fusão artificial. “Se se trata de simulação, como poderiam os analisatas do Bacen [Banco Central] e o os conselheiros do Cade [Conselho Administrativo de Recursos Fiscais] terem aprovado [a operação]?”, questionou.

    Após mais de três horas, o julgamento foi suspenso por pedido de vista da conselheira Eva Maria Los. O caso deverá voltar à pauta em abril, e caso não ocorram alterações, apenas sete conselheiros devem votar.

    As turmas do Carf são compostas por oito conselheiros, porém a 1ª Turma da 2ª Câmara da 1ª Seção, que analisa o caso do Itaú, possui uma cadeira vaga.

    Quatro mãos

    O processo do Itaú conta com um passado sombrio, que incluiu a tentativa de soborno pelo ex-relator do caso, João Carlos de Figueiredo Neto.

    De acordo com a denúcia apresentada pelo Ministério Público Federal, Figeiredo Neto começou a entrar em contato com o Itaú em abril de 2016, menos de dois meses após ser designado relator do processo envolvendo a instituição financeira. A partir de então, o ex-julgador tentou de diversas formas marcar um encontro com os advogados do banco.

    Ainda segundo o MP, o ex-conselheiro chegou a dizer para uma advogada do banco, durante a entrega de memoriais, que o Grupo Itaú Unibanco tinha perdido um processo há poucos dias, e que já teria solicitado uma cópia do acórdão. Posteriormente, Figueiredo Neto enviou uma mensagem a um dos advogados do caso questionando se ele não gostaria de escrever o voto “a quatro mãos”.

    Pouco antes de ser preso, o ex-conselheiro sugeriu que o Itaú pagasse R$ 150 milhões em propina. O valor seria lavado por meio da contratação de um parecer de um escritório da área penal.

    A Polícia Federal foi informada das tentativas do ex-conselheiro, e Figueiredo Neto foi preso em julho de 2016 em shopping de Brasília. A Polícia Federal conferiu à operação que prendeu o julgador o nome de Quatro Mãos.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 052/2017

    DESTAQUES:

    Nomeado Sr. José Carlos Canesin, como representante titular da CNC para compor o Conselho Curador da Fundação Jorge Duprat de Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho – FUNDACENTRO.

    Aprovada reestruturação da CIASPP, para o exercício do mandato de 2016 a 2018, com vaga destinada a representante da CNC.

    Aprovada reestruturação da CICTAF, para o exercício do mandato de 2016 a 2018, com vaga destinada a representante da CNC.

    Aprovado Regimento Interno do Conselho de Recursos do Seguro Social – CRSS.

     

     

     

    DESTAQUES:

    Nomeado Sr. José Carlos Canesin, como representante titular da CNC para compor o Conselho Curador da Fundação Jorge Duprat de Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho – FUNDACENTRO.

    Aprovada reestruturação da CIASPP, para o exercício do mandato de 2016 a 2018, com vaga destinada a representante da CNC.

    Aprovada reestruturação da CICTAF, para o exercício do mandato de 2016 a 2018, com vaga destinada a representante da CNC.

    Aprovado Regimento Interno do Conselho de Recursos do Seguro Social – CRSS.

     

     

     

     

  • CNC Apoia Congresso Brasileiro de Convention e Visitors Bureaux

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), por meio do seu Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), apoia e participa do IX Congresso Brasileiro de Convention & Visitors Bureaux. O encontro é realizado na sede da OAB-RJ (Ordem dos Advogados do Brasil), no Centro do Rio de Janeiro, entre os dias 19 e 21 de março, e reúne acadêmicos, empresários e governo para o debate sobre negócios e turismo sustentável no Brasil.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), por meio do seu Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), apoia e participa do IX Congresso Brasileiro de Convention & Visitors Bureaux. O encontro é realizado na sede da OAB-RJ (Ordem dos Advogados do Brasil), no Centro do Rio de Janeiro, entre os dias 19 e 21 de março, e reúne acadêmicos, empresários e governo para o debate sobre negócios e turismo sustentável no Brasil.

    Em sua nona edição, o Congresso Brasileiro de Convention & Visitors Bureaux é organizado por entidades que atuam como “Convention & Visitors Bureaux” (C&VB) no País, e são elas responsáveis por atuar junto ao poder público apresentando alternativas e auxiliando na tomada de decisões que objetivem o fomento do turismo brasileiro, particularmente na área de eventos. Entre os temas abordados: a promoção turística; a lei de concessões de unidades de conservação e tendências, nichos e inovações no segmento de eventos.

    Homenagem

    O presidente do Cetur da CNC, Alexandre Sampaio, foi homenageado nesta segunda-feira (20), durante o congresso, com uma placa de membro honorário do Brasil Convention & Visitors Bureaux (BC&VB), pelo trabalho realizado em prol do turismo nacional. “No ano em que a Organização Mundial do Turismo (OMT) declara 2017 como o Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento, encontros como esse são de grande relevância. Além da discussão sobre a nossa atual situação, formularemos propostas, com todas as partes interessadas, para tornar o Brasil um destino não só turístico, mas também de negócios”, afirma Sampaio.

    No dia 21 de março, será realizada a escolha da sede do próximo congresso nacional. A entidade anfitriã do IX Congresso é a Federação de Convention & Visitors Bureaux do Rio de Janeiro, que conta com o apoio das Federações Estaduais de C&VB de Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Goiás, Ceará e São Paulo.