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  • Maia prorroga até sexta-feira prazo para apresentação de emendas à reforma da Previdência

    O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, anunciou em Plenário que acolheu um pedido do PSB e decidiu prorrogar até amanhã(17/3), às 18h30, o prazo para a apresentação de emendas ao texto da reforma da Previdência (PEC 287/2016).

    Até ontem (prazo anterior), haviam sido apresentadas 146 emendas; destas, 44 não começaram a tramitar por haver divergência nas assinaturas. A maior parte das emendas está relacionada a pontos específicos como benefícios assistenciais, professores, trabalhadores rurais, policiais, servidores públicos e mulheres.

    Novas regras

    O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, anunciou em Plenário que acolheu um pedido do PSB e decidiu prorrogar até amanhã(17/3), às 18h30, o prazo para a apresentação de emendas ao texto da reforma da Previdência (PEC 287/2016).

    Até ontem (prazo anterior), haviam sido apresentadas 146 emendas; destas, 44 não começaram a tramitar por haver divergência nas assinaturas. A maior parte das emendas está relacionada a pontos específicos como benefícios assistenciais, professores, trabalhadores rurais, policiais, servidores públicos e mulheres.

    Novas regras

    A PEC altera regras em relação à idade mínima e ao tempo de contribuição para se aposentar. Além disso, modifica a forma de cálculo dos benefícios, entre outros pontos.

    De acordo com a proposta, a nova regra geral para a aposentadoria passará a exigir idade mínima de 65 anos e 25 anos de contribuição, sendo aplicada a homens e mulheres que, na data de promulgação da nova emenda à Constituição, tiverem, respectivamente, menos de 50 anos e menos 45 anos.

  • Resumo dos Relatórios das Representações CNC|Março de 2017 – Informativo on-line

     

     

     

     

     

     

    Assessoria de Gestão das Representações | Brasília | Nº 115 | Março de 2017

     

    Educação/Cultura

    Órgão: Ministério da Cultura (MinC)

    Representação

    Conselho Nacional de Incentivo à Cultura

    Representante:

    2º Suplente

    Gilberto Rodrigues Figueiredo

    Assessor Técnico de Música

     

     

     

     

     

     

    Assessoria de Gestão das Representações | Brasília | Nº 115 | Março de 2017

     

    Educação/Cultura

    Órgão: Ministério da Cultura (MinC)

    Representação

    Conselho Nacional de Incentivo à Cultura

    Representante:

    2º Suplente

    Gilberto Rodrigues Figueiredo

    Assessor Técnico de Música

    Sesc – Departamento Nacional

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Ministro da Cultura empossa novos comissários da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC).

     

    Infraestrutura

    Órgão: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC)

    Representação

    Comitê Brasileiro de Avaliação da Conformidade (CBAC)

    Representantes:

    Titular

    Evandro Américo Costa

    Economista

    Divisão Econômica CNC

    (Compareceu)

    Suplente

    João Batista Porto Cursino de Moura

    Diretor de Meio Ambiente da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis)

    Saiba mais aqui:

    Aprovada a revisão da Resolução Conmetro nº 11, de 12 de outubro de 1998 sobre as diretrizes para a execução das atividades de metrologia legal no País.

     

    Meio Ambiente

    Órgão: Ministério do Meio Ambiente (MMA)

    Representação

    Grupo de Trabalho para acompanhamento da Revisão do Plano Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS)

    Representantes:

    Titular

    Paulo César Nauiack

    Federação do Comércio do Paraná

    (Compareceu)

    Suplente

    Cristiane de Souza Soares

    Assessora

    Assessoria de Gestão das Representações CNC

    Saiba mais aqui:

    Consórcio iniciará a revisão do Plano Nacional de Resíduos Sólidos

     

    Órgão: Ministério do Meio Ambiente (MMA)

    Representação

    Câmara Técnica de Qualidade Ambiental e Gestão de Resíduos (CTQAGR)

    Representantes:

    Titular

    Bernardo Rodrigues Souto

    Advogado

    Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis)

    (Compareceu)

    1º Suplente

    Evandro Américo Costa

    Economista

    Divisão Econômica CNC

    (Compareceu)

    2º Suplente

    João Vieira de Almeida Neto

    Assessor de Sustentabilidade

    Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso do Sul (Fecomércio-RS)

    Saiba mais aqui:

    Câmara Técnica aprova Resolução para regulamentar compostagem orgânica.

     

    Relações do Trabalho

    Órgão: Ministério do Trabalho (MT)

    Representação

    Conselho Nacional de Imigração (CNIg)

    Representantes:

    Titular

    Marjolaine Bernadette Julliard Tavares do Canto

    Chefe

    Assessoria junto ao Poder Executivo da CNC

    (Compareceu)

    Suplente

    Roberto Luis Lopes Nogueira

    Advogado

    Divisão Sindical da CNC

    Saiba mais aqui:

    Conselho Nacional de Imigração (CNIg) discute os novos fluxos migratórios ao Brasil na I Reunião 2017.

     

    Saúde

    Órgão: Ministério da Saúde (MS)

    Representação

    Comissão Intersetorial de Recursos Humanos e Relações de Trabalho (CIRHRT)

    Representante:

    Titular

    Daniela de Oliveira Ribeiro

    Assessora Técnica da Gerência de Implementação e Integração Educacional do Senac-DN

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Comissão suspende a elaboração de parecer técnico sobre o PL 559/2015 que dispõe sobre a criação do Sistema “S” da Saúde.

     

    Turismo

    Órgão: Organização Mundial do Turismo (OMT)

    Representação

    Feira Internacional de Turismo (FITUR) 2017

    Representante:

    Titular

    Alexandre Sampaio de Abreu

    Diretor da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:

    Comissão suspende a elaboração de parecer técnico sobre o PL 559/2015 que dispõe sobre a criação do Sistema “S” da Saúde.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 048/2017

    DESTAQUES:

    Deferido o Registro de Alteração Estatutária ao Sindicato dos Empregadores no Comércio de Nova Andradina..

    Estabelecida regras e critérios para a formalização de instrumentos de transferência voluntária de recursos para o Programa Turismo.

     

     

     

     

    DESTAQUES:

    Deferido o Registro de Alteração Estatutária ao Sindicato dos Empregadores no Comércio de Nova Andradina..

    Estabelecida regras e critérios para a formalização de instrumentos de transferência voluntária de recursos para o Programa Turismo.

     

     

     

     

  • Resumo dos Relatórios das Representações CNC|Março de 2017

    Assessoria de Gestão das Representações | Março de 2017

     

    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

    Assessoria de Gestão das Representações | Março de 2017

     

    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

  • Empresários e trabalhadores não chegam a consenso sobre reforma trabalhista

    Empresários ouvidos nesta terça-feira (14/3) em debate na Comissão Especial da Reforma Trabalhista (PL 6787/2016) foram favoráveis às mudanças propostas pelo governo, sob o argumento de que podem gerar empregos, aumentar a competitividade e a produtividade no País. Já representantes de sindicatos de trabalhadores reclamaram da perda de direitos e da precarização das relações de trabalho

    Empresários ouvidos nesta terça-feira (14/3) em debate na Comissão Especial da Reforma Trabalhista (PL 6787/2016) foram favoráveis às mudanças propostas pelo governo, sob o argumento de que podem gerar empregos, aumentar a competitividade e a produtividade no País. Já representantes de sindicatos de trabalhadores reclamaram da perda de direitos e da precarização das relações de trabalho

    O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro (Contraf), Roberto Von Der Osten, considera a reforma desnecessária e inoportuna. “Procurem soluções para crise com fórmulas já testadas lá fora”, sugeriu. Ele disse ainda que a reforma trabalhista é demanda do empresariado e não dos trabalhadores. “Há décadas, o empresariado defende o fim da CLT”, destacou.

    Presidente da Federação do Comércio do Estado de Santa Catarina (Fecomércio-SC) e diretor da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CN), Bruno Breithaupt argumentou, entretanto, que mesmo com os interesses da classe empresarial em jogo o debate não é ideológico. Ele defendeu o diálogo com a sociedade e atribuiu aos custos elevados da carteira de trabalho o motivo pela baixa competitividade do comércio no Brasil.

    Para Breithapt, o grande ganho da reforma trabalhista é a prevalência do negociado sobre o legislado. “Vai fortalecer os sindicatos”, disse ele, que também defendeu a terceirização como forma de combater o desemprego.

    Acordo coletivo

    Mas, segundo Roberto Von Der Osten, a prevalência do negociado sobre o legislado é um risco para os trabalhadores. “Até porque o empregador pode influenciar na eleição dos representantes dos trabalhadores nessa negociação”, afirmou.

    Vice-Presidente de Secretaria da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina, José Zeferino Pedroso, defendeu valorização dos acordos coletivos. “Não é tarefa fácil, mas tem se mostrado eficaz”, afirmou.

    Para o presidente da Federação da Indústria de Santa Catarina (Fiesc-SC) e membro do Conselho Industrial da CNI, Glauco José Corte, a valorização da negociação coletiva é um dos principais pontos da reforma trabalhista. “Facilitará a gestão das empresas e a vida dos trabalhadores”, avaliou, citando o exemplo da flexibilização da jornada de trabalho como resultado desses acordos.

    Proteção utópica

    Glauco José Corte também elogiou a adequação da legislação à realidade, o que, segundo ele, levará à redução de litígios. “A proteção ao trabalhador não pode ser utópica, principalmente no Brasil onde há um enorme contingente de trabalhadores na informalidade”, afirmou.

    A desembargadora Magda Barros Biavaschi, pós-doutora em Economia do Trabalho e pesquisadora da UNICAMP, por sua vez, argumentou que não está na redução de direitos o caminho para conquistar competitividade e aumentar a oferta de postos de trabalho. Ela criticou, por exemplo, a tentativa de trazer a terceirização “ampla e irrestrita” para a reforma trabalhista por meio de emendas.

    Biavaschi avaliou que a reforma trabalhista vai precarizar o mercado de trabalho. “Reduz ainda mais os salários com danos à economia brasileira”, afirmou, lembrando que os terceirizados chegam a receber metade que um trabalhador não terceirizado na mesma função.

    O caminho para gerar empregos, de acordo com a desembargadora, é a dinamização da economia. Ela citou o exemplo do Chile, como país que adotou medidas semelhantes e teve queda do poder de compra e enfraquecimento dos sindicatos, sem aumento de emprego.

    Retrocesso

    Francisco Saraiva Costa, representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Comercio e Serviços (Contracs), classificou a reforma trabalhista de “pegadinha”, porque promete modernizar a legislação e gerar emprego, mas terá o efeito oposto.

    “Essa reforma é uma falácia, um retrocesso, não agrega nada para os trabalhadores”, lamentou. Para Costa, o objetivo é “baratear” custos trabalhistas para aumentar lucros dos empresários, sem benefícios para os trabalhadores.

    Judicialização

    Para o diretor-técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese). Clemente Ganz Lúcio, a lei deve prever a complementariedade entre negociado e legislado. “Não é um contra o outro”, defendeu.

    Ele apontou como principal problema da reforma trabalhista o aumento da judicialização. “O efeito do projeto será o oposto a que se propõe. Qualquer mudança na regra que amplie o conflito nas relações de trabalho e a judicialização será um desserviço para o País”, afirmou.

    Apesar de reconhecer que o sistema de relações de trabalho precisa ser aprimorado, pois exclui metade das pessoas, as que estão na informalidade, ele avaliou que a reforma pode ser melhorada.

  • CNC Notícias 196

    Como se não bastassem as dificuldades que cercam a atividade empresarial no Brasil, os varejistas começam o ano com mais um desafio: lidar com a questão da segurança pública, ou com a ausência dela.

    Como se não bastassem as dificuldades que cercam a atividade empresarial no Brasil, os varejistas começam o ano com mais um desafio: lidar com a questão da segurança pública, ou com a ausência dela.

    A matéria de capa da CNC Notícias mostra que as estatísticas tecem um cenário preocupante, mas não insolúvel – a aproximação entre lideranças do varejo e do poder público tem aumentado. O Sistema Comércio, por meio das federações que o compõem, participa de iniciativas voltadas para um tema que, em ampla análise, envolve toda a sociedade.

    A edição de fevereiro/março da revista reporta outros movimentos do comércio de bens, serviços e turismo que vão além das demandas específicas dos próprios setores. A reforma trabalhista, por exemplo, foi um dos temas mais debatidos na primeira reunião deste ano da Diretoria da Confederação, quando José Pastore, consultor em Relações do Trabalho da entidade, destacou que a reforma beneficiará sobretudo os trabalhadores brasileiros, que hoje encaram um mercado impreciso. E desemprego – assunto de interesse geral –, segundo Pastore, se resolve com investimento e modernização das leis trabalhistas.

    A presença do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) na área de Saúde também ganhou registro. Representantes da CNC e do Senac mostraram, em reunião do Conselho Nacional de Saúde (CNS), que as estruturas das instituições estão em todo o País para benefício dos brasileiros. Nos mesmos moldes atua o Conselho de Turismo da Confederação, que luta pela dispensa de vistos para países estratégicos como forma de fomentar a atividade e facilitar a vida das pessoas.

    Seja para consumir, trabalhar, se cuidar, seja para passear, é perceptível a atuação estratégica do comércio naquilo que afeta a sociedade ou, melhor dizendo, no que interessa a todos nós.

    Acesse abaixo a edição de abril e boa leitura!

  • Lei sancionada regulamenta rateio de gorjeta e taxa de serviço

    Bares e restaurantes terão que distribuir a gorjeta e a taxa de serviço entre seus trabalhadores. É o que determina a Lei 13.419/2017, sancionada pelo presidente Michel Temer e publicada nesta terça-feira (14/3) no Diário Oficial da União. A lei entra em vigor daqui a 60 dias.

    O texto tem origem no Projeto de Lei da Câmara (PLC) 57/2010. O projeto foi aprovado em decisão terminativa pelas comissões do Senado em dezembro de 2016 e pela Câmara dos Deputados em fevereiro deste ano. Foi sancionado sem vetos.

    Bares e restaurantes terão que distribuir a gorjeta e a taxa de serviço entre seus trabalhadores. É o que determina a Lei 13.419/2017, sancionada pelo presidente Michel Temer e publicada nesta terça-feira (14/3) no Diário Oficial da União. A lei entra em vigor daqui a 60 dias.

    O texto tem origem no Projeto de Lei da Câmara (PLC) 57/2010. O projeto foi aprovado em decisão terminativa pelas comissões do Senado em dezembro de 2016 e pela Câmara dos Deputados em fevereiro deste ano. Foi sancionado sem vetos.

    Pela nova lei, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (Decreto-Lei 5.452/1943), considera-se gorjeta não só a importância espontaneamente dada pelo cliente ao empregado, como também o valor cobrado pela empresa, como serviço ou adicional, a qualquer título, e destinado à distribuição entre os empregados.

    O texto estabelece que a gorjeta não é receita própria dos empregadores; destina-se aos trabalhadores e será distribuída integralmente a eles, segundo critérios de custeio e rateio definidos em convenção ou acordo coletivo de trabalho. Inexistindo previsão em convenção ou acordo coletivo de trabalho, os critérios de rateio e distribuição da gorjeta e os percentuais de retenção serão definidos em assembleia geral dos trabalhadores.

    Substitutivo

    No Senado, o projeto foi aprovado sob a forma de substitutivo apresentado pelo senador Paulo Paim (PT-RS). O substitutivo determina que as empresas inscritas em regime de tributação diferenciado deverão lançar as gorjetas na respectiva nota de consumo, facultada a retenção de até 20% da arrecadação para custear encargos sociais, devendo o valor remanescente ser vertido integralmente a favor do trabalhador. Já as empresas não inscritas em regimes de tributação diferenciado poderão reter até 33% da arrecadação correspondente.

    Todas as empresas deverão ainda anotar na carteira de trabalho e no contracheque dos empregados o salário fixo e o percentual percebido a título de gorjetas.

    Quando a gorjeta for entregue pelo consumidor diretamente ao empregado, também terá seus critérios definidos em convenção ou acordo coletivo de trabalho, sendo facultada a retenção.

    O pagamento da gorjeta ou taxa de serviço continua a critério do cliente. A nova lei não muda o caráter optativo das gorjetas nem estabelece a proporção a ser paga.

  • Comissão especial vota parecer sobre cobrança de direitos autorais

    A Comissão Especial sobre Direitos Autorais reúne-se nesta tarde para votar o parecer da relatora, deputada Renata Abreu (PTN-SP).

    A comissão analisa o Projeto de Lei 3968/1997 (e seus apensados), que isenta os órgãos públicos e as entidades filantrópicas do pagamento de direitos autorais pelo uso de obras musicais e lítero-musicais em eventos por eles promovidos.

    A Comissão Especial sobre Direitos Autorais reúne-se nesta tarde para votar o parecer da relatora, deputada Renata Abreu (PTN-SP).

    A comissão analisa o Projeto de Lei 3968/1997 (e seus apensados), que isenta os órgãos públicos e as entidades filantrópicas do pagamento de direitos autorais pelo uso de obras musicais e lítero-musicais em eventos por eles promovidos.

    O parecer de Renata Abreu ainda não foi divulgado. A reunião está marcada para as 16 horas, no plenário 12.

  • Comissão especial discute parecer sobre destinação de recursos da Cide

    A comissão especial que analisa propostas de emenda à Constituição que alteram a destinação de recursos da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) reúne-se hoje (14/3) para discutir e votar o parecer do relator, deputado Mário Negromonte Jr. (PP-BA). Na semana passada, os deputados Edmilson Rodrigues (Psol-PA) e Nilto Tatto (PT-SP) pediram vista do relatório para ter mais tempo para analisá-lo.

    A comissão especial que analisa propostas de emenda à Constituição que alteram a destinação de recursos da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) reúne-se hoje (14/3) para discutir e votar o parecer do relator, deputado Mário Negromonte Jr. (PP-BA). Na semana passada, os deputados Edmilson Rodrigues (Psol-PA) e Nilto Tatto (PT-SP) pediram vista do relatório para ter mais tempo para analisá-lo.

    Um dos textos analisados (PEC 179/2007) destina parte da arrecadação de recursos da Cide para o financiamento de programas de subsídio às tarifas de transporte coletivo para a população de baixa renda. Outro (PEC 159/2007) inclui a comercialização e a importação de biocombustíveis e seus derivados entre os itens sobre os quais é cobrada a Cide.

    Atualmente, a Constituição prevê a aplicação dos recursos da Cide apenas no pagamento de subsídios a preços ou transporte de álcool combustível, gás natural e derivados e, ainda, derivados de petróleo. A Cide pode ser usada no financiamento de infraestrutura de transportes.

    A reunião está marcada para as 14 horas, no plenário 9.

  • Adiada reunião de líderes para definir presidência das comissões permanentes

    Foi adiada a reunião de líderes partidários para definir quais partidos ou blocos parlamentares vão presidir cada uma das 25 comissões permanentes da Câmara. A reunião ainda não foi remarcada.

    Para o líder do PT, deputado Carlos Zarattini (SP), o atraso no início das atividades das comissões faz parte de uma tática do governo federal para evitar que a Casa discuta outras matérias que não sejam as reformas defendidas pelo Palácio do Planalto.

    Foi adiada a reunião de líderes partidários para definir quais partidos ou blocos parlamentares vão presidir cada uma das 25 comissões permanentes da Câmara. A reunião ainda não foi remarcada.

    Para o líder do PT, deputado Carlos Zarattini (SP), o atraso no início das atividades das comissões faz parte de uma tática do governo federal para evitar que a Casa discuta outras matérias que não sejam as reformas defendidas pelo Palácio do Planalto.

    O líder do DEM, deputado Efraim Filho (PB), no entanto, disse que o atraso na instalação das comissões não foi proposital. Segundo ele, há pequenas disputas entres os partidos por algumas comissões.

    O encontro para definir as presidências estava inicialmente previsto para terça-feira (14).