Blog

  • Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) – fevereiro 2017

    Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso, e sua percepção em relação à capacidade de pagamento. A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010.

    Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso, e sua percepção em relação à capacidade de pagamento. A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores.

  • CNC divulga amanhã resultados de FEVEREIRO da Peic

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, 07 de março, terça-feira, os resultados de FEVEREIRO da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). A partir das 10 horas, a economista da CNC Marianne Hanson estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre a Peic

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, 07 de março, terça-feira, os resultados de FEVEREIRO da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). A partir das 10 horas, a economista da CNC Marianne Hanson estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre a Peic

    A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores. Das informações obtidas, são apurados importantes indicadores: percentual de consumidores endividados, percentual de consumidores com contas em atraso, percentual de consumidores que não terão condições de pagar suas dívidas, tempo de endividamento e nível de comprometimento da renda.

     

     

     

     


  • Comissão da Reforma Trabalhista vai ouvir sindicatos, entidades patronais e Justiça do Trabalho

    A Comissão Especial da Reforma Trabalhista (PL 6787/2016) receberá os presidentes das seis principais centrais sindicais – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central Dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Força Sindical, Central Única dos Trabalhadores (CUT), União Geral de Trabalhadores (UGT) e Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) – na terça-feira (7/3) e os dirigentes das maiores confederações patronais – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), Confederação Nacional da Indústr

    A Comissão Especial da Reforma Trabalhista (PL 6787/2016) receberá os presidentes das seis principais centrais sindicais – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central Dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Força Sindical, Central Única dos Trabalhadores (CUT), União Geral de Trabalhadores (UGT) e Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) – na terça-feira (7/3) e os dirigentes das maiores confederações patronais – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), Confederação Nacional da Indústria (CNI), Confederação Nacional do Transporte (CNT), Confederação Nacional de Serviços (CNS) e Federação Brasileira de Bancos (Febraban) – na quarta-feira (8).

    Para o relator na comissão, deputado Rogério Marinho (PSDB/RN), essas audiências serão importantes para ouvir os principais impactados pelas mudanças que o Executivo quer implantar. “Acho que quem tem a possibilidade de nos municiar com subsídios, com argumentos, com contribuições que, certamente, vão aperfeiçoar o projeto e vão esclarecer e melhorar o debate são aqueles diretamente envolvidos no processo permanente de negociação, de ajuste. E representando as duas partes que são os trabalhadores e os empregadores.”

    A maior parte das centrais participou do anúncio oficial no Palácio do Planalto, em dezembro de 2016. A CUT, porém, se recusou a ir ao evento. Segundo a entidade, a mudança do projeto permitiria a negociação ser feita com um representante dos trabalhadores nas empresas com mais de 200 empregados e dispensaria o apoio sindical.

    Os representantes dos empresários falarão à comissão na quarta-feira (8) à tarde.

    Na quinta-feira (9) pela manhã (9h), a comissão ouvirá outros seis convidados para falar sobre o direito do trabalho urbano. Virão representantes da Justiça do Trabalho, de advogados trabalhistas, do setor universitário e da indústria de máquinas e equipamentos.

    Reforma mais ampla

    Rogério Marinho afirmou que poderá ampliar a abrangência do projeto em seu relatório. Segundo ele, dois pontos devem entrar: o fim do chamado imposto sindical e a redução de processos na Justiça do Trabalho. “Vamos aproveitar esse momento para debatermos outros pontos que são igualmente importantes e têm gerado conflitos e dificuldades em nossa economia relativos à lei do trabalho.”

    Na última reunião do colegiado, o presidente, deputado Daniel Vilela, do PMDB goiano, afirmou que haverá 16 audiências públicas de terças a quintas-feiras antes da apresentação do relatório de Marinho. A audiência da terça-feira será a terceira do colegiado e o relatório deve ser apresentado em meados de abril.

  • Fracionamento de férias do trabalhador deve ser analisado na CAS

    Um projeto que permite ao trabalhador fracionar o tempo de férias está na pauta na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Pelo texto do PLS 411/2016, independentemente de acordo trabalhista, as férias poderão ser fatiadas em até duas vezes, com um dos períodos observando o mínimo de 14 dias, ou em até três vezes, por meio de acordo.

    Um projeto que permite ao trabalhador fracionar o tempo de férias está na pauta na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Pelo texto do PLS 411/2016, independentemente de acordo trabalhista, as férias poderão ser fatiadas em até duas vezes, com um dos períodos observando o mínimo de 14 dias, ou em até três vezes, por meio de acordo.

    A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) determina que o prestador de serviço tire apenas um período de férias, depois de um ano de trabalho. Hoje, o fatiamento das férias pode ser realizado apenas em casos excepcionais, mediante acordo escrito, individual ou coletivo, e os dias de folga podem ser fracionados em até três vezes.

    A proposta do senador Deca (PSDB-PB) acrescenta um artigo à CLT para regulamentar o fracionamento de férias, abrindo a possibilidade de negociação coletiva em outras hipóteses não previstas na legislação.

    O atual texto da CLT proíbe o parcelamento de férias dos empregados menores de 18 anos e maiores de 50 anos de idade. O projeto suprime esta exigência por entender que o melhor juízo da divisão dos períodos é, nesses casos, do próprio interessado, o empregado.

    Evolução

    A matéria tem parecer favorável do relator, o senador Wilder Morais (PP-GO), que enfatiza a evolução das relações de trabalho. Ele ressalta que um trabalhador normal, com família constituída, procurará sempre adaptar seu período de férias ao convívio familiar e ao período escolar dos filhos.

    “Com esta possibilidade [os empregados] poderiam administrar melhor as suas viagens e adequar os períodos às demandas familiares. Férias integrais e coletivas tendem a remeter os trabalhadores, no mês de janeiro fundamentalmente, para locais turísticos lotados e estressantes e com alto custo, por se tratar de alta temporada”, argumenta o senador.

    A proposição estabelece ainda a necessidade de notificação, pelo empregador ao empregado, do agendamento de um dos períodos, com 30 dias de antecedência. As alterações propostas, com férias fracionadas em até três vezes, poderão ser efetivadas mediante acordo escrito, individual ou coletivo. Na hipótese de opção pelo abono pecuniário (venda de 10 dias de férias), o limite será de duas vezes.

    Ainda está previsto o pagamento proporcional do valor referente às férias, com acréscimo de um terço, também proporcional aos períodos usufruídos. “Não há uma razão plausível para proibir o fracionamento, exceto casos extremos. A maioria dos empregados, se consultados, optaria pelo fracionamento das férias. Neste sentido, a divisão dos períodos de férias, se houver interesse dos empregados, tende a se tornar uma regra e não a exceção que é hoje”, avalia Wilder.

    O PLS 411/2016 tramita em caráter terminativo na Comissão de Assuntos Sociais, ou seja, se aprovado sem emendas, segue direto para análise da Câmara dos Deputados.

  • Comissão sobre Reforma da Previdência realiza três audiências nesta semana

    A comissão especial da Reforma da Previdência (PEC 287/2016) tem três audiências públicas agendadas para esta semana. Nesta terça-feira (7/3), serão discutidas as aposentadorias de profissionais envolvidos em atividades de risco, como os policiais. Na quarta (8), será a vez dos professores e dos profissionais que atuam em atividades que prejudicam a saúde. Na quinta (9), a discussão será sobre as novas regras de aposentadoria para servidores públicos.

    A comissão especial da Reforma da Previdência (PEC 287/2016) tem três audiências públicas agendadas para esta semana. Nesta terça-feira (7/3), serão discutidas as aposentadorias de profissionais envolvidos em atividades de risco, como os policiais. Na quarta (8), será a vez dos professores e dos profissionais que atuam em atividades que prejudicam a saúde. Na quinta (9), a discussão será sobre as novas regras de aposentadoria para servidores públicos.

    A reforma proposta acaba com as aposentadorias especiais para servidores sujeitos à atividade de risco, como os policiais e bombeiros, bem como para os professores de ensino infantil, fundamental e médio, tanto do serviço público quanto privado. Essas categorias hoje têm direito à aposentadoria após 30 anos de contribuição, para homens, e 25 anos de contribuição, para mulheres, sem idade mínima.

    O governo argumenta que esta mudança é fundamental para estados e municípios. Para estes governos, a carreira do magistério representaria cerca de 20 a 30% do quadro de pessoal, sendo que quase 90% são mulheres.

    Também para as aposentadorias especiais, a reforma estabelece uma regra de transição para homens com 50 anos ou mais e mulheres com 45 anos ou mais. Sobre a aposentadoria dos servidores públicos em geral, o relator, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), afirmou que será necessário discutir em detalhe as novas regras porque sua assessoria já identificou cerca de 80 regimes diferentes em todo o País.

    Na terça-feira a reunião será realizada às 14 horas, no plenário. Na quarta, o debate começa também às 14 horas, no plenário 2. Na quinta-feira, a audiência pública será às 9h30, no plenário 2.

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 040/2017

    DESTAQUES:

    Concedida concessão de residência temporária a nacional de país fronteiriço

    Requerido pedido de registro sindical pelo Sindicato das Empresas Prestadoras de Serviços no Segmento de Refrigeração, Aquecimento, Climatização e Ventilação do Estado do Rio Grande do Sul

    DESTAQUES:

    Concedida concessão de residência temporária a nacional de país fronteiriço

    Requerido pedido de registro sindical pelo Sindicato das Empresas Prestadoras de Serviços no Segmento de Refrigeração, Aquecimento, Climatização e Ventilação do Estado do Rio Grande do Sul

  • Projeto que antecipa feriados para as segundas-feiras está na pauta da CE

    Está pronto para ser votado na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) o projeto que antecipa os feriados para as segundas-feiras. De autoria do senador Dário Berger (PMDB-SC), o PLS 389/2016 sugere que feriados que caírem entre terça e sexta-feira serão antecipados para a segunda-feira.

    A proposta não afeta feriados de datas simbólicas como 1º de janeiro, 1º de maio, 7 de setembro e 12 de outubro, nem Natal, Carnaval, Corpus Christi e Sexta-feira Santa. A medida também não valerá para os feriados que caírem aos sábados e domingos.

    Está pronto para ser votado na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) o projeto que antecipa os feriados para as segundas-feiras. De autoria do senador Dário Berger (PMDB-SC), o PLS 389/2016 sugere que feriados que caírem entre terça e sexta-feira serão antecipados para a segunda-feira.

    A proposta não afeta feriados de datas simbólicas como 1º de janeiro, 1º de maio, 7 de setembro e 12 de outubro, nem Natal, Carnaval, Corpus Christi e Sexta-feira Santa. A medida também não valerá para os feriados que caírem aos sábados e domingos.

    Ao justificar o projeto, Dário Berger afirmou que o excesso de feriados é nocivo para empresas, trabalhadores e para a arrecadação dos governos. Segundo o parlamentar, é quase uma tradição do povo brasileiro estender os feriados, e tal comportamento compromete o trabalho nos dias úteis seguintes.

    “A intenção de impedir o prolongamento desarrazoado dos dias não trabalhados e de manter “a roda da economia girando” é especialmente relevante em situações de grave crise econômica como a que ora enfrentamos”, disse.

    Para relator Hélio José (PMDB-DF), que deu parecer favorável à aprovação do projeto, feriados prolongados, além de gerar prejuízos econômicos, causam prejuízos à educação. O parlamentar defende que o projeto também pode estimular o turismo e ajudar na economia do País.

    “A possibilidade de se emendar feriados com o fim de semana fomentará as pequenas viagens e a prática de atividades culturais, desportivas e de lazer. E o estímulo às indústrias do turismo e da cultura também será capaz de garantir relevantes benefícios sociais e econômicos para o País”, afirmou.

    Aprovado na Comissão de Educação, onde tramita em decisão terminativa, a proposta seguirá direto para a Câmara dos Deputados, a menos que haja recurso para votação em Plenário.

  • Proposta regulamenta contagem de prazos em juizados especiais

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 4982/2016, do deputado João Rodrigues (PSD-SC), que regulamenta a contagem de prazos para processos de juizados especiais. Pelo texto, os prazos serão contados em dias corridos, excluído o dia de início e incluído o de vencimento. Quando não houver expediente forense, ele for encerrado antes ou começar depois do horário normal, o prazo se estende para o primeiro dia útil seguinte.

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 4982/2016, do deputado João Rodrigues (PSD-SC), que regulamenta a contagem de prazos para processos de juizados especiais. Pelo texto, os prazos serão contados em dias corridos, excluído o dia de início e incluído o de vencimento. Quando não houver expediente forense, ele for encerrado antes ou começar depois do horário normal, o prazo se estende para o primeiro dia útil seguinte.

    O prazo começa a contar no dia útil seguinte ao da publicação ou comunicação do ato por outro meio. A data de publicação é, pelo texto, o primeiro dia útil seguinte ao da disponibilização eletrônica da informação no Diário da Justiça.

    A proposta inclui a regulamentação na Lei dos Juizados Especiais (Lei 9.099/95). Segundo Rodrigues, o projeto acaba com divergências interpretativas sobre a contagem de prazos nos Juizados Especiais Cíveis após a edição do novo Código de Processo Civil (Lei 13.105/2015), que estabeleceu como referência de contagem os dias úteis.

    “É importante que tal matéria, pela sua relevância e sua influência na segurança jurídica, não fique a aguardar pacificação pela jurisprudência. Isso leva muito tempo, quiçá anos, e ainda assim pode permanecer a controvérsia”, disse.

    A proposta foi sugerida pelo Fórum Nacional de Juizados Especiais (Fonaje), que representa juízes dos Juizados Especiais Cíveis, Criminais e de Fazenda Pública.

    A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (inclusive quanto ao mérito).

  • CNC propõe debate sobre economia colaborativa na hospedagem em evento sul-americano

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) participou do XXII Encontro do Conselho Empresarial de Turismo da América do Sul (Consejo Empresarial de Turismo de Sudamérica), no dia 2 de março, em Bogotá, Colômbia.

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) participou do XXII Encontro do Conselho Empresarial de Turismo da América do Sul (Consejo Empresarial de Turismo de Sudamérica), no dia 2 de março, em Bogotá, Colômbia.

    Entre os temas debatidos durante o evento está a análise dos impactos da economia colaborativa na hospedagem e nos serviços turísticos, que entrou na pauta por sugestão do presidente do Cetur/CNC, Alexandre Sampaio, que vem defendendo a necessidade de regulamentar as plataformas eletrônicas de hospedagem, como o Airbnb. Além deste, também foram debatidos a informalidade nos serviços turísticos; fronteiras, migrações e aduanas. Também houve uma rodada de apresentação das entidades presentes ao encontro, e a assessora do Cetur/CNC Natalie Kneit apresentou as iniciativas e a estrutura da Confederação para os membros do conselho sul-americano.

    O Conselho Empresarial de Turismo da América do Sul tem a missão de unir e representar o setor privado do Turismo na América do Sul, sendo porta-voz de seu consenso, imprimindo a visão empresarial como complemento do setor público perante os governos e organismos internacionais, assegurando a sustentabilidade do setor. Incorporam-se ao Conselho da América do Sul as Câmaras ou Federações Nacionais de Turismo representantes do setor privado com apenas um representante por país. Os países representados são Argentina, Chile, Equador, Paraguai, Uruguai e Peru. Venezuela e Colômbia frequentam as reuniões como países convidados, assim como o Brasil, que foi representado pela CNC nas duas últimas reuniões do Conselho.

    O encontro do Conselho Empresarial de Turismo da América do Sul ocorreu durante o evento mais importante do turismo na Colômbia, o Vitrine Turística, promovido pela Associação Colombiana de Agências de Viagens e Turismo (Anato – Asociación Colombiana de Agencias de Viajes y Turismo), nos dias 1º a 3 de março, com mais de mil expositores de 30 países e cerca de 20 mil visitantes.

  • Síntese da Conjuntura 28/02/2017

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.   

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.