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  • Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – fevereiro de 2017

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

  • Inflação menor este ano pode ser herança boa para área de serviços

    O setor de serviços encerrou 2016 com queda de 5,0% no volume de receitas, na comparação com o ano anterior, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (15) pelo IBGE. O setor, que já havia sofrido sua primeira queda em 2015 (-3,6%), registrou, assim, seu pior desempenho anual desde o início da série histórica iniciada em 2012 (+4,3%). Nos dois anos seguintes, as variações foram de +4,1% e +2,5%.

    O setor de serviços encerrou 2016 com queda de 5,0% no volume de receitas, na comparação com o ano anterior, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (15) pelo IBGE. O setor, que já havia sofrido sua primeira queda em 2015 (-3,6%), registrou, assim, seu pior desempenho anual desde o início da série histórica iniciada em 2012 (+4,3%). Nos dois anos seguintes, as variações foram de +4,1% e +2,5%. Os destaques negativos de 2016 ficaram por conta de segmentos que se comportam como termômetros do nível de atividade e dos investimentos tais como transportes (-7,6%) e serviços administrativos e complementares (-5,5%). Já os serviços prestados às famílias (-4,4%) registraram perda menor do que a de 2015 (-5,3%). Serviços de informação e comunicação (-3,2%) e o grupo outros serviços – que engloba atividades imobiliárias, de reparação e alguns serviços públicos – apurou retração menor que a média (-2,8%). 

    Apesar do resultado negativo anual, ao final de 2016, mais especificamente no último bimestre do ano, o setor deu sinais de reação, quando foram registradas altas de 0,2% e 0,6% em relação ao mês imediatamente anterior, respectivamente, fato que não ocorria desde o final de 2013, quando as variações foram de +0,1%, em outubro, e de +1,0%, em novembro. “A perda de fôlego da inflação de serviços poderá, portanto, ser a herança positiva deixada por um ano ruim para as atividades terciárias”, explica Fabio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Ele informa que, segundo o IPCA, a inflação de serviços de janeiro deste ano (+0,36%) é praticamente metade daquela percebida no primeiro mês de 2016 (+0,67%). Em doze meses, o IPCA de serviços acumula alta de 6,2%, a menor desde agosto de 2008 (+5,9%). “As evoluções da confiança e do mercado de trabalho serão fundamentais para o resgate do nível de atividade no setor. Somados à tendência recente de perda de força da inflação, esses dois fatores deverão proporcionar estabilidade na geração de volume em 2017 após dois anos de perdas, devolvendo, mais claramente em 2018, a capacidade de crescimento do setor terciário, responsável por quase 70% da geração de riqueza do País”, contextualiza Bentes.

    Acesse abaixo o estudo da Divisão Econômica da CNC na íntegra.

  • CNC divulga amanhã resultados da ICF de FEVEREIRO

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, dia 16 de fevereiro, os resultados de FEVEREIRO da Intenção de Consumo das Famílias (ICF). A partir das 10 horas, a assessora econômica da CNC Juliana Serapio estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre a ICF

     

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, dia 16 de fevereiro, os resultados de FEVEREIRO da Intenção de Consumo das Famílias (ICF). A partir das 10 horas, a assessora econômica da CNC Juliana Serapio estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre a ICF

     

    A pesquisa Intenção de Consumo das Famílias é um indicador antecedente que tem como objetivo antecipar o potencial das vendas do comércio. O indicador mede com precisão a avaliação que os consumidores fazem dos aspectos importantes da situação de vida de suas famílias, tais como capacidade de consumo atual e de curto prazo, nível de renda doméstico, condições de crédito, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro.

     

     

     


  • Reforma trabalhista terá parecer até 4 de maio; tema gera polêmica em comissão

    O relator da reforma trabalhista (PL 6.787/16), deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), anunciou nesta terça-feira (14), na comissão especial que discute o projeto na Câmara, que seu parecer será apresentado até 4 de maio. Durante o encontro do colegiado, parlamentares se revezaram em crítica e defesa em relação à reforma.

    O relator da reforma trabalhista (PL 6.787/16), deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), anunciou nesta terça-feira (14), na comissão especial que discute o projeto na Câmara, que seu parecer será apresentado até 4 de maio. Durante o encontro do colegiado, parlamentares se revezaram em crítica e defesa em relação à reforma.

     

    Marinho apresentou cronograma de trabalho em que sugere 11 audiências públicas. A primeira ocorre na quinta-feira (16) para ouvir o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, e o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra Filho. Ao longo dos trabalhos, serão ouvidos representantes de entidades sindicais, associações de classe e do Ministério Público do Trabalho (MPT), entre outros.

     

    Os deputados da oposição criticaram o item do texto que determina a prevalência dos acordos firmados coletivamente sobre o que diz a legislação. Já os apoiadores do governo rebateram que a reforma é necessária para agilizar as negociações trabalhistas e diminuir o peso da burocracia no setor.

     

    O deputado Glauber Braga (RJ), falando pela liderança do Psol, disse que o relatório já traz erro ao manter a prevalência dos acordos coletivos sobre a lei. “Essa matéria vai retirar direitos dos brasileiros historicamente conquistados”, ressaltou. O trabalhador, acrescentou Braga, “vai ter de contribuir por 49 anos para ter acesso à aposentadoria integral e, além disso, ele necessariamente vai ter, por meio da livre negociação, os seus direitos jogados na lata do lixo”.

     

    O relator disse que vai manter em seu parecer a prevalência do negociado, mas fez a ressalva de que a iniciativa poderá ser usada por períodos determinados, para solucionar dissídios em contexto de crise.

     

    O deputado Chico Alencar (Psol-RJ) disse que o Poder Executivo não tem autoridade política para propor flexibilização das leis trabalhistas, já que a proposta não consta de programa de governo elaborado por presidente eleito. “Num momento em que há 12 milhões de trabalhadores desempregados, é extremamente prejudicial precarizar ainda mais essa relação”, disse. Alencar afirmou que o texto não “fala de trabalhadores e de direitos, apenas de criar dinâmica empresarial mais saudável”.

     

    Para Helder Salomão (PT-ES), a reforma faz desmonte das leis trabalhistas, sem prevê ampliação do número de postos de trabalho. “Queremos geração de emprego, mas não vai ser essa reforma sem crédito para pequenos negócios e agricultura familiar que vai revitalizar a economia.”

     

    Fim do direito do trabalho 

     

    A prevalência do acordado nas negociações trabalhistas é considerada pelo deputado Patrus Ananias (PT-MG) como “o fim do direito do trabalho no País”. Segundo Ananias, a lei serve como garantia para os trabalhadores, que são a parte mais vulnerável nas relações de emprego. “O direito do trabalho vai ser demolido em poucos meses”, disse.

     

    A deputada Benedita da Silva (PT-RJ ) elogiou o cronograma de trabalhos, mas reforçou suas críticas ao projeto. “Foram anos a fio para que os trabalhadores conseguissem vitória contra o trabalho escravo, e esse projeto aumenta consideravelmente a carga horária e prevê uma flexibilização que fere os direitos já adquiridos.”

     

    Recuperação econômica

     

    O deputado Fábio Garcia (PSB-MT) disse apoiar a necessidade de modernizar as leis, que são da década de 1970. “Nossa obrigação é rever as relações [de trabalho] para estimular o emprego, para que as empresas possam empregar e ajudar na recuperação econômica”, argumentou. 

     

    Também em defesa da reforma, o deputado Vitor Lippi (PSDB-SP) afirmou que a proposta vai reduzir o volume de ações trabalhistas na Justiça brasileira, que ele estima ser 40 vezes maior do que nos países desenvolvidos. De acordo com Lippi, as ações trabalhistas crescem 20% ao ano. “Isso faz com que o custo do Brasil seja mais alto”, criticou.

  • Projeto unifica data de pagamento de empregados de grandes empresas

    Projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados permite que empresas que possuem filiais em localidades diferentes possam pagar os salários de todos os seus empregados na mesma data, ainda que acordos ou convenções coletivas estipulem dias diferentes. 
     

    Projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados permite que empresas que possuem filiais em localidades diferentes possam pagar os salários de todos os seus empregados na mesma data, ainda que acordos ou convenções coletivas estipulem dias diferentes. 
     

    O projeto (PL 5.245/16) foi apresentado pelo deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) e altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT, Decreto-Lei nº 5.452/43). 
     

    “O objetivo do projeto é permitir que as empresas possam se organizar de forma mais adequada, estabelecendo um regime geral de pagamento unificado”, disse o deputado. 
     

    Segundo ele, a unificação de datas beneficia empregados que são transferidos para unidades situadas em outros locais. A prática de pagamento em dias diferentes prejudica os transferidos, “gerando verdadeira distorção para inúmeros empregados de uma mesma empresa”. 


    Tramitação
     

    O projeto tramita em caráter conclusivo nas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

  • Governo quer votar terceirização ‘irrestrita’

    A base aliada do presidente Michel Temer no Senado articula votação de uma proposta esta semana que garanta uma “terceirização irrestrita” do trabalho. Lideranças partidárias defendem ressuscitar o projeto que passou pela Câmara em abril de 2015, ainda sob a gestão do ex-presidente cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que permite a terceirização irrestrita.

    A base aliada do presidente Michel Temer no Senado articula votação de uma proposta esta semana que garanta uma “terceirização irrestrita” do trabalho. Lideranças partidárias defendem ressuscitar o projeto que passou pela Câmara em abril de 2015, ainda sob a gestão do ex-presidente cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que permite a terceirização irrestrita.

    Pelo texto aprovado há quase dois anos pela Câmara, é permitido que empresas terceirizem não só atividades-meio (como funções de apoio ao negócio central de uma determinada empresa, como serviços de limpeza e vigilância), mas também atividades-fim (todos os contratados de uma fábrica de calçados, por exemplo). A proposta conta com a simpatia de associações sindicais, mas a ojeriza das centrais sindicais, e atinge 13 milhões de trabalhadores.

    Essa matéria foi motivo de briga entre Eduardo Cunha e o ex-presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL). Renan não se curvou à pressão do ex-colega da Câmara e “desacelerou” a tramitação da proposta, mandando-a passar inicialmente por quatro comissões temáticas.

    Posteriormente, o texto foi remetido para a comissão especial da Agenda Brasil para que fosse apreciado exclusivamente pelo colegiado. Com o fim dessa comissão especial, o texto seguiu para o plenário.

    O atual relator do projeto é o senador Paulo Paim (PT-RS), crítico ao teor da proposta que passou pela Câmara. O texto de Paim barra a terceirização de atividade-fim e ainda prevê a criação de parâmetros para regulamentar a terceirização da atividade-meio.

    A intenção dos líderes do governo no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), e no Congresso, senador Romero Jucá (PMDB-RR), é restabelecer o teor da proposta da Câmara. O tucano pretende levar essa discussão à reunião de líderes da Casa hoje. A votação da proposta conta com a simpatia do presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE).

    Sem modificações

    Jucá antecipou ao jornal O Estado de S. Paulo que, se a matéria for mesmo à votação em plenário esta semana, vai apresentar um destaque para derrubar as modificações feitas por Paim e votar apenas o que já passou pela Câmara. Se a proposta passar pelo Plenário do Senado, seguirá imediatamente para a sanção do presidente Michel Temer.  

    “Vamos votar o projeto da Câmara. Se tiver outras modificações a fazer, discutimos isso em outra proposta”, disse Jucá. Aloysio Nunes ponderou que, se o texto for modificado pelo Senado, voltará a ser apreciado pelos deputados. O tucano destacou que os deputados estão empenhados, no momento, em discutir a reforma da Previdência. Isso poderá atrasar a conclusão da apreciação da matéria. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

     

    Fonte Jornal o Estado de São Paulo

  • Comissão da reforma da Previdência aprova 63 requerimentos para audiências

    Os deputados da Comissão Especial da Reforma da Previdência (PEC 287/16) aprovaram, nesta terça-feira (14), 63 requerimentos com sugestões de nomes para a realização de audiências públicas.

     

    Os deputados da Comissão Especial da Reforma da Previdência (PEC 287/16) aprovaram, nesta terça-feira (14), 63 requerimentos com sugestões de nomes para a realização de audiências públicas.

     

    Cada requerimento tem vários convidados, o que deve modificar o plano de trabalho proposto pelo relator, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), que pretendia apresentar seu parecer no dia 16 de março, após a realização de oito audiências e um seminário internacional.

     

    Nesta quarta-feira (15), a comissão fará sua primeira audiência, com o secretário de Previdência do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano. O evento ocorrerá no plenário 1, a partir das 14 horas.

     

    Negociação
     

    Maia apresentou um plano em que as audiências eram divididas por temas. Mas aceitou reavaliar tudo de acordo com os requerimentos apresentados. Ele explicou, porém, que acha mais interessante ter mais tempo para negociar o texto final.

     

    “As negociações, os acordos, os impedimentos, a construção de alternativas legislativas se dão em reuniões até fora da comissão; onde nós nos reunimos para tentar construir um texto que represente uma linha média”, observou o parlamentar. “Eu penso que resguardar tempo para esse acordo é mais importante do que nós estendermos aqui para 30, 40 audiências públicas.”

     

    Sub-relatorias rejeitadas

     

    O deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) tentou incluir na pauta um requerimento para criar quatro sub-relatorias que, segundo ele, ajudariam o relator a lidar com temas polêmicos como o sistema geral de Previdência, o sistema dos servidores públicos, as receitas e despesas, e a assistência social.

     

    “Então nosso temor é que, se nós não pesquisarmos dados, informações nestas quatro áreas básicas, nós corremos o risco, de um lado, de agravar a situação dos mais pobres e de eventualmente protegermos aqueles que, de fato, nem precisariam de tanta proteção”, explicou Chinaglia.

     

    Mas o líder do governo na comissão, deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), afirmou que isso atrasaria os trabalhos: “Vai demorar muito e vai complicar os trabalhos. E, avançando mais, falar sobre idade mínima… Tem a ONU, tem experiências internacionais, tem literatura de sobra para nos informar. A inteligência da Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados e a própria inteligência do governo tem dados extraordinários”.

     

    Seminários rejeitados

     

    Também foi rejeitada a inclusão de uma proposta para a realização de cinco seminários nos Estados para tratar das diferenças regionais na concessão de aposentadorias. Mas alguns parlamentares da base do governo afirmaram que isso pode ser avaliado em Brasília, economizando recursos. 
     

    O deputado Major Olímpio (SD-SP) criticou: “Eu acho bisonho se falar de quais serão os custos para isso. Qual vai ser o custo para o nosso país de medidas intempestivas que estão querendo tomar? Parece que estão querendo tocar fogo no País de vez mesmo. O que acontece no Espírito Santo vai acabar ecoando para o País todo no momento que sair arrebentando a Previdência nos setores público e privado”.

  • Fecomércio Bahia estreia novo website desenvolvido pela CNC

    A Fecomércio Bahia é a primeira entre as federações filiadas à CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) a utilizar o website desenvolvido pela entidade. Muito mais moderno, o novo layout do endereço virtual (www.fecomercioba.com.br) estreou em fevereiro, trazendo um novo posicionamento tecnológico para a Federação no ano em que comemora seus 70 anos. 

    A Fecomércio Bahia é a primeira entre as federações filiadas à CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) a utilizar o website desenvolvido pela entidade. Muito mais moderno, o novo layout do endereço virtual (www.fecomercioba.com.br) estreou em fevereiro, trazendo um novo posicionamento tecnológico para a Federação no ano em que comemora seus 70 anos. 

    Para o superintendente da Fecomércio-BA, Paulo Studart, o alinhamento visual com a CNC na internet torna a Federação baiana mais forte e representativa dentro do Sicomércio e no próprio setor do comércio patronal. “A Federação sente-se honrada em ter sido escolhida para este projeto piloto. O novo padrão do site facilita o acesso dos internautas a informações sobre a nossa federação, os sindicatos filiados e também da CNC”, ressalta Studart. Já o gerente de Marketing da Federação, Marcos Maciel, explica que a nova página segue os conceitos atuais de webdesign, sendo um site responsivo, que se adapta automaticamente aos formatos mobile, e amigável aos mecanismos de busca da internet. 

    Após participar de uma capacitação para manuseio da ferramenta e sobre comunicação digital, a Fecomércio-BA recebeu a visita do designer da Confederação Marcelo Vital, que, juntamente com a equipe de marketing e TI da entidade, customizou o novo site e fez o processo de migração de todos os conteúdos antigos para a nova base.

    O site já conta com o novo Banco de Dados da Contribuição da CNC ativo e diversas funcionalidades exclusivas. A integração com notícias da CNC e dos sindicatos filiados que usam a ferramenta é nativa, o que permite maior capilaridade dos conteúdos produzidos e divulgação em mão dupla do que cada entidade produz. “Esta é a primeira federação que lança o site com a plataforma da CNC, que, desde 2011, oferece gratuitamente o Projeto dos Sites Sindicais. Antes restrito aos sindicatos, o projeto ligado ao PDA já tem mais de 150 entidades com sites ativos pelo Brasil”, afirma Vital.

  • CNC aposta em estabilidade de preços do varejo neste ano

    Ao analisar os dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje (14) pelo IBGE, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) acredita que o recuo constatado nas vendas só confirma o fraco nível de atividade do varejo brasileiro em 2016, já verificado através dos recordes negativos de fechamento de postos formais de trabalho (-182 mil), bem como pelo fechamento líquido de lojas (108,7 mil), segundo levantamento recente da própria Confederação, disponível no site da entidade.

    Ao analisar os dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje (14) pelo IBGE, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) acredita que o recuo constatado nas vendas só confirma o fraco nível de atividade do varejo brasileiro em 2016, já verificado através dos recordes negativos de fechamento de postos formais de trabalho (-182 mil), bem como pelo fechamento líquido de lojas (108,7 mil), segundo levantamento recente da própria Confederação, disponível no site da entidade. Para 2017, além de herdar um ritmo menos intenso de queda, verificado no último bimestre do ano passado, a entidade aposta em um quadro de estabilidade das vendas, proporcionado por recuperações pontuais em setores mais dependentes da evolução recente mais favorável dos níveis gerais de preços.

     

    O volume de vendas do varejo acumulou queda de 8,7% em 2016, segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio. Esse foi o pior resultado anual do setor na série histórica ampliada iniciada em 2004. No conceito restrito – que conta com oito dos dez ramos do varejo – registrou-se outro recorde negativo com retração de 6,2% em relação a 2015. Ambos os resultados fizeram de 2016 o ano mais fraco do varejo em termos de volume de vendas. Dentre os dez segmentos avaliados, destacaram-se negativamente as perdas no ramo de livrarias e papelarias (-16,1%), comércio automotivo (-14,0%), seguido por móveis e eletrodomésticos (-12,6%) e equipamentos de informática e comunicação (-12,3%). Cabe destacar que, pela primeira vez, todos os dez ramos do varejo registraram perdas, sendo a menor observada no segmento de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (-2,1%).

     

    Acesse a nota completa com a análise da Divisão Econômica da CNC.

    O economista Fabio Bentes está disponível para atender os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264.

     

     

     


  • Boletim Informativo Diário (BID) 030/2017

    DESTAQUES:

    Governo autoriza o emprego das Forças Armadas para a Garantia da Lei e da Ordem na Região Metropolitana do Rio de Janeiro

    Alterada norma que designa os membros da Câmara Temática de Educação para o Trânsito, Formação e Habilitação de Condutores do CONTRAN, onde a CNC possui representantes

    Convocação do Sindicato do Comércio Varejista e Atacadista de Bens e Serviços do Vale do Aço para a Assembleia Geral Extraordinária que se realizará no dia 6 de março de 2017

    DESTAQUES:

    Governo autoriza o emprego das Forças Armadas para a Garantia da Lei e da Ordem na Região Metropolitana do Rio de Janeiro

    Alterada norma que designa os membros da Câmara Temática de Educação para o Trânsito, Formação e Habilitação de Condutores do CONTRAN, onde a CNC possui representantes

    Convocação do Sindicato do Comércio Varejista e Atacadista de Bens e Serviços do Vale do Aço para a Assembleia Geral Extraordinária que se realizará no dia 6 de março de 2017