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  • Informe Representações 403

    Assessoria de Gestão das Representações 03/01/2017 – Ano 6, nº 403

    Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS

    Grupo Técnico Zika Vírus (GT Zika)

    Alexandre Frederico de Marca, chefe da Divisão de Saúde (Serbem) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), foi indicado para representar a entidade no Grupo Técnico da ANS para elaborar proposta sobre a melhor forma de incorporação de exames para diagnóstico do vírus Zika (GT Zika).

     

    Assessoria de Gestão das Representações 03/01/2017 – Ano 6, nº 403

    Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS

    Grupo Técnico Zika Vírus (GT Zika)

    Alexandre Frederico de Marca, chefe da Divisão de Saúde (Serbem) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), foi indicado para representar a entidade no Grupo Técnico da ANS para elaborar proposta sobre a melhor forma de incorporação de exames para diagnóstico do vírus Zika (GT Zika).

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.org.br

  • Varejo deve perder mais de R$ 10 bilhões com feriados em 2017

    Estimativas da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP) apontam que o comércio varejista brasileiro deve perder R$  10,5 bilhões em 2017 devido aos feriados nacionais e pontes. Esse montante é 2% superior ao dado projetado pela Federação em 2016, principalmente, pelo fato de que este ano haverá uma ponte a mais que no ano anterior e um desses feriados cairá em dia de semana: o feriado de 1º de maio, que, em 2016, foi celebrado no domingo e agora será na segunda-feira.

    Estimativas da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP) apontam que o comércio varejista brasileiro deve perder R$  10,5 bilhões em 2017 devido aos feriados nacionais e pontes. Esse montante é 2% superior ao dado projetado pela Federação em 2016, principalmente, pelo fato de que este ano haverá uma ponte a mais que no ano anterior e um desses feriados cairá em dia de semana: o feriado de 1º de maio, que, em 2016, foi celebrado no domingo e agora será na segunda-feira.

    O setor de vestuário, tecidos e calçados deve perder cerca de R$ 1,1 bilhão com os feriados e pontes de 2017, 23% a mais do que em 2016. Em termos de faturamento, o segmento de Outras Atividades perderá cerca de R$ 3,9 bilhões, 8% a menos que em 2016, sendo o único setor com variação negativa. É importante ressaltar que nesse grupo  é preponderante o comércio de combustíveis, além de joias e relógios, artigos de papelaria, dentre outros.

    Já os setores ligados aos bens essenciais devem participar com pouco menos que 45% do total da perda no próximo ano. Segundo as estimativas da Fecomércio-SP, o segmento de supermercados deve registrar prejuízos perto de R$ 3 bilhões, 2% acima do calculado para 2016, enquanto o de farmácias e perfumarias, por sua vez, tende a registrar perda de R$ 1,6 bilhão, 7% superior a 2016.

    Nos cálculos, a Fecomércio-SP desconsiderou os feriados estaduais e municipais que também prejudicam, em média, a atividade comercial. Na análise da entidade, após dois anos de forte recessão econômica – com retrações de 3,8% em 2015 e 3,5% esperada para 2016 –,  o número excessivo de feriados e pontes deveria ser revisto, a fim de contribuir para o aumento da produtividade da economia.

    Aos estabelecimentos que desejam abrir as portas nos feriados na tentativa de suavizar essas perdas, a Federação alerta para os custos adicionais (100% para trabalhos em feriados adicionados de cerca de 37% de encargos) para a empresa, o que pode inviabilizar essa opção.  Segundo a Fecomércio-SP, em nome da modernização das relações trabalhistas, seria oportuno que essa questão fosse debatida, pois o excesso de proteção por meio dessa elevação de custos acaba prejudicando as empresas, que acabam optando por não abrir no feriado, e também  os empregados, que reduzem seus rendimentos ao deixarem de obter as comissões sobre as vendas.

    Fonte: Fecomércio-SP

  • Boletim Informativo Diário (BID) 002/2017

    DESTAQUES:

    Restabelecido o Registro Sindical do Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios em Mercado, Minimercados, Supermercados e Hipermercados do Estado do Paraná

    Requerido Pedido de Registro Sindical pelo Sindicato das Empresas de Lavanderia do Estado do Amazonas

    Arquivados processos de pedidos de registro sindical de diversas entidades sindicais

    Regulamentada as operações de crédito consignado tendo como garantia o saldo da conta vinculada do FGTS

    DESTAQUES:

    Restabelecido o Registro Sindical do Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios em Mercado, Minimercados, Supermercados e Hipermercados do Estado do Paraná

    Requerido Pedido de Registro Sindical pelo Sindicato das Empresas de Lavanderia do Estado do Amazonas

    Arquivados processos de pedidos de registro sindical de diversas entidades sindicais

    Regulamentada as operações de crédito consignado tendo como garantia o saldo da conta vinculada do FGTS

    Aprovadas as propostas de reformulação orçamentária do Senac, para os exercícios de 2016 e 2017

    Aprovadas instruções para a declaração da RAIS 2016

    Reconduzidos membros da Fecomércio-PR para representar os empregadores no Conselho de Previdência Social da Gerência Executiva do INSS em Ponta Grossa, em mais 2 (dois) anos de mandato

  • Rodrigo Maia reafirma: Câmara deverá aprovar reforma da Previdência até março

    O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, reafirmou nesta segunda-feira (2/1) que a reforma da Previdência enviada pelo governo (PEC 287/2016) deverá ser aprovada até o final de março na Câmara e terá a votação concluída até junho no Senado. A proposta de emenda à Constituição foi aprovada pela CCJ em dezembro.

    O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, reafirmou nesta segunda-feira (2/1) que a reforma da Previdência enviada pelo governo (PEC 287/2016) deverá ser aprovada até o final de março na Câmara e terá a votação concluída até junho no Senado. A proposta de emenda à Constituição foi aprovada pela CCJ em dezembro.

    Segundo ele, a medida é essencial para equilibrar o orçamento do sistema previdenciário, evitando casos de insolvência como no Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. “Com uma projeção de crescimento de despesa da União sem receita, eu tenho certeza de que a maioria absoluta da Câmara dos Deputados vai ter condição de aprovar essa matéria; tenho convicção de que a Casa vai cumprir seu papel”, ressaltou.

    Para Maia, a medida terá impacto direto na redução da taxa de juros, que, em sua opinião, cairia para menos de 10% nos meses seguintes à aprovação, sem necessidade de intervenção do Banco Central.

    Direitos

    Maia afirmou que a reforma não retira direitos dos trabalhadores. Mas permite que o gasto com benefícios previdenciários tenha contrapartida na receita, evitando que o estado fique sem recursos para honrar os pagamentos no futuro. “Muitos vão dizer que direitos estão sendo tirados, mas isso se falou muito no Rio e no Rio Grande do Sul, mas hoje os servidores [desses estados] vão ter de fazer vaquinha para que outros tenham que comer”, disse.

    Renegociação das dívidas

    Com relação à renegociação da dívida dos estados, Rodrigo Maia voltou a defender que o governo institua as contrapartidas dos governos estaduais ao refinanciamento de suas dúvidas com a União por meio de decreto. “Eu acho que é legal aprovarmos uma lei federal dizendo que as contrapartidas estarão garantidas num decerto presidencial. A partir daí, cada estado vai assinar com o Tesouro e o Ministério da Fazenda”, disse.

    Na semana passada, o presidente da República, Michel Temer, decidiu vetar parte do texto aprovado pela Câmara que criava um regime sem contrapartidas dos estados, mantendo a renegociação das dívidas com os estados pelo prazo de 20 anos. O presidente da Câmara observou que as contrapartidas dos estados caíram na votação da Câmara justamente por serem de responsabilidade das assembleias legislativas e, portanto, não deveriam constar de projeto de lei federal. Ainda assim, Maia elogiou o veto parcial ao texto. “Isso é um grande ganho no momento que a gente sabe que há um desiquilíbrio fiscal e que vamos entrar num ano eleitoral em 2018”.

    Eleição da Mesa Diretora

    Apesar de ainda não ter anunciado candidatura à Presidência da Casa, Rodrigo Maia rechaçou a possibilidade de intervenção do Supremo Tribunal Federal (STF) na eleição da Mesa Diretora da Câmara, marcada para 2 de ferreiro. Ele também negou que haja instabilidade na sua candidatura e disse que uma possível recondução do mandato vai ver definida na via eleitoral. “Não tenho dúvida nenhuma de que, se a minha decisão for disputar, e se a decisão do Parlamento for me eleger, não haverá nenhum tipo de interferência do Supremo”, destacou.

    Na semana passada, o deputado André Figueiredo (PDT-CE) peticionou a Corte Suprema para impedir que Maia concorresse à eleição, com o argumento de que a Constituição veda a recondução para o mesmo cargo da Mesa ocupado na eleição anterior durante a mesma legislatura. Rodrigo Maia, por sua vez, argumenta que a proibição não alcança mandato suplementar.

  • Deputados assumem mandatos de parlamentares que se elegeram nos municípios

    O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, deu posse nesta segunda-feira (2) a oito deputados federais em substituição a parlamentares que se afastaram do mandato para assumir cargos municipais. No total, 21 parlamentares deixaram a Câmara em virtude das eleições municipais. 15 para assumir o cargo de prefeito, quatro para assumir o cargo de vice-prefeito e dois para assumir o cargo de prefeito de capital.

    O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, deu posse nesta segunda-feira (2) a oito deputados federais em substituição a parlamentares que se afastaram do mandato para assumir cargos municipais. No total, 21 parlamentares deixaram a Câmara em virtude das eleições municipais. 15 para assumir o cargo de prefeito, quatro para assumir o cargo de vice-prefeito e dois para assumir o cargo de prefeito de capital.

    Entre os substitutos, nove já exerciam o mandato como suplentes, tendo sido substituídos por outros suplentes. Outros 2 parlamentares se afastaram temporariamente para assumir secretarias municipais. Esse é o caso de Clarissa Garotinho (PRB) que se licenciou do mandato para chefiar a Secretária Municipal de Desenvolvimento, Emprego e Inovação do Rio de Janeiro.

    Até a tarde desta terça-feira, 19 deputados federais já haviam tomado posse, a expectativa é de que os dois deputados que faltam tomem posse nos próximos dias.

  • Aprovada em comissão prioridade no Pronatec a estudantes de famílias chefiadas por mulheres

    A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou proposta que assegura prioridade de atendimento pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) aos estudantes integrantes de famílias com mulheres responsáveis pela unidade familiar. A medida está prevista no Projeto de Lei 4291/2016, do deputado Carlos Henrique Gaguim (PTN-TO).

    A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou proposta que assegura prioridade de atendimento pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) aos estudantes integrantes de famílias com mulheres responsáveis pela unidade familiar. A medida está prevista no Projeto de Lei 4291/2016, do deputado Carlos Henrique Gaguim (PTN-TO).

    A proposta altera a lei do Pronatec (Lei 12.513/2011), que hoje prevê a prioridade de atendimento pelo programa aos estudantes de ensino médio da rede pública, aos trabalhadores, aos beneficiários dos programas federais de transferência de renda e aos estudantes que tenham cursado o ensino médio completo em escola da rede pública ou em instituições privadas na condição de bolsista.

    A relatora da proposta no colegiado, deputada Shéridan (PSDB-RR) recomendou a aprovação da proposta. A deputada lembrou que diversas leis já asseguram prioridade às mulheres no recebimento de benefícios sociais. Entre elas, a Lei Orgânica da Assistência Social; a lei que trata do Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais, além das leis que tratam do Minha Casa, Minha Vida e do Bolsa Família. “Julgamos, portanto, que é necessário continuar impulsionando as famílias chefiadas por mulheres, como forma de combater a pobreza em nosso País”, afirmou.

    De caráter conclusivo, a proposta ainda será analisada pelas comissões da Mulher; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  • MP altera e prorroga o Programa Seguro-Emprego

    O governo enviou ao Congresso Nacional medida provisória (MP 761/2016) que prorroga para 31 de dezembro de 2017 o prazo de adesão Programa de Proteção ao Emprego (PPE) que passa a ser chamado de Programa Seguro-Emprego (PSE). O prazo original expiraria em dezembro do ano passado. O texto está em vigor desde o dia 23.

    O governo enviou ao Congresso Nacional medida provisória (MP 761/2016) que prorroga para 31 de dezembro de 2017 o prazo de adesão Programa de Proteção ao Emprego (PPE) que passa a ser chamado de Programa Seguro-Emprego (PSE). O prazo original expiraria em dezembro do ano passado. O texto está em vigor desde o dia 23.

    O programa permite que o governo economize recursos do seguro-desemprego, preservando maior parte da arrecadação sobre a folha de pagamento, além de conter a queda no nível de emprego da economia. Pelo texto, caberá ao Executivo fixar um orçamento global para o PSE que servirá de teto de gastos em 2017 e 2018, quando é previsto o fim do programa. A adesão de novas empresas será condicionada à disponibilidade orçamentária.

    O governo estima que a despesa com o PSE será de R$ 327,3 milhões e R$ 343,4 milhões em 2017 e 2018, respectivamente. O cálculo considera que os atuais 55 mil trabalhadores beneficiados deverão receber R$ 1.062 mensais, que corresponderiam a 65% valor máximo da parcela do seguro-desemprego, estimado em R$ 1.634. A medida mantém as linhas gerais do programa, como a redução em até 30% da jornada e do salário do trabalhador mediante a compensação de 50% do valor da redução salarial paga pelo governo.

    Adesão das empresas

    No entanto, altera o critério de adesão de empresas pelo Indicador Líquido de Empregos (ILE), que na prática representa o balanço de demissões e abertura de novos postos de trabalho na firma durante o ano. Hoje, o índice é fixado em 1%, com a MP passará a ser arbitrado pelo Executivo.

    O texto proíbe empresas participantes de contratar funcionários para executar as mesmas atividades exercidas por empregado abrangido pelo programa, o que já é previsto na legislação. Mas abre exceções para os casos de efetivação de estagiário, contratação de pessoas com deficiência e ex-presos. Ainda pela MP, as empresas que aderirem ao PSE de forma fraudulenta deverão devolver o valor integral recebido do governo acrescido de juros com base na taxa Selic.

  • Eleição da nova Mesa Diretora da Câmara será em 2 de fevereiro

    O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, definiu o calendário para a eleição da Mesa Diretora que comandará os trabalhos da Câmara dos Deputados entre 2017 e 2019. A eleição dos sete novos integrantes da Mesa e dos quatro suplentes será no dia 2 de fevereiro, às 9h. Para ser eleito, o candidato precisa de maioria absoluta dos votos em primeira votação ou ser o mais votado no segundo turno. A votação é secreta e realizada em cabines eletrônicas.

    O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, definiu o calendário para a eleição da Mesa Diretora que comandará os trabalhos da Câmara dos Deputados entre 2017 e 2019. A eleição dos sete novos integrantes da Mesa e dos quatro suplentes será no dia 2 de fevereiro, às 9h. Para ser eleito, o candidato precisa de maioria absoluta dos votos em primeira votação ou ser o mais votado no segundo turno. A votação é secreta e realizada em cabines eletrônicas.

    O cronograma da eleição começa no dia 1º de fevereiro. Os partidos têm até o meio-dia dessa data para formar blocos parlamentares. Às 15h, será realizada uma reunião de líderes para a definição, pelos blocos, dos cargos a que têm direito. Isso porque apenas o cargo de presidente da Câmara permite a candidatura de qualquer deputado.

    Os demais cargos são distribuídos de acordo com o princípio da proporcionalidade partidária – os partidos ou blocos, do maior ao menor, escolhem os cargos que pretendem ocupar. Nesses casos, apenas integrantes do bloco ou partido a que cabe a vaga poderão disputar o voto dos parlamentares. O prazo de registro de candidaturas vai até as 23h do dia 1º de fevereitro, quando haverá o sorteio da ordem dos candidatos na urna eletrônica.

     

  • Relator deve apresentar em fevereiro nova proposta de reforma tributária

    Um dos temas mais debatidos e com menos consenso no Congresso é a reforma do sistema tributário. Especialistas, no entanto, são unânimes em dizer que é preciso simplificar a legislação e acabar com a chamada guerra fiscal entre os estados, tudo isso sem aumentar a carga de impostos que os brasileiros pagam, hoje em torno de 35% do PIB. Na primeira quinzena de fevereiro, logo depois do fim do recesso parlamentar, mais uma proposta de reforma tributária será apresentada na Câmara, dessa vez pelo deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR).

    Um dos temas mais debatidos e com menos consenso no Congresso é a reforma do sistema tributário. Especialistas, no entanto, são unânimes em dizer que é preciso simplificar a legislação e acabar com a chamada guerra fiscal entre os estados, tudo isso sem aumentar a carga de impostos que os brasileiros pagam, hoje em torno de 35% do PIB. Na primeira quinzena de fevereiro, logo depois do fim do recesso parlamentar, mais uma proposta de reforma tributária será apresentada na Câmara, dessa vez pelo deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR).

    Ele foi nomeado relator da Comissão Especial da Reforma Tributária em outubro, no lugar do deputado Andre Moura (PSC-SE), que já tinha apresentado um parecer preliminar. A proposta de Moura, por falta de acordo, não chegou sequer a ser votada.

    Menos impostos

    Luiz Carlos Hauly acha que, dessa vez, a reforma tributária conseguirá avançar. Ele já apresentou os pontos principais de sua proposta, que inclui menos tributos e o fim da guerra fiscal, nome que se dá aos incentivos concedidos pelos estados para atrair empresas, o que virou uma disputa em que todos perdem arrecadação.

    Para isso, Hauly pretende extinguir o ICMS e outros tributos, como ISS, IPI, Pis e Cofins. Todos eles seriam substituídos por dois impostos, o Imposto sobre Valor Agregado (IVA) e outro, que o relator chama de seletivo, que incidiria sobre determinados produtos. Quanto maior a alíquota do imposto seletivo, menor a do IVA.

    Fim da guerra fiscal

    Com o IVA, a arrecadação estadual passaria a fazer parte de um sistema nacional, com cobrança no destino, o que, segundo o deputado, acaba automaticamente com a guerra fiscal. “Ao eliminarmos tributos incidentes sobre a base de consumo e criar um imposto de valor adicionado, as 27 unidades da Federação passarão a compor um único sistema de tributação, arrecadação e fiscalização. Só o fato de existir isso e cobrar destino acabará com a guerra fiscal da noite para o dia”, disse.

    De acordo com a proposta de Hauly, toda a arrecadação seria distribuída depois, de modo a não haver perdas para nenhum estado. O parlamentar também prevê que o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) seja usado para financiar a Previdência Social, no lugar da contribuição previdenciária paga hoje por empregados e empregadores.

    Além disso, a proposta que ele vai apresentar desonera produtos da cesta básica e torna mais progressivo o Imposto de Renda. Ou seja, quem ganha mais, vai pagar mais. “Resolvendo o problema do financiamento da Previdência, melhoraríamos a empregabilidade, diminuiríamos a carga tributária sobre a base do consumo, quase zerando imposto sobre medicamentos, alimentos e máquinas, tornando assim o sistema mais enxuto, eficiente e permitindo inclusão social”, resumiu o relator.

    Oposição

    A bancada da oposição tem uma proposta alternativa, que inclui medidas como uma tributação maior sobre os lucros das empresas, o imposto de renda progressivo e o aumento do financiamento do Fundo de Participação dos Estados. Essa proposta é defendida pelo líder do PT na Câmara, deputado Afonso Florence (BA). “Queremos tributar o lucro de grandes empresas, criar o imposto sobre grandes fortunas, aumentar o Imposto de Renda dos mais ricos e diminuir a alíquota para a classe média, ou seja, revisar a tabela do IR, e aumentar o Fundo de Participação dos Estados em 1% em 2017 e 1% em 2018”, explicou.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 001/2017

    DESTAQUES:

    Aprovado o Regimento Interno do Comitê Brasileiro de Avaliação da Conformidade – CBAC, que será composto, entre outros, por representantes da CNC

    Aprovado o Regimento Interno do Comitê Brasileiro de Barreiras Técnicas ao Comércio – CBTC, que será composto, entre outros, por representantes da CNC

    Instituído procedimento de consulta pública tendo por objeto a edição de Portaria da Secex destinada a alterar a Portaria n.º 23, de 14 de julho de 2011, que consolida as normas e procedimentos aplicáveis às operações de comércio exterior

    DESTAQUES:

    Aprovado o Regimento Interno do Comitê Brasileiro de Avaliação da Conformidade – CBAC, que será composto, entre outros, por representantes da CNC

    Aprovado o Regimento Interno do Comitê Brasileiro de Barreiras Técnicas ao Comércio – CBTC, que será composto, entre outros, por representantes da CNC

    Instituído procedimento de consulta pública tendo por objeto a edição de Portaria da Secex destinada a alterar a Portaria n.º 23, de 14 de julho de 2011, que consolida as normas e procedimentos aplicáveis às operações de comércio exterior

    Reconduzidas Conselheiras representantes das Empresas (CNC) no Conselho de Recursos do Seguro Social