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  • CNC divulga amanhã resultados de DEZEMBRO da Peic

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, 22 de dezembro, quinta-feira, os resultados de DEZEMBRO da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). A partir das 10 horas, o economista da CNC Bruno Fernandes estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre a Peic

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, 22 de dezembro, quinta-feira, os resultados de DEZEMBRO da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). A partir das 10 horas, o economista da CNC Bruno Fernandes estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre a Peic

    A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores. Das informações obtidas, são apurados importantes indicadores: percentual de consumidores endividados, percentual de consumidores com contas em atraso, percentual de consumidores que não terão condições de pagar suas dívidas, tempo de endividamento e nível de comprometimento da renda.

     

     

     

     

  • Endividamento chega a 56,6%, o menor resultado desde maio de 2012

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que, em dezembro, 56,6% das famílias possuem algum tipo de dívida – o menor patamar desde maio de 2012. Em novembro, esse percentual era de 57,3% e, em dezembro do ano passado, 61,1%.

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que, em dezembro, 56,6% das famílias possuem algum tipo de dívida – o menor patamar desde maio de 2012. Em novembro, esse percentual era de 57,3% e, em dezembro do ano passado, 61,1%.

    – Apesar da desaceleração da inflação, a manutenção do crédito caro, aliada ao alto nível de desemprego, limita o consumo e, consequentemente, reduz os níveis de endividamento. Contudo, em médio prazo, não deve haver um recuo mais intenso dos indicadores de inadimplência devido às condições econômicas adversas – antecipa o economista da CNC Bruno Fernandes.

    Inadimplência

    O percentual de famílias que possui dívidas ou contas em atraso entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro foi de 23%, ante 23,4% em novembro e 23,2% na comparação anual.

    Já o total que disse que não terá como pagar as dívidas e, portanto, permanecerá inadimplente também caiu na comparação mensal: de 9,1% em novembro para 8,7% em dezembro. Em relação ao mesmo período do ano passado, o indicador apresenta estabilidade.

    A Peic deste mês também revela que houve redução, na comparação com o mês anterior, do total dos que se consideram muito endividados: de 14,1% para 13,8%. Em dezembro de 2015, esse percentual era de 13,5%.

    Longo prazo

    O tempo médio de atraso para o pagamento de dívidas foi de 63,8 dias. Em média, o comprometimento com as dívidas foi de 6,9 meses, sendo que 32,7% possuem dívidas por mais de um ano. Entre as famílias brasileiras, 21,5% têm mais da metade da sua renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas.

    Para 77,1% dos entrevistados, o cartão de crédito permanece como o principal tipo de dívida, seguido de carnês (14,4%) e, em terceiro, por financiamento de carro (10,4%).

  • Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) – dezembro 2016

    Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso, e sua percepção em relação à capacidade de pagamento. A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010.

    Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso, e sua percepção em relação à capacidade de pagamento. A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores.

  • MP autoriza reajuste nos preços dos medicamentos a qualquer tempo

    A redução dos preços dos remédios poderá ser autorizada, excepcionalmente, pelo Conselho de Ministros da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), a qualquer tempo. A possibilidade foi aberta com a edição da Medida Provisória 754/2016, publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (20). A MP também mantém a autorização legal para aumento dos preços pelo setor farmacêutico, em caráter excepcional, sem prazo específico.

    A redução dos preços dos remédios poderá ser autorizada, excepcionalmente, pelo Conselho de Ministros da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), a qualquer tempo. A possibilidade foi aberta com a edição da Medida Provisória 754/2016, publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (20). A MP também mantém a autorização legal para aumento dos preços pelo setor farmacêutico, em caráter excepcional, sem prazo específico.

    A MP 754/2016 altera a lei 10742/2003, que define normas para o setor farmacêutico e criou a CMED. O ponto modificado da lei estabelecia o seguinte: “excepcionalmente, o Conselho de Ministros da CMED poderá autorizar um ajuste positivo de preços ou determinar um ajuste negativo em 31 de agosto de 2003, tendo como referência o preço fabricante em 31 de março de 2003.”

    A MP 754/2016 estabelece, assim, a possibilidade de “ajuste negativo” de preços dos medicamentos sem limitação temporal, eliminando a menção a uma data específica para isso dentro da Lei 10.742/2003. De acordo com a Lei 10.742/2003, cabe à CMED propor critérios de composição dos fatores avaliados na revisão dos preços dos medicamentos, bem como definir o grau de desagregação dos fatores, seja por produto, por mercado ou por grupos de mercados.

    A medida provisória será analisada primeiro por uma Comissão Mista de deputados e senadores e depois terá que ser votada pelos Plenários da Câmara dos Deputados e do Senado. O prazo para apresentação de emendas inicia-se na quarta (21) e se prolonga até 5 de fevereiro de 2017. A MP 754/2016 passa a obstruir a pauta de votações do Congresso Nacional se não for analisada até 16 de março de 2017.

  • Câmara aprova renegociação da dívida dos estados, que vai à sanção presidencial

    O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (20/12) a renegociação das dívidas dos estados com a União (Projeto de Lei Complementar 257/16, do Executivo). Pela proposta, os estados poderão ter o pagamento de débitos alongados por mais 20 anos, com descontos nas parcelas até julho de 2018 e novos indexadores.

    O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (20/12) a renegociação das dívidas dos estados com a União (Projeto de Lei Complementar 257/16, do Executivo). Pela proposta, os estados poderão ter o pagamento de débitos alongados por mais 20 anos, com descontos nas parcelas até julho de 2018 e novos indexadores.

    O projeto, que segue para a sanção, preserva a maior parte dos pontos aprovados pela Câmara em agosto, como a adoção, por dois anos, de um limite para o aumento dos gastos públicos, vinculado à inflação – medida semelhante à prevista para a União na Emenda Constitucional do Teto dos Gastos (EC 95/2016).

    Em relação ao texto aprovado pelo Senado na semana passada, os deputados aprovaram a criação de um regime especial para estados em calamidade financeira – hoje, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Esses estados poderão, depois de aprovado um plano de recuperação por meio de lei estadual, ter as obrigações com a União suspensas por três anos.

    Foram retiradas, no entanto, as contrapartidas propostas pelo Senado, como o aumento da contribuição previdenciária paga por servidores estaduais e a proibição de novos cargos e de aumentos salariais, entre outros. Agora, caberá a leis estaduais estabelecer as medidas de ajuste para que o plano de recuperação seja celebrado.

    “Janela de oportunidade”

    O relatório do deputado Esperidião Amin (PP-SC) manteve apenas as condições da renegociação criadas pelos senadores e transferiu a criação de eventuais contrapartidas para as assembleias legislativas. Ele reconheceu, também, que a versão aprovada pela Câmara não deve ter o aval do governo federal.

    Amin retirou a proibição de reajustes e criação de cargos enquanto vigorar o regime de recuperação e a determinação de que esse plano tenha medidas como aumento da contribuição previdenciária dos servidores e desestatização.

    O relator disse que o texto aprovado dá aos estados uma “janela de oportunidade” para negociar suas dívidas. “Para salvar a situação dos estados em situação difícil, resolvemos pinçar aquilo que é do regime de repactuação e de ajuste fiscal. Fizemos isso para atender os Estados que estão de joelhos”, disse.

    Depois de negociação com o PT, que obstruiu parte dos trabalhos, Amin retirou a possibilidade de privatização de bens dos estados transferidos para a União como garantia do regime de recuperação fiscal. Outro ponto retirado foi a autorização para financiamento de programas de demissão voluntária.

    Críticas dos deputados

    A proposta de contrapartidas feita pelo Senado havia sido criticada por vários deputados. “No final do ano legislativo, o Senado devolveu uma bomba”, disse o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, após reunir líderes partidários.

    “Achar que, no dia 20 de dezembro, vamos votar aumento de contribuição previdenciária e congelamento de salários, é achar que esta Câmara não respeita a sociedade brasileira”, afirmou Maia. “Quanto às contrapartidas incluídas de última hora para o Senado, infelizmente ou felizmente, eu não compreendo que a Casa tenha condição de votar.”

    O líder do DEM, Pauderney Avelino (AM), alertou que os estados só chegaram a uma situação de calamidade financeira porque comprometeram recursos com aumentos salariais – em alguns casos, avaliou, até mesmo contrariando a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101/00). Ele disse que proposta aprovada pode não gerar os resultados esperados.

    “Tivemos a oportunidade de dar ao País um projeto para corrigir os defeitos que vêm acontecendo ao longo do tempo nos estados. Lamentavelmente, não foi possível. Estamos produzindo um ‘Frankenstein’. Nem atendemos aos estados nem à União”, criticou, lembrando a reação do Ministério da Fazenda ao texto apresentado pelos líderes.

  • Comissão de Assuntos Sociais analisa fracionamento de férias

    Está em analise na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), em decisão terminativa, projeto que permite ao trabalhador fracionar o tempo de férias. O Projeto de Lei do Senado (PLS) 411/2016 diz que, independentemente de acordo, as férias poderão ser fatiadas, em até duas vezes, com um dos períodos observando o mínimo de 14 (quatorze) dias.

    Está em analise na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), em decisão terminativa, projeto que permite ao trabalhador fracionar o tempo de férias. O Projeto de Lei do Senado (PLS) 411/2016 diz que, independentemente de acordo, as férias poderão ser fatiadas, em até duas vezes, com um dos períodos observando o mínimo de 14 (quatorze) dias.

    A Lei do Trabalhador (Lei 5.452/1943) determina que o prestador de serviço tire um só período de férias, depois de um ano de trabalho. Mas de acordo com o senador Deca (PSDB-PB), autor do projeto, a maioria dos empregados, se consultados, optaria pelo fracionamento das férias, pois poderiam administrar melhor as suas viagens e adequar os períodos às demandas familiares.

    “Por estas e outras razões, a divisão dos períodos de férias, se houver interesse dos empregados, tende a se tornar uma regra e não a exceção que é hoje”, conclui o parlamentar. O fatiamento das férias poderá ser efetivada mediante acordo escrito, individual ou coletivo e podem ser fracionadas em até três vezes. E o melhor juízo da possibilidade de divisão dos períodos é, nesses casos, do próprio interessado, o trabalhador.

    O servidor público, de acordo com a Lei 8.112/1990, pode parcelar as férias em até três etapas, também depois de um ano de exercício, desde que assim requeridas pelo servidor, e no interesse da administração pública.

  • Conselho de Turismo da CNC recebe ministro em última reunião do ano

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) se reúne nesta quarta-feira, 21 de dezembro, na CNC, no Rio de Janeiro. Na ocasião, será debatido o tema: “Rio de Janeiro o Portão de Entrada do Brasil”, em que os convidados vão abordar como a cidade que recebeu os Jogos Olímpicos pode ser um dos principais polos de atração e entrada dos turistas estrangeiros no País.

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) se reúne nesta quarta-feira, 21 de dezembro, na CNC, no Rio de Janeiro. Na ocasião, será debatido o tema: “Rio de Janeiro o Portão de Entrada do Brasil”, em que os convidados vão abordar como a cidade que recebeu os Jogos Olímpicos pode ser um dos principais polos de atração e entrada dos turistas estrangeiros no País.

    O evento contará com a presença do ministro do Turismo, Marx Beltrão, parlamentares do Estado do Rio de Janeiro, além de autoridades municipais, estaduais e federais, para promover a interação entre os atores políticos e o trade turístico da Cidade do Rio de Janeiro.

    Serviço:

    Data: 21 de dezembro

    Horário: 17h30

    Local: CNC-RJ – Avenida General Justo, 307, 4º andar, Centro, RJ.

    Sobre o Cetur

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC é responsável pela organização e disseminação de estudos e debates sobre a atividade econômica do turismo e promove a interlocução entre a cadeia produtiva do turismo e o poder público. Atua em três frentes distintas: Relacionamento político e institucional, com a participação na proposição de políticas públicas; Pesquisas e produção técnica sobre temas prioritários; e Promoção e participação em eventos do setor. O Cetur da CNC é composto por 26 associações empresariais nacionais de turismo e hospitalidade e por conselhos e câmaras de turismo das Federações do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio) de todos os Estados, criados para fortalecer o desenvolvimento do turismo regionalmente.

     

     

     

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 230/2016

    DESTAQUES:

    Instituída a Plataforma de Cidadania Digital

    Deferido Registro Sindical ao Sindicato das Empresas de Gastronomia, Entretenimento e Similares do Município de Curitiba

    Convocação do Sindicato do Comércio de Autopeças, Motopeças, Bicipeças, Pneumáticos, Acessórios, Máquinas e Implementos Agrícolas e Concessionárias de Vendas de Veículos Automotores da Cidade de Imperatriz para a Assembleia Geral Extraordinária que será realizada dia 10 de Janeiro de 2017

    DESTAQUES:

    Instituída a Plataforma de Cidadania Digital

    Deferido Registro Sindical ao Sindicato das Empresas de Gastronomia, Entretenimento e Similares do Município de Curitiba

    Convocação do Sindicato do Comércio de Autopeças, Motopeças, Bicipeças, Pneumáticos, Acessórios, Máquinas e Implementos Agrícolas e Concessionárias de Vendas de Veículos Automotores da Cidade de Imperatriz para a Assembleia Geral Extraordinária que será realizada dia 10 de Janeiro de 2017

  • CNC: Estabilidade interrompe crescimento da confiança do comércio neste Natal

    A confiança dos comerciantes ficou estável em dezembro (0,0%) na série livre de influências sazonais, segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), divulgado hoje, 20 de dezembro, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Registrando 99,1 pontos contra 98,9 pontos em novembro, a estabilidade do índice interrompe uma sequência de sete meses de crescimento. Por outro lado, o Icec cresceu 24,1% em relação a dezembro de 2015.

    A confiança dos comerciantes ficou estável em dezembro (0,0%) na série livre de influências sazonais, segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), divulgado hoje, 20 de dezembro, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Registrando 99,1 pontos contra 98,9 pontos em novembro, a estabilidade do índice interrompe uma sequência de sete meses de crescimento. Por outro lado, o Icec cresceu 24,1% em relação a dezembro de 2015.

    “O resultado do Icec neste mês do Natal deveu-se à redução na avaliação das condições correntes, à estabilidade nas expectativas de curto prazo e ao pequeno aumento nas intenções de investimentos”, afirmou a economista da CNC Izis Ferreira.

    O Icec ainda se encontra em um patamar negativo, abaixo dos 100 pontos. “A atividade do comércio não mostra perspectiva de recuperação no curto prazo e segue negativa a evolução das vendas, o que deverá acontecer também neste Natal. As condições ruins do mercado de trabalho, o crédito caro e o elevado comprometimento da renda dos consumidores continuam dificultando o consumo e a recuperação das vendas do comércio”, complementa Izis.

    Condições atuais

    O subíndice do Icec que mede a percepção dos comerciantes sobre as suas condições atuais teve queda de 0,9% em dezembro. Após consecutivas quedas, a avaliação das condições correntes vinha melhorando desde fevereiro deste ano, movimento que foi interrompido neste dezembro.

    A percepção dos varejistas quanto às condições atuais da economia piorou em dezembro (-3,6%), assim como em relação ao desempenho do comércio (-0,7%), enquanto melhorou em comparação ao desempenho da empresa (+0,5%). A proporção de comerciantes que avaliam as condições atuais da economia como “piores” é menor, mas se mantém elevada: para 79,8% dos varejistas, a economia piorou em dezembro.

    Estoques

    Em dezembro, o subíndice que mede as condições de investimentos do comércio registrou alta de 0,4%, influenciado por novo aumento nas intenções de contratação de funcionários (+0,6%) e pela alta nas intenções de investimentos na empresa (+1,3%). Por outro lado, piorou a avaliação dos estoques diante da programação das vendas (-0,6%).

    Acesse a análise completa, os gráficos e a série histórica do Icec.

    A economista Izis Ferreira está disponível para atender os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9384.

     

     

     

     

  • Estabilidade interrompe crescimento da confiança do comércio neste Natal

    A confiança dos comerciantes  ficou estável em dezembro (0,0%) na série livre de influências sazonais, segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), divulgado hoje, 20 de dezembro, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Registrando 99,1 pontos contra 98,9 pontos em novembro, a estabilidade do índice interrompe uma sequência de sete meses de crescimento. Por outro lado, o Icec  cresceu 24,1% em relação a dezembro de 2015.

    A confiança dos comerciantes  ficou estável em dezembro (0,0%) na série livre de influências sazonais, segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), divulgado hoje, 20 de dezembro, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Registrando 99,1 pontos contra 98,9 pontos em novembro, a estabilidade do índice interrompe uma sequência de sete meses de crescimento. Por outro lado, o Icec  cresceu 24,1% em relação a dezembro de 2015.

    “O resultado do Icec neste mês do Natal deveu-se à redução na avaliação das condições correntes, à estabilidade nas expectativas de curto prazo e ao pequeno aumento nas intenções de investimentos”, afirmou a economista da CNC Izis Ferreira.

    O Icec ainda se encontra em um patamar negativo, abaixo dos 100 pontos. “A atividade do comércio não mostra perspectiva de recuperação no curto prazo e segue negativa a evolução das vendas, o que deverá acontecer também neste Natal. As condições ruins do mercado de trabalho, o crédito caro e o elevado comprometimento da renda dos consumidores continuam dificultando o consumo e a recuperação das vendas do comércio”, complementa Izis.

    Condições atuais

    O subíndice do Icec que mede a percepção dos comerciantes sobre as suas condições atuais teve queda de 0,9% em dezembro. Após consecutivas quedas, a avaliação das condições correntes vinha melhorando desde fevereiro deste ano, movimento que foi interrompido neste dezembro.

    A percepção dos varejistas quanto às condições atuais da economia piorou em dezembro (-3,6%), assim como em relação ao desempenho do comércio (-0,7%), enquanto melhorou em comparação ao desempenho da empresa (+0,5%). A proporção de comerciantes que avaliam as condições atuais da economia como “piores” é menor, mas se mantém elevada: para 79,8% dos varejistas, a economia piorou em dezembro.

    Estoques

    Em dezembro, o subíndice que mede as condições de investimentos do comércio registrou alta de 0,4%, influenciado por novo aumento nas intenções de contratação de funcionários (+0,6%) e pela alta nas intenções de investimentos na empresa (+1,3%). Por outro lado, piorou a avaliação dos estoques diante da programação das vendas (-0,6%).