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  • Informe Representações 399

    Assessoria de Gestão das Representações 22/11/2016 – Ano 5, nº 399

    Izis Janote Ferreira, economista da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), foi indicada para representar a entidade nos seguintes órgãos/representações:

    • Na qualidade de titular:

    Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC)

    Comitê de Coordenação de Barreiras Técnicas ao Comércio (CBTC) do Conmetro

    Assessoria de Gestão das Representações 22/11/2016 – Ano 5, nº 399

    Izis Janote Ferreira, economista da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), foi indicada para representar a entidade nos seguintes órgãos/representações:

    • Na qualidade de titular:

    Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC)

    Comitê de Coordenação de Barreiras Técnicas ao Comércio (CBTC) do Conmetro

    Criado pela Resolução nº 3 do Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro), o Comitê tem por competência: coordenar as ações do governo e do setor privado relacionadas com a participação do Brasil no Acordo sobre Barreiras Técnicas ao Comércio da atual Organização Mundial do Comércio; orientar, coordenar e acompanhar a execução dos trabalhos da Secretaria Executiva exercida pelo Inmetro; manifestar-se sobre a execução do Acordo em geral, e particularmente no que se refere ao tratamento especial e diferenciado aos países em desenvolvimento.

    Ministério das Relações Exteriores (MRE)

    Grupo de Trabalho do Simples Internacional.

    Grupo de trabalho criado para tratar sobre o tema “certificação de origem” no âmbito do programa de trabalho do Simples Internacional.

    Confederação Nacional da Indústria (CNI)

    Coalizão Empresarial Brasileira (CEB)

    A Coalizão Empresarial Brasileira tem por objetivo coordenar o processo de influência do setor empresarial brasileiro nas negociações comerciais internacionais, buscando a formação do consenso interno, o estabelecimento de canais de diálogo com o governo brasileiro e a atuação coordenada em fóruns empresariais internacionais.

    Para a suplência no Comitê de Coordenação de Barreiras Técnicas ao Comércio (CBTC) do Conmetro e na Coalizão Empresarial Brasileira (CEB), a CNC será representada por Juliana Xavier Serapio da Silva, assessora da Divisão Econômica da CNC.

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.org.br

  • Resumo dos Relatórios das Representações CNC|Novembro de 2016

    Assessoria de Gestão das Representações | Novembro de 2016

     

    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

    Assessoria de Gestão das Representações | Novembro de 2016

     

    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 210/2016

    DESTAQUES:

    Nomeado novo Ministro da Cultura

    Deferido Registro de Alteração Estatutária ao Sindicato dos Lojistas do Comércio de Belo Horizonte

    Determinada a correção cadastral do Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão de Obra e de Trabalho Temporário no Estado de São Paulo – SP

    Requerido pedido de registro sindical pelo Sindicato das Empresas de Lava-jato e Estacionamento no Estado de Goiás

    Substituídos representantes do Ministério da Educação para integrarem o Conselho Nacional do SENAC

    DESTAQUES:

    Nomeado novo Ministro da Cultura

    Deferido Registro de Alteração Estatutária ao Sindicato dos Lojistas do Comércio de Belo Horizonte

    Determinada a correção cadastral do Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão de Obra e de Trabalho Temporário no Estado de São Paulo – SP

    Requerido pedido de registro sindical pelo Sindicato das Empresas de Lava-jato e Estacionamento no Estado de Goiás

    Substituídos representantes do Ministério da Educação para integrarem o Conselho Nacional do SENAC

    Sancionada Lei do Estado do Rio de Janeiro que proíbe a comercialização da buzina de pressão à base de propano butano para menores de 18 anos

  • Ministro da Educação é convidado para audiência interativa sobre reforma do ensino médio

    A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados realiza na quarta-feira (23/11) audiência pública para debater a reforma do ensino médio com o ministro da Educação, Mendonça Filho. O debate, que terá início às 11 horas, também vai inaugurar uma nova versão da ferramenta para acompanhamento interativo das audiências públicas (audiencias. labhackercd.net). O objetivo do serviço é estimular a participação da sociedade no debate de temas legislativos importantes para o País.

    A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados realiza na quarta-feira (23/11) audiência pública para debater a reforma do ensino médio com o ministro da Educação, Mendonça Filho. O debate, que terá início às 11 horas, também vai inaugurar uma nova versão da ferramenta para acompanhamento interativo das audiências públicas (audiencias. labhackercd.net). O objetivo do serviço é estimular a participação da sociedade no debate de temas legislativos importantes para o País.

    As pessoas interessadas na reforma do ensino médio, prevista na MP 746/2016, poderão entrar na plataforma para encaminhar dúvidas ao ministro da Educação ou aos demais parlamentares presentes na audiência, enquanto acompanham o vídeo de todo o debate.

    Também é possível discutir o assunto com os outros internautas em um espaço para troca de mensagens. As perguntas que tiverem apoio dos demais participantes, por meio de curtidas no texto, serão enviadas à comissão para que os convidados esclareçam as dúvidas ainda durante o evento.

    A MP da reforma do ensino médio flexibiliza os currículos e amplia progressivamente a jornada escolar das atuais 800 horas para 1.400 horas. O texto, que recebeu 568 emendas dos parlamentares, será votado por uma comissão especial formada por deputados e senadores.

    Avaliação dos usuários

    Deste evento até o encerramento dos trabalhos legislativos neste ano, a nova ferramenta de audiências públicas interativas estará em fase de testes. Os internautas poderão, a qualquer momento, avaliar a plataforma, registrar erros ou problemas, e ainda deixar sugestões para aprimorar o serviço, que será lançado oficialmente em fevereiro de 2017, início do próximo ano legislativo. A audiência para debater a reforma do ensino médio, proposta pelos deputados Angelim (PT-AC) e Maria do Rosário (PT-RS), será realizada no plenário 10.

  • PEC do Teto dos Gastos passa por terceira sessão de discussão

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55/2016, que limita os gastos públicos por 20 anos, passou pela terceira sessão de discussão no Plenário do Senado nesta segunda-feira (21/11). A PEC terá de passar por mais duas sessões de discussão antes de ser votada em primeiro turno. Depois, serão mais três sessões de discussão em segundo turno para que tenha votação final.

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55/2016, que limita os gastos públicos por 20 anos, passou pela terceira sessão de discussão no Plenário do Senado nesta segunda-feira (21/11). A PEC terá de passar por mais duas sessões de discussão antes de ser votada em primeiro turno. Depois, serão mais três sessões de discussão em segundo turno para que tenha votação final.

    O Senado fará uma sessão temática de debates sobre a proposta. A reunião está marcada para esta terça-feira (22), às 11h, e deve ter a presença de um representante do Ministério da Fazenda. A expectativa é de que a PEC do Teto de Gastos seja votada em primeiro turno no dia 29 de novembro e, em segundo turno, no dia 13 de dezembro.

    Contramão

    Os senadores Humberto Costa (PT-PE), Lindbergh Farias (PT-RJ), Gleisi Hoffmann (PT-PR),Vanessa Grazziotin (PC do B-AM) e Lídice da Mata (PSB-BA) subiram na tribuna para se posicionarem contra a PEC. Humberto Costa afirmou que o Brasil está na contramão do que o mundo pensa hoje sobre como retomar a atividade econômica. Segundo ele, a direção do Fundo Monetário Internacional (FMI) reconheceu que as políticas de austeridade que foram orientadas pelo Fundo a diversos países, especialmente na Europa, para conseguirem o reequilíbrio fiscal, fracassaram de forma absoluta.

    “Esta semana, nós vimos a própria Comunidade Europeia tomando a decisão de enfrentar a crise, o baixo crescimento, não com mais austeridade, mas fazendo circular mais recursos “, disse. O senador ressaltou que a proposta trará ainda mais desigualdade e fez um apelo aos movimentos sociais e à população brasileira para que façam uma grande pressão com o objetivo de sensibilizar os senadores em relação à matéria.

    Danos

    Alguns parlamentares afirmaram que a PEC trará danos para a saúde, educação, segurança pública e assistência social. De acordo com Gleisi Hoffmann, se a matéria não mexesse nos recursos para a saúde e para a educação não precisaria ser feita por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição.

    “Fico muito revoltada quando o próprio relator da matéria diz que os recursos para a educação e para a saúde vão ser mantidos. Não é verdade. Se fosse para serem mantidos, nós não estaríamos mexendo na Constituição, que assegura 18% da receita líquida de impostos para a educação e 15% da receita corrente líquida para a saúde”, disse.

    Lindbergh ressaltou que a proposta do governo prevê um corte de cinco pontos percentuais, ao longo de dez anos, em relação às despesas primárias. O País sairia de 19,8% do PIB gastos atualmente para 14,8% do PIB. Conforme explicou o senador, as despesas primárias envolvem previdência, gastos com pessoal, despesas obrigatórias (abono, seguro-desemprego e Benefício de Prestação Continuada) e as despesas discricionárias (funcionamento de ministérios e recursos para saúde e educação).

    “Para chegar-se ao que eles querem, vai haver um mix de maldades: retirada de recursos da saúde; retirada de recursos da educação; praticamente se vai acabar com alguns ministérios; ataque à Previdência Social; e ataque às políticas de assistência”, observou. O senador ressaltou que, ao invés da PEC 55, o correto seria um plano de investimentos com mais recursos para gastos sociais.

    Educação

    Os senadores José Medeiros (PSD-MT), Ana Amélia (PP-RS) e Waldemir Moka (PMDB-MT) se manifestaram favoráveis à PEC. Ana Amélia classificou como “ladainha” o argumento da oposição de que a PEC vai comprometer a educação, já que essa foi a área que mais teve cortes no governo de Dilma Rousseff.

    De acordo com a senadora, o Ministério da Educação perdeu, sob o governo da ex-presidente, R$10,5 bilhões, o equivalente a 10% do orçamento em 2015. “Cortes em programas, pagamentos atrasados e trocas de ministros. Foram três em poucos meses no Ministério da Educação. Que prioridade é essa? Por que isso? Por que a verdade não vem? Pelo menos deveriam admitir os equívocos cometidos”, protestou.

    A senadora ressaltou que os cortes de Dilma atingiram os programas Financiamento Estudantil — Fies e Pronatec — que foram as duas principais bandeiras da ex-Presidente na área de educação nas eleições de 2014. O senador Waldemir Moka destacou que os ajustes fiscais são o único caminho para o país recuperar a credibilidade e os investimentos .

    Debate

    A senadora Lídice da Mata lamentou que a discussão da proposta esteja mais voltada para analisar o governo da presidente Dilma do que para discutir o conteúdo da PEC dos Gastos e suas consequências sobre a economia do Brasil. “É preciso que nós possamos discutir isso para além do governo da Presidente Dilma e mais centrados efetivamente nas razões que levam a que a economia brasileira esteja assim e nas consequências que nós teremos após a PEC”, disse.

    Lídice ressaltou que análises de articulistas do mercado já demonstram pessimismo em relação à economia, mesmo com a aprovação da PEC. Segundo a senadora, os especialistas já falam que a previsão do crescimento do PIB, a partir da PEC, não será mais de 1,5%, como pensavam alguns. “Vai se restringir a 1% ou até mesmo a menos que isso. Isso demonstra, mais uma vez, que a PEC não é a solução, a saída para a crise que nós enfrentamos no Brasil”, ressaltou.

  • Síntese Ambiental 17

    Apresenta os assuntos de maior destaque das reuniões realizadas pelo Grupo Técnico de Trabalho de Meio Ambiente (GTT-MA).

    Apresenta os assuntos de maior destaque das reuniões realizadas pelo Grupo Técnico de Trabalho de Meio Ambiente (GTT-MA).

  • Informe Representações 398

    Assessoria de Gestão das Representações 21/11/2016 – Ano 5, nº 398

    Conselho Nacional de Trânsito (Contran)

    Câmara Temática de Educação para o Trânsito, Formação e Habilitação de Condutores:

    Assessoria de Gestão das Representações 21/11/2016 – Ano 5, nº 398

    Conselho Nacional de Trânsito (Contran)

    Câmara Temática de Educação para o Trânsito, Formação e Habilitação de Condutores:

    Edson Luis da Cunha, vice-presidente da Fecomércio/RS e presidente do Sindicato dos Centros de Formação de Condutores do Estado do Rio Grande do Sul, e Eduardo Cortez Balreira, consultor do Sindicato dos Centros de Formação de Condutores do Estado do Rio Grande do Sul, foram indicados, como titular e suplente, respectivamente, para representar a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) na Câmara Temática de Educação para o Trânsito, Formação e Habilitação de Condutores.

    Câmara Temática de Assuntos Veiculares:

    Francisco Wagner De La Tôrre, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de peças e acessórios para veículos no Estado de São Paulo (Sincopeças/SP), e Rodrigo Otávio Carvalho Moreira, presidente do Sincopeças/RJ, foram indicados, como titular e suplente, respectivamente, para representar a CNC na Câmara Temática de Assuntos Veiculares.

    Perfil das representações:

    As Câmaras Temáticas do Contran têm como competência desenvolver estudos, opinar e sugerir sobre matérias na área de suas atribuições, obedecidas às prioridades estabelecidas pelo Contran; propor ao Órgão Máximo Executivo de Trânsito da União a criação de Grupo Técnico, bem como de Grupo Técnico Intercâmaras, para fornecer subsídios aos estudos da Câmara.

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.org.br

  • Boletim Informativo Diário (BID) 209/2016

    DESTAQUES:

    Instituído Grupo de Trabalho para elaborar proposta de atenção à saúde das crianças com síndrome congênita associada à Zika

    Requerido pedido de registro de alteração estatutária pelo Sindicato do Comércio Varejista de Concórdia

    Deferido pedido de registro sindical ao Sindicato das Empresas Prestadoras de Serviços no Estado do Amazonas/AM

    Deferido registro sindical ao Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão de Obra e Trabalho temporário no Estado do Paraná

    DESTAQUES:

    Instituído Grupo de Trabalho para elaborar proposta de atenção à saúde das crianças com síndrome congênita associada à Zika

    Requerido pedido de registro de alteração estatutária pelo Sindicato do Comércio Varejista de Concórdia

    Deferido pedido de registro sindical ao Sindicato das Empresas Prestadoras de Serviços no Estado do Amazonas/AM

    Deferido registro sindical ao Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão de Obra e Trabalho temporário no Estado do Paraná

    Sancionada lei do Município do Rio de Janeiro que obriga os estabelecimentos públicos e privados a inserir nas placas de atendimento prioritário o símbolo mundial do autismo

  • CNC: Intenção de Consumo aumenta 0,5%

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em novembro, ficou em 74,3 pontos. Embora o resultado mostre um avanço de 0,5% em relação a outubro, na comparação anual ainda existe uma queda de 2,8% e o índice ainda permanece em um nível menor que 100 pontos, abaixo da zona de indiferença, o que indica uma percepção de insatisfação com a situação atual.

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em novembro, ficou em 74,3 pontos. Embora o resultado mostre um avanço de 0,5% em relação a outubro, na comparação anual ainda existe uma queda de 2,8% e o índice ainda permanece em um nível menor que 100 pontos, abaixo da zona de indiferença, o que indica uma percepção de insatisfação com a situação atual.

    – A demora para que ocorra uma efetiva recuperação do mercado de trabalho e a consequente melhora da situação financeira das famílias tem levado à sustentação de um comportamento cauteloso por parte do consumidor. Como resultado, embora os indicadores de confiança estejam avançando, ainda não existe, de fato, uma retomada do consumo – explica o economista da CNC Bruno Fernandes.

    Atualidade

    Único componente acima da zona de indiferença, Emprego Atual ficou com 105,6 pontos e se manteve estável em relação ao mês anterior. Na comparação com o mesmo período do ano passado, no entanto, houve aumento de 1%. O percentual de famílias que se sentem mais seguras em relação ao Emprego Atual é de 30,9%.

    Já o componente que mede o Nível de Consumo Atual cresceu 2,9% em relação a outubro e ficou em 48,9 pontos. Na comparação com novembro de 2015, o índice caiu 11,4%. A maior parte das famílias (62,8%) declarou estar com o nível de consumo menor que o do ano passado.

    Com 66,8 pontos, o Acesso ao Crédito se manteve estável na comparação mensal e apresentou redução de 10,4% em relação a novembro de 2015. Já o item Momento para Duráveis, influenciado, sobretudo, pelas altas taxas de juros, ficou em 46,9 pontos. Apesar de ter crescido 1,8% ante outubro, recuou 3,1% ante o mesmo período do ano passado. A maior parte das famílias – 73,3% – considera o momento atual desfavorável para aquisição de duráveis.

    Expectativa

    As famílias apresentaram estabilidade nas Perspectivas Profissionais na comparação mensal. Com 98,8 pontos, o componente apresentou aumento de 2,3%, em relação ao mesmo período do ano passado. Do total das famílias, 45,7% consideram negativo o cenário para os próximos seis meses.

    Com a maior variação positiva na comparação anual (+6,5%), o item Perspectiva de Consumo também registrou aumento na comparação mensal (+ 1,6%) e ficou em 63,8 pontos.

    Embora haja um processo de retomada gradual da confiança de consumidores e empresários, a CNC revisou suas expectativas de queda do varejo restrito de -5,4% para -6,0% e do ampliado, que inclui os setores de automóveis e materiais de construção, de -9,5% para -9,0% ao final de 2016.

  • CNC: Intenção de Consumo aumenta 0,5%

    [21/11/2016]A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em novembro, ficou em 74,3 pontos. Embora o resultado mostre um avanço de 0,5% em relação a outubro, na comparação anual ainda existe uma queda de 2,8% e o índice ainda permanece em um nível menor que 100 pontos, abaixo da zona de indiferença, o que indica uma percepção de insatisfação com a situação atual.

    [21/11/2016]A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em novembro, ficou em 74,3 pontos. Embora o resultado mostre um avanço de 0,5% em relação a outubro, na comparação anual ainda existe uma queda de 2,8% e o índice ainda permanece em um nível menor que 100 pontos, abaixo da zona de indiferença, o que indica uma percepção de insatisfação com a situação atual.

    A demora para que ocorra uma efetiva recuperação do mercado de trabalho e a consequente melhora da situação financeira das famílias tem levado à sustentação de um comportamento cauteloso por parte do consumidor. Como resultado, embora os indicadores de confiança estejam avançando, ainda não existe, de fato, uma retomada do consumo – explica o economista da CNC Bruno Fernandes.

    Atualidade

    Único componente acima da zona de indiferença, Emprego Atual ficou com 105,6 pontos e se manteve estável em relação ao mês anterior. Na comparação com o mesmo período do ano passado, no entanto, houve aumento de 1%. O percentual de famílias que se sentem mais seguras em relação ao Emprego Atual é de 30,9%.

    Já o componente que mede o Nível de Consumo Atual cresceu 2,9% em relação a outubro e ficou em 48,9 pontos. Na comparação com novembro de 2015, o índice caiu 11,4%. A maior parte das famílias (62,8%) declarou estar com o nível de consumo menor que o do ano passado.

    Com 66,8 pontos, o Acesso ao Crédito se manteve estável na comparação mensal e apresentou redução de 10,4% em relação a novembro de 2015. Já o item Momento para Duráveis, influenciado, sobretudo, pelas altas taxas de juros, ficou em 46,9 pontos. Apesar de ter crescido 1,8% ante outubro, recuou 3,1% ante o mesmo período do ano passado. A maior parte das famílias – 73,3% – considera o momento atual desfavorável para aquisição de duráveis.

    Expectativa

    As famílias apresentaram estabilidade nas Perspectivas Profissionais na comparação mensal. Com 98,8 pontos, o componente apresentou aumento de 2,3%, em relação ao mesmo período do ano passado. Do total das famílias, 45,7% consideram negativo o cenário para os próximos seis meses.

    Com a maior variação positiva na comparação anual (+6,5%), o item Perspectiva de Consumo também registrou aumento na comparação mensal (+ 1,6%) e ficou em 63,8 pontos.

    Embora haja um processo de retomada gradual da confiança de consumidores e empresários, a CNC revisou suas expectativas de queda do varejo restrito de -5,4% para -6,0% e do ampliado, que inclui os setores de automóveis e materiais de construção, de -9,5% para -9,0% ao final de 2016.

    O economista Bruno Fernandes está disponível para atender os jornalistas no telefone (21) 3804-9471.