Blog

  • Temer sanciona nova lei do Supersimples e “salão parceiro”

    O presidente Michel Temer sancionou ontem (27/10) o projeto de lei que amplia o prazo de parcelamento das dívidas tributárias de micro e pequenas empresas, estabelecendo os novos limites para o enquadramento das empresas no Simples Nacional, e a lei do salão-parceiro, que legaliza a contratação de pessoas jurídicas para a prestação de serviços em salões de beleza – como os de cabeleireiros, barbeiros, manicures, pedicures, maquiadores, esteticistas e depiladores.

    O presidente Michel Temer sancionou ontem (27/10) o projeto de lei que amplia o prazo de parcelamento das dívidas tributárias de micro e pequenas empresas, estabelecendo os novos limites para o enquadramento das empresas no Simples Nacional, e a lei do salão-parceiro, que legaliza a contratação de pessoas jurídicas para a prestação de serviços em salões de beleza – como os de cabeleireiros, barbeiros, manicures, pedicures, maquiadores, esteticistas e depiladores.

    Criado em 2006, o Supersimples tem o objetivo de desburocratizar e facilitar o recolhimento de tributos pelos micro e pequenos empresários. Com as mudanças, o limite para que a microempresa seja incluída no programa passa dos atuais R$ 360 mil anuais para R$ 900 mil. Já o teto das de pequeno porte passa de R$ 3,6 milhões anuais para R$ 4,8 milhões.

    A nova versão da lei amplia de 60 para 120 prestações o prazo para pagamento das dívidas tributárias. A nova lei cria ainda a figura do “investidor-anjo”, para ajudar as start-ups (empresas em início de atividades inovadoras) a obterem aportes a fim de colocar seus produtos no mercado. Dessa forma será possível a aplicação de investimentos sem a necessidade de o investidor se tornar sócio do novo empreendimento.

    Em discurso ao anunciar as ações, o presidente Temer citou empregos e diálogo. “Estamos na linha fundamental e coerente com duas palavras que dão a tônica do nosso governo: diálogo e emprego”, disse ele, que novamente elogiou a atuação do Congresso Nacional para o aperfeiçoamento da legislação: “condições macroeconômicas sólidas significam mais investimento e crescimento. Estamos trilhando o caminho de uma sociedade de prosperidade para todos”, acrescentou.

    Também durante a cerimônia de sanção da lei, o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, disse que mais uma etapa da lei da micro e pequena empresa está sendo cumprida e que cerca de 600 mil empresas desses portes encontram-se em situação de inadimplência com a Receita Federal. Com os novos limites, muitas empresas poderão se manter no Supersimples.

    “As empresas perdem o medo de crescer [e acabar saindo do Supersimples]”, disse Afif, que destacou como vantagens da lei o parcelamento de débitos, pelas empresas; o investidor-anjo; o incentivo à geração de emprego e renda; a inclusão do setor de beleza e dos fabricantes de bebida, em especial para os fabricantes de cerveja artesanal, pequenos produtores de vinho e “da nossa caninha”; e o estímulo às exportações. Segundo Afif, o setor de beleza, um dos que mais tem crescido no país, “será modelo para a terceirização em todos os setores”.

    Salão-parceiro

    A inclusão dos salões de beleza na legislação, no entanto, não tem o apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (Contratuh) que, desde o dia 25, faz diariamente manifestação em frente ao Palácio do Planalto, pedindo que o presidente Temer vete o projeto. Em entrevista à Agência Brasil, o presidente da entidade, Moacir Roberto Tesch Auervald, disse que a mudança nas regras vai eliminar direitos trabalhistas dos profissionais de salões de beleza e, ao torná-los pessoas jurídicas, vai obrigá-los a contratar outros profissionais para administrar o empreendimento. Segundo ele, a sanção dessa lei fará com que efeitos negativos reflitam em diversos outros setores. “Se abrir essa porta, abrirá também a porta para as demais categorias, como garçons, enfermeiros e qualquer outra categoria”, disse ele.

    Temer ironizou a manifestações feitas pela Contratuh em frente ao Palácio do Planalto. “Verifico que, lá fora, muitos não puderam entrar e nos apoiam com suas vuvuzelas”, disse o presidente. Dirigindo-se aos empresários que participavam da cerimônia, ele emendou: “Convidem aqueles que estão lá fora para que, se não têm emprego, tenham emprego”.

    Fonte: Agência Brasil – EBC

  • Proposta que limita os gastos públicos chega ao Senado

    O presidente do Senado, Renan Calheiros, recebeu na quarta-feira (26/10), do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, a proposta de emenda constitucional que limita o crescimento dos gastos públicos nos próximos 20 anos. A PEC 55/2016, que já foi lida no Plenário do Senado, vai ser inicialmente analisada na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania.

    O presidente do Senado, Renan Calheiros, recebeu na quarta-feira (26/10), do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, a proposta de emenda constitucional que limita o crescimento dos gastos públicos nos próximos 20 anos. A PEC 55/2016, que já foi lida no Plenário do Senado, vai ser inicialmente analisada na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania.

    Um acordo de líderes prevê a votação na CCJ em 9 de novembro. De acordo com o mesmo entendimento, a matéria será votada em em primeiro turno no Plenário em 29 de novembro e, em segundo turno, no dia 13 de dezembro. A promulgação, cumprido esse calendário, será em 14 de dezembro. O relator deverá ser o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE).

    Renan Calheiros disse que os prazos serão respeitados e que, “de forma alguma”, vai atrasar ou adiantar a análise. “Em nenhum momento rebaixarei essa instituição, este Senado Federal para retardar ou acelerar projetos, seja qual for a circunstância. É o contrário”, assegurou Renan.

    Após entregar o texto a Renan Calheiros, Rodrigo Maia afirmou que a proposta é vital para o futuro e essencial para um novo momento no País. “O governo federal, depois de mais de vinte anos, se obriga a organizar os seus gastos com os recursos que tem, sem aumentar os impostos. A minha felicidade é não estar aqui para trazer a PEC da CPMF [Contribuião Provisória sobre Movimentação Financeira], que seria mais uma decisão do governo contra a sociedade”, disse Maia.

    A Proposta de Emenda à Constituição, conforme aprovada pelos deputados e que na Câmara tinha o número de 241/2016, estabelece que nas próximas duas décadas os gastos federais apenas podem ser corrigidos pela inflação anual medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O regime fiscal vai valer para os Orçamentos Fiscal e da Seguridade de cada um dos três Poderes e dos órgãos federais com autonomia orçamentária (como Ministério Público, Tribunal de Contas da União e Conselho Nacional de Justiça).

    Para o ano que vem o limite será a despesa primária de 2016 (excluídos os juros da dívida), mais os restos a pagar de antes de 2015 quitados neste ano e as operações que afetam o resultado primário, corrigida por 7,2% – esse percentual é a inflação estimada para o ano-calendário de 2016. A partir da elaboração do orçamento de 2018, o limite será o montante do ano anterior corrigido pela variação do IPCA de 12 meses, colhida entre julho do ano anterior e junho do ano atual. O índice de inflação usado para a próxima lei orçamentária, por exemplo, será aquele medido entre julho de 2016 e junho de 2017.

    Saúde e educação

    Nas áreas de educação e saúde, em que existe previsão constitucional de um piso de investimentos, há uma regra distinta para o ano que vem. A aplicação mínima nos serviços públicos de saúde, em 2017, será de 15% da receita corrente líquida (RCL). As previsões para a saúde, segundo o orçamento de 2017, são de R$ 105,3 bilhões e, para emendas, de R$ 8,42 bilhões. Para depois de 2018, fica valendo a regra geral para o ajuste do piso. Na educação, por sua vez, serão investidos em 2017, no mínimo, o correspondente a 18% dos impostos federais. De 2018 até 2036, o piso será corrigido apenas pela inflação.

    Exceções

    A Proposta de Emenda à Constituição livra algumas despesas do limite do teto. Como ele se aplica apenas sobre as despesas primárias, o pagamento de juros da dívida pública não entra no cálculo. Também ficam fora as transferências constitucionais a estados e municípios com base na arrecadação de tributos federais, como as parcelas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), e a participação da União no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

    Outras exceções ao teto são os créditos extraordinários em casos de calamidade pública, as despesas eleitorais e as com o aumento de capital de empresas estatais não dependentes (como a Petrobras, o Banco do Brasil, a Eletrobras e a Caixa Econômica Federal).

  • Confiança do empresário do comércio aumenta em outubro

    Influenciado pela melhora na avaliação das condições correntes, nas expectativas de curto prazo e nas intenções de investimento, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu 97,3 pontos em outubro, mês que inicia o trimestre mais importante para o comércio. Na série com ajuste sazonal, houve aumento de 1% em relação a setembro e 18,7% na comparação anual.

    Influenciado pela melhora na avaliação das condições correntes, nas expectativas de curto prazo e nas intenções de investimento, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu 97,3 pontos em outubro, mês que inicia o trimestre mais importante para o comércio. Na série com ajuste sazonal, houve aumento de 1% em relação a setembro e 18,7% na comparação anual. O índice, no entanto, ainda permanece na zona negativa, abaixo do corte de indiferença, de 100 pontos, refletindo a contínua redução das vendas no varejo.

    “Embora a confiança dos comerciantes tenha evoluído positivamente nos meses recentes, os consumidores continuam cautelosos nas decisões de consumo. Há a percepção de que a crise está abrandando, mas a renda das famílias segue restrita com o comprometimento com dívidas, as condições do mercado de trabalho seguem desfavoráveis, com a taxa média de desemprego elevada e fechamento líquido de postos de trabalho, além do custo do crédito, que continua elevado. Esse contexto dificulta a recuperação mais rápida do varejo”, analisa a economista da CNC Izis Ferreira.

    Condições atuais

    O índice que mede as condições correntes alcançou 57,3 pontos, um crescimento de 2,8% em relação a setembro e 36,9% na comparação anual – a maior variação positiva da série histórica, iniciada em março de 2011.

    Na comparação mensal, a percepção dos varejistas quanto às condições atuais melhorou em relação à economia (+9%), ao setor (+2,2%) e manteve-se estável no que diz respeito ao desempenho da própria empresa. Contudo, para a maior parte dos comerciantes, 81,9%, a economia piorou em outubro.

    Expectativas

    Já o índice referente às expectativas chegou a 148,6 pontos, único a ficar acima da zona de indiferença. O resultado reflete aumento de 1,7% em relação a setembro e 21% ante outubro de 2015.

    Todos os componentes subiram, tanto na comparação mensal como na anual. Em relação a setembro, as perspectivas de curto prazo cresceram 2,9% para a economia, 1,3% para o setor e 0,9% para o desempenho da empresa. Na comparação com outubro de 2015, o aumento foi de 37,6% para a economia, 19,1% para o comércio e 10,4% para o desempenho da empresa. Para 80,9% dos entrevistados, a economia vai melhorar nos próximos meses.

    O componente relativo às condições de investimento registrou 85,9 pontos. Com um crescimento tímido em relação a setembro (0,2%), teve uma elevação de 5,9% em comparação com outubro de 2015.

    As intenções de contratação de funcionários aumentaram 3,5% e 21% nas comparações mensal e anual, respectivamente. Já as intenções de investir na própria empresa caíram 3,6% ante setembro e 0,7% ante outubro de 2015.

    A avaliação dos comerciantes sobre o nível dos estoques também piorou: caiu 0,5% na comparação mensal e 4,2% na anual. Esses números indicam que os comerciantes iniciaram o último trimestre do ano mais estocados.

    Para 71,5% dos empresários, as intenções de investimento no capital social das empresas são menores. Para 31,1% dos comerciantes, os estoques estão acima do adequado.

  • Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec): outubro de 2016

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador mensal antecedente, apurado entre os tomadores de decisão das empresas do varejo para detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador mensal antecedente, apurado entre os tomadores de decisão das empresas do varejo para detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 195/2016

    DESTAQUES:

    Instituído Grupo de Trabalho no âmbito da ANVISA com o objetivo de realizar, o acompanhamento e o gerenciamento da implementação do conjunto de propostas definidas no Relatório Final do Grupo de Trabalho Interinstitucional sobre órteses, próteses e materiais especiais (GTI-OPME)

    Alterada norma que substitui anexos referentes à Guia de Recolhimento da Contribuição Sindical Urbana (GRCSU)

    Indeferido o processo de pedido de alteração estatutária do Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidores do Estado do Paraná

    DESTAQUES:

    Instituído Grupo de Trabalho no âmbito da ANVISA com o objetivo de realizar, o acompanhamento e o gerenciamento da implementação do conjunto de propostas definidas no Relatório Final do Grupo de Trabalho Interinstitucional sobre órteses, próteses e materiais especiais (GTI-OPME)

    Alterada norma que substitui anexos referentes à Guia de Recolhimento da Contribuição Sindical Urbana (GRCSU)

    Indeferido o processo de pedido de alteração estatutária do Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidores do Estado do Paraná

    Requeridos pedidos de registro sindical pelos Sindicato do Comércio Varejista do Vale do Ribeira, Sindicato das Empresas do Comércio de Bens e Serviços de Toritama- PE e Sindicato das Empresas Prestadoras de Serviços e Instaladoras de Sistemas e redes de TV por assinatura, cabo, mmds, dth e Telecomunicações do Estado de Goiás

  • CNC divulga amanhã resultados de OUTUBRO do Icec

    [27/10/2016] A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, sexta-feira, dia 28 de outubro, os resultados de OUTUBRO do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). A partir das 10 horas, a economista da CNC Izis Ferreira estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre o Icec

    [27/10/2016] A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, sexta-feira, dia 28 de outubro, os resultados de OUTUBRO do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). A partir das 10 horas, a economista da CNC Izis Ferreira estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre o Icec

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente seis mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os subíndices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos. O Icec avalia as condições atuais, as expectativas e as intenções de investimento dos empresários do comércio.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 194/2016

    DESTAQUES:

    Sancionada, com veto, lei que presta apoio financeiro pela União ao Estado do Rio de Janeiro para auxiliar nas despesas com segurança pública decorrente das Olimpíadas

    Nomeados os Ministros de Estado das Cidades e de Minas e Energia

    Convocação do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Município do Rio de Janeiro – SINDRIO para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 23 de novembro de 2016

    DESTAQUES:

    Sancionada, com veto, lei que presta apoio financeiro pela União ao Estado do Rio de Janeiro para auxiliar nas despesas com segurança pública decorrente das Olimpíadas

    Nomeados os Ministros de Estado das Cidades e de Minas e Energia

    Convocação do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Município do Rio de Janeiro – SINDRIO para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 23 de novembro de 2016

  • CNC Notícias 192

    Considerado um dos setores de maior potencial econômico, o Turismo está, no cenário atual, em uma posição estratégica para contribuir para a retomada do crescimento, tão aguardada pela sociedade como um todo e, em especial, pelos empresários do setor.

    Considerado um dos setores de maior potencial econômico, o Turismo está, no cenário atual, em uma posição estratégica para contribuir para a retomada do crescimento, tão aguardada pela sociedade como um todo e, em especial, pelos empresários do setor.

    A matéria de capa da edição de outubro da CNC Notícias mostra que caminhos para essa retomada existem, desde que os principais atores estejam empenhados na busca de soluções que viabilizem investimentos, empregos e renda. Neste aspecto, o Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) têm encaminhado as demandas do trade às esferas de decisão competentes. Conheça quais são as reivindicações apresentadas.

    Outros destaques da edição são matérias que tratam das Câmaras de Comércio da Confederação. Em outubro, a CBÓptica debateu a necessidade de um marco regulatório para o segmento, instrumento que auxiliaria no combate à concorrência desleal. Já a CBST se reuniu durante evento do setor de serviços em Salvador, o Eneac, e discutiu, entre outros temas, a Convenção 158 da OIT.

    A limitação de gastos públicos foi tema abordado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso durante o evento E Agora, Brasil?, promovido pelo jornal O Globo em parceria com a Confederação. Fernando Henrique defendeu ainda uma ampla reforma política que melhore a representatividade e o sistema eleitoral. O assunto também está na CNC Notícias.

    Entre outros temas, leia ainda nesta edição sobre o aniversário de 70 anos do Sesc, que convidou a população brasileira a compartilhar as suas histórias envolvendo a instituição, e sobre a sessão solene na Câmara dos Deputados para homenagear a instituição.

    Acesse abaixo a CNC Notícias e boa leitura! 

  • Resumo dos Relatórios das Representações CNC|Outubro de 2016 – Informativo on-line

     

     

     

     

     

     

    Assessoria de Gestão das Representações | Brasília | Nº 111 | Outubro de 2016

     

    Educação/Cultura

    Comissários analisam 517 projetos culturais para benefício da Lei Rouanet.

    Órgão: Ministério da Cultura (MinC)

    Representação Efetiva

    Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC)

     

     

     

     

     

     

    Assessoria de Gestão das Representações | Brasília | Nº 111 | Outubro de 2016

     

    Educação/Cultura

    Comissários analisam 517 projetos culturais para benefício da Lei Rouanet.

    Órgão: Ministério da Cultura (MinC)

    Representação Efetiva

    Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC)

    1º Suplente

    Gilberto Rodrigues Figueiredo

    Assessor Técnico em Música

    Sesc – Departamento Nacional

    (Compareceu)

    Saiba mais

     

    Decreto que regulamenta as cotas sociais é debatidos no Fórum Nacional de Aprendizagem (FNAP).

    Órgão: Ministério do Trabalho (MTb)

    Representação Efetiva

    Coordenação Colegiada do Fórum Nacional de Aprendizagem

    Titular

    Ana Paula Tomazzetti Urroz Maciel Pinheiro

    Advogada

    Divisão Jurídica da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais

     

    Economia

    Adequações e propostas sobre o Fator Acidentário de Prevenção (FAP) são apresentadas na reunião do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS).

    Órgão: Ministério da Fazenda (MF)

    Representação Efetiva

    Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS)

    Titular

    Antônio Lisboa Cardoso

    Advogado

    Divisão Sindical da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais

     

    Meio Ambiente

    Resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) sobre óleo lubrificante usado ou contaminado (OLUC) e Logística Reversa de Pneus deverão ser revisadas.

    Órgão: Ministério do Meio Ambiente (MMA)

    Representação Efetiva

    Câmara Técnica de Qualidade Ambiental e Gestão de Resíduos (CTQAGR)

    Titular

    Bernardo Rodrigues Souto

    Advogado da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis)

    (Compareceu)

    1º Suplente

    Evandro Américo Costa

    Economista

    Divisão Econômica da CNC

    2º Suplente

    João Vieira de Almeida Neto

    Assessor de Sustentabilidade

    Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso do Sul (Fecomércio-MS)

    Saiba mais

     

    Relações do Trabalho

    Comentário sobre a Portaria nº1.110 referente às alterações na Norma Reguladora NR – 12 (Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos), publicada dia 21 de setembro de 2016 no Diário Oficial da União.

    Órgão: Ministério do Trabalho (MTb)

    Representação Efetiva

    Comissão Nacional Tripartite Temática – NR 12 (Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos)

    Titular

    Marcio Milan

    Vice-Presidente

    Associação Brasileira de Supermercados (Abras)

    (Compareceu)

    Saiba mais

     

    Comissão Nacional Tripartite Temática da NR-20 (Líquidos Combustíveis e Inflamáveis) analisam os aspectos que envolvem a atualização da NR-20 e a realização do projeto-piloto.

    Comissão Nacional Tripartite Temática da NR-20 (Líquidos Combustíveis e Inflamáveis) discute projeto piloto.

    Órgão: Ministério do Trabalho (MTb)

    Representação Efetiva

    Comissão Nacional Tripartite Temática da NR-20 (Líquidos Combustíveis e Inflamáveis)

    Representante CNC

    Bernadeth Macedo Vieira

    Engenheira de Segurança do Trabalho

    Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (Abad)

    (Compareceu)

    Saiba mais

     

    Votos aprovados na 154ª Reunião Ordinária do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS).

    Órgão: Ministério do Trabalho (MTb)

    Representação Efetiva

    Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS)

    Titular

    Abelardo Campoy Diaz

    Consultor da Vice-presidência de Habitação Econômica do Secovi-SP

    (Compareceu)

    Suplente

    Cláudio Elias Conz

    Presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Materiais de Construção (Anamaco)

    Saiba mais

     

    Elaboração da proposta final para o Anexo 5 da NR – 16 (regulamentação da atividade perigosa com motocicletas)

    Órgão: Ministério do Trabalho (MTb)

    Representação Efetiva

    Grupo de Trabalho Tripartite (GTT) – Anexo 5 da NR-16

    Titular

    Antônio Lisboa Cardoso

    Advogado

    Divisão Sindical da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais

     

    Saúde

    Os Ministros do Trabalho e Indústria, Comércio Exterior e Serviços assinaram Portarias de Alterações de Normas Regulamentadoras, em cerimônia realizada na Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP).

    Órgão: Ministério do Trabalho (MTb)

    Representação Efetiva

    Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP)

    Titular

    José Almeida de Queiroz

    Consultor da Presidência da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomércio-PE)

    (Compareceu)

    Suplente

    Luis Sérgio Soares Mamari

    Assessor

    Divisão de Saúde da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais

     

    Turismo

    Liberação de jogos na hotelaria, leis de incentivo para o turismo, o funcionamento do Ecad em estabelecimentos hoteleiros, acessibilidade e inclusão social são temas de destaque na abertura da Equipotel e Sinergia Estratégica entre Hotelaria Governo e Academia (SEHGA) 2016.

    Órgão: Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH)

    Representação Eventual

    Abertura solene dos eventos SEHGA 2016 e EQUIPOTEL

    Titular

    Alexandre Sampaio de Abreu

    Diretor da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais

     

    Acessibilidade e inclusão são temas de destaque nas comemorações do Dia Mundial do Turismo.

    Órgão: Ministério do Turismo (MTur)

    Representação Eventual

    Cerimônia de Comemoração ao Dia Mundial do Turismo

    Titular

    Alexandre Sampaio de Abreu

    Diretor da CNC

    (Compareceu)

    Saiba mais

  • Intenção de consumo das famílias aumenta 2,4% em outubro

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em outubro ficou em 73,9 pontos, numa escala de 0 a 200. Embora o resultado represente um aumento de 2,4% em relação a setembro, na comparação anual ainda existe uma queda de 5,7%. Além disso, o índice ainda se encontra bem abaixo da chamada zona de indiferença, de 100 pontos.

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em outubro ficou em 73,9 pontos, numa escala de 0 a 200. Embora o resultado represente um aumento de 2,4% em relação a setembro, na comparação anual ainda existe uma queda de 5,7%. Além disso, o índice ainda se encontra bem abaixo da chamada zona de indiferença, de 100 pontos.

    “Há três meses que todos os componentes da ICF apresentam variação positiva na comparação mensal, mas, embora a confiança esteja subindo, ela ainda não foi transformada em vendas. A inflação e a recuperação do mercado de trabalho ainda são os principais motivos que justificam essa cautela do consumidor”, explica Juliana Serapio, assessora Econômica da CNC.

    Único componente a ultrapassar a zona de indiferença, de 100 pontos, o Emprego Atual ficou em 105,6 pontos. Em relação a setembro, o índice subiu 0,8%, mas, ante outubro de 2015, apresentou uma redução de 0,4%. O percentual de famílias que se sentem mais seguras em relação ao Emprego Atual é de 30,5%.

    Consumo

    O Nível de Consumo Atual subiu 2,3% na comparação mensal. Em relação ao mesmo período do ano passado, no entanto, a retração foi de 17,6%. A maior parte das famílias – 63,6% – declarou estar com o nível de consumo menor do que em 2015. O índice está em 47,5 pontos.

    Registrando 66,8 pontos, as Compras a Prazo também cresceram 2,2% ante setembro e diminuíram 11,7% ante outubro de 2015. Na mesma tendência, o componente Momento para Duráveis subiu 3,4% na comparação mensal e recuou 10,2% na comparação anual. O índice ficou em 46,1 pontos, o pior resultado entre todos os componentes.

    Expectativas

    Em relação às perspectivas profissionais, houve um aumento tanto na comparação mensal (1,4%) como na anual (+0,8%). Contudo, 46,2% das famílias ainda consideram o cenário negativo para os próximos seis meses.

    A Perspectiva de Consumo também apresentou melhora e teve primeira variação anual positiva (de 0,7%) desde agosto de 2014. Em relação ao mês passado, subiu 7,9% e ficou em 62,7 pontos.

    A CNC revisou suas expectativas de queda no varejo restrito de -5,2% para -5,4% e no varejo ampliado, que inclui os setores de automóveis e materiais de construção, de -9,4% para -9,5% em 2016.

    Acesse aqui a análise completa, os gráficos e a série histórica da ICF.

    A assessora econômica da CNC Juliana Serapio está disponível para atender os jornalistas.