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  • CNC apoia Festival de Turismo de João Pessoa

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) participa e apoia o 6º Festival de Turismo de João Pessoa, que começa dia 21 de outubro. O evento recebe feira, rodada de negócios e diversas capacitações a fim de integrar o setor turístico e reúne grupos hoteleiros, agências, consolidadoras e agentes do governo.

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) participa e apoia o 6º Festival de Turismo de João Pessoa, que começa dia 21 de outubro. O evento recebe feira, rodada de negócios e diversas capacitações a fim de integrar o setor turístico e reúne grupos hoteleiros, agências, consolidadoras e agentes do governo.

    A edição deste ano terá quase 200 expositores e contará com estande do Sistema CNC-Sesc-Senac em parceria com a Fecomércio-PB. A programação inclui ainda uma extensa agenda de workshops e palestras. O Festival de Turismo acontecerá no Centro de Convenção de João Pessoa até o dia 22 de outubro (www.festivalturismojoaopessoa.com.br).

  • Boletim Informativo Diário (BID) 191/2016

    DESTAQUES:

    Motoristas com som alto poderão ser autuados por infração grave, conforme regulamento do Contran

    Arquivado o processo de pedido de alteração estatutária do Sindicato Interestadual do Comércio Atacadista, Importador, Exportador e Distribuidor de Peças, Rolamentos, Acessórios e Componentes para Indústria e para Veículos

    Definida a meta para a Taxa Selic em de 14,00% ao ano, a partir de 20 de outubro de 2016

    DESTAQUES:

    Motoristas com som alto poderão ser autuados por infração grave, conforme regulamento do Contran

    Arquivado o processo de pedido de alteração estatutária do Sindicato Interestadual do Comércio Atacadista, Importador, Exportador e Distribuidor de Peças, Rolamentos, Acessórios e Componentes para Indústria e para Veículos

    Definida a meta para a Taxa Selic em de 14,00% ao ano, a partir de 20 de outubro de 2016

  • Carta Mensal 737

    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional, que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do País.

     

    Para solicitar outras edições, clique aqui.

    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional, que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do País.

     

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  • Boletim Informativo Diário (BID) 190/2016

    DESTAQUES:

    Representantes da Fenacor compõe Grupo de Trabalho para debater e propor soluções para a atual situação de oferta do seguro de Responsabilidade Civil – Ônibus (RC-Ônibus)

    Arquivado o processo de pedido de alteração estatutária do Sindicato do Comércio Varejista de Veículos e de Peças e Acessórios para Veículos no Estado do Rio Grande do Sul

    Arquivado processo de pedido de alteração estatutária do Sindicato do Comércio Atacadista de Gêneros Alimentícios e de Medicamentos e Drogas da Região Tocantina

    DESTAQUES:

    Representantes da Fenacor compõe Grupo de Trabalho para debater e propor soluções para a atual situação de oferta do seguro de Responsabilidade Civil – Ônibus (RC-Ônibus)

    Arquivado o processo de pedido de alteração estatutária do Sindicato do Comércio Varejista de Veículos e de Peças e Acessórios para Veículos no Estado do Rio Grande do Sul

    Arquivado processo de pedido de alteração estatutária do Sindicato do Comércio Atacadista de Gêneros Alimentícios e de Medicamentos e Drogas da Região Tocantina

    Arquivado o processo de pedido de alteração estatutária do Sindicato do Comércio Atacadista e Varejista do Município de Itabuna

    Retificada representação do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo – SECOVI-SP

  • Grupo de Meio Ambiente da CNC debate avanços em acordos de logística reversa

    Os acordos setoriais para implantação do sistema de política reversa, previstos na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), centralizaram as palestras e debates na última reunião deste ano do Grupo Técnico de Trabalho sobre Meio Ambiente (GTT-MA) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), realizada hoje (19/10), em Brasília. A reunião, coordenada pela chefe da Assessoria de Gestão das Representações, Wany Pasquarelli, teve a presença do diretor da CNC Marco Aurélio Sprovieri Rodrigues.

    Os acordos setoriais para implantação do sistema de política reversa, previstos na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), centralizaram as palestras e debates na última reunião deste ano do Grupo Técnico de Trabalho sobre Meio Ambiente (GTT-MA) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), realizada hoje (19/10), em Brasília. A reunião, coordenada pela chefe da Assessoria de Gestão das Representações, Wany Pasquarelli, teve a presença do diretor da CNC Marco Aurélio Sprovieri Rodrigues.

    O superintendente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Márcio Milan, falou sobre o andamento do acordo no segmento de embalagens em geral. O acordo de logística reversa nessa área completará um ano em novembro. Está previsto que, em janeiro, o comércio e a indústria apresentarão o relatório de desempenho comprovando o cumprimento dos compromissos assumidos. O Ministério Público Federal e o Ministério Público de São Paulo, no entanto, já questionaram, em ação civil pública, alguns pontos do que foi definido como meta e formato de funcionamento do sistema.

    Diálogo

    Por conta disso, a CNC, juntamente com os demais integrantes da Coalizão Empresarial, iniciou um diálogo com o Ministério Público. Segundo Milan, o argumento empresarial é que está sendo cumprido o previsto no acordo, “previsto em lei. Tememos que a interferência do Poder Judiciário provoque um retrocesso no processo”.

    Um dos pontos colocados na ação judicial, que o comércio considera “muito polêmico”, é que as cooperativas de catadores estão fragilizadas no processo, na medida em que recolhem o material, processam o resíduo com custo e, muitas vezes na hora da comercialização do produto, não conseguem um preço justo. Os promotores, por conta disso, sustentam que deve ser estabelecido um preço mínimo. O comércio discorda dessa proposta por entender que o mercado deve ser livre para negociar.

    O setor privado acredita que o problema vai se resolver na medida em que o juiz responsável pelo caso tiver clareza sobre as responsabilidades de cada um no modelo de logística reversa que está sendo implantado. Assim, detalha Milan, as etapas deveriam ser as seguintes: o consumidor separa o lixo seco do molhado, as prefeituras fazem a coleta seletiva, a indústria capacita as cooperativas para o recolhimento e o comércio cede espaço para a instalação dos Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) para a população.

    Baterias automotivas

    O vice-presidente da Associação Brasileira de Baterias Automotivas e Industriais (Abrabat), que reúne os principais fabricantes nacionais, Carlos Zaim, detalhou o sistema de logística reversa de baterias automotivas inservíveis, que deverá servir de base para a proposta de acordo setorial a ser negociado com o Ministério do Meio Ambiente. “A minha percepção é de que temos uma relação mais harmônica em relação a outros segmentos, por estarmos mais estruturados e termos menos conflitos entre o usuário final, o fabricante, o comércio e o Poder Público”, afirmou.

    Nessa área, segundo ele, o processo está estabelecido justamente a partir de uma relação bem-sucedida de muitos anos entre o comércio e a indústria. Cerca de 90% dos produtos colocados no mercado são recolhidos.

    O que está sendo feito agora, concluiu Zaim, é transformar um modelo em funcionamento em um acordo setorial em nível federal e em termos de compromisso com as diversas instituições que controlam o meio ambiente nos estados.

    Pneus

    Já o gerente-geral da Reciclanip, entidade criada pelas 300 maiores fábricas de pneus novos no Brasil para cuidar exclusivamente da coleta e destinação de pneus inservíveis, Cesar Faccio, falou sobre logística reversa do setor. O sistema, informou, abrange todo o País, com 1.025 pontos de coleta. O custo da logística é totalmente absorvido pelos fabricantes.

    O pneu, revelou Faccio, é um produto de valor negativo, “o que só acontece quando ele é transformado em outra mercadoria”. A principal utilização do resíduo de pneu hoje no Brasil é na indústria do cimento, que o usa como combustível alternativo aos derivados de petróleo. Depois vem a reciclagem, cujo principal destino é a grama sintética em quadras poliesportivas.

    A estrutura física montada pela Reciclanip para a logística reversa poderia ser mais eficiente. “Não é mais porque muitos dos pneus descartados não chegam aos pontos de coleta. São aqueles oriundos do comércio de pneus usados, montados em borracharias, ou vendidos como segundo vida. Como os borracheiros têm menos condições financeiras e consciência ambiental, eles não entregam os pneus nos pontos oficiais de coleta.”

    O desafio, enfatizou Faccio, é fazer com que esses profissionais participem dessa cadeia de responsabilidade. Para isso, a entidade quer envolver as Federações do Comércio pelo relacionamento próximo que têm com as empresas.

    Embalagens plásticas de óleos lubrificantes

    Bernardo Souto, advogado da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) relatou o atual estágio da logística reversa de embalagens de óleos lubrificantes. Estão sendo discutidos os avanços do acordo setorial, focando na segunda e terceira etapas, que devem sair do papel no final deste ano ou, no máximo, no início de 2017.

    A segunda é a expansão do programa para todo o território nacional. A terceira é a extensão da logística reversa para outras cadeias econômicas, como as empresas especializadas em troca de óleo, as oficinas, os supermercados, etc. Hoje, a logística atende basicamente os postos revendedores de combustíveis e as concessionárias.

    Os obstáculos, de acordo com Couto, estão ligados à execução da logística: quem vai levar as embalagens, quem receberá e como serão geridas as responsabilidades nessa cadeia. Ele acredita numa solução negociada em prazo médio.

    Lâmpadas fluorescentes e similares

    O consultor de Inteligência de Mercado da Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Produtos de Iluminação e diretor da Reciclus, entidade gestora criada para implantar o sistema de logística reversa, Maurício Costa Porto, explicou o andamento da implantação do sistema para lâmpadas fluorescentes e similares. Ele declarou que, no início do próximo ano, a implantação terá início na cidade de São Paulo.

    Ele reconheceu que ainda há entraves, principalmente operacionais e de licenças ambientais. A intenção é trabalhar com os órgãos ambientais estaduais, em sintonia com o comércio, porque é um obstáculo que precisa ser superado para o ciclo da cadeia não ser interrompido.

    Toda logística reversa, explicou, envolve produtos específicos e os órgãos ambientais não têm especialistas para fazer uma avaliação técnica. “Estamos trabalhando para oferecer material de informação, para que se entenda qual o nível de risco dos produtos. A ideia é que, já que há grande investimento das empresas do setor, o processo seja agilizado, sem pular fases, sem haver flexibilização, mas entendendo os riscos de implementar-se a logística reversa sem as licenças necessárias.”

    Conselho de Proteção Ambiental

    Fernando Toledo, secretário executivo do Conselho Estadual de Proteção Ambiental de Alagoas (Cepram), foi convidado para relatar a atuação do órgão, presidido pelo governador do Estado e responsável pela política estadual de proteção ambiental.

    Do total de seus conselheiros, 50% representam órgãos estaduais e o restante a sociedade civil. São suas responsabilidades, entre outras, fornecer subsídios ao Poder Executivo para a elaboração do Plano Estadual de preservação ambiental, acompanhar a sua implementação e avaliar periodicamente os seus resultados e apreciar propostas, avaliações, pareceres, e revisões do Plano Estadual de Proteção Ambiental.

    O Cepram promove ainda a compatibilização dos Planos e Programas Ambientais e de Manejo dos Recursos naturais com os Planos e Programas Gerais de desenvolvimento econômico.

    Gerenciamento de resíduos sólidos

    Cristiane Soares, da Assessoria de Gestão das Representações, detalhou o orientador para o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS), publicação produzida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que acaba de ser lançada.

    A obra apresenta o passo a passo para a elaboração, dentro da Política Nacional de Resíduos Sólidos, do PGRS, “instrumento que visa orientar as empresas de como devem identificar e dar destino aos resíduos sólidos decorrentes das suas atividades”, como descreve, na apresentação, o presidente da entidade, Antonio Oliveira Santos.

    O livro traz os princípios para a implementação da Política, especifica os resíduos sólidos abrangidos e a sua classificação e mostra as etapas a serem seguidas. Entre as empresas que devem elaborar o PGRS estão geradoras de resíduos dos serviços públicos de saneamento básico, de resíduos industriais, dos serviços de saúde, empresas de construção civil e estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços que geram resíduos perigosos ou em quantidade não equivalente ao resíduo domiciliar.

  • Seminário debate eleições americanas e seus reflexos no Brasil

    O Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) e o Consulado Geral dos Estados Unidos no Rio de Janeiro vão promover, em 25 de outubro, um seminário internacional sobre as eleições 2016 para a Presidência dos Estados Unidos.  

    O seminário, que será realizado no Hotel J. W. Marriott, no Rio de Janeiro, vai abordar a dinâmica política das eleições americanas, as perspectivas para as agendas doméstica e externa dos EUA, além das expectativas para o Brasil e a América Latina.

    O Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) e o Consulado Geral dos Estados Unidos no Rio de Janeiro vão promover, em 25 de outubro, um seminário internacional sobre as eleições 2016 para a Presidência dos Estados Unidos.  

    O seminário, que será realizado no Hotel J. W. Marriott, no Rio de Janeiro, vai abordar a dinâmica política das eleições americanas, as perspectivas para as agendas doméstica e externa dos EUA, além das expectativas para o Brasil e a América Latina.

    O evento contará com as participações especiais de Penny Lee, conselheira estratégica da Venn Strategies e ex-diretora executiva da Associação dos Governadores Democratas; e de David Kramer, sócio da Baird Holm e ex-presidente do Partido Republicano no Estado do Nebraska.

    As vagas são limitadas. Acesse a programação completa e a página de inscrições no evento no site do Cebri: www.cebri.org.br.

    Seminário Eleições Presidenciais EUA 2016

    Dia: 25 de outubro

    Local: Hotel J.W. Marriott (Salão Wyana) – Av. Atlântica, 2.600 – Copacabana – Rio de Janeiro

    Horário: 14 horas – 18h30

  • Senado marca votação da PEC do Teto de Gastos

    A proposta do governo que limita o crescimento dos gastos públicos por 20 anos já tem um cronograma de votação no Senado. A PEC 241/2016 deverá ser votada na Comissão de Constituição Justiça e Cidadania (CCJ) em 9 de novembro. A primeira votação no Plenário deverá ocorrer em 29 de novembro e a segunda e última votação, em 13 de dezembro.

    A proposta do governo que limita o crescimento dos gastos públicos por 20 anos já tem um cronograma de votação no Senado. A PEC 241/2016 deverá ser votada na Comissão de Constituição Justiça e Cidadania (CCJ) em 9 de novembro. A primeira votação no Plenário deverá ocorrer em 29 de novembro e a segunda e última votação, em 13 de dezembro.

    A PEC atualmente está na Câmara dos Deputados. O calendário foi definido ontem (19/10), numa reunião entre o presidente do Senado, Renan Calheiros, e os líderes dos partidos na Casa. Para Renan, trata-se de um calendário que vai qualificar o debate. “Faremos audiência pública tanto na CCJ quanto no Plenário.”

    O líder do governo no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), afirmou que haverá um amplo debate e que a sociedade também será ouvida. A oposição concordou com as datas acordadas. Randolfe Rodrigues (Rede-AP), porém, ressaltou que não há entendimento quanto ao mérito e afirmou que a única coisa a fazer “é derrotar essa PEC”, que poderia comprometer os investimentos em educação e “congelar o salário mínimo por pelo menos dez anos”.

    Mesma posição tem José Pimentel (PT-CE). Segundo ele, a discussão no Senado será importante para esclarecer a opinião pública. “Nós não temos a menor possibilidade de votar o texto que está em tramitação na Câmara. O debate sobre o assunto já deixou muito claro que nós somos contrários a prejudicar os mais pobres.”

    Fonte: Jornal do Senado

  • Escolhidos os presidentes e relatores de quatro medidas provisórias

    Comissões mistas de deputados e senadores encarregadas de analisar e emitir parecer sobre quatro medidas provisórias (MP) foram instaladas e elegeram seus presidentes e relatores nesta quarta-feira (19/10). Entre elas, a que alterou as normas de funcionamento do ensino médio.

    O deputado Izalci (PSDB-DF) foi escolhido para presidir a comissão da medida provisória que alterou regras curriculares e de funcionamento do ensino médio (MP 746/2016). Como relator, foi designado o senador Pedro Chaves (PSC-MS).

    Comissões mistas de deputados e senadores encarregadas de analisar e emitir parecer sobre quatro medidas provisórias (MP) foram instaladas e elegeram seus presidentes e relatores nesta quarta-feira (19/10). Entre elas, a que alterou as normas de funcionamento do ensino médio.

    O deputado Izalci (PSDB-DF) foi escolhido para presidir a comissão da medida provisória que alterou regras curriculares e de funcionamento do ensino médio (MP 746/2016). Como relator, foi designado o senador Pedro Chaves (PSC-MS).

    A MP cria a Política de Fomento à Implantação de Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral. Para isso, eleva a carga horária mínima anual, progressivamente, das atuais 800 horas para 1,4 mil horas. Entre as mudanças contidas no texto, está a que torna facultativo o ensino de Arte, Educação Física, Sociologia e Filosofia.

  • CNC prevê queda de 4% na receita do setor de serviços em 2016

    Dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgados hoje (19) pelo IBGE, mostram que o volume de receitas do setor de serviços caiu 1,6% em agosto na comparação com julho, configurando o pior resultado para um mês de agosto desde o início da pesquisa em 2012. O setor acumula, desde janeiro deste ano, queda de 4,7% e, inevitavelmente, registrará seu segundo ano de retração anual no volume de receitas. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a queda foi de 3,9%.

    Dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgados hoje (19) pelo IBGE, mostram que o volume de receitas do setor de serviços caiu 1,6% em agosto na comparação com julho, configurando o pior resultado para um mês de agosto desde o início da pesquisa em 2012. O setor acumula, desde janeiro deste ano, queda de 4,7% e, inevitavelmente, registrará seu segundo ano de retração anual no volume de receitas. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a queda foi de 3,9%.

    Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o resultado negativo indica que o setor de serviços sofre com a recuperação lenta da atividade econômica, a despeito tanto da melhora da confiança quanto da evolução recente mais favorável dos preços – a inflação no setor segue em processo de desaceleração, porém devagar, abaixo da média dos últimos 12 meses.

    Com o tênue arrefecimento da recessão nos últimos meses, a CNC estima que a redução do volume de receita ao final de 2016 deverá ser de -4,0%. A entidade destaca que, mesmo com o crescimento da confiança e o fechamento menos intenso de vagas no mercado de trabalho, ainda pesa na projeção o recuo lento da inflação do setor, bem como as taxas de juros em patamares elevados. Nesse sentido, o setor deverá ter seu pior desempenho em termos de volume de vendas desde o início da PMS: de 2012 a 2015, a receita real do setor variou +4,3%, +4,1% e 2,5%, -3,6%, respectivamente.

    Clique abaixo para acessar a análise completa da Divisão Econômica da CNC.

  • CNC prevê queda de 4% na receita do setor de serviços em 2016

    Dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgados hoje (19) pelo IBGE, mostram que o volume de receitas do setor de serviços caiu 1,6% em agosto na comparação com julho, configurando o pior resultado para um mês de agosto desde o início da pesquisa em 2012. O setor acumula, desde janeiro deste ano, queda de 4,7% e, inevitavelmente, registrará seu segundo ano de retração anual no volume de receitas. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a queda foi de 3,9%.

    Dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgados hoje (19) pelo IBGE, mostram que o volume de receitas do setor de serviços caiu 1,6% em agosto na comparação com julho, configurando o pior resultado para um mês de agosto desde o início da pesquisa em 2012. O setor acumula, desde janeiro deste ano, queda de 4,7% e, inevitavelmente, registrará seu segundo ano de retração anual no volume de receitas. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a queda foi de 3,9%.

    Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o resultado negativo indica que o setor de serviços sofre com a recuperação lenta da atividade econômica, a despeito tanto da melhora da confiança quanto da evolução recente mais favorável dos preços – a inflação no setor segue em processo de desaceleração, porém devagar, abaixo da média dos últimos 12 meses.

    Com o tênue arrefecimento da recessão nos últimos meses, a CNC estima que a redução do volume de receita ao final de 2016 deverá ser de -4,0%. A entidade destaca que, mesmo com o crescimento da confiança e o fechamento menos intenso de vagas no mercado de trabalho, ainda pesa na projeção o recuo lento da inflação do setor, bem como as taxas de juros em patamares elevados. Nesse sentido, o setor deverá ter seu pior desempenho em termos de volume de vendas desde o início da PMS: de 2012 a 2015, a receita real do setor variou +4,3%, +4,1% e 2,5%, -3,6%, respectivamente.

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