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  • Câmara dos Deputados celebra o Dia da Micro e Pequena Empresa

    A Câmara dos Deputados realizou hoje (05/10), no Plenário Ulysses Guimarães, sessão solene em comemoração ao Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa. A iniciativa foi do deputado Jorginho Mello (PR-SC), presidente da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa, e contou com a presença de empresários do segmento e entidades representativas.

    A Câmara dos Deputados realizou hoje (05/10), no Plenário Ulysses Guimarães, sessão solene em comemoração ao Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa. A iniciativa foi do deputado Jorginho Mello (PR-SC), presidente da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa, e contou com a presença de empresários do segmento e entidades representativas.

    Falando em nome da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o vice-presidente Adelmir Santana afirmou que o empresariado “tem, sim, motivos para comemorar, porque houve avanços nos últimos 20 anos. Mas convivemos com preocupações porque, em certos estados, a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa não está sendo respeitada, pois secretários de Fazenda insistem em legislar sobre matéria tributária, quando a Lei já define claramente o tratamento diferenciado”.

    O que deve definir a micro e pequena, destacou, não é o setor de ocupação, mas o tamanho do empreendimento. Segundo a CNC, 88,6% das 17.521.010 empresas ativas no Brasil são de micro e pequeno porte.

    “O que se percebe é que alguns estados estabelecem cobranças do ICMS de forma desordenada, desrespeitando o tratamento especial assegurado pela Constituição”. Para Santana, que também preside a Fecomércio-DF, o pior é que essas autoridades, no intuito de ser poder regulador, insistem em exercer funções legislativas, “afrontando nossas conquistas obtidas em duas décadas”.

    Adelmir Santana destacou o papel desempenhado pelo Sebrae nas vitórias ao longo dos últimos anos. “Tanto o Sebrae nacional quanto suas seções estaduais, muitos anos atrás, encamparam estudos mostrando o volume de informalidade e a necessidade de se cumprir o princípio constitucional.”

    Sebrae

    O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, afirmou que o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa tinha um motivo especial para ser comemorado: a aprovação pelo Plenário da Câmara dos Deputados, na véspera, do Projeto de Lei da Câmara (PLC) nº 125/2015 (PL 25/2007), que amplia o Supersimples, programa de tributação reduzida para micro e pequenas empresas. Pelas mudanças, a partir de 2018, o limite de faturamento para que uma empresa permaneça no Supersimples sobe de R$ 3,6 milhões para R$ 4,8 milhões. Em relação aos microempreendedores individuais, o limite será elevado de R$ 60 mil para R$ 81 mil ao ano.

    Na avaliação de Afif, o Simples não é, “ao contrário do que dizem alguns economistas e a Receita Federal”, prejudicial à economia brasileira. “Na verdade, o País precisa de um Simples para todos e não apenas para as micro e pequenas empresas porque a burocracia nos massacra no dia a dia, principalmente na legislação estadual.”

    Temos conquistas importantes, mas precisamos continuar avançando.

    De imediato, segundo ele, é importante a sanção presidencial da ampliação do Supersimples e, nesse sentido, é preciso mobilização de todos os setores interessados para que não haja veto a artigos do projeto.

    Ele anunciou que o Sebrae está começando uma campanha nacional para renegociação dos débitos tributários das micro e pequenas empresas, a partir das janelas abertas pela legislação. Hoje, são 700 mil empresas ameaçadas de serem jogadas no que Afif chamou de “inferno tributário”, que é o regime fora do Simples.

    Setor terciário

    Também convidado para a solenidade, o diretor-secretário da CNC, Bruno Breithaupt, falou da importância do setor, lembrando que as micro e pequenas empresas representam 97,5% do total de empreendimentos no setor terciário. A seu ver, é essencial criar e aperfeiçoar medidas de estímulo ao segmento, “que representa boa parte do motor de nossa economia, da empregabilidade e da função social que nós, empresários, exercemos”.

    Das medidas emergenciais, o dirigente, que também preside a Fecomércio-SC, disse que algumas já foram implementadas. “Destacamos a adoção de programas de desburocratização como o Simples Nacional e o Brasil Bem Mais Simples. No entanto, é necessário mais, corrigir distorções que o peso das decisões políticas acaba gerando”, concluiu.

    Antes da solenidade, parlamentares e convidados participaram de um café da manhã no Salão Nobre da Câmara. Vários deputados e senadores se revezaram em discursos, defendendo mais avanços em medidas de defesa do setor. Também participou o secretário Especial da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República, José Ricardo Veiga. Além de Santana e Breithaupt, estiveram presentes pela CNC o vice-presidente Laércio Oliveira, o consultor da Presidência Roberto Nogueira e o chefe da Assessoria Legislativa, Roberto Velloso.

  • Informe Representações 390

    Assessoria de Gestão das Representações 05/10/2016 – Ano 5, nº 390

     

    Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República (SEMPE/PR)

    Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa

    Adelmir Araújo Santana, vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF), foi indicado para representar a CNC no evento em comemoração ao “Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa”.

    Assessoria de Gestão das Representações 05/10/2016 – Ano 5, nº 390

     

    Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República (SEMPE/PR)

    Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa

    Adelmir Araújo Santana, vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF), foi indicado para representar a CNC no evento em comemoração ao “Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa”.

    O evento será realizado hoje, 5 de outubro de 2016, às 16 horas, no Salão Oeste do Palácio do Planalto, 2º andar, em Brasília/DF.

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.org.br

  • Informe Representações 389

    Assessoria de Gestão das Representações 29/09/2016 – Ano 5, nº 389

     

    Ministério do Trabalho

    Grupo de Estudos Tripartite (GET)

    Assessoria de Gestão das Representações 29/09/2016 – Ano 5, nº 389

     

    Ministério do Trabalho

    Grupo de Estudos Tripartite (GET)

    Bernadeth Macedo Vieira, engenheira de segurança do trabalho, foi indicada para representar a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), integrando a bancada dos Empregadores no Grupo de Estudos Tripartite (GET). O objetivo é aprofundar estudos e propor melhorias no texto técnico básico de revisão do anexo 3 (Calor) da Norma Regulamentadora nº 15 (NR-15) que trata de “atividades e operações insalubres”.

    O anexo 3 da NR-15 trata dos limites de tolerância para exposição ao calor em ambientes internos ou externos.

     

    Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas

    Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa

    Adelmir Araújo Santana, vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), e Roberto Nogueira Ferreira, consultor da presidência da CNC, foram indicados para representar a entidade no café da manhã da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa e na Sessão Solene em homenagem ao “Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa”.

    Os eventos serão realizados no dia 5 de outubro de 2016, das 9h às 11h, no plenário Ulysses Guimarães da Câmara dos Deputados – (Salão Verde), em Brasília/DF.

     

    Ministério das Relações Exteriores

    Câmara de Comércio Exterior (Camex)

    Jayme Quintas Perez, economista da Divisão Econômica da CNC, foi indicado para representar a entidade na reunião para tratar do tema “certificação de origem” no âmbito do programa de trabalho do Simples Internacional.

    A reunião será realizada no dia 3/10, no Ministério das Relações Exteriores, em Brasília/DF.

     

    Câmara dos Deputados

    Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços (Cdeics)

    Júlio Vieira de Mello, assessor jurídico do Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes (Sindrio), representará a CNC na Audiência Pública destinada a “debater o PL nº 3.954/2015, que dispõe sobre a comercialização de alimentos em espaços públicos em “food trucks” e outros congêneres”.

    A Audiência será realizada no dia 4 de outubro, às 14h30, no plenário 5, anexo II, da Câmara dos Deputados, em Brasília/DF.

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.org.br

  • Boletim Informativo Diário (BID) 181/2016

    DESTAQUES:

    Alterada norma que estabelece procedimentos relativos ao mecanismo de incentivos fiscais do Pronac

    Alterada norma que institui o Programa de Regionalização do Turismo

    Nomeado o Secretário-Executivo do Ministério do Trabalho

    Nomeado o novo Ministro de Estado do Turismo

    DESTAQUES:

    Alterada norma que estabelece procedimentos relativos ao mecanismo de incentivos fiscais do Pronac

    Alterada norma que institui o Programa de Regionalização do Turismo

    Nomeado o Secretário-Executivo do Ministério do Trabalho

    Nomeado o novo Ministro de Estado do Turismo

  • Câmara amplia limite de receita para empresas participarem do Supersimples

    O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou em 4 de outubro, por 380 votos favoráveis e nenhum contrário, o substitutivo do Senado ao Projeto de Lei Complementar n° 25/07, que aumenta o limite máximo de receita bruta para pequenas empresas participarem do regime especial de tributação do Simples Nacional, passando de R$ 3,6 milhões para R$ 4,8 milhões de receita bruta anual. A matéria será enviada à sanção presidencial.

    O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou em 4 de outubro, por 380 votos favoráveis e nenhum contrário, o substitutivo do Senado ao Projeto de Lei Complementar n° 25/07, que aumenta o limite máximo de receita bruta para pequenas empresas participarem do regime especial de tributação do Simples Nacional, passando de R$ 3,6 milhões para R$ 4,8 milhões de receita bruta anual. A matéria será enviada à sanção presidencial.

    Além desse limite, o substitutivo altera o enquadramento de vários setores nas três tabelas de serviços. Essas duas mudanças entram em vigor a partir de 1º de janeiro de 2018.

    O texto da Câmara previa limites maiores de enquadramento: até R$ 900 mil para microempresas e até R$ 14,4 milhões para as pequenas. Entretanto, devido às dificuldades econômicas e fiscais, prevaleceram os limites menores. De acordo com o parecer do relator, deputado Carlos Melles (DEM-MG), apenas três pontos do texto dos senadores foram rejeitados.

    Dois dos dispositivos rejeitados deixaram as micro e pequenas empresas de serviços advocatícios e de corretagem de seguros de fora de mudança de tabela para alíquotas maiores se a relação folha/receita bruta for inferior a 28%.

    O outro ponto recusado foi a prestação mínima de R$ 150 que seria exigida do microempreendedor individual (MEI) no novo parcelamento de dívidas aberto pelo projeto.

    Amanhã comemora-se o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa. Em alusão à data, a frente parlamentar ligada ao tema promoverá um café da manhã às 9 horas, no Salão Nobre; às 11 horas, haverá uma sessão solene, no Plenário Ulysses Guimarães.

    Organizações

    Conforme o texto aprovado, poderão pedir inclusão no Simples Nacional, conhecido também como Supersimples, as organizações da sociedade civil (Oscips); as sociedades cooperativas e as integradas por pessoas em situação de risco ou vulnerabilidade pessoal ou social; e as organizações religiosas que se dediquem a atividades de cunho social distintas das religiosas.

    No cálculo da receita bruta, não serão computadas as receitas com anuidades, mensalidades ou contribuições recebidas de associados e mantenedores; doações de pessoas ou empresas; ou transferência de recursos públicos em razão de parcerias, contratos de gestão ou outros instrumentos. Elas pagarão por fora a contribuição patronal da Previdência Social.

    Ainda que possam ser considerados Oscips, não poderão participar do Supersimples os sindicatos, as associações de classe ou de representação profissional e os partidos.

    ICMS por fora

    Para o recolhimento do ICMS e do ISS no Simples Nacional, o limite continua a ser de R$ 3,6 milhões de receita bruta. Acima disso, a empresa terá de pagar esses tributos segundo as regras normais.

    No caso de ser o ano de início de atividade da empresa ou de o estado adotar um sublimite, haverá uma tolerância de 20% de superação da receita. O texto dos senadores acaba com uma penalidade atualmente existente no mesmo percentual para o pagamento desse excedente pelas alíquotas máximas.

    Muda também a regra atual prevista na Lei Complementar n° 123/06 que permite aos governos estaduais aplicarem um sublimite a partir do qual a empresa tem de recolher o ICMS com alíquota normal, fora do Supersimples.

    Atualmente, a lei permite aos estados cuja participação no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro seja de até 1% aplicarem os subtetos de R$ 1,26 milhão, R$ 1,8 milhão ou R$ 2,52 milhões. Estados com participação acima de 1% e até 5% no PIB podem aplicar os limites de R$ 1,8 milhão ou R$ 2,52 milhões.

    Já o texto do Senado prevê apenas um subteto, de R$ 1,8 milhão, e somente para os estados com participação de até 1% no PIB nacional. Entretanto, nos estados em que não tenha sido adotado sublimite e naqueles com participação acima de 1%, o limite continua a ser de R$ 3,6 milhões.

  • Câmara aprova regulamentação de parcerias em salões de beleza

    O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (4/10), duas emendas do Senado ao Projeto de Lei n° 5.230/13, do deputado Ricardo Izar (PP-SP), que regulamenta a relação entre salões de beleza e os profissionais que trabalham neles. A matéria será enviada à sanção presidencial.

    De acordo com o substitutivo da deputada Soraya Santos (PMDB-RJ), os salões de beleza poderão firmar contratos escritos com profissionais cabeleireiros, barbeiros, esteticistas, manicures, pedicuros, depiladores e maquiadores.

    O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (4/10), duas emendas do Senado ao Projeto de Lei n° 5.230/13, do deputado Ricardo Izar (PP-SP), que regulamenta a relação entre salões de beleza e os profissionais que trabalham neles. A matéria será enviada à sanção presidencial.

    De acordo com o substitutivo da deputada Soraya Santos (PMDB-RJ), os salões de beleza poderão firmar contratos escritos com profissionais cabeleireiros, barbeiros, esteticistas, manicures, pedicuros, depiladores e maquiadores.

    O substitutivo aprovado cria as figuras do salão-parceiro e do profissional-parceiro. O primeiro será responsável pela centralização dos pagamentos e recebimentos dos serviços prestados pelos profissionais no salão.

    Está prevista a possibilidade de o salão-parceiro e o profissional-parceiro adotarem o regime especial de tributação previsto no Estatuto da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar n° 123/06). No caso do profissional-parceiro, ele poderá atuar como Microempreendedor Individual (MEI).

    Divergência

    Apesar de concordar com uma das emendas aprovadas, a deputada Erika Kokay (PT-DF) fez questão de ressaltar que discorda do texto da proposta. “Fomos contra esse projeto porque ele representa a precarização das relações de trabalho. Ele quer rasgar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). É um engodo aos profissionais de salões”, disse a deputada.

    Por outro lado, Ricardo Izar argumentou que a proposta vai trazer para formalidade mais de 1 milhão de trabalhadores da beleza, como cabeleireiros, maquiadores e manicures. “Nosso partido orienta pela liberdade dos profissionais e a favor da beleza”.

    Relação de emprego

     Uma das emendas especifica que, se o profissional-parceiro desempenhar funções diferentes das descritas no contrato de parceria, a relação será considerada como vínculo empregatício.

    Quanto aos profissionais-parceiros, outra emenda dos senadores acaba com a possibilidade de os trabalhadores se vincularem a assistentes ou auxiliares para a execução de seus serviços no âmbito do contrato de parceria com o salão.

    O texto exige ainda que os profissionais sejam qualificados, perante as autoridades fazendárias, como pequenos empresários, microempresários ou microempreendedores individuais.

    No contrato, entre outras cláusulas, deverá constar o percentual de retenções que o salão fará a título de aluguel de móveis e utensílios para o desempenho das atividades e serviços de gestão e apoio. A parte do profissional será a título de “atividades de prestação de serviços de beleza”.

    Tributos e contribuições

     Conforme a proposta aprovada, o contrato terá ainda de prever que o salão-parceiro será o responsável pelo recolhimento dos tributos a seu cargo e também pela retenção e recolhimento dos tributos e contribuições sociais e previdenciárias devidos pelo profissional-parceiro.

    Além disso, terão de ser especificados outros pontos, como as responsabilidades de ambas as partes quanto à manutenção e higienização de materiais e equipamentos. O profissional-parceiro terá de manter regular sua inscrição junto às autoridades fazendárias.

    Para valer, o contrato precisa ser homologado pelo sindicato da categoria profissional e laboral ou, na ausência desses, pelo órgão local do Ministério do Trabalho e Emprego.

    Ainda que o profissional-parceiro seja inscrito como pessoa jurídica, na forma de microempresário ou microempreendedor individual (MEI), ele terá direito a assistência junto do sindicato da categoria.

    Vínculo empregatício

     Quando não existir contrato formalizado, será configurado o vínculo empregatício entre o salão-parceiro, enquanto pessoa jurídica, e o profissional-parceiro, ainda que atue como microempresário. Dessa forma, a fiscalização trabalhista poderá exigir a contratação pela CLT.

    Responsabilidades

    O profissional-parceiro não poderá assumir as responsabilidades e obrigações próprias da administração da pessoa jurídica do salão, tais como as de ordem fiscal, trabalhista e previdenciária.

    Já os assistentes ou auxiliares necessários à realização dos serviços poderão ser vinculados aos profissionais-parceiros, independentemente de eles estarem qualificados perante o fisco como microempreendedores individuais ou microempresários.

  • Reforma do ensino médio será debatida em audiência na Comissão de Educação

    A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) vai debater a proposta do governo federal de reforma do ensino médio, contida na Medida Provisória (MP) n° 746/2016, que tramita no Congresso.

    Requerimento para realização da audiência pública, assinado por Telmário Mota (PDT-RR), Fátima Bezerra (PT-RN) e Álvaro Dias (PV-PR), foi aprovado nesta terça-feira (4).

    A MP foi publicada no último dia 23 e institui a Política de Fomento à Implementação de Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral.

    A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) vai debater a proposta do governo federal de reforma do ensino médio, contida na Medida Provisória (MP) n° 746/2016, que tramita no Congresso.

    Requerimento para realização da audiência pública, assinado por Telmário Mota (PDT-RR), Fátima Bezerra (PT-RN) e Álvaro Dias (PV-PR), foi aprovado nesta terça-feira (4).

    A MP foi publicada no último dia 23 e institui a Política de Fomento à Implementação de Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral.

    Conforme explicou Fátima Bezerra, a matéria já provoca polêmica, tanto por aspectos de mérito, como é o caso do fim da obrigação de disciplinas como Artes e Educação Física, mas também pelo fato de ter sido apresentada por meio de medida provisória.

    Como uma MP tem efeitos imediatos, ou seja, entra em vigor a partir de sua edição, críticos do governo de Michel Temer apontam limitação do debate da reforma do ensino médio, por ter sido apresentada por intermédio desse instrumento legal.

    A medida provisória precisa ser aprovada pelo Legislativo em 120 dias para não perder a validade. O texto passa inicialmente por uma comissão mista e depois pelos Plenários da Câmara e do Senado.

    Serão convidados para o debate na CE, ainda sem data marcada, representantes do Ministério da Educação, do Movimento Todos Pela Educação, da União Nacional dos Estudantes (UNE), da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e do Fórum Nacional da Educação, entre outros.

    Escola sem partido

    Foi aprovado ainda requerimento de Fátima Bezerra para realização de debate sobre o Projeto de Lei do Senado (PLS) n° 193/2016, que cria o programa “Escola sem Partido”. Apresentado pelo senador Magno Malta (PR-ES), o texto é baseado em proposta do professor Miguel Nagib, presidente da ONG Escola sem Partido.

    Os convidados e a data da audiência pública serão futuramente divulgados pela Comissão de Educação. 

    Primeira infância

    Também nesta terça-feira, foi aprovado requerimento do presidente da CE, senador Romário (PSB-RJ), de audiência pública sobre o cuidado integral na primeira infância, tratando em especial dos desafios jurídicos e sociais no atendimento a crianças com deficiência. O debate está marcado para o dia 23 de novembro e será realizado em conjunto com as comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

    Foram convidados Vital Didonet, especialista em educação infantil; a desembargadora Ivone Ferreira Caetano, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro; a psicóloga Drina Candilis-Huisman, professora emérita da Universidade Paris VII; e Dafne Herrero, doutoranda em Ciências da Saúde pela Universidade de São Paulo (USP).

    Os demais requerimentos e projetos de lei que constavam da pauta na CE não foram votados e deverão ser analisados na próxima reunião do colegiado.

  • Senac e CNC promovem seminário durante evento mundial de Hotelaria e Food Service

    Promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) em parceria com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e apoio da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), o “Seminário Senac de Gastronomia Saberes e Sabores: A hotelaria põe a mesa”, será realizado dia 6 de outubro, durante a segunda edição do Sirha no Brasil – um dos mais importantes eventos de Hotelaria e Food Service no mundo.

    Promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) em parceria com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e apoio da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), o “Seminário Senac de Gastronomia Saberes e Sabores: A hotelaria põe a mesa”, será realizado dia 6 de outubro, durante a segunda edição do Sirha no Brasil – um dos mais importantes eventos de Hotelaria e Food Service no mundo.

    Paolo Lavezzini (Hotel Fasano), Pablo Ferreyra (Hotel Santa Teresa), Philippe Brye (Sofitel Copacabana Rio de Janeiro) e Marcelo Pinheiro (Hotel Tivoli Praia do Forte) são alguns dos chefs que vão palestrar no seminário Saberes e Sabores. Serão cinco palestras, com cerca de uma hora de duração cada, nas quais serão debatidos os desafios e as oportunidades da gastronomia no setor hoteleiro. “Como transformar a gastronomia em atrativo turístico e cultural”, “A valorização das culinárias regionais como patrimônio cultural e fator de desenvolvimento sustentável” e “O ponto de equilíbrio em alimentos e bebidas” são alguns dos temas que serão apresentados.

    O presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Alexandre Sampaio, será o mediador da palestra “Relação do custo A&B na hotelaria X A Boa cozinha saudável faz a diferença do hotel”, que terá ainda o chef Onildo Rocha (do estrelado restaurante paraibano Roccia Cozinha) como palestrante.

    Para assistir às palestras é necessário se cadastrar para visitação no Sirha. Senhas para inscrições serão distribuídas por ordem de chegada, 15 minutos antes do início de cada palestra. Veja a programação completa no site da CNC.

    Sobre o Sirha

    Principal evento do mundo em Hotelaria e Food Service, o Sirha é realizado a cada dois anos em Lyon, na França. Em sua primeira edição no Brasil, reuniu mais de 10 mil pessoas. Este ano deve reunir 250 expositores e 12 mil visitantes. Voltado para chefs, confeiteiros, padeiros, donos de restaurantes, bares e hotéis, o Sirha também será palco da etapa regional dos renomados concursos Bocuse d’Or e Coupe du Monde de la Pâtisserie.

    Saberes e Sabores: A hotelaria põe a mesa

    Data: 6 de outubro (quinta-feira)

    Horário: das 12h30 às 20h

    Inscrições: No local – Riocentro – Rio de Janeiro (RJ)

    Para se inscrever no Sirha: http://www.netfeiras.com.br/feiras/sirha/

     

     

     

     

     

     

     

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 180/2016

    DESTAQUES:

    Divulgada regras para disponibilização de Software Público Brasileiro

    Convocação do Sindicato do Comércio Atacadista de Drogas e Medicamentos do Estado do Rio de Janeiro para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 14 de outubro de 2016

    DESTAQUES:

    Divulgada regras para disponibilização de Software Público Brasileiro

    Convocação do Sindicato do Comércio Atacadista de Drogas e Medicamentos do Estado do Rio de Janeiro para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 14 de outubro de 2016

  • Plenário continua hoje análise do Supersimples

    O Plenário da Câmara dos Deputados retoma hoje a análise do Projeto de Lei Complementar (PLP) 25/07, que muda regras do regime especial de tributação do Simples Nacional.

    O deputado Carlos Melles (DEM-MG), relator do PL 25/07, aproveitou vários trechos do texto da Câmara, aprovado no ano passado. Ele alertou depois, entretanto, que o acordo amparado pelo líder do governo, deputado Andre Moura (PSC-SE), era para a votação do substitutivo do Senado sem mudanças.

    O Plenário da Câmara dos Deputados retoma hoje a análise do Projeto de Lei Complementar (PLP) 25/07, que muda regras do regime especial de tributação do Simples Nacional.

    O deputado Carlos Melles (DEM-MG), relator do PL 25/07, aproveitou vários trechos do texto da Câmara, aprovado no ano passado. Ele alertou depois, entretanto, que o acordo amparado pelo líder do governo, deputado Andre Moura (PSC-SE), era para a votação do substitutivo do Senado sem mudanças.

    Melles havia restaurado pontos como a permissão para que as empresas endividadas com outros tributos que não fazem parte do Simples Nacional, como IPTU ou IPVA, participem do programa, o que tem sido recusado por prefeituras e estados pela falta de regra específica na lei.

    Outro ponto sugerido por ele era o perdão de dívidas por descumprimento de obrigações acessórias por parte de empresa em inatividade.