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  • CNC Notícias 189

    Zerando os cronômetros

    Está chegando a hora do maior evento esportivo global.

    Para os atletas, o momento de mostrar os resultados de anos de treinamentos intensos e dedicados, com a recompensa de inscrever seus nomes nas galerias dos heróis olímpicos.

    Zerando os cronômetros

    Está chegando a hora do maior evento esportivo global.

    Para os atletas, o momento de mostrar os resultados de anos de treinamentos intensos e dedicados, com a recompensa de inscrever seus nomes nas galerias dos heróis olímpicos.

    Para o Brasil, e mais fortemente para o Rio de Janeiro, será a hora de começar a colher o que foi semeado nos últimos seis anos, desde que a cidade foi escolhida para ser sede das Olimpíadas, em 2009.

    Em termos de infraestrutura, o Rio passou por uma transformação, isso é inegável. Grandes obras como a implantação do sistema de ônibus conhecido como BRT (Bus Rapid Transit), interligando diversas regiões, a expansão do metrô até a Barra da Tijuca e a construção das linhas do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), no Centro da cidade, vão alterar o dia a dia dos cariocas com um impacto que, talvez, só encontre paralelo em poucos momentos da história, como na época das reformas do prefeito Pereira Passos.

    A esta altura, quase tudo já deveria estar funcionando, em processo de ajuste fino. Mas, embora a cidade ainda esteja na fase de “derrubar tapumes”, pouca dúvida resta de que o Rio estará pronto para realizar os Jogos com êxito.

    Já não há tanta certeza assim quando o assunto é o legado para o turismo. Há uma forte percepção de que a chance de ouro dos megaeventos esportivos (Copa do Mundo e Olimpíadas) não está sendo aproveitada como deveria para divulgar o nome do País como destino turístico mundial.

    Uma das causas são as deficiências da estrutura de promoção do País no exterior. A reportagem de capa desta edição traz um panorama bastante completo da situação e o que deve ser melhorado para que o Brasil possa aproveitar a exposição para incrementar o número de visitantes estrangeiros que recebe.

    Entre outros temas de destaque da CNC Notícias de julho estão a presença da CNC na reunião anual da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra; a participação da Confederação nos debates do Congresso Nacional sobre a modernização das leis trabalhistas; a mobilização contra o aumento do PIS/Cofins; e a conclusão dos trabalhos do grupo técnico da CNC que analisou o novo Código Comercial.

    Boa leitura!

  • Boletim Informativo Diário (BID) 131/2016

    DESTAQUES:

    Designado representante titular do INSS no Conselho Fiscal do Sesc

    Alterado o representante titular do INSS no Conselho Fiscal do Senac

    Alterados os representantes titular e suplente do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário no Conselho Fiscal do Sesc

    Convocação do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo para as empresas distribuidoras de Gás LP comparecerem a Assembleia Geral Extraordinária no dia 28 de julho de 2016

    DESTAQUES:

    Designado representante titular do INSS no Conselho Fiscal do Sesc

    Alterado o representante titular do INSS no Conselho Fiscal do Senac

    Alterados os representantes titular e suplente do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário no Conselho Fiscal do Sesc

    Convocação do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo para as empresas distribuidoras de Gás LP comparecerem a Assembleia Geral Extraordinária no dia 28 de julho de 2016

    Sancionada Lei do Estado do Rio de Janeiro determinando que as pessoas feridas em acidentes de trânsito sejam levadas, pelo Corpo de Bombeiros, para hospitais conveniados aos seus planos de saúde

  • Votação de imposto sobre grandes heranças e doações é adiada para agosto

    A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) decidiu adiar para agosto, após o recesso parlamentar, a votação de proposta de emenda à Constituição (PEC 96/2015) que permite à União cobrar um imposto adicional sobre grandes heranças e doações. O adiamento da votação da proposta — que abre a possibilidade de taxação extra de até 27,5% na transmissão de grandes fortunas — foi solicitado pelo senador Aloysio Nunes (PSDB-SP).

    A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) decidiu adiar para agosto, após o recesso parlamentar, a votação de proposta de emenda à Constituição (PEC 96/2015) que permite à União cobrar um imposto adicional sobre grandes heranças e doações. O adiamento da votação da proposta — que abre a possibilidade de taxação extra de até 27,5% na transmissão de grandes fortunas — foi solicitado pelo senador Aloysio Nunes (PSDB-SP).

    Antes da PEC 96/2015 sair da pauta de votações, o relator, senador Roberto Rocha (PSB-MA), admitiu seu descontentamento com a criação de mais um tributo. Mas demonstrou assimilar a medida por ela se restringir a grandes heranças e doações. “Já há o ITCMD ( Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação), que é cobrado pelos estados. A ideia é fazer um adicional só sobre heranças e doações e estabelecer a alíquota máxima de 27,5%, que é a do Imposto de Renda da Pessoa Física”, explicou Roberto Rocha.

    Quem assumiu a defesa expressa da PEC 96/2015, na quarta-feira (13/7), foi o senador Lindbergh Farias (PT-RJ). “Os 71 mil (brasileiros) mais ricos só pagam 6% dos rendimentos de imposto de renda, pois têm isenção de tributo sobre a distribuição de lucros e dividendos. A taxação máxima de herança hoje é de 8%. Então, o projeto de Bezerra é extremamente meritório. Estamos em discussão sobre o ajuste fiscal do país e a conta continua sendo paga pelos mais pobres, com a retirada de direitos”, declarou Lindbergh.

    Em lado oposto de argumentação estava o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), autor de voto em separado pela rejeição da PEC 96/2015. “Se há algum aumento da carga tributária sobre heranças e doações, deve este ser aproveitado pelos estados, e não pela União. Estamos enfrentando, nos últimos tempos, um avanço arrecadatório inimaginável dos cofres federais sobre a riqueza dos cidadãos e das empresas, sem que o produto gerado tenha sido repartido com estados e municípios”, declarou Caiado.

    Depois de passar pela CCJ, a PEC 96/2015 ainda precisará passar por dois turnos de discussão e votação no Plenário do Senado, antes de seguir para a Câmara dos Deputados.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 130/2016

    DESTAQUES:

    Convocação do Sindicato dos Condomínios Comerciais, Residenciais e Mistos de Minas Gerais para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 9 de agosto de 2016

    Sancionada Lei do Estado do Rio de Janeiro estabelecendo preferência no embarque e desembarque dos elevadores dos prédios públicos, dos edifícios comerciais, dos centros empresariais, dos shoppings centers e de qualquer outro espaço comercial aberto ao público, às pessoas com deficiência, às gestantes, aos idosos e às pessoas acompanhadas de crianças de colo

    DESTAQUES:

    Convocação do Sindicato dos Condomínios Comerciais, Residenciais e Mistos de Minas Gerais para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 9 de agosto de 2016

    Sancionada Lei do Estado do Rio de Janeiro estabelecendo preferência no embarque e desembarque dos elevadores dos prédios públicos, dos edifícios comerciais, dos centros empresariais, dos shoppings centers e de qualquer outro espaço comercial aberto ao público, às pessoas com deficiência, às gestantes, aos idosos e às pessoas acompanhadas de crianças de colo

  • Rio 2016 deverá gerar receitas de R$ 2,7 bi

    Estudo feito pela Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) aponta que a Olimpíada e a Paralimpíada deverão gerar receitas de R$ 2,68 bilhões ao setor turístico do Estado do Rio de Janeiro entre os meses de agosto e setembro. O resultado representa um avanço nominal de 18,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

    Estudo feito pela Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) aponta que a Olimpíada e a Paralimpíada deverão gerar receitas de R$ 2,68 bilhões ao setor turístico do Estado do Rio de Janeiro entre os meses de agosto e setembro. O resultado representa um avanço nominal de 18,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

    Em agosto, 909,4 mil turistas devem visitar o Estado (666,3 mil brasileiros e 243,1 mil estrangeiros), gerando R$ 1,77 bilhão em receitas. Já a Paralimpíada deve receber 468,5 mil turistas, produzindo um faturamento de R$ 912,4 milhões. A CNC estima que os turistas estrangeiros devem deixar no País US$ 1,04 bilhão, o que corresponde a uma média de US$ 929 por visitante – equivalente a R$ 3.089 (considerando o câmbio a R$ 3,33).

    Segmentos em destaque 

    O segmento de alimentação deve responder por um terço da receita gerada pelos eventos. A expectativa é que bares, restaurantes e lanchonetes faturem R$ 927,1 milhões. Outros dois segmentos que se destacam na movimentação de divisas durante os Jogos são: transporte rodoviário (R$ 738 milhões) e atividades artísticas, esportivas e de lazer (R$ 474,1 milhões). Juntos, esses três segmentos devem responder por quase 80% das receitas durante o período.

    “Segmentos importantes do setor de turismo, como hotelaria, agências de viagens, transporte aéreo e marítimo, bem como locação de automóveis, tendem a ter um faturamento menor nessas datas porque a maior parte das receitas dessas atividades não costuma ocorrer durante a prestação do serviço”, explica o economista da CNC Fabio Bentes.

    Oportunidades de emprego

    Com o mercado de trabalho em recessão desde agosto de 2015, o setor de turismo fluminense deve demandar 4.080 empregos temporários durante o período dos Jogos. As principais oportunidades são para garçons, motoristas e cozinheiros, que, juntos, respondem por 40% da força de trabalho do segmento.

     Acesse aqui a análise completa da CNC.

     

     

  • Rio 2016 deve gerar receitas de R$ 2,7 bilhões

    Estudo feito pela Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) aponta que a Olimpíada e a Paralimpíada deverão gerar receitas de R$ 2,68 bilhões ao setor turístico do Estado do Rio de Janeiro entre os meses de agosto e setembro. O resultado representa um avanço nominal de 18,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

    Estudo feito pela Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) aponta que a Olimpíada e a Paralimpíada deverão gerar receitas de R$ 2,68 bilhões ao setor turístico do Estado do Rio de Janeiro entre os meses de agosto e setembro. O resultado representa um avanço nominal de 18,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

    Em agosto, 909,4 mil turistas devem visitar o Estado (666,3 mil brasileiros e 243,1 mil estrangeiros), gerando R$ 1,77 bilhão em receitas. Já a Paralimpíada deve receber 468,5 mil turistas, produzindo um faturamento de R$ 912,4 milhões. A CNC estima que os turistas estrangeiros devem deixar no País US$ 1,04 bilhão, o que corresponde a uma média de US$ 929 por visitante – equivalente a R$ 3.089 (considerando o câmbio a R$ 3,33).

    Segmentos em destaque

    O segmento de alimentação deve responder por um terço da receita gerada pelos eventos. A expectativa é que bares, restaurantes e lanchonetes faturem R$ 927,1 milhões. Outros dois segmentos que se destacam na movimentação de divisas durante os Jogos são: transporte rodoviário (R$ 738 milhões) e atividades artísticas, esportivas e de lazer (R$ 474,1 milhões). Juntos, esses três segmentos devem responder por quase 80% das receitas durante o período.

    “Segmentos importantes do setor de turismo, como hospedagem, agências de viagens, transporte aéreo e marítimo, bem como locação de automóveis, tendem a ter um faturamento menor nessas datas porque a maior parte das receitas dessas atividades não costuma ocorrer durante a prestação do serviço”, explica o economista da CNC Fabio Bentes.

    Oportunidades de emprego

    Com o mercado de trabalho em recessão desde agosto de 2015, o setor de turismo fluminense deve demandar 4.080 empregos temporários durante o período dos Jogos. As principais oportunidades são para garçons, motoristas e cozinheiros, que, juntos, respondem por 40% da força de trabalho do segmento.

  • Texto aprovado permite incluir no orçamento receita de propostas ainda em tramitação

    O senador Wellington Fagundes (PR-MT) voltou atrás e incluiu no relatório final do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO – PLN 2/16) para 2017, aprovado na última quinta-feira (14) pela Comissão Mista de Orçamento (CMO), a possibilidade de receitas ainda em tramitação no Congresso estarem na proposta orçamentária (LOA) do ano que vem. 

    O senador Wellington Fagundes (PR-MT) voltou atrás e incluiu no relatório final do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO – PLN 2/16) para 2017, aprovado na última quinta-feira (14) pela Comissão Mista de Orçamento (CMO), a possibilidade de receitas ainda em tramitação no Congresso estarem na proposta orçamentária (LOA) do ano que vem. 

    O parecer inicial de Fagundes proibia acrescentar, no Orçamento de 2017, receita de tributos não aprovados. O senador chegou a retirar, no adendo apresentado hoje, a previsão da receita da CPMF – estimada em mais de R$ 33 bilhões, no Anexo de Metas Fiscais da LDO). Porém, com a nova redação do relatório, a receita da CPMF poderá ser incluída na proposta orçamentária mesmo se o texto que recria o tributo (PEC 140/2015) não tiver entrado em vigor. 

    O mesmo vale, por exemplo, para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 4/15, que recria a Desvinculação de Receitas da União (DRU) com vigência retroativa a 1º de janeiro de 2016 e validade até 2023. Uma das prioridades do governo interino de Michel Temer, o texto foi aprovado na Câmara em 8 de junho e tramita atualmente no Senado. 

    A DRU permite ao governo realocar livremente 30% das receitas obtidas com taxas, contribuições sociais e de intervenção sobre o domínio econômico (Cide), que hoje são destinadas, por determinação constitucional ou legal, a órgãos, fundos e despesas específicos. 

    Emendas de bancada 

    No texto aprovado pela CMO, Fagundes reduziu de 0,8% para 0,6% da Receita Corrente Líquida (RCL) apurada em 2016 o limite de execução obrigatória de emendas de bancada estadual sobre obras e empreendimentos em andamento ou com projeto executivo aprovado. 

    Pelo relatório, o governo terá de executar as emendas das bancadas até esse limite, desde que os recursos sejam destinados para obras de caráter estruturante e estejam previstos no Anexo de Metas e Prioridades.

    No entanto, caso o relatório quadrimestral do Executivo aponte para o cumprimento da meta fiscal, o limite destinado a emendas de bancada impositivas retornará ao percentual de 0,8%. 

    Para apresentação de emendas à proposta orçamentária, a referência será de 0,8% da RCL, prevista no texto enviado pelo Executivo. 

    Reserva de contingência 

    Fagundes incluiu no relatório final do projeto a adoção das reservas de contingência de três fundos nacionais (Fundo Nacional de Aviação Civil, Fundo Nacional de Segurança Pública e Fundo Penitenciário Nacional) como despesa primária do governo federal. 

    Despesa primária é aquela que pressiona o resultado primário, alterando o endividamento líquido do governo. Na prática, a mudança faz com que os recursos dessas reservas de contingência possam ser considerados na avaliação da meta fiscal para, por exemplo, alcançar um déficit menor. 

    O relatório da LDO ampliou a Reserva de Contingência de 2,2% para 2,8% com o objetivo, de acordo com Fagundes, de reforçar a garantia de execução dessas programações (0,6% será para as emendas de bancada). A reserva é um mecanismo para atender a despesas não previstas e prováveis não destinadas a um órgão específico. 

    Fomento a exportações 

    O adendo apresentado hoje alterou o montante a ser destinado para auxiliar estados e municípios no fomento a exportações. O texto inicial reservava 0,4% da Receita Corrente Líquida prevista na proposta orçamentária. Já o projeto aprovado na comissão garante que o valor aplicado às exportações seja, no mínimo, igual ao aplicado no exercício de 2016. 

    Contingenciamento 

    Fagundes deixou os recursos da Justiça Eleitoral para eleições, plebiscitos e referendos de fora de um eventual contingenciamento do governo, feito para garantir a meta fiscal. 

    Além disso, pelo parecer, ficam fora de cortes as seguintes despesas:

    – destinadas à implantação e ao funcionamento das universidades federais criadas a partir do exercício de 2016;

    – relativas às agências reguladoras;

    – inerentes ao Programa de Interesse Social (Lei nº 10.735/03);

    – relacionadas ao Programa de Desenvolvimento de Submarinos;

    – custas judiciais decorrentes de representação judicial e extrajudicial de União, autarquias e fundações federais;

    – recursos dos Fundos Penitenciário Nacional, Nacional de Segurança Pública, Nacional de Aviação Civil, e da Marinha Mercante. 

    Fagundes manteve as despesas de custeio – a folha do funcionalismo e a Previdência Social, por exemplo –, como foi costume nas LDOs de anos anteriores, de fora do contingenciamento. Atualmente, a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/00) já impede o bloqueio de obrigações constitucionais e legais; de despesas relacionadas à dívida pública; e as ressalvadas na LDO.

  • Cetur e Sesc mobilizam setor turístico para campanha contra Zika

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), e o Sesc Nacional fecharam uma parceria com o Ministério da Saúde e a Embratur para engajar todas as entidades ligadas à atividade turística em uma campanha internacional de esclarecimento sobre o vírus Zika, durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), e o Sesc Nacional fecharam uma parceria com o Ministério da Saúde e a Embratur para engajar todas as entidades ligadas à atividade turística em uma campanha internacional de esclarecimento sobre o vírus Zika, durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

    Desenvolvida pela Embratur, a campanha conta com cinco peças – disponíveis em português, inglês e espanhol – que desmistificam os perigos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, sobretudo o vírus Zika, durante os meses de agosto e setembro, quando será realizada a Rio 2016.

    Didáticas e com dados e estatísticas, as peças mostram por que os turistas estrangeiros não precisam se preocupar, uma vez que a transmissão de doenças pelo Aedes aegypti é muito baixa durante o inverno. A campanha ressalta ainda medidas que estão sendo tomadas pelas autoridades sanitárias, como as vistorias e os eventos-teste, para evitar as incidências durante o período.

    “Desde o início do ano, estamos mobilizando as instituições do setor para as realizações integradas de combate ao Aedes aegypti. É fundamental que agora, a poucos dias do início da Olimpíada, todos estejamos juntos nessa causa. A Rio 2016 será uma oportunidade única de impulsionar a imagem do Brasil no exterior, transformando o País em um dos destinos mais atraentes do mundo”, diz o presidente do Cetur, Alexandre Sampaio.

    Clique aqui para baixar as peças disponíveis em Inglês, espanhol e portugês.

     

     

  • Comissão aprova conformidade de produtos importados a normas nacionais

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei nº 7.583/2014 , do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PV-SP), que determina que todos os produtos importados comercializados no País submetam-se às normas de certificação da Regulamentação Técnica Federal.

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei nº 7.583/2014 , do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PV-SP), que determina que todos os produtos importados comercializados no País submetam-se às normas de certificação da Regulamentação Técnica Federal.

    O parecer do relator, deputado Mauro Pereira (PMDB-RS), foi favorável à matéria, com emenda e complementação de voto. Entre as normas a serem obedecidas, ele cita as normas da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa); do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; da Receita Federal; e do Instituto de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

    Segundo o relator, “os produtos nacionais e internacionais devem ter isonomia de tratamento no que se refere aos custos para adequação e conformidade em relação às complexas normas regulamentadoras sobre proteção, a saúde e a segurança”. 

    Anuência do órgão aduaneiro

    A emenda do relator, alterada pontualmente pela complementação de voto, prevê que todo produto importado comercializado no País, que afete direta ou indiretamente a saúde ou a segurança do consumidor, tenha seu processo de importação submetido à anuência do órgão regulador federal competente para o seu desembaraço aduaneiro.

    Ainda conforme o texto aprovado, a exigência de anuência do órgão regulador federal competente para o desembaraço aduaneiro deverá estar registrada no instrumento administrativo que integra as atividades de registro, acompanhamento e controle das operações de comércio exterior.

    Informação no produto

    O relator retirou a determinação, contida no projeto original, de que o produto traga impresso na embalagem ou rótulo a informação de conformidade ou não com as normas técnicas federais. 

    Tramitação

    O projeto foi rejeitado pela Comissão de Defesa do Consumidor e agora será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e pelo Plenário.

  • Cetur e Sesc mobilizam setor turístico para campanha contra Zika

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), e o Sesc Nacional fecharam uma parceria com o Ministério da Saúde e a Embratur para engajar todas as entidades ligadas à atividade turística em uma campanha internacional de esclarecimento sobre o vírus Zika, durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), e o Sesc Nacional fecharam uma parceria com o Ministério da Saúde e a Embratur para engajar todas as entidades ligadas à atividade turística em uma campanha internacional de esclarecimento sobre o vírus Zika, durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

    Desenvolvida pela Embratur, a campanha conta com cinco peças – disponíveis em português, inglês e espanhol – que desmistificam os perigos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, sobretudo o vírus Zika, durante os meses de agosto e setembro, quando será realizada a Rio 2016.

    Didáticas e com dados e estatísticas, as peças mostram por que os turistas estrangeiros não precisam se preocupar, uma vez que a transmissão de doenças pelo Aedes aegypti é muito baixa durante o inverno. A campanha ressalta ainda medidas que estão sendo tomadas pelas autoridades sanitárias, como as vistorias e os eventos-teste, para evitar as incidências durante o período.

    “Desde o início do ano, estamos mobilizando as instituições do setor para as realizações integradas de combate ao Aedes aegypti. É fundamental que agora, a poucos dias do início da Olimpíada, todos estejamos juntos nessa causa. A Rio 2016 será uma oportunidade única de impulsionar a imagem do Brasil no exterior, transformando o País em um dos destinos mais atraentes do mundo”, diz o presidente do Cetur, Alexandre Sampaio.

    Clique abaixo para fazer o download das peças por idioma.