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  • Conselho Empresarial de Turismo do Tocantins empossará Diretoria

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Fecomércio-TO realiza no dia 6 de julho a cerimônia de posse da Diretoria eleita e dos membros dos conselhos efetivo e consultivo do órgão. 

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Fecomércio-TO realiza no dia 6 de julho a cerimônia de posse da Diretoria eleita e dos membros dos conselhos efetivo e consultivo do órgão. 

    Para o presidente da Fecomércio-TO, Itelvino Pisoni, a criação do conselho implicará melhorias para o setor de turismo no Estado. “A missão do Cetur é fomentar os negócios voltados ao turismo. Com isso, o trade ficará fortalecido, já que este conselho tem como base os próprios empresários. O Tocantins é cheio de potencialidades turísticas, mas possui ainda dificuldades, principalmente no que diz respeito a mão de obra e a infraestrutura. Nós iremos propor e oferecer novas oportunidades, com base em nossa diversidade”, explicou Itelvino. 

    A solenidade contará com a presença do presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Alexandre Sampaio. 

    A Diretoria do Cetur é composta pelo presidente eleito, Itelvino Pisoni (Fecomércio), pelo vice-presidente, José Ernesto Betelli (Abrasel), pelo coordenador técnico, Antônio Malan (Abbtur), e pela secretária executiva, Otávia Sotero (Fecomércio). São membros efetivos do conselho as seguintes entidades: Fecomércio, Sindhorbs, Abav, Abih, Abrasel, Sesc, Senac, Instituto Fecomércio, Fieto, Sebrae, Palmas Conventions & Visitors Bureau, Abla, Abrajet, Abbtur, ATTR e Ajee. Já o conselho consultivo é formado por: Banco da Amazônia, Caixa Econômica Federal, Naturatins, Universidade Federal do Tocantins, Secretaria Estadual do Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia, Turismo e Cultura, Aprotur, Unitins, Agência Municipal de Turismo (Agtur) e Fundação Cultural. 

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) terá caráter consultivo e propositivo. Ele é composto por representantes de entidades que estão ligadas a toda rede que envolve o setor de turismo. O intuito é fomentar e desenvolver o setor no Estado, por meio de ações e projetos desenvolvidos em conjunto por todas as esferas, pública e privada.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 121/2016

    DESTAQUES:

    Deferido registro de alteração estatutária ao Sindicato do Comércio Varejista de São João de Meriti/RJ

    Requerido pedido de registro sindical pelo Sindicato das Empresas Prestadoras de Serviços e do Comércio do Ramo de Pet Shop do Estado de São Paulo

    Deferido registro sindical ao Sindicato das Empresas de Promoção e Organização de Eventos e Centros de Eventos do Estado do Rio Grande do Sul

    DESTAQUES:

    Deferido registro de alteração estatutária ao Sindicato do Comércio Varejista de São João de Meriti/RJ

    Requerido pedido de registro sindical pelo Sindicato das Empresas Prestadoras de Serviços e do Comércio do Ramo de Pet Shop do Estado de São Paulo

    Deferido registro sindical ao Sindicato das Empresas de Promoção e Organização de Eventos e Centros de Eventos do Estado do Rio Grande do Sul

    Promulgada lei do Município do Rio de Janeiro excluindo da contagem do número mínimo de vagas de estacionamento de veículos disponíveis nos empreendimentos comerciais aquelas com utilização diferenciada

  • Cancelada reunião para votar parecer sobre atividade sindical

    A Comissão Especial sobre Financiamento da Atividade Sindical cancelou a reunião marcada para esta tarde para analisar o relatório final do deputado Bebeto (PSB-BA).

    A última versão do texto, apresentado no último dia 24, propõe a criação de uma contribuição a ser paga pelo trabalhador (sindicalizado ou não): a contribuição negocial.

    A Comissão Especial sobre Financiamento da Atividade Sindical cancelou a reunião marcada para esta tarde para analisar o relatório final do deputado Bebeto (PSB-BA).

    A última versão do texto, apresentado no último dia 24, propõe a criação de uma contribuição a ser paga pelo trabalhador (sindicalizado ou não): a contribuição negocial.

    O parecer também estende a servidores estaduais e municipais a obrigação de pagar um dia de trabalho como imposto sindical. O texto inicial previa o tributo apenas para servidores públicos federais.

    Nova contribuição

    A contribuição negocial, prevista no relatório de Bebeto, será cobrada mensalmente tanto de empregados quanto de empregadores, com exceção do mês de cobrança da contribuição sindical. O valor a ser arrecadado será fixado em assembleia de negociação salarial ou convenção coletiva e não poderá ultrapassar 1% da remuneração bruta anual do trabalhador.

    Essa contribuição, destinada ao pagamento das despesas jurídicas, técnicas e administrativas das negociações coletivas, é cobrada atualmente por alguns sindicatos, mas há questionamentos na Justiça sobre sua validade e extensão.

    A comissão ainda não marcou nova reunião para discutir e votar o parecer.

  • Comissão discute projeto que regulamenta atividade de lobby nesta quinta

    A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados promove um seminário nesta quinta-feira (7) para discutir o Projeto de Lei nº 1.202/07, do deputado Carlos Zarattini (PT-SP), que regulamenta a atividade de lobby e de grupos de pressão junto ao setor público. A proposta está em análise na comissão. 

    A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados promove um seminário nesta quinta-feira (7) para discutir o Projeto de Lei nº 1.202/07, do deputado Carlos Zarattini (PT-SP), que regulamenta a atividade de lobby e de grupos de pressão junto ao setor público. A proposta está em análise na comissão. 

    O evento foi proposto pela deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), relatora da matéria. “O lobby é a influência ou a pressão de um grupo organizado sobre os políticos e o poder público. Por diversas vezes, o lobista ou mesmo a atividade de lobby é denegrida pela opinião pública por estar associada indevidamente à corrupção, no entanto, quando ela é exercida nos limites legais, com boas práticas de governança e transparência, é muito benéfica à democracia participativa, trazendo contribuições positivas aos tomadores de decisão e fortalecendo o sentimento de abertura do sistema político”, afirma a deputada, lembrando que nos Estados Unidos e em vários países europeus essa atividade é normatizada. 

    Para Cristiane Brasil, as técnicas empregadas por grupos de pressão e por lobistas precisam ser regulamentadas no País para “tornar claras as relações entre público e privado”. 

    Convidados

    Foram convidados para discutir o tema com os parlamentares:

    – o vice-presidente da Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig), Eduardo Galvão;

    – o ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, Torquato Lorena Jardim;

    – o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Pacheco Prates Lamachia;

    – o especialista em Empresas de Comunicação, José Francisco de Araújo Lima Neto;

    – o professor de Ciência Política da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Manoel Leonardo Santos;

    – o doutor em Economia pela Harvard University e ex-secretário adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Igor Barenboim;

    – o doutor em Administração de Empresas pela Florida Christian University, Luís Roberto Antonik; e

    – o profissional de Relações da empresa Cornerstone Government Affairs, Todd Webster. 

    O seminário será realizado no Plenário 1, a partir das 14h30.

  • Parecer sobre Lei de Migração será apresentado nesta quarta

    A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a proposta que cria a Lei de Migração (PL 2.516/15, do Senado) tem reunião nesta quarta-feira (6) para apresentação, discussão e votação do parecer do relator, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP). 

    A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a proposta que cria a Lei de Migração (PL 2.516/15, do Senado) tem reunião nesta quarta-feira (6) para apresentação, discussão e votação do parecer do relator, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP). 

    O projeto de lei em análise no colegiado define os direitos e os deveres do migrante e do visitante no Brasil; regula a entrada e a permanência de estrangeiros; estabelece normas de proteção ao emigrante brasileiro e também diretrizes para políticas públicas ligadas ao assunto. Se aprovado, vai substituir o Estatuto do Estrangeiro (Lei nº 6.815/80), adotado durante o regime militar. 

    A reunião será realizada às 14 horas, em local a ser determinado. 

    Tramitação

    A proposta tramita em regime de prioridade. Se aprovada, segue para votação do Plenário.

     

  • eSocial: especialista fala de adequação das empresas

    Com o objetivo de munir de mais informações a Diretoria, os sindicatos filiados e os empresários sobre a implantação do eSocial, o presidente da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac), Edgar Segato Neto, convidou o especialista em Direito do Trabalho, diretor-presidente do Portal RHevista RH e autor do livro eSocial Fácil, Odair Rocha Fantoni, a ministrar palestra na 18ª Assembleia Geral Extraordinária, realizada no dia 22 de junho, em Brasília, Distrito Federal. 

    Com o objetivo de munir de mais informações a Diretoria, os sindicatos filiados e os empresários sobre a implantação do eSocial, o presidente da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac), Edgar Segato Neto, convidou o especialista em Direito do Trabalho, diretor-presidente do Portal RHevista RH e autor do livro eSocial Fácil, Odair Rocha Fantoni, a ministrar palestra na 18ª Assembleia Geral Extraordinária, realizada no dia 22 de junho, em Brasília, Distrito Federal. 

    “O Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas – eSocial – é um projeto do governo federal que visa unificar o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados, modernizar a sistemática de fiscalização, assegurar de forma mais efetiva os direitos dos trabalhadores, simplificar o cumprimento das obrigações dos empregadores e melhorar a qualidade das informações prestadas ao Estado. Com isso, dados hoje enviados à Receita Federal, ao INSS, ao Ministério do Trabalho e à Caixa Econômica Federal e ao Tribunal Regional do Trabalho estarão na mesma plataforma”, explicou Fantoni. 

    Para Odair Fantoni, as dificuldades de implantação vão desde o cumprimento das regras à tecnologia para enviar as informações, além da própria forma de trabalhar. “Com a exigência, as empresas deverão prestar informações, praticamente em tempo real, sobre obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas ao governo federal. Por exemplo, se um funcionário tiver um filho ou mudar de nome por casar, tem que informar. O banco de horas continua valendo, mas a empresa terá de ficar mais vigilante quanto ao abatimento das horas extras. Se o trabalhador não reduzir o banco no prazo estabelecido, terá de pagar. Portanto, a empresa terá de ficar mais vigilante, pois a fiscalização vai ficar mais fácil”, ressaltou. Desse modo, Fantoni orientou os presentes a prestarem as informações no prazo fixado e sem incorreções ou omissões, pois poderão ficar sujeitos às penalidades previstas na legislação. 

    “Além da preocupação com o prazo, as empresas devem estar atentas aos Registros de Eventos Trabalhistas (RET), que estão relacionados à comunicação do empregador sobre alterações não periódicas que podem ser consideradas relevantes na relação trabalhista. A não entrega ou a entrega com atraso dessas informações pode resultar em uma multa para o empregador, portanto é preciso ficar atento. Outro ponto de atenção para o empregador é o cadastro de empregados. Verifique, por exemplo, os códigos da CBO dos cargos que exigem registro em conselho de classe e/ou formação profissional dos trabalhadores. Muitos códigos foram ajustados”, alertou. 

    Pelo calendário do site no eSocial, empresas que tiveram faturamento acima de R$ 78 milhões em 2014 terão de cadastrar os trabalhadores no eSocial a partir de setembro. Em 2017, o uso será obrigatório para todas as empresas, inclusive micros e pequenas. Na avaliação do especialista, “o cronograma é apertado. A adequação para atender às exigências do eSocial não é tarefa simples e, por isso, é importante que as empresas iniciem, o quanto antes, a revisão de seus processos para adequação ao Sistema”, afirmou.

     

  • Informe Representações 377

    Assessoria de Gestão das Representações 04/07/2016 – Ano 5, nº 377

     

    CÂMARA DOS DEPUTADOS

    Audiência Pública para “Discutir o Projeto de Lei nº 3.016/2015”

    Roberto Luis Lopes Nogueira, advogado da Divisão Sindical da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), foi indicado para representá-la na audiência pública destinada a debater o Projeto de Lei nº 3.016/2015.

    Assessoria de Gestão das Representações 04/07/2016 – Ano 5, nº 377

     

    CÂMARA DOS DEPUTADOS

    Audiência Pública para “Discutir o Projeto de Lei nº 3.016/2015”

    Roberto Luis Lopes Nogueira, advogado da Divisão Sindical da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), foi indicado para representá-la na audiência pública destinada a debater o Projeto de Lei nº 3.016/2015.

    A audiência pública, convocada pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços da Câmara do Deputados, tem por objetivo discutir o PL 3.016/2015, que altera a norma referente aos Programas de Participação nos Lucros ou Resultados, para orientar a participação das entidades sindicais nos casos de empresas com múltiplas atividades ou filiais.

    O evento será realizado no dia 7 de julho, quinta-feira, às 9h30, no Plenário 5, Anexo II, da Câmara dos Deputados, em Brasília/DF.

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.org.br

  • Boletim Informativo Diário (BID) 120/2016

    DESTAQUES:

    Autorizado o pagamento do Abono Salarial aos participantes que não receberam o benefício referente ao exercício 2015/2016

    Deferido o registro sindical ao Sindicato das Empresas Especializadas na Prestação de Serviço de Controle de Vetores e Pragas do Estado de São Paulo

    Indeferido o pedido de alteração estatutária do Sindicato das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo – SESCON-SP

    DESTAQUES:

    Autorizado o pagamento do Abono Salarial aos participantes que não receberam o benefício referente ao exercício 2015/2016

    Deferido o registro sindical ao Sindicato das Empresas Especializadas na Prestação de Serviço de Controle de Vetores e Pragas do Estado de São Paulo

    Indeferido o pedido de alteração estatutária do Sindicato das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo – SESCON-SP

    Deferido o registro de alteração estatutária ao Sindicato de Condomínios Comerciais, Residenciais Horizontais, Flat´s, Apart/Hotéis, Rurais e Mistos do Distrito Federal

    Alterado o Decreto do Município do Rio de Janeiro sobre as medidas a serem adotadas no período dos Jogos Rio 2016 no tocante aos feriados e a mobilidade urbana

  • Comissão debaterá mudanças na CLT

    A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados promove audiência pública na terça-feira (5/6) para debater propostas de alterações na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5.452/1943), propostas no Projeto de Lei 427/2015, do deputado Jorge Côrte Real (PTB-PE), e apensados, que permite a homologação, a conciliação e o julgamento de acordos trabalhistas pela justiça do Trabalho.

    A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados promove audiência pública na terça-feira (5/6) para debater propostas de alterações na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5.452/1943), propostas no Projeto de Lei 427/2015, do deputado Jorge Côrte Real (PTB-PE), e apensados, que permite a homologação, a conciliação e o julgamento de acordos trabalhistas pela justiça do Trabalho.

    O debate foi solicitado pelo deputado Benjamin Maranhão (SD-PB), por considerar muitas as normas desatualizadas diante da grande demanda por trabalho e emprego no País. O parlamentar ressalta que, devido a essa desatualização, existem muitas controvérsias que atualmente existem diversas controvérsias a respeito da legislação trabalhista e da proteção aos trabalhadores.

    Segundo Benjamin Maranhão, o intuito dos projetos em debate é normatizar os dissídios, acordos e convenções coletivas, para possibilitar que as negociações realizadas entre empregadores e empregados tenham validade jurídica. O deputado destaca a necessidade de ouvir representantes do Tribunal Superior do Trabalho (TST), das centrais sindicais e dos empregadores.

    “Levando-se em consideração que a CLT foi concebida na década de 1940 e que há bastante resistência à alteração de seus dispositivos, torna-se necessário firmar um debate produtivo com as vertentes que amparam o direito de todos os interessados, com o intuito de adequá-la à realidade”, argumenta.

    Debatedores

    Foram convidados para a audiência:

    – o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho;

    – o ministro do TST Maurício Godinho Delgado, representando a Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra);

    – o 3º diretor financeiro da Confederação Nacional da Industria (CNI), Alexandre Herculano Coelho de Souza Furlan;

    – o diretor da Confederação Nacional do Comércio (CNC) Ivo Dall’Acqua Junior;

    – o advogado da Divisão Sindical da CNC Roberto Luis Lopes Nogueira;

    – o diretor de Relações do Trabalho da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), Magnus Ribas Apostólico, representando a Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF);

    – o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah;

    – o secretário nacional de Assuntos Jurídicos da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Valeir Ertle;

    – o 1º secretário-geral da Força Sindical, Sérgio Leite;

    – o coordenador da Coordenadoria Nacional de Promoção da Liberdade Sindical (Conalis), João Carlos Teixeira.

    O debate está marcado para as 14 horas, no plenário 12.

  • Comissão vota parecer sobre atividade sindical na próxima terça

    A Comissão Especial sobre Financiamento da Atividade Sindical reúne-se na próxima terça-feira (5/6) para discutir e votar o relatório final do deputado Bebeto (PSB-BA). A última versão do texto, apresentada no último dia 24, propõe a criação de uma contribuição a ser paga pelo trabalhador (sindicalizado ou não): a contribuição negocial.

    O parecer também estende a servidores estaduais e municipais a obrigação de pagar um dia de trabalho como imposto sindical. O texto inicial previa o tributo apenas para servidores públicos federais.

    A Comissão Especial sobre Financiamento da Atividade Sindical reúne-se na próxima terça-feira (5/6) para discutir e votar o relatório final do deputado Bebeto (PSB-BA). A última versão do texto, apresentada no último dia 24, propõe a criação de uma contribuição a ser paga pelo trabalhador (sindicalizado ou não): a contribuição negocial.

    O parecer também estende a servidores estaduais e municipais a obrigação de pagar um dia de trabalho como imposto sindical. O texto inicial previa o tributo apenas para servidores públicos federais.

    A contribuição negocial, prevista no relatório de Bebeto, será cobrada mensalmente tanto de empregados quanto de empregadores, com exceção do mês de cobrança da contribuição sindical. O valor a ser arrecadado será fixado em assembleia de negociação salarial ou convenção coletiva e não poderá ultrapassar 1% da remuneração bruta anual do trabalhador.

    Essa contribuição, destinada ao pagamento das despesas jurídicas, técnicas e administrativas das negociações coletivas, é cobrada atualmente por alguns sindicatos, mas há questionamentos na Justiça sobre sua validade e extensão.

    A comissão reúne-se no plenário 11 a partir das 14 horas.