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  • Conselho de Turismo da CNC apresenta demandas ao ministro do Trabalho

    O presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Alexandre Sampaio, participou de uma audiência com o ministro do Trabalho e Previdência Social, Ronaldo Nogueira, no dia 31 de maio, para dialogar sobre as diretrizes trabalhistas para a área de turismo e hotelaria.

    O presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Alexandre Sampaio, participou de uma audiência com o ministro do Trabalho e Previdência Social, Ronaldo Nogueira, no dia 31 de maio, para dialogar sobre as diretrizes trabalhistas para a área de turismo e hotelaria.

    Durante o encontro, Sampaio apresentou ao ministro Nogueira demandas importantes para os setores representados pelo Conselho, como a flexibilização da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), sem perdas de direitos adquiridos, que permitiria contratos de trabalho para prestação de serviços de curtíssima duração e de trabalho intermitente, necessários para que diferentes segmentos do turismo sobrevivam à sazonalidade e possam gerar mais empregos. Sampaio também aproveitou a oportunidade para elencar as ações do Conselho e da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), entidade sindical que também preside. “Nosso objetivo é reforçar a unidade das entidades representativas do turismo e convergir suas ações com as do governo federal, por meio de soluções para a área trabalhista”, disse o presidente do Cetur/CNC.

    A audiência, que aconteceu no Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), também contou com a presença do vice-presidente da FBHA, Manoel Linhares, além de membros da equipe do ministério.

    Papel da CNC em prol do turismo

    A CNC trabalha para garantir um ambiente de negócios propício ao crescimento das empresas e à defesa dos interesses dos que movimentam o turismo brasileiro. Além disso, por meio do Sesc, promove turismo social e sustentável, educação, cultura, saúde e esporte para milhões de brasileiros. O Senac produz uma vasta literatura profissional para os segmentos de turismo, gastronomia e hotelaria, é um dos principais parceiros do Pronatec no turismo e oferece educação e qualificação profissional a um mercado cada vez mais exigente, com centros de formação gerencial para meios de hospedagem com pós-graduação, hotéis-escolas e carretas que vão aos locais mais inacessíveis, levando conhecimento e qualificação aos trabalhadores do setor. 

  • Confiança do empresário do comércio volta a subir em maio

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), com ajuste sazonal, voltou a subir em maio e atingiu 81,04 pontos, um aumento de 0,3% em relação ao mês passado. Este resultado foi influenciado pela melhora da avaliação das condições correntes (+0,8%) e das expectativas para os próximos meses (+0,4%). Descontada a sazonalidade, o Icec de maio ficou em 79,2 pontos. . Em relação a maio de 2015, o índice apresenta queda de 7,2%.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), com ajuste sazonal, voltou a subir em maio e atingiu 81,04 pontos, um aumento de 0,3% em relação ao mês passado. Este resultado foi influenciado pela melhora da avaliação das condições correntes (+0,8%) e das expectativas para os próximos meses (+0,4%). Descontada a sazonalidade, o Icec de maio ficou em 79,2 pontos. . Em relação a maio de 2015, o índice apresenta queda de 7,2%.

    “Ainda é precipitado afirmar que há sinais de recuperação plena da confiança do comércio,  uma vez que a demanda predomina em nível historicamente baixo, sobretudo em função da deterioração do mercado de trabalho e do encarecimento do crédito. A própria atividade do comércio vem sofrendo perdas consecutivas.”, avalia a economista da CNC Izis Ferreira.

    Com uma queda de 16,2% em relação a maio do ano passado, o subíndice que mede as condições correntes (Icaec) chegou a 40,8 pontos. Apesar de ter um aumento de 0,8% em relação a abril, o índice se encontra bem abaixo da zona de indiferença, de 100 pontos. Na comparação mensal, a percepção do comércio varejista está mais otimista tanto em relação à economia (+7,2%) quanto em relação ao desempenho do setor (+0,4%). Já no que diz respeito à própria empresa, no entanto, a avaliação apresentou retração (-1,3%). Além disso, para 93% dos varejistas, a economia piorou no fim de maio, mesmo percentual observado em abril.

    Expectativas futuras melhoram

    O subíndice ligado às expectativas em relação aos próximos meses alcançou 122,3 pontos em maio, com aumento de 0,4% na comparação mensal. O resultado positivo e acima da zona de indiferença é a soma do aumento das expectativas do desempenho econômico para os próximos meses (+0,1), do desempenho do comércio (+0,3) e o da empresa (+0,6%). Apesar de 54,9% dos entrevistados acreditarem que a economia vai melhorar nos próximos meses, o subíndice caiu 0,1% em relação a maio do ano passado. 

    Estoques ainda cheios

    O componente que mede as condições de investimentos caiu 0,8% na comparação com abril e 12,2% ante maio do ano passado, alcançando 74,6 pontos. O comparativo mensal foi influenciado por reduções na intenção de contratação de funcionários (-1,0%) e na intenção de investir (-2,0%). Apenas a avaliação do nível dos estoques diante da programação de vendas subiu/melhorou (+0,4%). Dos empresários varejistas, 33,8% acreditam que os estoques ainda estão acima do adequado (em abril este total foi de 34,4%, o maior percentual da série histórica, iniciada em janeiro de 2011).

    Na comparação anual, a retração em todos os componentes do subíndice (-12,1% para funcionários; -20,4% para investimentos; e -5,0% para estoques) reflete a queda observada no volume de vendas no varejo e a perspectiva negativa para o setor durante este ano. A CNC estima que o volume de vendas no comércio de 2016 caia em 4,8% no conceito restrito e 8,8% no conceito ampliado, que inclui os setores de automóveis e materiais de construção.

    Para 75,6% dos empresários consultados, as intenções de investimento no capital social da empresa estão menores, especialmente devido às altas taxas de juros.

  • Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec): maio de 2016

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresárias do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresárias do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 097/2016

    DESTAQUES:

    Sancionada, com vetos, lei que estabelece mudanças no Seguro de Crédito à Exportação

    Estabelecidos os prazos de vigências de direito antidumping aplicados à importações brasileiras, onde a CNC foi convocada para as respectivas audiências finais

    DESTAQUES:

    Sancionada, com vetos, lei que estabelece mudanças no Seguro de Crédito à Exportação

    Estabelecidos os prazos de vigências de direito antidumping aplicados à importações brasileiras, onde a CNC foi convocada para as respectivas audiências finais

    Encerrados procedimentos especiais de verificação de origem não preferencial com a desqualificação da origem Malásia para o produto “dióxido de silício precipitado”, em decorrência da aplicação do direito antidumping definitivo às importações brasileiras de dióxido de silício precipitado, originários da China, onde a CNC foi convocada para as respectivas audiências finais

    Indeferido o processo de pedido de alteração estatutária do Sindicato dos Condomínios Comerciais, Residenciais e Mistos de Minas Gerais

  • Trade turístico quer ampliar a flexibilidade de vistos para estrangeiros

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Confederação Nacional do Comércio, Bens, Serviços e Turismo (CNC) participou de reunião da Comissão de Turismo da Câmara do Deputados, em 31 de maio, com representantes de diversos segmentos do turismo para debater propostas e ações conjuntas para o desenvolvimento do setor.

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Confederação Nacional do Comércio, Bens, Serviços e Turismo (CNC) participou de reunião da Comissão de Turismo da Câmara do Deputados, em 31 de maio, com representantes de diversos segmentos do turismo para debater propostas e ações conjuntas para o desenvolvimento do setor. “Esse é o primeiro encontro de uma série que vamos fazer com as entidades do turismo para ouvir as demandas e para que vocês nos ajudem a compor nossa agenda de trabalho até o final do ano”, afirmou o presidente da Comissão de Turismo, o deputado federal Herculano Passos (PSD-SP).

    Na ocasião, o Cetur da CNC entregou relação de algumas demandas prioritárias para 2016, o documento é uma preliminar do que o Conselho prepara com o aval das entidades que o compõem. Uma das demandas levantadas foi a necessidade de uma mudança no modelo de financiamento da Embratur para que haja mais divulgação do Brasil no exterior, buscando ampliar o número de visitantes estrangeiros. O assunto foi corroborado pelo diretor de Gestão Estratégica do Ministério do Turismo, Jun Yamamoto. “A imagem que o turista estrangeiro tem do Brasil remonta à década de 1970 – turismo sexual, mulheres nuas e selva – e aos problemas atuais do País, como o zika vírus. O Brasil teria que aproveitar o momento das Olimpíadas, em que toda a atenção estará voltada para o nosso país, e trabalhar uma imagem integrada entre todos os setores, como fez Londres nas Olimpíadas de 2012”, salientou.

    O presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC e da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Alexandre Sampaio, sugeriu que seja solicitada uma audiência com o novo ministro das Relações Exteriores, José Serra, para debater a questão da flexibilidade e reciprocidade do visto de estrangeiros. “Queremos uma agenda para debater a ampliação da reciprocidade de isenção do visto fora do período olímpico e a inclusão da China entre os países contemplados”, afirmou Sampaio.

    O presidente da Associação Brasileira de Resorts, Luigi Rotunno, ratificou a demanda do Cetur e reafirmou que a desburocratização para obtenção de visto para turistas estrangeiros pode beneficiar o setor hoteleiro. “Muitos resorts estão apresentando problemas de caixa e cancelando a participação em feiras. A entrada internacional, com a liberação de vistos, seria uma solução, tendo em vista que os outros países da América do Sul não têm enviado tantos turistas como se esperava”, defendeu.

    Durante a reunião, também foi tratado assunto sobre a suspensão pelo Supremo Tribunal Federal de um crédito extraordinário que seria usado pela Embratur para divulgação dos Jogos Olímpicos no exterior. Deve ser solicitada uma audiência com o ministro Gilmar Mendes, que determinou a suspensão, com o objetivo de explicar o resultado positivo que tal investimento trará ao turismo e ao País.

    Nesta primeira rodada, participaram também o presidente e o diretor executivo da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), Edmar Bull e João Lacerda, respectivamente; também o vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), Manoel Linhares; o diretor executivo da Associação Brasileira de Resorts, João Bueno; e o presidente do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), Manuel Gama.

  • CNC reduz expectativa de queda do PIB em 2016

    O Produto Interno Bruto (PIB) encolheu 0,3% no primeiro trimestre de 2016, em relação aos três últimos meses do ano passado, segundo dados divulgados hoje (01) pelo IBGE. Apesar de negativa, essa variação, que expurga os efeitos sazonais, aponta a menor queda do ritmo de atividade econômica desde o último quarto de 2014 (+0,2%). Pela terceira vez nos últimos quatro trimestres, todos os grandes setores da economia apresentaram retrações, com destaque para a indústria (-1,2%).

    O Produto Interno Bruto (PIB) encolheu 0,3% no primeiro trimestre de 2016, em relação aos três últimos meses do ano passado, segundo dados divulgados hoje (01) pelo IBGE. Apesar de negativa, essa variação, que expurga os efeitos sazonais, aponta a menor queda do ritmo de atividade econômica desde o último quarto de 2014 (+0,2%). Pela terceira vez nos últimos quatro trimestres, todos os grandes setores da economia apresentaram retrações, com destaque para a indústria (-1,2%). O consumo das famílias, agregado que responde por mais de 60% da economia, registrou recuo de 1,7% – o maior desde o segundo trimestre de 2015 (-2,1%).

    A perspectiva de um aperto menor da política monetária nos próximos meses, com a Selic a 12,75% ao ano em dezembro, levou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) a revisar de -3,9% para -3,5% sua expectativa para o desempenho do PIB de 2016. Além da baixíssima base de comparação, contribui ainda para esse cenário a expectativa de uma inflação menor ao final do ano.

    O consumo das famílias recuou de forma menos intensa no primeiro trimestre de 2016 (-6,3% contra -6,8% no final do ano passado). Castigado pelos reflexos da crise sobre o mercado de trabalho, o comércio voltou a amargar forte perda (-10,7%) nessa base comparativa, sendo o maior destaque negativo dentre os subsetores que compõem o PIB pelo oitavo trimestre consecutivo. Para o consumo das famílias, a entidade projeta retração (-3,9%) semelhante à de 2015 (-4,0%). Já o comércio não escapará da terceira queda anual consecutiva no âmbito das contas nacionais. Após retroceder 1,2% em 2014 e 8,6% no ano passado, a CNC projeta nova queda para 2016 (-7,6%).

    Clique abaixo para acessar a análise completa da Divisão Econômica da CNC.

  • Lançada Frente Parlamentar em Defesa do Sistema S

    Deputados e dirigentes empresariais participaram hoje (1°/6) do lançamento, na Câmara dos Deputados, da Frente Parlamentar em Defesa do Sistema S, iniciativa do deputado Major Rocha (PSDB-AC). A solenidade, realizada no restaurante Escola do Senac, teve o apoio de representantes dos sistemas confederativos patronais e dos seus serviços autônomos.

    Deputados e dirigentes empresariais participaram hoje (1°/6) do lançamento, na Câmara dos Deputados, da Frente Parlamentar em Defesa do Sistema S, iniciativa do deputado Major Rocha (PSDB-AC). A solenidade, realizada no restaurante Escola do Senac, teve o apoio de representantes dos sistemas confederativos patronais e dos seus serviços autônomos.

    Rocha disse que sua intenção “se insere no espírito de reconstrução do País, num momento crucial do Brasil. Os bons exemplos resultantes do trabalho realizado pelas entidades do Sistema são inspiradores para combater a grave crise econômica e política”. A Frente já conta com a adesão de 246 deputados.

    O vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) Adelmir Santana destacou que a Frente Parlamentar será um instrumento para mostrar, dentro do Congresso Nacional, a transparência da atuação do Sistema S (veja abaixo). Numa referência a parlamentares que criticam as instituições, disse que “o fazem por desconhecimento”.

    É impossível, a seu ver, não reconhecer a presença dessas instituições em todo o País e a qualidade dos serviços que entrega à população. “Quem se aprofundar na análise do trabalho executado por entidades como Senac e Sesc compreende a sua importância para o País”, declarou chamando a atenção para o fato de ambas prestarem serviços relevantes à sociedade há mais de sete décadas.

    Santana, que também preside a Fecomércio-DF, observou ainda que, apesar de os recursos que as mantêm virem por via pública, elas são administradas pela iniciativa privada, “daí a sua eficiência”. Para o dirigente, a estrutura em vigor hoje demonstra que é possível a cooperação entre o setor privado e o Estado brasileiro visando resultados positivos, tanto na formação profissional como também da assistência nas áreas de saúde, lazer e segurança no trabalho para os trabalhadores.

    Confiança

    Tânia Zanella, gerente geral da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), afirmou que o Brasil passa também por uma crise de confiança generalizada. Com um trabalho responsável, acrescentou, a Frente Parlamentar pode ajudar na recuperação dessa credibilidade, “uma ação que já vem sendo executada pela Frente Parlamentar do Cooperativismo”.

    Já Nicole Goulart, diretora executiva Nacional do Sest/Senat, defendeu maior diálogo entre o Parlamento e a sociedade, afirmando que a Frente e as entidades do Sistema “devem investir mais num comportamento propositivo, abandonando a posição atual, apenas reativa”. Mansueto Lunardi, dirigente do Senar, disse que a entidade tem trabalhado para que, cada vez mais, os recursos arrecadados sejam destinados ao treinamento profissional. “É bom para o mercado, é bom para o País.”

    No encerramento da solenidade, o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Rafael Lucchesi, enfatizou a participação do setor privado no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), do governo Federal. “Trata-se do maior programa de educação do Brasil e 85% das matrículas são oferecidas por escolas do Sistema S.”

    O Brasil, em sua opinião, ainda precisa evoluir muito na educação profissional, mas “já deu mostras que a qualidade de seus cursos e a preparação de seus alunos se comparam às nações mais desenvolvidas. Prova disso foi o primeiro lugar conquistado no ano passado na Worldskills, a maior competição de educação profissional do mundo, da qual participaram mais de 60 países”.

    O diretor da CNC e presidente da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), Alexandre Sampaio, e o chefe da Assessoria Legislativa da Confederação, Roberto Velloso, também participaram da cerimônia.

    Sistema S

    É como se convencionou chamar o conjunto as entidades patronais privadas, com braços sociais e de educação profissional, nas áreas do comércio, indústria, agricultura, transporte, cooperativismo e micro e pequenas empresas. São elas: CNC, à qual estão ligados o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e o Serviço Social do Comércio (Sesc); a Confederação Nacional da Indústria (CNI), com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Serviço Social da Indústria (Sesi); a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar); a Confederação Nacional do Transporte (CNT), com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat) e o Serviço Social do Transporte (Sest); a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (SesCoop); e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

  • CNC divulga amanhã resultados de MAIO do Icec

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, quinta-feira, dia 2 de junho, os resultados de MAIO do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). A partir das 10 horas, a economista Izis Ferreira estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre o Icec

     

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, quinta-feira, dia 2 de junho, os resultados de MAIO do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). A partir das 10 horas, a economista Izis Ferreira estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre o Icec

     

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente seis mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os subíndices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos. O Icec avalia as condições atuais, as expectativas e as intenções de investimento dos empresários do comércio.

     

  • Informe Representações 371

    Assessoria de Gestão das Representações 31/05/2016 – Ano 5, nº 371

     

    CÂMARA DOS DEPUTADOS

    Frente Parlamentar em Defesa do Sistema “S”

    Adelmir Araújo Santana, vice-presidente da CNC e presidente da Fecomércio/DF, representará a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) na solenidade de instalação da Frente Parlamentar em Defesa do Sistema “S”.

    Assessoria de Gestão das Representações 31/05/2016 – Ano 5, nº 371

     

    CÂMARA DOS DEPUTADOS

    Frente Parlamentar em Defesa do Sistema “S”

    Adelmir Araújo Santana, vice-presidente da CNC e presidente da Fecomércio/DF, representará a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) na solenidade de instalação da Frente Parlamentar em Defesa do Sistema “S”.

    O lançamento da Frente Parlamentar tem o apoio da CNC e demais Confederações patronais, e será composta por deputados federais e representantes de entidades da sociedade civil.

    De acordo com seu Estatuto, são finalidades da Frente Parlamentar:

    • Valorização da manutenção do trabalho do Sistema “S”;

    • Colaborar com a manutenção das verbas públicas que garantem o trabalho das escolas e entidades mantidas pelo SESC, SENAC, SESI, SENAI, SENAR, SEST, SENAT, SEBRAE e todos os outros órgãos do Sistema S que contribuem para o desenvolvimento do País;

    • Garantir que não ocorra a redução na arrecadação destinada ao Sistema S.

    A solenidade será realizada amanhã, 1º/06, às 8h, no salão principal do Restaurante Escola do Senac Gastronomia, no anexo IV, 10º andar, na Câmara dos Deputados, em Brasília/DF.

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.org.br

  • Boletim Informativo Diário (BID) 096/2016

    DESTAQUES:

    Encerrado prazo de vigência da Medida Provisória que dispõe sobre acordos de leniência

    Aprovado o Regulamento Geral de Acessibilidade em Serviços de Telecomunicações

    Exonerado o Ministro de Estado da Transparência, Fiscalização e Controle

    DESTAQUES:

    Encerrado prazo de vigência da Medida Provisória que dispõe sobre acordos de leniência

    Aprovado o Regulamento Geral de Acessibilidade em Serviços de Telecomunicações

    Exonerado o Ministro de Estado da Transparência, Fiscalização e Controle