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  • Relator amplia debates sobre proposta de Lei de Responsabilidade Educacional

    O relator do projeto de Lei de Responsabilidade Educacional (PL 7.420/06), deputado Bacelar (PTN-BA), e integrantes da comissão especial que analisa a matéria se reuniram nesta quarta-feira (4) para discutir o relatório final e tentar chegar a um consenso sobre o assunto. O texto, apresentado por Bacelar na semana passada, define os padrões necessários para um ensino de qualidade, assegura o financiamento da educação básica e penaliza os gestores públicos que apresentarem retrocesso nos índices educacionais.

    O relator do projeto de Lei de Responsabilidade Educacional (PL 7.420/06), deputado Bacelar (PTN-BA), e integrantes da comissão especial que analisa a matéria se reuniram nesta quarta-feira (4) para discutir o relatório final e tentar chegar a um consenso sobre o assunto. O texto, apresentado por Bacelar na semana passada, define os padrões necessários para um ensino de qualidade, assegura o financiamento da educação básica e penaliza os gestores públicos que apresentarem retrocesso nos índices educacionais.

    A proposta cumpre o disposto na Estratégia 20.11 da Meta 20 do Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado pela Lei nº 13.005/2014, que obriga o Estado brasileiro a aprovar uma Lei de Responsabilidade Educacional, assegurando padrão de qualidade no ensino básico, a ser aferido por institutos oficiais de avaliação.

    “Esta é uma lei complexa que precisa ser amplamente discutida. Fiz o texto ouvindo o Ministério da Educação, sociedade civil, acadêmicos e entidades da área, e agora precisamos entrar em um acordo com os membros da comissão, mas acredito que demos um passo importante e logo colocaremos o texto em votação. O assunto não pode ser prorrogado; se não colocarmos o PNE em prática, ele não será executado e a situação caótica da educação continuará”, completou.

     

    Responsabilização

     

    Uma das polêmicas gira em torno da responsabilização dos gestores. Bacelar considerou que a piora dos índices de qualidade da educação caracteriza ato de improbidade administrativa de prefeitos e governadores. As penalidades incluem perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e proibição de contratações.

    “Todos os 21 fatores de qualidade que estão no relatório não são novidade para ninguém e já estão previstos no PNE. A Lei de Responsabilidade Educacional servirá como base e dará condições para que os gestores cumpram suas obrigações com a educação brasileira. Hoje, ninguém é responsabilizado pelos péssimos índices apresentados. A culpa é sempre terceirizada, e isso não pode acontecer. É inadmissível que uma criança chegue ao quinto ano analfabeta e ninguém responda por isso”, disse o relator.

    Antes da votação, os parlamentares concordaram em debater o assunto, mais uma vez, com o Conselho dos Secretários de Educação, a União Nacional de Dirigentes Municipais de Educação e o Ministério da Educação. A previsão é de que o relatório seja apreciado na segunda quinzena deste mês.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 078/2016

    DESTAQUES:

    Estabelecidos procedimentos para admissão dos termos aditivos de Acordo Coletivo de Trabalho Específico ou Acordo Coletivo Múltiplo de Trabalho Específico

    Nomeados e reconduzidos representantes da Fecomércio-DF para exercerem a função de Vogal Titular e de Vogal Suplente da Junta Comercial do Distrito Federal

    Alterada a composição da Comissão Permanente para o Aperfeiçoamento da Gestão Coletiva – CPAGC

    DESTAQUES:

    Estabelecidos procedimentos para admissão dos termos aditivos de Acordo Coletivo de Trabalho Específico ou Acordo Coletivo Múltiplo de Trabalho Específico

    Nomeados e reconduzidos representantes da Fecomércio-DF para exercerem a função de Vogal Titular e de Vogal Suplente da Junta Comercial do Distrito Federal

    Alterada a composição da Comissão Permanente para o Aperfeiçoamento da Gestão Coletiva – CPAGC

  • Vice da CNC é eleito presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara

    O deputado federal e vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Laércio Oliveira, foi eleito, em 3 de maio, presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços (CDEICS).

    “Essa comissão tem toda a sintonia com o momento que vivemos hoje. Acredito que a comissão pode contribuir para o Brasil enfrentar a crise, ajudando a encontrar caminhos”, afirma Laércio, acrescentando que uma de suas prioridades será fomentar o debate e o foco no setor de serviços, que representa 70% do PIB.​

    O deputado federal e vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Laércio Oliveira, foi eleito, em 3 de maio, presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços (CDEICS).

    “Essa comissão tem toda a sintonia com o momento que vivemos hoje. Acredito que a comissão pode contribuir para o Brasil enfrentar a crise, ajudando a encontrar caminhos”, afirma Laércio, acrescentando que uma de suas prioridades será fomentar o debate e o foco no setor de serviços, que representa 70% do PIB.​

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico acompanha os planos e programas governamentais e a fiscalização orçamentária da União, no âmbito de seu campo temático. A comissão também elegeu o deputado Aureo (SD-RJ) como 1º vice-presidente do colegiado. Ainda falta eleger o 1º e 2º vice-presidentes.

    Com informações da Agência Câmara

  • CBFarma discute controle de preços com a Anvisa

    No dia 3 de maio, a Câmara Brasileira de Produtos Farmacêuticos (CBFarma) reuniu-se na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em Brasília, a fim de dar continuidade às pautas discutidas nas últimas reuniões e que são de maior interesse do setor farmacêutico, tendo em vista o atual quadro econômico do País. Entre os destaques, a regulação de preços de produtos farmacêuticos e o acordo setorial da logística reversa de medicamentos pós-consumo.

    No dia 3 de maio, a Câmara Brasileira de Produtos Farmacêuticos (CBFarma) reuniu-se na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em Brasília, a fim de dar continuidade às pautas discutidas nas últimas reuniões e que são de maior interesse do setor farmacêutico, tendo em vista o atual quadro econômico do País. Entre os destaques, a regulação de preços de produtos farmacêuticos e o acordo setorial da logística reversa de medicamentos pós-consumo.

    Conduzida pelo seu coordenador, Lázaro Luiz Gonzaga, a CBFarma recebeu o secretário executivo da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) da Anvisa, Leandro Pinheiro, que explanou dados do governo federal quanto à regulação do setor, ao reajuste de preços e à definição de preços na CMED, incluindo a venda de medicamentos na saúde pública e mercados afins.

    O sistema de comercialização de medicamentos no Brasil é marcado por um conjunto de peculiaridades. A CMED conduz um regime de controle de preços, definindo os preços máximos dos produtos, estipulando os reajustes anuais e assegurando o cumprimento dessas determinações pela indústria farmacêutica.

    Nesse sentido, Leandro explicou a formulação de preços de medicamentos no País, que resulta da conversão de Preço de Fábrica (PF) em Preço Máximo ao Consumidor (PCM).

    Ele apresentou as características do mercado farmacêutico brasileiro. Citando, por exemplo, o Programa de Farmácia Popular (também discutido pela Câmara).

    E citou dados de expectativas de crescimento do consumo interno de medicamentos: “o consumo público ainda tem uma taxa de crescimento maior que o privado, e o déficit na área de saúde responde por 42% do déficit da indústria de medicamentos”.

    Em contrapartida, segundo Leandro, “a tendência é que com o constante aumento de renda da população brasileira amplie o gasto privado com medicamentos, de modo que se mantenha acima do padrão da América Latina”.

     

    Reajuste de preços de medicamentos de 2005 a 2016

     

    Pesquisa da Anvisa relacionada à evolução do IPCA e reajuste médio de preços de medicamentos, chegou a uma variação acumulada do IPCA (da ordem de 103,1%) e à variação acumulada de ajuste médio (de 81,1%). Ela permitiu, análise sobre os efeitos da regulação. Entre eles, a Avisa destaca o não reajuste acima da inflação; a garantia de uma redução média de 35% nos preços de entrada dos medicamentos; e a formulação de conversão do Preço de Fábrica (PF) em Preço Máximo ao Consumidor (PMC) como critério de arrecadação.

    Já os empresários pleiteiam uma revisão da tributação dos medicamentos como, por exemplo, um ICMS menor.

    Porém, o secretário da Anvisa deixou claro que “no âmbito do governo federal não há muito mais o que se fazer em desoneração de impostos” (levando em conta os altos gastos públicos do País com a Saúde). “O Brasil é o único país com mais de 100 milhões de habitantes que assumiu o desafio de ter um sistema universal público e gratuito de saúde”, explicou.

     

    Logística reversa de medicamentos

     

    Os empresários do comércio farmacêutico estão preocupados com o momento político, que, além de criar um panorama econômico nebuloso, paralisa ações como os acordos setoriais de logística reversa da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

    Envolvido em todos os cinco acordos da PNRS, o comércio demanda parceria do governo federal nas discussões e decisões junto aos demais setores envolvidos na responsabilidade compartilhada, com a indústria (distribuidores e importadores). E a Câmara entende que a responsabilidade da destinação final é da indústria.

    Diante do reconhecimento do Ministério do Meio Ambiente (MMA) sobre o esforço para o recolhimento de resíduos de que o simples posto de coleta não é passível de licença ambiental, a CNC pleiteia uma logística reversa de resíduos de medicamentos pós-consumo, com gestão total e centralizada do processo por meio da criação de entidade gestora, viabilizando a participação do atacado farmacêutico; e a revisão da conceituação quanto à classificação dos produtos pós-consumo no âmbito da Logística Reversa (LR), evitando-se que sejam enquadrados como resíduos perigosos.

    Cristiane Soares, assessora da CNC, explicou, com alguns exemplos, as dificuldades da viabilização da logística no setor. “Não quer dizer que toda farmácia será ponto de coleta, haverá uma análise. Mas as definições desses pequenos detalhes são inviabilizadas pela ausência de discussão com a indústria, que não tem participado”, explicou Cristiane.

     

    Acompanhamento legislativo

     

    A CNC propôs aos membros da Câmara a união do setor farmacêutico no sentido de focar a unicidade e interação quanto às proposições legislativas relacionadas ao setor farmacêutico. “O ideal seria trabalharmos uma lista de projetos de interesse da Câmara para tratarmos no decorrer das reuniões”, sugeriu Ênio Zampieri, membro da Assessoria Legislativa da CNC, ao apresentar a Rede Nacional de Assessorias Legislativas da CNC, Renalegis.

     

    Panorama econômico do País

     

    O economista da CNC Antonio Éverton apresentou um panorama econômico do País e previsões para o final de 2016, no que tange à indústria, ao comércio em geral e ao setor farmacêutico.

    Dados da Abrafarma mostram as vendas do setor em torno de R$ 35 bilhões, em 2015 (somando medicamentos, não medicamentos e genéricos). “Em análise de vendas, empregos e salários, o setor farmacêutico segue na contramão do comércio, em geral apresentando, a cada ano, variações positivas”, disse Antonio Éverton.

     

    A próxima reunião ficou agendada para o dia 18 de outubro de 2016.

     

     

     

     

     

  • Confiança do empresário do comércio cai pela primeira vez no ano

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu 80,1 pontos em abril, uma queda de 0,3 % em comparação ao mês anterior. O resultado foi influenciado pela queda nas intenções de investimentos.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu 80,1 pontos em abril, uma queda de 0,3 % em comparação ao mês anterior. O resultado foi influenciado pela queda nas intenções de investimentos. Em relação a abril de 2015, o Icec encolheu 8,0%, refletindo a contínua retração na atividade do comércio, que se dá especialmente pela deterioração do mercado de trabalho.

     

    “A confiança do empresário do comércio voltou a cair após três aumentos consecutivos e depois de ter atingido a mínima histórica no fim de 2015, na série que considera os ajustes sazonais. Não detectamos fatores que indiquem reversão no ritmo de atividade do comércio, ainda sem perspectivas de recuperação no médio prazo, especialmente em função da deterioração do mercado de trabalho, desemprego e queda na renda real dos consumidores”, explica a economista da CNC Izis Ferreira.

     

    O subíndice que mede as condições correntes (Icaec) chegou a 42,4 pontos, o que mostra um crescimento de 5,3% em relação a março. Mas, em comparação ao ano anterior, registrou queda de 19,2%.

     

    O comércio varejista continua menos pessimista em relação às condições atuais da economia em abril. A avaliação positiva da percepção dos comerciantes em relação ao setor subiu 7,1% na comparação mensal, mas caiu 18,5% quando comparada ao mesmo período de 2015. Também foi registrado aumento de 8,8% no que diz respeito à avaliação sobre a economia e retração de 21,6 % em relação ao ano de 2015. No entanto, o volume de comerciantes que avaliam as condições atuais como “piores” continua elevado. Para 93,3% dos varejistas, a economia piorou em abril de 2016.

     

    Expectativas futuras apresentam pequena alta

    O subíndice ligado às expectativas em relação aos próximos meses alcançou 123,2 pontos em abril. Apesar de estar acima do nível de indiferença, de 100 pontos, o resultado se manteve praticamente estável, com apenas 0,4% acima do registrado em março. Na comparação anual, o aumento é de 0,7%, primeira taxa positiva nessa base de comparação observada desde 2013. “As perspectivas estão melhores neste mês de abril do que estavam em abril de 2015 para a economia (8,1%), enquanto estão piores para o setor do comércio (-0,3%) e para o próprio negócio (-3,4%)”, avalia Izis Ferreira.

     

    Avaliação pior dos estoques

    O subíndice que mede as condições de investimentos caiu 2,9% em relação a março e 13,6% na comparação anual, alcançando 74,8 pontos. O resultado foi influenciado por reduções em todos os itens: intenção de contratação de funcionários (-3,9%), intenção de investimento na empresa (-2,6%) e avaliação do nível dos estoques diante da programação de vendas (-2,1%).

     

    O estudo aponta que, para 74,7% dos entrevistados, as intenções de investimento no capital das empresas são menores, reflexo da trajetória de crescimento das taxas de juros e da elevação do custo de financiamento. A avaliação do nível dos estoques diante da programação de vendas de março para abril caiu 2,1%, o que indica alta no nível dos estoques. Para 34,4% dos empresários, os estoques estão acima do adequado, maior percentual da série histórica desse indicador.

     

    A economista Izis Ferreira poderá atender os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9384

     

     

  • Eleitos presidentes das comissões permanentes da Câmara

    As comissões permanentes da Câmara dos Deputados elegeram na última terça-feira (3/5) seus presidentes e alguns vice-presidentes para comandar os trabalhos neste ano. Apenas as Comissões de Legislação Participativa e a Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa adiaram a eleição para esta quarta (4/5).

     

    As comissões permanentes da Câmara dos Deputados elegeram na última terça-feira (3/5) seus presidentes e alguns vice-presidentes para comandar os trabalhos neste ano. Apenas as Comissões de Legislação Participativa e a Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa adiaram a eleição para esta quarta (4/5).

     

    As presidências dos 25 colegiados foram divididas entre os partidos representados na Casa, e a escolha foi feita levando em consideração o tamanho atual de cada bancada, após a janela da troca de partidos. Esse novo formato de escolha foi definido em votação no Plenário na última quarta-feira (27/4).

     

    Conheça as atribuições das comissões permanentes e seus novos presidentes:

    Comissão de Desenvolvimento Econômico – Laércio Oliveira (SD-SE)

    Comissão de Agricultura – Lázaro Botelho (PP-TO)

    Comissão de Ciência e Tecnologia – Alexandre Leite (DEM-SP)

    Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania – Osmar Serraglio (PMDB-PR)

    Comissão de Cultura – Chico D’Angelo (PT-RJ)

    Comissão de Defesa do Consumidor – Marco Tebaldi (PSDB-SC)

    Comissão de Direitos Humanos e Minorias – Padre João (PT-MG)

    Comissão de Finanças e Tributação – Simone Morgado (PMDB-PA)

    Comissão de Meio Ambiente – Luiz Lauro Filho (PSB-SP)

    Comissão de Minas e Energia – Paulo Feijó (PP-RJ)

    Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional – Pedro Vilela (PSDB-AL)

    Comissão de Segurança Pública – Alexandre Baldy (PTN-GO)

    Comissão de Seguridade Social e Família – Conceição Sampaio (PP-AM)

    Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público – Wolney Queiroz (PDT-PE)

    Comissão de Viação e Transportes – Washington Reis (PMDB-RJ)

    Comissão do Esporte – César Halum (PRB-TO)

    Comissão dos Direitos da Mulher – Gorete Pereira (PR-CE)

    Comissão de Desenvolvimento Urbano – Jaime Martins (PSD-MG)

    Comissão de Educação – Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP)

    Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia – Marcos Abrão (PPS-GO)

    Comissão de Turismo – Herculano Passos (PSD-SP)

    Comissão de Fiscalização Financeira e Controle – Leo de Brito (PT-AC)

    Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência – Professor Victório Galli (PSC-MT)

     

    Fonte: Agência Câmara

     

  • Informe Sindical 269

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Editada a Portaria nº 424, de 14 de abril de 2016, que delega competência ao Secretário de Relações do Trabalho para decidir os pedidos de registro sindical e alteração estatutária – Em 15 de abril de 2015, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), Seção 1, nº 72, pág. 245, a Portaria nº 424, de 14 de abril de 2016, que delegou competência ao Secretário de Relações do Trabalho para decidir os pedidos de registro sindical e alteração estatutária, solicitados no âmbito do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), nos termos do Art. 2º da Portaria nº 186, de 10 de abril de 2008. A Portaria nº 186/2008, a propósito, regulamenta o pedido de registro sindical, sendo que o Art. 2º dispõe acerca da forma de solicitação de registro e os documentos a serem apresentados pela entidade sindical interessada. O Chefe de Gabinete do MTPS é que detinha a com¬petência para decidir os pedidos de registro sindical e alteração estatutária, nos termos da Portaria nº 43, de 22 de janeiro de 2009, ora revogada.

     

    Aprovado o Enunciado nº 68, da Secretaria de Relações do Trabalho, dispondo sobre a vinculação das escolas e cursos de formação de segurança privada à categoria econômica das empresas de segurança privada – A Portaria nº 19, de 22 de março de 2016, publicada no DOU de 28 de março de 2016, Seção 1, nº 58, pág. 124, aprovou o Enunciado nº 68 da Secretaria de Relações do Trabalho (SRT), com a seguinte redação: “ENUNCIADO Nº 68 – CURSOS DE FORMAÇÃO DE VIGILANTES NO SEGMENTO DA SEGURANÇA PRIVADA: Os membros das escolas/cursos de formação de se¬gurança privada pertencem à categoria do ramo das empresas que exercem segurança privada. Ref.: Art. 49 da Portaria nº 326, de 1º de março de 2013”. O Enunciado surgiu em função de solicitação da Fe¬deração Nacional das Empresas de Segurança e Trans¬porte de Valores (Fenavist), dirigida à SRT, para que não fosse mais considerado que as atividades exercidas pelas escolas/cursos de formação de segurança privada seriam da área de ensino.

     

    TST invalida equiparação salarial de trabalhador com colega de outra localidade – Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho absolveu a Mabe Brasil Eletrodomésticos Ltda. do pagamento de diferenças salariais referentes à equiparação de cargos entre empregadas que exerciam atividades similares. Segundo a decisão, o fato de as trabalhadoras prestarem serviços em localidades distin¬tas impede o reconhecimento da identidade funcional e da equiparação salarial. A reclamação trabalhista foi ajuizada por uma co¬ordenadora de merchandising contratada pela Bsh Continental Eletrodomésticos Ltda., cujo controle foi adquirido pela Mabe Brasil no decorrer do processo. Ela pedia equiparação salarial ao cargo de supervisora, alegando que, durante o período em que trabalhou para a empresa, desempenhou a mesma atividade de outra empregada (apresentada nos autos como paradigma), encarregando-se de regiões diferentes – uma cuidava do interior de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso, e a outra do Estado do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.

     

    Jurisprudência:

    Recurso de revista. Danos morais. Não pagamento das verbas rescisó¬rias.

    Ação rescisória. Atualização de débito trabalhista. Incidência da taxa de juros do cheque especial em substituição à taxa de juros pre¬vista no § 1º do Art. 39 da Lei nº 8.177/91. Impossibilidade.

    Recurso de embargos interposto sob a égide da Lei nº 11.496/2007. Indenização decorrente da supressão das horas extraordinárias. Súmula nº 291 do TST. Turnos ininterruptos de reve¬zamento. Alteração da jornada de trabalho. Redução do labor extra¬ordinário de seis horas para duas ho¬ras diárias. Negociação coletiva que afasta a incidência da aludida indeni¬zação. Invalidade.

     

    Noticiário CERSC

    Reunião do dia 12 de abril de 2016 da Comissão de Enquadramento e Registro Sindical do Comércio (CERSC). Processo nº 256 – Interessado: Sindicato do Co¬mércio Varejista de Automóveis e Acessórios do Estado da Bahia, Relator: Lázaro Gonzaga; Processo nº 1.879 – Interessado: Sindicato das Sociedades de Fomento Mercantil – Factoring dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, Relator: Lázaro Gonzaga; e Processo nº 1.939 – Interessado: Contmeta Serviços Contábeis, Relator: Daniel Mansano.

  • Confiança do empresário do comércio cai pela primeira vez no ano

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu 80,1 pontos em abril, uma queda de 0,3 % em comparação ao mês anterior.  O resultado foi influenciado pela queda nas intenções de investimentos. Em relação a abril de 2015, o Icec encolheu 8,0%, refletindo a contínua retração na atividade do comércio, que se dá especialmente pela deterioração do mercado de trabalho.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu 80,1 pontos em abril, uma queda de 0,3 % em comparação ao mês anterior.  O resultado foi influenciado pela queda nas intenções de investimentos. Em relação a abril de 2015, o Icec encolheu 8,0%, refletindo a contínua retração na atividade do comércio, que se dá especialmente pela deterioração do mercado de trabalho.

    “A confiança do empresário do comércio voltou a cair após três aumentos consecutivos e depois de ter atingido a mínima histórica no fim de 2015, na série que considera os ajustes sazonais. Não detectamos fatores que indiquem reversão no ritmo de atividade do comércio, ainda sem perspectivas de recuperação no médio prazo, especialmente em função da deterioração do mercado de trabalho, desemprego e queda na renda real dos consumidores”, explica a economista da CNC Izis Ferreira.

    O subíndice que mede as condições correntes (Icaec) chegou a 42,4 pontos, o que mostra um crescimento de 5,3% em relação a março. Mas, em comparação ao ano anterior,  registrou queda de 19,2%.

    O comércio varejista continua menos pessimista em relação às condições atuais da economia em abril. A avaliação positiva da percepção dos comerciantes em relação ao setor subiu 7,1% na comparação mensal, mas caiu 18,5% quando comparada ao mesmo período de 2015. Também foi registrado aumento de 8,8% no que diz respeito à avaliação sobre a economia e retração de 21,6 % em relação ao ano de 2015. No entanto, o volume de comerciantes que avaliam as condições atuais como “piores” continua elevado. Para 93,3% dos varejistas, a economia piorou em abril de 2016.

    Expectativas futuras apresentam pequena alta

    O subíndice ligado às expectativas em relação aos próximos meses alcançou 123,2 pontos em abril. Apesar de estar acima do nível de indiferença, de 100 pontos, o resultado se manteve praticamente estável, com  apenas 0,4% acima do registrado em março. Na comparação anual, o aumento é de 0,7%, primeira taxa positiva nessa base de comparação observada desde 2013. “As perspectivas estão melhores neste mês de abril do que estavam em abril de 2015 para a economia (8,1%), enquanto estão piores para o setor do comércio (-0,3%) e para o próprio negócio (-3,4%)”, avalia Izis Ferreira.

    Avaliação pior dos estoques

    O subíndice que mede as condições de investimentos caiu 2,9% em relação a março e 13,6% na comparação anual, alcançando 74,8 pontos. O resultado foi influenciado por reduções em todos os itens: intenção de contratação de funcionários (-3,9%), intenção de investimento na empresa (-2,6%) e avaliação do nível dos estoques diante da programação de vendas (-2,1%).

    O estudo aponta que, para 74,7% dos entrevistados, as intenções de investimento no capital das empresas são menores, reflexo da trajetória de crescimento das taxas de juros e da elevação do custo de financiamento. A avaliação do nível dos estoques diante da programação de vendas de março para abril caiu 2,1%, o que indica alta no nível dos estoques. Para 34,4% dos empresários, os estoques estão acima do adequado, maior percentual da série histórica desse indicador.

  • Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec): abril de 2016

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresárias do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresárias do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 077/2016

    DESTAQUES:

    Sancionada a lei que estabelece a inclusão das artes visuais, da dança, da música e do teatro no currículo do ensino básico

    Estabelecido o procedimento de cancelamento de inscrição de Microempreendedor Individual inadimplente

    Notificado o representante do Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios da Região da Campanha do inteiro teor do Ofício encaminhado à entidade, sob pena de arquivamento do processo de pedido de registro sindical

    DESTAQUES:

    Sancionada a lei que estabelece a inclusão das artes visuais, da dança, da música e do teatro no currículo do ensino básico

    Estabelecido o procedimento de cancelamento de inscrição de Microempreendedor Individual inadimplente

    Notificado o representante do Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios da Região da Campanha do inteiro teor do Ofício encaminhado à entidade, sob pena de arquivamento do processo de pedido de registro sindical

    Arquivado o processo de pedido de registro sindical do Sindicato dos Hotéis, Bares, Lanchonetes, Restaurantes, Trailers, Padarias, Rotisseries e Açougues de Jaú

    Indeferido o processo de pedido de registro sindical do Sindicato Intermunicipal dos Condomínios de Prédios e Edifícios Comerciais, Industriais, Residenciais e Mistos do Estado de São Paulo

    Instituído o Comitê Gestor do Conselho Nacional de Turismo

    Convocação do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis e dos Edifícios em Condomínios Residenciais e Comerciais do Estado da Bahia – SECOVI-BA para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 24 de maio de 2016