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  • CNC divulga amanhã resultados de ABRIL da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic)

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgará amanhã, quarta-feira, dia 27 de abril, os resultados de abril da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). A partir das 10 horas, a economista Marianne Hanson estará disponível para atender os jornalistas. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre a Peic

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgará amanhã, quarta-feira, dia 27 de abril, os resultados de abril da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). A partir das 10 horas, a economista Marianne Hanson estará disponível para atender os jornalistas. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre a Peic

    A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores. Das informações obtidas, são apurados importantes indicadores: percentual de consumidores endividados, percentual de consumidores com contas em atraso, percentual de consumidores que não terão condições de pagar suas dívidas, tempo de endividamento e nível de comprometimento da renda.

     

     

     

     

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 072/2016

    DESTAQUES:

    BC regulamenta abertura e fechamento de conta bancária pela internet

    Instituído Grupo de Trabalho para revisar Guia de Vigilância em Saúde

    Convocação do Sindicato dos Estabelecimentos de Serviços Funerários do Município do Rio de Janeiro para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 24 de maio de 2016

    DESTAQUES:

    BC regulamenta abertura e fechamento de conta bancária pela internet

    Instituído Grupo de Trabalho para revisar Guia de Vigilância em Saúde

    Convocação do Sindicato dos Estabelecimentos de Serviços Funerários do Município do Rio de Janeiro para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 24 de maio de 2016

  • Comissão pode ampliar medidas de combate ao fumo

    A proibição de todo tipo de propaganda de cigarro também nos locais de venda é um dos itens da pauta da Comissão Especial do Desenvolvimento Nacional nesta quarta-feira (27), às 14h30. O projeto amplia as medidas de combate ao tabagismo para vetar qualquer forma de publicidade, promoção ou patrocínio.

    A proibição de todo tipo de propaganda de cigarro também nos locais de venda é um dos itens da pauta da Comissão Especial do Desenvolvimento Nacional nesta quarta-feira (27), às 14h30. O projeto amplia as medidas de combate ao tabagismo para vetar qualquer forma de publicidade, promoção ou patrocínio.

    O texto também estabelece a obrigatoriedade de que as embalagens dos cigarros sejam padronizadas, mantendo as advertências quanto aos riscos do fumo, conforme regulamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Se aprovado, o projeto (PLS) 769/2015, do senador José Serra (PSDB-SP), pode seguir direto para a Câmara. Na comissão, que trata da Agenda Brasil, o projeto tem tramitação especial, e deixa de ser analisado por outras comissões da Casa.

    Ainda pelo projeto, passa a haver punição, com multa e pontos na carteira, do motorista que fumar ou permitir que passageiro fume em veículo que esteja transportando menores de 18 anos. A infração será considerada gravíssima. E fica proibido o uso de substâncias sintéticas e naturais que possam intensificar, modificar ou realçar sabor ou aroma de cigarros ou outros produtos fumígenos.

    A matéria conta com o apoio do presidente da comissão e relator da matéria, senador Otto Alencar (PSD-BA), que fez apenas ajustes de “técnica legislativa” em seu relatório.

    Cadeia produtiva

    Apesar do apoio do relator, a matéria enfrenta resistência dos setores ligados à produção de tabaco. O presidente do Senado, Renan Calheiros, recebeu no início do mês passado a visita de representantes da cadeia produtiva do fumo. Eles pediram que o projeto seja mais discutido nas comissões permanentes do Senado.

    O senador Gladson Cameli (PP-AC) chegou a pedir vista do projeto e deve apresentar voto em separado. O senador discorda da proposta e a classifica como antijurídica e inconstitucional. Cameli diz que o conjunto de medidas poderá causar desemprego e estimular a pirataria e o contrabando de produtos ligados à cadeia produtiva do fumo.

    A Comissão Especial do Desenvolvimento Nacional é responsável pela análise de pautas da Agenda Brasil — pauta listada pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, com o objetivo de incentivar a retomada do crescimento econômico do país.

    Reserva Legal

    Há outros cinco itens em pauta. A comissão poderá votar o PLS 705/2015, segundo o qual que imóveis rurais que tenham empreendimentos de energia eólica ou solar não sejam obrigados a manter Reserva Legal, um dos tipos de áreas protegidas previstas pela legislação ambiental.

    O projeto que estimula o empreendedorismo de jovens do meio rural (PLS 104/2015), do senador José Agripino (DEM-RN), também pode ser votado. Aprovada no último dia 6 de abril, a matéria será submetida a um turno suplementar de votação, por se tratar de um substitutivo, do senador Cristovam Buarque (PPS-DF). Se aprovado, o projeto seguirá para a Câmara dos Deputados.

    Outro projeto em pauta é o PLS 444/2013, que regulamenta a concessão de obra pública ou a Parceria Público Privada (PPP). Pelo texto, do senador Fernando Bezerra (PSB-PE) as tarifas da concessão pública não precisam ser vinculadas a uma obra pública anterior. O objetivo é facilitar a concessão pública, em especial na manutenção de espaços urbanos.

  • Proposta obriga restaurante a oferecer guardanapo embalado individualmente

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 4501/16, do deputado Luciano Ducci (PSB-PR), que obriga restaurantes, bares e lanchonetes a fornecer guardanapos, canudos de plástico e palitos de dente embalados de forma individualizada e hermética.

    De acordo com a proposta, a embalagem deve ser feita de plástico oxibiodegradável, que recebe um aditivo para acelerar o processo de degradação e se decompor em até 24 meses. As embalagens de plástico convencionais demoram mais de cem anos para se decompor.

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 4501/16, do deputado Luciano Ducci (PSB-PR), que obriga restaurantes, bares e lanchonetes a fornecer guardanapos, canudos de plástico e palitos de dente embalados de forma individualizada e hermética.

    De acordo com a proposta, a embalagem deve ser feita de plástico oxibiodegradável, que recebe um aditivo para acelerar o processo de degradação e se decompor em até 24 meses. As embalagens de plástico convencionais demoram mais de cem anos para se decompor.

    O estabelecimento que descumprir a obrigação estará sujeito a sanções por infração sanitária.

    De acordo com Ducci, nem sempre as regras de higiene ao manipular alimentos e objetos de cozinha são respeitadas nesse tipo de comércio. “Guardanapos, canudos e palitos para higiene bucal podem ficar mais sujeitos à contaminação por microrganismos, inclusive patogênicos, diante da manipulação inadequada”, afirmou.

    A proposta, segundo Ducci, pretende evitar risco à saúde dos clientes. O deputado lembrou que muitos estabelecimentos já adotam a prática sem ter tido impactos negativos nos custos ou reflexos no preço final ao cliente.

    Tramitação

    A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  • Projeto regulamenta participação acionária de funcionário no capital da empresa

    Em análise na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 286/15 altera a CLT (Decreto-Lei 5.452/43) para regulamentar a participação acionária do funcionário no capital da empresa por meio de planos de opções de ações, os “stock options”.

    Os planos baseados em “stock options” são contratos pelos quais se negocia o direito (e não a obrigação) de comprar (call) ou vender (put) uma ação no futuro, por preço prefixado e a partir de data específica.

    Em análise na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 286/15 altera a CLT (Decreto-Lei 5.452/43) para regulamentar a participação acionária do funcionário no capital da empresa por meio de planos de opções de ações, os “stock options”.

    Os planos baseados em “stock options” são contratos pelos quais se negocia o direito (e não a obrigação) de comprar (call) ou vender (put) uma ação no futuro, por preço prefixado e a partir de data específica.

    No mercado de trabalho, esse tipo de contrato transfere ao funcionário o direito de adquirir determinado número de ações da empresa (ou matriz no exterior) em uma data futura por preço abaixo do valor de mercado.

    Fidelidade

    “Na maioria dos casos, a adoção desse sistema tende a aumentar a margem de produtividade da empresa e diminuir a rotatividade dos empregados, estimulando a fidelidade do trabalhador ao estabelecimento empregador” argumenta o autor da medida deputado Carlos Bezerra (PMDB/MT).

    No entanto, segundo ele, falta conhecimento sobre as modalidades de participação acionária usadas no País. “O efeito não poderia ser diferente: sem compreensão sobre o assunto, o Judiciário esbarra em dificuldades teóricas nos casos em que essa participação é prevista em contrato trabalhista”, disse.

    Ele explica que as “stock options” são uma das modalidades de planos de concessão de ações “stock plans”, que abrangem diversos contratos de mercado futuro: plano de ações fantasmas “phantom stocks”, plano de ações por desempenho “performance stock”, fundo de ações “equity pool”, dentre outros.

    Rendimentos

    Conforme o parlamentar, o lucro obtido pelo funcionário nas negociações de “stock options” pode ter natureza não salarial ou ser equiparado ao salário, a depender das motivações do pagamento.

    “Para distinguir, importa verificar se o plano é de fato parte da remuneração (seja de forma direta, como contraprestação por desempenho ou meta de produtividade, seja de forma indireta, como prêmio e valorização do profissional) ou se é adotado pela empresa apenas como forma de atrair talentos”, explica.

    Ônus ou risco

    Pelo texto, a participação acionária no modelo de ”stock options” tem vínculo mercantil quando é claro o objetivo de fidelizar o trabalhador na empresa ou quando o contrato implicar ônus ou risco ao funcionário.

    Por outro lado, é equiparada ao salário quando tem o objetivo de complementá-lo. Isso se observa em empresas que usam o plano de opções como estratégia de remuneração variável, de acordo com metas de desempenho ou produtividade, sem implicar ônus ou risco ao empregado. Nesse caso, incidem sobre os rendimentos encargos trabalhistas e previdenciários.

    Pelo projeto, são considerados gratuitos e sem riscos os contratos de ”stock options” em que a empresa subsidia o valor das ações (o funcionário passa a ter o direito de comprá-las por valor simbólico) ou quando o empregado não custeia a compra da ação (“operação casada” ou “compra e venda no mesmo dia” e “venda a descoberto”).

    Ações submersas

    O projeto prevê ainda regras a serem seguidas em cenários de “ações submersas”, quando o preço de exercício da ação (preço pelo qual o portador de “stock options” é autorizado a comprar a ação) está acima do valor de mercado.

    Nesses casos, os rendimentos têm natureza salarial, caberá ao empregador adotar medidas para recuperar o valor das ações, por meio da “operação casada”, dentre outras.

    Nesse tipo de negociação, a compra e venda da ação é simultânea, sendo creditada ao empregado a diferença entre o valor da compra da ação (preço prefixado no contrato) e o valor da venda (preço de mercado).

    Dessa forma, o projeto pretende viabilizar o direito do funcionário de obter lucro com a venda das ações como forma de viabilizar o direito ao exercício das opções concedidas como contraprestação salarial ou premiação.

    Ainda de acordo com o projeto o direito de exercício das “stock options” termina com a renúncia do empregado, com o término de validade do contrato de participação acionária e com a rescisão do contrato de trabalho motivada por pedido de demissão ou de dispensa por justa causa.

    Tramitação

    A proposta será analisada de forma conclusiva pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  • Vendas para o Dia das Mães devem ter o pior desempenho em doze anos

    O varejo brasileiro deve registrar queda de 4,1% nas vendas relacionadas ao Dia das Mães, o pior desempenho para a data desde 2004, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O Dia das Mães é a segunda principal data do comércio no Brasil, atrás apenas do Natal.

     

    O varejo brasileiro deve registrar queda de 4,1% nas vendas relacionadas ao Dia das Mães, o pior desempenho para a data desde 2004, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O Dia das Mães é a segunda principal data do comércio no Brasil, atrás apenas do Natal.

     

    De acordo com os dados, as opções de presente para as mães devem sair dos segmentos de artigos de uso pessoal e doméstico, que deve ter um crescimento de 4,4% em relação à data em 2015, e de vestuário, calçados e assessórios, com previsão de alta de 2,3%. “Menos dependentes das condições atuais de crédito e com variações de preços menos acentuadas nos últimos meses, as vendas nesses dois segmentos, caracterizados por tíquetes médios mais baixos, deverão responder por quase dois terços (65,8%) de toda a movimentação do varejo nessa data em 2016”, afirmou o economista da CNC Fabio Bentes.

     

    Apesar da queda, a CNC prevê que as vendas para o Dia das Mães devem movimentar aproximadamente R$ 5,7 bilhões neste ano.

     

    Emprego temporário

    Houve redução também na expectativa de contratação de trabalhadores temporários. A oferta de 25,6 mil vagas em todo o varejo, esperada pela CNC, é 5,6% inferior ao contingente contratado no mesmo período do ano passado e equivale à quantidade de vagas geradas na mesma data em 2012 (25,4 mil).

     

    Com a expectativa de crescimento das vendas de vestuário, este segmento deverá oferecer a maior quantidade de vagas temporárias do varejo (14,7 mil, 57,1% do total), seguido pelo ramo de hiper e supermercados, o maior empregador do varejo brasileiro, cuja oferta de vagas deverá totalizar 4,6 mil postos temporários.

     

    Acesse aqui a análise completa da CNC.

     

     

     

     

     

  • Código Comercial tem última audiência pública no Ceará

    A Comissão Especial da Câmara dos Deputados criada para dar parecer ao Projeto de Lei do novo Código Comercial fez nesta segunda-feira (25/4), em Fortaleza, sua última reunião nos estados, antes da votação prevista para o dia 10 de maio. Dezenas de empresários e advogados lotaram o auditório da Fecomércio-CE para ouvir as palestras e debater com juristas e parlamentares, entre os quais o presidente da Comissão, deputado Laércio Oliveira (SD/SE), e relator-geral, deputado Paes Landim (PTB/PI).

    A Comissão Especial da Câmara dos Deputados criada para dar parecer ao Projeto de Lei do novo Código Comercial fez nesta segunda-feira (25/4), em Fortaleza, sua última reunião nos estados, antes da votação prevista para o dia 10 de maio. Dezenas de empresários e advogados lotaram o auditório da Fecomércio-CE para ouvir as palestras e debater com juristas e parlamentares, entre os quais o presidente da Comissão, deputado Laércio Oliveira (SD/SE), e relator-geral, deputado Paes Landim (PTB/PI).

    O Seminário “Novo Código Comercial – Projetando o Brasil que precisamos e queremos” foi aberto pelo presidente licenciado da Federação, Luiz Gastão Bittencourt da Silva, que deu as boas-vindas aos participantes e enfatizou a importância da aprovação do projeto para economia do País. O presidente em exercício, Maurício Filizola, afirmou que “todos ganharão com o novo Código. Mas, fundamentalmente, o que vai melhorar é o ambiente de negócios, que permitirá a redução de custos, a desburocratização de procedimentos e mais competitividade para as empresas”.

    Já o deputado Laércio Oliveira, que também é vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), entende que todo o trabalho condensado no substitutivo do deputado Paes Landim é fruto de um quase consenso de todos as partes interessadas, principalmente para o mercado, pois formaliza as condições para se fazer negócios de forma estável. “O Legislativo está entregando ao Brasil um Código aplicável, de fácil interpretação, que vai trazer um ambiente de negócios cercado de segurança jurídica. É, na prática, um divisor de águas”, disse.

    O deputado Paes Landim concordou e disse que o mérito de se ter atingido esse estágio foi o cuidado que a Comissão teve de procurar ouvir de perto os empresários, “muitas vezes indo ao seu encontro nos estados”. As sugestões qualificadas que deram, afirmou o parlamentar, permitiram avanços consideráveis na proposta original. Ele elogiou o trabalho da doutora Uinie Caminha, integrante da Comissão de Juristas do novo Código, “que com muito conhecimento de leis, dedicação e responsabilidade construiu a base do relatório final”.

    Trabalho iniciado no Ceará

    O presidente da Comissão de Juristas, professor Fábio Ulhoa Coelho lembrou que o evento estava encerrando um ciclo, iniciado, coincidentemente, também em Fortaleza, em 28 de maio de 2012, quando foi realizada a primeira audiência pública com a participação de empresários. “Demos, desde então, passos importantes. Propostas recebidas, hoje consolidadas no substitutivo, trouxeram grandes aperfeiçoamentos ao projeto original 1572/2011, do deputado Vicente Cândido”, cuja minuta o professor é o autor.

    Para ele, uma das principais conquistas com a implantação do novo Código será o País ter um documento legal de proteção do investimento privado. Além disso, tornará concreto o conceito de que é indissociável a proteção dos interesses da sociedade e dos empresários, “na medida em que estes são geradores de postos de trabalho e fontes de riquezas e tributos”.

    Na mesma linha, o consultor Jurídico da CNC, Marcelo Barreto, se disse satisfeito com os resultados do trabalho e com os benefícios que advirão para o País, destacando a participação do professor Fábio Ulhoa, “que faz parte da grande linhagem dos importantes comercialistas brasileiros”. Para Barreto, o Código será um instrumento positivo para o ambiente de negócios, pois vai valorizar a livre concorrência e criará uma linguagem jurídica específica para o mercado”.

    Outro membro da Comissão de Juristas, o professor Fernando Passos fez palestra analisando os “Índices Internacionais que Reprovam o Brasil como País de Ambiente Favorável aos Negócios”. Ele mostrou os números das pesquisas Doing Business 2016, do Banco Mundial, e Liberdade Econômica 2016, da Heritage Fundation em parceria com o Wall Street Journal, dos Estados Unidos.

    Na primeira, o Brasil está em 116º lugar, atrás de nações como Lesoto, Sri Lanka, Tonga e Kosovo. Já na pesquisa norte-americana, está em 122º, atrás de Mali, Djibouti, Burkina Faso e Benin. “É indigno o Brasil estar em posições tão inferiores como essas, até porque tem potencial para estar muito à frente”, comentou. Ele disse que a criação de um bom ambiente de negócios, como virá com o Código, será importante, não só para atrair capital externo como incentivar o empresário local.

    No encerramento do Seminário, a doutora Uinie Caminha disse que o grande elogio que pode ser feito aos parlamentares envolvidos é que se ativeram com muito cuidado à técnica jurídica. E, aliada à técnica, o interesse em atender os anseios dos empresários. Foi uma mescla fundamental para se ter um trabalho final que será bom para o País, na sua opinião.

    “O Brasil ganhará uma legislação de qualidade com a unificação da sistematização das regras empresariais. Com isso, podemos criar uma cultura de interpretação conforme o mercado. É uma ruptura em relação ao que tínhamos até agora”, concluiu.

  • Vendas para o Dia das Mães devem ter o pior desempenho em doze anos

    O varejo brasileiro deve registrar queda de 4,1% nas vendas relacionadas ao Dia das Mães, o pior desempenho para a data desde 2004, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O Dia das Mães é a segunda principal data do comércio no Brasil, atrás apenas do Natal.

    O varejo brasileiro deve registrar queda de 4,1% nas vendas relacionadas ao Dia das Mães, o pior desempenho para a data desde 2004, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O Dia das Mães é a segunda principal data do comércio no Brasil, atrás apenas do Natal.

    De acordo com os dados, as opções de presente para as mães devem sair dos segmentos de artigos de uso pessoal e doméstico, que deve ter um crescimento de 4,4% em relação à data em 2015, e de vestuário, calçados e acessórios, com previsão de alta de 2,3%. “Menos dependentes das condições atuais de crédito e com variações de preços menos acentuadas nos últimos meses, as vendas nesses dois segmentos, caracterizados por tíquetes médios mais baixos, deverão responder por quase dois terços (65,8%) de toda a movimentação do varejo nessa data em 2016”, afirmou o economista da CNC Fabio Bentes.

    Apesar da queda, a CNC prevê que as vendas para o Dia das Mães devem movimentar aproximadamente R$ 5,7 bilhões neste ano.

    Emprego temporário

    Houve redução também na expectativa de contratação de trabalhadores temporários. A oferta de 25,6 mil vagas em todo o varejo, esperada pela CNC, é 5,6% inferior ao contingente contratado no mesmo período do ano passado e equivale à quantidade de vagas geradas na mesma data em 2012 (25,4 mil).

    Com a expectativa de crescimento das vendas de vestuário, este segmento deverá oferecer a maior quantidade de vagas temporárias do varejo (14,7 mil, 57,1% do total), seguido pelo ramo de hiper e supermercados, o maior empregador do varejo brasileiro, cuja oferta de vagas deverá totalizar 4,6 mil postos temporários.

    Clique no link abaixo para acessar a análise completa.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 071/2016

    DESTAQUES:

    Divulgado o preço médio dos combustíveis a partir de 1º de maio de 2016

    Pedido de registro sindical requerido pelo Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Município de Presidente Epitácio – SP

    DESTAQUES:

    Divulgado o preço médio dos combustíveis a partir de 1º de maio de 2016

    Pedido de registro sindical requerido pelo Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Município de Presidente Epitácio – SP

  • Deputados discutem novo Código Comercial em Fortaleza

    A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a proposta do novo Código Comercial (PL 1.572/11) reúne-se nesta segunda feira (25), em Fortaleza, para debater as sugestões apresentadas ao parecer do relator-geral, deputado Paes Landim (PTB-PI).

     O Projeto de Lei nº 1.572/11, do deputado Vicente Candido (PT-SP), em análise na comissão, tem por objetivo sistematizar e atualizar a legislação sobre as relações entre pessoas jurídicas.

    A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a proposta do novo Código Comercial (PL 1.572/11) reúne-se nesta segunda feira (25), em Fortaleza, para debater as sugestões apresentadas ao parecer do relator-geral, deputado Paes Landim (PTB-PI).

     O Projeto de Lei nº 1.572/11, do deputado Vicente Candido (PT-SP), em análise na comissão, tem por objetivo sistematizar e atualizar a legislação sobre as relações entre pessoas jurídicas.

     A proposta do novo código trata, entre outros pontos, da denominação empresarial, de títulos eletrônicos e do comércio na internet. Um dos principais pontos destacados pelo autor é a permissão para que toda a documentação empresarial seja mantida em meio eletrônico, dispensando-se o uso de papel.

    A comissão

    A comissão foi instalada em março de 2015 e tem como presidente o deputado Laercio Oliveira (SD-SE). Na legislatura passada, funcionou outra comissão especial sobre o PL 1.572/11, mas o colegiado não chegou a votar a proposta.

     A reunião da comissão especial será realizada na sede da Fecomércio -CE, a partir das 14h30.