Blog

  • TV CNC – Comércio eletrônico ainda mostra fôlego

    O comércio eletrônico registrou mais um ano de crescimento em 2015. Segundo o relatório Webshoppers, produzido pela e-bit – empresa de referência no fornecimento de informações sobre o e-commerce nacional -, houve um incremento nominal de 15,3%, com faturamento de 41,3 bilhões de reais. A TV CNC  analisa os números e mostra como aproveitar o potencial desse canal de vendas.

    O comércio eletrônico registrou mais um ano de crescimento em 2015. Segundo o relatório Webshoppers, produzido pela e-bit – empresa de referência no fornecimento de informações sobre o e-commerce nacional -, houve um incremento nominal de 15,3%, com faturamento de 41,3 bilhões de reais. A TV CNC  analisa os números e mostra como aproveitar o potencial desse canal de vendas.

  • CNC contribui para a construção de políticas públicas

     

     

    O secretário de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Marcelo Maia Tavares de Araújo, elogiou nesta quarta-feira (15/3) “as contribuições positivas” que a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) vem dando “na construção de políticas públicas para o desenvolvimento econômico do Brasil”. Ele fez palestra na reunião da Rede Nacional de Assessorias Legislativas (Renalegis), em Brasília, sobre a Agenda Legislativa no Âmbito do Varejo.

    Ele falou sobre ações dos três fóruns no âmbito da Secretaria, dois já em operação e um ainda em gestação, que cuidam de um setor que representa 72% da riqueza nacional (12% referentes a comércio). Marcelo Araújo também detalhou o trabalho de acompanhamento legislativo da Secretaria.

    Ao longo de 2015, informou, a Secretaria se manifestou tecnicamente sobre mais de 150 projetos de lei em tramitação no Congresso. “É importante que estejamos próximos da Renalegis para um trabalho convergente do Executivo com a CNC e as Federações do Comércio”, declarou.

    O chefe da Assessoria Legislativa da Confederação, Roberto Velloso, destacou a proximidade de ação da Rede com o Ministério e os efeitos positivos dessa iniciativa para os interesses do comércio. Já o vice-presidente da CNC, deputado federal Laércio Oliveira, que coordenou a reunião, lembrou a importância da mobilização permanente dos integrantes da Renalegis “particularmente porque estamos num ano de decisões complexas”.

    O vice-presidente da CNC também convidou os participantes da reunião para a discussão final do texto do projeto do Código Comercial, a ser realizada no dia 18, na Fecomércio-BA. Será a penúltima etapa – haverá ainda uma reunião no dia 21 deste mês, em Araraquara (SP) – antes da análise do texto pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados, da qual o parlamentar é presidente.

    O assessor técnico Felipe Oliveira apresentou as inovações introduzidas no Sistema Renalegis. Segundo ele, dentro do principal objetivo da Rede de desenvolver ações articuladas no Poder Legislativo, foram desenvolvidas duas telas de integração: “Andamento de Proposições” e “Colaboração em Proposições”. As funcionalidades atendem às demandas das federações quanto à atualizações nas proposições de interesse.

    A primeira tela faz relação à tramitação nas casas legislativas. Mostra quais proposições tiveram tramitações que alteram a situação do projeto, permitindo identificar proposições que necessitam de alguma ação parlamentar. Já a tela de colaboração em proposições relata quais delas receberam indicações de interesse por alguma federação ou sindicato, além de relatar em quais foram inseridos novos documentos técnicos e em quais foram realizadas alguma ação parlamentar.​

    Projetos em debate

    Na última etapa da reunião, os integrantes da Renalegis debateram proposições de interesse em tramitação no Congresso Nacional. A assessora técnica da CNC Larissa Rosa falou sobre as frentes parlamentares em Defesa do Sistema S, uma delas Mista (Câmara dos Deputados e Senado), já registradas, mas ainda aguardando lançamento.

    A Rede discutiu ainda a estratégia de ação em relação a projetos de interesse. Entre eles estão o PLC 30/2015 (PL 4330/2004), que dispõe sobre os contratos de terceirização; o PL 6411/2013, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho para dispor sobre a vigência de convenções e acordos coletivos; e o PLS 550/2015, sobre o término da cobrança de contribuição social devida pelos empregadores em caso de despedida de empregado, sem justa causa.

    Foram discutidos ainda o PL 5452/2009, que regulamenta as profissões de promotor de vendas e de demonstrador de mercadorias; o PL 153/2015, que obriga os comerciantes e distribuidores a receber dos consumidores os produtos sujeitos à logística reversa; e o PLS 635/2015, que altera o Código de Defesa do Consumidor para dispor sobre o oferecimento aos consumidores de data e turno de entrega de produto e prestação de serviços.

  • Projeto muda cobrança do ISS de objetos não destinados à comercialização

    Tramita na Câmara o Projeto de Lei Complementar (PLP) 33/2015, do deputado Baleia Rossi (PMDB-SP), que retira a incidência do Imposto sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISS) de objetos não destinados à industrialização ou à comercialização.

    Tramita na Câmara o Projeto de Lei Complementar (PLP) 33/2015, do deputado Baleia Rossi (PMDB-SP), que retira a incidência do Imposto sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISS) de objetos não destinados à industrialização ou à comercialização.

    Baleia Rossi explica que apesar dos questionamentos a respeito da incidência do ISS e do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), a Constituição Federal estabelece que o ICMS, da competência tributária dos Estados e do Distrito Federal, incide sobre o valor total da operação, quando mercadorias forem fornecidas com serviços não compreendidos na competência tributária dos municípios.

    De acordo com o deputado, o Decreto-Lei 406/1968 fixou em sua lista de serviços que o ISS não incidiria sobre “objetos quaisquer”, permitindo então a incidência do ICMS nesses casos. “No entanto, com a edição da Lei Complementar 116/2003, tal entendimento foi alterado, passando o ISS a incidir sobre “objetos quaisquer”, abrangendo, portanto, campo de incidência do ICMS”, argumenta Rossi. O projeto pretende restabelecer o texto original do Decreto-Lei 406/1968, “sanando equívocos ocorridos por ocasião da aprovação da Lei Complementar 116/03, tornando mais preciso o texto legal”.

    Tramitação

    O projeto será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação (inclusive quanto ao mérito); e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário.

  • Intenção de consumo tem primeira queda em 2016

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), registrou queda de 1,6% em março, na comparação com fevereiro, ficando em 77,5 pontos, numa escala de 0 a 200 – abaixo do nível de indiferença. Na comparação anual, o recuo foi de 29,9%. Todos os componentes do índice registraram queda em ambas as comparações, com destaque para o indicador Nível de Consumo Atual, que atingiu a mínima histórica de 53,3 pontos.

     

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), registrou queda de 1,6% em março, na comparação com fevereiro, ficando em 77,5 pontos, numa escala de 0 a 200 – abaixo do nível de indiferença. Na comparação anual, o recuo foi de 29,9%. Todos os componentes do índice registraram queda em ambas as comparações, com destaque para o indicador Nível de Consumo Atual, que atingiu a mínima histórica de 53,3 pontos.

     

    “A confiança do consumidor está diretamente ligada à estabilidade do quadro político e econômico. A contração nas vendas do varejo está em linha com o enfraquecimento da confiança observado na ICF”, ressalta Juliana Serapio, assessora Econômica da CNC.

     

    Na base de comparação mensal, os dados regionais revelaram que a maior retração ocorreu na região Sul (-4,2%). Já a região Nordeste foi a que apresentou a avaliação menos desfavorável, com queda de 0,6%.

     

    Menos Compras

    O componente Nível de Consumo Atual registrou o menor valor da série, iniciada em 2010: 53,3 pontos. Em relação a fevereiro, a queda foi de 4,4%, enquanto que, na comparação anual, foi de 38,4%. A maior parte das famílias, 59,2%, declarou estar com o nível de consumo menor que o do ano passado.

     

    Outro item que também apresentou o menor nível da série foi o de Compras a Prazo, com 73,2 pontos – uma retração de 2,1% na comparação mensal, e de 35,5% em relação a março de 2015. “O elevado custo do crédito, o alto nível de endividamento e o aumento do desemprego são os principais motivadores da deterioração na intenção de compras a prazo”, explica Juliana Serapio.

     

    Impactado pela alta taxa de juros, o item Momento para Duráveis apresentou queda de 2,2% na comparação mensal. Em relação ao mesmo período de 2015, o componente recuou 46,2%. A maior parte das famílias, 72,1%, considera o momento atual desfavorável para a aquisição de duráveis.

    A previsão da Divisão Econômica da CNC é que o volume de vendas do varejo apresente retração de 4,2% em 2016.

     

    Empregos

    Os únicos dois componentes do índice que ficaram acima da zona de indiferença, de 100 pontos, foram os relativos ao emprego. Ainda assim, o Emprego Atual, com 105,7 pontos, registrou queda de 0,6% em relação ao mês anterior. Na comparação anual, a retração foi de 16,3%. O percentual de famílias que se sente mais segura em relação ao emprego é de 30,7%, ante 31,1% em fevereiro de 2016. Já a Perspectiva Profissional, com 103 pontos, caiu 0,2% em relação ao mês passado, e 15,7% na comparação com março de 2015.

     

    Clique aqui para acessar a análise, os gráficos e a série histórica da ICF

     

    A assessora Econômica da CNC, Juliana Serapio, atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9492.

     

     

     

  • Intenção de consumo tem primeira queda em 2016

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), registrou queda de 1,6% em março, na comparação com fevereiro, ficando em 77,5 pontos, numa escala de 0 a 200 – abaixo do nível de indiferença. Na comparação anual, o recuo foi de 29,9%. Todos os componentes do índice registraram queda em ambas as comparações, com destaque para o indicador Nível de Consumo Atual, que atingiu a mínima histórica de 53,3 pontos.

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), registrou queda de 1,6% em março, na comparação com fevereiro, ficando em 77,5 pontos, numa escala de 0 a 200 – abaixo do nível de indiferença. Na comparação anual, o recuo foi de 29,9%. Todos os componentes do índice registraram queda em ambas as comparações, com destaque para o indicador Nível de Consumo Atual, que atingiu a mínima histórica de 53,3 pontos.

    “A confiança do consumidor está diretamente ligada à estabilidade do quadro político e econômico. A contração nas vendas do varejo está em linha com o enfraquecimento da confiança observado na ICF”, ressalta Juliana Serapio, assessora Econômica da CNC.

    Na base de comparação mensal, os dados regionais revelaram que a maior retração ocorreu na região Sul (-4,2%). Já a região Nordeste foi a que apresentou a avaliação menos desfavorável, com queda de 0,6%.

    Menos Compras

    O componente Nível de Consumo Atual registrou o menor valor da série, iniciada em 2010: 53,3 pontos. Em relação a fevereiro, a queda foi de 4,4%, enquanto que, na comparação anual, foi de 38,4%. A maior parte das famílias, 59,2%, declarou estar com o nível de consumo menor que o do ano passado.

    Outro item que também apresentou o menor nível da série foi o de Compras a Prazo, com 73,2 pontos – uma retração de 2,1% na comparação mensal, e de 35,5% em relação a março de 2015. “O elevado custo do crédito, o alto nível de endividamento e o aumento do desemprego são os principais motivadores da deterioração na intenção de compras a prazo”, explica Juliana Serapio.

    Impactado pela alta taxa de juros, o item Momento para Duráveis apresentou queda de 2,2% na comparação mensal. Em relação ao mesmo período de 2015, o componente recuou 46,2%. A maior parte das famílias, 72,1%, considera o momento atual desfavorável para a aquisição de duráveis.

    A previsão da Divisão Econômica da CNC é que o volume de vendas do varejo apresente retração de 4,2% em 2016.

    Empregos

    Os únicos dois componentes do índice que ficaram acima da zona de indiferença, de 100 pontos, foram os relativos ao emprego. Ainda assim, o Emprego Atual, com 105,7 pontos, registrou queda de 0,6% em relação ao mês anterior. Na comparação anual, a retração foi de 16,3%. O percentual de famílias que se sente mais segura em relação ao emprego é de 30,7%, ante 31,1% em fevereiro de 2016. Já a Perspectiva Profissional, com 103 pontos, caiu 0,2% em relação ao mês passado, e 15,7% na comparação com março de 2015.

  • Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – março de 2016

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 045/2016

    DESTAQUES:

    Alterado o Regulamento da Previdência Social

    Pedido de registro de alteração estatutária requerido pelo Sindicato do Comércio Varejista de São João de Meriti/RJ

    DESTAQUES:

    Alterado o Regulamento da Previdência Social

    Pedido de registro de alteração estatutária requerido pelo Sindicato do Comércio Varejista de São João de Meriti/RJ

  • CNC divulga amanhã resultados de MARÇO da ICF

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, 16 de março, os resultados de março da Intenção de Consumo das Famílias (ICF). A partir das 10 horas, a assessora Econômica da Confederação, Juliana Serapio, estará disponível para atender os jornalistas. Análise e gráficos serão enviados por e-mail, e a pesquisa também será publicada em www.cnc.org.br.

     

    Sobre a ICF

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, 16 de março, os resultados de março da Intenção de Consumo das Famílias (ICF). A partir das 10 horas, a assessora Econômica da Confederação, Juliana Serapio, estará disponível para atender os jornalistas. Análise e gráficos serão enviados por e-mail, e a pesquisa também será publicada em www.cnc.org.br.

     

    Sobre a ICF

    A pesquisa Intenção de Consumo das Famílias é um indicador antecedente que tem como objetivo antecipar o potencial das vendas do comércio. O indicador mede com precisão a avaliação que os consumidores fazem dos aspectos importantes da situação de vida de suas famílias, tais como capacidade de consumo atual e de curto prazo, nível de renda doméstico, condições de crédito, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro.

     

     

     

  • CNC apoia Fórum Panrotas 2016, que abre espaço para startups

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) participa do 14º Fórum Panrotas – Tendências do Turismo, nos dias 15 e 16 de março de 2016. O evento acontece no Golden Hall, no complexo WTC São Paulo, no Brooklin, e reúne palestrantes internacionais, além de formadores de opinião, representantes do Governo e os profissionais mais representativos do setor de turismo do Brasil.

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) participa do 14º Fórum Panrotas – Tendências do Turismo, nos dias 15 e 16 de março de 2016. O evento acontece no Golden Hall, no complexo WTC São Paulo, no Brooklin, e reúne palestrantes internacionais, além de formadores de opinião, representantes do Governo e os profissionais mais representativos do setor de turismo do Brasil.

    Essa edição, que conta com o apoio institucional do Sistema CNC-Sesc-Senac, terá, entre as novidades, encontros entre startups e investidores dos segmentos de Viagens e Turismo por meio de uma seleção de cases de Tecnologia e Inovação.

    Entre os temas a serem debatidos no Fórum Panrotas 2016 estão gestão em tempos de crise, desafios e oportunidades no atual momento econômico, as estratégias de países vizinhos – Argentina e Chile–, as ações do Governo e o impacto no mercado, e novos ciclos começando em diversos segmentos do Turismo.

    No último ano, o evento teve a participação de mais de mil pessoas, sendo mais de 50% dos participantes executivos da área, como presidentes, vice-presidentes, sócios e diretores de empresas ligadas ao mercado de hotelaria, aviação, operadoras de turismo, agências de viagens, cruzeiros, entre outras. A programação geral do evento está no site www.panrotas.com.br/forum. 

  • Audiência pública discutirá Lei de Migração nesta quarta-feira

    A comissão especial que analisa a proposta de Lei de Migração (PL 2.516/2015) vai se reunir nesta quarta-feira (16/3) para discutir a matéria.

    A pedido do deputado Ivan Valente (PSOL-SP), foram convidadas para o debate: Liliana Lyra Jubilut, professora da Universidade Católica de Santos (SP) e coordenadora da pesquisa Migrantes, apátridas e refugiados: subsídios para o aperfeiçoamento de acesso a serviços, direitos e políticas públicas no Brasil; e Erika Pires, procuradora Federal e fundadora da Rede Sul-Americana para as Migrações Ambientais (Resama).

    A comissão especial que analisa a proposta de Lei de Migração (PL 2.516/2015) vai se reunir nesta quarta-feira (16/3) para discutir a matéria.

    A pedido do deputado Ivan Valente (PSOL-SP), foram convidadas para o debate: Liliana Lyra Jubilut, professora da Universidade Católica de Santos (SP) e coordenadora da pesquisa Migrantes, apátridas e refugiados: subsídios para o aperfeiçoamento de acesso a serviços, direitos e políticas públicas no Brasil; e Erika Pires, procuradora Federal e fundadora da Rede Sul-Americana para as Migrações Ambientais (Resama).

    O PL 2.516/2015, do Senado, tem como objetivos definir os direitos e os deveres do migrante e do visitante; regular a entrada e a permanência de estrangeiros no País; e estabelecer diretrizes para políticas públicas ligadas ao tema.

    A reunião será realizada às 14h30, em plenário a ser definido.