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  • Boletim Informativo Diário (BID) 041/2016

    DESTAQUES:

    Sancionado o Marco Regulatório da Primeira Infância

    Divulgado o preço médio dos combustíveis a partir de 16 de março de 2016

    Convocação do Sindicato do Comércio Varejista do ABC para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 17 de março de 2016

    Convocação do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de João Pessoa para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 28 de abril de 2016

    DESTAQUES:

    Sancionado o Marco Regulatório da Primeira Infância

    Divulgado o preço médio dos combustíveis a partir de 16 de março de 2016

    Convocação do Sindicato do Comércio Varejista do ABC para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 17 de março de 2016

    Convocação do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de João Pessoa para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 28 de abril de 2016

    Sancionada lei do Estado do Rio de Janeiro proibindo os estabelecimentos comerciais de estabelecerem restrições para fins de troca de mercadorias

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 041/2016

    DESTAQUES:

    Sancionado o Marco Regulatório da Primeira Infância

    Divulgado o preço médio dos combustíveis a partir de 16 de março de 2016

    Convocação do Sindicato do Comércio Varejista do ABC para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 17 de março de 2016

    Convocação do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de João Pessoa para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 28 de abril de 2016

    DESTAQUES:

    Sancionado o Marco Regulatório da Primeira Infância

    Divulgado o preço médio dos combustíveis a partir de 16 de março de 2016

    Convocação do Sindicato do Comércio Varejista do ABC para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 17 de março de 2016

    Convocação do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de João Pessoa para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 28 de abril de 2016

    Sancionada lei do Estado do Rio de Janeiro proibindo os estabelecimentos comerciais de estabelecerem restrições para fins de troca de mercadorias

     

  • Informe Representações 363

    Assessoria de Gestão das Representações 09/03/2016 – Ano 5, nº 363

     

    MINISTÉRIO DA SAÚDE

    Comitê Permanente de Regulação da Atenção à Saúde (Cosaúde)

    Caroline Dias Decott Coelho, enfermeira da Divisão de Saúde (Serbem) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), representará a entidade no Grupo Técnico para elaborar proposta sobre a melhor forma de incorporação de exames para diagnóstico do vírus zika.

    Assessoria de Gestão das Representações 09/03/2016 – Ano 5, nº 363

     

    MINISTÉRIO DA SAÚDE

    Comitê Permanente de Regulação da Atenção à Saúde (Cosaúde)

    Caroline Dias Decott Coelho, enfermeira da Divisão de Saúde (Serbem) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), representará a entidade no Grupo Técnico para elaborar proposta sobre a melhor forma de incorporação de exames para diagnóstico do vírus zika.

    O objetivo do Grupo é discutir as medidas de controle e enfrentamento do vírus zika e as ocorrências de microcefalia a ele relacionadas.

     

    MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (MEC)

    Solenidade Pronatec: Medidas de Fortalecimento para a Formação Técnica e Profissional

    Laércio de Oliveira, vice-presidente, e Roberto Nogueira Ferreira, consultor da Presidência da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), representaram a entidade, na solenidade do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), realizada hoje, às 10 horas, no Palácio do Planalto, em Brasília/DF.

    O evento contou com a presença da presidente da República, Dilma Rousseff, e foram discutidas medidas de fortalecimento para a formação técnica e profissional.

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.org.br

  • Governo quer ampliar interlocução com setor de serviços

    O governo quer ampliar a interlocução com o setor de serviços para promover o mercado doméstico e a geração de empregos. Essa foi a principal mensagem do secretário de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento da Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Marcelo Maia, na primeira reunião do ano da Câmara Brasileira de Serviços Terceirizáveis (CBST), no dia 8 de março, em Brasília.

    O governo quer ampliar a interlocução com o setor de serviços para promover o mercado doméstico e a geração de empregos. Essa foi a principal mensagem do secretário de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento da Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Marcelo Maia, na primeira reunião do ano da Câmara Brasileira de Serviços Terceirizáveis (CBST), no dia 8 de março, em Brasília. Sob a coordenação de Jerfferson Simões, a CBST debateu também temas como a pesquisa econômica sobre o setor de serviços terceirizáveis feita pela Divisão Econômica da CNC, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – que define cotas de aprendizagem e periculosidade, além de abranger o Estatuto da Pessoa com Deficiência – e a Lei do Jovem Aprendiz, entre outras matérias legislativas.

    Marcelo Maia ouviu os apelos dos empresários e explicou as propostas do governo e de sua Secretaria. Hoje, o Ministério conta com dois fóruns: o Fórum de Alavancagem do Comércio Exterior de Serviços e o Fórum de Competitividade do Varejo. A CNC tem participação ativa no Fórum de Varejo, em que questões de interesse macro do setor de comércio varejista já foram expostas e administradas pelo governo em comum acordo com a iniciativa privada.

    Para dar continuidade à construção de uma agenda comum entre governo e empresários, Marcelo Maia expôs a intenção da Secretaria de Comércio e Serviços de criar um novo fórum de discussões. “O motivo de minha presença hoje é que tenho sentido necessidade de formar um terceiro fórum para o setor de serviços, com foco no mercado doméstico, geração de trabalho e emprego. E que tenha reuniões permanentes e dinâmicas, unificando pautas. A ideia dos fóruns é simples, mas tem alcançado bons resultados.”

    Para o secretário, a criação do terceiro fórum garante espaço para o setor nas principais pautas de discussão do Ministério. “A vontade que temos de montar esse fórum é o principal recado que vim aqui para dar. Também sou empresário e sei quais os desafios que os senhores enfrentam. Para superá-los, precisamos de unidade. Será um desafio para todos, e aprenderemos com ele como melhor trabalhar os interesses do setor para o bem de todo o País. É um espaço que vamos conquistar aos poucos”, afirmou.

    Ampliação do foco da Câmara

    Para essa reunião, a CNC colocou à disposição da câmara seus assessores das áreas jurídica, econômica, legislativa e de representação, a fim de discutir os trabalhos e as pesquisas de interesse dos empresários do setor de serviços terceirizáveis.

    O Deputado Laércio Oliveira, vice-presidente da CNC, também apresentou novidades aos membros da Câmara: “Em breve, esta será uma Câmara Brasileira de Serviços – abrangendo todos eles, e não somente os terceirizáveis. Avalio como um ganho para esse setor, que está sendo valorizado”.

    Mapeamento Estrutural das Atividades do setor

    Antonio Everton, economista da CNC, apresentou os dados levantados pela pesquisa Mapeamento Estrutural das Atividades de Serviços Terceirizáveis. Desenvolvida pela CNC, com o intuito de subsidiar os empresários com informações sobre o setor, o trabalho considera o período de 2006 a 2014 e foi composto com dados do IBGE e do Ministério do Trabalho e Previdência Social. “Fizemos um raio X do setor, analisando sua participação no PIB, o nível de qualificação profissional, os tipos de atividades, etc.”, explicou o economista.

    O trabalho mostra que o segmento representa 9,2% do total da força de trabalho ocupada, e a participação do setor no PIB nacional registrou crescimento de 2,5% (em 2006) para 3,3% (em 2014).

    Os dados mostram que em nove anos houve crescimento de 151,9% no número de empresas do setor de serviços terceirizáveis, e os maiores percentuais foram apresentados pelas regionais Centro-Oeste e Sudeste.

    Quando analisado sob a ótica do regime tributário, o crescimento das empresas deu-se majoritariamente entre aquelas optantes pelo Simples (372,7%). “As optantes por outros regimes, como lucro presumido e lucro real, cresceram 32%”, explicou Everton.

    Quanto à qualificação, percebe-se maior exigência do mercado. Trabalhadores com nível médio ocupam maior parte dos cargos do setor. O menor espaço é ocupado por profissionais com qualificação superior. “Os principais profissionais permanecem nas atividades de edificações; vigilantes e guardas de segurança; porteiros, guardas e vigias; profissionais de manutenção e conservação de edifícios; e escriturários e auxiliadores administrativos”, informou o economista.

    Lei Brasileira de Inclusão

    Sobre questões trabalhistas, os empresários questionaram a compreensão do governo quanto à peculiaridade do trabalho do setor, tendo como base a Lei nº 10.097/2000, do Jovem Aprendiz, e a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI – Lei 13.146/2015), em vigor desde janeiro de 2016, que, segundo o governo, beneficia 45 milhões de pessoas. A Lei do Jovem Aprendiz regulamenta a contratação de jovens com idade entre 14 e 24 anos incompletos como aprendizes e a LBI define cotas de aprendizagem e periculosidade, além da abranger a Lei 13.146/2015, do Estatuto da Pessoa com Deficiência, analisada pelo advogado da CNC Janilton Lima.

    Janilton abordou alguns problemas enfrentados pelas empresas ao cumprirem a LBI, na contratação de funcionários com determinadas deficiências, levando em conta a prática de atividades e funções. “Ainda que esteja prevista em lei, quando a realização de determinado serviço é impossibilitada por um candidato cuja deficiência impede a prática de determinada função, a Justiça reavalia o Artigo, o que é favorável para as empresas contratantes”, explicou.

    Para tratar da questão, ele sugere calma e unidade. “Ações isoladas foram usadas pelo governo contra os empresários. Acho que temos que unificar essas percepções, dar um direcionamento único, consolidando um único texto, para apresentar à Justiça, com o objetivo de, em defesa do setor, questionar a legislação aprovada”, recomendou Janilton Lima.

    Matérias legislativas

    No campo da tramitação de proposições legislativas, o assessor da CNC Reiner Leite expôs os Projetos de Lei (PLs) atualmente em destaque. Ele citou o PL 4.330/2015, que regulamenta a terceirização, afirmando que “há uma comissão especial formada para dar celeridade à tramitação”. O senador Paulo Paim vem participando de seminários e congressos em favor da aprovação da atividade.

    O PL 4.238/2012 está em plenário. Ele altera o Artigo 19 da Lei nº 7.102, de 20 de junho de 1983, para dispor sobre o piso nacional de salário dos empregados em empresas particulares que explorem serviços de vigilância e transporte de valores. “Mas a matéria ainda não foi apreciada”, disse Reiner.

    Já o Projeto de Lei nº 1.572, de 2011, de Vicente Candido, que “institui o Código Comercial”, tem votação prevista para 5 de abril.

  • Plenário rejeita leitura de MP que aumenta alíquota de impostos e matéria perde validade

    O presidente do Senado, Renan Calheiros, deixou de ler nesta terça-feira (8/3) a Medida Provisória 694/2015, que aumentou de 15% para 18% a alíquota do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) incidente no pagamento de juros sobre o capital próprio pagos ou creditados aos sócios ou acionistas de empresa. A decisão foi tomada porque a matéria chegou ao Senado com menos de sete dias para o fim de sua validade — ela foi aprovada na Câmara na última quinta-feira (3) e perdeu a validade nesta terça-feira.

    O presidente do Senado, Renan Calheiros, deixou de ler nesta terça-feira (8/3) a Medida Provisória 694/2015, que aumentou de 15% para 18% a alíquota do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) incidente no pagamento de juros sobre o capital próprio pagos ou creditados aos sócios ou acionistas de empresa. A decisão foi tomada porque a matéria chegou ao Senado com menos de sete dias para o fim de sua validade — ela foi aprovada na Câmara na última quinta-feira (3) e perdeu a validade nesta terça-feira.

    Em maio de 2013, uma decisão da Mesa determinou que a Casa não receberia mais MPO s com menos de sete dias para o fim do seu prazo. Nesse mesmo mês, o Senado deixou de ler a Medida Provisória 605/2013, que permitia o uso de recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para compensar descontos concedidos na tarifa de energia elétrica. A MP perdeu a eficácia por decurso de prazo.

    Sobre a MP 694/2015, Renan reconheceu o mérito da matéria, de interesse da União, dos estados e de setores importantes da economia, mas destacou que a forma como as medidas provisórias estão sendo analisadas no Congresso tem deixado o Senado em situação constrangedora. “Faço um apelo à presidente Dilma Rousseff para que reedite a medida, se entender que é o caso. E faço um apelo à Câmara dos Deputados para que não teste, porque nós estamos tendo seguidas demonstrações em que o Senado é testado”, declarou.

    O presidente disse que tem sido “reiterada” a prática da Câmara dos Deputados, sobretudo com relação a medidas provisórias importantes, de votá-las e enviá-las ao Senado com prazos mínimos antes do fim de sua vigência. “Isso constrange o Senado Federal, ter de votar a toque de caixa, com menos de sete dias, uma medida provisória importante. A maneira de preservar o processo legislativo, de valorizar as medidas provisórias, é deixando claro que o Senado não vai se expor a essa situação”, acrescentou Renan.

    Acordo de líderes

    Antes do anúncio da decisão, os senadores se revezaram ao microfone na defesa da votação da matéria — que afeta a arrecadação de vários estados — ou de sua rejeição. O senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) ressaltou que a MP, além de reunir importantes iniciativas para a economia, trazia também uma conquista importante para o Espírito Santo, ao retomar o incentivo no transporte, na infraestrutura, no transporte de cabotagem, que lhe havia sido retirado.

    Mas disse entender a posição do presidente do Senado, que estaria “consolidando uma jurisprudência”. E destacou: “a decisão de Vossa Excelência, com o pesar que já manifestei aqui, traz estabilidade nas regras, previsibilidade, transparência, e isso é absolutamente fundamental no processo democrático”.

    O líder do DEM, senador Ronaldo Caiado (GO), disse entender que cada senador precisa defender os interesses de seus estados e sugeriu que eles unissem forças para assegurar a reedição da medida provisória pela presidente Dilma. Mas argumentou que as regras do Senado não podem ser quebradas, até mesmo como forma de garantir a atividade democrática na Casa.

    Já o líder do governo no Congresso, senador José Pimentel (PT-CE), acusou a oposição de atrasar deliberadamente a tramitação da medida provisória para que perdesse a validade. “Os mesmos integrantes dos partidos que agora fazem discurso aqui no Senado Federal, lá na Câmara obstruíram, dificultaram, fizeram uma série de artifícios. O fato é que essa matéria chegou aqui na quinta-feira, não cumprindo o acordo de líderes. Vossa Excelência estava de mãos atadas regimentalmente”, admitiu.

    PEC das MPs

    O senador Cristovam Buarque (PPS-DF) voltou a pedir à Câmara dos Deputados para que vote a PEC 70/2011 (PEC 11/2011no Senado), do ex-senador José Sarney, que disciplina o tempo de tramitação das medidas provisórias, dividindo de forma mais igualitária o período de tramitação da matéria entre Câmara e Senado.

    Base de cálculo

    Os juros sobre capital próprio, objeto da MP, são recebidos pelos sócios ou acionistas que financiam a empresa com seus próprios recursos. Em troca de ajudar o negócio, eles têm direito a receber juros pelo valor colocado na empresa.

    Além de elevar a alíquota do imposto, a MP reduzia o valor total que pode ser deduzido a título de juros sobre capital próprio pago aos sócios. Essa dedução ocorre na base de cálculo do IR, diminuindo o valor a pagar, e é feita com base na multiplicação da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) pelas contas do patrimônio líquido da empresa.

    Desoneração da folha

    Em seu relatório transformado em projeto de lei de conversão, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) incluiu a concessão de alíquota de 2% ao setor de vestuário para inseri-lo no rol de empresas com desoneração da folha de pagamentos. A desoneração substitui a contribuição social incidente sobre a folha de pagamentos por um percentual aplicado sobre a receita bruta. Atualmente, após as medidas de ajuste fiscal do ano passado, as alíquotas, que eram de 1% e 2%, foram reajustadas para 2% e 2,5% na maior parte dos casos.

    Uma alíquota de 1,5% para o setor de vestuário tinha sido incluída no Projeto de Lei 863/2015, que tratou do tema, mas foi vetada pela presidente Dilma com o argumento de que implicaria prejuízos sociais e contrariariam a lógica do projeto, de equilibrar as contas da Previdência Social.

  • Marta Suplicy defende mudanças no Simples Nacional

    A senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) defendeu nesta terça-feira (8/3) a aprovação do projeto de lei (PLC 125/2015) que prevê alterações nos limites de enquadramento das empresas optantes do Simples Nacional — regime diferenciado de tributação que beneficia microempresas e empresas de pequeno porte. A proposta já foi aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e foi encaminhada para votação em Plenário em regime de urgência.

    A senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) defendeu nesta terça-feira (8/3) a aprovação do projeto de lei (PLC 125/2015) que prevê alterações nos limites de enquadramento das empresas optantes do Simples Nacional — regime diferenciado de tributação que beneficia microempresas e empresas de pequeno porte. A proposta já foi aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e foi encaminhada para votação em Plenário em regime de urgência.

    Segundo a senadora, que foi relatora da matéria na CAE, as mudanças nas regras poderiam beneficiar as empresas já existentes e estimular as pessoas que perderam seus empregos nos últimos meses a abrirem o seu próprio negócio. Conforme explicou, as receitas geradas pelas empresas contempladas pelo Simples Nacional em 2015 aumentaram 2,92% quando comparadas com os valores de 2014. No mesmo período, as receitas administradas pela Receita Federal caíram 4,66%.

    E esses números, segundo Marta Suplicy, mostram que estimular os micro e pequenos empreendedores, reduzindo a burocracia, pode ser a saída para a crise econômica. “Este País precisa de menos imposto e precisa de mais empregos. Não podemos sufocar essa possibilidade, mantendo a situação que aí está. Muitos estão fechando num momento em que não deveriam estar fechando”, afirmou.

  • CNC Notícias 185

    Hora das reformas

     

    A questão tributária é um dos mais perfeitos exemplos dos impasses que o Brasil sabe que tem que enfrentar, mas não consegue o consenso necessário para resolver.

    Hora das reformas

     

    A questão tributária é um dos mais perfeitos exemplos dos impasses que o Brasil sabe que tem que enfrentar, mas não consegue o consenso necessário para resolver.

    Quando pensamos no porquê de um país com o potencial do nosso só crescer na base dos soluços ou, na melhor das hipóteses, dos chamados “voos de galinha”, certamente o insano e pesado sistema tributário brasileiro ocupa lugar de destaque na lista dos motivos.

    E depois de mais um período de ensaios de voos mais longos, eis que o País se vê às voltas com uma nova crise, que enche de dúvidas a mente de empresários, investidores, trabalhadores e consumidores.

    O governo sinaliza que, para alcançar o equilíbrio fiscal e começar a superar a crise, é de fundamental importância que a recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) seja aprovada no Congresso.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo é uma defensora histórica de um setor com cinco milhões de empresários. A maioria, certamente, contra a volta do tributo, como se percebe nos depoimentos da matéria de capa desta edição.

    Todos os cinco milhões de representados pela CNC também estão ansiosos por dias melhores em nossa economia, com a volta do crescimento em bases mais sustentáveis, com mais investimentos e geração de empregos.

    A CNC, no entanto, continuará defendendo que a melhor forma de se chegar a esse cenário positivo é por meio da realização das chamadas reformas estruturais – como a trabalhista, a administrativa e a da Previdência. Reformas que, certamente, contribuirão de forma efetiva para o equilíbrio duradouro das contas públicas.

     

    Boa leitura!

     

    Acesse abaixo a CNC Notícias e boa leitura!

  • Resumo dos Relatórios das Representações CNC|Março de 2016 – Informativo on-line

     

     

     

     

     

     

    Assessoria de Gestão das Representações | Brasília | Nº 104 | Março de 2016

     

    1º Suplente

    Gilberto Rodrigues Figueiredo

    Assessor Técnico em Música

    Sesc – Departamento Nacional

    Órgão: Ministério da Cultura (MinC)

    Representação efetiva

    Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC)

     

     

     

     

     

     

    Assessoria de Gestão das Representações | Brasília | Nº 104 | Março de 2016

     

    1º Suplente

    Gilberto Rodrigues Figueiredo

    Assessor Técnico em Música

    Sesc – Departamento Nacional

    Órgão: Ministério da Cultura (MinC)

    Representação efetiva

    Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC)

    Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) analisa 260 projetos para serem beneficiados pela Lei Rouanet.

    Saiba mais

     

    Titular

    Enio Zampieri

    Assessor Legislativo

    Assessoria junto ao Poder Legislativo

    Órgão: Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS)

    Representação Efetiva

    Grupo de Trabalho no Âmbito do CNPS para discutir e apresentar um conjunto de contribuições e opiniões para qualificar o CRPS

    Termos de aperfeiçoamento, fortalecimento e modernização da gestão e do funcionamento do Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS) são apresentados na 1º Reunião.

    Saiba mais

     

    Titular

    Bernardo Rodrigues Souto

    Advogado da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes – Fecombustíveis

    (Compareceu)

    Suplente

    Cristiane de Souza Soares

    Assessora

    Assessoria de Gestão das Representações da CNC

    Órgão: Ministério do Meio Ambiente (MMA)

    Representação Efetiva

    Grupo de Trabalho para avaliar a proposta de Resolução que estabelece critérios e diretrizes gerais para o licenciamento ambiental

    CNC participa do Grupo de Trabalho para a revisão da resolução Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) para licenciamento ambiental.

    Saiba mais

     

    Titular

    Bernardo Rodrigues Souto

    Advogado da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes – Fecombustíveis

    (Compareceu)

    1º Suplente

    Evandro Américo Costa

    Economista

    Divisão Econômica da CNC

    2º Suplente

    João Vieira de Almeida Neto

    Assessor de Sustentabilidade

    Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso do Sul

    Órgão: Ministério do Meio Ambiente (MMA)

    Representação Efetiva

    Grupo de Trabalho para avaliar a proposta de Resolução que estabelece critérios e diretrizes gerais para o licenciamento ambiental

    Câmara Técnica de Qualidade Ambiental e Gestão de Resíduos (CTQAGR) cria novos Grupos de Trabalho (GT) para discutir regras para compostagem e o banimento do fósforo em detergentes em pó.

    Saiba mais

     

    Representante

    Rubens Torres Medrano

    Vice Presidente da Fecomércio São Paulo

    (Compareceu)

    Representante Observador

    Cristiano Ramos Costa

    (Compareceu)

    Órgão: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC)

    Representação Eventual

    Reunião sobre as Negociações com o México sobre o Comércio Eletrônico

    Representante sugere ações para facilitar o comércio eletrônico nacional.

    Saiba mais

     

    Titular

    Abelardo Campoy Diaz

    Consultor da Vice-presidência de Habitação Econômica do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi – SP)

    Suplente

    Cláudio Elias Conz

    Presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco)

    (Compareceu)

    Órgão: Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS)

    Representação Efetiva

    Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS)

    150ª Reunião do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS)

    Saiba mais

    Reunião Extraordinária do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS).

    Saiba mais

     

    Titular

    Marjolaine Bernadette Julliard Tavares do Canto

    Chefe

    Assessoria Junto ao Poder Executivo da CNC

    (Compareceu)

    Suplente

    Roberto Luis Lopes Nogueira

    Advogado

    Divisão Sindical da CNC

    Órgão: Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS)

    Representação Efetiva

    Conselho Nacional de Imigração (CNIg)

    Ressaltada a necessidade da manutenção do Conselho Nacional de Imigração (CNIg) no Projeto de Lei do Senado nº288/2013.

    Saiba mais

     

    Titular

    Alain Alpin Mac Gregor

    Advogado

    Divisão Sindical da CNC

    Suplente

    Lidiane Duarte Nogueira

    Advogada

    Divisão Sindical da CNC

    (Compareceu)

    Órgão: Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS)

    Representação Efetiva

    Grupo de Trabalho Tripartite para Implementação da Agenda Nacional de Trabalho Decente

    Grupo Tripartite da Agenda Nacional do Trabalho Decente se reuniu no dia 14 de janeiro de 2016 no Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS) para tratar da agenda de trabalho do grupo para o período 2016/2017.

    Saiba mais

     

    Representante CNC

    Bernadeth Macedo Vieira

    Engenheira de Segurança do Trabalho

    Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (ABAD)

    Órgão: Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS)

    Representação Efetiva

    Comissão Nacional Tripartite Temática (CNTT) da NR-20 (Líquidos Combustíveis e Inflamáveis)

    Projeto-Piloto de Educação a Distância (EAD) é apresentado na Comissão Nacional de Tripartite Temática (CNTT) da NR-20 -–Líquidos Combustíveis e Inflamáveis.

    Saiba mais

     

    Titular

    Guilherme Kopfer Carlos de Souza

    Advogado

    Divisão Sindical da CNC

    Órgão: Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS)

    Representação Efetiva

    Subgrupo – Contribuição Sindical

    Confederações Patronais conversaram acerca da atualização da tabela da contribuição sindical urbana.

    Saiba mais

     

    Titular

    Laércio José de Oliveira

    3º Vice-Presidente da CNC

    (Compareceu)

    Suplente

    Patrícia Cerqueira Coimbra Duque

    Chefe da Divisão Sindical da CNC

    Órgão: Presidência da República (PR)

    Representação Efetiva

    Fórum de Debates sobre Políticas de Emprego, Trabalho e Renda e de Previdência Social

    Reforma da Previdência Social.

    Saiba mais

  • Resumo dos Relatórios das Representações CNC|Março de 2016

    Assessoria de Gestão das Representações | Março de 2016

     

    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

    Assessoria de Gestão das Representações | Março de 2016

     

    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 040/2016

    DESTAQUES:

    Inmetro proíbe a certificação e a comercialização de brinquedos que contenham a substância 1,4 butanodiol

    Município do Rio de Janeiro regula o exercício de atividades nas feiras-livres e feiras móveis no tocante ao comércio de aves abatidas e ovos

     

    DESTAQUES:

    Inmetro proíbe a certificação e a comercialização de brinquedos que contenham a substância 1,4 butanodiol

    Município do Rio de Janeiro regula o exercício de atividades nas feiras-livres e feiras móveis no tocante ao comércio de aves abatidas e ovos