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  • Projeto muda regras sobre participação de trabalhador no lucro da empresa

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 258/2015, do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), que permite a negociação coletiva de metas referentes à saúde e segurança no trabalho como critério para fixação dos direitos relativos à participação do trabalhador nos lucros ou resultados da empresa.

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 258/2015, do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), que permite a negociação coletiva de metas referentes à saúde e segurança no trabalho como critério para fixação dos direitos relativos à participação do trabalhador nos lucros ou resultados da empresa.

    Hoje a aplicação de metas de saúde e segurança para fixar a participação do trabalhador nos lucros é proibida pela Lei 10.101/2000, que trata da participação dos trabalhadores nos resultados das empresas. Para o autor, essa vedação “implica entrave à livre negociação coletiva e desestímulo na busca coletiva de um ambiente de trabalho cada vez mais seguro e salubre”. O projeto retira a proibição da lei.

    Tramitação

    De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  • CDH realizará dez audiências regionais sobre trabalho escravo

    Em reunião realizada nesta segunda-feira (7/3) com entidades sociais e órgãos do governo ficou definido que a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) realizará audiências públicas sobre o trabalho escravo em dez estados, espalhados nas cinco regiões brasileiras. O objetivo das reuniões é discutir a regulamentação da PEC 57/2011, que proíbe o trabalho escravo.

    Em reunião realizada nesta segunda-feira (7/3) com entidades sociais e órgãos do governo ficou definido que a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) realizará audiências públicas sobre o trabalho escravo em dez estados, espalhados nas cinco regiões brasileiras. O objetivo das reuniões é discutir a regulamentação da PEC 57/2011, que proíbe o trabalho escravo.

    “Regulamentar para mim é proibir o trabalho escravo sem fazer nenhuma injustiça para um lado ou para outro. Vamos trabalhar na linha do consenso e da razoabilidade”, destacou o presidente da CDH, senador Paulo Paim (PT-RS).

  • Relator vai propor reforma tributária com teto de 30% e imposto sobre grandes fortunas

    O relator da reforma tributária, deputado Andre Moura (PSC-SE), vai apresentar seu parecer nesta quarta-feira (9) à comissão especial que analisa o tema. O texto vai prever teto de 30% para a carga tributária e imposto sobre grandes fortunas.

    O relator da reforma tributária, deputado Andre Moura (PSC-SE), vai apresentar seu parecer nesta quarta-feira (9) à comissão especial que analisa o tema. O texto vai prever teto de 30% para a carga tributária e imposto sobre grandes fortunas.

    A reunião está prevista para as 15h30, na sala de reuniões da Secretaria de Comissões Especiais. Sem dar detalhes, Moura afirmou que a proposta do imposto sobre grandes fortunas não é a do PT. Já o teto para a carga tributária, segundo ele, vai obrigar à redução de despesas. “Entre as despesas a serem reduzidas, na nossa proposta, está a questão do Sistema S, que gera uma despesa em torno de R$ 34 a 35 bilhões por ano no nosso País”, declarou.

    Imposto único

    Andre Moura informou que o relatório da reforma tributária também gira em torno de 2 outros eixos: o fim da guerra fiscal e a criação de um imposto único, o Imposto sobre Valor Agregado (IVA). A intenção é que esse imposto seja instituído gradualmente, em um prazo de 8 anos, e substitua o ICMS, o PIS/Cofins, o IPI e o ISS, entre outros.

    O deputado também quer reparar o que considera uma injustiça. “Nós entendemos que não é justo que São Paulo, por ser o estado que hoje mais produz, fique com toda a tributação, enquanto o estado consumidor não tenha direito a nenhum percentual dessa tributação. Então estipulamos um percentual mais próximo daquilo que conseguimos de um entendimento com o maior número de estados, mas que também não é um consenso, que é um percentual de 4% para o estado produtor e o restante para o estado de consumo”, afirmou.

    Após negociações com o Ministério da Fazenda e o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), Moura também vai propor uma alíquota única para o ICMS. Hoje, cada estado tem sua legislação e sua alíquota. O deputado descartou a possibilidade de incorporar a CMPF, o chamado imposto do cheque, ao seu relatório.

    Previsão de votação

    O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, já marcou a votação da proposta da reforma tributária, em Plenário, para a semana logo após a Páscoa. A data mais provável é 29 de março.

  • Fecomércio-MS debate gestão estratégica de destinos turísticos

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso do Sul (Fecomércio-MS), com o apoio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), realizou, nesta segunda-feira, 7 de março, palestra sobre a Gestão Estratégica de Destinos Turísticos, com o especialista em gestão cultural na área de turismo Pere Muñoz Perugorria. O evento teve a participação de empresários do turismo de Mato Grosso do Sul e de estudantes dos cursos de Turismo.

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso do Sul (Fecomércio-MS), com o apoio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), realizou, nesta segunda-feira, 7 de março, palestra sobre a Gestão Estratégica de Destinos Turísticos, com o especialista em gestão cultural na área de turismo Pere Muñoz Perugorria. O evento teve a participação de empresários do turismo de Mato Grosso do Sul e de estudantes dos cursos de Turismo.

    O presidente da Fecomércio-MS, Edison Araújo, destacou a importância de unir esforços para incentivar o turismo sul-mato-grossense. “Desde que criamos o Conselho, este sempre foi o nosso propósito: trabalhar junto com o trade turístico do Estado em uma união que vem para somar. Dentro desse propósito, nos propusemos a trazer grandes nomes para poder mostrar aos empresários e estudantes do setor o que o turista precisa para vir ao nosso estado e também o que devemos fazer para incentivar o turismo interno”, afirmou.

    Pere Perugorria ressaltou os atrativos naturais do Brasil e a receptividade do brasileiro como fatores determinantes para atrair o turista. “Vocês têm recursos naturais maravilhosos, o brasileiro é muito acolhedor, receptivo, e isso deve ser usado a favor de vocês. Problemas todos nós temos, mas devemos destacar e valorizar o que temos de melhor”, defendeu.

    Para o palestrante, o turismo interno tem grande potencial e deveria ser mais bem explorado no País, que tem uma população de 200 milhões de habitantes. Ele explica que, para ofertar um destino turístico perfeito, é preciso, além de ter bons atrativos, conhecer a região e o que se tem a oferecer; entender a demanda, para oferecer o que o turista procura; e, por fim, ter boa gestão e infraestrutura, com acessos a boas estruturas urbanas.

    Oportunidade

    Em 1950 havia 25 milhões de turistas no mundo. Para 2020 a previsão é de um bilhão e meio, segundo Pere. Ou seja, esse é um mercado em ascensão, mas que tem o mundo como concorrente. “É preciso conhecer o que os concorrentes oferecem, o que o turista gosta e procurar fazer melhor”, afirma o especialista. Para ele, gestos simples, acolhedores e criativos podem fazer a diferença e conquistar o visitante, mas garantir a qualidade dos serviços é primordial. “É preciso oferecer o que está descrito nos folhetos e sites, pois é isso que o turista veio buscar. Não podemos mais aceitar aquela situação em que na propaganda o lugar é belíssimo, e, quando o turista chega, não é bem aquilo. Isso frustra e afasta o cliente, que não volta mais”, concluiu.

    Para o estudante de Turismo da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) Ricardo Alexandre de Oliveira, a palestra ressaltou a importância de valorizar a cultura e a gastronomia locais. “Acredito que esse seja realmente o caminho para atrairmos cada vez mais turistas para o nosso estado. Também aprendemos infinitas formas de atuação e sobre como o turismo é tratado em diversas partes do mundo. Foi muito proveitoso”, afirmou.

     

    Fonte:Ascom Fecomércio-MS

  • Décimo Segundo Relatório do Grupo Técnico de Trabalho de Meio Ambiente

    Apresenta o resultado das diversas reuniões realizadas no âmbito do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), em plenárias, Câmaras Técnicas e Grupos de Trabalho.

    Apresenta o resultado das diversas reuniões realizadas no âmbito do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), em plenárias, Câmaras Técnicas e Grupos de Trabalho.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 039/2016

    DESTAQUES:

    Deferido o registro sindical ao Sindicato das Empresas de Locação de Veículos do Rio Grande do Sul – RS

    Deferido o registro sindical ao Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e de Demais Derivados de Petróleo de Bauru

     

    DESTAQUES:

    Deferido o registro sindical ao Sindicato das Empresas de Locação de Veículos do Rio Grande do Sul – RS

    Deferido o registro sindical ao Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e de Demais Derivados de Petróleo de Bauru

     

  • Comissão debate direitos autoriais

    A proposta que isenta órgãos públicos e entidades filantrópicas do pagamento de direitos autorais será debatida nesta quinta-feira (10) na comissão especial criada para discutir o tema (PL 3968/1997). A relatora do projeto, deputada Renata Abreu (PTN-SP), afirmou que pretende apresentar seu parecer em abril para preencher algumas lacunas da legislação vigente.

    A proposta que isenta órgãos públicos e entidades filantrópicas do pagamento de direitos autorais será debatida nesta quinta-feira (10) na comissão especial criada para discutir o tema (PL 3968/1997). A relatora do projeto, deputada Renata Abreu (PTN-SP), afirmou que pretende apresentar seu parecer em abril para preencher algumas lacunas da legislação vigente.

    “A gente está trabalhando muito com o próprio ministério sobre a penalização daqueles que não pagam, dos dirigentes das associações e para criar uma forma bilateral de preço – pois hoje é feita de forma unilateral e não é divulgada. A gente tem muita dificuldade de transparência. Muitas vezes, os usuários que pagam ficam reféns de fiscais, sem saber o valor correto que ele deve. Nossa ideia é avançar nessas questões”, explicou a deputada. Segundo Renata Abreu, o objetivo da comissão é ouvir artistas, associações, usuários e o próprio Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) para reformar a lei dos direitos autorais.

    Convidados

    Entre os convidados para o debate, estão o desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo José Carlos Costa Netto e o doutor em Direito Allan Rocha de Souza.

    A audiência pública, solicitada pela relatora Renata Abreu e pelo deputado Eros Biodin (PROS-MG), será realizada às 10 horas, no plenário 14.

  • Vendas na Páscoa devem ter queda de 3,4%

    Pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que, assim como no ano passado, as vendas para a Páscoa vão cair. A projeção para este ano indica uma queda de 3,4% em relação a 2015, quando houve uma retração de 1,0% em relação a 2014. A data disputa com o Dia dos Namorados a quinta colocação no ranking do calendário do varejo nacional e deverá movimentar R$ 2,8 bilhões em vendas este ano.

     

    Pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que, assim como no ano passado, as vendas para a Páscoa vão cair. A projeção para este ano indica uma queda de 3,4% em relação a 2015, quando houve uma retração de 1,0% em relação a 2014. A data disputa com o Dia dos Namorados a quinta colocação no ranking do calendário do varejo nacional e deverá movimentar R$ 2,8 bilhões em vendas este ano.

     

    O estudo também mostra que esta deverá ser a Páscoa mais cara dos últimos 13 anos. Em relação ao mesmo período de 2015 houve uma variação média de preços de +13,6%. Em 2003 o aumento foi de 26% em relação ao ano anterior. Entre os itens que mais subiram estão pescados (+11,3%), chocolate (+13,3%), combustíveis (+21,1%) e azeites (+28,3%).

     

    Segundo a CNC, a nova fórmula para tributação de produtos de chocolate ainda não contribuirá para o aumento dos preços desses produtos nesta próxima Páscoa, uma vez que a alíquota estabelecida somente entrará em vigor a partir do próximo mês de maio.

     

    “A retração nas vendas que projetamos é fruto da inflação, aliada à alta do dólar, que impacta, sobretudo, os importados”, explica o economista da CNC Fabio Bentes.

     

    Clique aqui para acessar a análise completa.

     

    O economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264.

     

     

  • Congresso analisa veto à Lei da Repatriação e a mais 15 projetos

    A pauta da primeira sessão do Congresso deste ano prevê a votação de 16 vetos presidenciais. A sessão conjunta, amanhã (8/3) às 19h, deve deliberar sobre dispositivos vetados na Lei da Repatriação (Lei 13.254/2016), em matérias orçamentárias (um deles, anulando o reajuste dos benefícios pagos pelo Programa Bolsa Família), no Marco Legal da Ciência e Tecnologia e na anistia aos policiais militares em greve.

    A pauta da primeira sessão do Congresso deste ano prevê a votação de 16 vetos presidenciais. A sessão conjunta, amanhã (8/3) às 19h, deve deliberar sobre dispositivos vetados na Lei da Repatriação (Lei 13.254/2016), em matérias orçamentárias (um deles, anulando o reajuste dos benefícios pagos pelo Programa Bolsa Família), no Marco Legal da Ciência e Tecnologia e na anistia aos policiais militares em greve.

    No projeto que originou a Lei da Repatriação (PLC 186/ 2015) foram vetados, ao todo, 12 dispositivos. Um deles é o que permitia o retorno ao Brasil de objetos enviados de forma lícita, mas não declarada, como joias, metais preciosos e obras de arte. Outro possibilitava o parcelamento da multa. O veto (VET 4/2016) também removeu a permissão do regresso de recursos que estão no nome de terceiros ou laranjas e a previsão de que somente quem tivesse sido definitivamente condenado pela Justiça (em última instância) estaria proibido de aderir ao regime de repatriação.

    VET 53/2015 – Veto parcial a cinco artigos do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 17/2015, resultante da MP 678/2015, que permitiu o uso do Regime Diferenciado de Contratações na área de segurança pública. O conteúdo dos dispositivos vetados era estranho ao tema principal da MP

    VET 54/2015 – Veto parcial ao PLN 3/2015, que cria uma gratificação para os representantes dos contribuintes no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais do Ministério da Fazenda (Carf) e autoriza o provimento de cargos no Banco Central e na Receita Federal.

    VET 55/2015 – Veto parcial à MP 682/2015, que estabeleceu mudança na gestão do Fundo de Estabilidade do Seguro Rural até a completa liquidação das suas obrigações. Foram vetados os dispositivos que asseguravam a livre escolha de seguradoras pelos produtores rurais.

    VET 56/2015 – Veto total ao PLC 17/2015. O texto concedia anistia aos policiais e bombeiros militares que fizeram manifestações por melhores salários em diversos estados. Segundo o Executivo, o conteúdo do projeto era contrário ao interesse público.

    VET 57/2015 – Veto parcial aposto ao PLV 20/2015 (MP 687/2015). Foram vetadas a criação de requisito específico para financiamento de obras audiovisuais e musicais produzidas pela indústria nacional e a redução a 20% dos valores da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine)

    VET 58/2015 – Veto parcial ao PLV 22/ 2015 (MP 685/2015), que institui o Programa de Redução de Litígios Tributários. Foi vetado dispositivo que afastava do Ministério da Saúde o controle sobre alguns dos critérios de adesão ao Programa de Fortalecimento das Entidades Privadas Filantrópicas e das Instituições sem Fins Lucrativos que Atuam na Área de Saúde (ProSus).

    VET 59/2015 – Veto parcial à MP 688/2015, que trata da repactuação do risco hidrológico de geração de energia elétrica, institui a bonificação pela outorga e altera leis sobre as concessões de energia elétrica, sobre o Conselho Nacional de Política Energética e sobre investimentos em pesquisa, desenvolvimento e eficiência.

    VET 60/2015 – Veto parcial ao PLV 21/2015, resultante da MP 684/2015, que fez mudanças na lei que estabelece o regime jurídico das parcerias público-privadas (PPPs). Sete dispositivos foram vetados

    VET 61/2015 – Veto total ao PLS 186/2008, que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/1996) para tratar da avaliação na educação indígena. A presidente da República alega que o dispositivo incluiria uma obrigação demasiadamente ampla e de difícil implementação, pela grande variedade de comunidades e línguas indígenas no Brasil.

    VET 62/2015 – Veto parcial ao PLV 24/ 2015 (MP 691/2015), que trata da administração, alienação, transferência de gestão de imóveis da União e seu uso para a constituição de fundos. A justificativa para o veto é que dispositivos do projeto poderiam estimular a alienação de quaisquer áreas urbanas de terreno de marinha, inclusive situadas fora de áreas urbanas

    VET 63/2015 – Veto parcial sobre a Lei 13.41/2015, que regulamenta o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) incidente em bebidas alcoólicas. Entre os dispositivos removidos do texto, o que estabelecia teto para a alíquota do IPI que poderia ser imposta a tais produtos.

    VET 64/2015 – Veto parcial ao projeto de lei do Congresso (PLN 1/ 2015) sobre as diretrizes para a elaboração e execução da Lei Orçamentária de 2016 (LDO). Entre os mais de 50 dispositivos vetados, está o reajuste para o Programa Bolsa Família.

    VET 1/2016 – Veto parcial aposto ao PLC 77/2015, que trata de estímulos ao desenvolvimento científico, à pesquisa, à capacitação científica e tecnológica e à inovação.

    VET 2/2016 – Veto parcial ao PLC 78/2015, que altera artigo do Estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para garantir a esses profissionais o exame de autos de flagrante e de investigações em qualquer instituição, e assegurar sua presença na apuração de infrações, sob pena de nulidade dos atos praticados.

    VET 3/2016 – Veto parcial ao Plano Plurianual (PPA) da União para o período de 2016 a 2019. Entre os dispositivos vetados, a auditoria da dívida pública e o que dava garantia de fonte de financiamento para todos os projetos em tramitação no Congresso.

    VET 4/2016 – Veto parcial ao PLC 186/ 2015, que se transformou na Lei da Repatriação. Ela permite o retorno ao país de recursos, bens ou direitos de origem lícita, não declarados ou declarados incorretamente, remetidos, mantidos no exterior ou repatriados por residentes ou domiciliados no país. Ao todo, foram vetados 12 dispositivos.

    Fonte Jornal do Senado

  • Vendas na Páscoa devem ter queda de 3,4%

    Pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que, assim como no ano passado, as vendas para a Páscoa vão cair. A projeção para este ano indica uma queda de 3,4% em relação a 2015, quando houve uma retração de 1,0% em relação a 2014. A data disputa com o Dia dos Namorados a quinta colocação no ranking do calendário do varejo nacional e deverá movimentar R$ 2,8 bilhões em vendas este ano.

    Pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que, assim como no ano passado, as vendas para a Páscoa vão cair. A projeção para este ano indica uma queda de 3,4% em relação a 2015, quando houve uma retração de 1,0% em relação a 2014. A data disputa com o Dia dos Namorados a quinta colocação no ranking do calendário do varejo nacional e deverá movimentar R$ 2,8 bilhões em vendas este ano.

    O estudo também mostra que esta deverá ser a Páscoa mais cara dos últimos 13 anos. Em relação ao mesmo período de 2015 houve uma variação média de preços de +13,6%. Em 2003 o aumento foi de 26% em relação ao ano anterior. Entre os itens que mais subiram estão pescados (+11,3%), chocolate (+13,3%), combustíveis (+21,1%) e azeites (+28,3%).

    Segundo a CNC, a nova fórmula para tributação de produtos de chocolate ainda não contribuirá para o aumento dos preços desses produtos nesta próxima Páscoa, uma vez que a alíquota estabelecida somente entrará em vigor a partir do próximo mês de maio.

    “A retração nas vendas que projetamos é fruto da inflação, aliada à alta do dólar, que impacta, sobretudo, os importados”, explica o economista da CNC Fabio Bentes.