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  • Espaço Saúde – A adolescência

    Segundo  Organização Mundial de Saúde,  adolescência é o período entre os 10 e 19 anos de idade. Neste momento de  tantas descobertas, anseios e dúvidas, os desafios de ser adolescente são muitos.

    Para debater este assunto, o Espaço Saúde recebeu as médicas da adolescência da Divisão de Saúde do Sistema CNC-Sesc-Senac, Cristiane Murad e Paula Araújo, no programa. Elas falaram sobre a puberdade, o desenvolvimento psíquico emocional na adolescência e a importância das vacinas.

    Segundo  Organização Mundial de Saúde,  adolescência é o período entre os 10 e 19 anos de idade. Neste momento de  tantas descobertas, anseios e dúvidas, os desafios de ser adolescente são muitos.

    Para debater este assunto, o Espaço Saúde recebeu as médicas da adolescência da Divisão de Saúde do Sistema CNC-Sesc-Senac, Cristiane Murad e Paula Araújo, no programa. Elas falaram sobre a puberdade, o desenvolvimento psíquico emocional na adolescência e a importância das vacinas.

    As hebiatras também abordaram a importância da presença do médico, dos pais e da escola neste momento de tantas transformações.

  • Informe Representações 361

    Assessoria de Gestão das Representações 24/02/2016 – Ano 5, nº 361


    MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR (MDIC)

    Reunião acerca das negociações com o México sobre o Comércio Eletrônico

    Rubens Torres Medrano, coordenador da Câmara Brasileira de Comércio Exterior (CBCEX) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), representará a entidade na reunião acerca das negociações com o México sobre o Comércio Eletrônico.

    Assessoria de Gestão das Representações 24/02/2016 – Ano 5, nº 361


    MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR (MDIC)

    Reunião acerca das negociações com o México sobre o Comércio Eletrônico

    Rubens Torres Medrano, coordenador da Câmara Brasileira de Comércio Exterior (CBCEX) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), representará a entidade na reunião acerca das negociações com o México sobre o Comércio Eletrônico.

    A reunião será realizada amanhã (25/02), das 15h às 17h, no edifício sede do MDIC, em Brasília-DF, com o objetivo de identificar os interesses do setor de comércio eletrônico brasileiro, assim como a existência de eventuais obstáculos regulatórios que possam dificultar os negócios com o México.

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.org.br

  • Boletim Informativo Diário (BID) 032/2016

    DESTAQUES:

    Divulgado parâmetros dos preços dos combustíveis para o mês de março

    Aprovado programa multiplataforma para Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física para o exercício de 2016

     

     

     

     

     

     

     

     

    DESTAQUES:

    Divulgado parâmetros dos preços dos combustíveis para o mês de março

    Aprovado programa multiplataforma para Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física para o exercício de 2016

     

     

     

     

     

     

     

     

  • CNC divulga amanhã resultados de FEVEREIRO da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic)

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgará amanhã, quinta-feira, dia 25 de fevereiro, os resultados de FEVEREIRO da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). A economista Marianne Hanson estará disponível para atender os jornalistas. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre a Peic

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgará amanhã, quinta-feira, dia 25 de fevereiro, os resultados de FEVEREIRO da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). A economista Marianne Hanson estará disponível para atender os jornalistas. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre a Peic

    A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal com cerca de 18 mil consumidores. Das informações obtidas são apurados importantes indicadores: percentual de consumidores endividados, percentual de consumidores com contas em atraso, percentual de consumidores que não terão condições de pagar suas dívidas, tempo de endividamento e nível de comprometimento da renda.

     

     

     

  • Comissão mista aprova relatório de MP que aumentou alíquotas de impostos

    A comissão mista que analisa a Medida Provisória 694/2015 aprovou, nesta terça-feira (23/02), relatório do senador Romero Jucá (PMDB-RR). A MP, editada em setembro do ano passado, já teve seu prazo de vigência prorrogado até 8 de março. Com ela, o governo reduziu benefícios fiscais de várias leis federais para aumentar a arrecadação e assim contribuir para o ajuste das contas públicas.

    A comissão mista que analisa a Medida Provisória 694/2015 aprovou, nesta terça-feira (23/02), relatório do senador Romero Jucá (PMDB-RR). A MP, editada em setembro do ano passado, já teve seu prazo de vigência prorrogado até 8 de março. Com ela, o governo reduziu benefícios fiscais de várias leis federais para aumentar a arrecadação e assim contribuir para o ajuste das contas públicas.

    A MP 694 faz parte do pacote de medidas do governo federal para minimizar o déficit orçamentário e aumentar a arrecadação, neste ano, em aproximadamente R$ 10 bilhões. A medida provisória atingiu empresas que investiram em desenvolvimento tecnológico e outras de segmentos como o têxtil e o petroquímico, além de pequenos agricultores do Nordeste.

    O voto de Romero Jucá foi pela aprovação parcial de 21 das 109 emendas apresentadas à MP, na forma de projeto de lei de conversão.

    Capital próprio

    A MP altera a Lei 9.249/1995 para limitar a dedução, para efeito de apuração do lucro real das pessoas jurídicas, dos juros incidentes sobre o capital próprio. Até o advento da medida, os juros sobre o capital próprio eram calculados, pro rata die, com base na variação da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP).

    Com a MP, os juros continuarão a ser apurados com base na TJLP, desde que sua variação não exceda a taxa o limite de 5% ao ano. Além disso, os juros, uma vez pagos aos seus beneficiários ou em seu nome creditados, passam a sujeitar-se, para efeito da incidência de Imposto de Renda retido na fonte, à alíquota de 18%, contra os atuais 15%.

    Pasep e Cofins

    A MP 694/2015 modifica ainda a Lei 10.865/2004 para elevar as alíquotas da contribuição para o PIS/Pasep-Importação, de 0,54%, para 1,11%, e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social-Importação (Cofins-Importação), de 2,46% para 5,02%.

    Essas contribuições incidem sobre as operações de importação de substâncias usadas na indústria petroquímica, sempre que efetuadas por indústria química e ocorridos os fatos geradores no exercício de 2016. Entre os produtos com novas alíquotas estão etano, butano, propano, nafta e benzeno.

    Imposto de Renda

    A medida provisória suspende, durante o exercício fiscal de 2016, os benefícios fiscais criados pela Lei 11.196/2005, conhecida como “Lei do Bem”. Ela permitiu a empresas de inovação tecnológica deduzirem do cálculo do Imposto de Renda a pagar 60% do montante gastos com pesquisas e desenvolvimento de tecnologias.

    A proposta também altera dispositivos de outras normas legais. Nova redação dada ao artigo 60 da Lei 12.249/2010estabelece que, até 31 de dezembro de 2019, fica reduzida a 6% a alíquota do Imposto de Renda retido na fonte, incidente sobre os valores pagos, creditados, entregues, empregados ou remetidos ao exterior, de pessoas físicas residentes no país, em viagens de turismo, negócios, serviço, treinamento ou missões oficiais, até o limite global de R$ 20 mil ao mês.

    Agências de viagem

    As operadoras e agências de viagens sujeitam-se ao limite de R$ 10 mil ao mês, por passageiro, obedecida a regulamentação do Poder Executivo quanto a limites, quantidade de passageiros e condições para utilização da redução, conforme o tipo de gasto custeado.

    Para fins de cumprimento das condições para utilização da alíquota reduzida, as operadoras e agências de viagem deverão ser cadastradas no Ministério do Turismo e suas operações devem ser realizadas por intermédio de instituição financeira domiciliada no País. “Todos os mecanismos colocados foram para beneficiar a população e os segmentos envolvidos”, disse Jucá.

    Marinha Mercante

    O projeto de lei de conversão da MP 694 estabelece ainda que, pelo prazo de quatro anos, contado a partir de 1º de janeiro de 2016, não incidirá o Adicional do Frete para Renovação da Marinha Mercante sobre as mercadorias cuja origem ou destino seja porto localizado no Espírito Santo ou em estado das regiões Norte ou Nordeste.

    Outros temas

    A MP 694 trata ainda da Contribuição sobre o Lucro Líquido (CSLL), do crédito rural e bancos. No debate do assunto, causou muita discussão o primeiro projeto de conversão apresentado por Jucá, em dezembro do ano passado, no qual ele aumentou a tributação sobre ações e aplicações financeiras. Em fevereiro, porém, ele apresentou novo texto, recuando de suas sugestões iniciais.

  • Senado aprova MP que eleva imposto dos ganhos de capital

    O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (23) o Projeto de Lei de Conversão (PLV) 27/2015, decorrente da Medida Provisória (MP) 692/2015. A MP eleva a tributação dos ganhos de capital para pessoas físicas e faz parte das medidas de ajuste fiscal do governo. Como foi modificada no Congresso, a MP segue agora para sanção presidencial.

    O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (23) o Projeto de Lei de Conversão (PLV) 27/2015, decorrente da Medida Provisória (MP) 692/2015. A MP eleva a tributação dos ganhos de capital para pessoas físicas e faz parte das medidas de ajuste fiscal do governo. Como foi modificada no Congresso, a MP segue agora para sanção presidencial.

    O ganho de capital é a diferença entre os rendimentos recebidos com a venda de um ativo (como ações e imóveis) e o custo de sua aquisição. Pela legislação atual, há apenas a alíquota de 15%, independentemente do valor do ganho. Pela MP, o Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) sobre ganhos de capital tem quatro alíquotas diferentes. Quando o ganho é de até R$ 5 milhões, o imposto é de 15%. Para lucros entre R$ 5 milhões e R$ 10 milhões, a alíquota é de 17,5%. Acima de R$ 10 milhões e até R$ 30 milhões, de 20%. E acima de R$ 30 milhões, 22,5%. O texto original do Executivo previa o percentual de 30% a partir de R$ 20 milhões.

    As mesmas alíquotas valem para ganho de capital obtidos por pequenas e médias empresas, inclusive as enquadradas no regime Supersimples. Não serão aplicados, por outro lado, para as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real, presumido ou arbitrado. Os valores das faixas de tributação serão corrigidos pelo mesmo percentual de reajuste da menor faixa da tabela progressiva mensal do IRPF. A MP também determina que, no caso de o ativo ser vendido em parcelas, a partir da segunda operação o ganho de capital deve ser somado aos ganhos auferidos nas parcelas anteriores para fins de determinação das alíquotas. O objetivo é impedir que se parcele a venda do bem para evitar as alíquotas maiores.

    A MP também estabelece regras para quem quiser usar imóveis para a quitação de dívidas tributárias. A propriedade será avaliada por um agente da Justiça, de acordo com critérios do mercado. O valor do bem deverá ser equivalente a todo o débito, inclusive juros e multas. Se não for suficiente, o devedor poderá complementar a diferença com dinheiro.

    Sistema tributário

    A votação da MP suscitou um debate sobre o sistema tributário nacional. O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) disse que, no Brasil, “os muitos ricos não pagam impostos como a classe média e os mais pobres”. Com base em uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o senador informou que os 10% mais pobres pagam 28% de impostos indiretos, enquanto os 10% mais ricos pagam 10% de impostos indiretos. Segundo o senador, pouco mais de 51% da carga tributária são de impostos indiretos, enquanto renda e propriedade representam apenas 22% do sistema tributário nacional.

    Lindbergh Farias também informou que vai apresentar “uma cesta de projetos” para o presidente Renan Calheiros, em reunião marcada para esta quarta-feira (24), com sugestões na área tributária. Alíquota de 15% de imposto sobre lucros e dividendos, cobrança sobre grandes fortunas e Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para jatinhos, helicópteros e iates estão entre os projetos que serão apresentados a Renan.

    Lindbergh ainda lamentou que as faixas de percentual de cobrança propostas pelo governo tenham sido reduzidas durante a tramitação da MP. “As mudanças prejudicaram a intenção da medida provisória, ao tirar o caráter progressivo da tributação”, lamentou o senador, que ainda criticou mudanças na legislação tributária efetuadas na gestão de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).

    O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) rebateu, dizendo que o PT está “governando o Brasil há 14 anos” e nunca mandou uma reforma tributária digna para o Legislativo. Cássio criticou o “proselitismo político” do discurso de Lindbergh, mas manifestou apoio à medida. Ele ainda elogiou o trabalho dos senadores Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Acir Gurgacz (PDT-RO), que trabalharam como relatores da MP.

    Acir defendeu as mudanças, apontando que o trabalho do senador Tasso “melhorou” o texto da MP. Tasso Jereissati disse concordar com a tributação progressiva, mas defendeu as alterações na MP, alegando que a tabela do governo trazia “distorções”.

    O governo tinha a intenção de tributar a partir de 15%, ficando as faixas mais altas com 25% (entre R$ 5 milhões e R$ 20 milhões) e 30% (a partir de R$ 20 milhões). Com as mudanças, as faixas mais altas ficaram com 20% (entre R$ 10 milhões e R$ 30 milhões) e 22,5% (a partir de R$ 30 milhões). “Sabemos que ainda não é o ideal. O ideal será quando o governo enviar um modelo de simplificação tributária”, declarou Tasso.

    Texto original

    O senador Donizeti Nogueira (PT-TO) defendeu a proposta original do governo, enquanto Blairo Maggi (PR-MT) criticou a burocracia e a carga tributária do país. Blairo pediu ao governo “uma conversa franca” sobre a situação econômica do país. José Agripino (DEM-RN) elogiou a MP, mas disse que não é possível “pensar que os caminhos da pátria passam por essa matéria”.

    O senador acrescentou que o governo tem a obrigação de apresentar uma proposta “que não seja meia-sola”, mas uma solução definitiva para a questão tributária. “Longe de ser a solução para nossos problemas, essa MP é apenas um paliativo”, afirmou Agripino.

    Para a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), o Legislativo perdeu a oportunidade de fazer justiça tributária ao acatar as mudanças que diminuíram os percentuais do imposto. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) elogiou a MP, por elevar impostos das classes mais ricas. Ele chegou a apresentar um requerimento para que fosse restabelecido o texto original da MP, que abriria caminho “para uma reforma tributária justa”. Apesar dos apelos do senador, o requerimento foi rejeitado e o Plenário aprovou o texto modificado no Legislativo.

    Verificação

    A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) destacou a importância da MP como parte do ajuste fiscal do Executivo. Já Alvaro Dias (PV-PR) disse que a MP é inconstitucional por não ser urgente. Ronaldo Caiado (DEM-GO) afirmou que a população não aceita mais aumento da carga tributária e criticou o governo da presidente Dilma Rousseff. Ambos os senadores anunciaram votos contrários à MP.

    Caiado chegou a pedir “a verificação” no processo de votação, em que todos os senadores precisam se manifestar, no lugar da votação simbólica. Com a votação individual, a MP foi aprovada por 56 votos favoráveis a 11 contrários, além de uma abstenção. “Essa MP é mais um assalto à população brasileira”, protestou Caiado.

  • Percentual de famílias endividadas cai para 60,8% em fevereiro

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que, apesar de o número de famílias com dívidas ter recuado em fevereiro, a taxa aumentou na comparação anual. O percentual atingiu 60,8% este mês – inferior aos 61,6% observados em janeiro, porém superior aos 57,8% registrados no mesmo período do ano passado.

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que, apesar de o número de famílias com dívidas ter recuado em fevereiro, a taxa aumentou na comparação anual. O percentual atingiu 60,8% este mês – inferior aos 61,6% observados em janeiro, porém superior aos 57,8% registrados no mesmo período do ano passado.

    O número de famílias com contas ou dívidas em atraso, assim como das que permanecerão inadimplentes, teve o mesmo comportamento: recuo na comparação mensal, porém aumento em relação a fevereiro de 2015. O percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso registrou 23,3% do total, em comparação com 23,7% em janeiro e 17,5% no mesmo período do ano passado. O índice de famílias que permaneceriam inadimplentes atingiu 8,6% em fevereiro de 2016, ante 9,0% em janeiro e 6,4% em fevereiro de 2015.

    “As taxas de juros mais elevadas e o cenário menos favorável do mercado de trabalho impactaram negativamente os indicadores em relação ao ano passado no que diz respeito à inadimplência e à percepção das famílias em relação à sua capacidade de pagamento”, avalia a economista da CNC Marianne Hanson.

    A proporção das famílias que se declararam muito endividadas aumentou de 13,6% para 13,8% entre janeiro e fevereiro. Na comparação anual, houve alta de 4,1 pontos percentuais.

    Renda comprometida com o pagamento de dívidas

    O estudo aponta, ainda, que 25,4% das famílias com dívidas têm mais da metade de sua renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas. Entre aquelas com contas ou dívidas em atraso, o tempo médio de atraso foi de 64,3 dias em fevereiro – acima dos 60,5 dias registrados no ano passado. O tempo médio de comprometimento com dívidas foi de 7,1 meses, sendo que 26,2% estão comprometidas com dívidas até três meses, e 34,0%, por mais de um ano.

  • Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) – fevereiro 2016

    Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso, e sua percepção em relação à capacidade de pagamento. A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010.

    Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso, e sua percepção em relação à capacidade de pagamento. A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores.

  • CAE aprova projeto que permite a prorrogação de convenção coletiva de trabalho

    A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou, nesta terça-feira (23/02), proposta que permite a prorrogação de convenção ou acordo coletivo de trabalho. Como a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) veda duração superior a dois anos para esses instrumentos, a jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho (TST) considera inválida a prorrogação por meio de termo aditivo.

    A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou, nesta terça-feira (23/02), proposta que permite a prorrogação de convenção ou acordo coletivo de trabalho. Como a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) veda duração superior a dois anos para esses instrumentos, a jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho (TST) considera inválida a prorrogação por meio de termo aditivo.

    Em sua versão original, de autoria do senador José Pimentel (PT-CE), o Projeto de Lei do Senado (PLS) 181/2011 permitia a prorrogação até a assinatura de novo instrumento normativo. Em relatório favorável à proposta, o senador Douglas Cintra (PTB-PE) levou em conta os argumentos de especialistas de que a prorrogação automática poderia gerar desestímulo à prática de negociação coletiva.

    Uma solução intermediária encontrada pelo relator foi abrir a possibilidade de prorrogação, no próprio instrumento negocial, pelo tempo necessário à assinatura de novo acordo ou convenção. Cintra optou por uma emenda substitutiva mantendo o prazo máximo de vigência em dois anos e ressalvando a possibilidade de prorrogação por até um ano no total, enquanto se negociam novas condições.

    A matéria ainda será votada por três comissões do Senado: Constituição, Justiça e Cidadania; Direitos Humanos e Legislação Participativa; e Assuntos Sociais (em decisão terminativa).

  • Vanessa Grazziotin pede votação de projeto que cria imposto sobre grandes fortunas

    A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) defendeu, nesta terça-feira (23/02), a votação pelo Senado do projeto que regulamenta a Constituição para permitir a tributação das grandes fortunas e do que permite a cobrança imediata de tributos e multas devidos ao fisco, mesmo que os valores estejam sendo questionados em grau de recurso administrativo. Esses são alguns dos projetos que, a seu ver, contemplam os interesses dos partidos que compõem o Bloco Socialismo e Democracia, que abrange o PCdoB, o PPS, a Rede Sustentabilidade e o PSB.

    A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) defendeu, nesta terça-feira (23/02), a votação pelo Senado do projeto que regulamenta a Constituição para permitir a tributação das grandes fortunas e do que permite a cobrança imediata de tributos e multas devidos ao fisco, mesmo que os valores estejam sendo questionados em grau de recurso administrativo. Esses são alguns dos projetos que, a seu ver, contemplam os interesses dos partidos que compõem o Bloco Socialismo e Democracia, que abrange o PCdoB, o PPS, a Rede Sustentabilidade e o PSB.

    Para ela, o Senado não pode se debruçar apenas sobre as propostas da oposição, como a que cria a Lei de Responsabilidade das Estatais e a que acaba com a participação mínima obrigatória da Petrobras nos consórcios de exploração do petróleo da camada pré-sal.

    Essa proposta, segundo a senadora, também retira da companhia a condição de responsável pela condução e pela execução de projetos de exploração e produção de petróleo. Para Vanessa Grazziotin, o assunto é delicado e precisa ser mais debatido, especialmente nesse momento em que o preço baixo do petróleo enfraquece a Petrobras e outras empresas do setor.

    “A corrupção agravou ainda mais o problema da Petrobras? Não tenho dúvida! Mas o problema maior da Petrobras foram os preços, que foram congelados e segurados, durante três anos, de 2011 a 2014. E o problema da queda do preço do barril do petróleo internacionalmente, que já esteve em 140 dólares e que hoje está em torno de 30 dólares”, disse a senadora.