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  • Fecomércio-RN realiza última reunião da Câmara Empresarial do Turismo deste ano

    A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (Fecomércio-RN) sediou, em 27 de novembro, a última reunião do ano da Câmara Empresarial do Turismo da entidade. O presidente da Federação, Marcelo Queiroz, abriu a reunião fazendo uma explanação sobre a situação do Hotel-Escola Barreira Roxa, gerido pelo Senac desde 2008, ano em que foi cedido pelo governo do Estado à instituição.

    A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (Fecomércio-RN) sediou, em 27 de novembro, a última reunião do ano da Câmara Empresarial do Turismo da entidade. O presidente da Federação, Marcelo Queiroz, abriu a reunião fazendo uma explanação sobre a situação do Hotel-Escola Barreira Roxa, gerido pelo Senac desde 2008, ano em que foi cedido pelo governo do Estado à instituição.

    Queiroz explicou que a empresa vencedora da licitação, a pernambucana J.A.G Empreendimentos, após contestações feitas pela segunda colocada no certame, ficou impossibilitada de tocar a obra. “A licitação foi finalizada em 2011, e, por causa do processo judicial, as obras só começaram em fevereiro de 2013. Em maio de 2014 a JAG alegou que não podia mais continuar com o serviço. Foi então que o Senac reassumiu a estrutura para providenciar novo processo licitatório, e desde então, já investiu cerca de R$ 1 milhão na manutenção e na vigilância da estrutura, bem como na elaboração de novos projetos complementares para que possa ser refeita a licitação”, explicou o presidente. Ele esclareceu, ainda, que a licitação deve ser finalizada em breve, e em 2016 as obras devem ser retomadas.

    Convidado a participar da reunião da Câmara pela primeira vez, o prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, falou sobre a programação do Natal na capital do Estado, realizada em parceria com o Sistema Fecomércio-RN, e do Carnaval 2016. O prefeito destacou que, apesar da crise e com planejamento, foi possível fazer uma programação semelhante à de 2014. “O clima de Natal movimenta a economia”, afirmou.

    Carnaval

    De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC), da Fecomércio-RN, em março deste ano, com a realização do Carnaval 2015, houve uma injeção de mais de R$ 54 milhões na economia da cidade, sendo o gasto médio por turista de R$ 295,67 – bem maior que o valor de R$ 210 registrado na alta estação. Já o natalense gastou, por dia, R$ 82,12 com o consumo de alimentos, bebidas e pequenas compras durante a festa do Carnaval. Além disso, o evento obteve uma nota média de 8,1, dada pelos foliões a sua estrutura. O coordenador da Câmara Empresarial do Turismo, George Gosson, reconheceu a importância dos eventos para o turismo e para a economia da cidade. “Ao longo dos anos, a propaganda boca a boca vai se firmando, e como Natal é uma cidade turística, isso é muito importante.” Também participaram da reunião os secretários Municipais de Turismo, Fred Queiroz; de Cultura, Dácio Galvão; de Meio Ambiente e Urbanismo, Marcelo Rosado; de Governo, Jonny Costa; de Comunicação Heverton Freitas; e o diretor-geral do Procon Municipal, Kléber Fernandes. 

  • Boletim Informativo Diário (BID) 219/2015

    DESTAQUES:

    Senado Federal regulamenta o Programa e-Cidadania

    Republicada norma que aprova o Regulamento da Etapa Nacional da 15ª Conferência Nacional de Saúde

    Divulgadas as Centrais Sindicais que atenderam aos requisitos previstos em lei, às quais serão fornecidos os correspondentes Certificados de Representatividade – CR

    DESTAQUES:

    Senado Federal regulamenta o Programa e-Cidadania

    Republicada norma que aprova o Regulamento da Etapa Nacional da 15ª Conferência Nacional de Saúde

    Divulgadas as Centrais Sindicais que atenderam aos requisitos previstos em lei, às quais serão fornecidos os correspondentes Certificados de Representatividade – CR

  • Sumário Econômico 1429

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Impactos da crise migratória na Alemanha e na União Europeia – A atual crise migratória na Europa surgiu como consequência do crescente número de imigrantes que chegam ao continente, oriundos, em sua maioria, do Oriente Médio, África e Sul da Ásia. Os motivos pelos quais essas pessoas abandonam seus países são diversos, notadamente conflitos armados, perseguições, pobreza, mu¬danças climáticas e violações massivas aos direitos humanos. Trata-se da maior crise migratória e humanitária no conti¬nente europeu pós 2ª Guerra Mundial. É estimada a chegada de três milhões de imigrantes entre 2015 e 2017 na União Europeia, e a Alemanha já se comprometeu a abrigar 800 mil. Os gastos iniciais com os refugiados são altos, alvos de críticas da oposição política e de parte da população. De acordo com o sistema eu¬ropeu e o Estatuto do Refugiado, o reque¬rente de asilo se beneficia de alojamento e alimentação custeados pelos governos locais, enquanto durarem os processos de concessão dos vistos de permanência. Na Alemanha, cada adulto nessas condições recebe, ainda, €143/mês. A chanceler alemã defende o abrigo aos refugiados, acreditando que os gastos funcionam como um pequeno estímulo econômico. O governo alega que a po¬pulação alemã vem envelhecendo e, sem um movimento significativo de imigran¬tes na próxima década, a mão de obra do país perderia 4,5 milhões de trabalhadores. Isso derrubaria a tendência da taxa de crescimento de 1,5% para 0,5% e provocaria a estagnação da economia durante estimados 15 anos. De acordo com a Agência Federal de Estatísticas, o número recorde de pessoas que estão chegando à Alemanha fugindo da guerra no Oriente Médio, está incre¬mentando os gastos do governo, que au¬mentaram 1,3% no terceiro trimestre, o maior percentual desde 2009. O Produto Interno Bruto (PIB) ajustado sazonalmente cresceu 0,3% no trimestre entre julho e setembro, após expansão de 0,4% entre abril e junho.

     

    Outras matérias:

    Indústria recua 7,4% no ano – Segundo os últimos dados disponi¬bilizados pelo IBGE, a produção industrial retraiu 1,3% em setembro deste ano, após crescimento de 0,54% em maio; esta foi a quarta queda conse¬cutiva. Em setembro de 2014 também houve queda em relação a agosto, entretanto, com uma variação menos intensa, de -0,2%. Desde o início do ano passado, este foi o décimo quarto mês com retração. Em comparação com o mês imediatamente anterior, dados com ajuste sazonal. Apesar desta queda, a Indústria extrativa mostrou aceleração, em 1,0%. Este foi o segundo resultado positivo depois de três meses seguidos de recuo, sendo também o maior do período. Enquanto a de Transformação recuou 1,5%, seguindo a tendência negativa iniciada em junho. Houve queda na maioria das categorias de uso analisadas, sendo Bens de consumo duráveis o maior destaque (-5,3%). As únicas exceções foram para Bens de capital, onde houve crescimento de 1,0%, e Bens de consumo semiduráveis e não duráveis, com aumento de 0,5%. Na comparação com setembro de 2014, houve uma queda de 10,9%, mais negativa do que a taxa de agosto (-8,8%) e continuando a tendência negativa ob¬servada desde dezembro de 2013, além de ser a taxa mais intensa deste perío¬do. Assim como na análise anterior, a Indústria de transformação, com recuo de 12,6%, foi a principal influência, sendo que a Indústria extrativa acele¬rou 2,6%. Em ambos os casos, houve continuidade de suas tendências, com início em janeiro do ano passado. Para a Indústria de transformação essa foi a pior taxa desde janeiro de 2014. Diferentemente do observado na compa¬ração anterior, quando consideramos o mesmo período do ano anterior, todas as categorias de uso recuaram, com Bens de capital mostrando o maior resultado negativo (-31,7%), seguido por Bens de consumo duráveis, com retração de 27,8%. Equipamentos de transporte industrial foi a atividade com maior queda (-41,1%).

    Mercado projeta taxa de juros a 13,75% – As expectativas de mercado divulga-das no decorrer do Boletim Focus do Banco Central dessa segunda-feira (dia 23/11) elevaram as previsões para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), tirando-o da meta definida para o ano que vem. A mediana das estimativas passou de 6,5% para 6,64% em 2016, o que resultou no décimo sexto aumento consecutivo. Para o ano de 2015, os analistas do mercado enxergaram uma alta no IPCA de 10,33% contra 10,04% previsto na semana passada. Os preços administrados também subirão ainda esse ano, de acordo com os analistas. Para atingir suas metas, o Banco Cen¬tral deverá responder a essa piora espe¬rada das projeções inflacionárias redu¬zindo menos a sua taxa básica de juros (Selic). Através do boletim, a Selic deverá diminuir para 13,75% em 2016 ante 13,25% previsto anteriormente. Entretanto, para o fim do período em 2015, a taxa deverá se manter nos atuais 14,25% de juros. Para os analistas do chamado Top 5 (economistas que mais acertam as previsões), a mediana de médio prazo da Selic encerrará 2015 em 14,25% e encerrará 2016 em 13% ao ano, mantendo as taxas estáveis há duas semanas. A possibilidade da revisão dos juros para um recuo menor que o previamente espe¬rado, somado a uma possível estabilização da taxa atual por mais tempo resulta¬ria na inflação acima do teto da meta em 2016, atingindo 6,64%. Para 2017, a taxa também foi revisada para cima, marcando 5,1%. Foram revistas conjuntamente as estimativas para a atividade econômica do ano, por intermédio das projeções do mercado espera-se uma queda do Produ¬to Interno Bruto (PIB) de 3,15%, contra 3,10% avaliado anteriormente.

    Avanços na regulação do comércio Brasil–EUA – Os acordos de cooperação, harmoni¬zação de normas técnicas e conver¬gência regulatória têm composto a pauta permanente das proposições do Conselho Empresarial Brasil–Estados Unidos (CEBEU), no qual a CNC se faz representar. Dentre os diversos pontos da agenda bilateral, essas foram áreas que obtive¬ram, nesse ano, expressivo progresso, consubstanciadas pela recente assina¬tura de acordos conduzidos pelo Minis¬tério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil (MDIC) e o Departamento de Comércio dos Es¬tados Unidos (DOC). No âmbito do diálogo comercial, foram firmados três acordos relativos à Agilização dos pedidos de exame de patentes: acordo entre o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e o Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos (USP¬TO, na sigla em inglês), que estabe¬lece o projeto piloto para o compar¬tilhamento de exame de patentes – o Patent Prosecution Highway (PPH). Trata-se de um acordo de cooperação entre os escritórios dos dois Países que permite uma “via expressa” para análise de concessão de patentes e o compartilhamento de informações sobre o exame realizado pelos escritórios. O programa piloto terá dura¬ção de dois anos a contar de janeiro de 2016, limitado a 150 pedidos de patentes por escritório.

    O varejo de óticas 2014 (II) – Como apresentada no artigo anterior, uma observação muito interessante a respeito do setor ótico no Brasil foi a de que o comércio varejista também foi impulsionado por fatores extra-e¬conômicos. Assim, contribuíram para a evolução das vendas e aumento do número de estabelecimentos o envelhecimento da população, seguido da vista cansada – consequentemente, mais pessoas usando óculos; os efeitos da tecnologia sobre a visão, em virtude do uso disseminado de computadores; o acesso à internet e os smartphones. Assim, a inclusão digital afeta vidas, obrigando as pessoas a usarem óculos. Outra particularidade relevante do segmento diz respeito à predominân¬cia das micros e pequenas empresas. Indicativo de um mercado tipicamen¬te concorrencial, menos concentrado em relação aos demais, embora o número de estabelecimentos comerciais tenha se mantido praticamente o mesmo a partir de 2008. Não obstante, é relevante destacar que por causa do volume de micros e pequenas empresas, quase todas as empresas encon¬tram-se no regime tributário do Simples Nacional. Isso significa que para quase o universo, a opção por este sistema de pa¬gamentos de impostos e contribuições é extremamente importante e vantajosa, por causa da simplificação do recolhimento e da redução da carga fiscal. Por conta da estrutura, a concentração do número de empregados dá-se nas empresas com até 19 empregados, as que empregam mais. Em 2014, o contingente de 101.818 trabalhadores empregava-se em empresas com até 19 empregados (93,0%). E ape¬nas 6.633 funcionários trabalhavam nas de 20 a 49 empregados (6,1%); enquanto somente 997 empregados (0,9%) estavam nas empresas que empregavam na faixa entre 50 e 99. Curiosidade: não havia um único trabalhador na faixa de empresa que empregava entre 100 e 249 pessoas.

  • CNC – 70 anos em defesa do comércio brasileiro

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo completa, em 30 de novembro de 2015, 70 anos de atuação em defesa dos interesses dos empresários brasileiros do setor. Nesse trabalho, a CNC atua em conjunto com 27 federações estaduais e sete nacionais, que agrupam mais de mil sindicatos patronais do comércio de bens, serviços e turismo. 

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo completa, em 30 de novembro de 2015, 70 anos de atuação em defesa dos interesses dos empresários brasileiros do setor. Nesse trabalho, a CNC atua em conjunto com 27 federações estaduais e sete nacionais, que agrupam mais de mil sindicatos patronais do comércio de bens, serviços e turismo. 

    Após a fundação, em 4 de setembro de 1945, foi em 30 de novembro do mesmo ano que a CNC foi reconhecida pelo Decreto n° 20.068, como entidade representativa, no plano nacional, dos direitos dos interesses do comércio brasileiro.

    Desde então, a CNC trabalha por avanços do setor em órgãos de jurisdição e consultivos, no Brasil e no mundo. Nesses organismos, a CNC contribui com as decisões e com a formulação de diretrizes de políticas econômica, administrativa, social e ambiental.

    Como parte do seu compromisso com o fortalecimento do setor, a entidade também coordena o Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio (Sicomércio), que reúne federações e sindicatos das categorias econômicas do comércio em todo o Brasil.

    No entanto, a atuação da CNC vai além de defender os interesses desses segmentos. A Confederação administra o Sistema CNC-Sesc-Senac, referência em ações em prol do desenvolvimento social.

    Clique aqui e acesse a história da CNC navegando pela nossa linha do tempo.

  • Comércio deve estar atento à legislação sobre a venda do amianto pelo setor

    A Assessoria de Gestão das Representações (AGR) realizou, em 27 de novembro, na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) no Rio de Janeiro, a 12ª Reunião do Grupo Técnico de Trabalho sobre Meio Ambiente (GTT-MA). O Grupo recebeu o gerente do Programa Nacional pelo Banimento do Amianto, do Ministério Público do Trabalho (MPT), o procurador do Trabalho Luciano Leivas, que atualizou os representantes do comércio sobre as Leis e normas que proíbem ou limitam o uso da substância no País.

    A Assessoria de Gestão das Representações (AGR) realizou, em 27 de novembro, na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) no Rio de Janeiro, a 12ª Reunião do Grupo Técnico de Trabalho sobre Meio Ambiente (GTT-MA). O Grupo recebeu o gerente do Programa Nacional pelo Banimento do Amianto, do Ministério Público do Trabalho (MPT), o procurador do Trabalho Luciano Leivas, que atualizou os representantes do comércio sobre as Leis e normas que proíbem ou limitam o uso da substância no País.

    Leivas fez uma análise jurídica do uso do amianto no setor do comércio, destacando pontos da Lei nº 9.055, de 1º de junho de 1995, que disciplina desde a extração até a industrialização, o uso, a comercialização e o transporte do asbesto/amianto e dos produtos que o contenham, além de abordar a Norma Reguladora 15 (NR15), que determina as normas de segurança para as atividades insalubres. Segundo o procurador, existe no Brasil uma abordagem geral sobre o amianto que segue duas direções, a que estabelece o uso controlado e a de substituição. Ele esclareceu que para o MPT as normas para o uso controlado se aplicam a todos os setores da cadeia produtiva, o que inclui o comércio.

    Para Cristiane Soares, assessora da AGR, o tema é polêmico, e, para manter entidades sindicais e empresários informados sobre as normas e a fiscalização, a Confederação convidou o Ministério. “É preciso debater o assunto no GTT-MA para que possamos fazer uma orientação às nossas bases”, afirmou.

    Proibição

    Alguns estados, como Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Minas Gerais, têm legislação que proíbe o uso do amianto. Nesses existem ações civis públicas rigorosas contra comerciantes que vendem produtos que contêm a substância. “Os que ainda não têm esse tipo de lei devem seguir a regulamentação federal, que traz uma série de obrigações, como o monitoramento da saúde dos empregados expostos ao produto por até 30 anos e o monitoramento das fibras do amianto no meio ambiente laboral a cada semestre”, explicou Leivas. Para o procurador, o conjunto de obrigações estruturadas gera um custo muito maior para o produto, que tem preferência na comercialização exatamente pelo baixo custo. “Ao interpretar essas obrigações, a conclusão a que chegamos é de impossibilidade de uso seguro do produto”, afirmou Luciano Leivas, que vê o banimento como única alternativa de proteção à saúde das pessoas. “Mesmo estando escrito nas telhas que ao cortar ou furar o material não se pode respirar a poeira gerada no manuseio, estando sujeito a graves danos à saúde, não há orientações sobre como evitar a inalação dessa microfibra, e, na maioria das vezes, o funcionário não conhece os riscos a que está exposto”, defendeu. “Não estamos aqui para coagir ou causar qualquer tipo de indisposição; estamos trazendo as informações, para que os empresários do comércio tomem as decisões de acordo com as obrigações impostas e avaliem o interesse na continuidade de comercialização do produto”, declarou o procurador do MPT.

    Contraponto

    O representante da Fecomércio-PR no Grupo de Trabalho da CNC, Paulo César Nauiack, questionou o procurador sobre a fiscalização exercida no governo, que , segundo ele, é um dos principais demandantes de telhas de amianto. “A judicialização é um custo para a sociedade: mais membros para o Ministério, mais advogados, custos com advogados para empresas, lojas e indústrias. Por que não somos mais objetivos e acabamos com esse mercado de compra e venda, cobrando do governo que retire dos editais de compra? Porque o MPU não vai atrás e fiscaliza os editais”, sugeriu Nauiack. 

  • Orientador: Aspectos relacionados as sacolas plásticas

    A proposta desse produto é registrar as diferentes visões dos pontos debatidos no grupo, instituído pelo Ministério do Meio Ambiente, de forma sumária, sem perder, tanto quanto possível, a fidelidade aos termos e a clareza necessária ao entendimento das dificuldades de consenso. Assim, a CNC tem buscado contribuir nas negociações que buscam dar uma utilização mais racional a esse produto, considerando-se sua utilidade e a cultura das famílias brasileiras.

    A proposta desse produto é registrar as diferentes visões dos pontos debatidos no grupo, instituído pelo Ministério do Meio Ambiente, de forma sumária, sem perder, tanto quanto possível, a fidelidade aos termos e a clareza necessária ao entendimento das dificuldades de consenso. Assim, a CNC tem buscado contribuir nas negociações que buscam dar uma utilização mais racional a esse produto, considerando-se sua utilidade e a cultura das famílias brasileiras.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 218/2015

    DESTAQUES:

    CNC divulga o valor-base para cálculo da contribuição sindical com vigência a partir de 1º de janeiro de 2016

    CNC assina Acordo Setorial para Implantação do Sistema de Logística Reversa de Embalagens em Geral

    Fazenda disciplina norma que trata do pagamento de gratificação de presença em sessões de julgamento do CARF

    Divulgada a meta para a Taxa Selic a partir de 26 de novembro de 2015

    DESTAQUES:

    CNC divulga o valor-base para cálculo da contribuição sindical com vigência a partir de 1º de janeiro de 2016

    CNC assina Acordo Setorial para Implantação do Sistema de Logística Reversa de Embalagens em Geral

    Fazenda disciplina norma que trata do pagamento de gratificação de presença em sessões de julgamento do CARF

    Divulgada a meta para a Taxa Selic a partir de 26 de novembro de 2015

    Promulgada lei do Município do Rio de Janeiro obrigando os bares, restaurantes e similares, que apresentem música ao vivo, a divulgarem os procedimentos a este serviço

  • Boletim Informativo Diário (BID) 217/2015

    DESTAQUES:

    Designados representantes da CNC para o Comitê Gestor Nacional de Produção e Consumo Sustentáveis-CGPCS

    Divulgado o calendário das reuniões do Conama para 2016

    Arquivado o pedido de registro sindical de interesse do Sindicato das Empresas de Transporte de Valores dos Estados da Bahia e Sergipe – SINDEVALORES

    Convocação do Sindicato dos Leiloeiros Públicos e Oficiais dos Estados do Paraná e Santa Catarina para a Assembleia Geral Extraordinária que será realizada no dia 04 de dezembro de 2015

    DESTAQUES:

    Designados representantes da CNC para o Comitê Gestor Nacional de Produção e Consumo Sustentáveis-CGPCS

    Divulgado o calendário das reuniões do Conama para 2016

    Arquivado o pedido de registro sindical de interesse do Sindicato das Empresas de Transporte de Valores dos Estados da Bahia e Sergipe – SINDEVALORES

    Convocação do Sindicato dos Leiloeiros Públicos e Oficiais dos Estados do Paraná e Santa Catarina para a Assembleia Geral Extraordinária que será realizada no dia 04 de dezembro de 2015

    Convocação do Sindicato Patronal do Comércio Varejista de Tatuí para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 15 de Dezembro de 2015

  • Capilaridade gera vantagem na representação

    A Assessoria de Gestão das Representações (AGR) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) realiza, em 26 de novembro, no Rio de Janeiro, o 4º Encontro com Gestores das Representações da Rede Nacional de Representações do Sistema Confederativo do Comércio (Renar). Durante todo o dia, executivos das representações das federações de comércio e da própria Confederação estarão reunidos para análise de casos, palestras e estudos.

    A Assessoria de Gestão das Representações (AGR) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) realiza, em 26 de novembro, no Rio de Janeiro, o 4º Encontro com Gestores das Representações da Rede Nacional de Representações do Sistema Confederativo do Comércio (Renar). Durante todo o dia, executivos das representações das federações de comércio e da própria Confederação estarão reunidos para análise de casos, palestras e estudos.

    Na abertura do evento, o vice-presidente da Confederação e deputado federal Laércio Oliveira falou do trabalho de representação. “A cada momento surge um fato novo, e precisamos estar preparados para os enfrentamentos. Vocês são os atores do processo de mudança. Por isso, a Confederação apoia a capilaridade de nosso Sistema, uma de nossas maiores riquezas”, destacou. 

    Laércio Oliveira também tratou da responsabilidade e da visibilidade gerada pelo trabalho da Renar. “Falar em nome de uma instituição ou entidade é um grande peso, requer compromisso. E, ao assumirmos este compromisso, temos a necessidade de sermos referência, e nada melhor que conhecer aquilo que estamos fazendo e a opinião da instituição, porque a representação é a razão de ser de nossas instituições”. Ao abordar o cenário brasileiro, Laércio lamentou os últimos fatos ocorridos no Congresso Nacional: “É um momento difícil. Precisamos de homens e mulheres comprometidos com nosso País e com a mudança da sociedade”.

    Wany Pasquarelli, chefe da AGR, também enfatizou a capacidade de adaptação e atuação os gestores, sobretudo no atual cenário no País e no mundo. “Trabalhar de forma integrada é o que dará mais força para a potência que é a CNC”.  “A CNC tem a preocupação de levar essa responsabilidade para as Federações. A razão de ser de uma Federação é defender os legítimos interesses dos representados. E o melhor lugar que um empresário deve estar para defender seus interesses é aqui, nas nossas entidades, nos sindicatos, federações do Sistema.”

  • Pesquisa sobre representantes é apresentada em encontro da Renar

    A Assessoria de Gestão das Representações (AGR) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apresentou, em 26 de novembro, durante o 4º Encontro com Gestores das Representações da Rede Nacional de Representações do Sistema Confederativo do Comércio (Renar), uma pesquisa sobre o perfil e a atuação dos representantes do Sistema Comércio.  

    A Assessoria de Gestão das Representações (AGR) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apresentou, em 26 de novembro, durante o 4º Encontro com Gestores das Representações da Rede Nacional de Representações do Sistema Confederativo do Comércio (Renar), uma pesquisa sobre o perfil e a atuação dos representantes do Sistema Comércio.  

    Cristiano Costa, assessor técnico da AGR, detalhou dados do levantamento realizado pela AGR com o objetivo de levantar informações que auxiliem nas estratégias de aperfeiçoamento da atuação em defesa de interesses dos empresários do comércio.

    Costa informou que o número de respondentes representa 25% dos representantes do Sistema. Os participantes receberam questões relacionadas à atuação e sobre informações e orientações institucionais para o desenvolvimento do trabalho. Segundo Cristiano, 45% dos participantes da pesquisa são funcionários do Sistema e 38% dirigentes sindicais (38%), este último grupo formado por presidente e diretores de sindicatos, federações, ou do departamento nacional ou regional do Sesc e do Senac.  

    Ainda segundo o estudo da AGR, quase a totalidade dos representantes (97%) declarou se sentir seguro e preparado para atuar e destes, mais de 60% recebe treinamentos e cursos para aprimorar seu trabalho. “Para termos um sistema fortalecido, que defenda os interesses dos empresários, devemos melhorar ainda mais a atuação dos nossos representantes”, afirmou. 

    Após avaliar a pesquisa, os gestores das representações apontaram objetivos a serem implementados na representação. Entre as propostas, foi indicada a realização de um trabalho de sensibilização dos representantes para que entendam a necessidade contínua de capacitação e atualização sobre os temas e áreas em que atuam. “Nossos representantes precisam ser sensibilizados da importância desse trabalho” afirmou Marília Hafermann, representante da Fecomércio-SC. 

    Capacitação de representantes vai alcançar todo o país

    Durante o Encontro, Cristiane Soares, assessora da AGR, falou sobre o programa de capacitação para os representantes, que será ofertado em ambiente virtual de aprendizagem. A educação à distância (EAD) foi escolhida para permitir a formação chegasse a todo o País em qualquer momento. “Não queríamos apenas criar um programa, mas inovar na forma de chegar aos representantes, por isso escolhemos trabalhar com o EAD. Teremos um módulo inicial com informações comuns a todos, que estamos chamando de ambientação, e depois o representante contará com programas específicos”, esclareceu. “A capacitação também irá focar em questões referentes à gestão formal das representações, que incluem preparação, postura e dar o devido retorno do trabalho realizado, como o relatório, essencial para que possamos melhorar a gestão da informação”, explicou Cristiane. Segundo ela, a previsão é que o primeiro módulo seja entregue no primeiro semestre de 2016.