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  • Confiança do empresário do comércio completa quase um ano em queda

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), chegou a 81,5 pontos em setembro, numa escala de 0 a 200. O resultado, livre de fatores sazonais, levou o Icec a registrar a 11ª queda mensal em um ano. O recuo foi de 4,1% em relação ao mês de agosto e de 26,6% ante o mesmo período de 2014. Oito dos nove componentes da pesquisa atingiram o menor patamar da série histórica, iniciada em março de 2011. Na avaliação da CNC, o resultado de setembro confirma 2015 como o pior ano do varejo desde 2003.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), chegou a 81,5 pontos em setembro, numa escala de 0 a 200. O resultado, livre de fatores sazonais, levou o Icec a registrar a 11ª queda mensal em um ano. O recuo foi de 4,1% em relação ao mês de agosto e de 26,6% ante o mesmo período de 2014. Oito dos nove componentes da pesquisa atingiram o menor patamar da série histórica, iniciada em março de 2011. Na avaliação da CNC, o resultado de setembro confirma 2015 como o pior ano do varejo desde 2003.

    O recuo foi puxado principalmente pelas quedas de 8,3% na comparação mensal e 46,5% na anual do subíndice que mede a percepção dos empresários sobre as condições atuais. O componente com pior grau de insatisfação entre os empresários é a avaliação do estado corrente da economia brasileira, que está em 21,5 pontos. A variação anual desse quesito atingiu, em setembro, um recuo de 65,5%. Na opinião de 93,9% dos entrevistados a economia está pior que no mesmo período do ano passado – maior percentual de insatisfação já registrado em mais de 55 meses de pesquisa.

    Apesar da queda de 2,4% em comparação com o mês de agosto, o subíndice que mede as expectativas dos empresários do comércio registrou 121,7 pontos e é o único que se mantém acima da zona negativa (menos de 100 pontos). Ainda assim, para 46,9% dos entrevistados a economia vai piorar nos próximos meses.

    O mês de setembro, que abre normalmente a temporada de ofertas de vagas para trabalhadores temporários no final de ano, mostrou-se pouco favorável para contratações. As perspectivas continuarão baixas nessa área. A maioria dos entrevistados (61,1%) pretendem reduzir a contração de funcionários nos próximos meses. A intenção dos empresários de investir em estoques também está em queda, registrando recuos de 0,2% na comparação mensal e 6,8% ante o mesmo período do ano passado.

    A CNC revisou a queda no volume de vendas de 2015 de 2,4% para 2,9% no conceito restrito. Incluídos os dados do comércio automotivo e de materiais de construção, o recuo é ainda maior: 6,7% até o final do ano.

  • Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec): setembro de 2015

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresárias do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresárias do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos.

  • CNC divulga amanhã resultados de SETEMBRO do Icec

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, quinta-feira, dia 8 de outubro, os resultados de SETEMBRO do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). O economista Fabio Bentes estará disponível para atender os jornalistas e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre o Icec

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, quinta-feira, dia 8 de outubro, os resultados de SETEMBRO do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). O economista Fabio Bentes estará disponível para atender os jornalistas e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre o Icec

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente seis mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os subíndices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos. O Icec avalia as condições atuais, as expectativas e as intenções de investimento dos empresários do comércio.

     

  • Dia da Micro e Pequena Empresa é marcado por sessão solene no Congresso Nacional

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) participou hoje, 6 de outubro, da Sessão Solene em Homenagem ao Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa, no Plenário Ulisses Guimarães, da Câmara dos Deputados, em Brasília – DF, presidida pelo deputado Jorginho Melo, do PR de Santa Catarina.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) participou hoje, 6 de outubro, da Sessão Solene em Homenagem ao Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa, no Plenário Ulisses Guimarães, da Câmara dos Deputados, em Brasília – DF, presidida pelo deputado Jorginho Melo, do PR de Santa Catarina.

    Na oportunidade, houve a divulgação do Movimento Compre dos Pequenos, de iniciativa do Sebrae Nacional, e uma homenagem ao ex-deputado Pedro Eugênio, falecido em abril deste ano, autor de projetos importantes que resultaram na modernização da legislação em favor das MPES. O evento contou com a presença dos vice-presidentes da CNC Adelmir Santana – representando o presidente, Antonio Oliveira Santos –, e Bruno Breithaupt, presidente da Fecomércio-SC, ao lado do ex-ministro de Estado Chefe da Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif.

    Em nome da CNC, Adelmir Santana parabenizou a iniciativa e destacou a criação do Microempreendedor Individual (MEI), o qual possibilitou a inclusão de “mais de cinco milhões de pessoas que tiveram o reconhecimento do Estado brasileiro, fazem parte da Previdência brasileira e obtêm ganhos econômicos e sociais impressionantes”.

    Segundo ele, as revisões legais, ao longo dos anos, e seus avanços confirmam, a cada dia, a importância da micro e pequena empresa nos negócios brasileiros. “O resultados são amparados pelos dados, que atestam o volume de trabalhadores empregados, a participação no PIB e a participação no universo das empresas brasileiras hoje optantes pelo Simples”, finalizou Adelmir.

    Para o presidente da Fecomércio-SC e vice-presidente da CNC, Bruno Breithaupt, as micros e pequenas empresas “são a porta de entrada e o principal canal de vazão dessa energia criadora que fomenta o desenvolvimento da sociedade”.

    Ele destacou a importância do reconhecimento desse nicho empresarial, levando-se em consideração a relevância das micros e pequenas empresas para a manutenção da livre concorrência em um país, fazendo com que os avanços da economia sejam socializados, gerando distribuição de renda e aumento do bem-estar da Nação.

    “Nesse sentido, a promulgação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa significou um marco importante para o desenvolvimento econômico do País”, afirmou Breithaupt.

    Presidindo a mesa, o deputado Jorginho Melo, presidente da Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa, afirmou que “Enquanto as grandes empresas têm dificuldades, as micros e pequena empresas empregam. Crescemos em 116 mil postos de trabalho apenas em 2015, enquanto as médias e grandes empresas tiveram retração de 600 mil postos de trabalho”.

    O deputado fez um pedido ao Senado Federal em relação ao Projeto do Supersimples já aprovado na Câmara. “Peço à liderança do senador Humberto Costa e da senadora Ana Amélia, que estão aqui, para que o Projeto de Lei que está no Senado seja aprovado sem alterações, a fim de que as mudanças no teto e nas tabelas de enquadramento entrem em vigência ainda em 2015.”

    A diretora do Sebrae Heloísa Menezes também citou o PLP 25, ressaltando a importância do trabalho da Frente Parlamentar e o apoio do Sebrae, que registrou 10.200 milhões de atendimentos em 2014. “Valorizar a micro e pequena empresa é valorizar o Brasil”, disse Heloísa.

    Já a Senadora Ana Amélia (PP-RS) ressaltou a importância das micros e pequenas empresas, especialmente neste momento de crise econômica. “Ontem o nosso líder das micros e pequenas empresas no Senado, senador José Pimentel (PT-PI), fez um desafio para que esse processo de abertura e fechamento de empresas seja de 48 horas. Penso que esse é o caminho, e não o aumento da carga tributária, mas da desoneração do setor.”

    E o ex-ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, fechou a sessão falando sobre a simplificação da formalização das empresas em geral, iniciada no Distrito Federal, em ato a ser assinado hoje que vai facilitar a vida empresarial, pois a “a regularização vai descomplicar também a vida de todos os micros e pequenos empresários”.

    Além do presidente da Confederação Nacional das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Comicro), José Tarcísio Silva, também estiveram presentes no evento e fizeram uso da palavra vários parlamentares de diversos partidos, o que evidencia a força e a representatividade das micros e pequenas empresas.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 184/2015

    DESTAQUES:

    Regulamentada a meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais e esportivos

    Instituída a Comissão Especial de Reforma do Estado

    Aprovado o Regimento da 15ª Conferência Nacional de Saúde

    Criada a Comissão Técnica “Produtos para Tratamento Acústico ou Isolamento Térmico para uso na Construção Civil”, composta, entre outras instituições, pela Fecomércio-SP

    Excluída a categoria “econômica do comércio varejista de derivados de petróleo” da representação do Sindicato do Comércio Varejista de Jaú – SP

    DESTAQUES:

    Regulamentada a meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais e esportivos

    Instituída a Comissão Especial de Reforma do Estado

    Aprovado o Regimento da 15ª Conferência Nacional de Saúde

    Criada a Comissão Técnica “Produtos para Tratamento Acústico ou Isolamento Térmico para uso na Construção Civil”, composta, entre outras instituições, pela Fecomércio-SP

    Excluída a categoria “econômica do comércio varejista de derivados de petróleo” da representação do Sindicato do Comércio Varejista de Jaú – SP

    Designados representantes do Senac para compor o Fórum Nacional de Apoio à Formação e Qualificação Profissional

  • Informe Representações 347

    Assessoria de Gestão das Representações 06/10/2015 – Ano 5, nº 347


    CÂMARA DOS DEPUTADOS

    Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas

    Assessoria de Gestão das Representações 06/10/2015 – Ano 5, nº 347


    CÂMARA DOS DEPUTADOS

    Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas

    Adelmir Araújo Santana, vice-presidente da CNC e presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal, representa a entidade na sessão solene em homenagem ao Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa, da divulgação do movimento Compre dos Pequenos, promovido pelo Sebrae Nacional, e da homenagem ao ex-deputado Pedro Eugênio “In Memoriam”, que se realiza na manhã hoje, 6 de outubro de 2015, no Plenário Ulysses Guimarães, na Câmara dos Deputados, em Brasília/DF.

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.org.br

  • Boletim Informativo Diário (BID) 183/2015

    DESTAQUES:

    Reconduzida Conselheira Suplente representante das Empresas (CNC) no Conselho de Recursos da Previdência Social

    Medida Provisória reorganiza a estrutura da Presidência da República e dos Ministérios

    Nomeados novos Ministros de Estado

    Arquivado o processo do Sindicato do Comércio Varejista de Veículos Automotores Usados no Estado de Santa Catarina

    Excluídos municípios da representação do Sindicato do Comércio Varejista de Peças e Acessórios para Veículos no Estado de São Paulo

    DESTAQUES:

    Reconduzida Conselheira Suplente representante das Empresas (CNC) no Conselho de Recursos da Previdência Social

    Medida Provisória reorganiza a estrutura da Presidência da República e dos Ministérios

    Nomeados novos Ministros de Estado

    Arquivado o processo do Sindicato do Comércio Varejista de Veículos Automotores Usados no Estado de Santa Catarina

    Excluídos municípios da representação do Sindicato do Comércio Varejista de Peças e Acessórios para Veículos no Estado de São Paulo

    TCU especifica forma e prazos para que os dirigentes das entidades do Sistema S apresentem o relatório de gestão referente ao exercício de 2015

  • Informe Sindical 262

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Alterado o cálculo do Fator Acidentário de Prevenção (FAP) – O Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) editou a Resolução nº 1.327, de 24 de setembro de 2015, publicada no Diário Oficial da União (DOU) em edição de 25 de setembro de 2015, a fim de alterar o cálculo do Fator Acidentário de Prevenção (FAP), que passa a ser calculado por estabelecimento, e não mais pela atividade preponderante da empresa. Essa alteração do cálculo, além de beneficiar a maioria das empresas, pois as mesmas poderão segregar os maiores riscos da atividade por estabelecimento, de outra parte, possibilita, nos estabelecimentos cujos riscos acidentários previdenciários forem menores, se¬parar o cálculo da FAP por atividades distintas daquela realizada (atividades realizadas nos escritórios e depar¬tamentos administrativos, por exemplo), exatamente porque seus trabalhadores não estão em contato direto com os riscos da atividade preponderante da empresa, situação que irá gerar notória economia. O fator acidentário é um multiplicador, que varia de 0,5 a 2 pontos, a ser aplicado às alíquotas de 1%, 2% ou 3% da tarifação coletiva por subclasse econômica, incidentes sobre a folha de salários das empresas para custear aposentadorias especiais e benefícios decorrentes de acidentes de traba¬lho.

     

    Tomadoras de serviços não são responsáveis por verbas trabalhistas de fiscal de vigilantes terceirizados – Um fiscal operacional da EBV Empresa Brasileira de Vigilância Ltda., do Paraná, tentou responsa¬bilizar subsidiariamente os vários tomadores de serviço da empregadora por suas verbas trabalhistas, mas teve o agravo de instrumento desprovido pela Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), em sessão realizada em 26/08/2015. Na reclamação trabalhista, ajuizada na 1ª Vara do Tra¬balho de Curitiba, o fiscal indicou, além da EBV, uma extensa lista de tomadores do serviço, entre bancos, empresas estatais, indústrias e estabelecimentos comer¬ciais, hotel e agência de propaganda. Ele alegou que, na condição de fiscal dos vigilantes, fazia visitas aos tomadores do serviço para verificar o bom andamento dos serviços, com visitas diárias de cerca de 30 minutos a vários postos.

     

    Restabelecida a justa causa de atendente de telemarketing que teve o ponto registrado por colega – A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho julgou válida a aplicação de justa causa pela Contax¬-Mobitel S. A. a uma operadora de telemarketing que faltou o trabalho, mas deixou o crachá para uma colega registrar o ponto. Para o relator do recurso, ministro Alberto Bresciani, ela praticou ato de improbidade e mau procedimento, que inviabiliza a manutenção do vínculo de emprego. Após a dispensa, a trabalhadora ajuizou ação reque¬rendo a reversão da justa causa, alegando que foi au¬torizada por uma encarregada a deixar o crachá com a colega, para não perder uma comissão. Em sua defesa, a empregadora afirmou que ela cometeu falta grave, passível de justa causa.

     

    Jurisprudência:

    Contribuição sindical compulsória – cobrança – desnecessidade de filiação – art. 578 da clt.

    Agravo de instrumento. Conhecimen¬to do recurso ordinário. Reclamada micro empresa. Assistência judiciá¬ria gratuita.

    Acidente de percurso. Responsabi¬lidade civil. Ausência de culpa do empregador.

     

    Noticiário CERSC

    Reunião do dia 17 de setembro de 2015 da Comissão de Enquadramento e Registro Sindical do Comércio (CERSC) – Processo nº 093, Interessado: Sindicato do Comércio Varejista de São Francisco de Assis, Relator: Lázaro Luiz Gonzaga; Processo nº 247, Interessado: Sindicato dos Despachantes de Belém, Relator: Lázaro Luiz Gonzaga; Processo nº 581, Interessado: Sindicato de Hotelaria do Estado do Rio Grande do Sul, Relator: Carlos Amaral; Processo nº 841, Interessado: Sindicato dos Despachantes do Estado de São Paulo, Relator: Lázaro Luiz Gonzaga; Processo nº 1896, Interessado: Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais, Relator: Ivo Dall’Acqua; Processo nº 1897, Interessado: Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais, Relator: Daniel Mansano; Processo nº 1911, Interessado: Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Amapá, Relator: Carlos Amaral; Processo nº 1870, Interessado: L. A. Contab., Relator: Ivo Dall’Acqua; Processo nº 1872, Interessado: Indekoll Assessoria Contábil Ltda., Relator: Joel Köbe e Processo nº 1874, Interessado: L. A. Contab., Relator: Francisco Valdeci.

  • Informe Sindical 261

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    A Instrução Normativa nº 20/2015 e o acordo coletivo de trabalho específico – O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) editou a Instrução Normativa (IN) nº 20, de 24 de julho de 2015, publicada no Diário Oficial da União (DOU) em edição de 3 de junho de 2015, alterando dispositivos da IN nº 16, de 15 de outubro de 2013, que dispõe sobre o depósito, registro e arquivo de convenções e acordos coletivos de trabalho nos órgãos do MTE e sobre a solicitação de mediação coletiva de conflitos trabalhistas. As referidas alterações objetivam adequar a IN nº 16/2003 para o depósito, registro e arquivo do chamado acordo coletivo de trabalho específico, a que se refere a recente Medida Provisória (MPV) nº 680/2015, que instituiu o Plano de Proteção ao Emprego (PPE), e a Portaria nº 945/2015, que regulamenta a autorização transitória para trabalho aos domingos e feriados civis e religiosos. Oportuno ressaltar que não houve alteração com relação ao ato de entrega dos instrumentos coletivos de trabalho via internet, por meio do Sistema MEDIADOR, para fins de depósito, registro e arquivo eletrônico dos mesmos.

     

    Decisão judicial confirma o direito de o comércio funcionar aos domingos e feriados – A Lei nº 10.101/2000, que disciplina a participação dos trabalhadores nos lucros ou resultados da empresa, autoriza de forma permanente, nos artigos 6º e 6º-A, o trabalho aos domingos e feriados no comércio em geral, observando-se, no caso, a legislação municipal porventura existente. A Lei municipal, no caso, deve explicitar o interesse local (art. 30, I, da CF) para o fechamento do comércio aos domingos (violência, estado de emergência, etc.). Não pode, por exemplo, dispor de matéria trabalhista, cuja competência é exclusiva da União (art. 22, I, CF), situação que atrairia sua inconstitucionalidade, nesse ponto, pela notória usurpação de competência. De qualquer forma, sempre há tentativas de impedir o pleno exercício desse direito às diversas categorias econômicas do comércio em geral, como ocorreu no município de Caratinga, estado de Minas Gerais, quando a prefeitura municipal, no final do mês de julho de 2015, determinou, com base em lei municipal de 1988, que o comércio local não poderia mais funcionar aos domingos e feriados.

     

    TST define IPCA como fator de atualização de créditos trabalhistas – O Pleno do Tribunal Superior do Trabalho decidiu, em sessão realizada em 04/08/2015, que os créditos trabalhistas devem ser atualizados com base na variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice será utilizado pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) para a tabela de atualização monetária da Justiça do Trabalho (Tabela única). A decisão foi tomada no julgamento de arguição de inconstitucionalidade suscitada pelo ministro Cláudio Brandão em relação a dispositivo da Lei da Desindexação da Economia (Lei nº 8.177/1991) que determinava a atualização dos valores devidos na Justiça do Trabalho pela Taxa Referencial Diária (TRD). Por unanimidade, o Pleno declarou a inconstitucionalidade da expressão “equivalentes à TRD”, contida no caput do artigo 39 da lei, e deu interpretação conforme a Constituição Federal para o restante do dispositivo, a fim de preservar o direito à atualização monetária dos créditos trabalhistas.

     

    Jurisprudência:

    Pagamento de gorjeta. Modalidade obrigatória não comprovada. Impossibilidade de integração.

     

    Noticiário CERSC

    Reunião do dia 17 de agosto de 2015 da Comissão de Enquadramento e Registro Sindical do Comércio (CERSC) – Processos analisados: Processo nº 675, Interessado: Sindicato do Comércio de Autopeças do Estado de Pernambuco, Relator: Carlos Amaral; Processo nº 1844, Interessado: L. A. Contab., Relator: Ivo Dall’Acqua; Processo nº 1854, Interessado: Sindicato das Distribuidoras de Combustíveis do Estado da Bahia, Relator: Joel Köbe; Processo nº 1869, Interessado: L. A. Contab., Relator: Joel Köbe; Processo nº 1876, Interessado: Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor do Espírito Santo, Relator: Daniel Mansano; Processo nº 1886, Interessado: Contabilnew Contabilidade Ltda., Relator: Carlos Amaral; Processo nº 1888, Interessado: Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor do Espírito Santo, Relator: Lázaro Luiz Gonzaga; Processo nº 1889, Interessado: Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor do Espírito Santo, Relator: Ivo Dall’Acqua; Processo nº 1891, Interessado: Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio Grande do Norte, Relator: Ivo Dall’Acqua; Processo nº 1893, Interessado: Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor do Espírito Santo, Relator: Daniel Mansano e Processo nº 1894, Interessado: Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor do Espírito Santo, Relator: Lázaro Luiz Gonzaga.

     

  • CNC prevê primeira queda nas vendas de Natal desde 2004

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) prevê que o Natal deste ano deverá registrar a primeira queda nas vendas desde 2004. A expectativa de movimentação financeira é de R$ 32,2 bilhões, o que representará uma queda de 4,1% em relação ao ano passado. A confirmação desse quadro deverá frear a demanda por trabalhadores temporários em 2015. De acordo com a CNC, pela primeira vez desde 2009 a estimativa aponta para uma retração de 2,3% no número de vagas em relação ao ano anterior.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) prevê que o Natal deste ano deverá registrar a primeira queda nas vendas desde 2004. A expectativa de movimentação financeira é de R$ 32,2 bilhões, o que representará uma queda de 4,1% em relação ao ano passado. A confirmação desse quadro deverá frear a demanda por trabalhadores temporários em 2015. De acordo com a CNC, pela primeira vez desde 2009 a estimativa aponta para uma retração de 2,3% no número de vagas em relação ao ano anterior.

    O segmento de móveis e eletrodomésticos será um dos mais afetados pela significativa desvalorização cambial, pela inflação elevada e sobretudo pelo encarecimento do crédito. A previsão da CNC é que o setor apresente uma das maiores retrações em relação a 2014, com queda de 16,3% nas vendas. Dos oito segmentos avaliados, entre eles hiper e supermercados, vestuário e calçados, farmácias e perfumarias, só há expectativa de crescimento das vendas no ramo de artigos de uso pessoal e doméstico, de 3,1%.

    Menos empregos temporários para o fim do ano

    Diante desse cenário, a contratação de trabalhadores temporários deverá ser impactada. Apesar da previsão de queda de 2,3% no número de vagas em relação a 2014, a demanda sazonal por emprego no comércio varejista deverá levar o setor a oferecer 139,6 mil posições, uma vez que o volume de vendas do comércio costuma crescer, em média, 35% no último mês do ano. A CNC estima que o salário médio de admissão poderá chegar a R$ 1.442,00.

    Assim como nas vendas, a tendência de retração de vagas temporárias será liderada pelo ramo de móveis e eletrodomésticos (-10,5%), seguido por livrarias e papelarias (-5,0%) e pelas lojas de vestuário e acessórios (-4,9%). Apesar da expectativa de queda nas vendas de vestuário, esse ramo, somado ao varejo de hiper e supermercados e às lojas de artigos de uso pessoal e doméstico, deverá responder por oito em cada dez temporários contratados para o Natal de 2015.

    Clique aqui para acessar a análise completa da CNC.