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  • Boletim Informativo Diário (BID) 176/2015

    DESTAQUES:

    Divulgado o preço médio dos combustíveis a partir de 1º de outubro de 2015

    Convocação do Sindicato Nacional do Comércio Atacadista de Papel e Papelão para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 10 de novembro de 2015

    Convite do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e Lojas de Conveniência no Estado do Rio de Janeiro – SINDESTADO-RJ para reunião no dia 28 de setembro de 2015

    DESTAQUES:

    Divulgado o preço médio dos combustíveis a partir de 1º de outubro de 2015

    Convocação do Sindicato Nacional do Comércio Atacadista de Papel e Papelão para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 10 de novembro de 2015

    Convite do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e Lojas de Conveniência no Estado do Rio de Janeiro – SINDESTADO-RJ para reunião no dia 28 de setembro de 2015

  • Congresso começa a analisar PEC da nova CPMF

    Três propostas do governo para aumentar receitas e cortar despesas em busca do equilíbrio das contas públicas já chegaram ao Congresso. Uma delas recria a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Outra extingue o abono-permanência, bônus concedido a servidores públicos federais que optam por continuar trabalhando mesmo podendo se aposentar. A terceira aumenta o Imposto de Renda sobre ganhos de capital na venda de bens como imóveis.

    Três propostas do governo para aumentar receitas e cortar despesas em busca do equilíbrio das contas públicas já chegaram ao Congresso. Uma delas recria a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Outra extingue o abono-permanência, bônus concedido a servidores públicos federais que optam por continuar trabalhando mesmo podendo se aposentar. A terceira aumenta o Imposto de Renda sobre ganhos de capital na venda de bens como imóveis.

    A CPMF foi criada pela primeira vez no governo Fernando Henrique Cardoso, em 1997. A contribuição continuou em vigor por todo o primeiro mandato do presidente Lula e foi extinta em 2007 pelo Senado. Originalmente, destinava-se a cobrir gastos com saúde. Agora, o governo Dilma Rousseff quer taxar todas as movimentações em 0,2% visando arrecadar R$ 32 bilhões por ano para a Previdência Social.

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 140/2015 começa a tramitar pela Câmara. Para entrar em vigor, precisará ser aprovada por, pelo menos, 308 deputados e 49 senadores em dois turnos de votação, em ambas as Casas.

    De acordo com a lei tributária, a cobrança efetiva só pode começar 90 dias após a aprovação. Há uma semana, em reunião na Comissão Mista de Orçamento (CMO), o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, defendeu a CPMF como um tributo de menor impacto inflacionário, capaz de produzir os recursos necessários para reduzir o déficit da Previdência.

    Abono-permanência

    Com a PEC 139/2015, o governo pretende acabar com o bônus recebido por servidores públicos federais que permanecem na ativa apesar de reuniram todas as condições para a aposentadoria. O chamado abono-permanência foi instituído pela Emenda Constitucional 41/2003 e corresponde ao valor da contribuição previdenciária mensal do servidor que o requerer, desde que tenha cumprido os requisitos para aposentadoria e opte em permanecer em atividade.

    O benefício foi criado para evitar aposentadorias precoces dos servidores. Em 1991, por exemplo, o Poder Executivo federal contava em seus quadros com mais de 660 mil servidores. Em 2002, antes da promulgação da emenda, esse número caiu para 530 mil servidores. Já em dezembro de 2014, 705 mil funcionários efetivos estavam na ativa.

    “O atual perfil e quantitativo dos servidores públicos civis da União deixa de exigir estímulos especiais à permanência do servidor público civil na ativa, o que permitirá ainda natural efeito renovador no serviço público federal”, argumenta o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na justificativa do projeto. Atualmente o governo gasta R$ 1,2 bilhão com a concessão do abono aos servidores que permanecem na ativa.

    Com essa medida, o governo espera economizar mais de R$ 7 bilhões nos próximos cinco anos. A PEC também começa a tramitar pela Câmara dos Deputados.

    Ganhos de capital

    Já a MP 692/2015 será examinada por uma comissão mista formada por deputados e senadores, mas já está em vigor. O texto cria alíquotas progressivas para o Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) sobre ganhos de capital, cobradas quando um bem comprado por um valor é vendido por um valor maior.

    Atualmente, sobre o IRPF de ganhos de capital incide apenas uma alíquota única de 15%. A medida deve atingir sobretudo a venda de imóveis. Para quem lucra até R$ 1 milhão, o imposto continua o mesmo, 15%. Na faixa que exceder R$ 1 milhão e for até R$ 5 milhões, a alíquota é de 20% e, de R$ 5 milhões a R$ 20 milhões, 25%. Para ganhos de capital acima de R$ 20 milhões, o tributo é de 30%.

    Na hipótese de alienação em partes do mesmo bem ou direito, a partir da segunda operação, o ganho de capital deve ser somado aos ganhos obtidos nas operações anteriores para fins de apuração do imposto, deduzindo-se o imposto pago nas parcelas anteriores. A norma considera como integrante do mesmo bem o conjunto de ações ou cotas de uma mesma pessoa jurídica. O governo espera arrecadar R$ 1,8 bilhão no próximo ano se a medida for confirmada pelo Congresso.

    “A Constituição prevê que os impostos serão graduados segundo a capacidade econômica do contribuinte”, justifica o ministro da Fazenda, Joaquim Levy. A MP 692/2015 pode dar ao governo uma arrecadação de R$ 10 bilhões. É que o texto prorroga de 30 de setembro para 30 de outubro o prazo de adesão de empresas que contestam dívidas com a Receita e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional ao Programa de Redução de Litígio.

    O programa permite a quitação de débitos com o uso de créditos tributários em troca de as companhias desistirem de questionar as dívidas na Justiça ou na esfera administrativa. Essas medidas fazem parte do ajuste nas contas públicas anunciado pelo governo na semana passada. Entre outras ações, o governo pretende ainda enviar ao Congresso projeto de lei para garantir o cumprimento do teto salarial a todos os agentes públicos e servidores e reduzir gastos no Programa de Aceleração do Crescimento e no Sistema S.

    Fonte Jornal do Senado

  • MP eleva imposto sobre ganho de capital para pessoa física e optante do Simples

    O governo enviou ao Congresso Nacional a Medida Provisória 692/2015, que eleva a tributação dos ganhos de capital para pessoas físicas. A alíquota atual de 15% do Imposto de Renda será substituída por quatro alíquotas (15%, 20%, 25% e 30%), que vão incidir conforme o valor do ganho.

    O texto determina que as mesmas alíquotas vão incidir sobre os ganhos de capital obtidos por pessoas jurídicas tributadas com base no Simples. O ganho de capital é a diferença entre os rendimentos recebidos com a venda de um ativo (como ações e imóveis) e o custo de aquisição dele.

    O governo enviou ao Congresso Nacional a Medida Provisória 692/2015, que eleva a tributação dos ganhos de capital para pessoas físicas. A alíquota atual de 15% do Imposto de Renda será substituída por quatro alíquotas (15%, 20%, 25% e 30%), que vão incidir conforme o valor do ganho.

    O texto determina que as mesmas alíquotas vão incidir sobre os ganhos de capital obtidos por pessoas jurídicas tributadas com base no Simples. O ganho de capital é a diferença entre os rendimentos recebidos com a venda de um ativo (como ações e imóveis) e o custo de aquisição dele.

    A MP 692 também determina que no caso de o ativo ser vendido em parcelas, a partir da segunda operação o ganho de capital deve ser somado aos ganhos auferidos nas parcelas anteriores para fins de determinação das alíquotas. O objetivo é impedir que se parcele a venda do bem para evitar as alíquotas maiores.

    A MP é uma das iniciativas tributárias do pacote anunciado pelo governo no dia 14 de setembro, que prevê corte de R$ 26 bilhões na programação de despesas do próximo ano e aumento de arrecadação, via elevação da carga tributária, de R$ 40,2 bilhões.

    O objetivo da MP é gerar receita para 2016, quando as novas alíquotas entram em vigor. Também fazem parte do pacote as propostas de emenda à Constituição (PECs) 139/2015, que extingue o abono de permanência no serviço público, e a 140/2015, que recria a CPMF.

    Adesão ao Prorelit

    A MP 692 alterou ainda o prazo de adesão ao Programa de Redução de Litígios Tributários (Prorelit), instituído pela Medida Provisória 685/2015, em tramitação no Congresso Nacional. O requerimento de adesão deverá ser apresentado até 30 de outubro (o prazo original era 30 de setembro), com pagamento em dinheiro equivalente a, no mínimo:

    – 30% do valor dos débitos, a ser efetuado até 30 de outubro;

    – 33% do valor dos débitos, a ser efetuado em duas parcelas até o último dia útil dos meses de outubro e novembro; ou

    – 36% do valor dos débitos, a ser efetuado em três parcelas até o último dia útil dos meses de outubro, novembro e dezembro.

    O valor de cada parcela mensal, para o contribuinte que optar pelo pagamento de 33% ou 36%, será acrescido de juros equivalentes à taxa Selic acumulada mensalmente e de 1% relativamente ao mês em que o pagamento estiver sendo efetuado.

    O Prorelit permite ao contribuinte quitar débitos tributários, vencidos até 30 de junho de 2015, com a Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional PGFN) que estejam em discussão administrativa ou judicial.

    Tramitação

    A MP 692 será analisada em uma comissão mista de deputados e senadores. Se aprovada, segue para votação nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado.

  • Cancelada apresentação do parecer na comissão especial da Reforma Tributária

    A reunião da comissão especial da Reforma Tributária para apresentação do parecer do relator, deputado Andre Moura (PSC-SE), foi cancelada por falta de quórum. Os parlamentares devem se reunir para análise do relatório na próxima terça-feira.

    Substituição de tributos

    O relator disse que vai sugerir a substituição de vários tributos federais por um único Imposto sobre Valor Agregado (IVA); além da unificação das alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Essas mudanças, segundo ele, seriam gradativas, ao longo de oito anos.

    A reunião da comissão especial da Reforma Tributária para apresentação do parecer do relator, deputado Andre Moura (PSC-SE), foi cancelada por falta de quórum. Os parlamentares devem se reunir para análise do relatório na próxima terça-feira.

    Substituição de tributos

    O relator disse que vai sugerir a substituição de vários tributos federais por um único Imposto sobre Valor Agregado (IVA); além da unificação das alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Essas mudanças, segundo ele, seriam gradativas, ao longo de oito anos.

    “Estamos trazendo alterações, mas que não são de impacto imediato. Sabemos que a crise econômica que afeta o País não permite que essas mudanças ocorram em um primeiro momento”, justificou. De acordo com Moura, a ideia é que as novas regras sejam aplicadas de maneira mais objetiva a partir do oitavo ano de vigência.

    Na última proposta apresentada pelo Executivo sobre o IVA, PEC 233/2008), o imposto substituiria a Cofins, o PIS, a Cide-Combustível e o salário-educação.

    No caso do ICMS, que é estadual, hoje ele tem alíquotas diferenciadas para um mesmo produto nos estados, o que promove a chamada guerra fiscal, quando um estado tenta atrair uma indústria, oferecendo alíquotas mais baixas.

    Moura também citou a criação de um imposto seletivo, que incidiria sobre alguns tipos de produtos que o governo, por exemplo, quer inibir o consumo, como os cigarros.

  • CNC Notícias 181

    Atuação efetiva


    Para que a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo possa cumprir seu compromisso histórico de defesa dos interesses do setor terciário com a competência que essa missão exige, é preciso estar sempre em sintonia com as necessidades e aspirações das entidades que integram o Sistema.

    Atuação efetiva


    Para que a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo possa cumprir seu compromisso histórico de defesa dos interesses do setor terciário com a competência que essa missão exige, é preciso estar sempre em sintonia com as necessidades e aspirações das entidades que integram o Sistema.

    Saber ouvir e identificar o que pensam é uma forma de garantir que projetos, programas, produtos, serviços e ações beneficiarão, de forma efetiva, aqueles que são a razão de existir da Confederação, das federações e dos sindicatos: os empresários do comércio.

    A CNC Notícias tem apresentado sempre iniciativas pensadas e realizadas com o objetivo de ampliar essa capacidade de ouvir e refletir sobre as questões que realmente afetam o dia a dia daqueles que, com seu empenho e talento, mantêm de pé um setor que responde por 25% de todas as riquezas geradas pelo País.

    Nesta edição, abordamos mais algumas. A matéria de capa, por exemplo, mostra a reformulação das Câmaras do Comércio da CNC. As mudanças incluem a adoção de medidas que vão desde o planejamento mais amplo das pautas até a definição de um processo de acompanhamento detalhado de cada demanda, passando por uma maior integração com as diferentes áreas da CNC e um processo de comunicação mais estruturado, ampliando a divulgação das informações para as entidades do Sistema e para os empresários.

    Outra importante iniciativa para alinhar a atuação e o pensamento de federações e sindicatos em benefício dos empresários é o Congresso Nacional do Sicomércio, cuja edição 2015 será realizada em outubro, no Rio de Janeiro. A CNC Notícias vem abordando os principais eixos que nortearão o encontro, como forma de contribuir para o enriquecimento dos debates. Nesta edição, os eixos tratados são Relações Sindicais e Atuação Gerencial, dois temas fundamentais para a qualidade da representação das empresas do comércio.

    A revista traz, ainda, entre outros assuntos de interesse, a aprovação da proposta de reajuste da contribuição sindical, as contribuições da CNC para o novo Código Comercial, o Enaex 2015, o Encontro de Executivos das Federações e o noticiário das federações, do Sesc e do Senac.

     

    Acesse abaixo o arquivo em pdf da revista e boa leitura!

  • Resumo dos Relatórios das Representações CNC|Setembro de 2015

    Assessoria de Gestão das Representações | Setembro de 2015

     

    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

    Assessoria de Gestão das Representações | Setembro de 2015

     

    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

  • CNC prevê queda de 2,8% nas vendas para o Dia das Crianças

    Assim como tem ocorrido nas demais datas comemorativas do comércio de 2015, o volume de vendas voltadas para o próximo Dia das Crianças deverá registrar seu pior resultado dos últimos 12 anos. De acordo com a previsão da CNC, as vendas nessa data comemorativa deverão registrar queda real de 2,8% em 2015. O Dia das Crianças é a quarta data mais importante do calendário do varejo brasileiro, devendo movimentar R$ 4,3 bilhões neste ano.

     

    Assim como tem ocorrido nas demais datas comemorativas do comércio de 2015, o volume de vendas voltadas para o próximo Dia das Crianças deverá registrar seu pior resultado dos últimos 12 anos. De acordo com a previsão da CNC, as vendas nessa data comemorativa deverão registrar queda real de 2,8% em 2015. O Dia das Crianças é a quarta data mais importante do calendário do varejo brasileiro, devendo movimentar R$ 4,3 bilhões neste ano.

     

    O segmento de artigos de uso pessoal e doméstico deverá ser o único a apurar alta nas vendas (+4,6%). Principal responsável pela comercialização de brinquedos e eletroeletrônicos, esse ramo deverá responder por 37,5% do faturamento do varejo com a data em 2015. Apesar do avanço, o crescimento das vendas nesse segmento será menor do que aquele verificado no mesmo período de 2014 (+7,9%). A previsão da entidade é que os outros ramos influenciados pela data, como hipermercados (-2,8%), vestuário (-3,2%) e livrarias (-12,3%), registrem recuos em relação ao ano passado.

     

    O desempenho do faturamento real do varejo nessa data comemorativa insere-se em um contexto mais amplo, no qual a contração do mercado de trabalho e principalmente o encarecimento do crédito restringem a manutenção do ritmo de consumo verificado nos últimos anos. Cálculos da CNC baseados em dados do Banco Central relativos às condições de crédito revelam que as prestações decorrentes dos empréstimos e financiamentos contraídos pelos consumidores estão, em média, 7,7% mais caras que há um ano.

     

    Acesse a nota completa da Divisão econômica da CNC aqui.

     

     

     

  • Diretoria da Febrac se reuniu em Brasília para a 12ª AGE

    A 12ª Assembleia Geral Extraordinária (AGE), Gestão 2014-2018, da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac) foi realizada em 22 de setembro, em Brasília – DF. A pauta incluiu o debate de diversos assuntos que afetam o segmento, como insalubridade e regulamentação da terceirização.

    A reunião contou com a presença da Diretoria da Febrac, dos presidentes dos sindicatos filiados e de empresários do setor.

    A 12ª Assembleia Geral Extraordinária (AGE), Gestão 2014-2018, da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac) foi realizada em 22 de setembro, em Brasília – DF. A pauta incluiu o debate de diversos assuntos que afetam o segmento, como insalubridade e regulamentação da terceirização.

    A reunião contou com a presença da Diretoria da Febrac, dos presidentes dos sindicatos filiados e de empresários do setor.

    Na ocasião, o presidente da Federação, Edgar Segato Neto, falou sobre os preparativos para o maior evento do setor no País: o Encontro Nacional das Empresas de Asseio e Conservação (Eneac), que se realiza no período de 21 a 25 de setembro de 2016, no Iberostar Premium Bahia, em Salvador – BA.

    Eneac

    O Eneac foi, inicialmente, um evento de congraçamento entre os associados. Em 2002, foi ampliado pela Febrac e ganhou expressão, tornando-se o principal evento do setor de asseio e conservação, objetivando não somente o congraçamento, mas também aprimorar o conhecimento, valorizar e reconhecer as empresas do setor.

    “Por envolver um setor que cresce anualmente, o Eneac também favorece o encontro entre empresas que têm seu poder de compra e capacidade de investimentos em constate movimento. Todas as empresas que participaram de edições anteriores do Eneac reconhecem o poder de vitrine do evento e os resultados positivos, que são confirmados com o volume de bons negócios firmados em paralelo ao evento, e o fortalecimento de suas marcas no mercado nacional”, ressaltou o presidente da Febrac.

    O Encontro das Empresas de Asseio e Conservação é o ambiente ideal para a exposição de produtos, equipamentos e serviços utilizados pelo setor de asseio e conservação, possibilitando, assim, um grande retorno no que se refere à imagem dos produtos e empresas que dele participam. O evento constitui, ainda, excelente oportunidade para demonstração de novos produtos que promovem inovação e desenvolvimento para o setor.

    O Eneac torna-se palco de debates técnicos de interesse da atividade ligada à Federação e do intercâmbio de informações e pesquisa que visam à preservação da ética profissional, do zelo da imagem e do nome da classe. De acordo com esses perfil e linha de atuação, os organizadores do evento aproveitam a programação para realizar a solenidade de entrega do Prêmio Mérito em Serviços, que homenageia as empresas com mais de dez anos de fundação.

  • CNC prevê queda de 2,8% nas vendas para o Dia das Crianças

    Assim como tem ocorrido nas demais datas comemorativas do comércio de 2015, o volume de vendas voltadas para o próximo Dia das Crianças deverá registrar seu pior resultado dos últimos 12 anos. De acordo com a previsão da CNC, as vendas nessa data comemorativa deverão registrar queda real de 2,8% em 2015. O Dia das Crianças é a quarta data mais importante do calendário do varejo brasileiro, devendo movimentar R$ 4,3 bilhões neste ano.

    Assim como tem ocorrido nas demais datas comemorativas do comércio de 2015, o volume de vendas voltadas para o próximo Dia das Crianças deverá registrar seu pior resultado dos últimos 12 anos. De acordo com a previsão da CNC, as vendas nessa data comemorativa deverão registrar queda real de 2,8% em 2015. O Dia das Crianças é a quarta data mais importante do calendário do varejo brasileiro, devendo movimentar R$ 4,3 bilhões neste ano.

    O segmento de artigos de uso pessoal e doméstico deverá ser o único a apurar alta nas vendas (+4,6%). Principal responsável pela comercialização de brinquedos e eletroeletrônicos, esse ramo deverá responder por 37,5% do faturamento do varejo com a data em 2015. Apesar do avanço, o crescimento das vendas nesse segmento será menor do que aquele verificado no mesmo período de 2014 (+7,9%). A previsão da entidade é que os outros ramos influenciados pela data, como hipermercados (-2,8%), vestuário (-3,2%) e livrarias (-12,3%), registrem recuos em relação ao ano passado.

    O desempenho do faturamento real do varejo nessa data comemorativa insere-se em um contexto mais amplo, no qual a contração do mercado de trabalho e principalmente o encarecimento do crédito restringem a manutenção do ritmo de consumo verificado nos últimos anos. Cálculos da CNC baseados em dados do Banco Central relativos às condições de crédito revelam que as prestações decorrentes dos empréstimos e financiamentos contraídos pelos consumidores estão, em média, 7,7% mais caras que há um ano.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 175/2015

    DESTAQUES:

    Medida Provisória dispõe acerca da incidência do imposto sobre a renda na hipótese de ganho de capital em decorrência da alienação de bens e direitos de qualquer natureza

    Estado do Rio de Janeiro institui a Nota Fiscal Avulsa Eletrônica

    DESTAQUES:

    Medida Provisória dispõe acerca da incidência do imposto sobre a renda na hipótese de ganho de capital em decorrência da alienação de bens e direitos de qualquer natureza

    Estado do Rio de Janeiro institui a Nota Fiscal Avulsa Eletrônica