Blog

  • Discurso integrado na voz dos coordenadores das Câmaras do Comércio

    Confira as entrevistas completas com os coordenadores das Câmaras Brasileiras do Comércio, em complemento à matéria de capa da revista CNC Notícias, n° 181, de setembro de 2015.

    Lázaro Luiz Gonzaga, coordenador da CBFarma

    Pedro Wähmann, coordenador da CBCSI

    Confira as entrevistas completas com os coordenadores das Câmaras Brasileiras do Comércio, em complemento à matéria de capa da revista CNC Notícias, n° 181, de setembro de 2015.

    Lázaro Luiz Gonzaga, coordenador da CBFarma

    Pedro Wähmann, coordenador da CBCSI

    André Roncatto, coordenador da CBÓptica

    Ari dos Santos, coordenador da CBCPAVE

    Claudio Conz, coordenador da CBMC

    Francisco Saboya, coordenador da CBTI (em breve)

    Jerfferson Simões, coordenador da CBST

    João Francisco Micelli, coordenador da CBCGAL

    Rubens Medrano, coordenador da CBCEX

  • Entrevista: Jerfferson Simões, coordenador da CBST

    Jerfferson Simões

    Coordenador da Câmara Brasileira de Serviços Terceirizáveis (CBST)

    Qual a importância de existir um espaço dentro da CNC para discutir as principais demandas do setor de serviços terceirizava?

    A CNC tem a sua importância dentro do cenário nacional por representar o setor de Serviços e nós da área de Serviços Terceirizáveis sentimos uma grande segurança, principalmente pelo apoio às grandes demandas que temos.

    Em sua opinião, quais os principais desafios do setor atualmente?

    Jerfferson Simões

    Coordenador da Câmara Brasileira de Serviços Terceirizáveis (CBST)

    Qual a importância de existir um espaço dentro da CNC para discutir as principais demandas do setor de serviços terceirizava?

    A CNC tem a sua importância dentro do cenário nacional por representar o setor de Serviços e nós da área de Serviços Terceirizáveis sentimos uma grande segurança, principalmente pelo apoio às grandes demandas que temos.

    Em sua opinião, quais os principais desafios do setor atualmente?

    Temos muitos, mas o principal deles será aprovar o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 30/2015, que regulamenta a terceirização. Além disso, temos enumeras demandas, principalmente no campo trabalhista.

    Como o senhor vê a integração entre representantes do setor de diversos estados brasileiros na CBST?

    Muito importante, pois isso nos ajuda a lutar pelas demandas que temos na área de serviços. Trazer as dificuldades de cada região diferente do País também nos dá mais qualidade de representatividade.

    Como o setor de serviços terceirizáveis está sendo impactado pela atual situação econômica do Brasil?

    O impacto é muito grande, principalmente pelo desemprego. Prejudica também pelo atraso nos recebimentos de pagamento, enfim, todas as sequelas que uma recessão traz a um país.

    Como o senhor vê o trabalho da CBST integrado à atuação da CNC na defesa dos empresários?

    Como já citei antes, a CNC é muito importante para o setor de serviços terceirizáveis, ainda mais para os empresários, os quais através de suas entidades de classe, encontram todo o apoio dentro da CNC. Agradecemos muito ao presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, que sempre apoiou o setor de serviços dentro da Confederação.

  • Entrevista: Ari dos Santos, coordenador da CBCPAVE

    Ari dos Santos

    Coordenador da Câmara Brasileira do Comércio de Peças e Acessórios para Veículos (CBCPAVE)

    Qual a importância de existir um espaço dentro da CNC para discutir as principais demandas do setor de autopeças?

    Ari dos Santos

    Coordenador da Câmara Brasileira do Comércio de Peças e Acessórios para Veículos (CBCPAVE)

    Qual a importância de existir um espaço dentro da CNC para discutir as principais demandas do setor de autopeças?

    Extremamente importante pelo respaldo político que a envolve todo o cenário do comércio brasileiro. Em nosso caso, no segmento automotivo sempre foi carente de ações do governo Federal, estadual e municipal, que viessem a proporcionar-lhe melhores condições competitivas, como já ocorreu em outros setores. Ao contrário, só tem recebido decisões que o afeta sensivelmente, principalmente no tocante à criação da Margem de Valor agregado – ST, cujos parâmetros são completamente fora de nossa realidade comercial. A CNC, com o espaço aberto, criando as Câmaras Setoriais, certamente darão maior respaldo político aos nossos pleitos reivindicatórios.

     Em sua opinião, quais os principais desafios do setor atualmente?

    A nosso ver um dos principais desafios a enfrentar, é o ajustamento de custos operacionais internos das empresas, levando em conta que esses custos tendem a aumentar com as medidas das pressões exercidas pelos governos nos encargos trabalhistas, fiscais e tributários, num mercado que se nos obriga a sacrificar margens de contribuições, a fim de manter uma posição competitiva e tentar alguma lucratividade, sem o que a empresa tende a desaparecer. Essa equação é difícil de ser implementada a curto prazo porque envolve, principalmente, os aspectos sociais, de procurar manter a equipe de colaboradores.

    Como o senhor vê a integração entre representantes do setor de diversos estados brasileiros na CBCPAVE?

    Quando aceitei o convite do vice-presidente Darci Piana, entendi que esse chamado fazia sentido, uma vez que com a participação dos demais presidentes dos Sincopeças do Brasil e, utilizando a força política da CNC, poderíamos, efetivamente, sair de usar os esforços individuais de cada Presidente em seus Estados e unir essas forças individuais reivindicatórias. Poderíamos obter resultados benéficos ao nosso tão combalido mercado de revenda de peças automotivas. Aceitei isso como um ideal, sem nenhuma vaidade, mas certo de que somente com a participação efetiva de todos os presidentes do Sincopeças do Brasil, no mesmo sentido, é que chegaremos a resultados surpreendentes.

    Como o comércio de autopeças e acessórios para veículos está sendo impactado pela atual situação econômica do Brasil?

    Acredito que é igual a todos os outros setores, diante do cenário econômico e político que o nosso país está vivendo. Não obstante, temos que acreditar na reação do nosso segmento automotivo independente, uma vez que a idade média da frota tende a aumentar pela ausência de melhores ofertas de crédito, que obrigará ao usuário do veículo a utilizá-lo por mais tempo. Com isso terá que buscar as suas manutenções e, por consequência, utilizar mais peças, a partir de sair das garantias que são oferecidas aos veículos novos. A tendência para os próximos anos é a de aumentar a demanda de peças independentes, uma vez que veículos de mais de três anos são os que mais consumirão peças.

    Como o senhor vê o trabalho da CBCPAVE integrado à atuação da CNC na defesa dos empresários?

    Pude sentir em nossa última reunião do dia 26 de agosto que as perspectivas para a CBCPAVE são muito animadoras, pelo comprometimento demostrado pelo vice-presidente Administrativo da CNC, Darci Piana e seus assessores, interagindo-se nos pleitos que lhes são apresentados na busca de soluções. Acredito que os empresários do nosso segmento ganharão muito com isso. Friso, entretanto, que é preciso que nos unamos, membros da CBCPAVE, presidentes dos Sincopeças DO BRASIL, para ajudar e fazer acontecer; não podemos deixar nas mãos de uns poucos. Só teremos sucesso se todos se comprometerem a buscar resolver os objetivos comuns de nosso segmento de peças para o mercado independente.

  • Entrevista: Claudio Conz, coordenador da CBMC

    Claudio Conz

    Coordenador da Câmara Brasileira de Materiais de Construção (CBMC)

    Qual a importância de existir um espaço dentro da CNC para discutir as principais demandas do setor de materiais de construção?

    É um espaço novo, mas que já apresenta bons resultados pelo fato de criar uma maior aproximação com a CNC e integrar os temas.

    Claudio Conz

    Coordenador da Câmara Brasileira de Materiais de Construção (CBMC)

    Qual a importância de existir um espaço dentro da CNC para discutir as principais demandas do setor de materiais de construção?

    É um espaço novo, mas que já apresenta bons resultados pelo fato de criar uma maior aproximação com a CNC e integrar os temas.

    Acredito que a junção destas Câmaras com a coordenação, que vem sendo feita entre as Câmaras pela casa, começará a produzir resultados rapidamente, pois estamos caminhando para ajustar o foco das questões setoriais, que em muitos casos são coincidentes. 

    Em sua opinião, quais os principais desafios do setor atualmente?

    Para o setor de comércio, sem dúvida, a logística e os serviços prestados. A logística, hoje, na dimensão nacional, chega a representar mais de 10% sobre os preços das mercadorias entre entregar e receber, além das dificuldades e restrições cada vez maiores com o trânsito nas grandes cidades.

    Nos serviços prestados, a qualificação profissional é o maior desafio, pois cada vez mais um consumidor entra nas nossas lojas com um enorme poder de informação, e espera dela e de quem o atende o mesmo conhecimento (ou superior) sobre os produtos.

    Agora, é treinar, treinar e treinar.

    Como o senhor vê a integração entre representantes do setor de diversos estados brasileiros na CBMC?

    Essa integração será cada vez mais fundamental: ou porque as empresas estão ampliando a concorrência com a ampliação de lojas, ou porque essa multifacetada substituição tributária, que cada Estado tem a sua, transtorna e enche de obrigações acessórias as nossas atividades. Têm sido muito proveitosas as trocas de experiências a esse respeito.

    Como o setor de materiais de construção está sendo impactado pela atual situação econômica do Brasil?

    O mundo das lojas de material de construção, formado por 148 mil lojas, sendo 98% de pequeno e médio porte, não está sentindo este impacto ainda, como outros setores.

    Até o meio do ano, podemos dizer que, em faturamento, o setor está igual ao mesmo período do ano passado, o que mostra uma leve queda no volume físico vendido de -3%, segundo o IBGE. É bastante razoável imaginarmos que fecharemos o ano com pequeno crescimento nominal na casa dos 3%, já que o segundo semestre sempre é melhor para o nosso setor.

    Para quem depende de venda a construtoras e obras de infraestrutura, os resultados serão piores, em face da atual conjuntura. Porém essas 148 mil lojas pouco fornecem para esses setores, que de maneira geral compram diretamente das indústrias.

    Como o senhor vê o trabalho da CBMC integrado à atuação da CNC na defesa dos empresários?

    Creio que, com o tempo, vamos criar importantes sinergias, notadamente nos grandes temas, como reforma tributária, relações no trabalho e melhoria do ambiente de negócios por meio de simplificação e desburocratização. Esses temas coordenados e capitaneados pela CNC darão muito mais resultados se buscarmos, unidos, a defesa desses interesses comuns. Apesar dos materiais vendidos serem diferentes, as demandas e necessidades são muito parecidas.

  • Entrevista: João Francisco Micelli, coordenador da CBCGAL

    João Francisco Micelli

    Coordenador da Câmara Brasileira do Comércio de Gêneros Alimentícios (CBCGAL)

    Qual a importância de existir um espaço dentro da CNC para discutir as principais demandas do comércio de gêneros alimentícios?

    João Francisco Micelli

    Coordenador da Câmara Brasileira do Comércio de Gêneros Alimentícios (CBCGAL)

    Qual a importância de existir um espaço dentro da CNC para discutir as principais demandas do comércio de gêneros alimentícios?

    O espaço é propício devido ao aumento da demanda que tivemos por questões relacionadas ao comércio de gêneros alimentícios. Nosso segmento é de extrema importância econômica, na geração de emprego e renda para o País. Através da CBCGAL defendemos os direitos das empresas do comércio de gêneros alimentícios em nível nacional, independente do porte, e, também, debatemos diversos temas, com destaques às questões regulatórias. Esse espaço está ajudando a conferir mais unidade à categoria dos comerciantes de gêneros alimentícios.

    Em sua opinião, quais os principais desafios do setor atualmente?

    O setor vem enfrentando muitos desafios. O principal deles é a situação econômica do país que está estagnada. Estamos vivendo uma recessão preocupante. Além disso, frequentemente, nos deparamos com projetos de leis nocivos à categoria de gêneros alimentícios que atrapalham o funcionamento das empresas.

    Como o senhor vê a integração entre representantes do setor de diversos estados brasileiros na CBCGAL?

    A interação do grupo é benéfica. Aproveitamos a heterogeneidade dos membros da CBCGAL, e compartilhamos ideias e trocamos experiências em virtude da bagagem cultural diversificada que cada um traz de seu estado.

    Como o comércio de gêneros alimentícios está sendo impactado pela atual situação econômica do Brasil?

    Como eu havia dito anteriormente, o país inteiro está impactado pela crise econômica. Deparamos-nos com diversos custos, os quais nem sempre temos retorno pela crise que ocorre atualmente. O poder aquisitivo da população é baixo nos afetando de maneira significativa.

    Como o senhor vê o trabalho da CBCGAL integrado à atuação da CNC na defesa dos empresários?

    Vejo a CNC como sendo a representação magna, é uma das entidades empresariais mais antigas do País. Como umas das assessorias da CNC, a CBCGAL tem a responsabilidade de atuar sobre problemas pontuais oriundos do ambiente regulatório e do mercado. Nosso trabalho é espelho para trabalhos regionais, em todo País.

  • Entrevista: Pedro Wähmann, coordenador da CBCSI

    Pedro Wähmann

    Diretor da CNC e coordenador da Câmara Brasileira de Comércio e Serviços Imobiliários (CBCSI)

    Qual a importância de existir um espaço dentro da CNC para discutir as principais demandas do setor de serviços imobiliários?

    Pedro Wähmann

    Diretor da CNC e coordenador da Câmara Brasileira de Comércio e Serviços Imobiliários (CBCSI)

    Qual a importância de existir um espaço dentro da CNC para discutir as principais demandas do setor de serviços imobiliários?

    A CBCSI comemora, esse ano, 10 anos de atuação no formato atual, integrada por presidentes de Secovis e representantes de associações civis do nosso segmento. Foi pela constância das nossas reuniões onde tivemos espaço para discutir e encaminhar soluções para as questões do setor que pudemos nos organizar nacionalmente e consolidar posições nacionais do setor. Levar e conversar com os poderes executivo e legislativo nossas demandas e manifestar nossas contrariedades em muitas proposições e medidas adotadas por esses poderes.

    Em sua opinião, quais os principais desafios do setor atualmente?

    Enfrentamos as mesmas dificuldades que todos os outros agentes econômicos. O desajuste da economia, a crise política, a inflação, a consequente perda de confiança dos consumidores gerou uma insegurança também empresarial. Muitos novos empreendimentos no nosso setor tiveram de ser adiados. As transações de imóveis se retraíram. Os condomínios ficaram mais caros impactados pela alta da energia e isso refletiu-se na inadimplência. A elevação exagerada dos juros impacta fortemente os negócios que envolvem financiamentos imobiliários, que são sempre de longo prazo o que inibe os tomadores. Então o desafio, enquanto em tempos de crise, é criatividade para novos negócios, elevação da produtividade que refletirá em redução de custos das empresas.

    Como o senhor vê a integração entre representantes do setor de diversos estados brasileiros na CBCSI?

    Essa é uma das consequências mais relevantes da atuação da CBCSI. Cedo entendemos que a participação de todos os Estados onde houvesse Secovis serviria muito para o fortalecimento de cada qual, através da troca de experiências, transferência de expertise, e consolidação da atuação nacional de maneira que todos adotassem posições e aços de convergência.

    Como o senhor vê o trabalho da CBCSI integrado à atuação da CNC na defesa dos empresários?

    Setor cuja matéria prima é a habitação, que tem sempre forte apelo social e em consequência fortemente regulada por leis federais, principalmente, o entendimento nacional via o trabalho da Câmara na CNC permite-nos tomadas de decisões em consonância com o consenso de todos os Estados. A CBCSI tornou-se a voz nacional do setor de comercio e serviços imobiliários. E não há duvida de que nossa integração dentro da CNC foi fundamental para isso.

  • Entrevista: Lázaro Luiz Gonzaga, coordenador da CBFarma

    Lázaro Luiz Gonzaga

    Vice-presidente da CNC, presidente da Fecomércio-MG e coordenador da Câmara Brasileira do Comércio de Produtos e Serviços Farmacêuticos (CBFarma)

    Qual a importância de existir um espaço dentro da CNC para discutir as principais demandas do comércio de produtos farmacêuticos?

    Lázaro Luiz Gonzaga

    Vice-presidente da CNC, presidente da Fecomércio-MG e coordenador da Câmara Brasileira do Comércio de Produtos e Serviços Farmacêuticos (CBFarma)

    Qual a importância de existir um espaço dentro da CNC para discutir as principais demandas do comércio de produtos farmacêuticos?

    No setor farmacêutico há uma grande diversidade de atuação (alopatia, homeopatia, área hospitalar, fitoterapia, manipulação, veterinária, entre outros) e a Câmara dentro da CNC permite unificar todas as linguagens e ações. Embora todos os segmentos estejam submetidos à mesma legislação, as regras mercadológicas, os nichos de mercado e o regime tributário podem ser diferentes. No caso do varejo, temos redes individuais e redes associativas. O universo farmacêutico é fragmentado e essa característica nos enfraquecia perante aos agentes reguladores. Por isso, o trabalho da CBFarma é importante, pois é um espaço que permite integrar filosofias e atuações que serão importantes para o fortalecimento do segmento.

    Em sua opinião, quais os principais desafios do setor atualmente?

    Um dos principais desafios é a legislação, que aumenta custos e engessa as possibilidades dentro do setor farmacêutico e limita nossa atuação. Outro desafio é a alta competitividade nesse segmento, que leva à necessidade de reduzir custos e impacta nossas margens operacionais, que precisam ser reduzidas para continuarmos competitivos.

    Como o senhor vê a integração entre representantes do setor de diversos estados brasileiros na CBFarma?

    Sabe-se que, embora existam condições e especificidades regionais, nossas legislações e agentes reguladores são nacionais, havendo pequenas diferenças nas tributações municipais e estaduais. Então, a integração é de suma importância e a existência de uma linguagem única continua sendo fundamental.

    O varejo farmacêutico, incluindo cosméticos e perfumaria, é um dos poucos com algum tipo de crescimento no faturamento e no emprego, segundo pesquisas e análises da CNC. Como o senhor avalia que o setor esteja sendo impactado pela atual situação econômica do Brasil?

    A situação econômica atual impacta todos os setores. Mas o zelo com a saúde e a preocupação com a imagem pessoal continuam crescendo. Há uma revolução no setor farmacêutico, que é a redução dos custos via medicamentos genéricos, que tem possibilitado um maior acesso da população de menor renda; a distribuição co-participativa, por meio de programas como a Farmácia Popular; e a distribuição gratuita, pelos agentes do governo.

    Além disso, a cultura do visual criou uma conscientização maior das pessoas em relação à apresentação pessoal e a consequente demanda por cosméticos. Outro ponto importante é o ingresso do homem nessa faixa de consumo, o que também tem contribuído para o crescimento do setor.

    Como o senhor vê o trabalho da CBFarma integrado à atuação da CNC na defesa dos empresários?

    A grande representatividade da CNC configura inestimável apoio institucional, técnico e jurídico de todos os segmentos que se incluem no setor terciário da economia.

  • Entrevista: Rubens Medrano, coordenador da CBCEX

    Rubens Medrano

    Coordenador da Câmara Brasileira de Comércio Exterior (CBCEX)

    Qual a expectativa em relação ao trabalho da CBCEX?

    A expectativa é muito positiva. Com a criação da CBCEX, a CNC passa a ocupar um espaço muito importante ao lado de outros players nas relações que regulam o comercio internacional, além de já atuar como entidade representativa no âmbito nacional.

    Qual a importância de existir um espaço dentro da CNC para discutir as principais demandas do setor de comércio exterior?

    Rubens Medrano

    Coordenador da Câmara Brasileira de Comércio Exterior (CBCEX)

    Qual a expectativa em relação ao trabalho da CBCEX?

    A expectativa é muito positiva. Com a criação da CBCEX, a CNC passa a ocupar um espaço muito importante ao lado de outros players nas relações que regulam o comercio internacional, além de já atuar como entidade representativa no âmbito nacional.

    Qual a importância de existir um espaço dentro da CNC para discutir as principais demandas do setor de comércio exterior?

    Como a principal entidade representativa do Comercio – com uma ampla capilaridade devido a sua cobertura nacional – este espaço pode ser considerado um fórum para onde serão canalizados todos os assuntos que envolvem  o comércio exterior. Sua atuação levará  ao conhecimento das diversas federações estaduais as oportunidades e o desenvolvimento do comercio internacional, além abrigar as demandas de suas representadas perante as diferentes entidades governamentais nacionais e internacionais que atuam no setor.

     Em sua opinião, quais os principais desafios do setor atualmente?

    Os desafios são inúmeros. Desde a necessidade de melhoria na nossa infraestrutura – aérea, ferroviária, rodoviária e, principalmente, portuária – até a simplificação dos processos burocráticos, tanto da importação como da exportação, conduzidos por uma política fiscal e tributaria mais eficiente, além da integração das MPEs no circuito do comércio exterior.

    Em especial, a união e o diálogo aberto entre os poderes públicos e privados, para que possam identificar e resolver os entraves e dificuldades que afetam e impedem o desenvolvimento sustentável do comercio internacional.

     Como o senhor vê a integração entre representantes do setor de diversos estados brasileiros na CBCEX?

    Uma excelente oportunidade de reunir grandes experiências nas mais diversas categorias comerciais de bens, serviços e turismo em nosso País. Além disso, será um canal para transferência de conhecimentos sobre o fluxo de transações do comércio internacional.

    Como o senhor avalia que o setor esteja sendo impactado pela atual situação econômica do Brasil?

    Mais uma vez as atenções estão voltadas ao mercado internacional como um contraponto à queda de atividades  no mercado interno. Precisamos entender que o mercado internacional não pode, continuamente, ser lembrado e prestigiado  somente durante as fases de recessão interna, mas sim como uma forma perene de atividade  produtiva. Os setores de comércio e serviços contemplados pela  CNC serão de grande valia na construção de uma política de comércio exterior consistente, com significativa representatividade dentro do cenário econômico nacional  e  internacional.

  • Entrevista: André Roncatto, coordenador da CBÓptica

    André Roncatto

    Coordenador da Câmara Brasileira do Comércio de Produtos e Serviços Ópticos (CBÓptica)

    Qual a importância de existir um espaço dentro da CNC para discutir as principais demandas do segmento óptico?

    André Roncatto

    Coordenador da Câmara Brasileira do Comércio de Produtos e Serviços Ópticos (CBÓptica)

    Qual a importância de existir um espaço dentro da CNC para discutir as principais demandas do segmento óptico?

    A CBóptica é considerada uma conquista do segmento. Esse espaço possibilita que as lideranças empresariais regionais do varejo óptico possam trocar suas experiências em favor de todo o segmento. Experiências essas que, quando positivas nos servem de referência, e as experiências mal sucedidas também nos trazem algum aprendizado. Por fim, essa troca de informações e opiniões fortalece o grupo cada vez mais.

    Em sua opinião, quais os principais desafios do setor atualmente?

    Entre os principais desafios estão o combate ao comércio ilegal, a capacitação constante de nossos colaboradores e a busca de inovação. Sobre a capacitação, é importante salientar o papel do Senac, cuja educação profissionalizante é exemplar em todo o País. É claro que um segmento não se resume somente nesses fatores citados. O mercado é dinâmico e precisamos estar sempre acompanhando os movimentos de toda a cadeia produtiva para estarmos atualizados e fortes.

    Como o senhor vê a integração entre representantes do setor de diversos estados brasileiros na CBóptica?

    A participação dos representantes de diferentes estados brasileiros é o que dá consistência e riqueza ao nosso trabalho. O Brasil é um país enorme e ao mesmo tempo muito jovem. Por sua dimensão, o Brasil tem em si muita diversidade. Cada contribuição regional é muito bem vinda à Câmara, que vê na pluralidade de seu conjunto a sua maior expressão de democracia e convergência num só objetivo: o melhor para o varejo óptico brasileiro.

    Como o setor de varejo óptico está sendo impactado pela atual situação econômica do Brasil?

    Sabemos que qualquer crise econômica tem começo, meio e fim. O varejo costuma sentir muita dificuldade quando há retração do consumo, e por isso, cabe-nos explorar ao máximo a nossa capacidade de nos reinventarmos diante dos desafios. Não abrimos mão da excelência no atendimento de nossos clientes. Atuamos num mercado altamente técnico e, portanto, altamente exigente. O mercado óptico trabalha com as soluções da Saúde Visual dos consumidores. E é com essa responsabilidade que seguimos acreditando em nossa trajetória para enfrentarmos essa e outras dificuldades de mercado. Ao inovar e persistir, seguimos corrigindo as falhas e viabilizando nossas virtudes. 

    Como o senhor vê o trabalho da CBóptica integrado à atuação da CNC na defesa dos empresários?

    Estamos alinhados com a CNC na busca das melhores oportunidades para o varejo óptico nacional. Como empresários, temos orgulho de fazer parte de uma estrutura como a CNC, que nos dá o suporte necessário para atuarmos, não só na CBóptica, como em nossas atividades empresariais e sindicais. Aproveito para prestar o reconhecimento do excelente trabalho das assessorias da CNC, sejam elas a jurídica, econômica ou parlamentar, onde todas elas nos garantem a agilidade e a qualidade na atuação. Temos no nosso vice-presidente Administrativo da CNC, Darci Piana, que coordena as Câmaras Brasileiras, no Marcos Arzua, secretário-geral da CNC e também na Sra. Andrea Marins, que assessora as Câmaras Brasileiras, a atenção e o apoio de que necessitamos para o andamento de nossas atividades. Por fim, a nossa aproximação com as instituições como o Senac e o Sesc, demonstra que a relação sistêmica institucional contribui para as demandas do nosso segmento.

  • Informe Representações 344

    Assessoria de Gestão das Representações 17/09/2015 – Ano 5, nº 344

     

    MINISTÉRIO DO ESPORTE

    Câmara Setorial da Indústria, Comércio e Serviços do Esporte e Atividades Físicas

    Assessoria de Gestão das Representações 17/09/2015 – Ano 5, nº 344

     

    MINISTÉRIO DO ESPORTE

    Câmara Setorial da Indústria, Comércio e Serviços do Esporte e Atividades Físicas

    Anderson Furtado Dalbone, gerente interino de Lazer, Assistência e Saúde, e Lilia Motta Passos, assessora técnica de Atividades de Desenvolvimento Físico Esportivo, ambos do Serviço Social do Comércio (Sesc), farão parte da composição da Câmara Setorial da Indústria, Comércio e Serviços do Esporte e Atividades Físicas do Ministério do Esporte, representando a CNC, como titular e suplente, respectivamente.

    A Câmara tem o objetivo de propor, apoiar e acompanhar ações para o desenvolvimento das atividades da cadeia produtiva do esporte e das atividades físicas relacionadas.

    A primeira reunião será realizada em 18 de setembro de 2015, às 14 horas, na Sala de Gestão do Gabinete do Ministro do Esporte, em Brasília-DF.

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.org.br