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  • Projeto que reduz desoneração deve começar a ser discutido na próxima semana

    O presidente do Senado, Renan Calheiros, reiterou, em 5 de agosto, que não vai haver “pautas-bomba” no Senado. Ele afirmou que o Congresso colabora para solucionar a crise econômica, mas se preocupa com medidas como a redução da desoneração garantida a diversos setores. A discussão no Senado do projeto que trata desse assunto (PLC 57/2015) deve começar na próxima semana.

    O presidente do Senado, Renan Calheiros, reiterou, em 5 de agosto, que não vai haver “pautas-bomba” no Senado. Ele afirmou que o Congresso colabora para solucionar a crise econômica, mas se preocupa com medidas como a redução da desoneração garantida a diversos setores. A discussão no Senado do projeto que trata desse assunto (PLC 57/2015) deve começar na próxima semana.

    “Ontem nos reunimos com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e cobramos uma agenda para reaquecer a economia e concluir o ajuste fiscal. O Congresso Nacional vai colaborar no que for necessário”, disse Renan Calheiros.

    Segundo o senador, o Congresso se preocupa com a chamada “reoneração” porque a medida pode dificultar o reaquecimento da economia nacional. Ele lembrou que o PLC 57/2015 passa a trancar a pauta do Senado na próxima semana.

    A redução da desoneração foi feita inicialmente por meio da Medida Provisória 669/2015. No início de março, porém, Renan Calheiros decidiu devolver a matéria ao Executivo, com o argumento de que não havia urgência e que o assunto poderia ser tratado em projeto de lei. O governo então enviou ao Congresso o PLC 57/2015, aprovado na Câmara no fim de junho, com mudança que beneficiou o setor têxtil.

    Autoridade Fiscal

    O presidente Renan Calheiros também destacou o esforço dos parlamentares para a criação de uma Autoridade Fiscal Independente (AFI), no âmbito do Congresso, para que seja uma referência na análise das matérias orçamentárias.

    “Essa comissão vai ser responsável por nos informar o impacto e a consequência de tudo aquilo que votarmos com relação ao Orçamento. Dessa forma o Legislativo vai ter um rumo e vai poder contribuir com a sociedade. Todo o parlamento do mundo tem uma autoridade fiscal independente”, explicou.

  • CNC apresenta propostas para licitações da administração pública

    O 3º vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), deputado Laércio Oliveira, participou, em 5 de agosto, de audiência pública da Comissão Especial da Câmara dos Deputados criada para colher subsídios à Lei 8.666/1993, que institui normas para licitações e contratos da Administração Pública. Participou do debate José Eugênio Gizzi, integrante do Conselho de Infraestrutura (Coinfra) da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

    O 3º vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), deputado Laércio Oliveira, participou, em 5 de agosto, de audiência pública da Comissão Especial da Câmara dos Deputados criada para colher subsídios à Lei 8.666/1993, que institui normas para licitações e contratos da Administração Pública. Participou do debate José Eugênio Gizzi, integrante do Conselho de Infraestrutura (Coinfra) da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

    O parlamentar destacou a forma como as entidades do Sistema S em geral, e a CNC, em particular, contratam obras, produtos e serviços. Ele mostrou como são os critérios de habilitação, de análise de proposta de preço, entre outros.

    Laércio Oliveira falou ainda sobre como a CNC vê A Lei de Licitações hoje. Lembrou que a entidade trabalha para dois públicos: o interno, as entidades que fazem parte do Sistema S; e as empresas, filiadas aos sindicatos patronais ligados à Confederação.

    E em defesa dessas instituições que compram serviços públicos, a Confederação entende, segundo o seu vice-presidente, que a contratação não pode ser pelo menor preço.

    Ele criticou o pregão eletrônico, “que muitas vezes não atinge os seus objetivos”. Para o dirigente, “o pregão eletrônico é nocivo contra a contratação eficaz, porque se baseia tão somente no menor preço. Sua única vantagem é ser célere”.

    Já o representante da CNI propôs a reunião e integração da legislação hoje esparsada em uma Lei Geral de Licitações e Contratos. Segundo José Eugênio Gizzi, nesse processo seriam preservadas apenas as legislações especiais de Parcerias Público Privadas (PPPs) e concessões.

  • Senado aprova projeto que facilita leilão de veículos apreendidos

    O Senado aprovou, em 4 de agosto, projeto de autoria do deputado federal e vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Laércio Oliveira (SD-SE), que objetiva solucionar o problema da superlotação dos pátios dos Departamentos de Trânsito do País. Entre outras medidas, o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 24/2014 permite a redução do tempo de espera dos veículos nos pátios antes que sejam colocados em leilão. O texto segue para sanção da presidente Dilma Rousseff. 

    O Senado aprovou, em 4 de agosto, projeto de autoria do deputado federal e vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Laércio Oliveira (SD-SE), que objetiva solucionar o problema da superlotação dos pátios dos Departamentos de Trânsito do País. Entre outras medidas, o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 24/2014 permite a redução do tempo de espera dos veículos nos pátios antes que sejam colocados em leilão. O texto segue para sanção da presidente Dilma Rousseff. 

    De acordo com Laércio Oliveira, o texto altera o Código de Trânsito Brasileiro para facilitar a doação e a venda de sucatas de veículos abandonadas nos pátios dos Detrans. Com a mudança, será reduzido de 90 para 60 dias o prazo para que os veículos não reclamados sejam avaliados e levados a leilão. O Projeto também estabelece regras para o arremate e define o tempo máximo de seis meses para cobrança de permanência em depósito. Outra mudança prevista no texto é a exigência, para que o veículo seja liberado, de reparo de componentes ou equipamentos obrigatórios que não estiverem em perfeitas condições. O texto também diferencia os veículos aptos a trafegar e os classificados como sucata. O veículo conservado que não for arrematado depois de dois leilões será leiloado como sucata. Os veículos leiloados como sucata não podem voltar a circular. 

    No relatório, o senador José Medeiros (PPS-MT) argumentou que a superlotação dos pátios gera problemas como incêndios, vazamentos de óleo e proliferação de roedores e insetos, especialmente mosquitos transmissores de doenças como a dengue. Além disso, a demora no leilão faz com que os veículos estejam mais deteriorados, o que reduz os valores a serem apurados em leilão (Com informações da Agência Senado).

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 141/2015

    DESTAQUES:

    Camex nega provimento a pedido de reconsideração apresentado em face de encerramento de investigação com aplicação de direito antidumping onde a CNC foi convocada para audiência final

    Alterada norma no tocante ao local e os dias de realização das Conferências Nacionais Conjuntas de Direitos Humanos

    INSS estabelece o valor médio da renda mensal do total de benefícios pagos para o mês de julho de 2015

    DESTAQUES:

    Camex nega provimento a pedido de reconsideração apresentado em face de encerramento de investigação com aplicação de direito antidumping onde a CNC foi convocada para audiência final

    Alterada norma no tocante ao local e os dias de realização das Conferências Nacionais Conjuntas de Direitos Humanos

    INSS estabelece o valor médio da renda mensal do total de benefícios pagos para o mês de julho de 2015

  • Informe Representações 334

    Assessoria de Gestão das Representações 05/08/2015 – Ano 5, nº 334


    CÂMARA DOS DEPUTADOS

    Audiência Pública – Lei de Licitações

    Assessoria de Gestão das Representações 05/08/2015 – Ano 5, nº 334


    CÂMARA DOS DEPUTADOS

    Audiência Pública – Lei de Licitações

    Laércio José de Oliveira, vice-presidente da CNC, representará a entidade, como palestrante, na Audiência Pública para análise, estudo e formulação de proposições relacionadas à Lei nº 8.666, de 1993, que institui normas para licitações e contratos da administração pública, a ser realizada hoje, 5 de agosto de 2015, às 14h30, no Plenário 12 do Anexo II da Câmara dos Deputados, em Brasília – DF.

    A Audiência tem como objetivo colher subsídios sobre o tema, dando voz a diferentes segmentos da sociedade organizada, autoridades públicas e especialistas, que poderão apresentar suas considerações sobre o assunto em questão sob o ponto de vista da instituição que representam.

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

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  • Empresários varejistas debatem dificuldades do setor

    Instalada em julho de 2014 na CNC, no Rio de Janeiro, a Câmara Brasileira de Gêneros Alimentícios (CBCGAL) realizou sua primeira reunião em Brasília, em 4 de agosto, a fim de dar continuidade às discussões e aos debates acerca dos problemas e limitações que o setor vem enfrentando.

    Instalada em julho de 2014 na CNC, no Rio de Janeiro, a Câmara Brasileira de Gêneros Alimentícios (CBCGAL) realizou sua primeira reunião em Brasília, em 4 de agosto, a fim de dar continuidade às discussões e aos debates acerca dos problemas e limitações que o setor vem enfrentando.

    O evento foi prestigiado pelo deputado Alceu Moreira (PMDB-RS), que ofereceu apoio ao segmento no que diz respeito a questões de ordem legislativa. “O supermercado está dentro das mais diversas cadeias produtivas. Vai desde a produção até a boca do consumidor, e, portanto, precisa ter outro olhar de tratamento, porque influi decisivamente na vida das pessoas em todos os sentidos – onde elas moram, onde trabalham, como se abastecem, com que rapidez elas fazem isso, com que conforto, qualidade e que segurança. São dezenas de conceitos que mudam radicalmente a vida de cada um a partir do ângulo visto de dentro de uma loja de supermercados”, disse Moreira.

    Conduzida pelo presidente do Sindigêneros-RS e coordenador da Câmara, João Francisco Micelli Vieira, e acompanhada pelo secretário-geral da CNC, Marcos Arzua, a reunião tratou de temas sensíveis do ponto de vista dos empresários do setor varejista do segmento alimentício.

    NR 12

    Dentre as principais preocupações do setor, o foco ainda se direciona para a última versão da NR 12. A revisão da norma, que trata da segurança no trabalho em máquinas e equipamentos – realizada em razão das novas tecnologias incorporadas aos maquinários –, deu nova redação à NR 12, aumentando de 40 para mais de 300 o número de exigências de dispositivos de segurança em maquinários e equipamentos, inclusive os utilizados no segmento de gêneros alimentícios.

    Segundo o coordenador da CBCGAL, os empresários do comércio têm enfrentado insegurança jurídica e técnica em relação à adequação das máquinas em seus estabelecimentos.

    Os empresários varejistas se preocupam com as novas exigências. “Em Brasília estamos tendo problemas com a substituição do maquinário. Temos tido problemas com as exigências da NR 12. Hoje o comércio varejista não está em condições de substituir seus equipamentos por máquinas mais caras. Queremos modernizar, mas não é possível fazê-lo como o governo está querendo. É preciso pensar no micro e no pequeno empresário, que não tem condição de realizar todas as modificações”, explicou Franklin de Oliveira, do Sindigêneros-DF.

    PLP 7.293/2014

    Dentre as outras questões tratadas na reunião, destacam-se proposições legislativas, como o PL nº 7.293/2014, que institui regras para o funcionamento dos guichês de caixas direcionados ao atendimento do público no interior de supermercados e estabelecimentos similares.

    Esse tópico foi examinado pelo advogado da CNC Cácito Esteves, que apresentou parecer jurídico defendendo a tese do tratamento desigual, beneficiando as empresas financeiras em detrimento das varejistas. “Além disso, gera ônus, seja financeiro, seja de desconforto”, disse Cácito.

    Terceirização

    A Assessoria Legislativa (Apel) da CNC abordou o PL 4.330/2014 (atual PLC 30/2015), aprovado na Câmara e em discussão no Senado. A proposição trata da terceirização na atividade-meio e na atividade-fim, além da fiscalização, pela contratante, do cumprimento das obrigações trabalhistas e previdenciárias dos trabalhadores das empresas contratadas.

    Entretanto, a preocupação, hoje, é com o PLS 300/2015, que pretende funcionar como alternativa ao PL 4.330/2014 (PLC 30/2015). Ele altera a estrutura normativa, limitando, por exemplo, terceirização de mão de obra à atividade-fim, quando o aprovado na Câmara dos Deputados incluía atividade-meio e atividade-fim. Além disso, estabelece a responsabilidade solidária da contratante, entre outras alterações que prejudicam as atividades e o desenvolvimento econômico do comércio varejista, para o qual a terceirização é necessidade ímpar.

    Os varejistas estão preocupados com as consequências, que podem ser desastrosas, desde a redução de mão de obra, ocasionando demissões, até o encerramento das atividades da empresa.

    Atividade legislativa

    A reunião da CBCGAL manteve o debate central em proposições legislativas acompanhadas pela CNC. Entre elas, a PEC 231/1995, que reduz a jornada máxima de trabalho para 40 horas semanais e aumenta para 75% a remuneração de serviço extraordinário. A aprovação da Emenda pode inviabilizar o funcionamento dos supermercados nos finais de semana.

    O PLS 242/2013 visa alterar o Parágrafo único do Artigo 4º da Lei nº 7.418/1985, transferindo para o empregador todas as despesas relativas à concessão do Vale-Transporte.

    A Medida Provisória 664/2014 exime a Previdência de suas obrigações, ao transferir para o empregador o ônus de arcar integralmente com o pagamento do salário do trabalhador afastado por incapacidade (total ou provisória), nos primeiros 30 dias.

    Logística reversa de lâmpadas

    Cristiane Soares, da Assessoria de Gestão das Representações (AGR) da CNC, especialista em Gestão Ambiental, apresentou ao grupo de varejistas o Acordo Setorial para implantação do Sistema de Logística Reversa de Lâmpadas Fluorescentes de Vapor de Sódio e Mercúrio e de Luz Mista, assinado em novembro do ano passado.

    “O Acordo Setorial para implantação do Sistema de Logística Reversa de Lâmpadas teve seu extrato publicado no Diário Oficial da União de 12 de março de 2015. Seu objetivo é garantir que a destinação final dos resíduos dessas lâmpadas seja feita de forma ambientalmente adequada e em conformidade com a Lei Nº 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos”, explicou Cristiane.

    Os empresários foram orientados sobre o descarte correto das lâmpadas e sobre suas responsabilidades como signatários, conforme a negociação entre Abilux, ABilumi, CNC e Ministério do Meio Ambiente (MMA).

  • Informe Representações 333

    Assessoria de Gestão das Representações 04/08/2015 – Ano 5, nº 333


    MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR (MDIC)

    Secretaria Executiva

    Assessoria de Gestão das Representações 04/08/2015 – Ano 5, nº 333


    MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR (MDIC)

    Secretaria Executiva

    Roberto Nogueira Ferreira, consultor da Presidência da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), participará da Reunião de Coordenação Prévia para a IX Reunião do Comitê Conjunto de Promoção Comercial, Investimento e Cooperação Industrial Brasil-Japão, a ser realizada no dia 5 de agosto de 2015, às 15 horas, no MDIC, em Brasília-DF.

    Criado em julho de 2008, por meio de memorando de entendimento entre o MDIC e o Ministério da Economia, Comércio e Indústria do Japão (METI), o comitê se reuniu pela primeira vez em fevereiro de 2009. Na ocasião, o encontro contou com a participação de quase 80 representantes dos dois países e tratou de diversos temas, subdivididos em grupos: Promoção de Comércio e Investimento; Facilitação de Negócios; Metrologia e Propriedade Intelectual.

    Em 2014, o Japão foi o quinto mercado de destino para as exportações brasileiras e o nono fornecedor de produtos para o Brasil.

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

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  • Projeto do Sesc em Goiás incentiva a leitura na primeira infância

    Uma ação realizada no Sesc Faiçalville, em Goiânia (GO), tem incentivado a formação de leitores desde a primeira infância.  O projeto Tem bebê na biblioteca é realizado de março a novembro na unidade, uma vez ao mês, e reúne pais e bebês de até três anos. A motivação para a realização do Tem Bebê na biblioteca veio de São Paulo, quando a bibliotecária do Sesc Faiçalville, Andrea Aparecida Diniz, conheceu o projeto Bebê Lendo, da Biblioteca de São Paulo (BSP).

    Uma ação realizada no Sesc Faiçalville, em Goiânia (GO), tem incentivado a formação de leitores desde a primeira infância.  O projeto Tem bebê na biblioteca é realizado de março a novembro na unidade, uma vez ao mês, e reúne pais e bebês de até três anos. A motivação para a realização do Tem Bebê na biblioteca veio de São Paulo, quando a bibliotecária do Sesc Faiçalville, Andrea Aparecida Diniz, conheceu o projeto Bebê Lendo, da Biblioteca de São Paulo (BSP).

    Em Goiânia a ação existe há um ano, e já participaram mais de 220 pessoas e 61 bebês da idade proposta. Para atrair os pais e pequenos leitores, os materiais dos livros e o conteúdo são cuidadosamente escolhidos em editoras que trabalham com literatura infantil. Como são materiais diferenciados, a pesquisa considera os materiais mais resistentes, como cartonado, plástico, livros para banho, e os elementos adicionais, como cores, sons, figuras, texturas e dedoches acoplados aos livros. “Afinal, quanto mais o bebê manusear os livros e interagir com eles, maior a chance de ele se tornar um leitor assíduo”, comenta Andrea Diniz.

    Além da formação de leitores, a ação promove o fortalecimento do vínculo entre os pais e os bebês. “Alguns pais têm uma falsa ideia de que livro e bebê não combinam, pois os pequenos não entendem a história ou estragam os livros. Por esse motivo, trabalhamos com essas obras diferenciadas, que chamam a atenção dos bebês, e muitos não têm acesso por causa do custo elevado. Por isso esse desconhecimento da importância de incentivar a leitura desde a primeira infância e do que esse simples ato representa para as crianças e para os pais”, diz Andrea.

    Em média, 15 pessoas participam da ação a cada domingo, e a aceitação dos pais tem crescido a cada realização. “Essa aceitação é visivelmente notada na procura pelos livros em dias diferentes da ação, e recebemos muitos amigos de pais que foram indicados para participar, além daqueles que voltam sempre”, afirma.

     

    Tem Bebê na Biblioteca

    Sesc Faiçalville – Avenida Ipanema, Qd. 234/236, nº. 1.600 – Setor Faiçalville, Goiânia (GO)

    Entrada gratuita

    www.sescgo.com.br

  • Boletim Informativo Diário (BID) 140/2015

    DESTAQUES:

    Deferido o registro sindical ao Sindicato dos Empregadores de Salão de Beleza e Estética do Estado de Pernambuco

    Deferido o registro de alteração estatutária do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, e de Lojas de Conveniência, e de Empresas de Lava-Rápido e de Empresas de Estacionamento de Santos e Região/SP

    Convocação do Sindicato do Comércio Varejista de Conselheiro Lafaiete para Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 28 de Agosto de 2015

    DESTAQUES:

    Deferido o registro sindical ao Sindicato dos Empregadores de Salão de Beleza e Estética do Estado de Pernambuco

    Deferido o registro de alteração estatutária do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, e de Lojas de Conveniência, e de Empresas de Lava-Rápido e de Empresas de Estacionamento de Santos e Região/SP

    Convocação do Sindicato do Comércio Varejista de Conselheiro Lafaiete para Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 28 de Agosto de 2015

  • Projeto que beneficia representantes comerciais na pauta da Comissão de Assuntos Econômicos

    A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) tem sete projetos e quatro requerimentos na pauta desta terça-feira, 4 de agosto. Uma das propostas é o PLS 5/2015, do senador Paulo Paim (PT-RS), que dá ao representante comercial acesso a alíquota menor do sistema Simples de tributação.

    Os representantes comerciais alegam que, pelas regras atuais, se aderissem ao Simples estariam sujeitos a uma tributação que varia de 16,9% a 22,4%, maior, portanto, que os cerca de 13% que recolhem pelo regime de tributação de lucro presumido.

    A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) tem sete projetos e quatro requerimentos na pauta desta terça-feira, 4 de agosto. Uma das propostas é o PLS 5/2015, do senador Paulo Paim (PT-RS), que dá ao representante comercial acesso a alíquota menor do sistema Simples de tributação.

    Os representantes comerciais alegam que, pelas regras atuais, se aderissem ao Simples estariam sujeitos a uma tributação que varia de 16,9% a 22,4%, maior, portanto, que os cerca de 13% que recolhem pelo regime de tributação de lucro presumido.

    O projeto altera artigo do Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte para incluir “representação comercial e demais atividades de intermediação de negócios e serviços de terceiros” entre as atividades tributadas conforme tabela do Anexo III da lei, que varia entre 6% e 17,4%, conforme a receita bruta do contribuinte.

    Paraísos fiscais

    Outro projeto a ser analisado é o PLS 275/2014, do senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), que muda os critérios de identificação de países com tributação favorecida, popularmente conhecidos como paraísos fiscais.

    Ferraço lembra que a legislação brasileira confere um tratamento tributário mais rigoroso para as operações realizadas com países de tributação favorecida, sendo assim entendidos todos aqueles que adotem tributação máxima da renda em percentual inferior a 20%. O problema, para ele, é que a presunção de que todos os países que adotam esta tributação sejam “paraísos fiscais” tem acarretado distorções.

    Pelo projeto, deixa de ser considerado um “paraíso fiscal” o País que não for assim classificado por órgão, entidade ou organização independente e internacionalmente reconhecida. Caberá ao Poder Executivo indicar um ou mais órgãos para isso.

    A reunião da CAE é a primeira após o fim do recesso parlamentar e está marcada para 10h, no Plenário 19 da Ala Alexandre Costa. O presidente é o senador Delcídio do Amaral (PT-MS).