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  • Sumário Econômico 1409

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    CNC mapeia segmentos do varejo com expansão na ocupação – O comércio brasileiro passa pelo seu momento mais desfavorável em mais de uma década. O volume de vendas do setor encolheu 1,5% no primeiro quadrimestre de 2015, em relação ao mesmo período do ano passado. Considerando apenas os quatro primeiros meses de cada ano, esse foi o pior desempenho em termos de receita real desde a retração de 5,4% registrada nos quatro primeiros meses de 2003. Apropriados os ramos automotivo (-16,0%) e de materiais de construção (-4,5%), o volume de vendas no conceito ampliado acusa retração de 6,1% – o pior resultado da série histórica iniciada em 2004. Ao desempenho desfavorável das vendas, soma-se a elevação de custos e despesas do setor, tais como gastos com pessoal, energia elétrica, combustíveis, taxa de juros, etc. Desse modo, as empresas varejistas têm buscado adaptar o quadro de funcionários à nova realidade do setor. Entre os anos de 2004 e 2012, quando as vendas do varejo cresceram a uma média anual de 8,5%, o comércio respondeu por

    26,4% das vagas formais criadas no País, ficando atrás apenas do setor de serviços, com 42,0% do total. Naquele período, o emprego no comércio avançou 89,9% (+7,4% ao ano) contra +5,5% ao ano do restante da economia.

     

    Outras matérias:

    Indústria cresce após três meses de retração – Segundo os últimos dados disponibilizados pelo IBGE, a produção industrial cresceu 0,6% em maio deste ano, após três quedas consecutivas (-1,2% em abril, -0,8% em março e -1,3% em fevereiro). O crescimento de 0,4% em janeiro de 2015 foi o segundo resultado positivo no período. Em maio de 2014, houve queda em relação a abril, com uma variação negativa de 0,9%. Desde o início do ano passado, houve dez meses com retração. Em comparação com o mês imediatamente anterior, dados com ajuste sazonal. A Indústria extrativa, após cinco meses seguidos de avanço, recuou 0,5% em maio. Enquanto a de Transformação cresceu 0,6%, tendo caído nos últimos três meses (-1,4% em abril, -0,8% em março e -1,6% em fevereiro). Dentre as categorias de uso analisadas, houve divergências, com Bens de capital (+0,2%) e Bens de consumo (+1,4%) crescendo e Bens intermediários com queda de 0,5%. Apesar do crescimento mensal, na comparação com maio de 2014 continuou a tendência negativa, pelo décimo quinto mês. Houve uma queda de 8,8%, a segunda taxa mais intensa deste período, com exceção da queda de 9,4% em fevereiro de 2015. Diferentemente da análise anterior, a Indústria de transformação, com recuo de 10,9%, foi a principal influência, sendo que a Indústria extrativa acelerou 7,7%. Em ambos os casos, houve continuidade de suas tendências, com início em janeiro do ano passado. Novamente, ao contrário do observado na comparação anterior, todas as categorias de uso recuaram, com Bens de capital mostrando o maior resultado negativo (-26,3%), seguido por Bens de consumo duráveis, com retração de 17,8%. Equipamentos de transporte industrial foi a atividade com maior queda (-32,6%).

    Programa de Proteção ao Emprego (PPE) – Diante do número crescente de demissões decorrente da queda na atividade econômica, o Governo Federal anunciou o Programa de Proteção ao Emprego (PPE), que, em linhas gerais, permitirá que as empresas aderentes ao Programa possam reduzir em até 30% a jornada de trabalho dos funcionários, com a diminuição proporcional dos salários pagos. Para se habilitar ao programa, as empresas deverão comprovar ao governo federal dificuldades financeiras oriundas da atual crise econômica. Entretanto, ainda não foram definidos os setores que poderão aderir ao PPE, o que será feito, em curto prazo, pelo Comitê de Proteção ao Emprego, formado apenas por representantes do governo. As empresas terão até o final de 2015 para aderir ao PPE, que terá prazo de validade fixado por, no máximo, um ano. Já pelo lado dos trabalhadores, haverá necessidade da adesão dos mesmos ao Programa, mediante a celebração de um acordo coletivo específico. Além disso, os empregados abrangidos pelo acordo não poderão ser alvo de dispensa sem justa causa durante a vigência da adesão, e, ao final da mesma, ainda contarão com a proteção de vínculo durante período igual a um terço do programa. Ou seja, se um empregado participar de um acordo abrangido por esse programa pelo período de 12 meses, ao término do mesmo ainda contará com estabilidade por mais quatro meses.

    MPEs Estatísticas 2013 – Em parceria com o Dieese, o Sebrae lançou a sétima edição da pesquisa que tem como base as informações da RAIS, PME e PNAD. Trata-se do Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa 2014, com dados referentes ao exercício de 2013. Embora o exame a respeito do ano retrasado possas parecer ter descompasso em relação à hoje, é o melhor estudo que se tem sobre as empresas. Ao mesmo tempo, cabe considerar que dificilmente as informações mudaram em relação ao ano passado. Além disso, deve-se contar o tempo para a compilação do volume de dados. Em suas 283 páginas, o anuário apresenta uma massa de informações estatísticas e de indicadores sociais e econômicos separando a micro e a pequena empresa da média e da grande, em temas como a evolução e o número de estabelecimentos; o corte por regiões e números de empregados; por setor da atividade econômica; empregadores e conta própria; faixa etária dos empregados, gênero; rendimentos; dentre outros; entre o período de 2003-2013. Em 2013, o Brasil registrou 6.700.121 (100%) estabelecimentos, cujo porte dividia-se da seguinte maneira: micros e pequenas empresas 6.629.879 (99,0%) − sendo micros 6.215.352 (92,8%); e pequenas 414.527 (6,2%). O 1% correspondia a médias (45.115) e grandes (25.127) – 0,7% e 0,4%, respectivamente. (Nota: estes dois percentuais estão arredondados; portanto, somam 1,1%).

  • Audiência pública avalia redução de horário de almoço dos trabalhadores

    A possibilidade de flexibilizar o horário de almoço ou de descanso por meio de acordo coletivo, conforme projeto (PLS 8/2015) em tramitação na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), dividiu opiniões em audiência pública em 15 de julho. Contrários à alteração, juízes e procuradores alertaram para os riscos à saúde e à segurança no trabalho que a redução pode ocasionar.

    A possibilidade de flexibilizar o horário de almoço ou de descanso por meio de acordo coletivo, conforme projeto (PLS 8/2015) em tramitação na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), dividiu opiniões em audiência pública em 15 de julho. Contrários à alteração, juízes e procuradores alertaram para os riscos à saúde e à segurança no trabalho que a redução pode ocasionar.

    Representantes de confederações de diversos setores da economia citaram a liberdade de escolha dos funcionários e outros ganhos, como menos horas no trânsito e mais tempo de convivência com a família ao evitar a saída no horário de pico, para defender a modernização da lei.

    Na opinião da procuradora do Ministério Público do Trabalho Juliana Carrero, as negociações coletivas devem ser prestigiadas, sim, mas não em relação a toda e qualquer pactuação. Segundo afirmou, o intervalo intrajornada de no mínimo uma hora para quem trabalha mais de seis horas seguidas é uma medida de segurança e saúde no trabalho, é impositiva e não pode ser afastada pelo trabalhador se ele quiser.

    “O trabalhador não tem noção do que efetivamente pode decorrer de uma redução desse tipo na jornada dele. Não pode dizer simplesmente “eu quero a redução”, não interessa, da mesma forma que ele não pode dizer que quer trabalhar 10, 12 horas por dia”, defendeu a procuradora.

    Da mesma forma, o juiz Luiz Antonio Colussi, representante da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), frisou que a garantia de saúde e segurança dos empregados contra o texto. O intervalo intrajornada é essencial para que os funcionários reponham energias e mantenham a concentração e o foco no trabalho, para dificultar a ocorrência de acidentes.

    O mesmo motivo foi apontado por José Carlos Torves, da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), que também é contrário à proposta. Segundo lembrou, a situação dos jornalistas é ainda pior, por trabalharem até 10, 12 horas por dia, muitas vezes em situação de risco, sob forte cansaço e estresse, e a jornada de cinco horas garantida por lei nunca ser cumprida.

    Ele também alertou para a existência de um movimento de ataque ao mundo do trabalho e aos trabalhadores, com retirada de direitos e garantias. Apontou como exemplo disso a MP 680/2015, que permite a redução da jornada e dos salários. “Óbvio que há necessidade de superar a crise, mas [as medidas] não podem cair só sobre os direitos dos trabalhadores”, afirmou.

    Projeto

    A alteração proposta na regra de intervalo para repouso e alimentação estabelecida pela Confederação das Leis do Trabalho (CLT) tem na CAS relatório pela rejeição, apresentado pela senadora Angela Portela (PT-RR), e um voto em separado da senadora Ana Amélia (PP-RS), defendendo sua aprovação.

    Vários senadores defenderam modificações na proposta. Waldemir Moka (PMDB-MS) pediu que a redação do texto seja mais clara, diferenciando segmentos econômicos em relação aos quais não se aplicaria a flexibilização.

    Paulo Paim (PT-RS) sugeriu que não se coloque a proposta em votação enquanto centrais sindicais e outras federações de trabalhadores não forem ouvidas. “Às vezes, uma boa intenção pode gerar prejuízos para os mais fracos”, disse.

    Já a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) destacou a necessidade de levar em consideração os argumentos dos juízes e procuradores do Trabalho. Segundo ela, a Justiça do Trabalho mantém o equilíbrio das relações trabalhistas no país, uma vez que o lado do poder econômico – representado pelos empregadores – é mais forte.

    Valorização

    Para o representante da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Carlos Kurtz, o projeto valoriza as negociações coletivas de trabalho, representando assim um avanço para as relações trabalhistas. Ele também lembrou que as negociações coletivas só se estabelecem quando há interesse das duas partes, não é unilateral. “Melhor trabalhar meia a hora a mais durante a semana [reduzindo o almoço] para ficar no sábado com sua família”, disse.

    Alain Mac Gregor, representante da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), afirmou que o projeto traz facilidades para o mundo do trabalho e fortalece os sindicatos. As negociações, afirmou, seriam feitas sob lastro constitucional e com previsão em dispositivo constante do parágrafo 3º do artigo 71 CLT. Ele permite que o intervalo seja reduzido por ato do Ministro do Trabalho, com condicionantes: que seja ouvido o Serviço de Alimentação de Previdência Social, que o estabelecimento atenda às exigências sobre organização dos refeitórios e que os empregados não estejam sob regime de trabalho prorrogado em razão de horas suplementares. O texto aprovado tornaria o processo menos burocrático, avaliou. “Não existem mais fragilidades na representação sindical. O trabalhador representado jamais sofrerá prejuízos por negociações de sindicatos, que estão ali para protegê-lo”, frisou.

    Rodrigo Valente, representante da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), ressaltou que é por meio das negociações coletivas, via acordos e convenções coletivas de trabalho, que as reais necessidades das categorias são atendidas.

    O autor da proposta, senador Blairo Maggi (PR-MT), disse que o projeto busca adequar as relações de trabalho ao mundo real. Não é nada imposto, faz quem quer e por acordo, mas exceções devem ser observadas, como o setor da construção civil, trabalho braçal e pesado que demanda mais descanso. “As pessoas têm que ter discernimento de definir sua vida. O Estado não pode tutelar tudo e a todos a qualquer momento”, afirmou.

    Na opinião de Ana Amélia (PP-RS), não se pode comparar coisas diferentes, tratando todos os setores da atividade econômica da mesma forma. Alguns mais vulneráveis precisam da proteção do Estado, mas há outros mais modernos em que o cidadão poderia exercer sua liberdade de escolha. Conforme a senadora, é preciso desmistificar a visão do trabalhador como alguém sempre explorado pelo empregador. Na mesma linha, o presidente da CAS, senador Edison Lobão (PMDB-MA) frisou que empresas e trabalhadores não existem um sem o outro. “As legislações precisam ser sempre atualizadas. Algo que foi construído há 40, 50 anos, quando o trabalho era diferente do que é hoje, não podemos imaginar que hoje é mais adequado. Mas que os princípios e direitos se mantenham porque são corretos e justos e devem preservar o trabalhador”, opinou ainda Douglas Cintra (PTB-PE).

  • CNC toma posse no Conselho Consultivo da Empresa de Pesquisa Energética

    Tomaram posse em 14 de julho os membros do Conselho Consultivo da Empresa de Pesquisa Energética (Concepe). A cerimônia foi realizada na sede da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), no Rio de Janeiro.

    Tomaram posse em 14 de julho os membros do Conselho Consultivo da Empresa de Pesquisa Energética (Concepe). A cerimônia foi realizada na sede da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), no Rio de Janeiro.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) está presente no Concepe representando os consumidores comerciais. Foram indicados para atuar no Conselho pela CNC Eduardo Cury (titular), conselheiro da Câmara de Consumidores da Companhia Paranaense de Energia (Copel-PR) e coordenador da Câmara Setorial de Material de Construção da Fecomércio-PR; e Rosimeire Cecília da Costa (suplente), advogada pública e membro do Conselho de Consumidores de Energia Elétrica (Concen), de Mato Grosso do Sul.

    Após a posse dos conselheiros, o presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, apresentou as atividades e os projetos da empresa, que é vinculada ao Ministério de Minas e Energia. A EPE realiza estudos e pesquisas destinadas a subsidiar o planejamento do setor energético, tais como energia elétrica, petróleo e gás natural e seus derivados, carvão mineral, fontes energéticas renováveis e eficiência energética, entre outras.

    Entre os atributos do Concepe estão: sugerir diretrizes, estratégias e áreas prioritárias de atuação para estudos e pesquisas; sugerir formas e fontes de captação de recursos; e analisar as propostas da EPE que busquem consolidar os objetivos da instituição e perante a sociedade.

    Saiba mais sobre o trabalho da EPE no link http://www.epe.gov.br/.

  • Grupo do Código Comercial da CNC reúne-se para avaliar capítulo sobre empresas

    O Grupo Técnico (GT) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) constituído no âmbito da Rede Nacional de Assessorias Legislativas do Sistema CNC-Sesc-Senac (Renalegis) para subsidiar os trabalhos da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que avalia o Projeto de Lei (PL) 1.572/2011, do deputado Vicente Cândido (PT-SP), que institui o Código Comercial Brasileiro, está reunido em Brasília, de 15 a 16 de julho. 

    O Grupo Técnico (GT) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) constituído no âmbito da Rede Nacional de Assessorias Legislativas do Sistema CNC-Sesc-Senac (Renalegis) para subsidiar os trabalhos da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que avalia o Projeto de Lei (PL) 1.572/2011, do deputado Vicente Cândido (PT-SP), que institui o Código Comercial Brasileiro, está reunido em Brasília, de 15 a 16 de julho. 

    O objetivo da primeira reunião de hoje é avaliar o relatório parcial do deputado Décio Lima (PT-SC) para o Livro I do Código (Das Empresas). Participam assessores jurídicos e legislativos de Pernambuco, Maranhão, São Paulo, Piauí, Bahia, Ceará, Goiás, Santa Catarina e Sergipe. 

    “Os relatórios parciais estão aperfeiçoando o Projeto original”, afirmou Marcelo Barreto, consultor Jurídico da Confederação, que coordena os trabalhos do Grupo. Barreto fez um histórico da evolução da iniciativa em relação ao Código – a entidade realizou encontros regionais em todo o País para colher sugestões dos empresários do comércio. “Nossa missão é verificar se as sugestões que foram apresentadas ao relator constam do PL. Vamos avaliar também a viabilidade de adaptação de nossas sugestões”, destacou Ênio Zampieri, da Assessoria Legislativa (Apel) da CNC. 

    “Estamos avançando com a participação de representantes do comércio de todo o Brasil. A parceria com as federações, que precederam os encontros atuais do Grupo de Trabalho, possibilitam uma contribuição valiosa para o Código, que atinge não só a área jurídica, mas toda a sociedade”, acrescentou Roberto Velloso, chefe da Apel da CNC. “Temos boas expectativas quanto às sugestões do comércio para Código Comercial”, disse João Torres, representante da Renalegis no Maranhão. 

    O secretário-geral da Confederação, Marcos Arzua, enfatizou a importância do trabalho na Comissão, que é presidida pelo vice-presidente da CNC e deputado federal Laércio Oliveira (SD-SE). “Essa iniciativa dá dimensão e relevância ao assunto e à participação das entidades de nosso sistema”, disse. Arzua afirma que o Grupo de Trabalho está gerando massa crítica qualificada, além de subsidiar o que atende ao comércio de todo o País. “Buscamos o que é melhor para os empresários que representamos. Queremos um ambiente de negócios favorável aos empreendedores”, enfatizou. 

    Na parte da tarde os assessores legislativos e jurídicos trabalharão em grupos separados. Amanhã as atividades estarão focadas no Livro II do Projeto, Das Sociedades Empresariais, cujo relator é o deputado Augusto Coutinho (SD-PE).


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  • CNC ministra workshop sobre gestão para sindicatos ligados à Fecomércio-PE

    Com dinâmicas e conceitos relacionados a gestão, liderança, metas e resultados, Fonseca apresentou aos participantes as principais ferramentas para o desenvolvimento de competências de gestão que podem ser aplicadas na rotina dos sindicatos. Segundo o assessor da Confederação, é preciso cada vez mais trabalhar de forma integrada em prol dos segmentos representados pelas entidades sindicais, com foco em resultados. “O trabalho precisa ser colaborativo. Não é possível desenvolver a gestão sozinho. Todos devem se sentir parte dela”, disse Fonseca.

    Com dinâmicas e conceitos relacionados a gestão, liderança, metas e resultados, Fonseca apresentou aos participantes as principais ferramentas para o desenvolvimento de competências de gestão que podem ser aplicadas na rotina dos sindicatos. Segundo o assessor da Confederação, é preciso cada vez mais trabalhar de forma integrada em prol dos segmentos representados pelas entidades sindicais, com foco em resultados. “O trabalho precisa ser colaborativo. Não é possível desenvolver a gestão sozinho. Todos devem se sentir parte dela”, disse Fonseca. “É papel do líder orientar as pessoas a agir de acordo com a orientação filosófica da entidade. E, acima de tudo, engajar pessoas é um desafio diário do líder. E a melhor forma é dando o exemplo. Se ele quer um resultado diferente, precisa ser o primeiro a mudar na entidade”, complementou. 

    O encontro faz parte das ações do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs), criado pela CNC no âmbito do Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio (Sicomércio). O programa tem como objetivo permitir às entidades sindicais identificar o grau de desenvolvimento da sua gestão nos quesitos associativismo, representatividade, estrutura diretiva, gestão financeira e produtos e serviços oferecidos. Além disso, visa capacitar seus líderes em práticas gerenciais de reconhecida excelência, que possibilitem incrementar a atuação dos sindicatos e das Federações do Comércio.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 126/2015

    DESTAQUES:

    Prorrogada a vigência da Medida Provisória que eleva a alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das instituições financeiras

    Designado representante da Fecomércio-RS para compor o Conselho Superior do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha – RS

    Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo – Sindigás convoca as empresas distribuidoras de GLP para comparecimento a AGE que se realizará no dia 23 de julho de 2015

    DESTAQUES:

    Prorrogada a vigência da Medida Provisória que eleva a alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das instituições financeiras

    Designado representante da Fecomércio-RS para compor o Conselho Superior do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha – RS

    Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo – Sindigás convoca as empresas distribuidoras de GLP para comparecimento a AGE que se realizará no dia 23 de julho de 2015

  • CNC esclarece sobre o Programa de Proteção ao Emprego (PPE)

    O governo federal, por meio da Medida Provisória (MP) nº 680, criou o Programa de Proteção ao Emprego (PPE), que permite às empresas com dificuldades financeiras reduzir a jornada de trabalho de seus empregados.

    As empresas que aderirem ao PPE ficarão proibidas de dispensar arbitrariamente ou sem justa causa os empregados que tiverem sua jornada de trabalho temporariamente reduzida enquanto vigorar a adesão e, após o seu término, durante o equivalente a um terço do período de adesão.

    O governo federal, por meio da Medida Provisória (MP) nº 680, criou o Programa de Proteção ao Emprego (PPE), que permite às empresas com dificuldades financeiras reduzir a jornada de trabalho de seus empregados.

    As empresas que aderirem ao PPE ficarão proibidas de dispensar arbitrariamente ou sem justa causa os empregados que tiverem sua jornada de trabalho temporariamente reduzida enquanto vigorar a adesão e, após o seu término, durante o equivalente a um terço do período de adesão.

    A CNC esclarece que as empresas do comércio devem observar algumas questões antes de aderir ao Programa:

    • A avaliação dos executivos e da área contábil da empresa sobre sua condição econômica, para que possa manter os pagamentos dos salários durante o período de adesão ao PPE;
    • A projeção do tempo que a empresa precisará para se restabelecer;
    • A observância do risco para as atividades, ao se considerar a projeção da estabilidade para todos os trabalhadores até o final do período de adesão ao PPE e, após o seu término, durante o prazo equivalente a um terço do período de adesão; e
    • A conveniência de a empresa, em caso de necessidade, firmar acordo coletivo fora do PPE, de forma a atender suas necessidades, conforme dispõe o inciso VI do Artigo 7º da Constituição Federal, que permite a redutibilidade do salário caso haja convenção ou acordo coletivo com esse propósito e que, nessa hipótese, não gera a redução do horário de trabalho.

    Veja no documento a seguir a orientação da Divisão Sindical da CNC na íntegra.

  • Comércio varejista registra o pior mês de maio desde 2001

    A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje pelo IBGE, mostra que o volume de vendas do comércio varejista, em maio, recuou -0,9% na comparação com abril e -4,5% em relação a maio de 2014. O resultado mensal (-0,9%) foi o pior para o mês desde 2001. As maiores quedas ocorreram nos ramos de móveis e eletrodomésticos (-18,5%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-11,8%). No acumulado do ano as vendas recuaram 2,0% ante o mesmo período de 2014.

    A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje pelo IBGE, mostra que o volume de vendas do comércio varejista, em maio, recuou -0,9% na comparação com abril e -4,5% em relação a maio de 2014. O resultado mensal (-0,9%) foi o pior para o mês desde 2001. As maiores quedas ocorreram nos ramos de móveis e eletrodomésticos (-18,5%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-11,8%). No acumulado do ano as vendas recuaram 2,0% ante o mesmo período de 2014.

    Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o crédito mais caro, cuja taxa de juros situa-se no patamar mais elevado em quatro anos, aliado à persistência da inflação e à deterioração do emprego e da renda, tem provocado uma desaceleração mais forte do setor em 2015.

    Considerando-se os ajustes sazonais, a variação ante o mês de abril nas vendas de móveis e eletrodomésticos foi de -2,1%, e a de livros, jornais, revistas e papelaria, de -2,1%. Na mesma base comparativa, o varejo ampliado, que agrega os resultados do comércio automotivo (-4,6%) e de materiais de construção (-3,8%), acusou retração de 1,8%.

    Diante da perspectiva de continuidade na tendência de encarecimento do crédito, de enfraquecimento do mercado de trabalho e de novas quedas na confiança do consumidor, a CNC manteve em -1,1% sua expectativa para o desempenho do volume de vendas do varejo restrito em 2015. Para o varejo ampliado, a entidade projeta queda de 6,5% ante 2014, principalmente em decorrência da perda de força do setor automotivo (-24,6%).

    Acesse aqui a análise da Divisão Econômica da CNC na íntegra

    O economista Bruno Fernandes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9471

     

     

     

  • Comércio varejista registra o pior mês de maio desde 2001

    A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje pelo IBGE, mostra que o volume de vendas do comércio varejista, em maio, recuou -0,9% na comparação com abril e -4,5% em relação a maio de 2014. O resultado mensal (-0,9%) foi o pior para o mês desde 2001. As maiores quedas ocorreram nos ramos de móveis e eletrodomésticos (-18,5%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-11,8%). No acumulado do ano as vendas recuaram 2,0% ante o mesmo período de 2014.

    A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje pelo IBGE, mostra que o volume de vendas do comércio varejista, em maio, recuou -0,9% na comparação com abril e -4,5% em relação a maio de 2014. O resultado mensal (-0,9%) foi o pior para o mês desde 2001. As maiores quedas ocorreram nos ramos de móveis e eletrodomésticos (-18,5%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-11,8%). No acumulado do ano as vendas recuaram 2,0% ante o mesmo período de 2014.

    Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o crédito mais caro, cuja taxa de juros situa-se no patamar mais elevado em quatro anos, aliado à persistência da inflação e à deterioração do emprego e da renda, tem provocado uma desaceleração mais forte do setor em 2015.

    Considerando-se os ajustes sazonais, a variação ante o mês de abril nas vendas de móveis e eletrodomésticos foi de -2,1%, e a de livros, jornais, revistas e papelaria, de -2,1%. Na mesma base comparativa, o varejo ampliado, que agrega os resultados do comércio automotivo (-4,6%) e de materiais de construção (-3,8%), acusou retração de 1,8%.

    Diante da perspectiva de continuidade na tendência de encarecimento do crédito, de enfraquecimento do mercado de trabalho e de novas quedas na confiança do consumidor, a CNC manteve em -1,1% sua expectativa para o desempenho do volume de vendas do varejo restrito em 2015. Para o varejo ampliado, a entidade projeta queda de 6,5% ante 2014, principalmente em decorrência da perda de força do setor automotivo (-24,6%).

     

  • Informe Representações 328

    Assessoria de Gestão das Representações 14/07/2015 – Ano 5, nº 328


    SINDICATO NACIONAL DAS EMPRESAS DISTRIBUIDORAS DE COMBUSTÍVEIS (SINDICOM)

    Grupo de Acompanhamento de Performance (GAP)

    Assessoria de Gestão das Representações 14/07/2015 – Ano 5, nº 328


    SINDICATO NACIONAL DAS EMPRESAS DISTRIBUIDORAS DE COMBUSTÍVEIS (SINDICOM)

    Grupo de Acompanhamento de Performance (GAP)

    Cristiane Soares, da Assessoria de Gestão das Representações (AGR) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), representará a entidade na reunião do Grupo de Acompanhamento de Performance do Sistema de Logística Reversa de Embalagens de Óleos Lubrificantes, a ser realizada no dia 16 de julho de 2015, das 9 às 17 horas, em São Paulo – SP.

    A reunião visa reunir os participantes do Acordo Setorial de Logística Reversa de Embalagens de Óleos Lubrificantes, para apresentação de suas realizações em relação às responsabilidades e obrigações assumidas por cada participante, assim como avaliar possíveis aperfeiçoamentos no modelo atual. O evento também tem como objetivo promover a expansão da logística reversa de embalagens plásticas usadas de óleos lubrificantes nos Estados das regiões Centro-Oeste e Norte, bem como no Maranhão e no Piauí.

     

    MINISTÉRIO DAS CIDADES (MCID)

    Conselho Curador do Fundo de Desenvolvimento Social (CCFDS)

    O CCFDS é um órgão colegiado composto por conselheiros que representam paritariamente o governo e a sociedade civil. Sua competência é acompanhar e controlar os empréstimos e financiamentos concedidos com recursos do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS), um fundo contábil de natureza financeira, cujos recursos são destinados ao financiamento de projetos de investimento de interesse social nas áreas de habitação popular.

    O presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), Cláudio Elias Conz, representará a CNC na titularidade do CCFDS.

     

    PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA (PR)

    Comissão Técnica Executiva da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (Cotec/ICP-Brasil)

    Mateus Dornelas, assessor da Gerência de Programas Externos (GPE) da CNC, foi indicado como representante da instituição para a Comissão Técnica Executiva da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (Cotec/ICP-Brasil na vaga de suplente.

    A Cotec tem por competência manifestar-se previamente sobre matérias de natureza técnica a serem apreciadas e decididas pelo Comitê Gestor da ICP-Brasil; preparar e encaminhar aos membros do comitê expediente contendo o posicionamento técnico dos órgãos e das entidades relacionados às matérias que serão apreciadas e decididas; e cumprir outras atribuições que forem delegadas pelo Comitê Gestor.

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.com.br