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  • Sindicato como canal de informações

    O Sindicato do Comércio Varejista de Nova Iguaçu (Sincovani), do Rio de Janeiro, destacou durante sua participação no Painel de Executivos do 31º Congresso Nacional de Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, realizado em 15 de abril, a importância de o sindicato ser um canal de informações para o associado.

    O Sindicato do Comércio Varejista de Nova Iguaçu (Sincovani), do Rio de Janeiro, destacou durante sua participação no Painel de Executivos do 31º Congresso Nacional de Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, realizado em 15 de abril, a importância de o sindicato ser um canal de informações para o associado.

    Claudia Felix, executiva da entidade, explicou como a promoção de palestras amplia o conhecimento dos comerciantes, possibilitando aumento e melhoria dos seus negócios. Segundo ela, mesmo com todo o aparato tecnológico de hoje, o acesso à informação ainda encontra barreiras em algumas localidades.  Claudia destacou em sua palestra o trabalho promovido pela Sinconavi para esclarecer aos comerciantes sobre as linhas de crédito oferecidas pelo BNDES ao segmento.

    “Em um universo de 30 mil empresas, detectamos que a maior insatisfação dos empresários é saber de acesso ao crédito”, disse Claudia. A executiva do Sincovani destacou que as palestras promovidas pelo sindicato contam com parceiras, como prefeituras municipais e Câmaras de Dirigentes Lojistas.   

  • Inovações e tendências: insumo para varejistas

    Levar ao empresário do comércio tendências e inovações no varejo. Com este objetivo, o Sindilojas de Porto Alegre promove a Feira Brasileira do Varejo (Febravar). A iniciativa foi apresentada aos participantes do Painel de Executivos realizado na manhã de hoje, 15 de abril, durante o 31º Congresso Nacional de Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, que acontece até 17 de março em Maceió (AL).

    Levar ao empresário do comércio tendências e inovações no varejo. Com este objetivo, o Sindilojas de Porto Alegre promove a Feira Brasileira do Varejo (Febravar). A iniciativa foi apresentada aos participantes do Painel de Executivos realizado na manhã de hoje, 15 de abril, durante o 31º Congresso Nacional de Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, que acontece até 17 de março em Maceió (AL).

    Carin Souza, do Sindilojas, detalhou a iniciativa, que teve sua primeira edição realizada em 2103 e que, em paralelo à feira, é realizado pela entidade o Congresso Brasileiro do Varejo, com especialistas em consumo do Brasil e de outros países: ano passado, estiveram no evento a CEO do Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano, e o consultor Paco Underhill, um dos principais nomes mundial do varejo. “A expectativa para este ano é que consigamos reunir, em três dias de evento, mais de seis mil participantes de todo o País”, disse Carin. Segundo ela, temas como e-commerce e o uso de redes sociais estarão na pauta dos debates.

    O Congresso conta com o patrocínio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Fecomércio-AL, Sebrae Alagoas e Governo Federal, por meio da Caixa Econômica. O Sesc e o Senac Alagoas apoiam o evento.

  • Educação a favor do comércio

    Duas ações apresentadas na manhã dos trabalhos que precedem a abertura oficial do 31° Congresso Nacional de Sindicatos Patronais, que acontece na noite desta quarta-feira, 15 de abril, em Maceió (AL), mostram que disseminar informação gera resultados tanto para o empresariado do setor quanto para os sindicatos.

    Duas ações apresentadas na manhã dos trabalhos que precedem a abertura oficial do 31° Congresso Nacional de Sindicatos Patronais, que acontece na noite desta quarta-feira, 15 de abril, em Maceió (AL), mostram que disseminar informação gera resultados tanto para o empresariado do setor quanto para os sindicatos.

    Rubens Rafagnin, do Sindilojas Caxias do Sul, apresentou o projeto Comércio nas Escolas, iniciativa do Sindilojas Jovem, departamento de jovens empresários do sindicato gaúcho. De acordo com Rubens, o projeto tem o objetivo de apresentar aos estudantes de ensino médio de escolas estaduais, de forma versátil e moderna, as oportunidades que o setor oferece a quem opta por desenvolver uma carreira. “Buscamos despertar nos estudantes o interesse no comércio, segmento que oferece salários atrativos, dinamismo, premiações e comissões, além de identificar pessoas com perfil adequado”, explicou Rubens.

    Professores do Senac, um dos parceiros da iniciativa, apresentam em encontros nas escolas os cursos profissionalizantes para o comércio, além do Programa Menor Aprendiz.  Nas quatro edições realizadas em 2014, foram beneficiados 460 alunos. A meta para este ano é realizar cinco edições, com o objetivo de atingir 1.200 alunos, no período de maio a outubro. “Queremos mostrar que o comércio é uma vitrine para as pessoas”, destacou Rubens.

    Escola do Varejo

    Rodrigo Silva, gerente executivo do Sindilojas Gravataí, apresentou aos participantes do Congresso o projeto Escola do Varejo, que consiste na oferta de cursos com foco na capacitação do varejista. A iniciativa atende os municípios de Gravataí e de Glorinha. “Tudo nasce das necessidades. É importante que o sindicato esteja atento às novas tendências e ofereça ferramentas aos representados”, disse Rodrigo.  Em 2014, a Escola de Varejo ofereceu 39 cursos, dos quais participaram 789 empresários, com geração de 77 novos associados. 

    Confira a galeria de fotos do evento:

  • Deputados lançam Frente Parlamentar em defesa do PNE

    Deputados lançam, nesta quarta-feira (15/04), a Frente Parlamentar em Defesa da Implantação do Plano Nacional de Educação (PNE), em solenidade no auditório Freitas Nobre.

    A lei que instituiu o Plano Nacional de Educação (PNE), com metas e estratégias a serem cumpridas entre 2011 e 2020, impõe a governos e sociedade a necessidade de estabelecer marcos do regime de colaboração entre governos federal, estadual e municipal e métodos de mobilização para esse grande desafio.

    Deputados lançam, nesta quarta-feira (15/04), a Frente Parlamentar em Defesa da Implantação do Plano Nacional de Educação (PNE), em solenidade no auditório Freitas Nobre.

    A lei que instituiu o Plano Nacional de Educação (PNE), com metas e estratégias a serem cumpridas entre 2011 e 2020, impõe a governos e sociedade a necessidade de estabelecer marcos do regime de colaboração entre governos federal, estadual e municipal e métodos de mobilização para esse grande desafio.

    O novo grupo pretende sensibilizar e mobilizar a Câmara para debater e acompanhar a implantação dos planos nacional, estaduais e municipais de educação. A ideia é realizar diversas reuniões setoriais nas cinco regiões do Brasil. Os resultados serão levados ao Governo Federal em busca das articulações finais.

    O deputado Pedro Uczai (PT-SC), que deve presidir a nova frente, acredita que é o momento de promover uma “revolução educacional” no Brasil. De acordo com Pedro Uczai, é preciso garantir investimentos no setor de, no mínimo, 7% do Produto Interno Bruto (PIB) no 5º ano de vigência do PNE e 10% do PIB ao final do decênio.

    “As nações desenvolvidas, mesmo tendo seus problemas básicos resolvidos, investem, em média, 7,5% do PIB na educação. O Brasil necessita muito mais, tendo em vista o atraso secular em que ainda nos encontramos. Por isso a necessidade de ampla mobilização e compromisso, para que o PNE não se torne mais uma letra morta no papel”, diz Uczai.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 065/2015

    DESTAQUES:

    Governo encaminha ao Senado, para apreciação, indicação ao cargo de Ministro do STF

    Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão exercerá a representação de titular junto ao Conselho Fiscal do SESC

  • Câmara exclui empresas públicas do projeto da terceirização

    O Plenário da Câmara dos Deputados retirou as empresas públicas, as sociedades de economia mista e suas subsidiárias da proposta que amplia a terceirização para todas as áreas das empresas (PL 4330/2004). O projeto valerá apenas para a iniciativa privada.

    O Plenário da Câmara dos Deputados retirou as empresas públicas, as sociedades de economia mista e suas subsidiárias da proposta que amplia a terceirização para todas as áreas das empresas (PL 4330/2004). O projeto valerá apenas para a iniciativa privada.

    Assim, no caso das empresas públicas e sociedades de economia mista, como Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Petrobras, valerá o concurso público para as carreiras de atividade-fim e fica autorizada a terceirização para serviços especializados e atividades de segurança, limpeza e manutenção. Esse é o entendimento atual da Justiça do Trabalho.

    A retirada das empresas públicas e sociedades de economia mista foi aprovada por 360 votos a 47, a pedido do PSDB, mas com apoio da base governista. O deputado Domingos Sávio (PSDB-MG) explicou que o partido apresentou o destaque para manter o concurso público como principal forma de ingresso na carreira das empresas públicas e sociedades de economia mista, sem permitir a terceirização de todas as áreas dessas empresas. “Temos de manter o concurso para as carreiras, para não dar espaço para apadrinhamento”, disse.

    A exclusão das empresas públicas foi apoiada pelo relator da proposta, deputado Arthur Oliveira Maia (SD-BA). Ele explicou que a inclusão foi um pedido do governo, não dele. “Se o PT, que tem mais compromisso com o governo, encaminha contra a medida, mudo de posição”, disse.

    Adiamento

    Um acordo entre líderes partidários adiou para está quarta-feira (15) a votação de grande parte dos destaques apresentados ao projeto. A proposta teve o texto-base aprovado na semana passada, mas, como os destaques só foram divulgados no começo da tarde desta terça, os líderes pediram o adiamento para reunir as bancadas e analisar os pontos a serem discutidos.

    “Como queremos terminar a votação do projeto e não atropelarmos a votação, vou acatar a sugestão e adiar para amanhã”, disse o presidente da Câmara, Eduardo Cunha. A proposta recebeu 27 destaques e 6 emendas aglutinativas, que unem outros destaques em um só texto.

    Tipo de atividade

    As maiores polêmicas ficaram para esta quarta-feira. Entre elas está o destaque do PT que pretende proibir a terceirização em todas as áreas da empresa, principal mudança feita pelo projeto. Hoje, uma súmula do Tribunal Superior do Trabalho (TST) limita as terceirizações a atividades-meio, como segurança, vigilância e serviços especializados. A emenda coloca na lei o entendimento da Justiça do Trabalho.

    O líder do PT, deputado Sibá Machado (AC), disse que vê com muita preocupação a liberação das terceirizações para qualquer área da empresa. “O empregado de um banco não pode ser colocado em risco de ser demitido amanhã para ser contratado por uma empresa terceirizada”, disse.

    Para o líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), este é o cerne do projeto. O deputado disse ser contra o dispositivo, mas reconheceu que esta não é a posição de toda a base governista. “A base tem posições diferentes, a minha opinião é apenas de se limitar a terceirização a atividades-meio”, disse.

    O líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), defendeu a ampliação do alcance da terceirização. Retirar este ponto, segundo ele, seria “ferir de morte” a proposta.

    O relator do projeto, Arthur Maia, também defende a terceirização em todas as áreas. “O entendimento do Supremo Tribunal Federal já declarado é de que esta distinção entre atividade-meio e atividade-fim feita pela Justiça do Trabalho é uma intromissão indevida na livre iniciativa e, para mim, esta é a interpretação jurídica mais correta”, argumentou.

    Responsabilidade

    Outro ponto controverso, já discutido pelos líderes nesta terça-feira, trata da responsabilidade das empresas no recolhimento de tributos e direitos trabalhistas devidos aos trabalhadores. Hoje, a responsabilidade é subsidiária, ou seja, o empregado só pode acionar a empresa que contrata a mão de obra depois de processar a terceirizada.

    Pelo projeto, a responsabilidade será subsidiária se a empresa contratante fiscalizar o recolhimento de tributos pela terceirizada. Caso contrário, poderá ser acionado antes da terceirizada (responsabilidade solidária).

    Há destaque para que a responsabilidade seja solidária em todos os casos. Os líderes do PCdoB, deputada Jandira Feghali (RJ); e do PR, deputado Maurício Quintella Lessa (AL), já declararam voto favorável ao destaque. “Somos a favor da responsabilidade solidária porque não podemos deixar o trabalhador com o risco de não ter seus direitos trabalhistas pagos”, disse Quintella Lessa.

  • Alagoas recebe o 31° Congresso Nacional de Sindicatos Patronais

    Entre 15 e 17 de abril será realizado o 31° Congresso Nacional de Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNSP), que, neste ano, será sediado em Maceió, capital de Alagoas. O evento será realizado pelo Sindilojas Arapiraca, com o apoio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Alagoas (Fecomércio-AL) e do Sebrae-AL.

    Entre 15 e 17 de abril será realizado o 31° Congresso Nacional de Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNSP), que, neste ano, será sediado em Maceió, capital de Alagoas. O evento será realizado pelo Sindilojas Arapiraca, com o apoio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Alagoas (Fecomércio-AL) e do Sebrae-AL.

    O 31º CNSP reunirá empresários, dirigentes executivos e profissionais de sindicatos do comércio de bens, serviços e turismo de todo o País. O tema da edição deste ano será Guerreiros a serviço do desenvolvimento, em alusão ao conhecido folguedo de Alagoas para reforçar a condição de luta do empresário brasileiro.

    Entre os palestrantes confirmados estão Samy Dana, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) e comentarista de economia em diversos veículos, e César Souza, ex-executivo da Odebrecht of America e autor do livro Você é do tamanho dos seus sonhos.

    Saiba mais sobre a programação no site www.31cnsp.com.br e acompanhe a cobertura nos canais da CNC.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 064/2015

    DESTAQUES:

    Dispensada Conselheira Suplente representante das Empresas (CNC) nas Câmaras de Julgamento do CRPS

    Simples Nacional fixa redução de multas de obrigações acessórias a partir de 2016

  • CNC espera alta de 0,3% nas vendas do comércio em 2015

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou para 0,3% a sua previsão de crescimento das vendas do comércio varejista para 2015. A previsão anterior era de alta de 1,0% nas vendas. A expectativa foi alterada após os dados de fevereiro da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta terça-feira, 14 de abril, pelo IBGE.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou para 0,3% a sua previsão de crescimento das vendas do comércio varejista para 2015. A previsão anterior era de alta de 1,0% nas vendas. A expectativa foi alterada após os dados de fevereiro da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta terça-feira, 14 de abril, pelo IBGE. “A CNC revisou sua estimativa anterior levando em conta um cenário marcado pela desaceleração da massa de rendimentos, pela maior restrição ao crédito e pela persistência inflacionária”, afirmou o economista da Confederação Fabio Bentes.

     

    Segundo a PMC, o volume de vendas do comércio varejista registrou recuo de 3,1% em relação a fevereiro de 2014 – seu pior mês de fevereiro desde 2001 (-5,0%). Além do orçamento familiar asfixiado pelo reajuste tarifário no início do ano, a queda no comparativo interanual foi intensificada pela ocorrência de três dias úteis a menos em fevereiro de 2015 ante o mesmo mês de 2014.

     

    As maiores quedas deram-se nos ramos de móveis e eletrodomésticos e de combustíveis e lubrificantes (ambos com -10,4%). A variação na média de preços do ramo de combustíveis e lubrificantes (+10,8% ante fevereiro de 2014) foi a maior dentre os oitos segmentos que compõem o varejo restrito. Em fevereiro, o item Combustíveis havia subido 7,95% no IPCA. Computados os segmentos de automóveis, motos, partes e peças (-23,7%) e de materiais de construção (-13,0%), o varejo ampliado acusou queda de 10,3% – pior desempenho em toda a série histórica da pesquisa.

    Clique aqui para acessar a análise completa da Divisão Econômica da CNC.

     

     

  • CNC espera alta de 0,3% nas vendas do comércio em 2015

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou para 0,3% a sua previsão de crescimento das vendas do comércio varejista para 2015. A previsão anterior era de alta de 1,0% nas vendas. A expectativa foi alterada após os dados de fevereiro da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta terça-feira, 14 de abril, pelo IBGE.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou para 0,3% a sua previsão de crescimento das vendas do comércio varejista para 2015. A previsão anterior era de alta de 1,0% nas vendas. A expectativa foi alterada após os dados de fevereiro da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta terça-feira, 14 de abril, pelo IBGE. “A CNC revisou sua estimativa anterior levando em conta um cenário marcado pela desaceleração da massa de rendimentos, pela maior restrição ao crédito e pela persistência inflacionária”, afirmou o economista da Confederação Fabio Bentes.

    Segundo a PMC, o volume de vendas do comércio varejista registrou recuo de 3,1% em relação a fevereiro de 2014 – seu pior mês de fevereiro desde 2001 (-5,0%). Além do orçamento familiar asfixiado pelo reajuste tarifário no início do ano, a queda no comparativo interanual foi intensificada pela ocorrência de três dias úteis a menos em fevereiro de 2015 ante o mesmo mês de 2014.

    As maiores quedas deram-se nos ramos de móveis e eletrodomésticos e de combustíveis e lubrificantes (ambos com -10,4%). A variação na média de preços do ramo de combustíveis e lubrificantes (+10,8% ante fevereiro de 2014) foi a maior dentre os oitos segmentos que compõem o varejo restrito. Em fevereiro, o item Combustíveis havia subido 7,95% no IPCA. Computados os segmentos de automóveis, motos, partes e peças (-23,7%) e de materiais de construção (-13,0%), o varejo ampliado acusou queda de 10,3% – pior desempenho em toda a série histórica da pesquisa.