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  • Boletim de Informações em Turismo 032

    Rio de Janeiro, Ano 4, Número 32 – Janeiro/Fevereiro 2015


    AEROPORTO

     

    TAYLOR, Roy. Caos à vista. Mercado & Eventos, Rio de Janeiro, v. 12, n. 262, p. 4, dez. 2014.

    Rio de Janeiro, Ano 4, Número 32 – Janeiro/Fevereiro 2015


    AEROPORTO

     

    TAYLOR, Roy. Caos à vista. Mercado & Eventos, Rio de Janeiro, v. 12, n. 262, p. 4, dez. 2014.

    Alerta para a possível situação de caos nos aeroportos brasileiros em 2015 em razão da falta de infraestrutura nos aeroportos e do possível aumento de 7% no fluxo de passageiros neste ano, em comparação com o ano passado.

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    AGÊNCIA DE TURISMO

     

    ESTA guerra não é sua. Jornal Panrotas, São Paulo, 2014. Suplemento Especial Panrotas Tecnologia, n. 1.145, p. 2.

    Aconselha os agentes de viagens de pequenas e médias agências de viagens a deixar de lado a competição com grandes Online Travel Agencies (OTAs) e a focar na qualidade do atendimento e nas formas de incrementar o relacionamento com o cliente.

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    AVIAÇÃO

     

    MINELLI, Lisia. Latam lança dois voos diretos para Cancun. Mercado & Eventos, Rio de Janeiro, jan. 2015. Aviação, n. 263, p. 7.

    Informa sobre a lançamento de dois novos voos diretos para Cancun, um partindo de Bogotá, desde o dia 15 de dezembro de 2014, e outro partindo de São Paulo, desde o dia 20 de dezembro de 2014, por parte da Latam Airlines Group.

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    CETUR

     

    CHUVA, Samantha. CNC apresenta nova composição do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade. Mercado & Eventos, Rio de Janeiro, jan. 2015. Brasil, n. 263, p. 6.

    Comenta a nova composição do turismo na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC): o Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), que passa a integrar todos as iniciativas de turismo da entidade e é presidida por Alexandre Sampaio.

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    EVENTOS

     

    CARDOSO, Thalita. Vinicius Lages afirma que turismo e segurança estão estritamente ligados. Mercado & Eventos, Rio de Janeiro, dez. 2014. Brasil, n. 261, p. 5.

    Tece comentários sobre a realização da 1ª Conferência de Segurança Jurídica, promovida pela Secretaria Estadual de Turismo do Rio de Janeiro no auditório do Maracanã, com a presença do ministro do Turismo, Vinicius Lages.

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    CURITIBA: painel destaca perspectiva para o mercado em 2015. Mercado & Eventos, Rio de Janeiro, v. 12, n. 261, p. 4, dez. 2014.

    Divulga a realização da 8ª etapa do Roadshow Turismo 2014, em Curitiba, que teve como destaque as perspectivas para o mercado do turismo em 2015.

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    FÓRUM e encontro. Jornal Panrotas, São Paulo, dez. 2014. Retrospectiva 2014, n. 1.146, p. 70.

    Relembra a realização do 12ª edição do Fórum Panrotas, realizada nos dias 1º e 2 de abril de 2014, e do Encontro PanHotéis, no dia 26 de novembro de 2014, na Estação das Docas, em Belém, no Pará.

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    MASSADAR, Rafael. Braztoa anuncia Roadshow e plano de incentivo para agentes. Mercado & Eventos, Rio de Janeiro, dez. 2014. Feiras e Eventos, n. 262, p. 35.

    Fala da intenção da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa) de realizar as etapas do Roadshow nas cinco regiões do País e uma campanha de incentivo para os agentes de viagens no ano de 2015.

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    HOTELARIA

     

    RICARDO, Fernanda de Moura. Qualidade e excelência de atendimento. Jornal de Turismo de Minas, Belo Horizonte, out. 2014. Hotelaria, n. 87, p. 4.

    Aborda a necessidade de investimento contínuo na qualidade do atendimento nos empreendimentos hoteleiros.

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    CRESCIMENTO em mercados secundários e terciários: cidades do interior de todo o Brasil têm chamado a atenção das grandes redes hoteleiras. Hotelnews, São Paulo, nov./dez. 2014. Economia e Negócios, n. 383, p. 28-32.

    Analisa o crescente interesse das grandes redes hoteleiras de investir em empreendimentos nas cidades do interior do Brasil, motivado pela crescente economia orientada para a prestação de serviços, pelo aumento da classe média e por milhões de investimentos dos setores público e privado em diversos projetos.

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    JOGOS OLÍMPICOS E PARALÍMPICOS

     

    MENEZES, Pedro. Acessibilidade com qualidade. Mercado & Eventos, Rio de Janeiro, jan. 2015. Reportagem Especial, n. 263, p. 11.

    Discorre sobre uma publicação desenvolvida pelo Ministério do Turismo e pelo Sebrae reunindo casos de sucesso em inovação e gestão do turismo, entre eles o caso do Programa Turismo Acessível Pernambuco Sem Fronteiras, introduzido em Ipojuca (PE), que oferece acesso irrestrito ao mar e passeios de jangada à pessoas com dificuldades de locomoção.

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    PROMOÇÃO TURÍSTICA

     

    BASTOS, Luana. MTur comemora o sucesso da campanha #PartiuBrasil. Jornal de Turismo de Minas, Belo Horizonte, out. 2014. Em Pauta, n. 87, p. 11.

    Divulga a campanha #PartiuBrasil, promovida pelo Ministério do Turismo com o objetivo de promover destinos turísticos brasileiros para os turistas nacionais, comentando o sucesso da iniciativa.

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    TURISMO EM NÚMEROS

     

    O BRASIL conectado. Jornal Panrotas, São Paulo, 2014. Especial Panrotas Tecnologia, n. 1.145, p. 16-17.

    Apresenta os resultados de uma pesquisa realizada pela Phocuswright, empresa especializada em pesquisas e estudos do setor de Tecnologia para a Indústria de Viagens, que mostra os números do mercado de viagens on-line brasileiro.

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    CRESCE o faturamento e investimentos do setor de viagem. Mercado & Eventos, Rio de Janeiro, dez. 2014. Turismo em Dados, n. 262, p. 4.

    Mostra os resultados de uma Pesquisa do Ministério do Turismo que apurou que 47% das empresas de sete segmentos do setor de turismo têm investimentos programados até o final deste ano.

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    PALUMBO, Luciano. Projeção e expectativa. Mercado & Eventos, São Paulo, v. 12, n. 262, p. 4, dez. 2014.

    Fala sobre as projeções de crescimento do turismo brasileiro em 2015, que vão na contramão das previsões para o crescimento econômico do País em 2015.

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    TURISMO NACIONAL

     

    MARQUES, Nathalia. Marco Ferraz deixa Braztoa para assumir como CEO da Clia Abremar. Mercado & Eventos, Rio de Janeiro, dez. 2014. Agências e Operadoras, n. 261, p. 10.

    Informa sobre a saída de Marco Ferraz da Presidência da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa), que assumiu o cargo de CEO da Cruise Lines International Association (Clia Abremar) no dia 1º de dezembro de 2014.

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    MASSADAR, Rafael. Estados anunciam novos secretários de Turismo. Mercados & Eventos, Rio de Janeiro, jan. 2015. Brasil, n. 263, p. 7.

    Apresenta alguns secretários estaduais de Turismo que assumiram os cargos em janeiro de 2015, nomeados pelos governadores eleitos em 2014.

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    TURISMO SEGMENTADO

     

    VESSONI, Eduardo. Turismo religioso: a fé que move o setor turístico. Hotelnews, São Paulo, nov./dez. 2014. Destino, n. 383, p. 54-57.

    Discorre sobre o Turismo Religioso no Brasil e as ações do Ministério do Turismo para estimular o planejamento e a gestão desse segmento.

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  • Inaugurada unidade móvel do OdontoSesc em Afonso Bezerra (RN)

    O presidente do Sistema Fecomércio-RN, Marcelo Fernandes de Queiroz, esteve, na noite de segunda-feira (09), no Município de Afonso Bezerra, distante 166 quilômetros de Natal, no Rio Grande do Norte, para inaugurar uma carreta do projeto OdontoSesc. A unidade atuará por dois meses oferecendo procedimentos clínicos e ações educativas gratuitas na área da saúde bucal. A solenidade de assinatura do convênio que oficializou a chegada da unidade móvel à cidade contou com a presença de autoridades locais e da população. 

    O presidente do Sistema Fecomércio-RN, Marcelo Fernandes de Queiroz, esteve, na noite de segunda-feira (09), no Município de Afonso Bezerra, distante 166 quilômetros de Natal, no Rio Grande do Norte, para inaugurar uma carreta do projeto OdontoSesc. A unidade atuará por dois meses oferecendo procedimentos clínicos e ações educativas gratuitas na área da saúde bucal. A solenidade de assinatura do convênio que oficializou a chegada da unidade móvel à cidade contou com a presença de autoridades locais e da população. 

    Marcelo Queiroz destacou a importância da democratização do acesso aos comerciários e seus dependentes e da população em geral a um serviço de saúde cuja excelência é reconhecida nacionalmente. “Esta é uma ação que complementa o trabalho de nossas clínicas odontológicas fixas, instaladas em Natal, Mossoró e Macaíba, e que são custeadas exclusivamente com recursos dos empresários do comércio de bens e serviços deste estado, que assim ratificam seu compromisso com a sociedade e suas demandas”, afirmou. O prefeito da cidade de Afonso Bezerra, Jackson Bezerra, elogiou a iniciativa do Sistema Fecomércio-RN de proporcionar ao Município o serviço odontológico. 

    Durante todo o período de permanência da carreta, os moradores de Afonso Bezerra terão acesso a serviços odontológicos gratuitos e de qualidade. Os procedimentos envolvem tanto a parte curativa (restauração, extração) e preventiva de educação em saúde, com atividades em escolas voltadas a alunos e professores. A unidade do OdontoSesc é equipada com aparelhos de ponta, contando com quatro consultórios, sala de esterilização, de escovação e de raios-X com revestimento e área de espera. Cada consultório tem um monitor, que exibe vídeos educativos ou musicais para relaxar o paciente. 

    Prestigiaram a solenidade, além do presidente Marcelo Queiroz, a diretora do Sesc, Jeane Amaral; o diretor do Senac Fernando Vírgilio; o conselheiro do Senac-RN Olinto Teonácio Neto; o diretor da Fecomércio Vicente de Paula Avelino Sobrinho; secretários municipais e vereadores.

  • Síntese Ambiental 13

    Apresenta os assuntos de maior destaque das reuniões realizadas pelo Grupo Técnico de Trabalho de Meio Ambiente (GTT-MA).

    Apresenta os assuntos de maior destaque das reuniões realizadas pelo Grupo Técnico de Trabalho de Meio Ambiente (GTT-MA).

  • Texto diminui alíquota de representante comercial no Simples

    O senador Paulo Paim (PT-RS) apresentou projeto de lei que modifica o enquadramento dos representantes comerciais no Simples Nacional, de forma a incluir a atividade em uma tabela de tributação com alíquotas menores que as praticadas atualmente. Os representantes comerciais alegam que, se aderissem ao Simples pelas regras atuais, estariam sujeitos a uma tributação que varia de 16,9% a 22,4%. Maior, portanto, que os cerca de 13% que eles recolhem pelo regime de tributação de lucro presumido.

    O senador Paulo Paim (PT-RS) apresentou projeto de lei que modifica o enquadramento dos representantes comerciais no Simples Nacional, de forma a incluir a atividade em uma tabela de tributação com alíquotas menores que as praticadas atualmente. Os representantes comerciais alegam que, se aderissem ao Simples pelas regras atuais, estariam sujeitos a uma tributação que varia de 16,9% a 22,4%. Maior, portanto, que os cerca de 13% que eles recolhem pelo regime de tributação de lucro presumido.

    A categoria se diz alijada dos benefícios do regime de tributação simplificado, que agrega o recolhimento de PIS-Pasep, Cofins, ISS, Imposto de Renda Pessoa Jurídica e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. Paim considera justo o reenquadramento pleiteado e, por isso, apresentou o PLS 5/2015 — Complementar, que estende à categoria as mesmas regras de tributação válidas para contadores, agentes de viagem, fisioterapeutas e corretores de seguros.

    O projeto altera artigo do Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (Lei Complementar 123/2006) para incluir “representação comercial e demais atividades de intermediação de negócios e serviços de terceiros” entre as atividades tributadas conforme tabela do Anexo 3 da lei, que varia entre 6% e 17,4%, de acordo com a receita bruta do contribuinte. O projeto será votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) antes de ir a Plenário.

     

    Fonte Jornal do Senado

  • Vice-presidente da CNC defende fiscalização no seguro-desemprego

    As novas regras para a concessão do seguro-desemprego, fixadas pela Medida Provisória (MPV) 665, não foram devidamente discutidas pela sociedade. Na opinião do vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana, não se pode retirar direitos dos trabalhadores, tampouco prejudicar o setor produtivo. Para ele, o caminho para ajustar o sistema previdenciário passa por uma fiscalização mais rigorosa na concessão dos benefícios.

    As novas regras para a concessão do seguro-desemprego, fixadas pela Medida Provisória (MPV) 665, não foram devidamente discutidas pela sociedade. Na opinião do vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana, não se pode retirar direitos dos trabalhadores, tampouco prejudicar o setor produtivo. Para ele, o caminho para ajustar o sistema previdenciário passa por uma fiscalização mais rigorosa na concessão dos benefícios.

    “O que falta nessa relação entre empregador e empregado, na questão do seguro-desemprego, é uma fiscalização mais efetiva por parte dos organismos responsáveis pela questão. É incompreensível que no momento em que o País vivia um pleno emprego, como dizia o governo, o número de auxílio desemprego tenha triplicado. A conta não fecha”, ressalta Adelmir. “Nós presenciamos nos últimos anos muitas pessoas querendo trabalhar sem ter o respectivo registro, porque estavam fazendo uso do beneficio do auxílio-desemprego. Isso é ilegal”, completa.

    Com as novas regras anunciadas pelo governo, o trabalhador que solicitar o benefício pela primeira vez terá de ter trabalhado por 18 meses nos 24 meses anteriores. Na segunda solicitação do benefício, ele terá de ter trabalhado por 12 meses nos 16 meses anteriores, e, a partir da terceira solicitação, terá de ter trabalhado pelo menos por seis meses ininterruptos nos 16 meses anteriores.

    As novas regras para a obtenção do seguro-desemprego passam a valer a partir de março e podem restringir o acesso de mais de dois milhões de trabalhadores, segundo cálculo do Ministério do Trabalho e Emprego. As novas regras, porém, ainda precisam ser confirmadas pelo Congresso Nacional no prazo de até 120 dias para que a eficácia seja mantida.

  • Partidos divergem sobre proposta de reforma política analisada pela Câmara

    Com a missão de apresentar um texto final para ser votado em plenário, a comissão especial sobre a reforma política deverá ser instalada nesta terça-feira (10) na Câmara dos Deputados. Partidos com as maiores bancadas dentro da Casa, porém, divergem sobre pontos centrais da reforma, como financiamento de campanha e o sistema de votação – com a possibilidade, por exemplo, de manter o voto proporcional ou criar o chamado voto distrital para deputados e vereadores.

    Com a missão de apresentar um texto final para ser votado em plenário, a comissão especial sobre a reforma política deverá ser instalada nesta terça-feira (10) na Câmara dos Deputados. Partidos com as maiores bancadas dentro da Casa, porém, divergem sobre pontos centrais da reforma, como financiamento de campanha e o sistema de votação – com a possibilidade, por exemplo, de manter o voto proporcional ou criar o chamado voto distrital para deputados e vereadores.

    A primeira reunião da comissão, quando será efetivamente instalada, está marcada para a tarde desta terça. Indicados pelos partidos, os 33 integrantes deverão escolher o presidente, que irá conduzir as atividades, e o relator, a quem caberá, ao final, redigir um parecer sobre a matéria. Os trabalhos só devem começar efetivamente depois do Carnaval.

    Por determinação do presidente da Câmara, após acordo com os partidos, o colegiado irá se debruçar sobre o texto apresentado no fim de 2013 por um grupo de trabalho que analisou uma proposta de emenda à Constituição (PEC), mas outros projetos que tramitam paralelamente na Casa também serão considerados. Em 2013, o site G1 ouviu a opinião de 13 dos 14 deputados que formaram o grupo de trabalho sobre os principais aspectos da reforma política.

    O financiamento de campanha é um dos temas que prometem esquentar os debates. PSDB e DEM, por exemplo, querem que os partidos continuem liberados para receber dinheiro tanto de empresas como do governo. Já o PT não pretende ceder um milímetro na sua defesa do financiamento público de campanha. “Não vamos abrir mão dessa questão”, avisa o líder da sigla na Câmara, Sibá Machado (AC).

    O deputado Marcus Pestana (PSDB-MG), que irá compor a comissão especial, pondera que é mais realista manter o financiamento privado de campanha, mas na linha do que foi sugerido pelo grupo de trabalho de 2013: empresa pode doar para partido, e pessoa física, para candidato. Segundo ele, o texto aceita ainda que entidades como sindicatos possam fazer doações por meio de “vaquinha”.

    O líder do DEM, Mendonça Filho (PE), também defende o financiamento privado e público. “Quem, transparentemente, quiser ter acesso a financiamento privado buscará os recursos, com os limites e critérios para evitar conflitos de interesses”, diz. Candidato à liderança do PMDB, o deputado Leonardo Picciani (RJ) advoga a favor do financiamento privado, mas com limite de gastos, encurtamento do período de campanha e sem “produções hollywoodianas”. “Entendemos que não há nenhuma democracia no mundo que tenha financiamento público.”

    Sistema de votação

    O sistema de votação é outro tema que deverá dominar as discussões. O PT defende manter o formato atual das eleições – ou seja, proporcional, em que as vagas são preenchidas conforme a proporção dos votos obtidos pelos partidos -, mas com o fim das coligações partidárias. No entanto, há quem queira a introdução do voto distrital, em que o partido político apresenta um candidato por circunscrição eleitoral e o mais votado é o eleito.

    “São Paulo, que tem 70 cadeiras na Câmara, seria dividida em dez grandes regiões, com sete vagas cada uma. Em vez de sair igual a um maluco disputando 34 milhões de votos [do Estado inteiro], o candidato vai focar em 3,4 milhões, em média. Vai baratear campanha e criar vínculo com o eleitor”, afirma Pestana ao explicar a proposta que consta do texto final do grupo de trabalho de 2013.

    O ponto é tão controverso que até mesmo dentro de algumas bancadas não há unidade. O líder do PSB, Fernando Coelho Filho (PE), admite que há deputados do partido que pendem para o distrital misto (em que os candidatos são eleitos conforme a proporção na respectiva região), mas ainda falta “alinhar” o pensamento de todos. “Cada partido, cada deputado tem uma reforma na sua cabeça. Se formos com esse espírito, não vamos sair do lugar”, afirma.

    A comissão também terá que chegar a um consenso sobre a manutenção da possibilidade de reeleição. Nesse ponto, o PT sinaliza que será mais flexível. “Podemos ser favoráveis, se for para buscarmos um acordo. Não faremos disso um cavalo de batalha”, pondera Sibá.

    Obrigatoriedade do voto

    O fim da obrigatoriedade do voto também estará na pauta. O PT é um dos que pleiteiam a manutenção do sistema atual. Para outros, porém, o voto facultativo é visto como um “avanço”. “Defendo voto facultativo. Acho que é um avanço, dá qualidade ao voto, mas é uma posição pessoal”, pondera o líder do DEM, Mendonça Filho. O peemedebista Leonardo Picciani também tem a mesma opinião: “Na prática, já se faz o voto facultativo com os votos brancos e nulos. O voto facultativo fará com que os candidatos se tornem ainda mais próximos do eleitor”.

    Comissão retomada

    A comissão da reforma política foi criada em meio à resistência do PT. A matéria estava parada havia mais de um ano na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. Ao assumir a presidência, Cunha, que tinha a reforma política como uma das suas bandeiras de campanha, usou na semana passada um dispositivo no regimento interno para acelerar a sua tramitação. A questão foi, então, trazida diretamente ao plenário, que decidiu pela admissibilidade da PEC (o que significa dizer que o texto não fere nenhum princípio constitucional). Com isso, abriu-se caminho para a criação da comissão especial.

    O colegiado terá prazo de até 40 sessões ordinárias para driblar as opiniões divergentes e votar um relatório. Em seguida, a matéria precisará ser apreciada nos plenários da Câmara e do Senado, em dois turnos cada. Para valer para as eleições, novas regras devem ser aprovadas um ano antes do pleito. Fonte G1

  • Novo teto de receita para Simples Nacional é prioridade de frente parlamentar

    A proposta (PLP 448/14) que aumenta o teto de receita para enquadramento no Simples Nacional vai ser prioridade para a Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa. O colegiado, que existe desde 2011, deve ser reinstalado na próxima semana. A cada legislatura, as frentes parlamentares precisam ser reabertas.

    A proposta (PLP 448/14) que aumenta o teto de receita para enquadramento no Simples Nacional vai ser prioridade para a Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa. O colegiado, que existe desde 2011, deve ser reinstalado na próxima semana. A cada legislatura, as frentes parlamentares precisam ser reabertas.

    O chamado Supersimples é um sistema de tributação diferenciado para as micro e pequenas empresas que unifica oito impostos em um único boleto e reduz 40%, em média, a carga tributária, além de incluir qualquer ramo de negócio, dependendo apenas do faturamento da empresa.

    Com a Lei Complementar 147/14, que entrou em vigor neste ano, o regime de tributação simplificada passou a ter como critério de adesão o faturamento do empreendimento em vez da atividade exercida. Dessa forma, vários tipos de profissionais liberais passaram a incluídos no Supersimples, como advogados e corretores.

    O teto de faturamento anual para uma empresa ser enquadrada no Simples Nacional varia de estado para estado e depende da participação no PIB nacional. Nos estados do Amapá e Roraima, o teto de faturamento é de até R$ 1,26 milhão por ano. Nos estados do Acre, Alagoas, Mato Grosso do Sul, Pará, Piauí, Rondônia, Sergipe e Tocantins, o valor chega a R$ 1,8 milhão. Nos estados do Ceará, Maranhão e Mato Grosso, o limite é de R$ 2,52 milhões. Nos outros estados e no Distrito Federal, o teto está fixado em R$ 3,6 milhões.

    Desenvolvimento

    Segundo o deputado Covatti Filho (PP-RS), autor do pedido para instalação da frente nesta legislatura, é preciso elevar ainda mais os limites de renda para que mais companhias possam aderir ao sistema de tributação simplificado – o PLP 448/14 aumenta em até 400% esse teto de receita anual.

    Na avaliação do parlamentar, os limites atuais são baixos e não favorecem o desenvolvimento das micro e pequenas empresas, que representam 99% das empresas brasileiras. “Com a proposta, nós sairemos do teto [na maioria do País] de R$ 3,6 milhões e passaremos para R$ 14 milhões, tanto no setor do comércio quanto na indústria. Esse aumento prolongará a vida das micro e pequenas empresas”, argumenta Covatti.

    Segundo dados da Receita Federal, responsável pelo cadastramento para o Supersimples, no mês de Janeiro de 2015 foram recebidos 502.692 pedidos de opção pelo Simples Nacional, sendo 27.979 de empresas novas e 474.713 de companhias já em atividade. O resultado final das empresas que foram aceitas no sistema será publicado no dia 13 de fevereiro no portal do Simples Nacional.

  • Síntese das palestras do CTur – 29/10/2014

    Com o apoio da Confederação Nacional do Comércio (CNC), do Sebrae e da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), a Associação Brasileira de Empresa de Eventos (Abeoc) realizou uma pesquisa entre empresas do setor em 12 estados, sob a perspectiva da formação de políticas públicas.

    Com o apoio da Confederação Nacional do Comércio (CNC), do Sebrae e da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), a Associação Brasileira de Empresa de Eventos (Abeoc) realizou uma pesquisa entre empresas do setor em 12 estados, sob a perspectiva da formação de políticas públicas. Na abertura da palestra sobre o tema no Conselho Nacional de Turismo, Anitta Pires, presidente da Abeoc, afirmou que, apesar de existirem muitas informações confiáveis, “falta-nos uma adequada gestão dos dados disponíveis, de modo a que possamos utilizá-los na construção de nossos negócios, tendências, ampliações e novos investimentos”. Nesse sentido – acrescentou –, o II Dimensionamento Econômico da Indústria de Eventos no Brasil-2013 “é fundamental para o mercado”.

    O levantamento – conduzido por Luiz Carlos Barboza, coordenador de Competitividade da Confederação Nacional da Indústria (CNI), e Osíris Ricardo Bezerra Marques, professor adjunto do Departamento de Turismo da Universidade Federal Fluminense (UFF) – integra o Programa de Qualidade ABEOC Brasil: Qualificação em Gestão e Certificação de Micro e Pequenas Empresas de Eventos. “Trata-se de um planejamento estruturador. O grande desafio do turismo se relaciona à competitividade sistêmica, envolvendo os governos nos três níveis, empresas e instituições. Temos aí uma agenda importante, pois os diagnósticos mostram que todos os segmentos da cadeia produtiva carecem de avanços significativos. E o programa ataca o fator competitividade de forma direta”, explicou Barboza.

    De acordo com Osiris Marques, coordenador do grupo que elaborou a pesquisa de 2013 (disponível no site da Abeoc e no Portal do Turismo da Faculdade de Turismo e Hotelaria), o trabalho representa a continuação do primeiro, formatado em 2001. “Houve, então, 12 anos de interregno sem a produção de novas informações nessa área que tanto vem crescendo ao longo do tempo. Como Universidade Federal de Turismo, nos sentimos na obrigação de tentar preencher a lacuna de conhecimento em torno do setor no Rio de Janeiro. A metodologia foi construída de maneira bem detalhada, uma vez que abordamos um segmento extremamente volátil, multiforme e difícil de ser capturado”.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 025/2015

    DESTAQUES:

    Aprovado instrumento para avaliar e identificar graus de deficiência em segurados da Previdência Social

    Deferida a Alteração Estatutária ao Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de São Lourenço – MG

  • Semana deve definir nomes de presidentes de comissões

    O Senado deve eleger nesta semana os presidentes e vices das 12 comissões permanentes. A expectativa é de que seja respeitado o princípio da proporcionalidade, que leva em conta o número de senadores de cada partido. Tomando como exemplo as três maiores bancadas, o PMDB, com 18 senadores, deve fazer a primeira e a terceira escolhas; o PT, com 14 parlamentares, deve ficar com a segunda e a sétima; o PSDB, com 11, deve fazer a quarta. Mas essa ordem pode mudar, dependendo da formação de blocos partidários.

    O Senado deve eleger nesta semana os presidentes e vices das 12 comissões permanentes. A expectativa é de que seja respeitado o princípio da proporcionalidade, que leva em conta o número de senadores de cada partido. Tomando como exemplo as três maiores bancadas, o PMDB, com 18 senadores, deve fazer a primeira e a terceira escolhas; o PT, com 14 parlamentares, deve ficar com a segunda e a sétima; o PSDB, com 11, deve fazer a quarta. Mas essa ordem pode mudar, dependendo da formação de blocos partidários.

    Segundo Valdir Raupp (PMDB-RO), há um entendimento entre as lideranças para a indicação dos presidentes. No caso do PMDB, o senador acredita que o partido fará a primeira opção pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e o indicado deverá ser definido até amanhã.

    “Diferentemente do que aconteceu na composição da Mesa, as comissões devem obedecer à proporcionalidade, que sempre foi acatada na Casa. Com todo respeito à direção do Senado, foi uma pena que não tenha havido entendimento para que também tivesse sido eleita uma Mesa que respeitasse a proporcionalidade das bancadas”, disse.

    O PT deve optar pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e pela de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Paulo Paim (PT-RS) deve ser indicado à CDH. Delcídio do Amaral (MS) ou Gleisi Hoffmann (PT) poderão presidir a CAE. Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) espera que o direito da oposição de escolher presidências seja respeitado. Ele disse que o PSDB ainda não decidiu que comissão quer presidir.

    “Muitas das matérias aprovadas pelo Senado não são levadas ao Plenário. Elas podem ser aprovadas diretamente pelas comissões”, lembrou. Além das comissões permanentes, o Senado participa de seis comissões mistas, com senadores e deputados. Tradicionalmente, há um rodízio entre Câmara e Senado para a presidência desses grupos.

    Fonte Jornal do Senado