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  • Valdir Raupp pede juros menores para microempresas

    Senador Valdir Raupp (PMDB-RO) defendeu a redução de juros em financiamentos para pequenas e microempresas, diante do potencial de geração de empregos. O senador citou dados do IBGE segundo os quais esse segmento é responsável por 20% do PIB e emprega 60% dos trabalhadores, ou seja, 56,4 milhões de brasileiros.

    Senador Valdir Raupp (PMDB-RO) defendeu a redução de juros em financiamentos para pequenas e microempresas, diante do potencial de geração de empregos. O senador citou dados do IBGE segundo os quais esse segmento é responsável por 20% do PIB e emprega 60% dos trabalhadores, ou seja, 56,4 milhões de brasileiros.

    “As maiores fontes de geração de emprego são as pequenas e microempresas. Para que o medo do desemprego deixe de rondar os lares brasileiros, o melhor caminho é incentivar as atividades de menor porte, que se espalham por todo o País”, disse. O parlamentar comentou a elevação da taxa de juros de financiamentos com recursos dos fundos constitucionais e disse esperar que o Conselho Monetário Nacional reveja a medida.

     Madeira

    Raupp fez um apelo à ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, para que revogue a Portaria 443/2014, que amplia a lista de espécies da flora ameaçadas de extinção e que estão proibidas de extração por madeireiras. “Temos mais de 200 madeireiras, com plano de manejo, atuando legalmente. Essa portaria quebra a indústria madeireira no meu estado”, afirmou. Ele se disse confiante em chegar a um acordo sobre a MP 665/2014, que altera as regras do seguro-desemprego, mas observou que, com o aumento da expectativa de vida da população, reformas no sistema previdenciário e nas leis trabalhistas são necessárias.

    Fonte Jornal do Senado

  • Medida que adia Lei das ONGs tranca a pauta

    Foi incluída na pauta do Senado a medida provisória (MP) que adia para julho deste ano o início da vigência da Lei das ONGs (Lei 13.019/2014), que contém as regras sobre as parcerias entre as organizações não governamentais e a administração pública. O prazo inicial de tramitação da MP 658/2014 no Congresso terminou no sábado, mas foi prorrogado por mais 60 dias, até 8 de abril. A medida chegou ao Senado trancando a pauta de votações do Plenário e tramitará no formato original.

    Foi incluída na pauta do Senado a medida provisória (MP) que adia para julho deste ano o início da vigência da Lei das ONGs (Lei 13.019/2014), que contém as regras sobre as parcerias entre as organizações não governamentais e a administração pública. O prazo inicial de tramitação da MP 658/2014 no Congresso terminou no sábado, mas foi prorrogado por mais 60 dias, até 8 de abril. A medida chegou ao Senado trancando a pauta de votações do Plenário e tramitará no formato original.

    Na Câmara, não houve acordo entre os partidos sobre os acréscimos feitos à MP pela comissão mista (deputados e senadores) que avaliou o texto antes da análise pelas duas Casas. A medida foi editada pela presidente Dilma a pedido das ONGs e de alguns órgãos do governo, que queriam mais tempo para se adequar à nova legislação.

    Inicialmente, a lei estipulava em 90 dias o prazo para o início da vigência, ou seja, as novas regras passariam a valer no final de outubro de 2014. A MP abriu esse período por mais 270 dias, totalizando quase um ano. A Lei das ONGs obriga as entidades a participarem de processo seletivo (chamada pública) e cumprirem outras exigências para celebrar parcerias com os governos.

    Entre os requisitos estão, por exemplo, a comprovada experiência no serviço a ser prestado, a ficha limpa e pelo menos três anos de existência. As regras pretendem evitar o favorecimento de grupos específicos e a escolha de entidades sem preparo técnico ou estrutura.

    Quando a lei passar a valer, os órgãos públicos terão normas mais rígidas para repassar recursos às entidades. As que tiverem contas rejeitadas nos últimos cinco anos, forem punidas por erros em parcerias anteriores ou tiverem dirigentes com contas não aprovadas em decisão irrecorrível estarão excluídas de convênios.

    Conselhos

    Entre os acréscimos feitos no parecer elaborado por Gleisi Hoffmann (PT-PR) na comissão mista e derrotados no Plenário da Câmara dos Deputados, estava a ampliação em 25% dos gastos inicialmente previstos para a parceria com a administração pública. Também seria permitido às ONGs inscritas em programas de parcelamento de débitos com o poder público realizarem outras parcerias com a administração.

    O parecer da senadora previa a criação de conselhos de políticas públicas destinados ao “diálogo entre a sociedade civil e o governo para promover a participação no processo decisório”. Contudo, isso desagradou a oposição, que viu nos conselhos uma forma de ressuscitar o “decreto de participação popular”, derrotado na Câmara no ano passado.

     

    Fonte Jornal do Senado

  • Informe Representações 299

    Assessoria de Gestão das Representações |06/02/2015 – Ano 4, nº 299

     

    MINISTÉRIO DA FAZENDA

    Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf)

    Maria Teresa Martínez López foi nomeada para o cargo de vice-presidente do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais.

    Assessoria de Gestão das Representações |06/02/2015 – Ano 4, nº 299

     

    MINISTÉRIO DA FAZENDA

    Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf)

    Maria Teresa Martínez López foi nomeada para o cargo de vice-presidente do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais.

    Indicada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, a conselheira do Carf representa a Casa desde 1998, participa da Câmara Superior de Recursos Fiscais há dez anos, é especializada em Direito Tributário e membro da Associação Brasileira de Direito Tributário.

    O Carf é um órgão julgador da esfera administrativa que julga, em grau de recurso, os processos da Receita Federal do Brasil. Vinculado à estrutura do Ministério da Fazenda, é composto por representantes da Fazenda Nacional e dos contribuintes.

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.com.br

  • Promoção da Agenda Parlamentar do Turismo é prioridade do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade para 2015

     

     

    Criado para fortalecer o turismo em todo o Brasil, o Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) começa o ano com ações específicas em defesa do empresariado do setor. Uma delas é a promoção da Agenda Parlamentar do Turismo, evento que pretende reunir as principais representações do trade turístico do Conselho com o Poder Legislativo. “Vamos apresentar aos parlamentares as demandas do turismo e esperamos conseguir a atenção para projetos de lei que afetam a categoria”, explica Alexandre Sampaio, presidente do Conselho.

     

    Outra prioridade do Cetur para este ano é conseguir que todas as Federações do Comércio estaduais (Fecomércios) tenham uma estrutura como as Câmaras ou os Conselhos Empresariais de Turismo. De acordo com Sampaio, esses órgãos permitem uma maior interação do próprio trade turístico local. “É uma vantagem ter a estrutura de uma Fecomércio para abrigar a representação empresarial do turismo, o que viabiliza um trabalho mais eficiente em prol das demandas da categoria”, contextualiza. Sampaio destaca, inclusive, que a Agenda Parlamentar do Turismo é uma iniciativa que pode ser reproduzida pelas Câmaras e Conselhos nos Estados para gerar um compromisso dos parlamentares estaduais com o turismo e aumentar a compreensão deles acerca dos pleitos e especificidades do setor.

     

    Sobre o Cetur

    O Cetur foi criado a partir da junção, em uma estrutura única, das três instâncias de turismo que havia na CNC: o Conselho de Turismo, a Câmara Empresarial de Turismo (CET) e a Assessoria de Turismo e Hospitalidade (Astur). O Cetur é um órgão consultivo e propositivo que dará mais agilidade e mobilidade às iniciativas do turismo na CNC, além de ampliar a atuação regional no segmento em todo o Brasil. O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade vai proporcionar uma atuação mais coesa e fortalece a presença da CNC em todos os Estados e nichos do setor – como encontros e feiras – em que se reúne o empresariado.

     

     

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 024/2015

    DESTAQUES:

    Designa Conselheira representante dos Contribuintes (CNC) para exercer o encargo de Vice-Presidente do CARF

    Transfere o mandato de Conselheira representante dos Contribuintes (CNC) no CARF

    Estabelecidos requisitos para credenciamento de instrutores dos cursos voltados à formação, reciclagem e especialização dos profissionais de segurança privada

    Convocação do Sindicato Intermunicipal do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Estado do Rio Grande do Sul – SULPETRO para a Assembleia Geral em 04 de março de 2015

  • Inscrições abertas para o 31° Congresso Nacional de Sindicatos Patronais

    Já estão abertas as inscrições para o 31° Congresso Nacional de Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNSP), que, neste ano, será sediado em Maceió, capital de Alagoas, entre os dias 15 e 17 de abril de 2015. O evento será realizado pelo Sindilojas Arapiraca, com o apoio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Alagoas (Fecomércio-AL) e do Sebrae-AL.

    Já estão abertas as inscrições para o 31° Congresso Nacional de Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNSP), que, neste ano, será sediado em Maceió, capital de Alagoas, entre os dias 15 e 17 de abril de 2015. O evento será realizado pelo Sindilojas Arapiraca, com o apoio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Alagoas (Fecomércio-AL) e do Sebrae-AL.

    O 31º CNSP reunirá empresários, dirigentes executivos e profissionais de sindicatos do comércio de bens, serviços e turismo de todo o País. O tema da edição deste ano será Guerreiros a serviço do desenvolvimento, em alusão ao conhecido folguedo de Alagoas para reforçar a condição de luta do empresário brasileiro.

    As inscrições podem ser feitas no site www.31cnsp.com.br, onde também podem ser obtidas informações sobre a programação do evento.

  • Fecomércio-SP: crise hídrica já eleva o custo de vida do paulistano

    A crise no abastecimento de água na região metropolitana de São Paulo, em curso desde o ano passado, já refletiu no custo de vida do paulistano. Segundo o Custo de Vida por Classe Social (CVCS) para a região metropolitana de São Paulo, apurado mensalmente pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP), sofreram impacto grupos como Alimentação e bebidas e Habitação. 

    A crise no abastecimento de água na região metropolitana de São Paulo, em curso desde o ano passado, já refletiu no custo de vida do paulistano. Segundo o Custo de Vida por Classe Social (CVCS) para a região metropolitana de São Paulo, apurado mensalmente pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP), sofreram impacto grupos como Alimentação e bebidas e Habitação. 

    Enquanto os preços de produtos e serviços cresceram em média 6% no acumulado de 2014, o subgrupo Refrigerante e água mineral – subitem do grupo Alimentação e bebidas, integrante do grupo Alimentação no domicílio – registrou incremento de 13,3% no período. Em 2013, o subgrupo havia se elevado em 6,73%. 

    Quando se avalia o mesmo subitem, de Refrigerante e água mineral, no grupo Alimentação fora do domicílio, o aumento detectado foi de 6,43%, enquanto em 2013 a alta havia sido de 11,63%. A elevação dos preços foi maior em 2013, pois não houve reajuste de imposto sobre bebidas frias em 2014. Com isso, o repasse de custos ao consumidor direto por estabelecimentos como bares e restaurantes – que possuem estoques menores do que supermercados, por exemplo – foi menor no ano passado. 

    De acordo com o levantamento, o peso desses dois subitens, dentro e fora do domicílio, somados, atingiu praticamente 1% do peso geral do CVCS. Isso significa que esses aumentos provocaram um impacto de 0,1 ponto porcentual no total do índice de 2014. Ou seja, se os preços do grupo estivessem estáveis, o CVCS encerraria o ano com alta de 5,9% (e não de 6%). Em 2013, a contribuição desses dois subitens foi ligeiramente inferior: de 0,08%. 

    Em Habitação, o impacto foi diferente em dois subitens que integram o grupo. Enquanto os preços médios do subitem Taxa de água e esgoto, cujo peso é de 1,3% no CVCS geral, acumularam queda de 27,34% em 2014 (graças à adoção de bonificação para os consumidores que economizassem água), o subitem Energia elétrica residencial encerrou 2014 com incremento de 16,49% – contribuindo com 0,54% de aumento no índice geral. O motivo foi o maior uso de energia térmica para complementar o abastecimento, dependente de hidrelétricas. 

    Na avaliação da Fecomércio-SP, além de encurtar o poder de compra das famílias, tanto a água como a energia são essenciais para a sobrevivência humana e para o setor produtivo. Em 2015, os preços desses bens essenciais tendem a se manter elevados até que haja uma reversão da atual situação. 

  • Sumário Econômico 1392

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Setor externo: Financiamento da conta-corrente – O Banco Central divulgou, na última semana de janeiro, os dados do Balanço de Pagamentos (BP) referentes a 2014. Como o mercado e a própria autoridade monetária esperavam, as transações correntes registraram déficit da ordem de US$ 91 bilhões – um crescimento de 12% em relação a 2013. O tamanho do saldo, no entanto, foi que surpreendeu, superando as expectativas tanto do Banco Central (US$ 86 bilhões) quanto dos analistas do mercado (a mediana das expectativas era de US$ 89,5 bilhões). O desempenho da Balança Comercial teve o maior e principal impacto negativo nas transações correntes, uma vez que saltou de um superávit de US$ 2,4 bilhões, em 2013, para um déficit de quase US$ 4 bilhões em 2014. O acirramento do déficit na conta-corrente, aliado ao menor crescimento do PIB no ano passado, culminou na piora da relação transações correntes/PIB, medida que atingiu -4,2% em 2014 – o pior resultado desde 2001. Mesmo com o resultado negativo da conta-corrente, o BP foi superavitário em US$ 10,8 bilhões, em razão do saldo positivo da conta financeira: US$ 99,5 bilhões. O aumento de 34% no saldo da conta financeira, entretanto, é reflexo do aumento nos investimentos externos em carteira. Enquanto os investimentos em portfólio cresceram 17% no ano passado, os investimentos estrangeiros diretos líquidos (IED) obtiveram redução de 2,4%.

     

    Outras matérias:

    Expectativa para IPCA de 2015 supera 7,0% – No último relatório Focus divulgado pelo Banco Central (30/01), a mediana das expectativas para o IPCA aumentou ligeiramente para 7,01%. Depois de chegar a 6,56%, há quatro semanas passadas, é o quinto aumento consecutivo e o primeiro a superar o nível de 7,0%, além de superar o limite superior da meta (6,50%). Contudo, as projeções para 2016 mantiveram-se em 5,60% – similar à semana anterior. A curto prazo, as projeções dos analistas são de 1,20% para janeiro e 1,01% para fevereiro. As cinco instituições que mais acertam – TOP 5 – projetaram IPCA de 1,24% para janeiro e 1,05% para fevereiro – valores superiores, apesar de próximos do mercado. Segundo dados do IBGE, o IPCA de 2014 foi de 6,41%, enquanto o IPCA-15 de janeiro alcançou 0,89%. Projeta-se a taxa de juros Selic para o final de 2015 de 12,50%, ou seja, com mais um acréscimo de 0,25 ponto percentual ao longo do ano. A previsão é que em 2016 a Selic recue e termine o ano em 11,50% – previsão estável há cinco semanas. A próxima reunião do Copom será em março, nos dias 3 e 4.

    Prêmio Nacional de Biodiversidade – O Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) lançaram, em dezembro, o Prêmio Nacional da Biodiversidade. O prêmio tem por finalidade reconhecer o mérito de iniciativas, atividades e projetos de organizações não governamentais, empresas, sociedade civil, academia, órgãos públicos, imprensa e cidadãos comuns que trabalham em prol da conservação da biodiversidade brasileira, contribuindo para a implantação das Metas de Aichi para a Biodiversidade. As Metas de Aichi foram adotadas pelo governo brasileiro por meio da Resolução Conabio nº 6, de 3 de setembro de 2013, que dispõe sobre as Metas Nacionais de Biodiversidade a serem cumpridas até 2020. Poderão concorrer ao Prêmio Nacional da Biodiversidade iniciativas e projetos que contribuam para a melhoria ou a conservação de espécies da biodiversidade brasileira, mudança ou manutenção da categoria de risco de extinção de espécies ameaçadas, conforme critérios estabelecidos pela União Internacional pela Conservação da Natureza (IUCN na sigla em inglês), ou evidências claras que promovam a mudança de pelo menos um dos critérios da IUCN.

    Soltando as amarras – A Comissão Portos, organismo privado que conta com a participação de armadores, prestadores de serviços portuários, operadores de terminais e usuários do porto – do qual a CNC é integrante –, vem discutindo aqueles que seriam os princípios norteadores de uma política portuária nacional. Além disso, vêm sendo rotineiramente debatidos e encaminhados ao governo pleitos visando mitigar as principais dificuldades do setor, especialmente aquelas decorrentes da implementação da Nova Lei dos Portos. A propósito, já foi solicitada audiência com o novo ministro dos Portos, deputado Edinho Araújo, objetivando apresentar a Comissão e conhecer o novo programa de trabalho da Secretaria dos Portos.

    MPEs: Benefícios e exageros – A Lei Complementar nº 147/2014, sancionada em 7 de agosto do ano passado, representou grande avanço para as MPEs, porque fez ampla reforma na Lei Geral das MPEs (Lei Complementar nº 123/2006). A partir de janeiro do corrente ano, todas as MPEs poderão se inscrever no Simples Nacional. Em 2015, a universalização do Simples Nacional vem seguida de iniciativas legislativas, com o fito de melhorar o ambiente empresarial de menor porte, em virtude da importância das MPEs no processo de desenvolvimento da economia brasileira. O Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 448/2014 fundamenta-se no estudo da Fundação Getulio Vargas, apresentando inovações. Esse PLP, que deve ser votado em 2015 para valer ano que vem, mitiga o impacto da carga fiscal com a parcela a deduzir para as empresas, como acontece com as pessoas físicas. Também elabora mudanças no faturamento e reduz o número de alíquotas (e faixas de faturamento) no Simples Nacional de vinte para apenas sete.

     

  • CNC avalia impactos da crise de água e energia

    O intenso calor e a falta de chuvas estão antecipando uma visão de calamidade em relação ao fornecimento de água e de energia elétrica no Sudeste brasileiro, especialmente nas regiões da Grande São Paulo e do Rio de Janeiro, avalia Ernane Galvêas, consultor Econômico da Presidência Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Para o ex-ministro da Fazenda, a crise no abastecimento pode ter reflexos em investimentos essenciais à retomada do avanço da economia do País.

     

    O intenso calor e a falta de chuvas estão antecipando uma visão de calamidade em relação ao fornecimento de água e de energia elétrica no Sudeste brasileiro, especialmente nas regiões da Grande São Paulo e do Rio de Janeiro, avalia Ernane Galvêas, consultor Econômico da Presidência Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Para o ex-ministro da Fazenda, a crise no abastecimento pode ter reflexos em investimentos essenciais à retomada do avanço da economia do País.

     

    “O consumo per capita de energia elétrica vem subindo aceleradamente desde a crise de 2011, de 1.642 kWh para 2.461 kWh em 2015. A crise da água na região do Rio Paraíba do Sul está 25% pior do que a maior seca histórica”, afirma Galvêas. Segundo ele, a insegurança quanto ao suprimento de energia pode atrasar a retomada dos investimentos no segundo semestre e projetar um resultado ainda mais negativo do PIB em 2015 (abaixo de zero). Com isso, reduz-se a arrecadação de tributos federais e ficam prejudicados os efeitos da política de ajuste fiscal do Ministério da Fazenda. “A tendência é termos no Sudeste um ciclo de stress hídrico (falta de chuvas) igual ao do Nordeste. Estamos caminhando para a possibilidade de racionamento e de novos apagões”, aponta o consultor da Presidência da CNC.

     

    A necessidade de ação do governo para solucionar o problema também é destacada por Carlos Thadeu de Freitas, economista-chefe da Confederação. Para ele, a redução do consumo de energia precisa ser estimulada. Quanto ao uso de geradores por grandes varejistas e shoppings, Thadeu considera que deve haver algum tipo de incentivo fiscal para a compra dos equipamentos.

     

    Dentre as áreas afetadas, o turismo é uma das mais atingidas. “A crise energética afeta de maneira brutal a rentabilidade dos hotéis e restaurantes brasileiros”, destaca Alexandre Sampaio, presidente do Conselho e Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC. Ele explica que, em plena temporada e com altas temperaturas na maior parte dos destinos turísticos, o custo do consumo de energia elétrica eleva o custo operacional, prejudicando o planejamento orçamentário para este ano, que já não tem boas perspectivas. “Ademais, o risco de apagões ou racionamento não contribui para a imagem de bons serviços e atendimento da hotelaria e da gastronomia nacionais”, complementa Sampaio.

     

     

     

  • CNC avalia impactos da crise de água e energia

    O intenso calor e a falta de chuvas estão antecipando uma visão de calamidade em relação ao fornecimento de água e de energia elétrica no Sudeste brasileiro, especialmente nas regiões da Grande São Paulo e do Rio de Janeiro, avalia Ernane Galvêas, consultor Econômico da Presidência Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Para o ex-ministro da Fazenda, a crise no abastecimento pode ter reflexos em investimentos essenciais à retomada do avanço da economia do País.

    O intenso calor e a falta de chuvas estão antecipando uma visão de calamidade em relação ao fornecimento de água e de energia elétrica no Sudeste brasileiro, especialmente nas regiões da Grande São Paulo e do Rio de Janeiro, avalia Ernane Galvêas, consultor Econômico da Presidência Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Para o ex-ministro da Fazenda, a crise no abastecimento pode ter reflexos em investimentos essenciais à retomada do avanço da economia do País.

    “O consumo per capita de energia elétrica vem subindo aceleradamente desde a crise de 2011, de 1.642 kWh para 2.461 kWh em 2015. A crise da água na região do Rio Paraíba do Sul está 25% pior do que a maior seca histórica”, afirma Galvêas. Segundo ele, a insegurança quanto ao suprimento de energia pode atrasar a retomada dos investimentos no segundo semestre e projetar um resultado ainda mais negativo do PIB em 2015 (abaixo de zero). Com isso, reduz-se a arrecadação de tributos federais e ficam prejudicados os efeitos da política de ajuste fiscal do Ministério da Fazenda. “A tendência é termos no Sudeste um ciclo de stress hídrico (falta de chuvas) igual ao do Nordeste. Estamos caminhando para a possibilidade de racionamento e de novos apagões”, aponta o consultor da Presidência da CNC.

    A necessidade de ação do governo para solucionar o problema também é destacada por Carlos Thadeu de Freitas, economista-chefe da Confederação. Para ele, a redução do consumo de energia precisa ser estimulada. Quanto ao uso de geradores por grandes varejistas e shoppings, Thadeu considera que deve haver algum tipo de incentivo fiscal para a compra dos equipamentos. 

    Dentre as áreas afetadas, o turismo é uma das mais atingidas. “A crise energética afeta de maneira brutal a rentabilidade dos hotéis e restaurantes brasileiros”, destaca Alexandre Sampaio, presidente do Conselho e Empresarial de Turismo e  Hospitalidade (Cetur) da CNC. Ele explica que, em plena temporada e com altas temperaturas na maior parte dos destinos turísticos, o custo do consumo de energia elétrica eleva o custo operacional, prejudicando o planejamento orçamentário para este ano, que já não tem boas perspectivas. “Ademais, o risco de apagões ou racionamento não contribui para a imagem de bons serviços e atendimento da hotelaria e da gastronomia nacionais”, complementa Sampaio.