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  • Consultoria do Segs auxilia sindicato do Paraná

    Um planejamento das ações de um sindicato, adequado às realidades da entidade, é essencial para aumentar a excelência e a qualidade dos serviços oferecidos aos associados. Foi o que começou a fazer o Sindicato do Comércio Varejista de Apucarana (Sivana), no Paraná, que está construindo o seu planejamento estratégico com a ajuda das consultorias do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs).

    Um planejamento das ações de um sindicato, adequado às realidades da entidade, é essencial para aumentar a excelência e a qualidade dos serviços oferecidos aos associados. Foi o que começou a fazer o Sindicato do Comércio Varejista de Apucarana (Sivana), no Paraná, que está construindo o seu planejamento estratégico com a ajuda das consultorias do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs).

    No último dia 14/10, o assessor da Gerência de Programas Externos da CNC Leonardo Fonseca e o multiplicador do Segs da Fecomércio-PR, Rodrigo Bregola, estiveram na sede do Sivana para conhecer as demandas da entidade e traçar um diagnóstico que possa ajudar o sindicato a se tornar ainda mais forte e ágil.

    Leonardo e Rodrigo conversaram com diretores e outros membros do sindicato e conheceram projetos e ações já em andamento. “A Diretoria está bastante focada em obter maior participação e também em oferecer mais serviços aos representados”, afirmou Leonardo Fonseca. Segundo ele, a consultoria foi feita a pedido da Fecomércio-PR, que vem, com o apoio da CNC, fazendo essas consultorias locais.

    O Sivana ingressou no Segs em 2014 e pretende melhorar o seu desempenho conforme o andamento no programa. “Como a Diretoria é recém-empossada, foi oportuno ajudá-los a planejar a busca pelos melhores resultados de forma estruturada”, completou Leonardo. “Nossa proposta é de reestruturação completa do sindicato, tornando-o uma entidade muito mais forte e representativa. Nesse sentido, temos certeza de que o apoio da CNC e da Fecomércio-PR, por meio dessa consultoria, será fundamental”, avalia Aída Assunção, presidente do Sivana.

    Assim que terminar a fase de levantamento de informações, haverá a definição de estratégias e, depois, a implementação das ações. Segundo o assessor da GPE, o apoio da Fecomércio-PR por intermédio do multiplicador Rodrigo Bregola é essencial no trabalho. “O papel dele é fundamental, pois é quem organiza as demandas, nos passa a realidade local e contribui diretamente nas consultorias. Por estar participando do Programa de Formação de Multiplicadores, algumas ações são conduzidas por ele, que também monitora a evolução dos resultados do sindicato”, concluiu Leonardo Fonseca.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 205/2014

    DESTAQUES:

    Receita Federal dispõe sobre o parcelamento de débitos apurados no Simples Nacional

    Fixado o valor médio da renda mensal do total de benefícios pagos pelo INSS para o mês de outubro de 2014

    Restabelecido o registro sindical do Sindicato da Habitação – SECOVI-PE

    Prorrogado prazo para conclusão dos trabalhos do Grupo de Trabalho criado com a finalidade de apresentar proposta para autorização do trabalho aos domingos e feriados

  • Comissão fará debate sobre revogação do Estatuto do Desarmamento

    A comissão especial criada para discutir o Projeto de Lei 3722/12 agendou para 26 de novembro uma audiência sobre o projeto que revoga o Estatuto do Desarmamento (Lei10.826/03). A votação do relatório está prevista para 10 de dezembro.

    A proposta, de autoria do deputado Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC), regulamenta a compra, posse e circulação de armas de fogo e munições no país. A matéria retira as restrições do atual estatuto ao porte particular de armas por civis e cria normas para a comercialização delas e das munições.

    A comissão especial criada para discutir o Projeto de Lei 3722/12 agendou para 26 de novembro uma audiência sobre o projeto que revoga o Estatuto do Desarmamento (Lei10.826/03). A votação do relatório está prevista para 10 de dezembro.

    A proposta, de autoria do deputado Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC), regulamenta a compra, posse e circulação de armas de fogo e munições no país. A matéria retira as restrições do atual estatuto ao porte particular de armas por civis e cria normas para a comercialização delas e das munições.

    Na reunião desta terça-feira (4) da Comissão Especial, os deputados optaram por fazer apenas uma grande audiência, em vez de debates nos estados como antes proposto, para que seja possível votar o relatório final na comissão ainda neste ano.

    O deputado Rogério Peninha Mendonça, que sugeriu o cronograma, disse que o Ministério da Justiça deve ser convidado para a discussão. Ele acredita que após essa audiência pública, o relator, deputado Cláudio Cajado (PT-BA), poderá ter um prazo de uma semana para receber ideias e sugestões, “para então efetivamente apresentar o seu relatório.”

    Na atual lei, aprovada em 2003, o porte de armas por civis é permitido somente quando a necessidade for comprovada. Neste caso, o portador poderá usar, mas somente com registro no Comando do Exército, por tempo limitado, e pagar um taxa de R$ 60.

    Idade mínima

    No novo texto, não há mais a exigência de uma justificativa de necessidade, nem prazo para o porte de arma para civis. Além disso, o projeto reduz de 25 para 21 anos a idade mínima para adquirir um dispositivo de fogo. O projeto de lei ainda regulamenta a comercialização e altera o código criminal para porte de armas.

    Para Mendonça, o estatuto em vigor não reduziu a criminalidade. Ele lembra ainda o referendo sobre a proibição da comercialização de armas de fogo e munições, em que 64% votaram pelo “sim”, enquanto 36% votaram pelo “não”.

    O governo federal é favorável a manter o estatuto como está hoje. Segundo o Ministério da Justiça, o número de mortes por armas de fogo caiu em 11% em 2004, logo depois da primeira Campanha de Desarmamento.

    Para secretária Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Regina Mike, o governo tem condições de trazer segurança à população, capacitando cada vez mais os agentes públicos que têm esse dever.

    Participação popular

    Informações sobre a tramitação do PL 3722/12 estão entre os assuntos mais solicitadospelo público junto à Câmara com base na Lei de Acesso à Informação (12.527/11). O tema também ocupa o terceiro lugar entre as enquetes abertas no Portal da Câmara, com mais de 160 mil votos.

  • Debatedores divergem sobre presença obrigatória de farmacêutico em farmácias

    Já está marcado para a próxima terça (11/11) um novo debate sobre a medida provisória, com representantes do Conselho Federal de Farmácia e da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias.

    A exigência da presença permanente de um farmacêutico em drogarias e farmácias, introduzida pela na Lei 13.021/14, causou divergência durante audiência pública que discutiu, nesta terça-feira (4/11), a Medida Provisória 653/14. A MP flexibiliza a regra para permitir, no caso de pequenas e microempresas, a substituição do farmacêutico por outro profissional.

    Já está marcado para a próxima terça (11/11) um novo debate sobre a medida provisória, com representantes do Conselho Federal de Farmácia e da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias.

    A exigência da presença permanente de um farmacêutico em drogarias e farmácias, introduzida pela na Lei 13.021/14, causou divergência durante audiência pública que discutiu, nesta terça-feira (4/11), a Medida Provisória 653/14. A MP flexibiliza a regra para permitir, no caso de pequenas e microempresas, a substituição do farmacêutico por outro profissional.

    Para o presidente da Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), Ronald Ferreira dos Santos, todos ganham com a obrigatoriedade da presença de um farmacêutico nas farmácias. Ele admitiu a possibilidade de discutir exceções, mas ressaltou que o cidadão das pequenas cidades deve ter o mesmo direito daquele dos grandes centros.

    “A presença dos farmacêuticos ultrapassa 85% das drogarias. A discussão central não é a presença do profissional, mas a qualificação do estabelecimento”, disse. Santos informou que, em 2018, o mercado farmacêutico brasileiro será o quarto maior do mundo e, assim, teria condições de bancar a presença dos profissionais nas drogarias.

    Responsável técnico

    Por outro lado, o superintendente de Inspeção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Bruno Rios, apoiou a flexibilização garantida pela MP 653/14. Rios lembrou que é obrigatória a presença de um responsável técnico em horário integral de funcionamento, mesmo que não seja um farmacêutico.

    O superintendente do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Distrito Federal, José Aparecido Guimarães, também defendeu a MP – que, em sua avaliação, preserva os interesses da população. Para analisar a importância da medida, disse Guimarães, é preciso conhecer “os rincões de todo o País”. “Imagina, em uma pequena cidade, um pai acordar de madrugada, com o filho chorando e com febre, e não poder comprar um remédio para seu filho [por falta de farmacêutico]”, ponderou.

    O presidente da Associação Brasileira de Comércio Farmacêutico (ABCFarma), Pedro Zidoi Sdoia, afirmou que a realidade é que muitas farmácias, “mesmo algumas de grandes redes”, não conseguem manter um farmacêutico presente durante todo o período de funcionamento. Ele reclamou da forma como o projeto que deu origem à Lei 13.021/14 foi aprovado no Congresso e chegou discutir com o deputado Ivan Valente (Psol-SP), responsável pelo substitutivo que resultou no texto final da lei.

    Valente lembrou que houve “várias concessões” para que o projeto se tornasse lei. O deputado disse que a legislação passou por todas as tramitações e debates possíveis e contou com o compromisso do governo e das entidades representativas. O parlamentar reclamou das emendas incluídas no texto da MP, mesmo sem relação com o texto original, e ironizou dizendo que “se o jabuti está na árvore, foi enchente ou mão de gente”.

    Para o deputado, a MP criou um caos e uma frustração para o Parlamento e para os profissionais da área. Ele afirmou que a saúde da população não pode perder espaço para o lucro das pequenas empresas. “A edição dessa MP é uma excrescência, pois trata de um debate que durou cerca de 20 anos no Congresso. É lamentável que as pessoas não tenham palavra. As pessoas assinaram um documento e não querem cumprir”, criticou o deputado, que defendeu a perda da validade da MP.

    Polêmica

    A MP 653/14 relaxa a exigência de farmacêutico em farmácias caracterizadas como pequenas ou microempresas. Pela Lei 13.021/14, publicada em agosto, a presença desse profissional é obrigatória em todos os estabelecimentos farmacêuticos, enquanto o comércio funcionar.

    Com a medida provisória, porém, as farmácias enquadradas no Estatuto da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/06) passaram a adotar as regras da Lei 5.991/73. Essa lei permite, em casos específicos, a presença de “prático de farmácia, oficial de farmácia ou outro”, inscrito em Conselho Regional de Farmácia (CRF), como responsável do estabelecimento.

    A presidente da comissão, senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), reconheceu que a medida é polêmica. Ela fez referência a uma nota do Ministério da Saúde que aponta que, no caso de farmácias caracterizadas como micro e pequenas empresas, esses estabelecimentos, desde que comprovada a ausência de farmacêutico na região, podem funcionar com um profissional responsável inscrito nos CRFs.

    Essas unidades, diz a nota, devem ser licenciadas pela autoridade sanitária local, conforme estabelece a MP 653/14. “Não há retrocesso em relação à legislação atual. Há apenas essa exceção. É óbvio que a gente não queria exceção alguma”, declarou a senadora, farmacêutica de formação.

    Mais debates

    O deputado Manoel Junior (PMDB-PB), relator da matéria, e a senadora Ana Amélia (PP-RS) também participaram da audiência. Já está marcado para a próxima terça (11) um novo debate, que deve ter representantes do Conselho Federal de Farmácia (CFF), da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), da Secretaria de Micro e Pequena Empresa (SMPE) e da Federação Intersindical Farmacêutica (Feifar).

  • Lançamento dos Anais do Seminário Panorama da Economia Brasileira

    Na manhã desta quarta-feira, 5 de novembro, foram lançados no Restaurante Escola Senac da Câmara dos Deputados os Anais do Seminário Panorama da Economia Brasileira, pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara (CDEIC), com apoio da CNC, na presença de seus representantes, Laércio Oliveira, vice-presidente da CNC, e Roberto Velloso, chefe da assessoria legislativa da instituição; e de parlamentares, como os deputados Augusto Coutinho, presidente da CDEIC e Angelo Agnolin, autor do requerimento para a realização do Seminário.

    Na manhã desta quarta-feira, 5 de novembro, foram lançados no Restaurante Escola Senac da Câmara dos Deputados os Anais do Seminário Panorama da Economia Brasileira, pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara (CDEIC), com apoio da CNC, na presença de seus representantes, Laércio Oliveira, vice-presidente da CNC, e Roberto Velloso, chefe da assessoria legislativa da instituição; e de parlamentares, como os deputados Augusto Coutinho, presidente da CDEIC e Angelo Agnolin, autor do requerimento para a realização do Seminário.

    No ato, Velloso explicou a parceria da Confederação com a Câmara, que é permanente há anos. “Nós estamos à disposição para trabalhar por qualquer coisa que tenha por fim o avanço do País”.

    Outros deputados, como Bala Rocha, Otávio Leite e Paulo Rubens, tomaram a palavra para debater o quadro atual da economia brasileira, se colocando à disposição para trabalhar o assunto em novas discussões na Câmara dos Deputados.

    Membro da Comissão de Finanças e Tributação, o deputado Alfredo Kaefer apontou a necessidade de novas alternativas viáveis para melhorar a economia – que fujam às taxas de juros e inflação – e citando o crescimento do PIB e a possível autonomia do Banco Central.

     

    Seminário Panorama da Economia Brasileira

     

    Realizado em 26 de março, o Seminário discutiu problemas conjunturais da economia brasileira, com ênfase na burocracia, nos entraves ao empreendimento e no custo da produção no País.

    No ato, a CNC foi representada pelo consultor da Presidência da Casa, Roberto Nogueira Ferreira.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 204/2014

    DESTAQUES:

    Aprovada a reformulação do orçamento do Sesc para o exercício de 2014

    Alterada a norma que estabelece regras e critérios para a formalização de instrumentos de transferência voluntária de recursos para apoio aos programas que visem ao desenvolvimento do Turismo

  • Projeto que derruba decreto da participação popular chega ao Senado

    Chegou ao Senado nesta segunda-feira (3) o projeto que derruba o decreto da presidente Dilma Rousseff sobre a Política Nacional de Participação Social (Decreto 8.243/2014). O Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 1.491/2014, do deputado Mendonça Filho (DEM/PE), foi aprovado pela Câmara na terça-feira passada (28) e pode entrar na pauta do Senado nesta semana, já que senadores planejam apresentar requerimento de urgência para a votação.

    Chegou ao Senado nesta segunda-feira (3) o projeto que derruba o decreto da presidente Dilma Rousseff sobre a Política Nacional de Participação Social (Decreto 8.243/2014). O Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 1.491/2014, do deputado Mendonça Filho (DEM/PE), foi aprovado pela Câmara na terça-feira passada (28) e pode entrar na pauta do Senado nesta semana, já que senadores planejam apresentar requerimento de urgência para a votação.

    O decreto, editado no fim de maio, consolida a participação social como método de governo e fortalece instâncias como os conselhos e as conferências. Para grande parte dos parlamentares, inclusive de partidos da base do governo, a iniciativa usurpa atribuições do Legislativo.

    Tanto o presidente do Senado, Renan Calheiros, quanto o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, já se posicionaram contra o decreto do Planalto. Na última semana, Renan disse acreditar que a decisão da Câmara seria confirmada pelos senadores.

    “Já havia um quadro de insatisfação com relação a essa matéria. O decreto ser derrubado na Câmara não surpreendeu, da mesma forma que não surpreenderá se for, e será, derrubado no Senado”, afirmou Renan.

  • Estruturação dos destinos turísticos será discutida no Senado

    A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) do Senado Federal realizará audiência pública amanhã (5/11), às 9h, para discutir a estruturação dos destinos turísticos brasileiros.

    Para a Comissão, a estruturação dos destinos turísticos é essencial para o setor. Estão previstos debates sobre o desenvolvimento das regiões turísticas, a elaboração de planos regionais de desenvolvimento do setor, a melhoria da infraestrutura e a mensuração da competitividade dos destinos.

    A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) do Senado Federal realizará audiência pública amanhã (5/11), às 9h, para discutir a estruturação dos destinos turísticos brasileiros.

    Para a Comissão, a estruturação dos destinos turísticos é essencial para o setor. Estão previstos debates sobre o desenvolvimento das regiões turísticas, a elaboração de planos regionais de desenvolvimento do setor, a melhoria da infraestrutura e a mensuração da competitividade dos destinos.

    Convidada para o debate, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) será representada pelo presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Alexandre Sampaio.

  • CDEIC vai lançar anais do “Seminário Panorama da Economia Brasileira”

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio (CDEIC), presidida pelo deputado Augusto Coutinho (SD/PE), promoverá café da manhã para lançamento dos Anais do Seminário Panorama da Economia Brasileira, resultantes do debate realizado no âmbito da Comissão, em parceria com a CNC. A cerimônia será realizada amanhã (5/11), às 8h30, no Salão VIP do Restaurante – Escola do Senac, Anexo IV, 10º andar da Câmara dos Deputados.

    O evento tem a finalidade de lançar oficialmente a publicação, resultado do Seminário realizado em 26/3/2014.

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio (CDEIC), presidida pelo deputado Augusto Coutinho (SD/PE), promoverá café da manhã para lançamento dos Anais do Seminário Panorama da Economia Brasileira, resultantes do debate realizado no âmbito da Comissão, em parceria com a CNC. A cerimônia será realizada amanhã (5/11), às 8h30, no Salão VIP do Restaurante – Escola do Senac, Anexo IV, 10º andar da Câmara dos Deputados.

    O evento tem a finalidade de lançar oficialmente a publicação, resultado do Seminário realizado em 26/3/2014.

  • GTT Meio Ambiente debate ações empresariais bem-sucedidas

    O Grupo Técnico de Trabalho sobre Meio Ambiente da CNC, coordenado pela Assessoria de Gestão das Representações (AGR), reuniu-se em 30 de outubro, em Brasília, para debater, entre outros, temas como o andamento dos acordos setoriais em setores como embalagens, combustíveis, eletroeletrônicos e lâmpadas mercuriais e similares. Os participantes também ouviram palestras de executivos de empresas sobre projetos eficazes que adotam a eficiência energética e reuso da água.

    O Grupo Técnico de Trabalho sobre Meio Ambiente da CNC, coordenado pela Assessoria de Gestão das Representações (AGR), reuniu-se em 30 de outubro, em Brasília, para debater, entre outros, temas como o andamento dos acordos setoriais em setores como embalagens, combustíveis, eletroeletrônicos e lâmpadas mercuriais e similares. Os participantes também ouviram palestras de executivos de empresas sobre projetos eficazes que adotam a eficiência energética e reuso da água.

    O diretor da CNC Marco Aurélio Sprovieri avaliou que o ponto alto da reunião foram os relatos sobre ações bem-sucedidas “porque demonstram que é possível fazer um bom trabalho, principalmente quando está nas mãos da iniciativa privada. As dificuldades ressaltadas nos debates que se seguiram às apresentações foram no sentido de que todas as vezes que há interferência do setor público as ações caminham com mais dificuldade”.

    O vice-presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Márcio Milan, falou sobre o acordo setorial para a logística reversa de embalagens em geral, que está em consulta pública aberta pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). O prazo para apresentação de propostas foi dilatado de 15 de outubro para 20 de novembro de 2014. “Protocolamos uma proposta da coalizão formada por comércio e indústria e que privilegia o trabalho dos catadores”, disse.

    Também fizeram relato sobre acordos setoriais Bernardo Souto, da Fecombustíveis do Rio de Janeiro (Programa Jogue Limpo); Fernanda Vieira, da Fecomércio/|MG (logística reversa de medicamentos); e Cristiane Soares, assessora especial da CNC (resíduos de equipamentos eletroeletrônicos e lâmpadas mercuriais e similares).

    Foram palestrantes Maurício Mulinari, da Fecomércio/SC, que detalhou o “Plano de eficiência energética para o comércio de bens, serviços e turismo – a experiência de Santa Catarina”; Elizabeth Morita, do grupo Sonae Sierra Brasil, que falou sobre “Modelos de gestão aplicados aos shoppings centers”; e José Guilherme Barbosa Ribeiro, do Sebrae/MT, a respeito do tema “Negócios Sustentáveis – aplicações para as pequenas empresas”.