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  • Os pilares da competitividade (Jornal do Commercio de 20 de outubro de 2014)

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

     

    Há palavras que, de repente, passam a fazer parte do nosso cotidiano. Uma delas é competitividade que, numa primeira aproximação, expressa a capacidade de concorrer vantajosamente frente a terceiros, em nível de empresas, setores econômicos e nações.

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

     

    Há palavras que, de repente, passam a fazer parte do nosso cotidiano. Uma delas é competitividade que, numa primeira aproximação, expressa a capacidade de concorrer vantajosamente frente a terceiros, em nível de empresas, setores econômicos e nações.

    A competitividade das nações vem sendo estimada desde 1997 pelo Institute of Management Development – IDM, sediado em Genebra e voltado para o desenvolvimento da gestão empresarial. O foco dessa pesquisa é um conjunto de 60 países que geram um ranking ou classificação ordinal, em ordem decrescente de competitividade.

    Em 1997, o Brasil ocupava a posição 34. Em 2012, passou a ocupar a posição 46 e, em 2013, a posição 51, voltando à posição 46 em 2014. Seja como for, pelos sensores do IMD o Brasil tornou-se menos competitivo, nesse espaço de tempo. Em outras palavras, entre os 60 países sua posição estava acima da posição mediana e, atualmente, encontra-se bem abaixo.

    Em 2014, numa graduação de 0 a 10, o Brasil recebeu a nota 4,92, que contrasta fortemente com 8,92 de Cingapura e 8,60 da Alemanha. Para nosso consolo, a Argentina tem a nota 1,64 e a Venezuela 1,02.

    Na realidade, o que tais notações pretendem medir é a produtividade total dos fatores ou “produtividade fatorial”, como condicionante da competitividade de um país frente aos demais.

    São quatro os pilares dessa notação: desempenho econômico, eficiência do Governo, capacidade empresarial e infraestrutura. Cada pilar é constituído por uma série de condicionantes, por seu turno compostas de uma multiplicidade de critérios.

    O desempenho econômico envolve avaliações sobre a economia nacional, o comércio exterior, o investimento estrangeiro, o nível de emprego e dos preços; a eficiência do Governo compreende um juízo sobre as finanças públicas, a política fiscal, o marco institucional, a legislação empresarial e a estrutura societária; a capacidade empresarial é examinada através da produtividade, do mercado de trabalho, das finanças, das práticas gerenciais e de atitudes e valores; e a infraestrutura é vista desdobrada em básica, tecnológica e científica, saúde e meio ambiente e educação.

    Se, nos dias atuais, cada uma dessas condicionantes for examinada com base no conhecimento que temos do nosso próprio País, ficará amplamente assinalado que, em matéria de competitividade, bracejamos no mar da mediocridade.

    Na conjuntura atual, quando o IMD coloca sua lupa sobre o Brasil, a queda da posição inicial na classificação ordinal da competitividade resulta do fraco desempenho econômico e do baixo nível de eficiência empresarial, na medida em que, no jogo das interações, são caudatários do que se passa na administração governamental com sua pesada carga tributária e da má qualidade e insuficiência da infraestrutura. São essas relações de interdependência que expurgadas de conotações ideológicas, precisam ser revistas, para recolocar o país na trilha do crescimento econômico e do bem estar social.

     

    Jornal do Commercio, 20 de outubro de 2014.

  • Senac Bahia lança guia da Chapada Diamantina

    O Senac Bahia lançou, em 9 de outubro, o Manual do Guia de Turismo da Chapada Diamantina, uma publicação que tem como objetivo instrumentalizar os guias de turismo dessa região essencialmente turística, além de servir como fonte de pesquisa para estudantes de Turismo e História e demais interessados.

    O Senac Bahia lançou, em 9 de outubro, o Manual do Guia de Turismo da Chapada Diamantina, uma publicação que tem como objetivo instrumentalizar os guias de turismo dessa região essencialmente turística, além de servir como fonte de pesquisa para estudantes de Turismo e História e demais interessados.

    O lançamento foi realizado em solenidade no Núcleo de Educação Profissional Senac, em Lençóis, município localizado a 410 quilômetros de Salvador, no coração da Chapada Diamantina. Prestigiaram o lançamento a vice-prefeita de Lençóis, Moema Maciel; o diretor-geral do Departamento Nacional do Senac, Sidney Cunha; o vice-presidente da Fecomércio-BA, José Carlos Moraes; e a diretora do Senac Bahia, Marina Almeida.

    O Manual será distribuído gratuitamente a alunos de cursos de Turismo e Hospitalidade do Senac na Bahia. A obra tem coordenação editorial da Gerência de Marketing e Comunicação do Departamento Nacional do Senac, com a colaboração de Margareth Branca Pires e da equipe de redação da Flora Comunicação. A pesquisa histórica e a redação são assinadas pelo historiador Delmar Alves Araújo. 

  • Regulamentação de profissões e equipamentos em debate

    A regulamentação das profissões de Promotor de Vendas e Demonstrador de Mercadorias foi um dos temas debatidos na segunda reunião da Câmara Brasileira do Comércio de Gêneros Alimentícios (CBCGAL), realizada no dia 16 de outubro, na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no Rio de Janeiro.

    A regulamentação das profissões de Promotor de Vendas e Demonstrador de Mercadorias foi um dos temas debatidos na segunda reunião da Câmara Brasileira do Comércio de Gêneros Alimentícios (CBCGAL), realizada no dia 16 de outubro, na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no Rio de Janeiro.

    O Projeto de Lei n° 5451/2009, que trata da regulamentação dessas profissões, está em tramitação no Congresso e aguarda inclusão no plenário da Câmara. O vice-presidente da Associação Brasileira de Supermercados, Márcio Milan, apresentou as ações de um grupo de trabalho composto por representantes do governo, de empregadores e de trabalhadores, constituído em razão de fiscalização promovida pelo MTE em redes de supermercados de Minas Gerais. “Do ponto de vista dos empregadores, a atividade do promotor de vendas e do demonstrador fortalece a parceria com a indústria e o comércio, com o objetivo de melhorar o atendimento, principalmente em relação ao consumidor final”, disse Milan.

    Segundo ele, não houve consenso entre os representantes. O governo entende que as mercadorias em supermercados não devem ser manuseadas pelo profissional, enquanto os representantes dos trabalhadores acreditam que há a precarização do trabalho dos promotores, com desvio de função.  “Tendo isso em vista, foi recomendada ao Conselho de Relações do Trabalho do MTE a definição de parâmetros, visando ao estabelecimento de um eventual canal de negociação entre as partes envolvidas”, afirmou Milan. Ao relatório final serão anexados pareceres econômico e jurídico sobre a atuação dos promotores nos supermercados.

    Para o coordenador da CBCGAL e presidente do Sindigêneros-RS, João Francisco Micelli, a discussão em torno da regulamentação desses profissionais é fundamental para a atividade nos supermercados. “O promotor de vendas tem a competência técnica para avaliar a disposição dos produtos, bem como a melhor exposição das mercadorias. A regulamentação consolidará a importância desses profissionais”, afirmou Micelli.

    NR 12

    Márcio Milan também esclareceu sobre o andamento da Norma Regulamentadora 12 (NR 12), que dispõe sobre a Segurança e Saúde no Trabalho em Máquinas e Equipamentos. A norma está sendo acompanhada pela CNC, e, segundo ele, houve alguns avanços, como a criação de um Comitê de Segurança em Máquinas e Equipamentos, composto por representantes de três ministérios: Trabalho e Emprego (MTE), Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e Fazenda (MF).  “A nossa preocupação é incorporar ao texto da NR 12 algumas propostas ao anexo V, que trata de amassadeiras, batedeiras, modeladoras, fatiadoras de pães, entre outros equipamentos utilizados por padarias, confeitarias e supermercados”, informou Milan.

    Algumas das propostas são interdições de equipamentos apenas mediante laudo técnico circunstanciado e separação entre as obrigações do fabricante e as do usuário. “Muitas vezes, a fiscalização multa o dono do estabelecimento por uma falha no equipamento, quando a culpa é, na verdade, do fabricante”, esclareceu.

    “É importante termos cada vez mais essa discussão envolvendo todos os empresários, estando atentos a essas questões que impactam o nosso dia a dia e geram cada vez mais ônus para o nosso trabalho”, ponderou Micelli.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 194/2014

    DESTAQUES:

    Promulgada Convenção das Nações Unidas sobre Contratos de Compra e Venda Internacional de Mercadorias

    Anvisa define composição das vacinas influenza a serem utilizadas no Brasil no ano de 2015

  • Gil Siuffo recebe medalha Santos Dumont em Minas Gerais

    No próximo dia 20, Luiz Gil Siuffo Pereira, vice-presidente Financeiro da Confederação Nacional do Comércio de Bens Serviços e Turismo (CNC), receberá das mãos do governador de Minas Gerais, Alberto Pinto Coelho, a medalha Santos Dumont. A homenagem é entregue a pessoas que contribuem para o desenvolvimento e o progresso do estado e do país. Criada em 1956 para comemorar o primeiro voo do 14-Bis, a medalha simboliza o reconhecimento a Alberto Santos Dumont, considerado o pai da aviação brasileira.

     

     

     

    No próximo dia 20, Luiz Gil Siuffo Pereira, vice-presidente Financeiro da Confederação Nacional do Comércio de Bens Serviços e Turismo (CNC), receberá das mãos do governador de Minas Gerais, Alberto Pinto Coelho, a medalha Santos Dumont. A homenagem é entregue a pessoas que contribuem para o desenvolvimento e o progresso do estado e do país. Criada em 1956 para comemorar o primeiro voo do 14-Bis, a medalha simboliza o reconhecimento a Alberto Santos Dumont, considerado o pai da aviação brasileira.

     

     

     

  • Vice-presidente da CNC será homenageado com medalha Santos Dumont

    O vice-presidente Financeiro da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Luiz Gil Siuffo Pereira, será homenageado pelo governo de Minas Gerais com a Medalha Santos Dumont 2014.

    A honraria será entregue pelo governador Alberto Pinto Coelho no próximo dia 20 de outubro, na Fazenda Cabangu, no município de Santos Dumont.

    O vice-presidente Financeiro da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Luiz Gil Siuffo Pereira, será homenageado pelo governo de Minas Gerais com a Medalha Santos Dumont 2014.

    A honraria será entregue pelo governador Alberto Pinto Coelho no próximo dia 20 de outubro, na Fazenda Cabangu, no município de Santos Dumont.

    Criada em 1956 para comemorar o primeiro voo do 14-Bis, a medalha simbolizou o reconhecimento pelo feito de Alberto Santos Dumont, considerado o pai da aviação brasileira. A homenagem é entregue pelo governo de Minas a pessoas que contribuem para o desenvolvimento e o progresso do estado e do País.

    No ano passado, foram agraciados com a homenagem, entregue pelo então governador Antonio Anastasia (PSDB), 123 personalidades no graus Ouro, Prata e Bronze.

  • Secretaria da Micro e Pequena Empresa divulga cartilha com inovações do Simples

    A Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República está divulgando a Cartilha 81 Inovações do Simples, para disseminar na sociedade as novidades mais relevantes da Lei Complementar nº 147, de 7 de agosto de 2014, que alterou o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte e outras leis.

    A Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República está divulgando a Cartilha 81 Inovações do Simples, para disseminar na sociedade as novidades mais relevantes da Lei Complementar nº 147, de 7 de agosto de 2014, que alterou o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte e outras leis.

    O trabalho foi elaborado pela Secretaria e pela OAB Nacional. Segundo o ministro Guilherme Afif Domingos, a publicação pretende ser um roteiro básico para conhecimento da legislação, ensejando o debate e o aprofundamento dos seus reflexos, bem como a sua efetiva aplicação em todos os cantos do País. Acesse abaixo a cartilha. 

  • Síntese da Conjuntura 15/10/2014

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.

     

     

     


    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.

     

     

     


  • Oportunidades de turismo na Tailândia

    Um dos destinos turísticos do mundo, a Tailândia foi tema da reunião do Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), realizada em 15 de outubro, no Rio de Janeiro. A diretora de Relações Comerciais e Mídia para a América do Sul da PMG Capital Marketing, Vivian Tiemy Mori Nakagawa, apresentou as principais atrações da Tailândia, que recebeu quase 27 milhões de visitantes estrangeiros em 2013.

    Um dos destinos turísticos do mundo, a Tailândia foi tema da reunião do Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), realizada em 15 de outubro, no Rio de Janeiro. A diretora de Relações Comerciais e Mídia para a América do Sul da PMG Capital Marketing, Vivian Tiemy Mori Nakagawa, apresentou as principais atrações da Tailândia, que recebeu quase 27 milhões de visitantes estrangeiros em 2013.

    A PGM Capital Marketing é uma das representantes do Turismo da Tailândia no Brasil. Segundo a diretora, no ano passado foram cerca de 36 mil turistas brasileiros visitando o País, que hoje é conhecido como cosmopolita e com uma grande estrutura para receber turistas de todo o mundo. “Todas as grandes redes hoteleiras globais estão presentes”, destacou.

    Como estratégia para desenvolver o turismo local, o País aposta sua tradição como destino para casais em lua-de-mel, por conta de suas belezas naturais, paisagens exóticas e resorts. “Procuramos oferecer atividades para todos os gostos, desde o lazer e as praias até o ecoturismo, para os mais aventureiros”, afirmou Nakagawa, que citou ainda a gastronomia e a cultura locais como atrativos principais do País.

    No entanto, é a cordialidade do povo tailandês que ela considera como mais marcante. “Não à toa o nosso slogan é ‘It begins with the people’, ou seja, a experiência começa com o próprio povo, que deixou a Tailândia conhecida como Terra dos Sorrisos”, destacou Vivian Nakagawa.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 193/2014

    DESTAQUES:

    AGU estabelece procedimentos a serem adotados em caso de desistência e não interposição de recurso extraordinário e do recurso de agravo previsto no artigo 544 do Código de Processo Civil

    Aprovado Enunciado da SRT estabelecendo procedimentos no tocante a mediação para resolução de conflitos de representação sindical

    Designado Secretário-Executivo do Conselho de Relações do Trabalho