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  • Boletim Informativo Diário (BID) 149/2014

    DESTAQUES:

    Prorrogada a aplicação do direito antidumping definitivo aplicado às importações brasileiras de resina de policloreto de vinila obtida por processo em suspensão, originárias da China e da Coreia, onde a CNC foi convocada para participar da audiência final

    Reconduzida representante das Empresas (CNC) na 1ª Composição Adjunta da 2ª Câmara de Julgamento do Conselho de Recursos da Previdência Social

    Alterado o Regimento Interno da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA

    Deferido o registro de alteração estatutária ao Sindicato do Comércio de Governador Valadares

    Alterada norma que designou representantes para compor o Conselho de Relações do Trabalho – CRT

  • Síntese Ambiental 11

    Apresenta os assuntos de maior destaque das reuniões realizadas pelo Grupo Técnico de Trabalho de Meio Ambiente (GTT-MA).

    Apresenta os assuntos de maior destaque das reuniões realizadas pelo Grupo Técnico de Trabalho de Meio Ambiente (GTT-MA).

  • Eleição na CNC

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) informa que estão confirmadas as duas chapas concorrentes à eleição do dia 25 de setembro. A Chapa 1 é  liderada por Antonio Oliveira Santos, e a Chapa 2, por Orlando Diniz. A entidade esclarece que o processo eleitoral  vem sendo realizado com a lisura habitual, respeitando não só as regras estatutárias, como também  garantindo aos candidatos a transparência necessária e o direito à ampla defesa, o que assegura o caráter democrático da eleição.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) informa que estão confirmadas as duas chapas concorrentes à eleição do dia 25 de setembro. A Chapa 1 é  liderada por Antonio Oliveira Santos, e a Chapa 2, por Orlando Diniz. A entidade esclarece que o processo eleitoral  vem sendo realizado com a lisura habitual, respeitando não só as regras estatutárias, como também  garantindo aos candidatos a transparência necessária e o direito à ampla defesa, o que assegura o caráter democrático da eleição. Dentro do princípio da liberdade sindical, em que se leva em consideração a autogestão do sistema, e tendo em vista que o sufrágio eleitoral é a forma mais democrática de validação da estrutura de uma organização, ambas as chapas estão aptas a concorrer.

  • Crédito e Copa freiam varejo em junho

    Segundo a pesquisa mensal de comércio divulgada hoje (14/08) pelo IBGE (PMC), o volume de vendas do comércio varejista apresentou variação +0,8% em relação a junho de 2013, resultado mais fraco desde março último (-1,1%). As maiores altas ocorreram nos ramos de artigos de uso pessoal e doméstico (+7,9%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+7,7%). Por outro lado as vendas de livros, jornais, revistas e papelaria apresentaram o pior desempenho ante os demais setores (-12,1%), segurando uma oscilação mais expressiva do indicador.

    Segundo a pesquisa mensal de comércio divulgada hoje (14/08) pelo IBGE (PMC), o volume de vendas do comércio varejista apresentou variação +0,8% em relação a junho de 2013, resultado mais fraco desde março último (-1,1%). As maiores altas ocorreram nos ramos de artigos de uso pessoal e doméstico (+7,9%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+7,7%). Por outro lado as vendas de livros, jornais, revistas e papelaria apresentaram o pior desempenho ante os demais setores (-12,1%), segurando uma oscilação mais expressiva do indicador. No acumulado do ano Acre (+11,8%), Rondônia (+9,4%) e Ceará (+8,8%) têm se destacado positivamente.

     

    Na série livre de influencias sazonal, as variações frente ao mês anterior no comércio de livros, jornais, revistas e papelaria (-5,3%) e equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-4,2%) se sobressaem. Na mesma base comparativa, o varejo ampliado que agrega os resultados do comércio automotivo (-12,9%) e materiais de construção (-3,9%), acusou retração de -3,6%. Em relação a dezembro o varejo fecho o primeiro semestre no vermelho (-0,8%), resultado que não ocorria desde 2003 (-1,6%).

    Pelo terceiro mês consecutivo a inflação perdeu força no varejo (+0,5% sobre maio). Destaque para os recuos de 0,5% tanto no comércio automotivo, quanto nos artigos de informática e comunicação.

     

    Apesar disso, a escalada na taxa de juros cobrada no crédito ao consumidor ao longo de 2014 levou esses segmentos a registrar quedas expressivas nas vendas. Segundo dados do Banco Central do Brasil a taxa média dos empréstimos e financiamentos às pessoas físicas (43,0% ao ano) é a mais alta desde abril de 2009.

     

    O resultado fraco do mês de junho levou a CNC a revisar para baixo sua previsão de crescimento do volume de vendas em 2014 (de 4,4% para 4,0%). Ao final do ano deverão sobressair-se os ramos de artigos de uso pessoal e doméstico (+8,0%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+6,6%).

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 148/2014

    DESTAQUES:

    Publicados Avisos da CNC indeferindo os pedidos formulados de impugnações de chapa e de candidatos concorrentes à eleição da Diretoria e do Conselho Fiscal da CNC, mandato 2014/2018

    Declarado luto oficial em todo País, pelo período de três dias, em sinal de pesar pelo falecimento de Eduardo Henrique Accioly Campos

    Alterada norma que dispõe sobre a habilitação das instituições privadas de ensino superior e de educação profissional técnica de nível médio e sobre a adesão das respectivas mantenedoras ao Pronatec

    Receita Federal altera normas que dispõem sobre a Escrituração Contábil Digital e Fiscal

    MTE concede registro de alteração estatutária à Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio Grande do Norte – FECOMÉRCIO-RN

    Deferido o Registro Sindical ao Sindicato Nacional das Empresas de Comercialização, Importação e Exportação de Equipamentos e Produtos Xerográficos – SINNEX

    SRT firma entendimento no caso de atualização de mandato de diretoria, de registro pelos cartórios de atas de eleição e de posse com fundamento em duração de mandato superior a três anos ou inobservância do quantitativo de dirigentes

  • Crédito e Copa freiam varejo em junho

    Segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada hoje (14/08) pelo IBGE, o volume de vendas do comércio varejista apresentou variação positiva de 0,8% em relação a junho de 2013, resultado mais fraco desde março (-1,1%) e recuo de 0,7% em relação ao mês de maio. O varejo fechou o primeiro semestre no vermelho, com recuo de 0,8%, o pior resultado desde 2003 (-1,6%).

    Segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada hoje (14/08) pelo IBGE, o volume de vendas do comércio varejista apresentou variação positiva de 0,8% em relação a junho de 2013, resultado mais fraco desde março (-1,1%) e recuo de 0,7% em relação ao mês de maio. O varejo fechou o primeiro semestre no vermelho, com recuo de 0,8%, o pior resultado desde 2003 (-1,6%). Para a Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a alta taxa de juros cobradas no crédito ao consumidor e a queda no movimento do comércio, em razão da diminuição dos dias úteis durante a Copa do Mundo estão entre as causas desse recuo.

    Pelo terceiro mês consecutivo a inflação perdeu força no varejo (+0,5% sobre maio), com destaque para os recuos de 0,5% no comércio automotivo e nos artigos de informática e comunicação. “Apesar disso, a escalada na taxa de juros cobrada no crédito ao consumidor ao longo de 2014 levou esses segmentos a registrar quedas expressivas nas vendas. Segundo dados do Banco Central do Brasil, a taxa média dos empréstimos e financiamentos às pessoas físicas, de 43,0% ao ano, é a mais alta desde abril de 2009”, afirma o economista da CNC, Fabio Bentes.

    Na comparação entre junho e maio deste ano, os segmentos que tiveram a maior queda, na série livre de influências sazonais, foram o comércio de livros, jornais, revistas e papelaria (-5,3%); equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-4,2%) e combustíveis e lubrificantes (-2,3%). Na mesma base comparativa, o varejo ampliado que agrega os resultados do comércio automotivo (-12,9%) e materiais de construção (-3,9%), acusou retração de -3,6%.

    O resultado fraco do mês de junho e do primeiro semestre levaram a CNC a revisar de 4,4% para 4,0% sua previsão de crescimento do volume de vendas em 2014.

  • Mudança de paradigma

    A crise da dívida externa da Argentina veio somar-se aos diversos problemas que o país enfrenta atualmente. Desde 2001, quando uma grave crise cambial levou o país à moratória, a economia argentina tem passado por diversas turbulências. Entretanto, o caso da Argentina não expõe apenas as fragilidades econômicas do país. A reviravolta na renegociação de sua dívida externa, concluída em 2010, mostra um grande ponto de vulnerabilidade da economia internacional: a ausência de um mecanismo formal de reestruturação de dívida soberana.

    A crise da dívida externa da Argentina veio somar-se aos diversos problemas que o país enfrenta atualmente. Desde 2001, quando uma grave crise cambial levou o país à moratória, a economia argentina tem passado por diversas turbulências. Entretanto, o caso da Argentina não expõe apenas as fragilidades econômicas do país. A reviravolta na renegociação de sua dívida externa, concluída em 2010, mostra um grande ponto de vulnerabilidade da economia internacional: a ausência de um mecanismo formal de reestruturação de dívida soberana.

    A necessidade de mecanismos de reestruturação de dívidas já havia ficado evidente recentemente no caso europeu, no qual as regras de política fiscal criadas para assegurar a estabilidade foram insuficientes para evitar a crise da dívida na zona do euro. Essa ausência contribuiu para aumentar as incertezas e, portanto, exacerbou a volatilidade dos mercados.

    Nos últimos anos, houve uma mudança significativa no perfil dos credores e das dívidas. As dívidas soberanas, que em décadas passadas se concentravam em empréstimos junto a bancos, hoje consistem, em sua maioria, em títulos negociados nos mercados de capitais, com detentores pulverizados.

    A securitização das dívidas soberanas foi importante para ampliar a base de financiamento e para a redução do risco de crédito por meio da diversificação, melhorando o acesso ao mercado para os países emergentes. A pulverização dos credores dificulta a coordenação do processo de renegociação de dívidas soberanas quando um país se torna insolvente. Justamente por essa dificuldade é que um processo ordenado e previsível na reestruturação de dívidas seria bem-vindo.

    Há duas fontes principais de incertezas para os credores relacionadas ao risco de moratória de dívidas soberanas. Essas incertezas são precificadas pelo mercado na forma de um prêmio de risco, que varia conforme a percepção em relação à possibilidade de haver ou não moratória.

    A primeira incerteza é relacionada ao comportamento do devedor e à sua capacidade ou disposição de honrar suas obrigações financeiras. Ao contrário das relações convencionais entre os credores e devedores, quando o devedor é uma nação seu principal ativo consiste no seu poder de arrecadação de impostos e tributos. Dessa forma, no caso das dívidas soberanas, o problema de “dano moral” de risco de crédito é agravado pela natureza intangível de seu “colateral” e pela existência de motivações políticas para eliminar peso da dívida.

    A segunda incerteza diz respeito ao comportamento dos demais credores, que podem originar dois tipos de problemas de coordenação, um antes e outro depois de uma moratória. Antes da moratória, na medida em que as incertezas relacionadas ao comportamento do devedor aumentam, cresce também o risco de “corrida” dos credores, na qual, buscando conter perdas, os detentores dos títulos se desfazem de suas posições. Adicionalmente, após a moratória há a possibilidade de impasse, quando uma parcela dos credores, incluindo os chamados “fundos abutres”, não aceitam as condições de reestruturação propostas, na expectativa de que estes sejam comprados em seu valor total pelos demais credores.

    No processo de renegociação da dívida soberana argentina, o segundo risco se sobrepôs ao primeiro. Uma pequena parcela dos credores não aceitou os termos acordados, que implicaram deságios significativos. Uma decisão da Suprema Corte americana favorável a esses credores criou um precedente perigoso e, se confirmada, certamente tornará as reestruturações soberanas ainda mais difíceis – apesar de a Argentina se dispor a pagar suas obrigações, em conformidade com o acordo firmado com a grande maioria dos credores. A decisão da justiça dos Estados Unidos, no entanto, impediu esses pagamentos e deixou o país inadimplente.

    Esse caso tem implicações importantes para o Brasil. Apesar de terem sido construídas, ao longo dos últimos anos, melhores condições para enfrentar crises cambiais, a vulnerabilidade externa do País tem aumentado. O déficit em conta corrente é significativo, e as baixas expectativas de crescimento da economia doméstica reduzem, também, as perspectivas de investimentos externos, que vinham até agora suprindo as necessidades de financiamento sem dificuldades.

    O Brasil está bem longe de um cenário de insolvência, mas as recentes elevações dos prêmios de risco externo não estavam no radar, principalmente se compararmos com outros países emergentes, tais como: México, Chile e Peru. O Brasil é credor externo líquido, mas emite moeda não conversível, suscetível à virada de mesa dos credores internacionais.

    As condições anormais vigentes de liquidez internacional estão adiando os ajustes desses desequilíbrios. A normalização das políticas monetárias dos bancos centrais de moedas conversíveis, mesmo que de maneira não convergente, virá acompanhada de ajustes nas taxas de câmbio dos países que mais necessitam de financiamento externo. O caso argentino promove uma mudança de paradigma na percepção de risco no mercado de títulos soberanos de países emergentes e pode levar a uma transição mais turbulenta para a normalidade.

  • CNC lamenta a morte de Eduardo Campos

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) manifesta seu profundo pesar pela perda trágica do ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência da República Eduardo Campos, ocorrida na manhã desta quarta-feira, 13 de agosto, na cidade de Santos.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) manifesta seu profundo pesar pela perda trágica do ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência da República Eduardo Campos, ocorrida na manhã desta quarta-feira, 13 de agosto, na cidade de Santos.

    Em sua trajetória atuante e prematuramente interrompida, Eduardo Campos deixa como uma de suas mais expressivas marcas a confiança, a fé e a esperança no potencial do País, um sentimento inspirador para todos os brasileiros.

     

    A CNC se solidariza com aos familiares de todas as vítimas desta tragédia neste momento de profunda dor.

  • CNC lamenta a morte de Eduardo Campos

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) manifesta seu profundo pesar pela perda trágica do ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência da República Eduardo Campos, ocorrida em acidente aéreo na manhã desta quarta-feira, 13 de agosto, na cidade de Santos.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) manifesta seu profundo pesar pela perda trágica do ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência da República Eduardo Campos, ocorrida em acidente aéreo na manhã desta quarta-feira, 13 de agosto, na cidade de Santos.

    Em sua trajetória atuante e prematuramente interrompida, Eduardo Campos deixa como uma de suas mais expressivas marcas a confiança, a fé e a esperança no potencial do País, um sentimento inspirador para todos os brasileiros.

    A CNC se solidariza com os familiares de todas as vítimas desta tragédia neste momento de profunda dor.

    Fecomércio-PE

    Josias Albuquerque, vice-presidente administrativo da CNC e presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomércio-PE), também divulgou nota em pesar à morte do ex-governador do estado pernambucano:

    “O Brasil está de luto com a perda de um dos seus mais talentosos políticos. Idealista, Eduardo Campos sempre foi um grande líder, exemplo de homem público para as novas gerações.

    Como deputado federal, ministro de Estado e governador de Pernambuco, por dois mandatos consecutivos, sempre lutou pelo desenvolvimento do País e, principalmente, do Nordeste do Brasil.

    Nesse momento de dor profunda, nós que fazemos o Sistema Fecomércio-Senac-Sesc-PE, registramos o nosso mais profundo sentimento de solidariedade à sua família, especialmente à companheira de toda a vida, Dra. Renata Campos, e aos filhos.”

  • Boletim Informativo Diário (BID) 147/2014

    DESTAQUES:

    Previdência Social divulga os fatores de atualização dos benefícios para o mês de agosto de 2014

    Município do Rio de Janeiro institui regulamento para disciplinar a legislação, o funcionamento, os serviços e a fiscalização dos cemitérios públicos e privados