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  • Comissão deve concluir votação do Plano Nacional de Educação no dia 6

    O início da Ordem do Dia do Plenário da Câmara impediu a conclusão, na quarta-feira (23), da votação do Plano Nacional de Educação (PNE) – PL 8.035/2010, do Executivo – na Comissão Especial responsável pela matéria. A análise da proposta será retomada no próximo dia 6 de maio.

    O início da Ordem do Dia do Plenário da Câmara impediu a conclusão, na quarta-feira (23), da votação do Plano Nacional de Educação (PNE) – PL 8.035/2010, do Executivo – na Comissão Especial responsável pela matéria. A análise da proposta será retomada no próximo dia 6 de maio.

    Ontem o colegiado aprovou o texto-base do Projeto, que prevê como uma das metas para os próximos dez anos, a aplicação de 10% do PIB no ensino público. Na tarde de hoje, o colegiado rejeitou três emendas que pretendiam retirar desse percentual o investimento público em programas como o Pronatec, o ProUni, o Fies e o Ciência sem Fronteiras, além de creches e pré-escolas conveniadas e a educação especial.

    Depois de passar pela Comissão Especial, o texto seguirá para o Plenário. A matéria já havia sido aprovada pela Câmara em 2012, mas, como sofreu alterações no Senado, voltou para exame dos deputados.

     

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 074/2014

    DESTAQUES:

    Aprovado programa gerador e instruções para apresentação da DIPJ 2014

    Edital de Convocação do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Passo Fundo para AGE no dia 16 de maio de 2014

  • CNC Notícias 166

    Sem bola de cristal

     

    Com a Copa do Mundo cada vez mais próxima, crescem as expectativas sobre o quanto esse grande evento do mundo esportivo influenciará a economia brasileira, principalmente quanto ao mercado de trabalho.

    Sem bola de cristal

     

    Com a Copa do Mundo cada vez mais próxima, crescem as expectativas sobre o quanto esse grande evento do mundo esportivo influenciará a economia brasileira, principalmente quanto ao mercado de trabalho.

    O interesse despertado é ainda maior em um momento particularmente sensível, quando os números relativos ao desempenho do País apontam para crescimento cada vez menor. E que levaram a Diretoria da CNC a registrar a necessidade de um redirecionamento da economia para vencer as conhecidas barreiras ao nosso desenvolvimento: altíssima carga tributária, juros elevados, infraestrutura precária, burocracia e leis trabalhistas inflexíveis.

    A CNC fala com conhecimento de causa. A entidade vem contribuindo para levar à sociedade informações com alto grau de acurácia sobre a realidade dos consumidores e do setor do comércio de bens, serviços e turismo.

    As pesquisas coordenadas pela Divisão Econômica da Confederação conquistaram um espaço de respeitabilidade na base de um esforço criterioso para ouvir o que pensam as famílias e os empresários brasileiros. O resultado é acompanhado com interesse e divulgado mensalmente pelos meios de comunicação, na forma de pesquisas e de estudos de grande relevância para o entendimento do complexo cenário econômico brasileiro.

    Além disso, como entidade de representação do setor terciário, a CNC é integrada por líderes empresariais que aportam as visões de verdadeiros especialistas que são em seus respectivos setores de atuação.

    A reportagem de capa desta edição da CNC Notícias é resultado dessa capacidade que a Confederação tem de unir conhecimento, experiência e poder de análise, para decifrar a realidade desafiante do cenário econômico, orientando a tomada de decisões de importantes setores do País.

    Sem bola de cristal, mas com critério, seriedade e competência, vai sendo construída mais uma história de sucesso na vasta gama de bons serviços prestados ao empresariado e ao País pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 073/2014

    DESTAQUES:

    Aplicação de direito antidumping definitivo, por um prazo de até 5 anos, às importações brasileiras de dióxido de silício precipitado, originárias da República Popular da China (A CNC foi convocada para a audiência final)

    Alterada norma que institui o SISCOMEX

    Divulgado o preço médio dos combustíveis a partir de 1º de maio de 2014

    Sancionado o Marco Civil da Internet

    Secretaria de Inspeção do Trabalho estabelece procedimentos de fiscalização indireta

    Alterados membros do Conselho Nacional de Saúde para o triênio 2012/2015

  • Módulo do eSocial para MPEs no YouTube pode ajudar empresário

    A iniciativa da Receita Federal de criar um módulo simplificado do eSocial para micros e pequenas empresas (MPEs) no YouTube – canal de vídeos na internet – pode ser muito positiva, na medida em que disponibilizará tutoriais orientando o micro e pequeno empresário a atender às exigências do programa. Para as MPEs, o programa do governo federal passa a valer a partir de janeiro de 2015.

    A iniciativa da Receita Federal de criar um módulo simplificado do eSocial para micros e pequenas empresas (MPEs) no YouTube – canal de vídeos na internet – pode ser muito positiva, na medida em que disponibilizará tutoriais orientando o micro e pequeno empresário a atender às exigências do programa. Para as MPEs, o programa do governo federal passa a valer a partir de janeiro de 2015.

    O eSocial é o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas que vai unificar o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados, às contribuições previdenciárias e ao recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). 

    A ideia do módulo no YouTube foi antecipada este mês pelo representante da Receita Federal no Comitê Gestor do eSocial, Daniel Belmiro Fontes. “Um canal no YouTube com vídeos de orientação assegura que o mecanismo digital poderá servir para os empresários avaliarem a redução das despesas atualmente contraídas para o envio de informações previdenciárias e trabalhistas à Receita e aos demais órgãos”, afirma o economista Junior Chaves, da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    Para as MPEs em particular, o eSocial deverá fazer um corte em relação ao que solicitará das médias e grandes empresas. “Esse corte, por exemplo, deve seguir os ditames do Artigo 179 da Constituição Federal, que dispensa às micros e pequenas empresas tratamento jurídico diferenciado nos campos administrativo, tributário e previdenciário, entre outros, de modo a lhes facilitar o funcionamento. Esse ponto é importante para fazer distinção entre os portes das empresas”, afirma Junior.

    Segundo estimativas, para as médias e grandes organizações o eSocial quebrará rotinas para estabelecer novas, como o preenchimento de mais de 1.600 informações,  em 44 tipos de arquivos, o que pode gerar um ônus significativo para as empresas até que o sistema seja incorporado às estruturas organizacionais. “O que vier a ser disponibilizado para as MPEs, além de respeitar o Artigo 179 da Constituição, também terá que se sujeitar e se adequar à estrutura mais simples das empresas e ao fato de que muitos empresários poderão ter dificuldades de preenchimento, o que poderá implicar, mais na frente, aumento dos custos para com o eSocial”, complementa o economista da Confederação.

  • Senado aprova texto da Câmara para o Marco Civil da Internet

    O Senado aprovou por unanimidade o Marco Civil da Internet (PLC 21/2014), tambe aprovado pela Câmara dos Deputados em março último. Embora a oposição tenha afirmado a necessidade de mais tempo para discussão sobre o tema, uma manobra regimental do governo possibilitou a inversão de pauta e colocou o Projeto como primeiro item da Ordem do Dia desta terça-feira (22). 

    O Senado aprovou por unanimidade o Marco Civil da Internet (PLC 21/2014), tambe aprovado pela Câmara dos Deputados em março último. Embora a oposição tenha afirmado a necessidade de mais tempo para discussão sobre o tema, uma manobra regimental do governo possibilitou a inversão de pauta e colocou o Projeto como primeiro item da Ordem do Dia desta terça-feira (22). 

    O interesse da base foi a aprovação rápida e sem emendas para que o Projeto se transforme em lei durante o seminário Netmundial, que ocorrerá em São Paulo a partir desta quarta-feira (23). 

    O Projeto será encaminhado, agora, para sanção da presidente da República, Dilma Rousseff. Ele estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para internautas e provedores na rede mundial de computadores no Brasil. 

    Mais cedo, o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), garantiu que haverá oportunidade de ajustes do texto no futuro, por meio de medida provisória. De manhã, duas comissões permanentes haviam aprovado o Projeto – a de Constituição e Justiça e a de Ciência e Tecnologia. A terceira comissão de mérito pela qual o Projeto deveria passar foi a Comissão de Fiscalização e Controle, que deu seu parecer já no Plenário. 

    Participação popular
    O relator, senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), destacou que o Projeto é fruto de um amplo ciclo de debates e consultas feitos, inclusive, pela rede de computadores. De acordo com ele, o Marco Civil da Internet foi construído pelos usuários por um processo inovador, inclusivo e democrático. “O resultado foi um texto maduro, equilibrado e inteligente, que balanceia os direitos e obrigações dos usuários”, disse Ferraço.

    Ele lembrou que hoje os administradores de sites de hospedagem podem retirar conteúdos mediante notificações. A partir da nova lei, isso terá de ser feito apenas por determinação judicial.

    Na opinião do senador, o Brasil está dificultando a ação de hackers e serviços de espionagem de dados e comunicações. “Essa é uma norma legal para coibir a cooperação das empresas de internet com agências e serviços de espionagem eletrônica, como a norte-americana NSA. A evolução tecnológica tornou difícil, senão impossível, a plena garantia da privacidade on-line. Mas o sigilo das comunicações pela internet estará, certamente, mais protegido com as novas regras para guarda e disponibilização de dados pessoais.” 

    Ferraço concordou que o texto merecia mais análise, mas disse que está satisfeito com a promessa feita por Braga de que ele poderá ser revisado mais tarde. 

    O senador Walter Pinheiro (PT-BA) também considerou a hipótese. “Este é um conjunto de diretrizes que aponta para o ordenamento do uso da internet. Aperfeiçoamentos podem ocorrer futuramente.” 

    No debate, Pinheiro lembrou que a sobrevivência tem sido difícil para os pequenos provedores de internet. Os que dominam o mercado – afirmou – estão ligados a grandes empresas de telecomunicações. “A neutralidade determina o caminho e a qualidade do serviço prestado, tendo em vista o direito do cidadão. O Marco Civil permite completar a obra de liberdade de comunicação e a quebra de monopólios que tínhamos no País”, explicou. 

    Críticas
    O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) disse que a oposição poderia impedir a votação obstruindo-a ou apresentando emendas de Plenário, mas que não o faria. Contudo, lamentou a posição da presidente Dilma e o “afã dos senadores em querer agradá-la”. Como os demais senadores da oposição, ele pedia tempo para aperfeiçoar o texto. 

    O artigo 31 foi um dos que estavam na mira de Aloysio. O texto determina que “até a entrada em vigor de lei específica, a responsabilidade do provedor de aplicações de internet por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros, quando se tratar de infração a direitos de autor ou a direitos conexos, continuará a ser disciplinada pela legislação autoral vigente”. Aloysio traduziu o enunciado como se este dissesse “a lei de direitos autorais deve ser respeitada até quando for modificada”. “Isso é ridículo”, resumiu o parlamentar. 

    A oposição focou, ainda, na redação do artigo 10, que trata da guarda e da disponibilização dos registros de conexão e de acesso a aplicações de internet, como de dados pessoais e do conteúdo de comunicações privadas. O texto motivou dúvidas durante a votação na Comissão de Constituição e Justiça, porque havia preocupação sobre a abrangência do termo “autoridades administrativas”, que podem requisitar dados cadastrais, por exemplo. 

    O relator do Projeto na Comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), concordou com a troca de “autoridades administrativas” por “delegado de polícia e o Ministério Público”, mas ela não foi adiante, porque faria o Projeto voltar para a Câmara, e isso não era interesse do governo. 

    Neutralidade da rede
    Entre os principais pontos do Projeto está o artigo 9º, que protege a neutralidade de rede. Ou seja, o tratamento isonômico de quaisquer pacotes de dados, sem distinção de preços para a oferta de conteúdo. A regra determina tratamento igual para todos os conteúdos que trafegam na internet. 

    Assim, os provedores ficam proibidos de discriminar usuários conforme os serviços ou conteúdos que eles acessam – cobrando mais, por exemplo, de quem acessa vídeos ou aplicações de compartilhamento de arquivos (que exigem maior utilização de banda larga). 

    Tramitação
    Encaminhado pela Presidência da República em 2011, o Marco Civil da Internet foi aprovado na Câmara dos Deputados no final de março deste ano, depois de estar em pauta por dois anos. No Senado, o texto já chegou com pedido de urgência constitucional, ou seja, com prazo de 45 dias para análise. Não levou nem um mês para ser votado. 

    A proposta começou a ser discutida em 2009 e foi elaborada pelo governo tendo como base o documento “Princípios para a governança e o uso da internet”, do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). O texto, que passou por consulta pública entre 2009 e 2010, busca estabelecer uma regulamentação geral sobre o uso da internet.

  • TV CNC – Copa vai gerar quase 50 mil vagas de emprego no Turismo

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que, para atender ao aumento expressivo no fluxo turístico nos Estados que abrigam as cidades-sede do Mundial, atividades como serviços de hospedagem, de alimentação, de transporte, agências de viagens e serviços culturais e recreativos deverão ampliar em 47,9 mil a oferta de vagas entre os meses de abril e junho de 2014.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que, para atender ao aumento expressivo no fluxo turístico nos Estados que abrigam as cidades-sede do Mundial, atividades como serviços de hospedagem, de alimentação, de transporte, agências de viagens e serviços culturais e recreativos deverão ampliar em 47,9 mil a oferta de vagas entre os meses de abril e junho de 2014.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 072/2014

    DESTAQUES:

    MF dispensa Conselheiro representante dos Contribuintes (CNC) junto a Primeira Turma Ordinária da Terceira Câmara da Terceira Seção de Julgamento do CARF

    MPS reconduz Conselheira Suplente, representante das Empresas (CNC) nas Câmaras de Julgamento do CRPS

    Designados representantes da CNC na Câmara Temática de Formação e Habilitação de Condutores do CONTRAN

    CNDI define procedimentos para a realização da IV Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa

    Edital de Convocação do Sindicato Nacional do Comércio Atacadista de Papel e Papelão para a AGO que se realizará no dia 24 de abril de 2014

  • Fecomércio-CE inicia Ciclo 2014 do Segs

    A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio-CE) realizou, no dia 7 de abril, o Encontro de Abertura do Ciclo 2014 do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs). A reunião foi conduzida pela gestora de Projetos da Fecomércio-CE e multiplicadora do Segs, Geórgia Philomeno.

    A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio-CE) realizou, no dia 7 de abril, o Encontro de Abertura do Ciclo 2014 do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs). A reunião foi conduzida pela gestora de Projetos da Fecomércio-CE e multiplicadora do Segs, Geórgia Philomeno.

    No evento, Geórgia destacou os pontos principais que deverão ser trabalhados ao longo do ano. Participaram do encontro alguns presidentes de sindicatos e facilitadores do Segs nas entidades. “O Segs é uma ferramenta de grande auxílio, que contribui bastante para a organização e o planejamento de nossas ações no sindicato”, afirmou Naugusto Freire, presidente do Sindicato dos Salões de Barbeiros, de Cabeleireiros, Institutos de Beleza e Similares de Fortaleza (Sindibel).

    “O programa é um norte para a implementação de nossas ações, um grande auxílio no aprimoramento dos nossos projetos”, disse a presidente do Sindicato das Empresas Organizadoras de Eventos e Afins do Estado do Ceará (Sindieventos), Circe Jane.

    Para o assessor da Gerência de Programas Externos da CNC Leonardo Fonseca, a iniciativa de realizar encontros como esse é excelente, “uma vez que envolve as entidades para compartilhar resultados atingidos e interagir sobre as etapas que ocorrerão ao longo do ano. É o momento de renovar as energias para a condução do ciclo”, afirmou Fonseca.

  • Receptivo nas arenas esportivas

    O Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) debateu, em 16 de abril, a hospitalidade corporativa nas arenas esportivas. Para falar sobre o tema, o Conselho recebeu a consultora na área de treinamento corporativo da professora das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha) Roberta Guimarães, que foi responsável por gerenciar a elaboração do projeto de receptivo para a Copa do Mundo da Fifa no Brasil, concorrência vencida pela empresa CSM.

    O Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) debateu, em 16 de abril, a hospitalidade corporativa nas arenas esportivas. Para falar sobre o tema, o Conselho recebeu a consultora na área de treinamento corporativo da professora das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha) Roberta Guimarães, que foi responsável por gerenciar a elaboração do projeto de receptivo para a Copa do Mundo da Fifa no Brasil, concorrência vencida pela empresa CSM. Roberta abordou o atendimento aos clientes nos estádios, apresentou exemplos dos maiores estádios do mundo e sobre como trabalham produtos e eventos para gerar demanda além dos períodos de jogos.

    Segundo a professora, a hospitalidade corporativa é vista pelas empresas como uma oportunidade para construírem relacionamento com clientes estratégicos para o negócio, em um ambiente informal. Em todo o mundo é cada vez mais comum as empresas comprarem hospitalidade em estádios para entreter os clientes e usarem os eventos patrocinados e camarotes como espaços de ativação das marcas. “A hospitalidade nas arenas é considerada uma ferramenta de marketing poderosa e estratégica”, explica a consultora.

    O serviço de hospitalidade corporativa realizado nos estádios deve levar “a atmosfera da hotelaria para dentro das arenas esportivas”, transformando o momento do jogo numa experiência diferenciada e marcante para o público torcedor, acredita Roberta. Ela lembra que o segmento é relativamente novo para os clubes brasileiros, que vão gerenciar alguns estádios, mas deve crescer de forma acelerada nos próximos anos para gerar sustentabilidade para as arenas esportivas.

    Desafios

    Entre os dez maiores estádios do mundo, com capacidade de público que varia de 150 mil a quase 88 mil pessoas, não há nenhum estádio brasileiro. “A gente pensa por que não temos o Brasil participando dessa lista. Em algum momento o Maracanã já foi palco de 200 mil espectadores, e hoje tem lotação de 73.5 mil”, lembra Roberta. Os demais estádios do País têm lotação máxima em torno de 42 mil a 68 mil pessoas. O Brasil não consta na lista das maiores arenas esportivas, mas aparece dez vezes entre os 20 estádios mais caros do mundo, e oferta poucos recursos para os eventos de hospitalidade corporativa. “Os estádios são crus em termos de operação. Cabe aos times ou às empresas levar para esse ambiente tudo o que precisam. Como um gerador, necessário a qualquer serviço de catering (suprimento de alimentos e bebidas)”, explica.

    Entre outros desafios a serem enfrentados, Roberta cita a dificuldade de mobilidade e acessibilidade no entorno dos estádios, além da disponibilidade de mão de obra capacitada e bilíngue para o atendimento. “São arenas belíssimas e de qualidade, do ponto de vista arquitetônico, mas realmente falta o que vai fazer a grande diferença na entrega desse produto, que é o atendimento e o funcionamento do entorno”, afirma.

    A consultora sugeriu que o Conselho de Turismo da CNC aprofunde o debate sobre de que forma as arenas serão trabalhadas após a Copa do Mundo. Para ela, será fundamental desenvolver experiências adequadas ao mercado brasileiro. “É necessário um trabalho efetivo de entender as demandas e avaliar que tipo de produto é possível oferecer para cada um desses estádios, em diferentes estados do País”, concluiu.