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  • Reposicionamento da gestão é essencial para excelência sindical

    Presidentes de sindicatos associados à Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Pernambuco (Fecomércio-PE) e multiplicadores do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs) participaram de palestra no dia 15 de abril, realizada pelo assessor da Gerência de Programas Externos (GPE) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) Anderson Bohrer.

    Presidentes de sindicatos associados à Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Pernambuco (Fecomércio-PE) e multiplicadores do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs) participaram de palestra no dia 15 de abril, realizada pelo assessor da Gerência de Programas Externos (GPE) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) Anderson Bohrer.

    Bohrer abordou os principais aspectos da gestão sindical e a importância da liderança. Segundo ele, o número de empresas que procuram os serviços dos sindicatos ainda é reduzido. Por isso, é preciso um reposicionamento da gestão das entidades sindicais. “Os sindicatos precisam se aproximar, mostrar caminhos de gestão para as empresas, oferecer serviços. Por isso são necessárias ações efetivas, como a capacitação e o planejamento”, destacou o assessor.

    Para chegar à excelência na gestão, os sindicatos precisam percorrer um caminho permeado pela liderança e pelo planejamento estratégico, apoiados em conceitos de gestão que levem as entidades a resultados concretos. “O grande desafio é estimular as empresas nos sindicatos. Uma forma de atingir o público-alvo é criando grupos de trabalho, promovendo eventos e capacitações voltados para o segmento. O segmento precisa se sentir representado por seu sindicato”, disse Bohrer.

    Ainda durante a palestra, o assessor da CNC mostrou conceitos de liderança e, junto com os participantes, debateu exemplos práticos da rotina dos sindicatos. Detalhou, também, a diferença entre chefe e líder e a importância da mudança da cultura organizacional. “Liderar é assegurar que as decisões públicas não se transformem em obstáculos, mas que contribuam com o nosso setor. É contribuir para a adoção de políticas que favoreçam o setor. E dentro das nossas entidades, é estimular, incentivar e ser exemplo para os liderados alcançarem, junto com o líder, as metas estabelecidas”, explicou.

  • Seminário debate o uso da certificação digital no comércio

    O assessor da Gerência de Programas Externos (GPE) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) Miguel Nicoletti foi um dos palestrantes do II Seminário Nacional de Certificação Digital, promovido pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia em Identificação Digital (Abrid), em parceria com o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI). O evento foi realizado em 10 de abril, em São Paulo.

    O assessor da Gerência de Programas Externos (GPE) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) Miguel Nicoletti foi um dos palestrantes do II Seminário Nacional de Certificação Digital, promovido pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia em Identificação Digital (Abrid), em parceria com o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI). O evento foi realizado em 10 de abril, em São Paulo.

    Miguel abordou o uso da certificação digital no comércio de bens, serviços e turismo. Segundo o assessor, A CNC vem acompanhando a utilização da assinatura digital por conta do crescente aumento dos consumidores on-line no Brasil. “Em 2013, foram mais de 51 milhões de e-consumidores, além do faturamento do e-commerce, que já é de mais de R$ 28 bilhões. Com isso, também têm crescido os crimes on-line. Já são mais de 350 mil incidentes reportados ao Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil”, afirmou Nicoletti.

    O certificado digital adota mecanismos de segurança capazes de garantir autenticidade, confidencialidade, integridade, e não repúdio às informações eletrônicas. “Dessa forma, o certificado digital identifica quem somos para as pessoas e para os sistemas de informação”, continuou.

    Atualmente, algumas das principais aplicações da esfera governamental que utilizam o certificado digital no comércio são o Conectividade Social – canal eletrônico da Caixa Econômica Federal para transmissão de dados do FGTS; o centro virtual de atendimento ao contribuinte da Receita Federal do Brasil, fornecendo consulta a diversos serviços; e a Nota Fiscal eletrônica. Além disso, o eSocial – sistema que o governo pretende implantar para a transmissão de dados trabalhistas – também vai utilizar a certificação digital.

    “A CNC tem atuado em várias ações em todos os Estados brasileiros, com palestras sobre certificação digital, participação em fóruns empresariais que discutem a tecnologia e treinamentos operacionais das aplicações da esfera governamental. Além disso, temos federações do comércio e nacionais atuando como Autoridades de Registro na comercialização de certificados digitais. E ainda a elaboração da cartilha sobre o Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), que auxilia empresários, administradores e contadores no entendimento dos impactos do Sped no dia a dia empresarial”, finalizou Nicoletti.

    O Seminário também teve palestras que discutiram outros usos da certificação digital, como em hospitais, indústrias e serviços públicos, além de apresentar melhorias como redução de custos e aumento da segurança nas ações. Para saber mais sobre os outros conteúdos do evento, clique aqui.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 071/2014

    DESTAQUES:

    ANTT estabelece a sistemática de identificação dos passageiros dos serviços de transportes

    Sancionada lei do Estado do Rio de Janeiro proibindo aos estabelecimentos comerciais a exigência de valor mínimo para compras e consumo com cartão de crédito ou débito

    Fecomércio-RJ convoca o Conselho de Representantes a reunir-se em sessão extraordinária no dia 24 de abril de 2014

  • Queda registrada na PMS reflete desaceleração sazonal

    A receita mensal do setor de serviços registrou variação de -3,0% entre janeiro e fevereiro. De acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada hoje (16) pelo IBGE, essa retração foi particularmente influenciada pelo desempenho dos serviços prestados às famílias (-12,2%).

     

    Fabio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) , destaca que a segunda queda mensal consecutiva da PMS reflete, em grande medida, a desaceleração sazonal de início de ano. Em relação a fevereiro de 2013, houve aumento nominal de 10,4% – 1,1 ponto percentual a mais do que a variação anual registrada em janeiro (+9,3%). “Os dados ainda não contam com ajuste sazonal e com um deflator específico. Deflacionados pela variação média dos preços dos serviços que integram o IPCA, teriam acusado, na receita bruta dos serviços, variação real de 2,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior – a maior oscilação registrada nessa base comparativa desde abril do ano passado. Em relação a janeiro, a receita real recuou 3,4%”, afirma.

     

    Acesse aqui a análise completa

     

  • Queda registrada na PMS reflete desaceleração sazonal

    A receita mensal do setor de serviços registrou variação de -3,0% entre janeiro e fevereiro. De acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada hoje (16) pelo IBGE, essa retração foi particularmente influenciada pelo desempenho dos serviços prestados às famílias (-12,2%). 

    A receita mensal do setor de serviços registrou variação de -3,0% entre janeiro e fevereiro. De acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada hoje (16) pelo IBGE, essa retração foi particularmente influenciada pelo desempenho dos serviços prestados às famílias (-12,2%). 

    Fabio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) , destaca que a segunda queda mensal consecutiva da PMS reflete, em grande medida, a desaceleração sazonal de início de ano. Em relação a fevereiro de 2013, houve aumento nominal de 10,4% – 1,1 ponto percentual a mais do que a variação anual registrada em janeiro (+9,3%). “Os dados ainda não contam com ajuste sazonal e com um deflator específico. Deflacionados pela variação média dos preços dos serviços que integram o IPCA, teriam acusado, na receita bruta dos serviços, variação real de 2,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior – a maior oscilação registrada nessa base comparativa desde abril do ano passado. Em relação a janeiro, a receita real recuou 3,4%”, afirma.

  • Confiança em queda contínua

    Com a variação de -0,2% sobre março, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), acumulou seis meses de resultados negativos, já considerados os ajustes sazonais. Aos 116,4 pontos, o índice encontra-se atualmente no nível mais baixo em 22 meses e se aproximou do piso histórico registrado em julho de 2012 (115,7 pontos).

    Com a variação de -0,2% sobre março, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), acumulou seis meses de resultados negativos, já considerados os ajustes sazonais. Aos 116,4 pontos, o índice encontra-se atualmente no nível mais baixo em 22 meses e se aproximou do piso histórico registrado em julho de 2012 (115,7 pontos). Confira a análise completa e os gráficos da pesquisa.    

    A avaliação das condições correntes e as expectativas puxaram a queda, ambas variando -0,4%. O subíndice que mede as intenções de investimentos ficou praticamente estável (+0,1%) em relação março. A maior queda mensal dentre os nove componentes do Icec ocorreu na percepção das condições econômicas atuais (-1,3%). Em relação a abril do ano passado, queda de 8,0%. Assim como em março, todos os componentes do Icec registraram quedas anuais.

  • Confiança do comércio completa seis meses de queda

    Com a variação de -0,2% sobre março, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), acumulou seis meses de resultados negativos, já considerados os ajustes sazonais. Aos 116,4 pontos, o índice encontra-se atualmente no nível mais baixo em 22 meses e se aproximou do piso histórico registrado em julho de 2012 (115,7 pontos).

     

    A avaliação das condições correntes e as expectativas puxaram a queda, ambas variando -0,4%. O subíndice que mede as intenções de investimentos ficou praticamente estável (+0,1%) em relação março. A maior queda mensal dentre os nove componentes do Icec ocorreu na percepção das condições econômicas atuais (-1,3%). Em relação a abril do ano passado, queda de 8,0%. Assim como em março, todos os componentes do Icec registraram quedas anuais.

     

    Clique aqui para acessar o Icec

     

    A partir das 10 horas o economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264.

     

  • Síntese das palestras do CTur – 16/04/2014

    O Conselho de Turismo da CNC recebeu, em 16 de abril, Roberta Guimarães Werner, consultora da Planet Work e professora da Faculdade Hélio Alonso, para falar sobre “Hospitalidade em arenas esportivas”. Ela contextualizou os desafios que se interpõem do ponto de vista do atendimento na atividade turística. “No Brasil, ainda estamos, obviamente, num estágio bastante embrionário e superficial frente a nossa futura capacidade de oferta . O necessário relacionamento com o cliente pode se desenvolver de maneira totalmente informal, proporcionando-lhe um ambiente descontraído, inovador”.

    O Conselho de Turismo da CNC recebeu, em 16 de abril, Roberta Guimarães Werner, consultora da Planet Work e professora da Faculdade Hélio Alonso, para falar sobre “Hospitalidade em arenas esportivas”. Ela contextualizou os desafios que se interpõem do ponto de vista do atendimento na atividade turística. “No Brasil, ainda estamos, obviamente, num estágio bastante embrionário e superficial frente a nossa futura capacidade de oferta . O necessário relacionamento com o cliente pode se desenvolver de maneira totalmente informal, proporcionando-lhe um ambiente descontraído, inovador”.

     

    Segundo Roberta, o conceito é simples, envolvendo o torcedor vip – aquele que corresponde a um investimento superior ao do público final da arquibancada – na percepção diferenciada do período passado num jogo de futebol. “Cada detalhe influencia na hora da entrega do produto ao consumidor, no intuito de surpreendê-lo positivamente e incentivar sua volta. Nosso desafio para melhorar a qualidade dos serviços vai além da estrutura dos estádios. A hospitalidade corporativa transcende a experiência da partida em si, compreendendo a ativação da marca das empresas e formas complementares ao evento esportivo, visando o estreitamento da ligação com o cliente”.

  • Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec): abril de 2014

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente apurado exclusivamente com os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresárias do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6.000 empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a 200 pontos.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente apurado exclusivamente com os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresárias do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6.000 empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a 200 pontos.

  • Conselho de Turismo debate o receptivo nas arenas esportivas

    O Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) vai debater amanhã, dia 16 de abril, a hospitalidade corporativa nas arenas esportivas. A consultora na área de treinamento corporativo e professora das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), Roberta Guimarães, foi a responsável por gerenciar a elaboração do projeto de receptivo da Copa do Mundo da Fifa no Brasil, concorrência vencida pela empresa CSM. Roberta vai abordar o atendimento aos clientes nos estádios e apresentar exemplos de como os maiores estádios do mundo trabalham produtos e eventos para gerar demanda além dos períodos de jogos.

    A reunião do Conselho de Turismo da CNC será realizada às 17h30, na CNC, que fica na Avenida General Justo, 307 – 4º andar, Castelo – Rio de Janeiro – RJ.

     

    Sobre o Conselho de Turismo da CNC e a Confederação

    O Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) reúne representantes de entidades empresariais, instituições educacionais e organizações governamentais para promover a discussão e a análise das diretrizes para o desenvolvimento da indústria turística, bem como o estudo dos problemas relativos ao turismo nacional. A CNC é a entidade sindical que representa o empresariado do comércio de bens, serviços e turismo, categorias que, juntas, respondem por cerca de 1/4 do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e geram 16 milhões de empregos diretos e formais. A Confederação trabalha de forma integrada com 34 federações patronais (27 estaduais e sete nacionais), que agrupam mais de 950 sindicatos, e também administra o Serviço Social do Comércio (Sesc), com atuação nas áreas de educação, saúde, cultura e lazer, e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), principal agente da educação profissional voltada para o setor do comércio de bens, serviços e turismo.