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  • CNC revê para baixo expectativa de vendas em 2014

    As vendas do comércio varejista brasileiro registraram alta de 0,2% em fevereiro, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada hoje (15) pelo IBGE. Esse resultado, livre de fatores sazonais, foi particularmente influenciado pelos ramos de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação e por combustíveis e lubrificantes que auferiram altas de 9,0% e 1,6%, respectivamente. As vendas de livros, jornais, revistas e papelaria, por sua vez, decepcionaram variando -3,4% no mês.

    As vendas do comércio varejista brasileiro registraram alta de 0,2% em fevereiro, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada hoje (15) pelo IBGE. Esse resultado, livre de fatores sazonais, foi particularmente influenciado pelos ramos de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação e por combustíveis e lubrificantes que auferiram altas de 9,0% e 1,6%, respectivamente. As vendas de livros, jornais, revistas e papelaria, por sua vez, decepcionaram variando -3,4% no mês. Considerando-se os resultados das vendas do comércio automotivo (-7,6%) e de materiais de construção (+2,2%), o varejo ampliado oscilou -1,6%. Regionalmente, o acréscimo real das vendas adveio do maior dinamismo na região Centro-Oeste (+1,0%). No plano estadual, destacaram-se as variações de +3,8% (Amapá) e +2,4% (Pará).

    Na comparação interanual, houve expansão de 8,5% em relação a fevereiro de 2013, especialmente em decorrência dos ramos de artigos de uso pessoal e doméstico (+17,2%) e de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+15,2%). “O comportamento dos preços no varejo voltou a desacelerar. Em relação ao segundo mês de 2013, houve alta de 5,0%, o menor crescimento nessa base comparativa desde outubro de 2012. No ano, o varejo acumula alta de 1,3%. O resultado mais favorável no comparativo com fevereiro de 2013 deve ser relativizado em razão do efeito calendário. O feriado de carnaval, que este ano se deu em março, no ano passado ocorreu em fevereiro, deprimindo a base de comparação”, afirma Fabio Bentes, economista da Confederação.

    Em um cenário de variações de +2,3% da massa de rendimentos e de encarecimento do crédito ao consumidor ao longo de 2014, a expectativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) é de que o volume de vendas feche o ano com alta de 5,3%. Houve uma revisão da estimativa da entidade: a projeção anterior era de 5,5%. Nesse cenário, os destaques deverão ser as expansões de 12,0% e 10,4% projetadas para os ramos de artigos de uso pessoal e doméstico e de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos. Para os dados de março, a expectativa é de que tenha havido alta de 0,5% nas vendas.

    Confira abaixo a análise completa da Divisão Econômica da CNC 

  • CNC revê para baixo expectativa de vendas em 2014

     

     

    As vendas do comércio varejista brasileiro registraram alta de 0,2% em fevereiro, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada hoje (15) pelo IBGE. Esse resultado, livre de fatores sazonais, foi particularmente influenciado pelos ramos de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação e por combustíveis e lubrificantes que auferiram altas de 9,0% e 1,6%, respectivamente. As vendas de livros, jornais, revistas e papelaria, por sua vez, decepcionaram variando -3,4% no mês. Considerando-se os resultados das vendas do comércio automotivo (-7,6%) e de materiais de construção (+2,2%), o varejo ampliado oscilou -1,6%. Regionalmente, o acréscimo real das vendas adveio do maior dinamismo na região Centro-Oeste (+1,0%). No plano estadual, destacaram-se as variações de +3,8% (Amapá) e +2,4% (Pará).

     

    Na comparação interanual, houve expansão de 8,5% em relação a fevereiro de 2013, especialmente em decorrência dos ramos de artigos de uso pessoal e doméstico (+17,2%) e de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+15,2%). “O comportamento dos preços no varejo voltou a desacelerar. Em relação ao segundo mês de 2013, houve alta de 5,0%, o menor crescimento nessa base comparativa desde outubro de 2012. No ano, o varejo acumula alta de 1,3%. O resultado mais favorável no comparativo com fevereiro de 2013 deve ser relativizado em razão do efeito calendário. O feriado de carnaval, que este ano se deu em março, no ano passado ocorreu em fevereiro, deprimindo a base de comparação”, afirma Fabio Bentes, economista da Confederação.

     

    Em um cenário de variações de +2,3% da massa de rendimentos e de encarecimento do crédito ao consumidor ao longo de 2014, a expectativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) é de que o volume de vendas feche o ano com alta de 5,3%. Houve uma revisão da estimativa da entidade: a projeção anterior era de 5,5%. Nesse cenário, os destaques deverão ser as expansões de 12,0% e 10,4% projetadas para os ramos de artigos de uso pessoal e doméstico e de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos. Para os dados de março, a expectativa é de que tenha havido alta de 0,5% nas vendas.

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 070/2014

    DESTAQUE:

    Relacionadas as instituições financeiras integrantes da Rede Arrecadadora dos documentos de arrecadação emitidos pelo Portal do e-Social

  • CNC divulga amanhã resultados de abril do Icec

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, quarta-feira, 16 de abril, os resultados de abril do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). A partir das 10 horas o economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre o Icec

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os subíndices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos. O Icec avalia as condições atuais, as expectativas e as intenções de investimento dos empresários do comércio.

     

     

  • ICF continua a refletir o desaquecimento do consumo

     

    Em abril, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apresentou recuo de 0,3% (125,2 pontos) na comparação com o mês imediatamente anterior, e queda de 4,1% em relação a abril de 2013. O índice está no menor patamar desde agosto de 2013 (123,4 pontos). A continuidade da alta nos níveis de preços, superior às expectativas, a manutenção de um elevado nível de endividamento e o encarecimento do crédito pós-aumento da taxa básica de juros, a Selic, manteve a intenção de consumo em ritmo de queda. Apesar do resultado, o índice mantém-se acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável.

     

    Na comparação mensal, a maior parte dos componentes da pesquisa apresentou variações negativas, exceto pelos componentes Emprego Atual e Perspectiva de Consumo, que apresentaram leve aumento. Já na comparação anual, o ICF apresentou variação negativa em todos os componentes da pesquisa, como no mês anterior. A alta acima do esperado do nível de preços no período, o nível elevado de endividamento e o aumento do custo do crédito vem refletindo maior comedimento do consumo. Na mesma base de comparação, o último resultado positivo foi em dezembro de 2012.

     

    Análise e gráficos da pesquisa em anexo.

     

    A partir das 10 horas a economista Juliana Serapio atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9492.

     

  • ICF continua a refletir o desaquecimento do consumo

    Em abril, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apresentou recuo de 0,3% (125,2 pontos) na comparação com o mês imediatamente anterior, e queda de 4,1% em relação a abril de 2013. O índice está no menor patamar desde agosto de 2013 (123,4 pontos). A continuidade da alta nos níveis de preços, superior às expectativas, a manutenção de um elevado nível de endividamento e o encarecimento do crédito pós-aumento da taxa básica de juros, a Selic, manteve a intenção de consumo em ritmo de queda.

    Em abril, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apresentou recuo de 0,3% (125,2 pontos) na comparação com o mês imediatamente anterior, e queda de 4,1% em relação a abril de 2013. O índice está no menor patamar desde agosto de 2013 (123,4 pontos). A continuidade da alta nos níveis de preços, superior às expectativas, a manutenção de um elevado nível de endividamento e o encarecimento do crédito pós-aumento da taxa básica de juros, a Selic, manteve a intenção de consumo em ritmo de queda. Apesar do resultado, o índice mantém-se acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável.

    Na comparação mensal, a maior parte dos componentes da pesquisa apresentou variações negativas, exceto pelos componentes Emprego Atual e Perspectiva de Consumo, que apresentaram leve aumento. Já na comparação anual, o ICF apresentou variação negativa em todos os componentes da pesquisa, como no mês anterior. A alta acima do esperado do nível de preços no período, o nível elevado de endividamento e o aumento do custo do crédito vem refletindo maior comedimento do consumo. Na mesma base de comparação, o último resultado positivo foi em dezembro de 2012.

    Confira a análise completa e os gráficos da ICF

  • Varejo terá perda de R$ 3,07 bilhões com feriados de abril

    Os feriados nacionais e estaduais que ocorrerão no final de abril deverão provocar um impacto negativo de R$ 3,07 bilhões no varejo brasileiro, de acordo com cálculos da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Além da Sexta-Feira Santa (18 de abril) e do feriado de Tiradentes (21 de abril), no Rio de Janeiro – segundo maior estado em vendas –, 23 de abril não será dia útil devido ao feriado de São Jorge. Com base nas pesquisas mensais e anuais de comércio e nas contas nacionais trimestrais do IBGE, a Confederação estima que, em termos nacionais, cada feriado provocará um impacto negativo de 9,2% na lucratividade mensal do setor. A interrupção das vendas no varejo desorganiza o fluxo de caixa das empresas e, em poucos casos, consegue ser compensada nos dias imediatamente anteriores ou posteriores ao feriado. Por outro lado, a opção pela abertura dos estabelecimentos comerciais nos feriados, embora cada vez mais frequente, acarreta um aumento nos gastos com pessoal, em decorrência do pagamento em dobro da jornada trabalhada no varejo em dias não úteis.

     

    Clique aqui para acessar o estudo na íntegra

     

    O economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264.

     

     

  • Varejo terá perda de R$ 3,07 bilhões com feriados de abril

    Os feriados nacionais e estaduais que ocorrerão no final de abril deverão provocar um impacto negativo de R$ 3,07 bilhões no varejo brasileiro, de acordo com cálculos da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Além da Sexta-Feira Santa (18 de abril) e do feriado de Tiradentes (21 de abril), no Rio de Janeiro – segundo maior estado em vendas –, 23 de abril não será dia útil devido ao feriado de São Jorge.

    Os feriados nacionais e estaduais que ocorrerão no final de abril deverão provocar um impacto negativo de R$ 3,07 bilhões no varejo brasileiro, de acordo com cálculos da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Além da Sexta-Feira Santa (18 de abril) e do feriado de Tiradentes (21 de abril), no Rio de Janeiro – segundo maior estado em vendas –, 23 de abril não será dia útil devido ao feriado de São Jorge. Com base nas pesquisas mensais e anuais de comércio e nas contas nacionais trimestrais do IBGE, a Confederação estima que, em termos nacionais, cada feriado provocará um impacto negativo de 9,2% na lucratividade mensal do setor.

    A interrupção das vendas no varejo desorganiza o fluxo de caixa das empresas e, em poucos casos, consegue ser compensada nos dias imediatamente anteriores ou posteriores ao feriado. Por outro lado, a opção pela abertura dos estabelecimentos comerciais nos feriados, embora cada vez mais frequente, acarreta um aumento nos gastos com pessoal, em decorrência do pagamento em dobro da jornada trabalhado no varejo em dias não úteis. Abaixo, o estudo completo para download. 

  • Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – abril de 2014

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador inédito com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador inédito com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

  • Turismo em Pauta 20

    Fiel ao compromisso histórico de ter na defesa da atividade turística um dos pilares de sua atuação, a CNC abre um espaço de reflexão para que os maiores especialistas do setor e da área acadêmica possam tratar dos assuntos com profundidade e conhecimento.

    Fiel ao compromisso histórico de ter na defesa da atividade turística um dos pilares de sua atuação, a CNC abre um espaço de reflexão para que os maiores especialistas do setor e da área acadêmica possam tratar dos assuntos com profundidade e conhecimento.