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  • Inovações transformam canais de distribuição na hotelaria

    Com a informação disponível em diferentes canais – seja nas agências ou pela internet – os hóspedes modernos estão mais informados e pesquisam antes de fazerem suas escolhas. O Congresso Nacional de Hotéis, o Conotel 2014, debateu, em 10 de abril, as tendências de inovações e tecnológicas que estão transformando a forma como os hóspedes fazem suas escolhas, e a partir dessas, como os hoteleiros podem aproveitar os múltiplos canais existentes para divulgarem os meios de hospedagem.

    Tendência é diversificação

    Com a informação disponível em diferentes canais – seja nas agências ou pela internet – os hóspedes modernos estão mais informados e pesquisam antes de fazerem suas escolhas. O Congresso Nacional de Hotéis, o Conotel 2014, debateu, em 10 de abril, as tendências de inovações e tecnológicas que estão transformando a forma como os hóspedes fazem suas escolhas, e a partir dessas, como os hoteleiros podem aproveitar os múltiplos canais existentes para divulgarem os meios de hospedagem.

    Tendência é diversificação

    Ezequiel Ribeiro, do Sabre Hospitality Solutions, falou como a tecnologia alterou as relações de vendas dos meios de hospedagem e de que forma o hoteleiro pode fazer uso dessa tecnologia. “Hoje a tecnologia auxilia os hotéis a serem conhecidos, hotéis em lugares remotos podem se vender em páginas pela internet”, afirmou. Para Ezequiel o hoteleiro deve escolher qual a melhor estratégia para vender seu produto, mas entre tantas opções de canais de distribuição para o público fica difícil definir qual o que melhor se adapta ao hotel. Ezequiel acredita que concentrar todas as informações em uma base de dados é a melhor alternativa, a partir desse canal único será possível fazer a divulgação. Ezequiel apresentou plataformas que integram informações e permitem fazer o gerenciamento das informações do hotel, se comunicar com diferentes canais de mídias e redes sociais, e que têm interface com outros sistemas de gestão hoteleira.

    Para Ezequiel a tendência para o mercado futuro é diversificar. “Hoje temos uma nova característica que é o hóspede que tem acesso à informação, ele pesquisa, é informado por isso é preciso diversificar”. Segundo ele, 7% das reservas hoteleiras, em 2013, foram feitas por mobile, e a expectativa é que este índice cresça 20% este ano. Ainda em 2013, houve um crescimento de 13% das compras online e as chamadas OTAs (agências de viagens online – “Online Travel Agencies”) também tiveram um crescimento de 13%, o que demonstra uma tendência. “Não basta estar conectado é preciso realizar ações para distribuir o hotel. Repensem no que vocês hoteleiros estão fazendo para distribuir o hotel”, afirma Ezequiel.

    Classificação hoteleira é feita pelos hóspedes

    Marco Jorge, que responde pelo Trip Advisor no Brasil, lembrou que antigamente o Guia 4 Rodas, visitava o hotel e fazia uma classificação, baseada em estrelas, mas hoje é o hóspede que faz esse julgamento. “Hoje os hóspedes tem um câmara acoplada ao celular e postam todas as experiências do hotel, os serviços, a comida, até o momento do check out”, afirmou.

    “O TripAdvisor é um supermercado de viagens, as pessoas entram e tem um comparativo de preços para voos e para hotéis”, explica Marco. Ele informou ainda que 8% dos usuários estão na América Latina e completa: “são 3,9 milhões de pessoas mensalmente entrando no TripAdvisor, imagina as possibilidades do hotel fazer negócios”, defende.

    Outra informação divulgada por Marco Jorge é que 7 em cada 10 usuários da plataforma afirmam que as respostas dos administradores dos hotéis influenciam nas suas decisões, por isso é importante que o empresário responda as “postagens” realizadas no perfil do hotel.

    Faça a web trabalhar por você

    Leonardo Vieira e Vinícius Landucci, da diretoria de novos negócios do Google, falaram sobre as mudanças que estão impactando no comportamento do consumidor, como a massificação de smartphones e a internet. Leonardo lembrou que a internet hoje é a principal fonte de informações do consumidor e que no Brasil temos 104 milhões de pessoas conectadas. “É preciso prestar atenção e fazer a internet trabalhar por vocês”, disse Leonardo.

    Eles apresentaram gráficos do Google que demonstram o comportamento das buscas online e como alteram a venda de quartos pelos meios de hospedagem já que o fornecedor pode alcançar o cliente pelas agências e operadores hoteleiros, mas também pelas OTAs e pelos anúncios diretos. “O que demonstra que o cliente hoje tem mais opções e é preciso considerar e aproveitar as características de todos esses clientes”, explica Leonardo.

    Tanto o representante do Trip Advisor quanto o do Google afirmaram que é essencial que o hotel tenha um site, garantindo a presença online e que é preciso verificar algumas características como a disponibilização de imagens, ter a possibilidade do cliente fazer a compra pelo site e ter uma boa apresentação. “O cliente entra e vê que o site não é bom, isso pode levar ele a pensar se quer ficar mesmo nesse hotel. O site é quase a recepção do hotel, se o cliente entra e não tem uma boa impressão, pode mudar de ideia”, afirma Leonardo. Segundo Vinícius o Google tem 625 mil buscas sobre viagens por hora. “Tem mais gente procurando sobre viagens que sobre o futebol”, revelou.

    Para finalizar, o editor executivo da Mercado e Eventos, Luciano Palumbo, questionou sobre quais seriam as melhores plataformas ou aplicações das tecnologias citadas no negócio da hotelaria e se era preciso desenvolver alguma tecnologia para a hotelaria. Ezequiel, da Sabre, comentou que existe espaço para os hotéis estarem conectados e que a quantidade de informações que o hotel disponibiliza influencia na escolha do hóspede. Marco Jorge completou: “o Hotel não tem que desenvolver tecnologia, tem tudo pronto, só é preciso achar o que melhor se adequa ao perfil do seu produto”, concluiu.

  • Turismo ganha espaço de debate entre os sindicatos

    O Turismo entrou na pauta do 30º Congresso Nacional dos Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. Nesta quinta-feira, 10 de abril, o tema foi abordado em um painel, conduzido pela assessora de Turismo e Hospitalidade da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) Marcia Alves.

    O Turismo entrou na pauta do 30º Congresso Nacional dos Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. Nesta quinta-feira, 10 de abril, o tema foi abordado em um painel, conduzido pela assessora de Turismo e Hospitalidade da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) Marcia Alves.

    A assessora falou sobre a oportunidade de debater o tema no Congresso. “Ficamos muito felizes por termos conseguido esse espaço para debater também o turismo no encontro dos sindicatos patronais. Com o debate, que pretendemos estender aos próximos anos, podemos encontrar novas ideias que podem nos ajudar a desenvolver ainda mais o setor”, disse.

    Em sua palestra, Marcia abordou o panorama do Turismo no Brasil, com dados sobre o setor e previsões para 2014, ano de Copa do Mundo. “Naturalmente, já temos uma demanda muito grande pelo turismo no Brasil, mas precisamos trabalhar para que os turistas que chegarem aqui neste ano queiram retornar nos próximos”, afirmou Marcia.

    A assessora lembrou que o comércio também tem a ganhar com o desenvolvimento do turismo nacional. “Em qualquer viagem, o turista sempre para para comprar alguma coisa, levar uma lembrança e, assim, contribuir para o comércio local. Todos saem ganhando.”

    O trabalho da CNC no turismo, por meio de diversas frentes, também foi mostrado aos presentes no painel. A Confederação trabalha por meio do Conselho de Turismo da entidade; da Câmara Empresarial de Turismo, que, além da CNC, está presente em mais de dez federações estaduais; e por atividades desenvolvidas pela Assessoria de Turismo e Hospitalidade, que atua no relacionamento institucional da CNC com o trade turístico, participando dos principais eventos do setor.

    Em seguida, o assessor da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS) em Minas Gerais, Marcos Valério Rocha, destacou a atuação da entidade em prol do setor de hospedagem e alimentação e convidou a todos para o Encontro da Hotelaria Mineira, que será realizado em Poços de Caldas nos dias 9 e10 de maio, com apoio institucional da CNC.

  • O novo hóspede quer atendimento diferenciado

    O Conotel 2014 debateu, em 9 de abril, as exigências do hóspede de lazer, corporativo e de eventos, e o presidente do Conselho de Turismo da CNC, Alexandre Sampaio mediou as discussões entre o presidente do Conselho de Administração da CVC, Guilherme Paulus, o presidente da Trend Operadora, Luis Paulo Luppa; o presidente da Acqua Consultoria, Rodrigo Cordeiro; o presidente do São Paulo Convention & Visitors Bureau, Toni Sando; e o jornalista do Portal Radar, Octávio Neto.

    O diferencial ganha valor nos serviços

    O Conotel 2014 debateu, em 9 de abril, as exigências do hóspede de lazer, corporativo e de eventos, e o presidente do Conselho de Turismo da CNC, Alexandre Sampaio mediou as discussões entre o presidente do Conselho de Administração da CVC, Guilherme Paulus, o presidente da Trend Operadora, Luis Paulo Luppa; o presidente da Acqua Consultoria, Rodrigo Cordeiro; o presidente do São Paulo Convention & Visitors Bureau, Toni Sando; e o jornalista do Portal Radar, Octávio Neto.

    O diferencial ganha valor nos serviços

    Guilherme Paulus abordou a hotelaria para os hóspedes que viajam a lazer. Ele afirmou que os consumidores estão cada vez mais exigentes, até por terem a possibilidade de escolherem entre um grande número de produtos e serviços disponíveis no mercado. Segundo Paulus o hóspede hoje, quer mais do que cama e chuveiro e os itens diferenciados ganharam importância. “Precisamos mudar alguns conceitos e focar na segmentação, no estilo de vida e nas preferências do hóspede. A qualidade da experiência é que indicará o nível de satisfação do cliente”, disse.

    Paulus afirmou que vai dobrar, até junho de 2014, a intenção de realizar viagens da nova classe média. Ele afirmou que existem alguns conceitos que precisam ser revisto, como a segmentação que não será por classe social, mas por estilo de vida, preferências e comportamentos. Na questão da atratividade não basta apenas ter sol e praia, é preciso ofertar áreas de lazer, apartamentos confortáveis, alimentos e bebidas, entre outros. “Hoje, em muitos casos, o hóspede fica até mais confortável no hotel que em sua própria casa. Quando recebemos o hóspede, temos a obrigação de prestar o melhor serviço à ele”, afirmou.

    Multicanais

    Diante da quantidade de alternativas de canais para compra de viagens de lazer cresceu exponencialmente nos últimos anos, por isso Paulus lembra a necessidade da divulgação utilizar múltiplos canais. Luis Paulo Luppa, da Trend concorda com a necessidade do hoteleiro utilizar diferentes canais para vender seu produto. “O hoteleiro tem que se preocupar em vender bem via canal direto, mas também tem que investir na distribuição de suas diárias através de agencias, pois ele ganha visibilidade”, afirmou Luppa.

    Turismo corporativo e de eventos

    Luppa falou ainda sobre o perfil do hóspede corporativo e disse que é preciso criar valores, para o hóspede seja corporativo ou de lazer. “O hóspede corporativo é sempre racional e está mais preocupado com fatores logísticos e a acredito que temos que gerar facilidades para este hospede”, explicou Luppa. Sobre a questão da precificação Luppa afirmou que nunca viu nenhum serviço no mundo dar certo por ter se posicionado pelo valor. “Pensar na qualidade do serviço é determinante; enquanto o preço é premissa de negócio. Nenhuma empresa de serviço consegue se estabelecer apenas por preço”, comentou.

    Rodrigo Cordeiro abordou o perfil dos hóspedes de eventos e afirmou que a primeira impressão é muito importante e o atendimento deve traze sempre um sorriso no rosto. “Esse público tem perfil crítico e viajam com muita frequência. Eles sabem o que querem e são formadores de opinião”, disse Cordeiro. Ele lembrou que os eventos e feiras são essenciais para manter o turismo, gerando divisas para o hotel e para o destino. “Não devemos nos esquecer dos eventos, eles são responsáveis por enriquecer os destinos e acelerar o desenvolvimento do Brasil”, afirmou.

    Toni Sando finalizou o debate lembrando a importância do atendimento para o setor. “O hoteleiro precisa realizar o atendimento nos mínimos detalhes, buscando um diferencial. Quem trabalha no atendimento, deve gostar de pessoas”, conclui Sando.

  • TV CNC – Capacitação promove excelência sindical

    Ao abrir o 13º Encontro de Multiplicadores do Sistema de Excelência em Gestão Sindical – Segs, o secretário-geral da CNC, Eraldo Alves da Cruz, destacou a importância do papel dos multiplicadores de cada federação nas conquistas Alcançadas.

    Ao abrir o 13º Encontro de Multiplicadores do Sistema de Excelência em Gestão Sindical – Segs, o secretário-geral da CNC, Eraldo Alves da Cruz, destacou a importância do papel dos multiplicadores de cada federação nas conquistas Alcançadas.

  • Menos burocracia para micros e pequenos empreendedores

    O ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República, Guilherme Afif Domingos, afirmou que é preciso impedir que a cultura da burocracia continue imperando no Brasil. A declaração foi feita durante a palestra “Simples Nacional”, realizada na manhã desta quinta-feira no 30º Congresso Nacional dos Sindicatos Patronais. 

    O ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República, Guilherme Afif Domingos, afirmou que é preciso impedir que a cultura da burocracia continue imperando no Brasil. A declaração foi feita durante a palestra “Simples Nacional”, realizada na manhã desta quinta-feira no 30º Congresso Nacional dos Sindicatos Patronais. 

    Afif Domingos falou das ações propostas pela Secretaria para desburocratizar os processos referentes às micros e pequenas empresas. “A Constituição garante tratamento jurídico diferenciado às micros e pequenas empresas (MPEs). Qualquer medida de desburocratização gera benefícios para os micros e pequenos empresários, e ele responde na hora com aumento da produtividade, da renda e com a contratação de mão de obra”, disse o ministro. 

    Ainda segundo Domingos, o papel do comércio de bens, serviços e turismo é fundamental para a mudança na consciência de todos os contribuintes sobre os impostos pagos. “Precisamos direcionar nosso tempo e energia para acabar com a burocratização, gerando mais vendas e mais capacidade de produção. Já fizemos muito com o Simples Nacional e com a implantação dos Microempreendedores Individuais (MEIs), mas podemos fazer muito mais”, completou. 

    Entre as ações propostas pela Secretaria da Micro Empresa estão a simplificação do Simples Nacional, abrangendo ainda mais tributos e processos burocráticos; aumentar a renda das MPEs e fazer o Simples Trabalhista, incentivando ações voltadas ao Programa Jovem Aprendiz. Além disso, a migração dos meios tradicionais para o digital também pode acabar com a “má burocracia”, segundo Domingos. “A boa burocracia começa no mundo digital para trazer benefícios às pessoas, e não o contrário.”

    Plano Brasil Maior 

    O secretário de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Humberto Ribeiro, esteve presente na palestra e falou da participação do setor terciário na construção do Plano Brasil Maior. “Foi o comércio de bens, serviços e turismo que mostrou que o que faz a diferença é o capital humano, é pensar que as nossas ações impactam na vida de milhões de pessoas; e, nesse sentido, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) tem sido fundamental para ouvirmos o empresariado brasileiro”, disse Ribeiro. 

    O secretário também disse que a desburocratização é o primeiro passo para o aumento da produtividade do País. “Temos que simplificar e transformar os processos governamentais para benefício da população”, continuou. Ribeiro também agradeceu a parceria do Senac com o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), que, no total, já formou mais de 8 milhões de pessoas “que estão aptas a ser absorvidas pelo mercado de trabalho, mas, para isso, precisamos desonerar a folha de pagamento, para multiplicar a contratação de mão de obra”, concluiu.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 067/2014

    DESTAQUE:

    Banco Central dispõe sobre horário de atendimento dos bancos nos dias de jogos da seleção brasileira durante a Copa do Mundo

  • Congresso Nacional dos Sindicatos Patronais tem início em Belo Horizonte

    O vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana, criticou a alta carga tributária que incide sobre os empresários do comércio na noite desta quarta-feira, 9 de abril. Santana discursou na abertura do 30º Congresso Nacional dos Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, que está sendo realizado no Minascentro, em Belo Horizonte. 

    O vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana, criticou a alta carga tributária que incide sobre os empresários do comércio na noite desta quarta-feira, 9 de abril. Santana discursou na abertura do 30º Congresso Nacional dos Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, que está sendo realizado no Minascentro, em Belo Horizonte. 

    “O empresário é duramente atingido pela adversidade dos impostos oriundos de estados e municípios”, afirmou Adelmir Santana. Ele ressaltou, também, que a substituição tributária elimina os benefícios de micros e pequenos empresários e que também representará um retrocesso da evolução estabelecida pelo Simples Nacional. “O Simples foi a reforma tributária que nós, empresários, governantes e parlamentares, não fizemos. E até esse sistema está ameaçado com esse modelo de substituição tributária, que se caracteriza como um retrocesso para o nosso país”, completou. 

    Representando o presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, Adelmir Santana agradeceu a presença de todos e comemorou a realização da trigésima edição do Encontro Nacional de Sindicatos, que em 2014 passou a ser denominado Congresso. “Há 30 anos o Congresso reúne empresários, sindicalistas, juristas, buscando o intercâmbio de ideias, para promover o desenvolvimento do comércio. Sairemos daqui mais fortalecidos e preparados para vencer os desafios impostos ao comércio brasileiro de bens, serviços e turismo”, finalizou Santana. 

    A abertura do evento teve a presença do governador de Minas Gerais, Alberto Pinto Coelho, do prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, do presidente do Sindilojas-BH e anfitrião do evento, Nadim Donato Filho, do presidente do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Matheus Carvalho, e do presidente do Sindilojas-SP, eleito patrono do evento, Ruy Nazarian. 

    Reuniões temáticas 

    Antes da abertura oficial, o 30º Congresso Nacional dos Sindicatos Patronais foi dedicado a reuniões temáticas separadas por grupos de assessores jurídicos, executivos e de comunicação e marketing. Em paralelo, também acontece a reunião de um grupo de representantes comerciais de todo o Brasil. 

    Nesta quinta-feira, 10 de abril, estão previstos painéis com o ministro de Estado Chefe da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, e com o economista coordenador do Movimento Brasil Eficiente, Paulo Rabello. 

    O Congresso vai até amanhã, 11 de abril.

  • Relator faz novas mudanças no texto do Plano Nacional da Educação

    O relator do Projeto do Plano Nacional da Educação (PNE) – PL 8.035/2010 –, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), acrescentou, nesta quarta-feira (09/04), novas mudanças ao texto que havia sido apresentado à Comissão Especial que analisa a proposta.

    Vanhoni decidiu que vai manter o texto aprovado inicialmente na Câmara, segundo o qual a superação das desigualdades educacionais deverá ocorrer “com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual”.

    O relator do Projeto do Plano Nacional da Educação (PNE) – PL 8.035/2010 –, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), acrescentou, nesta quarta-feira (09/04), novas mudanças ao texto que havia sido apresentado à Comissão Especial que analisa a proposta.

    Vanhoni decidiu que vai manter o texto aprovado inicialmente na Câmara, segundo o qual a superação das desigualdades educacionais deverá ocorrer “com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual”.

    O relator também decidiu suprimir as estratégias 20.6, 20.7 e 20.8 do Substitutivo que veio do Senado, restabelecendo as metas de mesmos números que haviam sido aprovadas anteriormente pela Câmara. “Essas estratégias vão viabilizar o investimento de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação pública pela União, pelos Estados e pelos Municípios”, explicou Angelo Vanhoni.

     

    Votação

    A votação do relatório final, que deveria ter ocorrido na quarta, foi novamente adiada, porque os debates se estenderam e, com o início da Ordem do Dia no Plenário, a sessão de votação teve de ser encerrada na Comissão. A previsão é que o colegiado volte a se reunir na terça-feira depois da Semana Santa.

     

    Gênero e orientação sexual

    Nesta quarta-feira, o Plenário da Comissão estava, mais uma vez, lotado de manifestantes, divididos basicamente entre os que queriam e os que não queriam a inclusão do tema gênero e orientação sexual entre as diretrizes do PNE.

    Deputados e partidos apresentaram 26 destaques para votar separadamente trechos do Projeto. O presidente da Comissão Especial do PNE, deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES), informou que dois já foram retirados pelos autores.

    Com as modificações feitas nesta quarta-feira pelo relator, Lelo Coimbra espera que o número de destaques a serem votados na próxima reunião da Comissão caia para 17.

     

    O PNE

    O PNE define metas para o ensino nos próximos dez anos. Um dos objetivos é aumentar a escolaridade dos brasileiros. O Projeto, que já havia sido aprovado pelos deputados em 2012, voltou para exame na Câmara, porque foi modificado pelos senadores.

  • Conotel discute cenários futuros

    A falta de competitividade do País e a necessidade de modernizar o setor público, diminuir a burocracia e simplificar as legislações trabalhista e tributária, diante de um cenário social de ampliação da classe média e de insatisfação popular, foram temas abordados na mesa redonda “Cenários Futuros” do Congresso Nacional de Hotéis, o Conotel 2014, em 9 de abril.

    A falta de competitividade do País e a necessidade de modernizar o setor público, diminuir a burocracia e simplificar as legislações trabalhista e tributária, diante de um cenário social de ampliação da classe média e de insatisfação popular, foram temas abordados na mesa redonda “Cenários Futuros” do Congresso Nacional de Hotéis, o Conotel 2014, em 9 de abril. O debate foi comandado pelo secretário-geral da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Eraldo Alves da Cruz, e contou com a participação do economista e ex-governador do Estado do Espírito Santo, Paulo Hartung, do sócio e Chairman da Lew’Lara\TBWA, Luiz Lara, do jornalista Gaudêncio Torquato e do empresário Flávio Rocha, atual presidente do grupo Riachuelo e do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV).

    Moeda forte e manifestações

    Na visão política de Paulo Hartung, a estabilidade econômica alcançada com o real foi um grande passo para o desenvolvimento do País, mas as manifestações que levaram a população para as ruas em 2013, em números jamais vistos, demonstram que ainda há muito a ser feito pela saúde, pela educação e pela mobilidade, por exemplo. “Precisamos ter lideranças para transformar essa energia boa das ruas em ações”, afirmou Hartung. “O que está em crise não é a política no País, mas sim as instituições políticas. Precisamos atualizar as instituições políticas, para que o jovem volte a operar nesse setor e a participar das mudanças no País”, disse.

    Hartung defendeu uma reforma administrativa para modernizar a máquina pública e alterações nas legislações trabalhista e tributária. Para ele, em um mundo integrado e globalizado o País precisa ganhar tempo, ter os processos desburocratizados e menores impostos para ganhar competitividade.

    O País da classe média e o livre mercado

    O dono de uma das maiores cadeias do varejo nacional, o empresário Flávio Rocha, falou sobre a evolução do País a partir de transformações que partiram de consensos, como foi a democracia, a estabilidade econômica e a mais recente conquista: a diminuição da desigualdade social. “Há dez anos tínhamos 60% da população na ‘base da pirâmide’. Hoje temos uma potente classe média na ‘cintura do losango’. O País mais desigual do mundo hoje é o país da classe média”, afirmou Flávio. Para ele, essa população começa a cobrar do Estado a mesma eficácia e competência para fazer mais por menos, que exige eficiência da sua operadora de celular ou de TV paga. Essa nova classe social requer mudanças como desoneração e simplificação do “cipoal” das legislações jurídica e tributária para baixar o chamado “Custo Brasil”.

    “A ineficiência do poder público influi diretamente na capacidade empresarial do Brasil e faz o País ter uma das mais baixas competitividades empresariais do mundo”, afirmou o empresário. O mediador, Eraldo Alves Cruz, citou exemplos de empresas como o McDonald’s, as lojas Zara e a Apple, que estão presentes em muitos países e acabam praticando preços mais altos no nosso país. “No Brasil, os produtos Zara são mais caros por culpa do custo país”, lembrou Eraldo, e questionou o debatedor acerca da opinião deste sobre o monitoramento das tarifas hoteleiras proposto pela Embratur. Para Flávio, as intervenções nas leis de mercado distorcem a economia. “É uma ingenuidade se imaginar que um burocrata em Brasília possa regular o livre mercado e estabelecer um preço justo”, respondeu, arrancando aplausos da plateia.

  • Representantes da CNC participam do Conotel

    A abertura da 56ª edição do Congresso Nacional de Hotéis, o Conotel, foi marcada por posicionamentos e pelo incentivo ao associativismo como forma de fortalecer as reivindicações políticas do segmento. Com o tema “A nova hotelaria a partir do Hóspede”, o Conotel se realiza de 9 a 11 de abril no Transamérica Expo Center, em São Paulo. O evento é realizado pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH Nacional), com patrocínio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    A abertura da 56ª edição do Congresso Nacional de Hotéis, o Conotel, foi marcada por posicionamentos e pelo incentivo ao associativismo como forma de fortalecer as reivindicações políticas do segmento. Com o tema “A nova hotelaria a partir do Hóspede”, o Conotel se realiza de 9 a 11 de abril no Transamérica Expo Center, em São Paulo. O evento é realizado pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH Nacional), com patrocínio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O secretário-geral da CNC, Eraldo Alves da Cruz, também participou do evento como mediador de um dos painéis.

    Na abertura, o presidente do Conselho de Turismo da CNC, Alexandre Sampaio, falou sobre a aprovação da Lei de Flexibilização dos vistos, que estava sendo avaliada desde 1994 e que, agora, depende apenas da sanção da presidente Dilma Rousseff. Sampaio fez um apelo ao deputado federal Renato Molling, presidente da Comissão de Turismo da Câmara, também presente à mesa de abertura do evento, para interceder por outras reivindicações do setor. “Precisamos que o Legislativo e o Executivo enveredem para o debate, já encaminhado, de flexibilização da legislação trabalhista, para possibilitar o trabalho de curtíssima duração e a inclusão do setor de alimentação fora do lar no Plano Brasil Maior”, afirmou Sampaio. Ele lembrou que o empresariado deve estar atento e se unir, para que esse projeto do atual governo, que desonera importantes setores da economia, seja mantido após 2014.

    Alexandre Sampaio comentou, ainda, recente estudo da CNC que demonstra a geração de quase 48 mil vagas de trabalho temporário no turismo com a Copa do Mundo. Ele afirmou que 33% dessas vagas serão abertas no segmento de alimentação fora do lar e 28% na hotelaria, “o que ressalta a importância desses segmentos para a geração de emprego e renda”.

    A questão dos pacotes de hospedagem para a Copa do Mundo de 2014, comercializados pela Match Services, também foi abordada por Sampaio, acreditando que foi gerado um estigma de preço alto que precisa ser questionado. “Por conta de um foco da Embratur, perdemos a oportunidade de potencializar a vinda de mais turistas para o Brasil de uma forma efetiva e a longo prazo. A Fifa nunca vendeu tantos pacotes para a Copa como agora. Entretanto, a atuação da Embratur estigmatizou o Brasil como um país caro, e essa é uma imagem com a qual teremos de lidar e que precisaremos superar nos próximos anos”, concluiu.

    Reivindicações

    Entre as reivindicações do setor, o presidente da ABIH Nacional, Enrico Fermi, anunciou que tinha recebido uma ligação do deputado Otávio Leite informando que foi aprovada a Lei de flexibilização de vistos. “Nosso setor é composto de 25.800 meios de hospedagem no País”, afirmou Fermi, que lembrou o aumento de associados à entidade nos últimos três anos, de 1.218 para 3.983, e a importância crescente do segmento para a economia do País. Fermi agradeceu o apoio da Confederação ao Conotel e a presença do secretário-geral da CNC, Eraldo Alves da Cruz.