Divulga informações selecionadas no Diário Oficial da União voltadas ao interesse das entidades que compõem o Sicomercio.
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A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Amapá inaugurou, em 17 de maio, a primeira Cooperativa de Crédito de Empresários do Estado. A Sicoob CredEmpresas-AP nasce com a missão de impulsionar o crescimento da região, aquecer a economia e oferecer condições favoráveis aos investidores e empresários para acesso ao crédito.
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Amapá inaugurou, em 17 de maio, a primeira Cooperativa de Crédito de Empresários do Estado. A Sicoob CredEmpresas-AP nasce com a missão de impulsionar o crescimento da região, aquecer a economia e oferecer condições favoráveis aos investidores e empresários para acesso ao crédito.
A criação da cooperativa de crédito de empresários consta no Planejamento Estratégico da Fecomércio-AP como um de seus projetos locais. A Sicoob CredEmpresas-AP foi fundada por 46 empresários das áreas de comércio de bens, serviços e turismo, além da indústria, e está filiado ao Sistema Sicoob (Sistema cooperativo, uma exigência do Banco Central) por meio da Central Amazônia, instalada em Belém (PA).
Na inauguração, o presidente da Fecomércio-AP e presidente do Conselho de Administração da CredEmpresas-AP, Ladislao Pedroso Monte, recebeu diversas empresários e autoridades, entre elas o governador do Amapá Camilo Capiberibe. “Estamos concretizando um importante projeto que vai contribuir para o crescimento da livre iniciativa, dos micro e pequenos negócios e do Estado do Amapá e sua sociedade”, disse Ladislao. Estamos cientes de nossas responsabilidades para com os cooperados e principalmente com a classe empresarial que espera um diferencial de nossa atuação. Estejam certos que o espírito cooperativista prevalecerá”, complementou.
Para o governador Camilo Capiberibe enalteceu a iniciativa e ressaltou que o Governo do Estado está aberto para colaborar com o que for necessário: “Essa cooperativa é um instrumento de geração de trabalho e renda, que tem por finalidade não apenas a reprodução do capital, mas também um olhar diferenciado para todos aqueles que compõem o corpo de cooperados que se juntam em torno desse projeto”, disse. Após o descerramento da placa de inauguração, o público pôde conhecer as instalações da cooperativa.
A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados (CFT) realizou, em 19 de maio, a quarta rodada de um ciclo de debates sobre a reforma tributária. O consultor da presidência da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Roberto Nogueira Ferreira, foi convidado a participar da iniciativa, para abordar o tema “Tributação e Competitividade”.
A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados (CFT) realizou, em 19 de maio, a quarta rodada de um ciclo de debates sobre a reforma tributária. O consultor da presidência da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Roberto Nogueira Ferreira, foi convidado a participar da iniciativa, para abordar o tema “Tributação e Competitividade”.
Nogueira fez uma explanação do atual sistema tributário brasileiro e indicou pontos que dificultam a atividade empresarial e, por conseqüência, o desenvolvimento do Brasil. Segundo ele, questões como a guerra fiscal dos estados para atrair investimentos, a substituição tributária desmedida, o aumento de alíquotas de energia e combustível, a retenção de crédito do ICMS dos exportadores e a não permissão de crédito sobre bens de uso e consumo são medidas que, ao fim, diminuem a competitividade do País.
O consultor da CNC analisou também a proposta de reforma tributária que o governo pretende apresentar ao Congresso, assunto tratado pelo presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, no artigo A Reforma Tributária Fatiada, publicado no Jornal do Commercio. Apesar de reconhecer avanços na área – como o Simples Nacional e a criação da figura do Microempreendedor Individual -, Nogueira destacou que o sistema ainda é complexo, oneroso, e causa insegurança jurídica. “Além disso, é cumulativo e pouco transparente”, complementou.
Para Roberto Nogueira, a saída seria o alinhamento do sistema à tributação praticada pelos países com os quais o Brasil concorre diretamente. “Sem isso, não é possível assegurar a competitividade dos produtos, a manutenção do crescimento econômico e a empregabilidade”, afirmou. Nogueira destacou ainda que o Sistema Comércio acredita que a chave da mudança na tributação nacional está na sua simplificação e na adoção de um modelo adequado às necessidades econômicas, sociais e estruturais brasileiras. “Precisamos de um modelo poliglota, que converse com outros países. A CNC defende a modernização do sistema tributário tornando-o mais simples, racional, transparente, neutro, com mais contribuintes pagando menos”, disse.
Desoneração da folha
Sobre a desoneração da folha de pagamento das empresas do País, o consultor explicou que, para a CNC, a questão está na folha de pagamento e não no faturamento. “O Estado precisa saber quem paga o quê, a quem, e em nome de quem. A proposta de zerar a contribuição sindical patronal ao INSS na folha e transferir para PIS e COFINS resulta em aumento da carga tributária. Pune empresas de alta tecnologia, industriais e de serviços”, afirmou Nogueira.
O consultor da CNC Roberto Nogueira Ferreira é ex-auditor fiscal em Minas Gerais, ex-secretário da Fazenda do Município de Juiz de Fora (MG) e autor do livro “A Reforma Essencial”. Também participaram do debate representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) e do Sindicato de Nacional de Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco). O deputado Cláudio Puty (PT-PA), presidente da Comissão de Finanças da Câmara, explicou o motivo da convocação empresarial: “Estamos reunidos aqui com as confederações patronais no sentido de acumular propostas para o processo da reforma que o governo tem anunciado”.
A votação da proposta de emenda à Constituição (PEC 11/11), de autoria do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que altera o procedimento de exame das medidas provisórias (MPs) no Congresso, já está programada na Ordem do Dia.
A votação da proposta de emenda à Constituição (PEC 11/11), de autoria do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que altera o procedimento de exame das medidas provisórias (MPs) no Congresso, já está programada na Ordem do Dia.
A primeira sessão de discussão da matéria, em primeiro turno, será feita na terça-feira (24). A segunda sessão de discussão, também em primeiro turno, está marcada para quarta-feira (25). A terceira, quarta e quinta sessões de discussão em primeiro turno serão feitas, respectivamente, nas sessões plenárias de quinta-feira (26), terça-feira (31), e quarta-feira (1º de junho).
Depois, a PEC precisa ainda ser votada em segundo turno, para o qual são exigidas três sessões de discussão. Os senadores podem, por acordo, dispensar os intervalos de tempo obrigatório entre os dois turnos e entre as votações em cada turno. Nesse caso, todas as oito sessões de discussão e as duas votações podem ser realizadas no mesmo dia para concluir rapidamente o exame da proposição.
Como já estão programadas na pauta do Plenário as discussões nas cinco sessões do primeiro turno, os senadores podem concluir a votação no dia 1º de junho, realizando as três sessões do segundo turno nessa mesma sessão. A PEC será aprovada se obtiver três quintos dos votos dos senadores (49), em cada um dos turnos de votação. Depois de aprovada no Senado, será remetida à Câmara, onde também são exigidos três quintos dos votos dos deputados (308).
Uma das principais novidades da PEC, que muda o artigo 62 da Constituição, é proibir a inclusão de assuntos diferentes tanto na MP como no chamado projeto de lei de conversão (PLV), que é apresentado quando uma MP é reformulada no Congresso.
Representantes do Conselho Nacional de Educação (CNE), de 24 entidades ligadas ao setor, entre as quais o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e Serviço Social do Comércio (SESC), e do Congresso Nacional participaram por dois dias, em Brasília, do Seminário sobre o Plano Nacional de Educação (PNE). O encontro, aberto na quinta-feira (19) pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, que destacou a importância “de a sociedade ser ouvida na formatação do PNE”, foi encerrado na tarde desta sexta-feira.
Representantes do Conselho Nacional de Educação (CNE), de 24 entidades ligadas ao setor, entre as quais o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e Serviço Social do Comércio (SESC), e do Congresso Nacional participaram por dois dias, em Brasília, do Seminário sobre o Plano Nacional de Educação (PNE). O encontro, aberto na quinta-feira (19) pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, que destacou a importância “de a sociedade ser ouvida na formatação do PNE”, foi encerrado na tarde desta sexta-feira.
Junto com as contribuições das instituições educacionais, o PNE, que terá vigência de 2011 a 2020, ficará ainda melhor depois da análise do Legislativo, previu o ministro. Haddad destacou a aprovação de duas emendas constitucionais e de mais de 40 leis sobre educação nos últimos quatro anos. Para ele, a legislação sobre educação foi praticamente reescrita.
O projeto enviado pelo governo ao Legislativo prevê, entre outras coisas, a extinção do analfabetismo, a implantação da escola em tempo integral, a ampliação do investimento em educação e qualificação e a valorização dos profissionais de educação.
A deputada Fátima Bezerra, presidente da Comissão de Educação da Câmara, disse que o País avançou pouco e é preciso fazer muito mais, “construindo um projeto que responda aos anseios da sociedade”. Também participaram da mesa de abertura o presidente do CNE, Antonio Carlos Ronca, o relator do projeto de lei do PNE (8.035/2010) na Câmara, deputado Ângelo Vanhoni, o presidente da Comissão Especial da Câmara, deputado Gastão Vieira, e o senador Paulo Bauer, da Comissão de Educação do Senado.
Apenas a União Brasileira de Estudantes Secundaristas não compareceu entre as 25 entidades convidadas pelo CNE. Todas as demais entregaram propostas em defesa de uma legislação harmônica, plural e exequível, ao contrário do Plano 2001/2010.
A diretora de Educação Profissional do Departamento Nacional do SENAC, Anna Beatriz Waehneld, destacou que, desde a aprovação do documento básico do PNE, em 2009, o Sistema Comércio (CNC-SESC-Senac) está envolvido e contribuindo para a sua melhoria. Lembrou que o Senac respondeu positivamente à convocação do ministro Haddad, no sentido de aumentar significativamente sua colaboração, elevando o número de vagas gratuitas em cursos de qualificação profissional.
“Nossa contribuição foi contemplada nas estratégias propostas pelo Executivo para a implementação nas metas do novo PNE. Por isso, CNC, SESC e Senac apoiam o projeto de lei enviado ao Congresso”, concluiu Anna Beatriz.
Já Rosilene Souza Almeida, da Gerência de Educação e Ação Social do SESC, disse que a entidade não apresentou emendas ao projeto, mas elencou iniciativas estratégicas que poderiam contribuir com o alcance das metas do PNE. “É preciso enfatizar a importância da gestão democrática das instituições, a questão do financiamento da educação pública, que precisa mesmo ser de 10% do PIB e não 7% como está previsto, e a preocupação com a qualidade da educação, uma política de valorização dos profissionais que o SESC já segue e entende que também é bom para o Brasil.”
As conclusões do Seminário serão enviadas ao Congresso e consolidadas em um livro que será patrocinado pela Unesco. O presidente do Conselho, Antônio Carlos Ronca, pretende ainda que o documento do encontro seja avaliado na próxima reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, com a presença da presidente Dilma Roussef.
A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados (CFT) realizou, em 19 de maio, a quarta rodada de um ciclo de debates sobre a reforma tributária. O consultor da presidência da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Roberto Nogueira Ferreira, foi convidado a participar da iniciativa, para abordar o tema “Tributação e Competitividade”.
A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados (CFT) realizou, em 19 de maio, a quarta rodada de um ciclo de debates sobre a reforma tributária. O consultor da presidência da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Roberto Nogueira Ferreira, foi convidado a participar da iniciativa, para abordar o tema “Tributação e Competitividade”.
Nogueira fez uma explanação do atual sistema tributário brasileiro e indicou pontos que dificultam a atividade empresarial e, por conseqüência, o desenvolvimento do Brasil. Segundo ele, questões como a guerra fiscal dos estados para atrair investimentos, a substituição tributária desmedida, o aumento de alíquotas de energia e combustível, a retenção de crédito do ICMS dos exportadores e a não permissão de crédito sobre bens de uso e consumo são medidas que, ao fim, diminuem a competitividade do País.
O consultor da CNC analisou também a proposta de reforma tributária que o governo pretende apresentar ao Congresso, assunto tratado pelo presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, no artigo a Reforma Fatiada, publicado no Jornal do Commercio. Apesar de reconhecer avanços na área – como o Simples Nacional e a criação da figura do Microempreendedor Individual -, Nogueira destacou que o sistema ainda é complexo, oneroso, e causa insegurança jurídica. “Além disso, é cumulativo e pouco transparente”, complementou.
Para Roberto Nogueira, a saída seria o alinhamento do sistema à tributação praticada pelos países com os quais o Brasil concorre diretamente. “Sem isso, não é possível assegurar a competitividade dos produtos, a manutenção do crescimento econômico e a empregabilidade”, afirmou. Nogueira destacou ainda que o Sistema Comércio acredita que a chave da mudança na tributação nacional está na sua simplificação e na adoção de um modelo adequado às necessidades econômicas, sociais e estruturais brasileiras. “Precisamos de um modelo poliglota, que converse com outros países. A CNC defende a modernização do sistema tributário tornando-o mais simples, racional, transparente, neutro, com mais contribuintes pagando menos”, disse.
Desoneração da folha
Sobre a desoneração da folha de pagamento das empresas do País, o consultor explicou que, para a CNC, a questão está na folha de pagamento e não no faturamento. “O Estado precisa saber quem paga o quê, a quem, e em nome de quem. A proposta de zerar a contribuição sindical patronal ao INSS na folha e transferir para PIS e COFINS resulta em aumento da carga tributária. Pune empresas de alta tecnologia, industriais e de serviços”, afirmou Nogueira.
O consultor da CNC Roberto Nogueira Ferreira é ex-auditor fiscal em Minas Gerais, ex-secretário da Fazenda do Município de Juiz de Fora (MG) e autor do livro “A Reforma Essencial”. Também participaram do debate representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) e do Sindicato de Nacional de Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco). O deputado Cláudio Puty (PT-PA), presidente da Comissão de Finanças da Câmara, explicou o motivo da convocação empresarial: “Estamos reunidos aqui com as confederações patronais no sentido de acumular propostas para o processo da reforma que o governo tem anunciado”.
O presidente da Câmara, Marco Maia, acredita que o documento final da 2ª Cúpula Parlamentar do G-20 vai contribuir para consolidar a cooperação entre os países do grupo e estabelecer mecanismos efetivos para enfrentar os desafios de desenvolvimento socioeconômico e segurança global. O encontro, que reuniu representantes dos legislativos da União Européia e das 19 principais economias do mundo, foi encerrado hoje.
O presidente da Câmara, Marco Maia, acredita que o documento final da 2ª Cúpula Parlamentar do G-20 vai contribuir para consolidar a cooperação entre os países do grupo e estabelecer mecanismos efetivos para enfrentar os desafios de desenvolvimento socioeconômico e segurança global. O encontro, que reuniu representantes dos legislativos da União Européia e das 19 principais economias do mundo, foi encerrado hoje.
Além dos representantes do G-20, também participaram do encontro na Coreia representantes da Argélia, Etiópia, República da Guiné, Cingapura e Espanha.
Documento final
O documento final – “Desenvolvimento e Crescimento para Prosperidade Comum” – enumera recomendações que devem ser adotadas pelos países e pela comunidade internacional para prevenir ou evitar o agravamento das desigualdades econômicas e de problemas ambientais, energéticos e de segurança internacional, entre outros.
“Apontamos, por exemplo, que os riscos de desastres naturais clamam por um sistema comum de prevenção de desastres. Também precisamos rever as regras para segurança nuclear. Estabelecemos as mudanças climáticas e o desenvolvimento de energias renováveis como prioridade”, explica o presidente da Câmara. Ele lembra que a cooperação internacional contra todas as formas de terrorismo também está entre os compromissos assumidos pelos parlamentares no documento assinado.
Marco Maia acredita que o encontro dos parlamentares poderá contribuir efetivamente para a paz e estabilidade global. “As políticas públicas e acordos internacionais passam pelos parlamentos. Nada mais adequado do que promover o diálogo e a ação integrada entre eles”.
O próximo encontro da Cúpula Parlamentar do G-20 será em 2012, na Arábia Saudita.
O deputado Julio Lopes (PP-RJ) apresentou o Projeto de Lei nº 462/2011 em 16/2/2011 com a intenção de permitir que o trabalhador autorize o desconto na folha de pagamento dos valores referentes ao aluguel e a encargos de imóveis residenciais. A regra se aplica tanto para servidores públicos quanto para empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A possibilidade de desconto em folha deverá estar prevista nos contratos de locação do imóvel.
O deputado Julio Lopes (PP-RJ) apresentou o Projeto de Lei nº 462/2011 em 16/2/2011 com a intenção de permitir que o trabalhador autorize o desconto na folha de pagamento dos valores referentes ao aluguel e a encargos de imóveis residenciais. A regra se aplica tanto para servidores públicos quanto para empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A possibilidade de desconto em folha deverá estar prevista nos contratos de locação do imóvel.
Atualmente licenciado, Julio Lopes ainda pretende que seja dispensada a figura do fiador, ainda presente em 90% dos contratos formais de aluguel firmados no Brasil, apesar dos riscos e constrangimentos que suscita. Ele acredita que a norma também ocasionaria a entrada no mercado de milhares de imóveis que permanecem fechados por opção do proprietário.
Pela proposta, o valor do aluguel descontado em folha não poderá superar 25% do salário líquido do servidor ou empregado. Além disso, o total das consignações de aluguel, se houver outras, não poderá exceder a 50% do salário líquido. Para interromper o débito automático, o locatário precisará apresentar ao empregador a rescisão do contrato de aluguel assinada pelo locador.
O projeto obriga o empregador a prestar as informações necessárias à contratação do aluguel, a efetuar os descontos autorizados pelo empregado em folha de pagamento e a repassar mensalmente o valor do aluguel ao locador. Se a operação tiver custos operacionais, o empregador poderá descontá-los do salário do trabalhador.
Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP); e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), que também se pronunciará quanto ao mérito.
Na CTASP, o relator é o deputado Laercio Oliveira (PR-SE), que apresentou parecer favorável, com emendas. Aguarda inclusão na pauta de reunião da Comissão para apreciação.