Blog

  • Pesquisa nacional de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – Maio de 2011

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador inédito com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador inédito com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

  • ICF: famílias brasileiras desaceleram o consumo

    O índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) confirmou, em maio, a desaceleração do consumo no Brasil. Em relação ao mês anterior, houve retração de -2,0%, a quinta consecutiva registrada pela pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    O índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) confirmou, em maio, a desaceleração do consumo no Brasil. Em relação ao mês anterior, houve retração de -2,0%, a quinta consecutiva registrada pela pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    Todos os componentes do ICF acusaram quedas, que variaram de 0,5% (no subitem satisfação com emprego atual) a 4,5% (momento para aquisição de bens duráveis). Pela primeira vez no ano houve queda na comparação com o mesmo mês de 2010, de 2,3%. Apenas a satisfação com emprego atual (+1,1%) e a perspectiva profissional (+3,2%) apresentaram crescimento na pesquisa, destacando-se nesta base comparativa, as quedas no momento para aquisição de bens duráveis (-6,5%) e perspectiva de consumo (-5,7%).

    “As quedas expressivas do ICF no mês de maio, tanto na comparação mensal, quanto na comparação anual apontam para um processo mais intenso de desaceleração do consumo das famílias no Brasil”, explica Fábio Bentes, economista da CNC. Em relação a maio de 2010, a perspectiva de consumo recuou 5,7%, enquanto que percepção do momento para aquisição de bens duráveis cedeu 6,5%. “Essa evolução da intenção de consumo das famílias brasileiras decorre, principalmente, do encarecimento do crédito concedido às pessoas físicas”, complementa Bentes.

    Faça o download da ICF na Central do Conhecimento do site da CNC.

  • CNC Notícias 134

    Com o lançamento do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC), tema da reportagem de capa da Revista CNC Notícias deste mês, a CNC oferece uma nova ferramenta a empresários, analistas e demais profissionais que precisam de informações confi áveis para orientar negócios, investimentos ou informar a sociedade.

    Com o lançamento do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC), tema da reportagem de capa da Revista CNC Notícias deste mês, a CNC oferece uma nova ferramenta a empresários, analistas e demais profissionais que precisam de informações confi áveis para orientar negócios, investimentos ou informar a sociedade.

    A edição traz também uma prévia do que será discutido no 27º Encontro Nacional dos Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, que está sendo realizado este mês em Cuiabá. O tema dos debates é a responsabilidade socioambiental nos negócios.

    Para ver a edição eletrônica, clique aqui.

  • Novo Código Comercial poderá ter comissão especial na Câmara

    O presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), deputado João Paulo Cunha (PT-SP), afirmou nesta quarta-feira (18) que o colegiado vai requerer à presidência da Câmara a criação de uma comissão voltada para a elaboração de um projeto de novo Código Comercial. O colegiado seria composto por juristas e parlamentares especializados nessa área, informou.

    O presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), deputado João Paulo Cunha (PT-SP), afirmou nesta quarta-feira (18) que o colegiado vai requerer à presidência da Câmara a criação de uma comissão voltada para a elaboração de um projeto de novo Código Comercial. O colegiado seria composto por juristas e parlamentares especializados nessa área, informou.

    Uma das propostas que poderão ser discutidas nessa comissão é o projeto elaborado pelo professor da Pontifícia Universidade de São Paulo (PUC-SP), Fábio Ulhoa Coelho. “Um novo código é preciso para simplificar a vida das empresas. Hoje temos uma burocracia injustificada”, afirmou o professor à CCJ.

    Código Civil

    O desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças, do Tribunal de Justiça de São Paulo, também presente à reunião da CCJC, condenou o argumento de que a edição do novo Código Civil (Lei 10.406/02) teria unificado as normas do direito privado e, dessa forma, suprimido a necessidade de um Código Comercial. “Em 2001, o jurista Miguel Reale, que presidiu a comissão de juristas do novo Código Civil, disse, com toda a clareza, que considerava impossível a elaboração de um único código responsável por todo direito privado”, afirmou o desembargador.

    Segundo ele, a falta de um Código Comercial autônomo e atualizado tem causado problemas para a Magistratura, seja pela falta de atualização ou pelas lacunas existentes. “Sou relator de casos como o da Parmalat e da falência da Vasp, e é muito comum vermos advogados acionando regras e princípios do Código Civil que nada têm a ver com Direito Comercial”, criticou. “São problemas que refletem nos tribunais”, continuou o desembargador.

  • Suspensa audiência sobre direitos autorais

    A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática suspendeu a audiência pública iniciada nesta quarta-feira (18) que discutiria denúncias de irregularidades no sistema de arrecadação e de distribuição de direitos autorais, sob responsabilidade do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad). A audiência foi suspensa devido ao início da Ordem do Dia do Plenário e foi remarcada para a próxima terça-feira (24) à tarde.

    A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática suspendeu a audiência pública iniciada nesta quarta-feira (18) que discutiria denúncias de irregularidades no sistema de arrecadação e de distribuição de direitos autorais, sob responsabilidade do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad). A audiência foi suspensa devido ao início da Ordem do Dia do Plenário e foi remarcada para a próxima terça-feira (24) à tarde.

    A superintendente do Ecad, Glória Braga, estava presente, mas não chegou a ser ouvida pela Comissão, mas retornará na terça-feira. Antes da suspensão, a comissão ouviu dois representantes do Ministério da Cultura e o presidente da Associação Brasileira de Música e Artes (Abramus), Roberto Corrêa de Mello.

    Lei de Direitos Autorais

    Já o coordenador-geral de Regulação em Direitos Autorais do Ministério da Cultura, Cristiano Lopes, afirmou que haverá alterações no anteprojeto da nova Lei de Direitos Autorais, que esteve em consulta pública. Ele declarou, no entanto, que as contribuições recebidas na consulta serão consideradas. “A sociedade terá conhecimento de tudo o que for alterado a partir de agora”, disse. O texto será encaminhado à Casa Civil em julho. São informações da Agência Câmara de Notícias.

    A Reforma da Lei de Direitos Autorais – Lei nº 9.610/98 – também está sendo discutida pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, que realizará Audiência Pública em 2 de junho com essa finalidade, para atender à solicitação, por meio do Requerimento nº 01/2011, do deputado Alessandro Molon (PT-RJ). A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), por intermédio de sua Assessoria junto ao Poder Legislativo, acompanha o assunto.

  • Garibaldi descarta reforma ampla da Previdência

    Em audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) nesta quarta-feira (18), o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, descartou uma reforma ampla no setor, como as dos governos Fernando Henrique Cardoso (em 1998) e Luiz Inácio Lula da Silva (em 2003), mas anunciou um conjunto de “medidas pontuais”.

    Além de se empenhar pela aprovação da previdência complementar do servidor público (Projeto de Lei 1.992/07, em tramitação na Câmara), Garibaldi anunciou a busca de alternativa para o fator previdenciário.

    Em audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) nesta quarta-feira (18), o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, descartou uma reforma ampla no setor, como as dos governos Fernando Henrique Cardoso (em 1998) e Luiz Inácio Lula da Silva (em 2003), mas anunciou um conjunto de “medidas pontuais”.

    Além de se empenhar pela aprovação da previdência complementar do servidor público (Projeto de Lei 1.992/07, em tramitação na Câmara), Garibaldi anunciou a busca de alternativa para o fator previdenciário.

    Uma das medidas em estudo, conforme adiantou o Garibaldi, é a implantação progressiva de idade mínima para aposentadoria no Regime Geral de Previdência Social (RGPS). O trabalhador que já contribui para o RGPS teria um prazo para fazer a opção entre o modelo atual e o novo. Os que ingressarem no mercado a partir das mudanças só poderiam se aposentar com 65 anos.

    O senador Paulo Paim (PT-RS) cumprimentou Garibaldi pelo esforço em articular uma alternativa ao fator previdenciário, cuja extinção é prevista em várias propostas do parlamentar petista em tramitação no Senado e na Câmara dos Deputados.

    O ministro anunciou também estudos com o objetivo de revisar as regras para concessão de pensões. Ele apontou várias distorções no sistema atual, como ausência de carência para ter direito ao benefício, o fato de a viúva jovem receber a pensão por toda a vida, a dependência presumida do cônjuge e a concessão de valor integral sem levar em conta o número de dependentes.

  • Turismo em Pauta 04

    Fiel ao compromisso histórico de ter na defesa da atividade turística um dos pilares de sua atuação, a CNC abre um espaço de reflexão para que os maiores especialistas do setor e da área acadêmica possam tratar dos assuntos com profundidade e conhecimento.

    Fiel ao compromisso histórico de ter na defesa da atividade turística um dos pilares de sua atuação, a CNC abre um espaço de reflexão para que os maiores especialistas do setor e da área acadêmica possam tratar dos assuntos com profundidade e conhecimento.

  • CNC participa de encontro da Organização Mundial do Turismo

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) participou, no dia 18 de maio, da 52ª Reunião da Comissão para as Américas da Organização Mundial do Turismo (OMT). O encontro foi realizado em Assunção, no Paraguai.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) participou, no dia 18 de maio, da 52ª Reunião da Comissão para as Américas da Organização Mundial do Turismo (OMT). O encontro foi realizado em Assunção, no Paraguai.

    Estiveram presentes no evento o chefe da Assessoria de Turismo e Hospitalidade da CNC e vice-presidente do Conselho de Turismo da entidade, Eraldo Alves da Cruz e o coordenador da Câmara Empresarial de Turismo da CNC, Alexandre Sampaio. O ministro brasileiro do Turismo, Pedro Novais, também esteve no evento, assim como ministros do turismo de vários países da América Latina e autoridades ligadas à OMT.

    No encontro foram apresentados dados sobre o turismo na América Latina em 2010, mostrando tendências e atividades que se destacaram no ano passado. Segundo a OMT, o desembarque de turistas internacionais na América Latina alcançou um marco histórico em 2010, com um crescimento de 7%, atingindo a marca de 150 milhões de pessoas, 10 milhões a mais do que em 2009, e 2,5 milhões a mais do que 2008, melhor ano registrado pela OMT até então.

    Também foram discutidos os pontos do Código de Ética Mundial do Turismo, além da eleição de um membro regional para integrar o Comitê Mundial de Ética do Turismo da OMT. Foram estabelecidas ainda as prioridades do Programa de Trabalho da OMT para o próximo biênio e o começo dos preparativos da 19ª Reunião da Assembleia Geral da OMT, na Coreia do Sul, entre 8 e 14 de outubro de 2011.

  • Equidade do Sistema Tributário em debate na CFT

    O sistema tributário brasileiro é injusto e onera os mais pobres. A avaliação foi feita pelos debatedores que compareceram na terça-feira (17) à Comissão de Finanças e Tributação (CFT) para participar da terceira etapa do ciclo de discussões sobre a reforma tributária, iniciado no último dia 10.

    O sistema tributário brasileiro é injusto e onera os mais pobres. A avaliação foi feita pelos debatedores que compareceram na terça-feira (17) à Comissão de Finanças e Tributação (CFT) para participar da terceira etapa do ciclo de discussões sobre a reforma tributária, iniciado no último dia 10.

    O presidente do colegiado, Cláudio Puty (PT-PA), destacou alguns dos principais problemas do sistema: a distribuição desigual dos recursos de tributos entre os entes federados; a maior oneração das empresas que mais empregam; e a concentração da cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nos estados de origem.

    Hoje, os estados produtores de bens industrializados, a minoria, são os que mais arrecadam com o ICMS. Esse fato, segundo Puty, faz com que os estados mais pobres fiquem sem alternativas e acabem tributando bens de consumo básicos oriundos da agricultura.

    “Mudando o foco da arrecadação para os estados de destino, os estados mais pobres, que consomem os bens industrializados, passam a ter outras possibilidades de arrecadar ICMS que não só com os produtos da cesta básica”, argumentou.

    A maior parte desses temas, segundo Cláudio Puty, deve ser debatida pelo Congresso após o envio dos projetos de reforma tributária prometidos pelo governo – que já decidiu encaminhar as medidas pouco a pouco. O primeiro deles, de acordo com o deputado, está previsto para junho próximo e deve tratar da desoneração de investimentos, com incentivos à produção. Antes disso, segundo ele, o modelo de cobrança do ICMS deverá ser discutido pelo Senado. O presidente da CFT espera que as propostas cheguem ao Congresso até o final deste ano. As informações foram colhidas na Agência Câmara de Notícias.

    Na quinta-feira (19), a Comissão de Finanças e Tributação dará continuidade ao ciclo de conferências para debater a reforma tributária, focalizando o tema Tributação e Competitividade. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) acompanha o assunto por intermédio da Assessoria junto ao Poder Legislativo (Apel).

  • Lançamento do PDA acontece no Rio Grande do Sul

    A CNC e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS) promoveram o evento de lançamento do Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA) no dia 17 de maio.  Estiveram presentes no Centro de Eventos do Hotel Plaza São Rafael, local do evento, presidentes, diretores e executivos dos sindicatos gaúchos ligados à Fecomércio-RS.

    A CNC e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS) promoveram o evento de lançamento do Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA) no dia 17 de maio.  Estiveram presentes no Centro de Eventos do Hotel Plaza São Rafael, local do evento, presidentes, diretores e executivos dos sindicatos gaúchos ligados à Fecomércio-RS.

    Segundo o presidente da federação, Zildo de Marchi, um programa como este poderá elevar o conceito do sindicalismo patronal na sociedade. “O fortalecimento do associativismo elevará as ações dos nossos sindicatos e, por consequência, os benefícios das nossas empresas”, avaliou.

    Após o presidente da Fecomércio-RS, o assessor do Departamento de Planejamento da CNC, Rodrigo Timm Wepster, explicou que entre as metas do PDA estão a ampliação da representatividade e a sustentabilidade dos sindicatos, valorização da imagem das entidades junto aos empresários e à sociedade, fortalecimento das ações dos sindicatos em defesa dos interesses dos representados e fortalecimento do movimento sindical patronal. “A ideia é de que este programa seja um grande canal de divulgação e interação sobre o associativismo”, afirmou Wepster.

    Em seguida, o consultor de marketing, Mario Persona, ministrou a palestra “A importância do Associativismo”, afirmando que o valor é um benefício às empresas que podem atuar junto aos clientes e sindicatos formando uma cadeia entre estes três pontos balizada no relacionamento. “A empresa que aposta no marketing e na inovação para chegar ao seu cliente, além de manter um bom relacionamento com ele e com o seu sindicato patronal, colherá bons frutos no mercado, pois assim ele poderá identificar, analisar e entender o mercado” afirmou.