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  • PDA chega a Minas Gerais

    A Federação do Comercio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio Minas) recebeu, no dia 13 de maio, o evento de lançamento do Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA), na sede da Fecomércio Minas, em Belo Horizonte.

    Para apresentar o PDA aos representantes dos sindicatos mineiros, esteve presente no evento Lilian Barbosa, assessora do Departamento de Planejamento da CNC (Deplan). Segundo Lílian, o programa é uma forma de criar mecanismos de captação e retenção de associados.

    A Federação do Comercio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio Minas) recebeu, no dia 13 de maio, o evento de lançamento do Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA), na sede da Fecomércio Minas, em Belo Horizonte.

    Para apresentar o PDA aos representantes dos sindicatos mineiros, esteve presente no evento Lilian Barbosa, assessora do Departamento de Planejamento da CNC (Deplan). Segundo Lílian, o programa é uma forma de criar mecanismos de captação e retenção de associados.

    Os presentes puderam contar com uma palestra ministrada pelo conslutor de marketing Mário Persona, que afirmou que no varejo a palavra de ordem hoje é relacionamento. “Estamos na hora de inovar e ousar. Hora de identificar negócios, analisar os sonhos dos consumidores e atender as expectativas”, disse Persona.

    O foco no cliente é uma das características do PDA, que tem como objetivo principal fortalecer a cultura do associativismo nas empresas e nos sindicatos. O programa é parte do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (SEGS) e também visa estreitar a aproximação das entidades do Sistema CNC com os empresários do comércio de bens, serviços e turismo.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 87

    Divulga informações selecionadas no Diário Oficial da União voltadas ao interesse das entidades que compõem o Sicomercio.

    Divulga informações selecionadas no Diário Oficial da União voltadas ao interesse das entidades que compõem o Sicomercio.

  • A reforma tributária “fatiada”

    Antonio Oliveira Santos
    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

     

    Antonio Oliveira Santos
    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

     

    A sociedade brasileira aspira, há longo tempo, por uma reforma tributária, que reduza a elevada carga tributária (34% do PIB), diminua o extenso elenco de impostos, taxas e contribuições, desburocratize e simplifique as obrigações fiscais dos contribuintes, consolide a legislação fiscal (segundo o IBPT, composta de 240.210 normas), desonere os investimentos geradores de empregos e renda e possibilite a competitividade dos produtos nacionais diante dos congêneres estrangeiros.

    Nos governos dos Presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva, diversos projetos de reforma tributária foram apresentados ao Congresso Nacional, tendo por ponto central a federalização das leis do ICMS, com o objetivo de harmonizar as 27 legislações estaduais e que, por isso mesmo, geram a chamada “guerra fiscal” entre os Estados, os quais, à revelia de mandamentos constitucionais e normas aprovadas pelo CONFAZ, concedem numerosos favores e estímulos fiscais.

    O grande óbice à reforma tributária é constituído pelos governos estaduais, sob a improcedente alegação de defesa da autonomia financeira das unidades da Federação e manutenção dos poderes de fiscalização dos contribuintes e aplicação de penalidades. Diante desse quadro, resta a solução da chamada “reforma fatiada”, isto é, por etapas, a começar pelas questões em que o consenso se revele possível. Segundo o noticiário da imprensa, é essa a diretriz adotada pelo Governo da Presidente Dilma Roussef.

    Entre as medidas anunciadas, merecem o irrestrito apoio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo a ampliação do limite de faturamento para a inclusão, no SIMPLES, das micro e pequenas empresas e a desoneração dos investimentos, com a imediata devolução às empresas dos créditos referentes a máquinas e equipamentos, bem assim os decorrentes das exportações e os admitidos pela legislação do PIS/COFINS. 

    Também merece o apoio da CNC a desoneração da folha de pagamento, mas desde que isso não ocorra com a transferência, para o faturamento das empresas, da incidência das contribuições previdenciárias. Essa medida é, inclusive, desprovida de base técnica e jurídica e contraria os fundamentos da Previdência Social. Na realidade, as incidências sobre a folha de salários (nela incluídos o décimo-terceiro e o terço de férias) referem-se às contribuições à Previdência (20%), ao FGTS (8,5%), ao Salário-Educação (2,5%), ao SESC/SENAC ou SESI/SENAI ou SENAT (2,5%), ao SEBRAE (0,6%), ao INCRA (0,2%) e ao seguro contra acidentes de trabalho (em média 2%), num total de 36,3%.

    Os benefícios previdenciários e o FGTS são função estrita do valor de cada salário, eis que, no seguro social, o benefício de cada segurado tem de guardar relação com os salários recebidos ao longo do tempo. É evidente que a contribuição previdenciária paga pelo trabalhador não pode ter por base o faturamento do respectivo empregador. Seria um absurdo onerar, por exemplo, as empresas que utilizam alta tecnologia e as empresas prestadoras de serviços profissionais (engenharia, arquitetura, advocacia, contabilidade, consultorias econômicas e outras). A base de cálculo tem de ser o próprio salário. Aliás, no caso do trabalhador doméstico remunerado por pessoa física e dos condôminos edilícios, inexiste faturamento. A incidência sobre a folha de salários é condição essencial à implantação do sistema previdenciário de acumulação e à implementação do Fundo prescrito pelo art. 250 da Constituição, que poderá aplicar, no mercado financeiro, as suas disponibilidades de caixa.

    Outras medidas devem ser adotadas, em termos de justiça previdenciária, como a revogação das isenções concedidas a várias classes de empregadores e empregados. O custeio das pensões e aposentadorias do setor rural, responsáveis pelo déficit global da previdência, deve ser suportado pelas dotações consignadas à assistência social com a receita do COFINS e da CSLL. As contas da previdência rural devem ser separadas das concernentes à previdência urbana, uma vez que esta já é superavitária.

    A desoneração da folha de salários deve ser perseguida através da redução da contribuição previdenciária, a ser compensada, de modo transparente e em lei, à conta da receita proveniente da COFINS e da CSLL. O ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva lembrou, em mais de uma oportunidade, que essas contribuições sociais foram criadas precisamente para cobrir os benefícios concedidos aos trabalhadores rurais, aos empregados das entidades de assistência social e a outros grupos, como forma de realização da justiça social e redistribuição da renda nacional. Para finalizar, o Governo terá de desautorizar qualquer proposta de restabelecimento da CPMF.

    Publicado no Jornal do Commercio, 17 de  maio de 2011

  • Cristovam Buarque lança propostas sobre reforma política

    Ao apresentar o documento Reforma Política Republicana, de sua autoria, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) disse que essa reforma não pode se restringir às mudanças na legislação eleitoral e precisa envolver de fato a população. Ele fez a apresentação de suas propostas nesta segunda-feira (16), durante audiência pública promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH).

    – Meu objetivo é provocar um debate muito mais amplo do que o que vem sendo feito – ressaltou.

    Ao apresentar o documento Reforma Política Republicana, de sua autoria, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) disse que essa reforma não pode se restringir às mudanças na legislação eleitoral e precisa envolver de fato a população. Ele fez a apresentação de suas propostas nesta segunda-feira (16), durante audiência pública promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH).

    – Meu objetivo é provocar um debate muito mais amplo do que o que vem sendo feito – ressaltou.

    Para Cristovam, as discussões sobre o tema – tanto na comissão especial criada pelo Senado para esse fim, como nos debates realizados pela mídia – estão “muito presas” ao âmbito do Legislativo e das regras eleitorais. Ele alertou para a importância de reformas também no Executivo e no Judiciário, além de defender medidas que “mexam com a cultura brasileira”.

    No documento, o senador trata das questões mais debatidas (como é o caso do financiamento de campanha; do horário eleitoral; da reeleição; do uso das medidas provisórias, entre outras), mas também aborda “assuntos que muitos achariam desnecessários”. Como exemplo, ele citou sua proposta de que a designação ‘deputado’ seja substituída pela de ‘representante’.

    Ao explicar o caráter simbólico da medida, Cristovam disse que os brasileiros, quando afirmam que “vão votar num deputado”, teriam pouca ou nenhuma motivação para esse ato.

    – Mas isso muda quando se afirma que ‘eu vou votar no meu representante’ – argumentou.

    Ao reiterar que tais medidas visam envolver a sociedade, ele destaca, no documento, que “na história do Brasil, as reformas têm sido feitas sem motivar nem despertar nossa população”.

    A iniciativa de Cristovam recebeu o apoio do senador Paulo Paim (PT-RS), presidente da CDH.

    A Assessoria junto ao Poder Legislativo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) acompanha semanalmente as reuniões da Comissão Especial da Reforma Política.

  • Comissão Mista de Orçamento poderá votar parecer da LDO

    De acordo com informações da Agência Câmara, a Comissão Mista de Orçamento poderá votar nesta semana o parecer preliminar ao projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). O presidente do colegiado, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), agendou reuniões na terça e quarta-feira (17 e 18) para analisar o relatório apresentado pelo deputado Márcio Reinaldo Moreira (PP-MG). Nesta terça (17) haverá reunião dos líderes na comissão, às 14h30, para discutir o parecer.

    De acordo com informações da Agência Câmara, a Comissão Mista de Orçamento poderá votar nesta semana o parecer preliminar ao projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). O presidente do colegiado, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), agendou reuniões na terça e quarta-feira (17 e 18) para analisar o relatório apresentado pelo deputado Márcio Reinaldo Moreira (PP-MG). Nesta terça (17) haverá reunião dos líderes na comissão, às 14h30, para discutir o parecer.

    Moreira acatou parcialmente 8 das 48 emendas apresentadas ao parecer preliminar. A mais importante delas retorna aos parlamentares a capacidade de excluir as despesas discricionárias (aquelas que não são obrigatórias, como investimentos) do contingenciamento.

    Gastos discricionários

    O projeto enviado pelo governo (PLN 2/11) excluiu o anexo que os deputados e senadores construíram ao longo dos últimos oito anos abrangendo gastos discricionários que não podem sofrer limitação de empenho na execução orçamentária. Neste ano, por exemplo, o anexo preservou do contingenciamento despesas com controle do espaço aéreo e combate à violência contra a mulher, entre outros programas e órgãos.

    O governo alega que a medida tem como objetivo reduzir o engessamento do orçamento federal. A decisão causou desconforto entre os parlamentares, que tentaram reverter a medida no parecer preliminar. Com o relatório apresentado pelo deputado Márcio Reinaldo Moreira, deputados e senadores poderão criar uma seção só de despesas ressalvadas.

    O relator acatou ainda uma emenda que obriga a próxima LDO a simplificar os procedimentos usados nas transferências voluntárias para pequenos municípios. A lei traz todos os anos regras para os convênios assinados entre a União e os municípios brasileiros.

    Comissão Mista de Orçamento

    A Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização é responsável pela análise das propostas orçamentárias concebidas pelo Executivo. Além disso, deve acompanhar o desenvolvimento anual da arrecadação e da execução do Orçamento, fazendo eventuais correções ao longo do ano. A Comissão vota o Plano Plurianual, com metas a serem atingidas nos próximos quatro anos; a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que estabelece os parâmetros do Orçamento; e a Lei Orçamentária Anual, que organiza as receitas e despesas que o Governo terá no ano seguinte. Atualmente, o papel do Congresso é autorizar o Orçamento, ou seja, analisar os gastos propostos e aprovar sua realização.

    A Assessoria junto ao Poder Legislativo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) acompanha as reuniões da Comissão Mista de Orçamento com a finalidade de divulgar as diversas fases do PLN 02/2011 do Congresso Nacional, que trata das Diretrizes Orçamentárias para 2012.

  • Ciclo de Conferências sobre a reforma tributária realiza duas reuniões

    A Comissão de Finanças e Tributação (CFT) deverá realizar esta semana duas reuniões com o objetivo de cumprir o ciclo de conferências para debater a reforma tributária. Uma na terça-feira (17), que focalizará a Equidade do Sistema Tributário. A segunda, na quinta-feira (19), com o debate sobre Tributação e Competitividade.

    O debate de terça-feira está marcado para as 14h30, no plenário 4. Foram convidados:

    A Comissão de Finanças e Tributação (CFT) deverá realizar esta semana duas reuniões com o objetivo de cumprir o ciclo de conferências para debater a reforma tributária. Uma na terça-feira (17), que focalizará a Equidade do Sistema Tributário. A segunda, na quinta-feira (19), com o debate sobre Tributação e Competitividade.

    O debate de terça-feira está marcado para as 14h30, no plenário 4. Foram convidados:

    • o presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Luiz Barretto;
    • o economista Claudio Hamilton dos Santos, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea);
    • o economista André Arthur Cavalcanti, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE);
    • o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique da Silva Santos.
    • Para o debate de quinta-feira, que está previsto para as 9h30, também no plenário 4, foram convidados:
    • a presidente da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu (DEM-TO);
    • o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson de Andrade;
    • o presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Antonio José Domingues de Oliveira Santos;
    • o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco), Pedro Delarue.

    A CFT já realizou dois debates do ciclo de conferências sugerido pelo presidente da Comissão de Finanças, deputado Cláudio Puty (PT-PA), para discutir a reforma tributária.

    Em 10 de maio, foi convidado o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, que afirmou ser difícil o envio das propostas de reforma para a Câmara ainda neste primeiro semestre, como previa o governo inicialmente.

    Em 12 de maio, a CFT recebeu representantes de secretarias de Fazenda de estados e municípios. Na ocasião, os convidados defenderam que a União crie um fundo para compensar eventuais perdas de arrecadação geradas pela futura reforma tributária. Concordaram que o fim da guerra fiscal deve vir acompanhado de garantias de investimentos e de uma política de desenvolvimento regional, conforme declarações dadas à Agência Câmara.

     

  • Frente Parlamentar do setor de serviços será lançada na Câmara dos Deputados

    Uma iniciativa do deputado federal Laércio Oliveira (PR-SE), vice-presidente da CNC, irá criar a Frente Parlamentar Mista em Defesa do Setor de Serviços. Com lançamento marcado para 26 de maio na Câmara dos Deputados, o objetivo da frente será promover debates e estudos visando o aperfeiçoamento das relações do setor de serviços perante a sociedade e o poder público.

    Uma iniciativa do deputado federal Laércio Oliveira (PR-SE), vice-presidente da CNC, irá criar a Frente Parlamentar Mista em Defesa do Setor de Serviços. Com lançamento marcado para 26 de maio na Câmara dos Deputados, o objetivo da frente será promover debates e estudos visando o aperfeiçoamento das relações do setor de serviços perante a sociedade e o poder público.

    “A frente será instituída para sugerir diretrizes; manter contato com as Mesas Diretoras e com as Lideranças Partidárias da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, visando acompanhamento de todo o processo legislativo que se referir aos temas que tratem do segmento de prestação de serviço”, informou Laércio, que também é vice-presidente institucional da Federação Nacional das Empresas de Serviços e Limpeza Ambiental (Febrac).

    Para atrair a visibilidade da Câmara, o deputado convoca os empresários do setor a comparecerem no dia do lançamento. “Espero que a classe empresarial do setor de serviços do Brasil compareça em massa à mobilização organizada com muito esforço. Eu assumi um compromisso com os mais de 250 parlamentares que assinaram a frente que daríamos uma demonstração plena de unidade e representatividade. E isso só acontecerá com a presença dos empresários”, concluiu Laércio.

    O segmento, segundo dados do IBGE, representa 65% do PIB – Produto Interno Bruto. Só o setor de serviços terceirizáveis, aquele que é prestado de maneira contínua e que tem a mão de obra como predominância, emprega cerca de 8,5 milhões de pessoas.  “A criação da frente parlamentar é a abertura de um espaço institucional direto com o Poder Legislativo, se justifica não só pela sua importância na economia brasileira, mas, principalmente, porque não há no Poder Executivo um órgão que cuide especificamente deste setor”, explicou Laércio.

    Uma série de atividades está programada para a Frente, como seminários para ampliar o debate sobre a legislação e proposições que afetam o setor de serviços. Além disso, ela deve ser interlocutora entre o Congresso Nacional e entidades de classe específicas de cada segmento.

  • Fecomércio-SC promove encontro para jornalistas do estado

     

    A Federação do Comércio do estado de Santa Catarina (Fecomércio-SC) promoveu, no dia 14 de maio, o Encontro Fecomércio de Jornalistas, voltado para profissionais da imprensa catarinense. Ao todo, 80 jornalistas prestigiaram o evento.

    O objetivo do encontro foi apresentar aos profissionais as atividades e metas das entidades do Sistema Fecomércio-SC, além de debater assuntos de interesse para o comércio de Santa Catarina.

     

    A Federação do Comércio do estado de Santa Catarina (Fecomércio-SC) promoveu, no dia 14 de maio, o Encontro Fecomércio de Jornalistas, voltado para profissionais da imprensa catarinense. Ao todo, 80 jornalistas prestigiaram o evento.

    O objetivo do encontro foi apresentar aos profissionais as atividades e metas das entidades do Sistema Fecomércio-SC, além de debater assuntos de interesse para o comércio de Santa Catarina.

    O economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, Fábio Bentes, esteve no evento para falar sobre as pesquisas nacionais do comércio divulgadas pela CNC mensalmente, em especial o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC), elaborado recentemente pela entidade.

    Os presentes também puderam conferir a palestra “O jornalismo para entender o mundo”, que teve como convidada a repórter da TV Globo Sônia Bridi. A jornalista, que foi correspondente da emissora na China, contou suas experiências de trabalho no país, além de outros momentos de sua carreira.  

    No evento foi lançado ainda o Prêmio Fecomércio de Jornalismo, iniciativa que irá premiar matérias que contribuíram para o desenvolvimento do comércio, turismo e serviços em Santa Catarina.

     

  • Projetos para a reforma tributária devem ser apresentados em junho

    A reforma tributária no Brasil deverá acontecer de maneira gradual, mas terá início já em junho de 2011, segundo o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), líder do governo na Câmara. No dia 13 de maio, durante sua participação em um debate sobre a agenda do governo na Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do estado de São Paulo (Fecomercio), ele afirmou que a reforma irá acontecer, mediante aprovação de medidas em áreas específicas.

    A reforma tributária no Brasil deverá acontecer de maneira gradual, mas terá início já em junho de 2011, segundo o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), líder do governo na Câmara. No dia 13 de maio, durante sua participação em um debate sobre a agenda do governo na Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do estado de São Paulo (Fecomercio), ele afirmou que a reforma irá acontecer, mediante aprovação de medidas em áreas específicas.

    Vaccarezza disse que a presidente Dilma Rousseff já montou equipes nos ministérios para discutir o tema.  “Nós vamos apresentar já em junho alguns projetos de reforma tributária”, afirmou o deputado. Segundo ele, o assunto é uma das prioridades do governo Dilma para 2011, juntamente com o desenvolvimento da infraestrutura brasileira, o combate à inflação e a votação do Código Florestal.

    O deputado confirmou que serão tratados no governo, além da reforma, outros temas como a guerra fiscal entre os estados, a simplificação da cobrança de impostos e a desoneração de setores produtivos. “Precisamos fazer uma reforma tributária profunda para desonerar a indústria, o comércio e a folha de pagamento”, disse.

    Em seu discurso, Vaccarezza defendeu ainda a ampliação da base da cobrança, com a legalização do trabalho informal, e a redução da carga tributária, levando uma cobrança mais justa entre os brasileiros. “Nós vamos fazer devagar, porque ninguém consegue fazer de uma vez”, afirmou ressaltando que a discussão das mudanças será gradual devido às resistências que existem sobre o tema em distintos setores da sociedade.

  • Escola SESC de Ensino Médio abre inscrições para 2012

    A Escola SESC de Ensino Médio está com inscrições abertas para o seu processo seletivo para o ano letivo de 2012. Entre os dias 23 de maio e 17 de junho, candidatos de todo o Brasil poderão se inscrever através do site www.escolasesc.com.br, preencher a ficha de inscrição e seguir as instruções.

    A Escola SESC de Ensino Médio está com inscrições abertas para o seu processo seletivo para o ano letivo de 2012. Entre os dias 23 de maio e 17 de junho, candidatos de todo o Brasil poderão se inscrever através do site www.escolasesc.com.br, preencher a ficha de inscrição e seguir as instruções.

    O edital, com regras, cronograma e programa de estudos já se encontra disponível no site da instituição.

    A seleção é constituída de provas de conhecimentos gerais, redação e entrevistas individuais nas sedes regionais do SESC no País. As provas devem acontecer no dia 21 de agosto. Podem se inscrever adolescentes que tenham nascido entre 01 de janeiro de 1996 e 31 de dezembro de 1998 e que tenham concluído o ensino fundamental no ato da matrícula. As inscrições são gratuitas, assim como a permanência na escola. Para 2012 estão sendo oferecidas 159 vagas para todo o Brasil.

    Localizada no Rio de Janeiro, a Escola SESC de Ensino Médio é um projeto pioneiro do SESC que nasceu com o objetivo de proporcionar aos estudantes um programa acadêmico individualizado e condições diferenciadas de apreensão dos conteúdos. A escola tem turmas de, no máximo, 15 alunos, onde o aprendizado acontece em tempo integral e numa comunidade residencial de alunos e professores.

    Em 2010, aconteceu a formatura da primeira turma da Escola SESC, composta por 168 alunos. Destes, 91% conseguiram vagas em universidades públicas e privadas em todo o Brasil, além do alto índice de aprovação no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).

     

    Escola SESC

    A escola-residência, um projeto pedagógico pioneiro no Brasil, recebe alunos de todos os estados, principalmente filhos de comerciários, e tem uma proposta inédita no país: oferecer um ensino médio de excelência capaz de preparar os estudantes para o ingresso no ensino superior. Em parceria com o Senac, a Escola SESC também oferece cursos de educação profissional. Para entrar, os candidatos passam por provas realizadas nos regionais do SESC de todo o País – o número de vagas varia de acordo com o tamanho do Estado.

    Os alunos moram em uma vila especialmente construída para eles, dividida em área de meninas e de meninos, composta de quatro edifícios de três andares, cada, e dormitórios para dois ou três jovens. Os prédios contam com salas de estudo, copa, lavanderia e salas de convivência com jogos, aparelhos de som, TV e DVD. Em cada edifício mora um professor com sua família – todos são também residentes, e os demais ocupam uma outra vila com 56 apartamentos de três quartos.

    A estrutura da Escola SESC de Ensino Médio, com 131 mil metros quadrados e capacidade para 500 alunos, oferece ainda biblioteca, ginásio coberto, piscina semi-olímpica, campo de futebol, quadras poliesportivas, salas de dança, ginástica e musculação. A escola ainda é equipada com uma rede de internet sem fio que cobre todo o campus, e os alunos recebem notebooks pessoais com acesso à rede para auxiliar nas pesquisas e tarefas escolares.