Divulga informações selecionadas no Diário Oficial da União voltadas ao interesse das entidades que compõem o Sicomercio.
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A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio (CDEIC) aprovou hoje (11) o Requerimento nº 018/2011, de autoria do deputado Renato Molling (PP-RS), que solicita a realização de audiência pública a fim de debater a atual condução da política de preços dos combustíveis no país.
O parlamentar justifica o requerimento afirmando que “a sucessiva alta dos preços dos combustíveis, ocorrido recentemente, causou o aumento do custo Brasil, dificultando a competitividade do País no exterior”.
A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio (CDEIC) aprovou hoje (11) o Requerimento nº 018/2011, de autoria do deputado Renato Molling (PP-RS), que solicita a realização de audiência pública a fim de debater a atual condução da política de preços dos combustíveis no país.
O parlamentar justifica o requerimento afirmando que “a sucessiva alta dos preços dos combustíveis, ocorrido recentemente, causou o aumento do custo Brasil, dificultando a competitividade do País no exterior”.
A matéria foi aprovada com a inclusão de representantes da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis), da Petrobrás, da União da Indústria de cana-de-açúcar (Única) e da Agência Nacional do Petróleo (ANP).
A Assessoria junto ao Poder Legislativo (Apel) da CNC acompanha o assunto e informará a data da audiência pública logo que for definida.
O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, ao inaugurar nesta terça-feira (11) um ciclo de conferências sobre a reforma tributária, promovido pela Comissão de Finanças e Tributação (CFT), disse que a reforma tributária dificilmente será enviada para a Câmara ainda neste primeiro semestre, como previa o governo inicialmente. O atraso será resultado de negociações com diversos setores, que devem ser concluídas com apoio dos governadores e de entidades de classe, tanto empresariais como de trabalhadores.
O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, ao inaugurar nesta terça-feira (11) um ciclo de conferências sobre a reforma tributária, promovido pela Comissão de Finanças e Tributação (CFT), disse que a reforma tributária dificilmente será enviada para a Câmara ainda neste primeiro semestre, como previa o governo inicialmente. O atraso será resultado de negociações com diversos setores, que devem ser concluídas com apoio dos governadores e de entidades de classe, tanto empresariais como de trabalhadores.
Segundo Barbosa, a proposta de reforma tributária será apresentada em etapas. A intenção é que cada um dos temas seja discutido separadamente, porque, embora façam parte de um mesmo sistema tributário, não têm vínculos diretos.
O governo está lidando com quatro partes: uma reforma do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e do sistema de cobrança entre os estados; a desoneração da folha de pagamento das empresas; uma reforma do Supersimples com mais estímulos à exportação; e maior agilidade no pagamento de créditos tributários para empresas que têm esse direito.
Barbosa disse que a reforma do ICMS e a desoneração da folha de pagamento representam mudanças estruturais – e, por isso, devem ser bastante discutidas antes da apresentação das propostas. Já a reforma do Supersimples e as mudanças no pagamento de créditos tributários são temas mais técnicos, e as sugestões do governo devem ser suficientes.
“Alguns temas lidam com o pacto federativo, e precisam de leis complementares ou até mesmo emendas constitucionais. Outros lidam com impostos federais e podem ser tratados por leis ordinárias. Já alguns itens podem ser regulamentados por resolução do Senado ou portarias”, explicou.
No próximo debate, marcado para a próxima quinta-feira (12), o tema será ICMS e Federação. São informações da Agência Câmara de Notícias.
Divulga informações selecionadas no Diário Oficial da União voltadas ao interesse das entidades que compõem o Sicomercio.
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A Câmara dos Deputados aprovou, na noite de terça-feira (10/5), a Medida Provisória 518/10, que cria o Cadastro Positivo para registro de dados sobre os pagamentos em dia de pessoas físicas e jurídicas. De acordo com o texto, os dados de consumidores poderão ser incluídos no Cadastro Positivo por meio de uma única autorização e constarão da base de dados durante o prazo máximo de 15 anos.
A Câmara dos Deputados aprovou, na noite de terça-feira (10/5), a Medida Provisória 518/10, que cria o Cadastro Positivo para registro de dados sobre os pagamentos em dia de pessoas físicas e jurídicas. De acordo com o texto, os dados de consumidores poderão ser incluídos no Cadastro Positivo por meio de uma única autorização e constarão da base de dados durante o prazo máximo de 15 anos.
O objetivo do governo é que as empresas de bancos de dados tenham acesso a essas informações para fazer análise mais qualificada de risco financeiro. Em tese, isso ajudará a diminuir o custo da concessão de crédito para os cadastrados.
O banco de dados poderá ter informações sobre financiamentos e também serviços continuados, como pagamento de água, luz e telefone fixo. Os dados sobre telefonia móvel ficarão de fora, porque o setor não tem um sistema organizado e são comuns erros em contas e cobranças feitas dos clientes.
O tema já havia sido tratado pela casa em 2009, quando foi aprovado um substitutivo para o Projeto de Lei 836/03, ainda em análise no Senado; e no mesmo ano, com uma proposta (PL 405/07) posteriormente vetada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A matéria, aprovada na forma do projeto de lei de conversão do relator, deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG), será votada agora pelo Senado.
Uma vez autorizada a abertura do cadastro, as anotações no banco de dados não dependerão de nova autorização. Elas deverão ser claras (sem termos técnicos, fórmulas ou siglas), objetivas (sem juízo de valor), verdadeiras (exatas e sujeitas à comprovação) e de fácil compreensão. A MP proíbe a anotação de informações consideradas excessivas, como as que não têm relação com análise de risco de crédito ao consumidor, e sensíveis, consideradas aquelas de origem étnica, sexual, sobre convicções políticas ou religiosas.
A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta terça-feira, 10 de maio, a Medida Provisória 518/10, que cria o cadastro positivo para anotar dados sobre os pagamentos em dia de pessoas físicas e jurídicas. De acordo com o texto, os dados de consumidores, pessoas físicas e jurídicas, poderão ser incluídos no cadastro positivo por meio de uma única autorização e constarão da base de dados durante prazo máximo de 15 anos.
A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta terça-feira, 10 de maio, a Medida Provisória 518/10, que cria o cadastro positivo para anotar dados sobre os pagamentos em dia de pessoas físicas e jurídicas. De acordo com o texto, os dados de consumidores, pessoas físicas e jurídicas, poderão ser incluídos no cadastro positivo por meio de uma única autorização e constarão da base de dados durante prazo máximo de 15 anos.
O objetivo do governo é que as empresas de bancos de dados tenham acesso a essas informações para fazerem análise mais qualificada de risco financeiro. Em tese, isso ajudará a diminuir o custo da concessão de crédito (spread bancário) para os cadastrados.
O banco de dados poderá ter informações sobre financiamentos e também serviços continuados, como pagamento de água, luz e telefone fixo. Os dados sobre telefonia móvel ficarão de fora, porque o setor não tem um sistema organizado e são comuns erros em contas e cobranças feitas dos clientes.
O tema já havia sido tratado pela casa anteriormente, em 2009, quando foi aprovado um substitutivo para o Projeto de Lei 836/03, ainda em análise no Senado; e no mesmo ano, com uma proposta (PL 405/07) posteriormente vetada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A matéria, aprovada na forma do projeto de lei de conversão do relator, deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG), será votada agora pelo Senado.
Entenda mais
Uma vez autorizada a abertura do cadastro, as anotações no banco de dados não dependerão de nova autorização. Elas deverão ser claras (sem termos técnicos, fórmulas ou siglas), objetivas (sem juízo de valor), verdadeiras (exatas e sujeitas a comprovação) e de fácil compreensão
A MP proíbe a anotação de informações consideradas excessivas, como as que não têm relação com análise de risco de crédito ao consumidor, e sensíveis, consideradas aquelas de origem étnica, sexual, sobre convicções políticas ou religiosas.
No dia 10 de maio, durante um café da tarde, no Hotel Mercure Del Mar, em Aracaju, foi realizada a apresentação oficial do PDA para empresários e dirigentes sindicais patronais. Promovido CNC, o evento foi aberto pelo presidente da Fecomércio-SE, Abel Gomes da Rocha Filho.
No dia 10 de maio, durante um café da tarde, no Hotel Mercure Del Mar, em Aracaju, foi realizada a apresentação oficial do PDA para empresários e dirigentes sindicais patronais. Promovido CNC, o evento foi aberto pelo presidente da Fecomércio-SE, Abel Gomes da Rocha Filho.
O Assessor Técnico do Departamento de Planejamento (Deplan) da CNC, Alexandre Marcelo de Souza Martins dos Santos, falou sobre o principal foco do PDA, que é complementar o SEGS. “Ele está dentro do guarda-chuva do SEGS e o seu objetivo é fornecer ferramentas necessárias a fim de que as entidades trabalhem direcionadas para o empresário representado, objetivando buscar trazê-los para a entidade”, ressaltou.
“As entidades de representação precisam rever suas estratégias de atuação. Nós estamos vendo que o mundo mudou muito, e hoje temos que tratar os empresários como clientes, como alguém que vem em busca de algo que lhes agregue, dêem vantagens e levem vantagens a eles”, acrescentou Alexandre.
Na sequência, o publicitário Toni Lourenço, em palestra, explicou detalhadamente o funcionamento do PDA, mostrando ações que as entidades sindicais podem adotar para se tornarem mais fortes e representativas, e dessa forma atender os anseios das empresas que representam. “O sindicato de hoje não pode ser o mesmo da década de 40. O PDA pretende conscientizar os presidentes e diretores dos sindicatos de que hoje os empresários precisam de benefícios, de vantagens para poder valorizar a sua presença no sindicato”, pontuou.
Com foco na busca de resultados empresariais de excelência, a CNC contratou a Fundação Dom Cabral para elaborar o Projeto de Desenvolvimento da CNC, que tem o objetivo de redesenhar processos, revisar a estrutura organizacional e analisar o público interno, de forma a alinhar pessoas e processos às estratégias da CNC.
Com foco na busca de resultados empresariais de excelência, a CNC contratou a Fundação Dom Cabral para elaborar o Projeto de Desenvolvimento da CNC, que tem o objetivo de redesenhar processos, revisar a estrutura organizacional e analisar o público interno, de forma a alinhar pessoas e processos às estratégias da CNC.
O projeto será desenvolvido em conjunto com representantes da CNC, e levará em conta a situação atual da entidade, mas lançando as bases para o futuro, considerando os cenários e desafios apresentados pelo mercado e alinhados com as diretrizes estratégicas da entidade.
À frente do processo, o presidente da entidade, Antonio Oliveira Santos, que defende uma organização moderna, alinhada aos interesses do Sistema Comércio, dos empresários, trabalhadores, sociedade e governo.
Fundação Dom Cabral – Uma das melhores escolas de negócios do mundo
Sediada em Minas Gerais, a Fundação Dom Cabral (FDC) foi considerada a 3ª melhor escola de negócios do mundo em cursos customizados – feito sob medida para os clientes – pelo jornal britânico Financial Times em 2011. A Fundação saltou cinco posições em relação ao ano passado, ficando atrás apenas da americana Duke e da francesa HEC Paris, e passando à frente de nomes conhecidos como a Harvard Business School e a espanhola Esade. É a primeira vez que uma escola de negócios da América Latina ocupa uma posição tão alta no ranking.
Segundo o FT, ‘a ascensão da FDC para a terceira posição do ranking de 65 escolas é a culminação de um progresso estável ao longo de oito anos’ e ‘é prova do alto apreço que os clientes têm pelos programas customizados desenvolvidos nos últimos três anos’.
No ranking geral das melhores instituições de educação executiva do mundo (uma combinação dos rankings de programas abertos e de programas customizados), a FDC subiu uma posição em relação a 2010 ficando no 5º lugar, após HEC Paris, Harvard, Iese e IMD. No ranking de programas abertos, a instituição brasileira ficou na 10ª colocação, empatada com a escola de negócios da Universidade de Oxford. A chegada da Fundação Dom Cabral a uma posição tão alta no ranking faz parte de uma tendência geral na América Latina, segundo o jornal britânico. Em 2000, quando as primeiras tabelas do FT foram publicadas, apenas duas escolas de negócios latino-americanas foram listadas, a argentina IAE e a mexicana Ipade. Em 2011, este número subiu para 11, sendo quatro delas citadas tanto no ranking de programas abertos como no de programas customizados.
O Brasil é hoje o país latino-americano com mais escolas listadas, quatro no total. ‘Informações compiladas pelo FT junto às escolas de negócios indicam que há um mercado relativamente novo, mas crescente, de educação executiva na América Latina. Escolas baseadas na região afirmaram que mais de 75% dos programas ensinados em 2010 eram novos e oferecidos para clientes pré-existentes (44% do total) ou novos clientes (31%)’, afirma o jornal britânico.
Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do país.
Para solicitar outras edições, clique aqui.
Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do país.
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O presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, fala do lançamento do novo portal da entidade, criado com a tecnologia necessária para atender a todo o setor terciário.cnecessária para atender a todo o setor terciário.ciário.
O presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, fala do lançamento do novo portal da entidade, criado com a tecnologia necessária para atender a todo o setor terciário.cnecessária para atender a todo o setor terciário.ciário.