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  • Senado tem propostas para combater uso abusivo de álcool

     

    Segundo informações da Agência Senado, pesquisas feitas pelo Ministério da Saúde indicam que os brasileiros estão exagerando cada vez mais no consumo de bebidas alcoólicas e revelam, ainda, que as mulheres passaram a ingerir esses produtos com maior frequência. Por esse motivo, o ministério defende a adoção de políticas públicas para reduzir o consumo abusivo do álcool. No Senado, estão tramitando atualmente três projetos que tratam do assunto, dois deles de autoria do senador Magno Malta (PR-ES) e outro de Garibaldi Alves Filho, atualmente ministro da Previdência Social.

     

    Segundo informações da Agência Senado, pesquisas feitas pelo Ministério da Saúde indicam que os brasileiros estão exagerando cada vez mais no consumo de bebidas alcoólicas e revelam, ainda, que as mulheres passaram a ingerir esses produtos com maior frequência. Por esse motivo, o ministério defende a adoção de políticas públicas para reduzir o consumo abusivo do álcool. No Senado, estão tramitando atualmente três projetos que tratam do assunto, dois deles de autoria do senador Magno Malta (PR-ES) e outro de Garibaldi Alves Filho, atualmente ministro da Previdência Social.

    Em audiência pública realizada na Subcomissão Temporária de Políticas Sociais sobre Dependentes Químicos de Álcool, Crack e Outros – que funciona no âmbito da Comissão de Assuntos Sociais (CAS), pelo Senado na semana passada, o coordenador nacional de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Justiça, Roberto Kinoshita, disse que o álcool ainda é a droga que causa maior prejuízo à sociedade brasileira. Ele defendeu mais investimentos na rede de saúde pública – principalmente em pronto-socorro e emergência – e a capacitação de maior número de profissionais nessa área, já que são as unidades mais procuradas pelos dependentes.

    Cide-Álcool

    O PLS 520/07, de Garibaldi Alves Filho, institui a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidente sobre a importação e a comercialização de bebidas alcoólicas (Cide-Álcool), com objetivo de reduzir o consumo indevido de álcool no país. Para os efeitos da medida, o projeto considera bebida alcoólica as que tiverem teor alcoólico igual ou superior a meio grau até 54 graus GL.

    A proposição está é análise na Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI), tendo como relator o senador Eduardo Braga (PMDB-AM).

    Código Militar

    O PLS 314/09, de Magno Malta, altera o artigo 279 do Decreto-Lei 1.001/69, que institui o Código Penal Militar, para determinar o índice de alcoolemia e aumentar as penas aos infratores. Pelo projeto, quem dirigir veículo militar motorizado, estando com concentração de álcool por litro de sangue igual ou superior a seis decigramas, ou sob a influência de qualquer outra substância psicoativa que cause dependência, será detido pelo período de seis meses a três anos. Além disso, será multado e terá a carteira de habilitação suspensa.

    O PLS 314/09 está na CCJ aguardando a designação do relator.

    Prática Desportiva

    Também de autoria de Magno Malta, o PLS 43/03 – já remetido à Câmara – autoriza o Executivo a instituir programa nacional de prática desportiva para a prevenção da violência e do uso de drogas – medida socioeducativa que pretende evitar, principalmente, a marginalização de crianças e jovens carentes.

    Na Câmara, a matéria foi despachada às Comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO); de Turismo e Desporto (CTD); de Finanças e Tributação (CFT); e de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC). Na CSPCCO, tem como relator o deputado Alessandro Molon (PT-RJ).

  • Veja como está a legislação sobre as sacolas plásticas no Brasil

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados planeja uma audiência pública, ainda sem data definida, para discutir a PLC 612/07, que obriga supermercados e estabelecimentos comerciais a substituir as sacolas plásticas convencionais por outras de material biodegradável. A audiência foi proposta pelo relator do projeto,  deputado Ronaldo Zulke (PT-RS).

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados planeja uma audiência pública, ainda sem data definida, para discutir a PLC 612/07, que obriga supermercados e estabelecimentos comerciais a substituir as sacolas plásticas convencionais por outras de material biodegradável. A audiência foi proposta pelo relator do projeto,  deputado Ronaldo Zulke (PT-RS).

    “Seria oportuno e necessário ouvir não apenas os órgãos governamentais, mas especialmente a sociedade civil”, disse Zulke, que afirma que a produção das sacolas, ao mesmo tempo em que degrada o meio ambiente, geram emprego e renda.

    Caso o projeto seja aprovado, a medida irá valer para lojas e supermercados em todo o território nacional, inclusive para os estados que ainda não possuem legislação específica para a restrição das sacolinhas plásticas. Em substituição, os estabelecimentos deverão fornecer as sacolas biodegradáveis, que se decompõem no ambiente e não geram prejuízos ecológicos.

    Algumas medidas já são adotadas no Brasil desde 2008, com as leis sendo sancionadas individualmente em cada estado. O Ministério do Meio Ambiente também coordena, desde junho de 2009, uma campanha de redução do uso de sacolas plásticas. Com o slogan “Saco é um saco”, a iniciativa já ajudou a evitar a circulação de 800 milhões de sacos plásticos no Brasil, de acordo com dados do ministério.

    Veja como a lei das sacolas plásticas é aplicada em cada capital*:

     

    Capital

    Situação sobre as sacolas plásticas

    Aracaju (SE)

    Existe a lei 3.714 de 2009, que prevê a substituição das sacolas plásticas por ecológicas. Prevê advertência e multa de R$ 2 mil até cassação de alvará de funcionamento.

    Belém (PA)

    Não há legislação vigente.

    Belo Horizonte (MG)

    Lei Municipal 9.529 / 2008 proíbe o uso de sacolas plásticas feitas de derivados do petróleo. O decreto número 14.367, publicado em 12 de abril deste ano, regulamenta a lei. estabelecimentos que não cumprem a nova norma serão notificados e multados caso continuarem descumprindo a norma após 30 dias.

    Boa Vista (RR)

    Não há legislação vigente.

    Brasília (DF)

    Lei municipal de outubro de 2008 proíbe o uso de embalagens plásticas no prazo de três anos. Multa diária de R$ 500 ao estabelecimento que infringir a lei.

    Campo Grande (MS)

    Quatro projetos de lei foram apresentados na Câmara de Vereadores sobre o tema e foram arquivados.

    Cuiabá (MT)

    Projeto de Lei aprovado em 26 de abril de 2011 prevê prazo de adaptação de 3 anos e multa de R$ 1 mil a estabelecimento que descumprir a norma.

    Curitiba (PR)

    Dois projetos sobre a questão tramitam na Câmara Municipal. Um deles, já aprovado pelas comissões e que ainda não tem data para seguir para o plenário, proíbe o uso e a distribuição de sacolinhas.

    Florianópolis (SC)

    Lei municipal de maio de 2008 prevê substituição das sacolas plásticas por material que se desintegre em até 18 meses. Prazo máximo para os estabelecimentos se adaptarem foi de um ano.

    Fortaleza (CE)

    Um projeto de lei tramita na  Câmara Municipal desde 2010 sobre o tema.

    Goiânia (GO)

    Lei nº 16.268, de 29 de maio de 2008 prevê o uso de sacolas biodegradáveis. Descumprimento da lei prevê multa de até R$ 7 mil em caso de reincidência.

    João Pessoa (PB)

    Há uma lei de julho de 2008 que entrou em vigor em 2009 obrigando estabelecimentos a substituir as sacolas de plásticos por embalagem de papel. Prevê multa e até interdição para quem descumprir.

    Macapá (AP)

    Um projeto de lei tramita na Câmara Municipal sobre o tema.

    Maceió (AL)

     Um projeto de lei tramita na Assembleia do estado tratando do assunto.

    Manaus (AM)

    Não há legislação vigente. Há projetos de lei que preveem a proibição ou a substituição escalonada por outros tipos de sacolas ainda em tramitação na Câmara Municipal.

    Natal (RN)

     

    Há duas leis sobre o tema. Uma delas, de 2009, obriga os estabelecimentos comerciais a usarem sacolas biodegradáveis. Outra determina que órgãos públicos usem para o lixo modelos do mesmo tipo.

    Palmas (TO)

    Existe lei de novembro de 2009 que proíbe o uso de sacolas plásticas nos estabelecimentos. Prazo para implantação de 24 meses e não prevê multas.

    Porto Alegre (RS)

    Lei municipal 11.032 de 6 de janeiro de 2011 obrigou supermercados a trocar sacolas plásticas por biodegradáveis. O prazo de implantação é de um ano. Descumprimento prevê advertência, multa e até suspensão do alvará.

    Porto Velho (RO)

    Não há lei.

    Recife (PE)

    Há lei municipal 17.475 de 2008 que obriga o uso de sacolas biodegradáveis. Prazo de implantação de um ano.

    Rio Branco (AC)

    Não há lei municipal.

    Rio de Janeiro (RJ)

    Lei estadual nº 5.502 de 15 de julho de 2009 prevê o recolhimento das sacolas plásticas e a troca por sacolas ecológicas. Prazo de implantação de um ano para empresas de médio e grande porte, dois anos para pequenas empresas e três anos para microempresas. Multa de 100 a 10 mil Ufirs para quem descumprir a lei.·. 

    Salvador (BA)

    Há dois projetos tramitando na Câmara de Vereadores e ainda não há data para votação.

    São Luís (MA)

    Há a lei estadual 8.884, de 2010, que obriga os estabelecimentos a usarem sacolas biodegradáveis.

    São Paulo (SP)

    O governador Geraldo Alckmin assinou em 8 de maio de 2011 um protocolo que estabelece a retirada gradual das sacolas plásticas até 2012.

    Teresina (PI)

    Lei nº 3.874 de 09 de junho de 2009 proíbe a utilização de sacolas plásticas que não se compõem em até 18 meses. Entrou em vigor em 2 de janeiro de 2010 e prevê multa de R$ 5 mil.

    Vitória (ES)

    Lei municipal de 1º de abril de 2010 diz que as empresas deverão substituir as sacolas em até 12 meses. Quem descumprir a lei pode sofrer autuação, suspensão de alvará e multa de até R$ 5 mil. Há também lei estadual sobre a questão.

    *Com informações do Portal G1e da Agência Câmara.

     

    Atualização: A prefeitura de São Paulo sancionou uma lei em 19 de maio que proíbe o fornecimento de sacolas plásticas convencionais por estabelecimentos comerciais. 

  • Boletim Informativo Diário (BID) 82

    Divulga informações selecionadas no Diário Oficial da União voltadas ao interesse das entidades que compõem o Sicomercio.

    Divulga informações selecionadas no Diário Oficial da União voltadas ao interesse das entidades que compõem o Sicomercio.

  • CAE analisa projeto que combate imitações de marcas comerciais

    A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) vota nesta terça-feira (10) pauta com 13 itens, entre os quais o Projeto de Lei do Senado (PLS) 308/06, que visa impedir a imitação de marcas comerciais. Para isto, altera a Lei 9.279/96, que regula direitos e obrigações relativas à propriedade industrial.

    A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) vota nesta terça-feira (10) pauta com 13 itens, entre os quais o Projeto de Lei do Senado (PLS) 308/06, que visa impedir a imitação de marcas comerciais. Para isto, altera a Lei 9.279/96, que regula direitos e obrigações relativas à propriedade industrial.

    De autoria do senador Antonio Carlos Valadares (PSB/SE), a matéria tem voto favorável do relator, senador Aloysio Nunes (PSDB/SP). Valadares propõe a aprovação de texto substitutivo já aprovado pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT). A proposta será ainda examinada pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), em decisão terminativa.

    De acordo com o parecer aprovado na CCT, o projeto amplia a proteção da marca “contra o uso de sinais visuais idênticos ou semelhantes em outros ramos da atividade econômica, sempre que o titular da marca demonstrar que a imitação configura concorrência desleal, prejuízo à sua imagem ou utilização indevida de sua imagem corporativa ou de seu prestígio”.

    O parecer ressalta a importância da proposta “em função da necessidade de se impedir a prática de utilização do prestígio, renome e fama de uma determinada marca, obtidos e construídos com dispêndio de numerário e criatividade, para a promoção de outro negócio, sem nenhum risco e custo, mesmo no caso em que não exista uma relação de concorrência direta no mercado”.

    Também na pauta da CAE está o PLS 194/10, de autoria do senador Valdir Raupp (PMDB/RO), que exige a comprovação da utilização da marca como condição para atender ao pedido de prorrogação de seu prazo. O pedido de prorrogação deverá ser formulado durante o último ano de vigência do registro.

    O substitutivo apresentado pela relatora, senadora Ana Amélia (PP/RS), acrescenta à mesma lei a exigência de se comprovar a utilização da marca dois anos após seu registro inicial. A proposta será também analisada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em decisão terminativa.

  • Projeto pretende aplicar responsabilidade solidária a terceiros contratados

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei nº 7582/2010, do Senado (PLS 332/2005), que acrescenta § 3º ao art. 67 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, para estabelecer responsabilidade solidária a terceiros contratados pela Administração no tocante às informações técnicas e seus respectivos valores e, quando houver, aditamentos contratuais do objeto da assistência técnica.

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei nº 7582/2010, do Senado (PLS 332/2005), que acrescenta § 3º ao art. 67 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, para estabelecer responsabilidade solidária a terceiros contratados pela Administração no tocante às informações técnicas e seus respectivos valores e, quando houver, aditamentos contratuais do objeto da assistência técnica.

    Na CTASP, desde julho de 2010, recebeu parecer favorável do deputado Laércio Oliveira (PR-SE). O parlamentar conclui o seu relatório afirmando que a relação entre a Administração e os terceiros contratados “é manifestamente de natureza civil, de forma que a proposta contida na proposição se revela, a rigor, sob o ponto de vista jurídico, desnecessária, já que existe no ordenamento jurídico vigente norma que alcança o mesmo efeito pretendido pela proposta legislativa”.

    Laércio ainda ressalta que se o PL 7582/2010 não inova a ordem jurídica, “tem ao menos o efeito positivo de explicitar, de forma textual, a responsabilidade desses terceiros contratados como assistentes para fiscalização das execuções de contratos administrativos, o que pode vir a servir como elemento inibidor de eventuais contratações feitas sem a observância das habilidades e dos conhecimentos”.

    A matéria, depois de analisada na CTASP, seguirá às de Finanças e Tributação (CFT) e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). A Assessoria junto ao Poder Legislativo (APEL) da CNC monitora a proposição em caráter prioritário.

  • Ciclo de Conferências sobre a reforma tributária tem início esta semana

    A Comissão de Finanças e Tributação (CFT) inicia esta semana um ciclo de conferências sobre a reforma tributária. A 1ª conferência está prevista para esta terça-feira (10), às 14h30, quando haverá debate com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa. Ele falará sobre a proposta do governo para a reforma tributária.

    A Comissão de Finanças e Tributação (CFT) inicia esta semana um ciclo de conferências sobre a reforma tributária. A 1ª conferência está prevista para esta terça-feira (10), às 14h30, quando haverá debate com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa. Ele falará sobre a proposta do governo para a reforma tributária.

    A realização do ciclo de conferências foi sugerida pelo presidente da Comissão de Finanças, deputado Cláudio Puty (PT-PA). Ele já declarou que os projetos de reforma tributária a serem remetidos pelo governo terão prioridade nos debates da comissão. Acredita-se que será o caminho para a construção da Reforma Tributária do Governo Dilma Rousseff.

    Subcomissão

    Ainda no âmbito da CFT, foi instalada na última quarta-feira (27) a Subcomissão Especial da Reforma Tributária. O deputado João Dado (PDT/SP) foi eleito presidente da Subcomissão, o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP/PB), vice-presidente, e o deputado Luciano Moreira (PMDB/MA), relator.

     

    Programação do Ciclo

    • 1ª Conferência – 10/5/2011

    TEMA: Proposta do Governo para a Reforma Tributária

    EXPOSITOR: Nelson Barbosa, secretário-executivo do Ministério da Fazenda, representando o ministro Guido Mantega.

     

    • 2ª Conferência – 12/5/2011

    TEMA: ICMS e Federação

    Convidados: Jeferson Passos, presidente da Associação Brasileira de Secretários e Dirigentes das Finanças dos Municípios das Capitais (Abrasf); Carlos Martins Marques de Santana, coordenador do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz); Andrea Sandro Calabi, secretário de Estado da Fazenda de São Paulo; e Carlos Mauro Benevides Filho, secretário de Estado da Fazenda do Ceará.

     

    • 3ª Conferência – 17/5/2011

    TEMA: Equidade do Sistema Tributário

    Convidados: Representante de Luiz Barretto, presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE); Claudio Hamilton dos Santos, economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA); André Arthur Cavalcanti, economista do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); e Artur Henrique da Silva Santos, Presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

     

    • 4ª Conferência – 19/5/2011

    TEMA: Tributação e Competitividade

    Convidados: Senadora Katia Abreu, presidente da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); Robson de Andrade, Presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI); Antonio José Domingues de Oliveira Santos, presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC); Pedro Delarue, presidente do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco).

     

  • Conferência Nacional do Emprego e Trabalho Decente será em 2012

    A Conferência Nacional do Emprego e Trabalho Decente (I CNETD), convocada pelo Decreto Presidencial de 24 de novembro de 2010, que será realizada em maio de 2012, tem o objetivo de promover políticas públicas de trabalho, emprego e proteção social.

    A Conferência Nacional do Emprego e Trabalho Decente (I CNETD), convocada pelo Decreto Presidencial de 24 de novembro de 2010, que será realizada em maio de 2012, tem o objetivo de promover políticas públicas de trabalho, emprego e proteção social.

    A conferência tem for fundamento o Plano Nacional do Emprego e Trabalho Decente, cujas prioridades são a geração de mais e melhores empregos, com igualdade de oportunidade e tratamento; a erradicação do trabalho escravo e do trabalho infantil; o fortalecimento das instituições envolvidas e o diálogo social como instrumento de governabilidade democrática.

    De acordo com a consultora sindical adjunta da CNC, Patrícia Duque, a conferência será precedida das conferências estaduais/distrital, previstas para o período de agosto a novembro de 2011, cabendo às administrações estaduais convocarem suas reuniões por meio de ato público em Diário Oficial, constituindo-se posteriormente comissão organizadora estadual.

    Cabe ressaltar que as federações estaduais do comércio de bens , serviços e turismo deverão estar presentes, juntas com as demais co-irmãs: agricultura, industria, sistema financeiro, transporte, etc.

    Foram acordados os seguintes eixos temáticos da I CNTED, que deverão ser observados pelas conferências:

    1 – Princípios e Direitos

    •  Igualdade de oportunidades e de tratamento, especialmente para jovens, mulheres e população negra.
    •  Negociação Coletiva;
    •  Saúde e Segurança no Trabalho;
    •  Política de valorização do salário mínimo;

    2 – Proteção Social

    •  Prevenção e erradicação do trabalho infantil;
    •  Prevenção e erradicação do trabalho escravo e do tráfico de pessoas;
    •  Informalidade; e
    •  Migração para o Trabalho.

    3 – Trabalho e Emprego

    •  Políticas macroeconômicas e de investimento para a geração de mais e melhores empregos;
    •  Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda e educação profissional;
    •  Micro e pequenas empresas, empreendedorismo e Políticas Públicas de Microcrédito;
    •  Empreendimentos de economia solidária;
    •  Emprego rural e agricultura familiar;
    •  Empresas sustentáveis; e
    •  Empregos verdes e desenvolvimento territorial sustentável.

    4 – Fortalecimento dos Atores Tripartites e do Diálogo Social como instrumento da governabilidade democrática.

    •  Mecanismos e instâncias de Diálogo Social

    Para conferir as datas indicadas para as conferências estaduais, clique em download, abaixo.

  • Plano Nacional de Educação será discutido em comissão especial

    O Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/2010) será discutido em comissão especial nesta quarta-feira (11). A audiência pública foi solicitada pelo deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), relator da comissão. 

    Convidados 

    Representantes da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime); do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed); da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE); e do Movimento Todos pela Educação. 

    O Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/2010) será discutido em comissão especial nesta quarta-feira (11). A audiência pública foi solicitada pelo deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), relator da comissão. 

    Convidados 

    Representantes da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime); do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed); da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE); e do Movimento Todos pela Educação. 

    A comissão especial para discutir o PNE foi instalada em 13 de abril e é presidida pelo deputado Gastão Vieira (PMDB-MA). O colegiado analisa a proposta de política educacional para o decênio 2011-2020. 

    O PL 8035/10 estabelece que 7% do Produto Interno Bruto (PIB) será investido em educação ao longo desse período. Esse mesmo percentual já estava previsto no PNE anterior (2001-2010), mas entidades que atuam na área afirmam que a meta não foi cumprida. Pelos cálculos do Ministério da Educação, a implantação do novo plano custará R$ 80 bilhões. A edição de um novo Plano Nacional de Educação a cada década está prevista na Constituição.

    Ensino Técnico Profissionalizante

    No Senado Federal, nesta quarta-feira (11), no plenário da Comissão de Educação, Cultura e Esporte, será realizada audiência pública para debater a situação nacional e os caminhos para melhorar a qualidade de ensino técnico profissionalizante. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) será representada pela Sra. Ana Beatriz Waehneldt, Diretora de Educação Profissional do Departamento Nacional do SENAC.

     

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 81

    Divulga informações selecionadas no Diário Oficial da União voltadas ao interesse das entidades que compõem o Sicomercio.

    Divulga informações selecionadas no Diário Oficial da União voltadas ao interesse das entidades que compõem o Sicomercio.

  • Federações e Sindicatos começam a implementar práticas nas entidades

    Uma nova etapa do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (SEGS) começou a ser implantada em 2 de maio. Depois da abertura do ciclo 2011, as federações e os sindicatos filiados ao SEGS começam a implementação de práticas que vão levar à melhoria de sua gestão. Para isso, eles contam com o auxílio dos assessores técnicos do Departamento de Planejamento da CNC (Deplan-CNC), que estão à disposição para treinamentos e consultorias.

    Uma nova etapa do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (SEGS) começou a ser implantada em 2 de maio. Depois da abertura do ciclo 2011, as federações e os sindicatos filiados ao SEGS começam a implementação de práticas que vão levar à melhoria de sua gestão. Para isso, eles contam com o auxílio dos assessores técnicos do Departamento de Planejamento da CNC (Deplan-CNC), que estão à disposição para treinamentos e consultorias.

    Nesta etapa, os sindicatos colocam em prática as ações já estabelecidas na construção do Plano de Melhorias Anual das entidades, com base nas Avaliações de Consenso ou Autoavaliações. As oficinas para a construção do Plano dos sindicatos foram ministradas durante os encontros de abertura de ciclo.

    A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio-PR) foi uma das primeiras federações a receber consultoria. O assessor Luciano Santana foi o assessor que auxiliou na construção do Plano de Melhorias da entidade. Além disso, Santana deu treinamentos direcionados a sindicatos específicos, que já haviam estabelecidos seus planos.

    Para Luiz Carlos Borges, presidente do Sindicato de Habitação e Condomínios do Paraná (SECOVI-PR), um dos sindicatos visitados, um Plano de Melhorias bem estruturado traz grandes benefícios para o desenvolvimento do trabalho nas entidades. “Ele nos ajuda a monitorar as nossas ações e a identificar os pontos que precisam ser trabalhados, resultando na melhoria da qualidade dos serviços oferecidos e no aumento da representatividade”, afirmou.

    Segundo Guilherme Piratello, multiplicador do SEGS no Paraná, essas ações iniciais são importantes para o andamento de todo o processo e o trabalho anterior realizado pelo SEGS em outros anos contribui para que novos sindicatos sejam estimulados. “Os sindicatos que participam desde 2008 já demonstraram o desenvolvimento de várias ações. Isso causa um efeito positivo em outros sindicatos, que passam a se integrar mais no programa”, afirmou Piratello.