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  • Comércio exterior derruba barreiras para crescer

    Uma das atividades mais discutidas quando se fala na economia do Brasil após a crise financeira internacional, o comércio exterior do País ainda precisa avançar em alguns pontos para ampliar sua participação no cada vez mais movimentado fluxo globalizado de negócios.

    Uma das atividades mais discutidas quando se fala na economia do Brasil após a crise financeira internacional, o comércio exterior do País ainda precisa avançar em alguns pontos para ampliar sua participação no cada vez mais movimentado fluxo globalizado de negócios. A opinião é de Lytha Spíndola, secretária executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, e foi exposta hoje, 29 de outubro, em reunião da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), realizada na sede da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no Rio de Janeiro.     


    De acordo com Lyhta, a desoneração das exportações, a simplificação de procedimentos administrativos de controle, redução dos custos e a racionalização dos processos são os pontos de trabalho, hoje em dia, da Camex. “Estes são os principais óbices para o desenvolvimento do comércio exterior brasileiro”, disse. Segundo a secretária, mais de 50% do fluxo de comércio está sujeito a algum tipo de controle, ligado, principalmente, aos ministérios da Saúde e da Agricultura, além da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “O que ocorre é que não há pessoal para tanta fiscalização, que acaba se tornando um carimbo e, ainda assim, gera mais custo, tanto para o setor privado quanto para o público”, explicou.


    Desde maio, destacou Lyhta, está em vigor uma norma que prevê a entrega antecipada de especificação de conteúdo de carga à autoridade aduaneira, para facilitar as inspeções das mercadorias. “A carga pode ser selecionada antecipadamente para inspeção e, quando chegar o navio para embarcar o material, já está tudo preparado”. Outra medida para o avanço do comércio exterior que está em estudo é a homologação de um sistema de dados que facilite as fiscalizações dos ministérios e de outros órgãos e autoridades. “Isso pode inverter o processo de despacho aduaneiro, gerando economia de custos e processo”, afirmou.               




     

  • Crise econômica e igualdade dos sexos serão tema de reunião da OIT

    A CNC participará, entre os dias 2 e 19 de junho, em Genebra, na Suíça, da 98ª Conferência Internacional do Trabalho da Organização Internacional do Trabalho que, este ano, debaterá temas como a crise econômica mundial, a igualdade de gênero como diretriz do trabalho decente e a Aids no mundo do trabalho.

    A CNC participará, entre os dias 2 e 19 de junho, em Genebra, na Suíça, da 98ª Conferência Internacional do Trabalho da Organização Internacional do Trabalho que, este ano, debaterá temas como a crise econômica mundial, a igualdade de gênero como diretriz do trabalho decente e a Aids no mundo do trabalho.


    Para representá-la, a entidade indicou o seu diretor-2º secretário, Antonio Airton de Oliveira Dias, que comandará a delegação composta por Laércio José de Oliveira, diretor-3º tesoureiro; Pedro Jamil Nadaf, diretor-3º secretário; Jerfferson Simões, diretor da CNC; Renato Oliveira Rodrigues, consultor sindical da Presidência da CNC e Patricia Cerqueira Coimbra Duque, consultora adjunta da Presidência da CNC. Está prevista, na edição deste ano, a participação do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.


    Durante a reunião, a Comissão de Aplicação de Convenções e Recomendações examinará o informe da Comissão de Peritos em Aplicação de Convenções e Recomendações e promoverá um estudo geral dos relatórios apresentados pelos Estados-membros em virtude do artigo 19 da Constituição da OIT, que tratará da Convenção 155, sobre a segurança e saúde dos trabalhadores, da Convenção 164, sobre a proteção da saúde e a assistência médica (gente do mar), e do Protocolo de 2002 da Convenção sobre segurança e saúde dos trabalhadores. Também será apresentado um informe global elaborado pela OIT em virtude do seguimento da Declaração da OIT relativa aos princípios e direitos fundamentais do trabalho que, neste ano, versará sobre a eliminação de todas as formas de trabalho forçado ou obrigatório. Também será objeto de discussão o informe do presidente do Conselho de Administração e a Memória do Diretor Geral, Juan Somavia, bem como as propostas de programa e orçamento para 2010-2011.


     

  • Crise econômica e igualdade dos sexos serão tema de reunião da OIT

    A CNC participará, entre os dias 2 e 19 de junho, em Genebra, na Suíça, da 98ª Conferência Internacional do Trabalho da Organização Internacional do Trabalho que, este ano, debaterá temas como a crise econômica mundial, a igualdade de gênero como diretriz do trabalho decente e a Aids no mundo do trabalho.

    A CNC participará, entre os dias 2 e 19 de junho, em Genebra, na Suíça, da 98ª Conferência Internacional do Trabalho da Organização Internacional do Trabalho que, este ano, debaterá temas como a crise econômica mundial, a igualdade de gênero como diretriz do trabalho decente e a Aids no mundo do trabalho.


    Para representá-la, a entidade indicou o seu diretor-2º secretário, Antonio Airton de Oliveira Dias, que comandará a delegação composta por Laércio José de Oliveira, diretor-3º tesoureiro; Pedro Jamil Nadaf, diretor-3º secretário; Jerfferson Simões, diretor da CNC; Renato Oliveira Rodrigues, consultor sindical da Presidência da CNC e Patricia Cerqueira Coimbra Duque, consultora adjunta da Presidência da CNC. Está prevista, na edição deste ano, a participação do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.


    Durante a reunião, a Comissão de Aplicação de Convenções e Recomendações examinará o informe da Comissão de Peritos em Aplicação de Convenções e Recomendações e promoverá um estudo geral dos relatórios apresentados pelos Estados-membros em virtude do artigo 19 da Constituição da OIT, que tratará da Convenção 155, sobre a segurança e saúde dos trabalhadores, da Convenção 164, sobre a proteção da saúde e a assistência médica (gente do mar), e do Protocolo de 2002 da Convenção sobre segurança e saúde dos trabalhadores. Também será apresentado um informe global elaborado pela OIT em virtude do seguimento da Declaração da OIT relativa aos princípios e direitos fundamentais do trabalho que, neste ano, versará sobre a eliminação de todas as formas de trabalho forçado ou obrigatório. Também será objeto de discussão o informe do presidente do Conselho de Administração e a Memória do Diretor Geral, Juan Somavia, bem como as propostas de programa e orçamento para 2010-2011.


     

  • Mesmo com crise, empresas devem investir em sustentabilidade

    A crise financeira mundial não diminuiu investimentos das empresas na área de sustentabilidade. Esta é umas das principais conclusões da pesquisa “A Cadeia da Sustentabilidade”, apresentada em 13 de abril, na sede da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no Rio de Janeiro, por Altair Rossato, diretor da consultoria Deloitte Touche Tohmatsu para a Indústria de Consumo, Varejo e Transporte.

    A crise financeira mundial não diminuiu investimentos das empresas na área de sustentabilidade. Esta é umas das principais conclusões da pesquisa “A Cadeia da Sustentabilidade”, apresentada em 13 de abril, na sede da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no Rio de Janeiro, por Altair Rossato, diretor da consultoria Deloitte Touche Tohmatsu para a Indústria de Consumo, Varejo e Transporte.


    Rossato participou da reunião promovida pela Comissão de Desenvolvimento Sustentável e Energia do Comitê Brasileiro da Câmara de Comércio Internacional (CCI), sediado na Confederação. Segundo o executivo, a pesquisa ouviu empresas das áreas de agropecuária, indústria e serviços, e 50% delas revelaram o atual cenário econômico não impactou os investimentos em sustentabilidade até o momento. Para 19% das entrevistadas, o efeito da crise chegou a ser positivo, traduzido em um momento de oportunidade para melhorar negócios e conquistar mais mercado.  “A busca de muitas organizações em otimizar cadeias produtivas com foco na redução de custos também pode impactar de forma positiva as práticas sustentáveis”, explicou.


    Ainda de acordo com Altair Rossato, o levantamento da Deloitte revelou que os custos direcionados à sustentabilidade representam 2,4% do total do faturamento das empresas em 2008, e devem se manter na ordem de 2,3% este ano. Outro ponto interessante é a atenção cada vez maior do consumidor para o assunto: 40% das empresas já têm alterado seus produtos e processos por pressão de clientes ou consumidores.  O levantamento da Deloitte foi realizada entre 20 de março e dois de abril deste ano, através de um questionário disponibilizado no site da consultoria. 


    O presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, Helio Mattar, também participou da reunião da CCI. Segundo ele, o consumidor está mais atento às ações das empresas.  “Atualmente, os consumidores passam a sinalizar que os valores humanos, o bem-estar social e a preservação do meio-ambiente também estão sendo considerados em suas escolhas de produtos e das empresas que os produzem”, destacou. Participaram ainda da reunião Paulo Mindlin, diretor de responsabilidade social do Wal Mart; Randal Krantz, do Fórum Econômico Mundial; Celina Carpi, empresária e conselheira do Instituto Ethos, além de conselheiros e empresários.  


    Os trabalhos da reunião foram conduzidos pelo vice-presidente do Comitê Brasileiro da CCI e coordenador da Comissão de Desenvolvimento Sustentável e Energia, Marcelo Drügg Barreto Vianna, com abertura do secretário geral do Comitê e consultor econômico da CNC, Ernane Galvêas. O presidente do Comitê, Theópilo de Azeredo Santos, também participou do encontro.  

  • Comércio entre Brasil e Guiné Bissau é debatido na CNC

    O intercâmbio comercial entre Brasil e Guiné Bissau apresenta forte desequilíbrio, apesar dos esforços dos dois governos para que esta equação seja um pouco menos desigual.

    O intercâmbio comercial entre Brasil e Guiné Bissau apresenta forte desequilíbrio, apesar dos esforços dos dois governos para que esta equação seja um pouco menos desigual. Este foi um dos principais temas debatidos hoje, 15 de dezembro, no seminário bilateral de comércio exterior Brasil-Guiné Bissau, promovido pela Federação das Câmaras de Comércio Exterior (FCCE) na sede da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no Rio de Janeiro.


    Os números explicam: de janeiro a novembro deste ano, o Brasil somou US$ 7,157 milhões em exportações para Guiné Bissau, enquanto que nenhum produto foi importado do país africano. Ainda assim, na comparação com o mesmo período de 2007, houve queda de 21,8% nas exportações – as vendas somaram US$ 9,158 milhões ano passado.  Entre os principais produtos exportados pelo Brasil para o país vizinho estão açúcar refinado, carne de frango, produtos de confeitaria e móveis. “Temos dado muita atenção a parceiros não tradicionais no comércio exterior, como a Guiné Bissau, mas a parceria ainda está aquém do potencial, que podemos equilibrar melhor”, destacou Fabio Martins Faria, diretor de planejamento e desenvolvimento de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.


    Para aperfeiçoar as relações entre os países, o governo brasileiro estuda medidas para perdoar 95% da dívida de US$ 35 milhões que a Guiné Bissau tem com o Brasil, além de promover parcerias de cooperação técnica em áreas como saúde, educação e agronegócio. A informação é do embaixador brasileiro naquele país, Jorge Geraldo Kadri. “A legislação nacional não permite o perdão total da dívida, mas estamos trabalhando para alcançar o maior índice possível”, disse Kadri, na abertura do evento. Segundo o embaixador, a ajuda do Brasil no estudo de fontes alternativas de energia – como o biodiesel – é outro avanço nas relações diplomáticas.


    O seminário de hoje fecha as atividades de 2008 da FCCE, mais antiga associação de classe, no Brasil, dedicada exclusivamente às atividades de comércio exterior. “Um de nossos objetivos é esse, ajudar para que parcerias pouco exploradas abram novas frentes de negócio, como no caso de Guiné Bissau”, disse o presidente da Federação, João Augusto de Souza Lima.  

  • Diretor da CNC toma posse na Câmara dos Deputados

    O presidente da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac) e diretor da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Laércio Oliveira, tomou posse como deputado federal pelo PSDB-SE, durante Sessão Extraordinária da Câmara dos Deputados, no dia 12 de agosto.

    Convocado pelo presidente da Casa, deputado Arlindo Chinaglia, o empresário exercerá mandato de 120 dias, em substituição ao deputado Mendonça Prado (DEM-SE), licenciado para se candidatar a prefeito de Aracaju, em Sergipe.

    Em discurso, Laércio Oliveira falou sobre su

    O presidente da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac) e diretor da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Laércio Oliveira, tomou posse como deputado federal pelo PSDB-SE, durante Sessão Extraordinária da Câmara dos Deputados, no dia 12 de agosto.

    Convocado pelo presidente da Casa, deputado Arlindo Chinaglia, o empresário exercerá mandato de 120 dias, em substituição ao deputado Mendonça Prado (DEM-SE), licenciado para se candidatar a prefeito de Aracaju, em Sergipe.

    Em discurso, Laércio Oliveira falou sobre suas atividades como empresário e presidente da Febrac, e listou suas prioridades para os próximos quatro meses: “Entre as minhas principais metas estão a qualificação profissional, a geração de empregos e a correção das injustiças tributárias”, afirmou.

  • Conselho de Turismo da CNC lança Coletânea Turística 2008

    O Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) lança hoje (06) a Coletânea Turística 2008, uma compilação de estudos, debates e idéias em torno do Turismo e das atividades ligadas ao setor. O presidente do Conselho, Oswaldo Trigueiros Jr., oferecerá um coquetel de lançamento do livro na sede da CNC no Rio de Janeiro, à Avenida General Justo, 307. “Hoje o Brasil é a 14ª maior economia de Turismo do mundo, segundo dados da World Travel Tourism Council (WTTC).

    O Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) lança hoje (06) a Coletânea Turística 2008, uma compilação de estudos, debates e idéias em torno do Turismo e das atividades ligadas ao setor. O presidente do Conselho, Oswaldo Trigueiros Jr., oferecerá um coquetel de lançamento do livro na sede da CNC no Rio de Janeiro, à Avenida General Justo, 307. “Hoje o Brasil é a 14ª maior economia de Turismo do mundo, segundo dados da World Travel Tourism Council (WTTC). Nossa casa sempre foi e será o local adequado para as discussões produtivas de caráter democrático e construtivo”, afirma. 


    As discussões do Conselho de Turismo geram os trabalhos que compõem a Coletânea. A edição deste ano apresenta, entre outros, “Educação e Turismo”, do imortal da ABL, presidente da CBIEE e Conselheiro da CNC, Arnaldo Niskier, “Controle de Tráfego Aéreo – verdades”, do ex-ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Jose Mauro Miranda Gandra, e “Case CVC”, do presidente da CVC, Guilherme Paulus.  


    “Há 53 anos atrás, no Conselho de Turismo nasceram idéias e ações que se transformaram molas propulsoras da economia do nosso turismo. Nossas publicações registram de forma inconteste a importância que a CNC sempre teve na liderança do trade turístico”, afirma Trigueiros.

  • CNI e MEC anunciam compromisso para formação de mão-de-obra

    O presidente da CNI, Armando Monteiro Neto, e o ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciam na terça-feira (22/07), às 14h30, os termos do protocolo de compromisso que será assinado pelas partes para o fortalecimento do ensino técnico e profissional promovido pelas entidades do Sistema S.

    O presidente da CNI, Armando Monteiro Neto, e o ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciam na terça-feira (22/07), às 14h30, os termos do protocolo de compromisso que será assinado pelas partes para o fortalecimento do ensino técnico e profissional promovido pelas entidades do Sistema S.


    O protocolo de compromisso foi construído, entre os dias 28 de maio e 1º de julho, durante reuniões realizadas por técnicos do ministério, do Serviço Social da Indústria (SESI), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e demais entidades do Sistema S, como o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC) e Serviço Social do Comércio (SESC).

  • Governo fecha acordo com Sistema S e engaveta projeto para alterar regras

    O governo fechou um acordo com o Sistema S e desistiu de enviar ao Congresso projeto de lei para alterar as regras de repartição e uso dos recursos. O ministro da Educação, Fernando Haddad, assina hoje protocolo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação Nacional do Comércio (CNC), de acordo com informações de pessoas envolvidas na negociação. A assessoria de imprensa do Ministério da Educação (MEC) não confirma o acordo.

    O governo fechou um acordo com o Sistema S e desistiu de enviar ao Congresso projeto de lei para alterar as regras de repartição e uso dos recursos. O ministro da Educação, Fernando Haddad, assina hoje protocolo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação Nacional do Comércio (CNC), de acordo com informações de pessoas envolvidas na negociação. A assessoria de imprensa do Ministério da Educação (MEC) não confirma o acordo.


    As entidades prometem aumentar a oferta de vagas gratuitas em cursos técnicos do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). Parte dos recursos destinados ao Serviço Social da Indústria (Sesi) e ao Serviço Social do Comércio (Sesc), cujo foco atual são ações sociais, também deverá ser gasta em atividades de educação.


    Segundo o MEC, as entidades do Sistema S arrecadam R$ 8 bilhões por ano em contribuições pagas pelas empresas sobre a folha de pessoal. O MEC entende que esses recursos são públicos e, portanto, só deveriam financiar cursos gratuitos. Hoje, no entanto, as entidades cobram mensalidades dos alunos. Além disso, o governo pretendia inverter a repartição de verbas – atualmente 60% vão para os serviços sociais e só 40% para aprendizagem. O protocolo será assinado hoje.


    Um esboço do texto, que ainda pode sofrer alterações, prevê que 66,6% das vagas em cursos do Senac sejam gratuitas em 2014. O documento fixa um cronograma, determinando que 20% das vagas sejam gratuitas a partir do ano que vem. Esse percentual sobe para 25% em 2010, 35% em 2011, 45% em 2012 e 55% em 2013, até atingir 66,6% em 2014.


    Da mesma forma, o Sesc passará a destinar mais recursos para a área de educação. Pelo menos 10% de sua receita em 2009, até atingir 33,3% em 2014. No Senai, o compromisso será de aplicar 66,6% de sua receita em cursos gratuitos a partir de 2014. O Sesi também destinará mais recursos para o ensino. Em São Paulo, segundo a CNI, o Sesi já aplica 70% em educação. Com o protocolo, outros Estados deverão aumentar a participação do ensino nas atividades do Sesi.


    Agência O Globo/ Valor Econômico

  • Parceria com o MEC deve fortalecer ensino técnico em unidades do Sistema S

    A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Ministério da Educação firmam hoje (22) protocolo para o fortalecimento do ensino técnico e profissional oferecido pelas entidades do Sistema S.


    O documento será assinado às 14h30 pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, e o ministro da Educação, Fernando Haddad, no auditório térreo do MEC.

    A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Ministério da Educação firmam hoje (22) protocolo para o fortalecimento do ensino técnico e profissional oferecido pelas entidades do Sistema S.


    O documento será assinado às 14h30 pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, e o ministro da Educação, Fernando Haddad, no auditório térreo do MEC.


    O protocolo foi acertado entre os dias 28 de maio e 1º de julho, durante reuniões realizadas por técnicos do ministério, do Serviço Social da Indústria (Sesi), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e demais entidades do Sistema S, como o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e o Serviço Social do Comércio (Sesc).


    Agência Brasil