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  • Febrac completa hoje 25 anos de atividades

    A Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac) completa hoje 25 anos de atividades, tendo como principal objetivo representar e defender os interesses do setor diante das autoridades nacionais. Após as gestões de cariocas, paulistas e paranaenses, o pernambucano Laércio Oliveira preside a entidade.


    Para comemorar a data, Laércio Oliveira ofereceu a deputados, senadores, ministros, presidentes dos sindicatos associados e empresários do setor um café da manhã, realizado ontem, 06 de março, em Brasília.

    A Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac) completa hoje 25 anos de atividades, tendo como principal objetivo representar e defender os interesses do setor diante das autoridades nacionais. Após as gestões de cariocas, paulistas e paranaenses, o pernambucano Laércio Oliveira preside a entidade.


    Para comemorar a data, Laércio Oliveira ofereceu a deputados, senadores, ministros, presidentes dos sindicatos associados e empresários do setor um café da manhã, realizado ontem, 06 de março, em Brasília. Além disso, está disponível no site www.febrac.org.br  toda a história da entidade, suas ações, projetos e líderes.

  • Inaugurado BiblioSesc em Porto Alegre

    O Sesc inaugurou ontem (06), no Rio Grande do Sul, o projeto BiblioSesc, com solenidade realizada na comunidade do bairro Restinga, em Porto Alegre. Com um acervo de 3 mil obras (entre livros didáticos e literários), a estrutura, montada sobre um caminhão, percorrerá, este ano, 10 localidades por mês, passando quinzenalmente em cada uma delas.


    “Agradecemos à comunidade da Restinga pela oportunidade de estarmos lançando este projeto tão importante para o Sesc, que é o BiblioSesc.

    O Sesc inaugurou ontem (06), no Rio Grande do Sul, o projeto BiblioSesc, com solenidade realizada na comunidade do bairro Restinga, em Porto Alegre. Com um acervo de 3 mil obras (entre livros didáticos e literários), a estrutura, montada sobre um caminhão, percorrerá, este ano, 10 localidades por mês, passando quinzenalmente em cada uma delas.


    “Agradecemos à comunidade da Restinga pela oportunidade de estarmos lançando este projeto tão importante para o Sesc, que é o BiblioSesc. Por meio dele, temos como objetivo fortalecer o contato das pessoas com o mundo da leitura”, disse o diretor regional do Sesc/RS, Everton Dalla Vecchia.


    A unidade móvel conta com coberturas laterais, toldos e espaço para leitura e consulta local, além de profissionais treinados para orientar os visitantes. O projeto, de autoria do Departamento Nacional do Sesc, cada vez mais se expande por diversos estados brasileiros. Até o fim do ano, 23 caminhões entrarão em circulação em 21 estados e no Distrito Federal.


    Logo após a solenidade, crianças do Centro Monteiro Lobato, na Restinga, já realizaram as primeiras consultas a livros na BiblioSesc. Aberto à comunidade, o acesso ao acervo dá de forma gratuita: as pessoas interessadas devem preencher um cadastro mediante a apresentação do Cartão Sesc/Senac ou da carteira de identidade, CPF e comprovante de residência.


    Hoje (07), o BiblioSesc estará no município de Minas do Leão, e na segunda-feira, 10 de março, em Alvorada. Ainda este mês a unidade móvel passará também pela Vila Santa Rosa, Vila Farrapos e Alto Petrópolis, em Porto Alegre, além do município de Mariana Pimentel. Outras informações no site www.sesc-rs.com.br/bibliosesc.

  • IGP-M termina 2007 com alta de 7,75%, maior variação desde 2004

    Valor Econômico  Editoria: Brasil  Página: A-4


    O Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M), utilizado como referência para o reajuste de aluguéis, tarifas e outros serviços de preços administrados no próximo ano, encerrou 2007 com alta acumulada de 7,75%, ante 3,84% no ano passado. A variação foi a maior registrada desde 2004, quando o índice alcançou 12,42%.

    Valor Econômico  Editoria: Brasil  Página: A-4


    O Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M), utilizado como referência para o reajuste de aluguéis, tarifas e outros serviços de preços administrados no próximo ano, encerrou 2007 com alta acumulada de 7,75%, ante 3,84% no ano passado. A variação foi a maior registrada desde 2004, quando o índice alcançou 12,42%. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. 


    No ano, observou Salomão Quadros, coordenador de análises econômicas do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), a alta decorreu sobretudo da valorização nos preços dos produtos agrícolas e alimentos. Conforme o economista, a cadeia de alimentos, desde o preço agrícola até o varejo, respondeu por cinco pontos percentuais dos 7,75%. Dentro do Índice de Preços por Atacado (IPA), os produtos agrícolas registraram alta de 24,22% no ano. No mês, a alta foi de 5,95%, puxada por feijão (43,91%), milho (17,43%), soja (7,25%), bovinos (9,47%) e aves (3,44%). 


    No Índice de Preços ao Consumidor (IPC), a alta no ano dos alimentos foi de 10,28%. O IPA, que responde por 60% do IGP-M, acumula alta de 9,19% em 2007 e o IPC, que tem peso de 30%, variou 4,64% no ano. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) teve alta de 6,04%, com variação semelhante nos itens mão-de-obra (6,07%) e materiais e serviços (6,02%). 


    Em dezembro, o IGP-M variou 1,76%, a maior alta desde fevereiro de 2003, influenciada ainda pelos preços de alimentos e também pela aumento dos combustíveis. O IPA variou 2,36% no mês. O IPC teve alta de 0,67% e o INCC, de 0,43%. 


    O etanol – que também interfere na formação de preço da gasolina por conta da mistura de 25% – subiu 10,11% em dezembro, tendo peso de 0,35 ponto percentual sobre o IGP-M do mês. O grupo alimentos teve peso de 0,25 ponto percentual. Quadros afirmou que a variação já era esperada, mas não é possível concluir se os preços de itens ligados a biocombustíveis – como milho e soja – já atingiram seu ápice ou se há espaço para novas valorizações. “O mercado de biocombustíveis vive uma fase de expansão da demanda e não se sabe se haverá uma nova rodada de alta no mercado internacional.” 


    Para Zeina Latif, economista-chefe do ABN Amro Real, o grupo alimentos mostrou resistência à queda de preços maior do que se esperava, mas já deve dar sinais de desaceleração em janeiro, com o aumento da oferta de carne bovina, feijão, soja e milho, com a aproximação do período de safra. Ela também aposta no arrefecimento dos preços de combustíveis, que em dezembro ajudaram a elevar o grupo de produtos industriais em 1,02% e o de bens finais, em 2,29%. “Os reajustes nos preços de nafta e óleos combustíveis impactaram em plástico e produtos químicos”, observou Zeina. 


    Luís Fernando Azevedo, economista da Rosenberg & Associados, acredita que dezembro tenha registrado o pico de alta do IGP-M. “No próximo mês, a variação ainda deve ser acima de 1%, mas a cesta agrícola já está cedendo. O índice deve voltar a patamares mais baixos”, afirmou. Azevedo prevê para o IGP-M alta de 1,2% em janeiro. A Tendências Consultoria projeta alta de 0,9%, com desaceleração nos preços do grupo alimentos, segundo o economista Jean Barbosa. 


     


     

  • BC eleva para 5,2% estimativa de crescimento do PIB em 2007

    Gazeta Mercantil  Editoria: Nacional  Página: A-4


    De olho no crescimento da economia, dos investimentos, da demanda interna e do acesso ao crédito, o Banco Central (BC) aumentou ontem as estimativas de alta do Produto Interno Bruto (PIB) e da inflação. A instituição elevou para 5,2% a expectativa em relação ao crescimento do PIB deste ano, 0,5 ponto percentual acima da projeção de setembro. Para o ano que vem, a estimativa é de alta de 4,5%.

    Gazeta Mercantil  Editoria: Nacional  Página: A-4


    De olho no crescimento da economia, dos investimentos, da demanda interna e do acesso ao crédito, o Banco Central (BC) aumentou ontem as estimativas de alta do Produto Interno Bruto (PIB) e da inflação. A instituição elevou para 5,2% a expectativa em relação ao crescimento do PIB deste ano, 0,5 ponto percentual acima da projeção de setembro. Para o ano que vem, a estimativa é de alta de 4,5%.


    A estimativa para a variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para este ano foi revista para 4,3%, 0,3 ponto percentual a mais do que o previsto há três meses. A projeção da inflação para 2008 é de 4,3%, 0,1 ponto percentual superior ao estimado em setembro. Já a expectativa para 2009 é de uma alta de 4,2% do IPCA. Em todos os casos, a inflação permanece abaixo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, de 4,5% a.a. com margem de dois pontos percentuais para cima e para baixo. Os dados são do relatório de inflação divulgado ontem.


    As projeções do BC estão em linha com as estimativas dos especialistas do mercado. Segundo o Relatório de Mercado divulgado na semana passada pelo BC, o PIB deve crescer neste ano 5,12% e 4,5% no ano que vem. A previsão dos analistas para a alta do IPCA neste ano é de 4,37%, para 2008 soma 4%.


    O relatório cita o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) apurado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), que atingiu 87,2% em novembro, recorde da série iniciada em abril de 1995. “A atividade econômica está aquecida e contribui para um ambiente de repasse de preço mais provável”, disse o diretor de Política Econômica do BC, Mário Mesquita.


    O diretor do departamento de Relações Internacionais da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Roberto Giannetti da Fonseca, disse que diante do forte crescimento do consumo observado em 2007 e de um crescimento econômico na casa de 5%, é provável haver hiato de produto em 2008. “Precisamos de um choque de oferta no ano que vem ou teremos um boom de importações ou o surgimento de pressões inflacionárias”, disse, prevendo que o crescimento do consumo será mais forte que a expansão dos investimentos.


    “Existe espaço para cortar juros em 2008. Na verdade existe um espaço defasado para isso.


    Mas, mesmo assim, aposto na estabilidade da Selic”, disse Giannetti, acrescentando que a continuidade da trajetória de queda dos juros é muito importante não só em termos de política monetária como fiscal, uma vez que cada um ponto percentual de corte na Selic reflete em uma economia de R$ 10 bilhões nas contas públicas.


    “As mudanças nas projeções foram concentradas no ano que já passou (2007). Para 2008, as alterações foram pequenas”, afirma Raphael Castro, economista da LCA Consultores, que estima inflação de 3,8% e expansão de 4,5% na economia no ano que vem. Na sua avaliação, a principal mudança está relacionada ao cenário de incertezas para 2008. “Os balanços de riscos se deterioraram em relação ao último relatório para o não cumprimentos das metas de inflação”, disse.


    O relatório sublinha que “permanece o cenário de maior risco de aceleração”. Mesquita argumentou ainda que os riscos externos são “tão ou mais importantes” que as variáveis domésticas. Segundo o documento, mesmo que arrefeça, a economia mundial continuará a sustentar altas taxas de crescimento no ano que vem. O relatório prevê a desaceleração do crescimento da economia norte-americana, com reflexos na Europa e no Japão. Os países emergentes devem continuar sustentando o crescimento global em 2008, sublinhou o BC, antes de ponderar que tudo dependerá dos desdobramentos da crise imobiliária dos Estados Unidos.


    O superávit primário acumulado nos dez primeiros meses de 2007 assegura o cumprimento das metas fiscais estabelecidas para o ano, de acordo com o relatório. “Esse resultado refletiu tanto a evolução favorável das contas da Previdência, quanto o crescimento do superávit dos governos regionais, particularmente dos estados”, detalha o texto. Entretanto, o BC destaca que “a rejeição da proposta de prorrogação da CPMF a partir de 2008 eleva o grau de incerteza associado às perspectivas para a política fiscal”.


    Setor externo


    O BC confirmou as recentes revisões das projeções para o balanço de pagamento de 2008.


    Conforme revelou no último dia 19, o superávit em transações correntes para 2007 foi revisado de US$ 7,8 bilhões para US$ 2,4 bilhões, fundamentalmente como resultado da revisão da projeção de remessas líquidas de lucros e dividendos, de US$ 16,5 bilhões para US$ 20,9 bilhões. O BC também prevê uma reversão da seqüência de saldos correntes positivos iniciada em 2003 para déficit de US$ 3,5 bilhões, em 2008.


    “Essa reversão no saldo da conta corrente é resultado do estreitamento do superávit comercial de R$ 39 bilhões, em 2007, para R$ 30 bilhões em 2008, mais a elevação das remessas de lucros e dividendos”, disse Mesquita. O governo comprou US$ 76,3 bilhões de janeiro a novembro. Em 2006, o resultado fechado é US$ 34,3 bilhões. As reservas de dólares do Brasil estavam em US$ 179,2 bilhões em 20 de dezembro.




     

  • Saque eletrônico a partir de amanhã não terá CPMF

    O Estado de São Paulo  Editoria: Economia  Página: B-6 


    Na prática, a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) acaba hoje, embora a lei a mantenha em vigor até segunda-feira.

    O Estado de São Paulo  Editoria: Economia  Página: B-6 


    Na prática, a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) acaba hoje, embora a lei a mantenha em vigor até segunda-feira. De acordo com a Receita Federal, não deve haver incidência da CPMF já a partir de amanhã sobre saques feitos em caixas eletrônicos e nas transferências bancárias via internet, como DOC e TED, pois, segundo determinação do Banco Central, toda movimentação em meios eletrônicos em dias em que não há expediente bancário ao público deve ser contabilizada no primeiro dia útil seguinte, no caso, 2 de janeiro, data em que a contribuição estará extinta.


    Segundo a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), os bancos estão se preparando para manter a cobrança da CPMF mesmo nas movimentações eletrônicas realizadas de amanhã a segunda-feira. A exceção, segundo a Febraban, é a Caixa Econômica Federal.


    Embora a CPMF acabe dia 31, o correntista ainda terá o seu desconto até 4 de janeiro, referente ao fim de dezembro, alerta a Febraban. É que a maioria das instituições apura a contribuição semanalmente, debitando-a no terceiro dia útil da semana seguinte.


    Ainda segundo a entidade, muitos caixas eletrônicos continuarão alertando sobre a incidência da CPMF nas operações mesmo a partir do dia 1º , porque a atualização levará um tempo. Na prática, no entanto, não haverá a cobrança.


    A Febraban orientou os bancos a manter os mecanismos criados pela lei da CPMF, como o cheque e o DOC TB, que permitem transferências entre contas do mesmo titular em bancos diferentes com isenção da contribuição, e a conta investimento, através da qual se pode mudar de uma aplicação para outra sem o desconto.


    Para evitar hoje a CPMF, o administrador e professor Cláudio Carvajal aconselha o consumidor a utilizar cheque pré-datado ou cartão de crédito e a evitar sobretudo a movimentação de grandes quantias.


    No caso de aplicações, ele acha melhor não movimentar dinheiro da conta corrente para investimentos, porque o desconto da CPMF na operação será maior que o rendimento que será obtido com a aplicação. “O ideal é deixar o dinheiro na conta e fazer a aplicação somente na quarta-feira”, diz.


    As aplicações de renda fixa ganham atratividade com a extinção da CPMF, que comia perto de 40% do rendimento de um mês. Com a queda dos juros, durante a vigência da CPMF, o rendimento dos nove primeiros dias da aplicação era todo para compensar o desconto da CPMF. Somente a partir do décimo dia o investidor começava a ter um retorno efetivo.




     

  • Aplicação em previdência privada hoje reduz o IR já em 2008

    Folha de São Paulo  Editoria: Dinheiro  Página: B-2


    Hoje é o último dia para a pessoa física aplicar em previdência privada e pagar menos Imposto de Renda em 2008. Mas para isso a aplicação precisa ser feita em dinheiro, uma vez que, como os bancos não abrem na segunda-feira, não haverá tempo para que um pagamento hoje com cheque seja compensado ainda em 2007.


    Para pagar menos IR já em 2008, a aplicação tem de ser feita em PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre).

    Folha de São Paulo  Editoria: Dinheiro  Página: B-2


    Hoje é o último dia para a pessoa física aplicar em previdência privada e pagar menos Imposto de Renda em 2008. Mas para isso a aplicação precisa ser feita em dinheiro, uma vez que, como os bancos não abrem na segunda-feira, não haverá tempo para que um pagamento hoje com cheque seja compensado ainda em 2007.


    Para pagar menos IR já em 2008, a aplicação tem de ser feita em PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre). Ela é indicada para quem declara no modelo completo, pois poderá descontar até 12% de sua renda bruta tributável na hora de declarar.


    Exemplo: se a renda bruta anual for de R$ 100 mil, o contribuinte poderá abater até R$ 12 mil das contribuições feitas ao PGBL. Quando começar a receber o benefício, pagará IR sobre o valor recebido a cada mês. Se investir R$ 10 mil hoje, sua economia em 2008 será de R$ 2.750 -pagando menos ou tendo restituição maior.


    Já o contribuinte que usa o modelo simplificado deve optar pelo VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), que não permite deduzir o valor na declaração. Mas quando receber o benefício, só pagará IR sobre o rendimento obtido.


    Tributação


    Se for fazer um investimento novo, hoje, o contribuinte terá de escolher a forma de tributação -se pela tabela progressiva (a mesma usada para calcular o IR na fonte, mensalmente; na declaração é feito o “acerto de contas”) ou pela regressiva (a alíquota maior é de 35%, caindo cinco pontos percentuais a cada dois anos; a partir de dez anos, a alíquota é de 10% -aqui, a tributação é definitiva, e o que for pago não é restituído).


    Feita a escolha da tributação, ela não poderá mais ser alterada. Se for fazer apenas uma aplicação adicional, em um plano já existente, o contribuinte não precisa se preocupar, uma vez que a escolha já foi feita.


    A escolha da melhor forma de tributação -aquela em que o contribuinte pagará menos IR, agora ou no futuro- leva em conta fatores como o valor do benefício a ser recebido, a idade no início do recebimento, se precisará fazer algum resgate antecipado (para emergência); se terá outra renda no futuro (aposentadoria, aluguel) etc.


    De forma resumida, deve optar pela progressiva a pessoa com idade próxima da aposentadoria; quem pensa na possibilidade de fazer resgate antecipado de parte (ou até do total) do plano antes de se aposentar; e quem terá renda na faixa de isenção do IR (em 2008, R$ 1.372,81; em 2009, R$ 1.434,59; e em 2010, R$ 1.499,15).


    Deve optar pela tabela regressiva o investidor ainda jovem, com previsão de pelo menos dez anos de contribuição (pelo benefício dos 10%); quem não pretende fazer resgates antecipados nos primeiros seis anos após ingressar no plano (se fizer isso, pagará 35%, 30% ou 25%, sem poder restituir, o que acabará resultando em taxação superior aos 15% e até aos 27,5% da tabela progressiva); e quem pretende se aposentar recebendo mais do que o limite de isenção do IR.


    Projetos sociais


    Hoje também é o último dia para que as pessoas físicas que declaram no modelo completo e as empresas tributadas pelo lucro real façam doações a fundos da infância e adolescência e paguem menos IR em 2008.


    As pessoas físicas podem destinar até 6% do imposto devido, apurado na declaração; as empresas tributadas pelo lucro real podem destinar até 1% do imposto devido. Só dão direito ao abatimento as doações feitas ao Fundo da Infância e Adolescência, controlado pelos conselhos municipais, estaduais ou nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente


    Nos Estados, os conselhos criaram bancos de projetos que ampliaram as possibilidades de doações. Por esses bancos, as instituições que atendem crianças e adolescentes apresentam seus projetos. Se aprovados, tornam-se aptas a receber diretamente os recursos.


     




     


     




     

  • Emprego cresce, mas renda é dúvida

    O Estado de São Paulo  Editoria: Economia  Página: B-2 


    A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que o índice de desocupação caiu de 8,7% da população economicamente ativa (PEA), em outubro, para 8,2%, em novembro. As perspectivas são boas para os trabalhadores, mas índices mais altos de inflação, como os deste semestre, podem comprometer a tendência de recuperação da renda real.


    O nível de desocupação chegou ao pico de 13%, em novembro de 2003.

    O Estado de São Paulo  Editoria: Economia  Página: B-2 


    A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que o índice de desocupação caiu de 8,7% da população economicamente ativa (PEA), em outubro, para 8,2%, em novembro. As perspectivas são boas para os trabalhadores, mas índices mais altos de inflação, como os deste semestre, podem comprometer a tendência de recuperação da renda real.


    O nível de desocupação chegou ao pico de 13%, em novembro de 2003. E no mês passado foi o menor desde que a nova série da PME foi iniciada, em março de 2002. Mas ainda é elevado do ponto de vista histórico. Numa era de turbulências (1986-1989) e calculado por metodologia abandonada, oscilou entre 3,3% e 3,8% da PEA.


    O índice de desocupação de novembro foi inferior às estimativas das consultorias econômicas, que projetavam 8,5%. Com ajuste sazonal, a desocupação do mês passado foi avaliada, pela área econômica do Bradesco, em 8,4%, ante 8,8% em outubro.


    Entre novembro de 2006 e de 2007, a população ocupada aumentou em 717 mil pessoas (21,4 milhões de pessoas tinham ocupação). Apenas entre outubro e novembro, 148 mil vagas foram abertas. O número de desocupados, de 1,9 milhão, em novembro, embora ainda grande, é o menor da série: só em dois meses (dezembro de 2005 e de 2006) havia sido inferior a 2 milhões de pessoas.


    Emprego e renda fortaleceram a demanda. Esta cresceu 6% nos primeiros 11 meses do ano em relação ao mesmo período de 2006, nos cálculos do Bradesco.


    Além do emprego e da renda, o consumo interno foi impulsionado pelo crédito e pelos preços convidativos dos bens importados. As importações também ajudaram a refrear os preços, em 2007, mas é pouco provável que esta situação perdure em 2008. Por exemplo, já não se prevê a continuidade da queda do dólar, mas, ao contrário, uma leve alta no ano que vem. E as tarifas públicas já não terão reajustes baixos como no biênio 2006-2007, quando foram determinadas por IGPs (índices gerais de preços) médios de 1,4%, em 2005, e 3,6%, em 2006.


    Não só as empresas, mas também os trabalhadores acreditam na continuidade do crescimento econômico e do emprego, em 2008. O medo do desemprego é o mais baixo de toda a série histórica do Índice Nacional de Expectativa do Consumo (Inec), calculado desde 1996 pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).


     


     

     



  • Inadimplência sobe 2,1% até novembro

    Jornal do Commercio  Editoria: Economia Página: A-4


    O nível de inadimplência das empresas de janeiro a novembro de 2007 apresentou alta de 2,1% em relação a igual período de 2006, apontou o Indicador Serasa de Inadimplência PessoaJurídica.


    No acumulado dos 11 meses, os títulos protestados lideraram o ranking de inadimplência de pessoas jurídicas, com uma representatividade de 40,6%. Em igual período de 2006, o peso foi de40,2%. Em segundo lugar aparecem os cheques devolvidos, com 38,2% de participação no indicador.

    Jornal do Commercio  Editoria: Economia Página: A-4


    O nível de inadimplência das empresas de janeiro a novembro de 2007 apresentou alta de 2,1% em relação a igual período de 2006, apontou o Indicador Serasa de Inadimplência PessoaJurídica.


    No acumulado dos 11 meses, os títulos protestados lideraram o ranking de inadimplência de pessoas jurídicas, com uma representatividade de 40,6%. Em igual período de 2006, o peso foi de40,2%. Em segundo lugar aparecem os cheques devolvidos, com 38,2% de participação no indicador. De janeiro a novembro de 2006, os cheques sem fundos representaram 39,8% da inadimplência das pessoas jurídicas. Em seguida vêm as dívidas com os bancos, com um índice de 21,3% até novembro de 2007.


    Apresentando crescimento constante, as pendências com instituições financeiras tiveram, nos 11 meses de 2006, uma participação de 20% no indicador.


    Segundo informou a Serasa, o fator que colaborou para a elevação da inadimplência empresarial, no acumulado do ano, “foi o crescimento da concessão de crédito a pequenas e médias empresas, quando não utilizados instrumentos adequados para a operação, pois essas empresas normalmente apresentam risco mais elevado de inadimplência em razão da maior volatilidade da receita às variações da atividade econômica e dos negócios”.


    Observa-se, porém, segundo os técnicos da Serasa, que o crescimento da inadimplência tem sido inferior ao do volume de crédito concedido. No entanto, o descolamento de prazos entre o crédito para as empresas e destas para seus clientes tem causa do descompasso entre receita e despesa no fluxo de caixa das empresas.


    Ainda segundo o Indicador Serasa, a inadimplência das empresas entre os meses de novembro de 2007 e novembro de 2006 teve alta de 0,8%. Mas quando comparados os meses de novembro e outubro últimos, a pesquisa indica queda de 2,9%. O Indicador Serasa apontou também que o valor médio dos títulos protestados, de janeiro a novembro de 2007 foi de R$ 1.482,36, o que representou um aumento de 6,2%, em comparação com igual período de 2006. Já os cheques devolvidos apresentaram queda de 4,8% em relação aos onze meses de 2006, com um valor médio de R$ 1.166,59. No acumulado de janeiro a novembro de 2007, a média das dívidas com os bancos foi de R$ 4.093,77, uma alta de 10,7% em relação aos primeiros onze meses de 2006.


     

     


     




     

  • Mais amigo do ambiente, biodiesel fortalece a economia

    A partir de primeiro de janeiro de 2008, todos os postos do Brasil terão 2% de biodiesel misturado ao diesel de petróleo, o chamado B2. Ao encher o tanque com B2, o consumidor pode ter a certeza de que está comprando um produto de qualidade, com a mesma potência e eficácia no motor.


    A diferença será sentida no ar e na economia brasileira, pois o novo combustível polui menos e é feito totalmente no Brasil. Apesar de ser autosuficiente em petróleo e exportar gasolina, o país ainda importa diesel. Mas isso começa a ser revertido com a adoção do biodiesel.

    A partir de primeiro de janeiro de 2008, todos os postos do Brasil terão 2% de biodiesel misturado ao diesel de petróleo, o chamado B2. Ao encher o tanque com B2, o consumidor pode ter a certeza de que está comprando um produto de qualidade, com a mesma potência e eficácia no motor.


    A diferença será sentida no ar e na economia brasileira, pois o novo combustível polui menos e é feito totalmente no Brasil. Apesar de ser autosuficiente em petróleo e exportar gasolina, o país ainda importa diesel. Mas isso começa a ser revertido com a adoção do biodiesel. A mistura de 2% já é suficiente para cortar cerca de um terço da importação de diesel, o que representa uma economia anual da ordem de US$ 400 milhões nas contas externas do país. Em 2013, quando a mistura for de 5%, a importação será reduzida a cerca de um terço do que é comprado hoje.


    Além de poupar divisas, a economia brasileira sai fortalecida de muitas outras formas. Com o uso de cada vez menos petróleo, o país se prepara para o futuro, porque o mineral tende a encarecer. Os especialistas não têm dúvidas de que as fontes de energia não minerais deverão ser as mais importantes daqui a 50 anos.


    O Brasil é um dos países mais preparados para essa situação. No mundo, o uso de fontes renováveis de energia é de 14%, no Brasil esse percentual é de 45%, mais do que o triplo. Mas o transporte sobre pneus ainda é dependente de combustíveis fósseis.


    Diversificar as fontes de energia é uma segurança a mais para garantir o desenvolvimento sustentável.


    Outro efeito importante é criar um mercado para a indústria e a agricultura brasileiras. O biodiesel trará mais empregos e melhores condições de vida para milhares de agricultores familiares. Ao mesmo tempo, a produção dos equipamentos para usinas gera uma oportunidade para indústria metalúrgica e de máquinas.


    Biodiesel criou um novo mercado para a agricultura


    O Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel prevê a utilização de diversas oleaginosas ou matérias-primas animais, o que permite a participação de agricultores de todo o Brasil e de qualquer porte.


    Isso criou um mercado novo a ser explorado, que pode dar uma segurança extra em termos de renda.

    Mesmo os produtores de commodities, como a soja, encontram no programa uma alternativa para não ficarem reféns das variações dos preços internacionais e do câmbio.


    A agricultura familiar recebe incentivos especiais, pois estes agricultores podem fazer do biodiesel uma alternativa de renda e trabalho, principalmente nas áreas com baixo interesse produtivo, como o semi-árido nordestino, e períodos em que as terras ficam ociosas, como no período de descanso das terras da cana de açúcar, e a safrinha de girassol após a colheita da soja.


    O biodiesel também fortalece o cooperativismo entre os agricultores familiares. Com a venda coletiva, eles podem negociar melhores preços com as usinas ou investir em equipamentos de beneficiamento dos grãos, melhorando seus ganhos.


    E, para vencer o desafio de levar novas tecnologias a todos os produtores, o governo estrutura o Programa Desenvolvimento da Agroenergia, que é parte do Plano Plurianual de 2008-2011. (Secretaria de Comunicação Social).


    Presidência da República, 26 de dezembro de 2007.


     




     

  • PAC e segurança estão entre destaques aprovados em 2007

    A Câmara dos Deputados aprovou em 2007 quase 400 proposições. Em 193 sessões deliberativas, foram aprovadas 61 medidas provisórias, 25 projetos de lei, 3 propostas de emenda à Constituição (PECs), 3 projetos de lei complementar, 49 projetos de decreto legislativo e 1 projeto de resolução, totalizando 142 proposições.

    A Câmara dos Deputados aprovou em 2007 quase 400 proposições. Em 193 sessões deliberativas, foram aprovadas 61 medidas provisórias, 25 projetos de lei, 3 propostas de emenda à Constituição (PECs), 3 projetos de lei complementar, 49 projetos de decreto legislativo e 1 projeto de resolução, totalizando 142 proposições. Além do Plenário, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou cerca de 250 projetos de lei em caráter conclusivo.


    As medidas provisórias e os projetos de lei relacionados ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e à segurança pública estão entre os destaques aprovados ao longo do ano. Entre as propostas de emenda à Constituição figura a PEC 272/00, do Senado, transformada na Emenda 54/07. Ela permite o registro de filhos de pai brasileiro ou mãe brasileira em repartição consular no exterior para receber a nacionalidade.


    Antes da emenda, a Constituição previa a necessidade de a pessoa morar no Brasil para optar pela nacionalidade, o que acaba não ocorrendo em muitos casos de filhos de residentes no exterior. A mudança deve beneficiar mais de 200 mil crianças que vivem fora do País desde 1994 nessa situação.


    Pauta diversificada

    Os deputados aprovaram ainda o aumento no repasse de tributos federais aos municípios; regras para repasse de recursos ao ensino básico; metas para a redução de gases responsáveis pelo efeito estufa; e a regulamentação das centrais sindicais. Outras propostas analisadas pelo Plenário neste ano devem voltar à discussão em 2008, como a reforma política e o aumento de recursos para a Saúde. Nesta reportagem especial, apresentamos as principais propostas aprovadas, divididas nos seguintes temas:


    Economia

    Educação

    Meio Ambiente

    PAC

    Reforma política

    Saúde e CPMF

    Segurança pública

    Trabalho


    Agência Câmara, 26 de dezembro de 2007.